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Circulação do espetáculo musical "VICENTE CELESTINO _ A VOZ ORGULHO DO BRASIL", de autoria de Wagner Campos, com direção de Jacqueline Laurence que foi encenado pela Cia Limite 151 no ano de 2012.
Um dos motes principais da trama é a história de amor entre Vicente Celestino e sua mulher Gilda de Abreu, parceira nos palcos e na vida. “Ela foi uma mulher moderna para a época, anos 40 e 50, que sabia dialogar muito bem com os tempos contemporâneos. Isso se refletia também em suas roupas. Gilda de Abreu cantava, atuava e dirigia filmes, ou seja, era uma precursora, uma mulher à frente do seu tempo. O amor entre os dois foi belo e raro”. O cantor vivenciou épocas turbulentas na política brasileira como o período da Ditadura Militar. Sempre foi solidário com amigos que eram engajados na luta contra esse tipo de regime, tanto que recusou fazer uma apresentação que exaltava os militares no governo de Costa e Silva. Entre os sucessos que estão no espetáculo, destaque para Canção da Paz, Flor do Mal, Ébrio, Porta Aberta, Coração Materno e Ouvindo-Te. Cinco músicos tocam ao vivo. A mise-en-scène ficou sob o olhar da direção de Jacqueline Laurence. A diretora se preocupou em aproximar os atores da essência do espetáculo. “A trama se passa em uma época diferente da atual, portanto o trabalho cênico foi desenvolvido para que o elenco incorporasse a personalidade de cada um dos personagens.” A diretora também ressaltou o lado multifacetado da peça. “Além de fazer uma viagem pela carreira de Vicente Celestino, a relação do cantor com a Gilda de Abreu é um dos destaques. Os dois tinham uma relação profunda em todos os aspectos.” O cenário incorpora os locais de apresentação de Vicente Celestino. São instrumentos musicais, mesas, cadeiras e luzes com cores vivas, espalhadas pelo palco. “Independentemente do lugar, ele encantava multidões. Apresentou-se em lugares renomados, circos e até em bordeis. Seu objetivo era valorizar a música brasileira.
Objetivo: Remontagem e circulação do espetáculo musical "VICENTE CELESTINO _ A VOZ ORGULHO DO BRASIL", de autoria de Wagner Campos, direção de Jacqueline Laurence, que foi encenado pela produtora em 2012. Objetivo especificos: Nosso objetivo é realizar a seguinte é remontar e realizar temporada na cidade de Sâo Paulo, do espetáculo musical "Vicente Celestino, A Voz Orgulho do Brasil que foi produzido em 2012, 25 sessões em São Paulo
O cantor Vicente Celestino representa, em toda a história de nossa música, a mais longa e ininterrupta carreira de intérprete sem jamais ver diminuída sua popularidade. Foram 54 anos de vida artística, se contados a partir de 1914, ano de sua estreia na Companhia do Teatro São José cantando a valsa Flor do Mal. É essa história de sucesso, pouco conhecida da grande maioria dos brasileiros. Com o projeto de circulação, a produtora pretende possibilitar ao grande público o reencontro com um dos mais importantes cantores de nosso país e com as criações musicais que o tornaram um dos mais queridos e populares artistas brasileiros de todos os tempos. O projeto se enquadra: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; § 1o Os incentivos criados por esta Lei somente serão concedidos a projetos culturais cuja exibição, utilização e circulação dos bens culturais deles resultantes sejam abertas, sem distinção, a qualquer pessoa, se gratuitas, e a público pagante, se cobrado ingresso.(Renumerado do parágrafo único pela Lei nº 11.646, de 2008) Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
O local escolhido para a temporada do espetáculo proporcionará condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23 da Lei no 10.741, de 1o de outubro de 2003 (*), e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999 (**). Os projetos culturais financiados com recursos federais, inclusive oriundos de programas especiais de incentivo à cultura, deverão facilitar o livre acesso da pessoa portadora de deficiência e pessoas idosas de modo a possibilitar-lhe o pleno exercício dos seus direitos culturais.s termos do art. 23 da Lei no 10.741, de 1o de outubro de 2003 (*), e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999. Realizaremos 2 sessões com interpretação em Libras 2 de Audiodescrição
O projeto "VICENTE CELESTINO – A VOZ ORGULHO DO BRASIL", pretende garantir a democratização de acesso à cultura, através da execução de uma estratégia de formação de plateia, por meio de ações sócio-culturais, como inciso/medida do art. 21 da IN nº 05/2017 do MinC a proposta irá adotar como ação de democratização de acesso. III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; IX - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pelo MinC. - Disponibilizar ingressos gratuitos aos estudantes e professores da Rede Pública de Ensino, Ong´s, de Teatro e artes em geral. - Realizar 1 (um) ensao aberto gratuito, em fase anterior a estreia para o público das escolas da Rede Pública de Ensino, ONG´s, alunos de Teatro e artes no geral em Sâo Paulo - Público alvo que se beneficiará dos ingressos gratuitos, são os estudantes da Rede Pública de Ensino e Ong´s. - Público que se beneficiará do Vale cultura e Meia entrada, serão os idosos, estudantes e professores, de acordo com a Lei. - Formação de plateia para estudantes da rede pública de ensino, Ong´s e alunos de Teatro.
DIREÇÃO GERAL – JACQUELINE LAURENCE Formou-se em interpretação pela Fundação Brasileira de Teatro, dirigida por Dulcina de Moraes, e trabalhou muitos anos no Teatro Tablado, onde participou da criação de várias das famosas peças de Maria Clara Machado. Em 1981, ganhou o Prêmio Mambembe de Melhor Atriz, pelos seus desempenhos nas peças MADAME DE SADE e AS CRIADAS. Em 1985 recebeu o Prêmio Molière de Melhor Atriz pela peça TUPÃ, A VINGANÇA. Em 1990, recebeu novamente o Prêmio Molière de Melhor Atriz por sua interpretação na peça ISSO É TUDO. Em 1996, por sua interpretação no papel de Virginia Woolf na peça VITA & VIRGINIA recebeu o Prêmio Cultura Inglesa de Melhor Atriz e foi indicada para o Prêmio Mambembe de Melhor Atriz. Em 1984, assinou sua primeira direção com ESPERANDO GODOT, de Samuel Beckett, com André Valli, a quem voltou a dirigir em O FECHITISTA, de Michel Tournier. Dirigiu Miguel Falabella e Guilherme Karan num dos grandes sucessos da dupla – SEREIAS DA ZONA SUL de Miguel Falabella e Vicente Pereira. É responsável ainda pela direção de um dos maiores sucessos dos últimos anos: o espetáculo solo de Miguel Falabella, LOURO, ALTO, SOLTEIRO, PROCURA..., de Maria Carmen Barbosa e Miguel Falabella. Entre seus últimos trabalhos como diretora destacamos as peças TARTUFO, O IMPOSTOR e O DOENTE IMAGINÁRIO, ambas de Molière, o musical PERSONALÍSSIMA, de Julio Fischer e E AGORA? O QUE FAÇO COM O PERNIL? ambas com Rosamaria Murtinho e “ISAURA GARCIA – O MUSICAL” de Júlio Fischer ARRANJOS E DIREÇÃO MUSICAL – WAGNER CAMPOS Compositor, pesquisador, arranjador, diretor/produtor musical e musicista especializado em instrumentos antigos e tradicionais de cordas dedilhadas. Iniciou sua carreira de instrumentista em meados da década de 1970 como concertista de violão, realizando inúmeros recitais solo e em duo, bem como diversos recitais como camerista. Em 1980, grava seu primeiro disco, contendo composições próprias para o instrumento. A partir de 1995 se especializa em instrumentos antigos e tradicionais brasileiros de cordas dedilhadas, incluindo alaúde medieval, vihuelas, guitarras de quatro, cinco e seis ordens e clássico-romântica, violas de arame e machete. É autor de inúmeras composições musicais para formações instrumentais diversas, orquestrais e de câmara e solos para variados instrumentos, interpretadas por grupos/músicos nacionais e estrangeiros. Em 2002 gravou o CD "Rapsódia Pantaneira", para viola de cocho, viola de arame e orquestra de câmara, atuando como compositor, regente e solista, lançado em 2003. Em 2004 participou da gravação do CD "O Violão Brasileiro", atuando em duas faixas como solista, lançado em 2005. No campo da pesquisa musical vem desenvolvendo estudos, recolhas e registros musicológicos (sonoros e escritos) de diversas manifestações da música do povo do Brasil, realizados em várias regiões do país. Ainda, realiza conferências, palestras e seminários sobre a música brasileira, nas áreas da pesquisa e recolha musicológicas, composição e produção musical. É produtor e diretor musical em mais de quarenta projetos de gravação de CDs realizados em diversos estados brasileiros, atuando nos segmentos da música escrita e de tradição oral do Brasil. (Quarteto Romançal (PE), Quinteto Villa-Lobos (RJ), Quinteto Latino Americano de Sopros da Paraíba (PE), Camerata Contemporânea do Rio de Janeiro (RJ), Música Antiga da UFF (RJ), Duo Passos e Cohen (RJ) e Nelson da Rabeca (AL), Lia de Itamaracá (PE), Mestre Eugênio (PR), Gentil do Orocongo (SC), Grupo de Samba Chula Os Filhos da Pitangueira (BA), entre outros). É compositor, arranjador, instrumentista, diretor e produtor musical em mais de trinta produções em Teatro, Televisão e Cinema, atuando desde o ano de 1979. Em publicações editoriais, é autor de vários artigos e estudos sobre a música brasileira, destacando, entre outros, "A Música do Nordeste do Brasil", "A Música do Norte do Brasil", "A Música do Sudeste do Brasil" e "A Música do Sul do Brasil", publicados entre os anos de 2002 a 2004, "A Viola do Samba Chula", "A Guitarra, a Viola", "Achegas para a História do Violão" publicados em 2004 e 2005 e”Achegas para a História da Viola no Brasil”, publicado em 2007 . É autor do livro "A História do Violão", publicado em 2006. Entre 1998 e 2008 foi curador musical do Projeto SONORA BRASIL – Circuito Nacional de Música, do Sesc Nacional. Entre 2008 e 2016 dirigiu o NPAV – Núcleo de Produção de Audiovisual, do Sesc Nacional. CENÁRIO – JOSÉ DIAS Mestre e Doutor pela Universidade de São Paulo, desenvolvendo pesquisa sobre a arquitetura cênica no Brasil, o carioca José Dias começou sua carreira de cenógrafo em 1969. Ao teatro dedica maior parte do seu tempo, não só através de trabalhos profissionais, mas também pelo desempenho de funções acadêmicas. Como cenógrafo e figurinista, já participou de mais de 250 espetáculos. Da qualidade desses trabalhos resultaram indicações e prêmios; para o troféu Mambembe, em 1983, 1984, 1985, 1986 e 1997; para o Prêmio Molière, em 1997; em, recebeu o prêmio IBEU de teatro em 1985; com o prêmio Medalha de Ouro e Prêmio Viagem; o prêmio Shell de melhor cenografia em 1992, 1995 e 1996. e em 1994 o prêmio Oscarito (SATED) como melhor cenógrafo do ano no Rio de Janeiro. Em 1996, os prêmios Mambembe e Shell como melhor cenógrafo de 1995 pela cenografia de “LIMA BARRETO AO 3º DIA”, de Luis Alberto de Abreu e “ÉDIPO REI”, de Sófocles (RJ). Em 1996 indicado para o prêmio Cultura Inglesa (RJ) com o espetáculo “SÃO HAMLET” inspirado no HamIet de William Shakespeare. No primeiro semestre de 1997 indicado para o prêmio Shell (RJ) pela cenografia de “CARTAS PORTUGUESAS”, de Mariana Alcoforado. EM 1997, ganhou o prêmio Mambembe com a cenografia de “DIVINAS PALAVRAS”, de Ramon Del Valle Inclán (RJ). Em 1999 foi laureado com os prêmios: Cultura Inglesa de Teatro e Paschoalino com os espetáculos: “A PROFISSÃO DA SENHORA WARREN”, de Bernard Shaw e “ROMEU E JULIETA”, uma história de amor, de Ariano Suassuna (RJ). Em sua passagem pela televisão, trabalhou na extinta TV Tupi (1972-1973), mas foi na TV Globo que deixou trabalhos de importância, onde esteve de 1974 a 1989, sendo responsável pela cenografia dos casos especiais: “FELIZ ANIVERSÁRIO”, “CIRANDA CIRANDINHA”, “A MORTE E A MORTE DE QUINCAS BERRO D'ÁGUA”, entre outros, e do seriado “O BEM AMADO”. Participou também da equipe de cenógrafos de novelas “GABRIELA”, “A ESCALADA”, “O GRITO”, “BRAVO”, “SARAMANDAIA” e ocupou o cargo de Cenógrafo Chefe do Setor de Montagens naquela emissora, entre 1979 e 1981. No Rio de Janeiro, foi responsável pelos projetos de reformas e modificações dos teatros Gláucio Gil, Cidade, Ipanema e Sala Yan Michalski, Suas mais recentes atividades nesta área são os projetos: Teatro Planetário da Gávea, transformando em Arena, Miguel Falabella, Palácio da Justiça Federal, Teatro São Mateus, Teatro Pedro Calmon, Teatro do Palácio Rio Negro. FIGURINISTA –NEY MADEIRA Cenógrafo, figurinista e arquiteto (EAU-UFF), desenvolve trabalhos na área teatral desde 1990. Participou das montagens de “Charity Meu Amor”, “Pixinguinha”, “Samba Valente de Assis”, “Cabaret La Boop”, “Chico Viola”, “Dolores”, “Carmem”, “Atlântida – O Reino da Chanchada”, “Cabaré Rodrigueano”, “Clara Nunes – Brasil Mestiço” (indicação para o Prêmio Shell de Melhor Figurino de 2001), entre outros. Em teatro infanto-juvenil, obteve treze indicações para os prêmios Mambembe e Coca-cola. Seus trabalhos mais recentes em teatro foram “Corações Encaixotados”, de Bosco Brasil, com direção de Ricardo Kosovski, “Besouro, Cordão de Ouro”, de Paulo César Pinheiro, com direção de João das Neves; o musical “A Hora e a Vez de Augusto Matraga”, de Guimarães Rosa, adaptado e dirigido por André Paes Leme e “Rasga Coração”, de Vianinha, com direção de Dudu Sandroni e O Santo e a Porca” de Ariano Suassuna, com direção de João Fonseca (indicado aos Prêmios SHELL e APTR de Melhor Figurino de 2008). ILUMINAÇÃO – ROGÉRIO WILTGEN Cursos “Theatre Lighting: Design & Technology”, Londres, 1991 Curso realizado em Março de 1991, em Londres onde foram selecionados pelo Conselho Britânico iluminadores de todo o mundo para participar de palestras, análises e debates com iluminadores como Andrew Brige (The Phantom of the Opera, Cats) , David Hersey (Miss Saigon), entre outros. Teatro Projeto de Iluminação cênica de mais de cem espetáculos teatrais, muitos deles indicados e ganhadores de prêmios como Prêmio Moliére, Shell, Mambembe , SATED , Coca-cola e Cultura Inglesa de Teatro (12 prêmios de Melhor espetáculo e indicações como melhor iluminador dos anos de 1995 e 96), trabalhando com diretores como Amir Hadad, Bibi Ferreira, Jacqueline Laurence, José Henrique, Carlos Augusto Nazareth, João Bittencourt, Jorge Fernando, Luís Armando Queirós, Luís Arthur Nunes, Marília Pêra, Pedro Paulo Rangel, Sérgio Britto, entre outros Shows Membro das equipes de iluminadores de eventos como “Rock in Rio”, “Hollywood Rock” e “Free Jazz”, trabalhando como iluminador para a Peter Gasper Associados, IRIS Luminotécnica e Oficina de Luz. Já tendo realizado shows diversos com artistas como Ivan Lins, Nana Caymi, Gilberto Gil, Zezé Motta, Marília Pêra, etc. e tido a oportunidade de trabalhar em shows internacionais como Paul McCartney, Sting, Rod Stewart, Tina Turner, Paul Simon, Pavarotti, Os Três Tenores etc. COORDENAÇÃO GERAL – EDMUNDO LIPPI (PROPONENTE) PRINCIPAIS TRABALHOS COMO PRODUTOR DE TEATRO: “Os Sete Gatinhos” de Nelson Rodrigues; Direção: Marcelo de Barreto. Teatro Ziembinski, 1991 (Produtor) “Dom Quixote” de Miguel Cervantes. Adaptação: Wagner Campos; Direção: Cláudio Torres Gonzaga. Teatro de Arena, 1991 ( Produtor) “A Comédia dos Erros” de William Shakespeare; Direção: Cláudio Torres Gonzaga. Teatro Glauce Rocha, 1992 (Produtor) “O Mercador de Veneza” de William Shakespeare; Direção: Cláudio Torres Gonzaga. Teatro Glauce Rocha, 1993 (Produtor) “À Margem da Vida” de Tenesse Williams; Direção: Roberto Vignati. Teatro Glauce Rocha, 1994/95 “Frankenstein” de Mary Shelley; Direção: Angela Leite Lopes. Centro Cultural Banco do Brasil, 1995 “As Malandragens de Scapino” de Molière; Direção: João Bethencourt. Teatro Gláucio Gil, 1995 (Ator e Produtor). “O Olho Azul da Falecida” de Joe Orton; Direção: Sidnei Cruz, 1996 “O Avarento” de Molière; Direção de João Bethencourt. Com Jorge Dória, Jacqueline Laurence e elenco. 1999/2004 “A Moratória” de Jorge Andrade; Direção de Sidney Cruz. Com Leonardo Villar. 2001 “As Preciosas Ridículas” de Molière; Direção de Cláudio Torres Gonzaga. 2006 (Produtor) “As Eruditas” de Molière; Direção de José Henrique. 2007 (Produtor) “O Santo e a porca” de Ariano Suassuna; Direção de João Fonseca.2008 “Thérèse Raquin” de Émile Zola; Direção de João Fonseca. 2011 “Vicente Celestino – A Voz Orgulho do Brasil” , musical de Wagner Campos; Direção de Jacqueline Laurence. 2010. “Seria Trágico Se Não Fosse Cômico” de F. Durrenmatt; Direção de Luiz Arthur Nunes. Com Cláudio Corrêa e Castro, Jacqueline Laurence e Rubens de Falco.1998. “As Armas e o Homem de Chokolatte” de Bernard Shaw, direção de Cláudio Torres Gonzaga - 1997 “Bonifácio Bilhões”. Texto e direção de João Bethencourt. Com Rogério Cardoso, Francisco Millani e Elizangela. 1997 “Um Maridão Na Contramão”. Texto de Ray Cooney, direção de Joao Bethencourt. Com Osmar Prado, André Valli e elenco. 2000/01 “Bonifácio Bilhões” de João Bethencourt, direção de Jacqueline Laureance. 2002 “O Doente Imaginário”, de Molière. Direção de Jacqueline Laureancee. Teatro Sesi – RJ e Teatro Sérgio Cardoso - SP “A Importancia de Ser Fiel”, de Oscar Wilde, Direção de Eduardo Tolentino. Tournée e temporada no Rio de Janeiro – 2003/04 “Tartufo, O Impostor”, de Molière, direção de Jacqueline Laureance. Teatro SESI - 2004 “Ladrão em Noite de Chuva”, de Millôr Fernandes. Direção de João Bethencourt. Teatro das Artes – 2005. OBS: O ELENCO SERÁ ESCOLHIDO ATRAVÉS DE TESTES DE INTERPRETAÇÃO E CANTO. O PROPONENTE/DIRIGENTE SERÁ O COORDENADOR GERAL DO PROJETO E RECEBERÁ POR ESTE TRABALHO.
PROJETO ARQUIVADO.