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PRONAC 193624Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Cantando Estorias

OFICINA DE ALEGRIA ENTRETENIMENTO LTDA - EPP
Solicitado
R$ 536,4 mil
Aprovado
R$ 536,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2019-12-10
Término
2022-12-31
Locais de realização (2)
Ribeirão Preto São PauloSão Paulo São Paulo

Resumo

O projeto proposto resume-se numa apresentação cênica abordando a contação de estórias, intitulado "Cantando Estórias" cujo fio condutor são as danças e expressões brasileiras, onde os atores posicionados próximos ao público, interagem diretamente com o mesmo, fazendo com que o público sinta a magia do teatro de forma lúdica. A previsão é a realizações de apresentações, em formato totalmente gratuito. Como contrapartida social será oferecido um curso de formação básica em artes cênicas e criação teatral.

Sinopse

Conforme solicitação, nos documentos anexos da propostam estamos enviando todo o enredo, personagens, fala, etc de modo a demonstrar que o projeto, em verdade, é cênico e, embora em formato determinado de contação de estórias, o seu contexto é focado na arte dramática de encenação. O contar e ouvir estórias através do teatro lúdico é uma prática da oralidade, e em assim sendo, da transmissão oral da cultura de um pais, onde o espetáculo “Cantando Estórias”, utilizando a música e a temática das danças e expressões folclóricas brasileiras proporciona aos ouvintes o desenvolvimento da imaginação, interagindo diretamente com os atores e o conteúdo da peça e assim, viajando em suas emoções e experiências. As contações serão desenvolvidas através de personagens e contadores presenciais e não presenciais (locução em off), onde o público é convidado a participar e interagir com a estória de uma menino que numa viagem de sonho percorre as terras brasileiras e lá descobre o frevo, o maculelê, o samba, dentre outras vertentes musicais e seus principais personagens como por exemplo a “mãe do samba” Tia Ciata, dentre outros vertentes a serem abordadas. Serão 3 atores em cena, revezando-se entre contadores e personagens, no meio do público presente, envolvendo assim todos os espectadores em um grande espetáculo ao ar livre.

Objetivos

Com fundamento na Instrução Normativa n. 2, de 23 de abril de 2019, do Ministério da Cidadania, Anexo IV, I, letra "e", pretende o Proponente apresentar o projeto de teatro, com confecções de cenário, figurinos, estrutura e atores, incluindo o presente projeto na lei de incentivo com o intuito de oferecer cultura a um parcela importante e significativa da sociedade através da arte de contar histórias. Geral: Produzir e realizar a apresentação do espetáculo "Cantando Estórias" em 4 eventos, sendo 2 na cidade de São Paulo e 2 na cidade de Ribeirão Preto, totalmente aberto ao público e com capacidade para receber 2.800 espectadores.Objetivos específicos e impactos do projeto: Contribuir com a formação cultural da população em geral e sua construção de identidade com lazer de qualidade e democrático, proporcionando aos ouvintes-espectadores o desenvolvimento da imaginação oferecendo um momento lúdico interativo com personagens e ações e expressões, despertando o gosto pelas histórias, leituras e ainda, propiciar momentos de socialização, visto que o público principal deste projeto será formado por famílias em geral.

Justificativa

O foco deste projeto é inserir o contexto da origem de fatos que explicam muitas de nossas danças, nossas músicas, nosso folclore, nossa raiz, propiciando conhecimento, cultura, princípios, valores, ética e convivência social através da arte de contar estórias, mas não numa narrativa sem cor, pelo contrário, aqui o espectador entra no espetáculo, interage com a narrativa e vivencia experiências possibilitada pela visão dos personagens, tudo de forma lúdica, dançando, cantando, ouvindo e até se molhando, para desta maneira sentir o sentido da estória contada. É necessário o recurso da Lei Federal de modo a viabilizar um espetáculo cultural que atingirá um número relevante de pessoas. Os incisos do Art. 1 da Lei 8313/91 que o projeto se enquadra são: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Já os objetivos do Art. 3 da referida norma que serão alcançados são: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Estratégia de execução

• 4 apresentações + 1 curso (contrapartida social) + 4 oficinas (formação de plateia);• Público total: espetáculos (2.800 pessoas), curso (280 pessoas), oficinas (2.000 pessoas);• Democratização: gratuito;• Acessibilidade: prevista.

Especificação técnica

Não se aplica.

Acessibilidade

As 4 apresentações terão tradução em libras e monitores para atendimento a pessoas com deficiência física, visual e idosos nos locais de apresentação e como medidas para promover o acesso ao conteúdo do projeto, todas as informações de divulgação terão tradução em libras.

Democratização do acesso

Os espetáculos serão totalmente gratuitos e em locais públicos com capacidade para receber 2.800 pessoas ao final das 4 apresentações. As medidas do Art. 21. que o projeto irá contemplar, são: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Secretaria Especial de Cultural.

Ficha técnica

1) Produção Executiva: Oficina De Alegria A Oficina de Alegria fará a produção do projeto, incluindo gestão de equipe administrativa, contato com fornecedores e local de realização e o intermédio com possíveis patrocinadores. Além disso, fará a divulgação do espetáculo junto a agência e assessoria de imprensa e a operação administrativa junto ao advogado e contador. A Oficina de Alegria surgiu em 2011 a partir de 3 amigos, que resolveram abandonar suas carreiras em empresas tradicionais. Em setembro deste ano tomaram a decisão de trazer a oficina de percussão do Bangalafumenga (bloco de carnaval do Rio de Janeiro) para São Paulo. No carnaval de 2012 a Oficina de Alegria promoveu o primeiro desfile de carnaval do Bangalafumenga nas ruas da Vila Madalena em São Paulo com 7 mil pessoas. Em 2012 também houve a estreia do Baile do Banga, um evento para 3 mil pessoas (realizado no Clube Pinheiros na primeira edição) que buscava dar uma ótima experiência para todos os participantes do evento (banda, bateria, público e trabalhadores). Em 2013 aconteceu o segundo desfile, com participação também do bloco Sargento Pimenta (que desfila no Rio de Janeiro há 3 anos) com 35 mil pessoas. Este ano a oficina de percussão voltou com o mesmo sucesso. Já no ano de 2014, novamente produziu o desfile do Banga em São Paulo para um público de 100 mil pessoas, e a oficina de percussão foi mantida. O produto cresceu, exigindo novos parceiros e novas fontes de receita – incluindo projeto incentivados – para manter o padrão de sucesso para as demais edições. No ano de 2015, a Oficina de Alegria realizou com sucesso o projeto “Bloco da Alegria”, apresentado na Lei de Incentivo à Cultura Federal, composto de oficinas, ensaio aberto e Desfile do Bloco Bangalafumenga no pré-carnaval de São Paulo. Além disso, obteve sucesso no projeto de circulação de shows do Bangalafumenga apresentado a Secretaria de Cultura do Estado de SP (ProAC). Inúmeros eventos e oficinas abrilhantaram o ano de 2015 também. Outros projetos também tomaram o cenário da Oficina de Alegria. Entre eles, o projeto Bloquinho – música para crianças e suas famílias, e o Mandalá – uma roda de samba que traz todo o significado do próprio nome: conjunto, união, amigos. Hoje, a Oficina de Alegria encontra-se consolidada e desenvolvida, produzindo diversos projetos e fomentando a cultura musical nacional. A partir do projeto Beto Batuca, e utilizando sua expertise na produção de eventos de grande porte – além da experiência profissional de um de seus sócios com produção de obras de cinema – a empresa pretende mergulhar no universo teatral e musical, de acordo com sua missão e valores traçados. Tanto o teatro quando a música são linguagens universais que transpassam idade, classe social, sexo e cor. 2) Atores: Sidney Santiago, Lena Roque e Fernando Oliveira (mais a ser definido no decorrer do projeto) 2.1Ator: Sidney Santiago Sidney Santiago Kuanza é um ator, pesquisador, militante e diretor de Teatro. Premiado no audiovisual nacional, jácompôs aproximadamente 30 produções. Entre seus trabalhos se destaca os longas metragens: Os 12 Trabalhos, de Ricardo Elias, que lhe rendeu os prêmios de melhor ator no Festival Internacional do Rio de Janeiro,e o Candango no Festival Cine PE. Viveu Josí no laureado: Signo da Cidade, roteiro de Bruna Lombardi e direção de Carlos Alberto Riccelli. Trabalhou com os principais cineastas paulistanos entre eles: André Klotzel, Sergio Bianchi,Tony Venturi entre outros. Ainda protagonizou:" Mundo deserto de Almas Negras" de Ruy Veridiano e " Diamante, o Bailarina" filme de 2016, que lhe rendeu os prêmios de melhor ator nos Festivais de Vitória -ES e dos Sertões-PI. Formado em Arte Dramática, pela Escola de Arte Dramática, daEscola de Comunicações e Artes da USP. É membro e um dos fundadores do Grupo teatralOs Crespos,com atividade há 13 anos na Cidade de São Paulo, e membro idealizador do selo Homens de Cor. Atua em Teatro, Televisão, Cinema, Performance e nas áreas de pesquisa e publicação com temática negra. É idealizador da Revista Legítima Defesa, uma editoração sobre Teatro Negro brasileiro, e um dos colaboradores da celebre Revista O Menelick. 2.2 Atriz: Lena Roque Atriz, diretora, arte-educadora. Formada em Artes Cênicas pela ECA/USP. Premiada como melhor atriz pelo longa "Domésticas" direção de Fernando Meirelhes e Nando Olival nos Festivais de Cinema de Recife e Fortaleza. Escreveu o texto "Alto-Falante" que fará parte do ciclo de leituras do Teatro Reactor Matosinhos-Portugal em julho/2018 - Escreveu e dirigiu: "Autópsia" "Impressões" "Alto-Falante" "Louca de Amor, Quase Surtada" (monólogo que estreou em 2013 ,ainda em circulação) 2.3 Ator: Fernando Oliveira Ator formado pela Escola de Arte Dramática da USP, membro fundador do “Grupo 59 de Teatro” com diversos trabalhos na tv e Teatro. É também, professor de Capoeira Angola e danças populares, formado pelo Grupo “Nego Sinhá – Arte e Defesa – Capoeira Angola e Cultura Popular”. Seus trabalhos mais recentes foram o espetáculo “Histórias de Alexandre”, com direção de Cristiane Paoli Quito; espetáculo “Intocáveis”, com direção de Iacov Hillel - em cartaz no Teatro Renaissance em 2015/2016; Espetáculo “Terra à Vista”, com direção de Fabiano Lodi – em cartaz na Oficina Cultural Oswald Andrade em 2015; Circulação com repertório de espetáculos do Grupo 59 de Teatro. Também é o fundador do grupo Umbuzeiro - Arte e Cultura que realiza ações e projetos artísticos/culturais a partir da cultura popular brasleira. 3) Direção Artística e Musical: Clayton Prachesqui (em artes DaLua) Nascido em Santo Andre -ABC Paulista, Dalua descobriu sua paixão pela capoeira aos 6 anos de idade, o que logo, abriu a porta para os tambores, cantigas, gingas e malicias, peculiares da capoeira, universo que ele vive ate hoje, sendo formado Mestre em 2009. Não demorou para mergulhar no rico mundo percussivo de corpo e alma e logo começou a tocar com diversos artistas, e ser reconhecido no cenário musical brasileiro. Diretamente ligado a cultura afro-Brasileira através da capoeira, e do Samba de Roda , Mestre Dalua estreita seus laços com a Bahia, em especial com o recôncavo baiano ,onde tocou com alguns artistas como Roberto Mendes , Mariene de Castro, Edite do Prato. Participou do histórico show da volta dos Novos Baianos, na virada Cultural de São Paulo em 2009. Entre 1996 e 1997 excursionou com Lenine na turnê o disco O dia que faremos contato. Participou das duas primeiras turnês de Maria Rita, gravando seus respectivos CDs e DVDs. Também participou em shows e CDs de Jair Rodrigues, Ana Carolina, Riachão, Luciana Mello, Toquinho, Tom Zé, O Rappa e Randy Brecker, ganhador do Grammy de melhor álbum de Jazz Contemporâneo de 2008. Em 2011, Mestre Dalua é reconhecido pela APCA, Associação Paulista dos Críticos de Arte, como melhor instrumentista do ano, prêmio inédito dado a um percussionista. Também neste mesmo ano, lança o CD duplo com o título, O Samba de Roda de Dalua e Mestre Maurão, e em 2015, lançou o CD de seu grupo, Ladodalua, ambos produzidos pelo artista. Acompanhou a cantora Elza Soares, na consagrada tour , A Mulher do Fim do Mundo, e também participa da atual, Deus é Mulher. Também participou dos shows de Ney Matogrosso com o show, Atento aos Sinais, substituindo um de seus alunos de grande destaque, o percussionista e capoeirista, Felipe Roseno. Baseado em toda sua história que parte da capoeira para o mercado musical Mestre Dalua vem ministrando todos os anos , workshops em diversas capitais Brasileiras e também na Alemanha, França, Austria e Portugal.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.