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Este projeto consiste em uma adaptação teatral do texto "HAMLET" de William Shakespeare com músicas da ópera homônima de Ambroise Thomas.
HAMLET, de Shakespeare e Ambroise Thomas, consiste em uma adaptação do texto “HAMLET” de William Shakespeare com músicas da ópera de mesmo nome, de Ambroise Thomas. Hamlet é a tragédia mais encenada de Shakespeare (1564-1616) ao redor do mundo, sendo escrita entre os anos de 1599 e 1601. A ópera, por sua vez, foi composta pelo compositor francês Ambroise Thomas (1811 - 1896) em 1868, cerca de 200 anos depois, com libreto de Michel Carré (1821-1872) e Jules Barbier (1825-1901), utilizando-se como base a dramaturgia do bardo. Um dos textos mais encenados da história, Hamlet é um clássico que nunca deixará de ser atual. Nossa montagem visa colocar no foco o pensamento do protagonista, completamente avesso ao mundo das aparências. Hamlet, o personagem, criticava o fato de o homem viver como se estivesse no palco, interpretando personagens da vida real, para agradar ou buscar poder. É um personagem que lutava pela essência das coisas, em detrimento do mundo das aparências. Poder-se-ia dizer um radical, no sentido de sempre buscar a raiz das questões. Em tempos de rede social e de revolução digital, em que a exposição imagética superficial é uma constante, a temática é forte. Ainda que muitas vezes, na era digital, nos esqueçamos, a valorização do humano em sua essencia é a única solução. Em uma era de selfies felizes, o melancôlico príncipe da Dinamarca ainda tem muito a nos dizer. O nosso Hamlet levará em conta tal perspectiva, tendo sempre em vista a contradição do pensamento do protagonista e aquilo que vivemos nos dias de hoje. O espetáculo, assim, falará desta transição da era analógica para a digital. Ironicamente, porém, para atingir tal objetivo temático utilizaremos ao nosso favor o lado bom da tecnologia. Teremos um cenário com recursos tecnológicos, que serão ulizados em prol da discussão central da obra. Finalmente, de forma inovadora no Brasil, faremos uma adaptação a partir da Ópera Hamlet de Ambroise Thomas e o texto Shakesperiano. Trata-se da ousada iniciativa de juntar a segunda ópera francesa mais importante da história com a obra teatral mais importante de todos os tempos. Para realizar tal intento temos um corpo artístico e elenco com grandes nomes e com muita experiência em musicais.
Objetivo Geral Este projeto consiste em uma temporada de 24 apresentações, no município do São Paulo, da adaptação teatral do texto Hamlet, de William Shakespeare, com músicas da obra homônima do compositor Ambroise Thomas. Cesar Baptista será o responsável pelas adaptações e direção. Contando também com o do Julio Assad nas adaptações das obras. Objetivo específico As 24 apresentações serão realizadas aos finais de semana. O público alvo do espetáculo é de pessoas interessadas em arte e entretenimento, de todas as classes sociais. Vale ressaltar que consideramos no plano de distribuição (70% da lotação do teatro). Realizaremos 2 (dois) ensaios abertos ao público em geral, especialmente alunos e professores de escola pública, ONGs e estudantes de artes cênicas, nos termos do artigo 21, V, da IN 02/2019. Nos termos do artigo 22 da IN 2/2019, serão ministradas 2 palestras para alunos e professores de escola pública e ONGs, a serem oportunamente detalhadas no item "Descrição da Atividade". Tais palestras atenderão a mais de 10% do quantitativo de público abrangido no projeto, nos termos do §1 do mencionado artigo. Busca-se a construção de uma obra artística de extrema qualidade e refinamento, de forma a difundir o teatro e leva-lo ao público de modo a fazer com que as pessoas que o assistam, de alguma forma, agreguem algum valor/reflexões a respeito de suas vidas e da sociedade.
Entendemos que a utilização do dinheiro público como fomento à arte é de suma importância, mas deve se dar de forma criteriosa, prezando por obras artísticas de qualidade. Refletir sobre a real função da Humanidade não só é fundamental, como é urgente. Nesse contexto, certamente uma das discussões que estão mais em voga é o real espaço ocupado pela tecnologia em nosso cotidiano. A transição da era analógica para a digital é uma realidade. Há quem chame de quarta revolução industrial (Klaus Schwab), já que podemos prever o poder do avanço tecnológico (que inclui a inteligência artificial) de gerar desemprego. Refletir sobre isso pode ser assustador, mas é necessário. O avanço tecnológico e a popularização do acesso à informação nos trazem benefícios numerosos e indiscutíveis, assim como é indiscutível o paradoxo entre a aproximação e o afastamento entre as pessoas na era digital. Basta utilizarmos a palavra como método de comparação e observar que está em desuso, banal, sem conteúdo. E, ironicamente, todo jovem brasileiro deseja ou diz estar gerando conteúdo em redes sociais. Em suma, temos uma quantidade infinita de informação e pouco conhecimento. Está aí a nossa função social enquanto artistas. O caráter marginal da Arte não nos permite confirmar ideologias, mas discutir os modos de existência. Nada melhor do que Hamlet para discutir nossa existência. Por meio da expressão somos capazes de reinventar o mundo, reinventar a forma de existir, assim como fez a era digital, como fez Shakespeare ao escrever o texto em questão. Harold Bloom em 1998, considerou a obra como responsável pela invenção do humano. Este é o verdadeiro mote que queremos abordar, por maiores que sejam os avanços tecnológicos e o acesso à informação, o aspecto humano deve persistir, forte, criativo, tolerante, sensível, pensante e sensível. No contexto da prosperidade do aspecto humano, a comunicação oral desempenha um papel fundamental. O tema da narrativa oral tem ressurgido com insistência no pensamento contemporâneo, como ponto articulador de questões como o tempo, a memória, a experiência, o conhecimento de si e do mundo. Sua abordagem ultrapassa o interesse estrito nas narrativas enquanto obras de arte. Os gregos utilizavam as histórias contadas por meio de narrativas míticas para transmitir sabedoria de geração para geração. Tratava-se de uma maneira de estabelecer códigos morais e educar, mais eficiente na transmissão da sabedoria do que outros tipos de experiência como a de choque ou científica (Kant, Benjamin, entre outros). Diferente da experiência de choque, como se observa em tempos de guerra, ou da experiência científica, a qual obedece metodologia bastante rígida, segundo Benjamin, a sabedoria transmitida em forma de uma contação de história leva o ouvinte a refletir e agir. Segundo o autor, a benção não está no ouro, mas no trabalho. O trabalho transforma, perto da morte de um pai, sua vivência em experiência, em sabedoria, porque promove em seus filhos reflexão e ação. A experiência, ou a vivência, que inicialmente é algo completamente individual, efêmero e singular adquire um caráter metafísico, se torna um legado, uma transcendência histórica. Benjamin acrescenta que no século XX, entretanto, a cotação da experiência tradicional se encontrava baixa, se não totalmente perdida, devido à Primeira Guerra Mundial, "uma das experiências mais monstruosas da história universal". Será que o pensamento individualista não atingiu níveis alarmantes, capaz de gerar resultados monstruosos como a Primeira Grande Guerra? Podemos fortalecer esse questionamento, se acrescentarmos que sob grande influência do pensamento radical e da falta de reflexão, foi gerada a Segunda Grande Guerra. A experiência tradicional é calcada na comunidade, no coletivo, ou seja, é vivência transformada em sabedoria, inserida em uma história que é transmitida por meio da PALAVRA de pai para filho, de um trabalhador para o aprendiz, de um rapsodo ou contador de histórias, para várias pessoas e assim por diante. EM HAMLET, de maneira muito característica, os personagens usam o procedimento da PALAVRA para transitir o conhecimento. A IMPORTÂNCIA DE HAMLET DE WILLIAM SHAKESPEARE Leandro Karnal, famoso filósofo brasileiro contemporâneo, cita a peça teatral como um divisor de águas em sua vida e carreira. Acrescenta que a cada vez que passa os olhos pelo texto, surgem questionamentos diferentes e conclusões diferentes. Devido à atemporalidade e o verdadeiro caráter transformador da obra, o filósofo e historiador escreve na contra capa de seu livro "O que Aprendi com Hamlet", que o protagonista o deu a mão e o ajudou, segurou a vela e iluminou sua vida comum. O texto nos apóia para escalar a montanha da consciência, segundo Karnal. Talvez por isso seja, junto com Romeu e Julieta, a tragédia mais famosa de Shakespeare. É no mínimo intrigante estudar a evolução do pensamento humano e suas consequências, considerando que esta obra de arte foi escrita entre os anos de 1599 e 1601. Em suma, a atemporalidade de Hamlet, a relevância e urgência dos temas levantados pela obra, os convites à reflexão proporcionados pelo texto são pertinentes para a sociedade brasileira atual. Além disso, a abordagem que a companhia deseja desenvolver é inédita no país, no que tange ao conteúdo e à forma (teatro musicado baseado em óperas). Apesar do amplo conhecimento da obra por parte da sociedade teatral, incluindo crítica e criativos, é seguro afirmar que a maioria da população brasileira desconhece a "fábula" do príncipe dinamarquês, o qual pode assumir qualquer nacionalidade. Todos esses fatores justificam nosso interesse pela montagem do espetáculo. A IMPORTÂNCIA DE HAMLET DE AMBROISE THOMAS Ambroise Thomas considerado um musicista brilhante, foi responsável pela administração do conservatório de Paris de 1871 a 1896. Juntamente com "Mignon", "Hamlet" consiste na obra mais famosa do compositor, a qual estreou na Ópera de Paris em março de 1868. A temporada obteve grande sucesso, dando a "Hamlet" o status da ópera francesa mais importante depois de Carmen de Bizet, de acordo com a crítica da época. DA NECESSIDADE DA UTILIZAÇÃO DO MECANISMO DE FOMENTO Em que pese a importância participação do investimento privado em projetos culturais, um projeto do porte do presente, para ser iniciado, não poderia ser feito, nas circuntâncias de mercado brasileiras, sem o estímulo do mecanismo de incentivo governamental. Ao menos o aporte inicial carece de verbas provenientes de incentivo fiscal. Isso porque as empresas não estão em condições e ainda não tem a cultura do marketing direto em teatro e tampouco os produtores tem caixa para suportar os custos do projeto. Frise-se que o presente projeto cria diversos empregos diretos e indiretos e que grande parte do lucro obtido com sua realização deverá também ser reinvestido em futuras temporadas. __________________ DA ADEQUAÇÃO À LEGISLAÇÃO Diante do exposto acima, conclui-se que o projeto atende as finalidades expostos nos seguintes incisos do artigo 1 da Lei 8.313/1991: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Outrossim, o projeto se enquadra nos objetivos expostos nos seguintes incisos do artigo 3 da já referida Lei: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.
O proponente será responsável pela produção geral do projeto (coordenação, contratações, produção, responsabilidades legais, etc...). A rubrica a ele destinadas é de "Diretor de Produção".
Não Aplicável.
Pessoas com necessidades especiais: Acessibilidade Física O teatro onde serão realizadas as apresentações terá acessibilidade para portadores de necessidades físicas especiais, como rampas, lugares para cadeirantes, banheiros para deficientes, entre outros. Acessibilidade de conteúdo Será realizada pelo menos uma sessão especial com tradução simultânea em Libras para deficientes auditivos. O cachê da tradução em libras para deficientes auditivos estará previsto no orçamento. Será realizada pelo menos uma sessão especial com audiodescrição para deficientes visuais. A verba destinada ao serviço de audiodescrição está prevista no orçamento.
Ofereceremos dois ensaios abertos, preferencialmente para alunos e professores de escolas públicas, ONGs e estudantes de artes cênicas (art. 21, inciso V da IN 2/2019). Art. 21 V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;
# FICHA TÉCNICA # PROPONENTE / PRODUÇÃO: BACCAN PRODUÇÕES - CESAR BACCAN DIREÇÃO GERAL: CÉSAR BAPTISTA DIREÇÃO MUSICAL: RODRIGO HYPOLITO FIGURINOS: FÁBIO NAMATAME ELENCO: FELÍPPE MORAES / MARISA ORTH / JUAN ALBA / JULIO ASSAD DESING DE SOM E PROGRAMAÇÃO DE SAMPLERS: TOCKO MICHELAZZO CENÁRIO E PROJEÇÕES: RICHARD LUIZ IDEALIZADOR: JULIO ASSAD E FELÍPPE MORAES TRADUÇÃO E ADAPTAÇÃO: CÉSAR BAPTISTA E JULIO ASSAD #CURRÍCULOS# PROPONENTE - BACCAN PRODUÇÕES ARTÍSTICAS LTDA. ME A proponente será responsável por toda a gestão do processo decisório, pela coordenação administrativo financeira e execução do projeto como um todo, além das atividades já citadas no escopo do processo. À proponente já está destinada a rubrica de Direção de Produção. A Baccan Produções realizou mais de vinte e quatro espetáculos teatrais; entre os mais recentes estão Gata Em Telhado de Zinco Quente, As Criadas, Esplêndidos, Anti-Nelson Rodrigues, a Ocupação do Teatro de Arena Eugênio Kusnet - Tapa no Arena, Retratos Falantes, o Repertório de Verão 2013 do Grupo Tapa, Breu, A Mais Forte, De Um ou De Nenhum, Os Credores, Alguns Blues do Tennessee, A Mandrágora, A Moratória, Inquieto Coração e outros. DIRETOR DE PRODUÇÃO - CESAR BACCAN Cesar Baccan, sócio na Baccan Produções, produziu mais de vinte e quatro espetáculos teatrais; entre os mais recentes estão Gata Em Telhado de Zinco Quente, As Criadas, Esplêndidos, Anti-Nelson Rodrigues, a Ocupação do Teatro de Arena Eugênio Kusnet - Tapa no Arena, Retratos Falantes, o Repertório de Verão 2013 do Grupo Tapa, Breu, A Mais Forte, De Um ou De Nenhum, Os Credores, Alguns Blues do Tennessee, A Mandrágora, A Moratória, Inquieto Coração e outros. DIRETOR GERAL - CÉSAR BAPTISTA Faz Mestrado em Artes Cênicas na USP, Universidade de São Paulo. Graduou-se em Letras - Licenciatura em Português e Inglês, pela Fundação Santo André, em 2002, e formou-se como ator pela Fundação das Artes, em 1995.Dirigiu "Sutura", de Anthony Neilson, em 2018. Como diretor e dramaturgo assina os espetáculos, "Dias Perfeitos" (2017), adaptação do romance homônimo de Raphael Montes; "Fábulas de um Sótão" (2016-2017); "Roleta-russa" (2015-2017), adaptação do romance Suicidas de Raphael Montes, que lhe rendeu o Prêmio Arte Qualidade Brasil de 2016, na categoria Melhor Direção Drama; "A Última Dança" (2016), solo em parceria com a atriz Natalia Gonsales, sobre a vida da filósofa Simone Weil, Prêmio Aplauso Brasil de 2016 de Melhor Composição Musical para Daniel Maia; "Lobato ou labirinto dos sonhos" (2011-2014) e "Folia de Belém" (2013). Ainda assinou a direção do espetáculo "Plinio contra as estrelas" (2012-2014), de Paulo Santoro. DIREÇÃO MUSICAL - RODRIGO HYPOLITO Diretor musical, Maestro, Pianista e Compositor natural de São Paulo nascido no ano de 1985. Autor de projetos musicais e premiado em inúmeros concursos e festivais de música como 10o Festival de Música da Cidade de Poços de Caldas onde obteve uma bolsa de estudos da Universidade de Mississipi (EUA) para Mestrado e foi bolsista do 40o Festival de Inverno de Campos do Jordão. No mundo dos musicais, já participou de "A Gaiola das Loucas", "Evita", "Fame", "O Rei Leão", "A Madrinha Embriagada", "Nine”, "Antes Tarde do que Nunca", "We Will Rock You", “A Era do Rock”, "Peter Pan”, Diretor Musical associado e maestro titular do musical Aparecida escrito por Walcyr Carrasco. CENÁRIO E PROJEÇÕES - RICHARD LUIZ Artista multidisciplinar atua como diretor artístico, documentarista, cenógrafo, vídeo cenário e produtor nas áreas de moda, cinema, teatro, música, tv e publicidade.É diretor de audiovisual do SPFW há 20 anos, passando também pelos eventos Fashion Rio, Minas Cult, BH Fashion e Casa de Criadores.Dirigiu para o cinema os documentários Top Models, um conto de fadas brasileiro e Olhares do Brasil . FIGURINISTA - FÁBIO NAMATAME Em 1981, Fábio Namatame formou-se em Publicidade e Artes Plástica pela FAAP (Fundação Armando Álvares Penteado). Realiza trabalhos de direção de arte, cenário e figurino para teatro, ópera, publicidade, cinema e TV. É ganhador de prêmios como: SHELL, APETESP, APCA, Mambembe, Cultura Inglesa, Sesc São Paulo, Paulínia de Cinema e Carlos Gomes de Ópera Prêmio Sesc / Sated de Belo Horizonte, Premio Usiminas SINPARC. ELENCO HAMLET - FELÍPPE MORAES ESPETÁCULOS: Chaplin – O Musical – Direção Mariano Detry - Personagem Jovem Sydney, O Rei Leão – Disney - Personagem ED (Cover Timão e Zazu), Cirque Du Soleil –Varekai (Ator convidado), Mamma Mia – Direção Robert Mcqueen (T4F) Personagem Pepper, A Gaiola das Loucas - Direção Miguel Falabella- Personagem Jean Michael, Miss Saigon - Uma Produção de Cameron Mackintosh. GERTRUDES - MARISA ORTH Formação: USP Arte Dramática e República Federativa do Brasil – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – Psicologia Novelas: Rainha da Sucata, Deus nos Acuda, Agora É que São Elas, Bang Bang, Sangue Bom, Haja Coração, Tempo de Amar. Especiais de TV: TV pirata, Suburbano Coração, Comédia da vida privada, Sai de baixo, Brava Gente, Os Normais, Retrato Falado, Big Brother Brasil, A Diarista, Os Aspones, Saia Justa, Sob Nova Direção, Minha Nada Mole Vida, A Grande Família, Toma Lá Dá Cá, S.O.S Emergência, Macho Man, Sai de Baixo, Dupla Identidade, Edifício Paraíso, Longa Metragem: Não quero falar sobre isso agora/Mauro Farias, Capitalismo Selvagem/Ugo Giogetti, Doces Poderes/Lúcia Murat, Boleiros/André Klotzel, Por trás do Pano/Luís Villaça, Durval Discos/Anna Muylaert. Curta Metragem: O Bilhete Premiado, A Má Criada, Origem dos Bebês Segundo Kiki Cavalcante. Teatro: Fica Comigo Esta Noite, Três Personagem a Procura de Um Autor, Palmas para o Senhor Diretor, Fascinação, Três Mulheres Altas, A Megera Domada, Musical Família Addams. 2019 foi PROTAGONISTA DE SUNSET BOULEVARD (NORMA DESMOND). Prêmios: Prêmio Atriz Revelação pelo APCA, Prêmio de melhor Atriz de Gramado no Longa “Não Quero Mais Falar Sobre Isso Agora”, Prêmio de melhor Atriz de Gramado no curta “o Bilhete Premiado”, Prêmio de Melhor Atriz do Cine Clube Banco do Brasil com o Curta “A Má Criada” CLAUDIUS - JUAN ALBA Ator, Cantor e Apresentador, iniciou sua carreira aos 21 anos como modelo, trabalhando no exterior durante 7 anos. Em 1997 começou seus estudos como ator no Studio Fátima Toledo, e teve o seu primeiro papel de destaque na televisão brasileira em 2000 na novela “Terra Nostra“ de Benedito Ruy Barbosa com direção de Jayme Monjardim na rede Globo. De lá pra cá fez inúmeros trabalhos na TV, Cinema e Teatro. Entre seus trabalhos de maior destaque no teatro musical brasileiro, protagonizou em 2011 a primeira adaptação do clássico filme “ New York, New York “, com direção de José Possi Neto, em 2016 esteve em “Mulheres a Beira de Um ataque de Nervos “, Versão brasileira de Miguel Falabella da famosa obra do cineasta Pedro Almodóvar e em 2018 com “Chaplin, O Musical” HORÁCIO - JULIO ASSAD Protagonista da versão brasileira de SUNSET BOULEVARD (JOE GILLIS), sob a direção de Fred Hanson. No musical CHAPLIN, foi convidado para atuar como FRED KARNO, cumprindo temporada na cidade de São Paulo (Teatro Net e Prevent Senior) e tournê por vários estados brasileiros, sob a direção de Mariano Detry. Esteve em cartaz, em 2017, com Cantando na Chuva como o cantor solista do número Linda Demais (Beatiful Girl), no qual pontuava o início da era dos filmes musicais (teatro Santander – SP), direção de Fred Hanson. Viveu o protagonista Moisés em Os Dez Mandamentos o Musical, em cartaz no Teatro Procópio Ferreira em 2016, uma produção CHAIM/REDE RECORD, sob direção de Fernanda Chamma. Atua em espetáculos de grande importância no cenário teatral brasileiro, há cerca de dez anos. Interpretou o sumo sacerdote Annas, em Jesus Cristo Superstar, sob direção de Jorge Takla, no qual foi cover de Jesus. Viveu o antagonista nazista Ernest Ludwig em CABARET, sob direção de José Possi Neto. # Ficha completa com os CVs de todos os participantes em doc. anexo.
PROJETO ARQUIVADO.