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PRONAC 193628Apresentou prestação de contasMecenato

Marien Calixte Jazz Music Festival 2020

MM PROJETOS CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 502,3 mil
Aprovado
R$ 495,2 mil
Captado
R$ 300,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
33592510000154VALE S.A.1900-01-01R$ 300,0 mil

Eficiência de captação

60.6%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festivais
Ano
19

Localização e período

UF principal
ES
Município
Vitória
Início
2019-12-10
Término

Resumo

Realização da segunda edição do Marien Calixte Jazz Music Festival, festival de música instrumental com intervenções e diálogo entre as vertentes da música instrumental, com a participação de grupos locais e nacionais, em dois dias de programação, com entrada gratuita. Como contrapartida social haverá um concerto didático para professores e alunos de escolas públicas da Grande Vitória.

Sinopse

Classificação Livre.

Objetivos

Objetivo Geral Realizar a segunda edição do Festival de música instrumental para o público de Vitória e região, reunindo músicos, artistas, público infantil e geral em uma grande celebração da música instrumental do Espírito Santo e do Brasil. Um encontro onde a diversidade da polifonia instrumental rompe barreiras estéticas e promove a integração e intercâmbio musical, que visa a difusão e a formação de público. Objetivos Específicos- Realizar um Festival com previsão de público de 5000 pessoas;- Realizar 6 shows instrumentais locais e nacionais;- Realizar intervenções com músicos instrumentistas como ação de mobilização para o Festival;- Realizar apresentações musicais de grupos instrumentais em parceria com entidades locais;- Dar continuidade ao evento nos anos seguintes;- Incentivar a Participação de músicos de projetos sociais de formação musical;- Gerar mercado de trabalho, emprego e renda para cerca de 60 profissionais do mercado musical, bem como técnicos em espetáculos de diversões no Estado do Espírito Santo;- Fomentar produções de qualidade no Estado do Espírito Santo;- Formação de plateia, onde contaremos com uma equipe de mobilização que irão percorrer as comunidades do entorno. Contrapartida Social - Realizar um concerto didático, para 500 pessoas, sendo direcionado para alunos de escolas públicas e professores.

Justificativa

O Marien Calixte Jazz Music Festival 2020 será uma continuidade do Marien Calixte Jazz Music Festival, festival que aconteceu em outubro de 2019 e levou o nome em homenagem a Marien Calixte, figura histórica importante da cultura e da difusão do jazz no ES. A realização do festival em Vitória vem de encontro com uma demanda da sociedade capixaba de eventos que englobem um público familiar, em um ambiente lúdico e divertido, onde a música instrumental em suas diversas perspectivas sonoras, com o apoio de uma estrutura convidativa e educativa, promove a integração de todos esses públicos em uma grande experiência e vivência social e sonora. O público de música instrumental do Espírito Santo tem um circuito de festivais que inclui as seguintes cidades: Vila Velha, Afonso Cláudio, Domingos Martins, Venda Nova do Imigrante, Santa Teresa, Pedra Azul e Caparaó. A capital sentia falta de eventos voltado para esse público que é cativo e participativo por onde circula no Espírito Santo. O projeto irá também contribuir para a formação de público, possibilitando o acesso gratuito à um estilo normalmente restrito a conhecedores e aficionados. O Marien Calixte Jazz Music Festival 2020 busca ser tornar um festival anual e levará boa música a uma das capitais mais bonitas do Brasil. Fornecendo um ambiente estimulante, divertido, musical e familiar, com uma estrutura agregadora, onde terá um espaço para as crianças, espaços reservados para idosos, rampas, banheiros adaptados e acolhimento para todos. Durante o dia, músicos locais, em formações de duos e trios, se apresentarão em padarias, restaurantes, calçadas, em intervenções que levarão o público a viver a música em toda sua essência durante os dois dias do evento. A região será tomada pela música e toda a comunidade irá se beneficiar dessas ações. As crianças terão um concerto com músicas infantis e um grupo estará em intervenções pelas ruas, atraindo as pessoas para o evento à noite. Festivais fomentam um sentido de cultura e pertencimento em uma comunidade, e esse sentimento permanece, mesmo depois do período do evento. Há sempre um impacto econômico, benefícios sociais, dinamismo da comunidade local, aprimoramento da estrutura urbana, itens importantes para alavancar o turismo cultural de uma cidade, que transpassam a dimensão dos olhos. O incentivo através da lei é de fundamental importância para que festivais de música instrumental tenham relevância no mercado e continuidade, fazendo com que a classe musical possa ter mais oportunidades de espaço para apresentações, e para o festival entrar no circuito de festivais nacional e internacional com real capacidade de competitividade. Para o governo e sociedades público-privadas a promoção e a formação desse mercado amplia as possibilidades de desenvolvimento também de outras indústrias para além da cultural, como a indústria do turismo e entretenimento, o comércio local, serviços de hotelaria, gastronomia, economia criativa e toda a cadeia produtiva para o público consumidor geral da música. Além disso vamos realizar um estudo do impacto econômico que o evento gera no entorno, na cidade e no estado, como uma amostragem para o setor e o mercado, demostrando a importância dos Festivais de Música Instrumental, para toda a sociedade. Em maio realizamos um evento de mercado - Formemus Instrumental - e o estudo de perfile impacto foi importante para entendermos o contexto onde a música instrumental está inserida, bem como seu impacto no entorno (http://bit.ly/2lza8V2) O projeto se enquadra no Art. 1o. da Lei 8.313, incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Bem como alcança os objetivos do Art. 3: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.

Estratégia de execução

Marien Calixte Jazz Music Festival O Festival 2019 foi sucesso de público e crítica. Foram cerca de 6000 pessoas nos dois dias de evento, com shows que marcaram a cidade. Na mobilização fizemos apresentações em padarias, cafés e na praia, o que encantou o público. Também tivemos intervenções com músicos nos intervalos e uma estrutura que foi motivo de muitos elogios. Foi um evento que reuniu famílias e colocou o bairro em conexão. A ArcelorMittal foi nossa patrocinadora Master e tivemos apoios locais, inclusive da Prefeitura de Vitória. https://www.facebook.com/festivalmariencalixtejazz/ https://festivalmariencalixte.com.br/ Festival 2019 na imprensa: https://www.agazeta.com.br/entretenimento/cultura/pianista-jonathan-ferr-fala-sobre-musica-violencia-e-racismo-1019 https://www.agazeta.com.br/entretenimento/cultura/festival-de-jazz-em-vitoria-relembra-a-importancia-de-marien-calixte-1019 http://clubedejazz.com/marien-calixte-jazz-music-festival-vitoria/ https://seculodiario.com.br/public/jornal/materia/hermeto-pascoal-sera-atracao-no-marien-calixte-jazz-music-festival http://eshoje.com.br/festival-de-jazz-homenageia-o-jornalista-artista-plastico-e-radialista-marien-calixte/

Especificação técnica

O Festival acontecerá em dois dias, no segundo semestre de 2020. Durante o dia haverá intervenções de músicos no entorno, como ação de mobilização. À noite acontecem os shows no palco, com programação a definir pela curadoria, que será realizada posteriormente. Ao menos uma apresentação será com repertório infantil. A programação final será enviada assim que definida. Assim como foi a edição 2019, é um evento focado na família, com programação a partir das 18h.

Acessibilidade

Festival | Apresentações Musicais - Espaço reservado na frente do palco para pessoas com deficiência e idosos;- Rampas de acesso;- Banheiros com cabines acessíveis;- Intérprete de Libras nas apresentações do Mestre de Cerimônias;- Distribuição de protetores auriculares para pessoas com autismo;- Legenda no telão das falas das apresentações. Contrapartida Social - Intérprete de Libras- programas em braile;- Distribuição de protetores auriculares para pessoas com autismo;- Legenda no telão das falas da apresentação;- O teatro conta com banheiros adaptados, elevadore, espaço para cadeirantes. Comunicação - Durante a divulgação no Facebook vamos utilizar a #pracegover nas postagens impulsionadas, que é umprojeto de disseminação da cultura da acessibilidade nas redes sociais e tem por princípio a audiodescriçãode imagens para apreciação das pessoas com deficiência visual. Foi idealizado pela professora baianaPatrícia Braille. “Beneficia além dos cegos, pessoas com dislexia, deficiência intelectual ou com déficit deatenção, por exemplo. Atualmente milhares de cegos utilizam programas leitores de telas capazes detransformar o conteúdo dos sites em voz. Contudo as imagens precisam ser descritas, para que possam sertransmitidas aos cegos. #pracegover carrega em si o princípio de que a cegueira às vezes está nos olhos dequem enxerga. Ele existe para o cego que não enxerga a imagem e para o vidente que não enxerga ocego.” - Nossa comunicação visual será pensada para atender também deficientes visuais como catarata, baixavisão (comuns na terceira idade) e daltonismos, garantindo que as cores sejam identificáveis usando suasaturação e luminosidade. Para garantirmos o contraste faremos testes de nossas peças no site de análisede contrastes https://contrastchecker.com/ e nos simuladores de daltonismohttps://www.iamcal.com/misc/colors/ e http://www.color-blindness.com/coblis-color-blindnesssimulator/. - Na divulgação terá a indicação das ações de acessibilidade disponíveis, visando assim ampliar o acesso dopúblico. Quanto a acessibilidade motora, todos nossos espaços selecionados têm rampas e elevadores deacesso, bem como sinalização e espaços reservados para este público específico.

Democratização do acesso

Festival | Apresentação Musical - O evento é gratuito e aberto ao público. Atendendo ao Artigo 21: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, semprejuízo do disposto no § 2º do art. 22;IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil - haverá um show com repertório exclusivo infantil, como aconteceu na edição 2019.

Ficha técnica

Daniel Morelo - Proponente - Diretor Geral Responsável pela Direção do Projeto, administração e gestão financeira. Rubrica na planilha: Direção Geral Idealizador do Formemus, maior conferência do Mercado da Música do ES, e do Marien Calixte Jazz Music Festival, Daniel Morelo nasceu em Vitória, formou-se comunicólogo com ênfase em publicidade e propaganda, é pós graduado em planejamento estratégico de comunicação pela Universidade Metodista de São Paulo e Licenciado em Filosofia pela Universidade Federal do Espírito Santo. Em 2017 fez o Curso de Extensão em Gestão Pública da Cultura IFES/Secult/ES. É idealizador e Curador do Formemus - Formação Mercado Musical, vocalista e compositor da Banda Adios me voy, tem curso de canto (com Alza Alves) e composição/produção/Harmonia (com Sergio Benevenuto), além de Produção de Show com Ney Matogrosso. Desde 2011 desenvolve diversos projetos culturais, dentre eles: O Assédio Coletivo - coletivo de formação e midialivrismo; O selo musical Voadora Records; os programas de rádio Sorvetinho FM (só com artistas do ES) e a Sexta Vraum na Universitária 104,7 FM. Coordenou os Festivais ‘Voadora’ e ‘Tarde no Bairro’ e coordena a coletânea Voadora Records, que reúne produções musicais capixabas, que são distribuídas para alunos da rede pública estadual. Ativo na discussão da política cultural do Espírito Santo, é conselheiro municipal e estadual de cultura, e seus movimentos são permeados pela integração e a difusão da cultura autoral local, além da formação e o fomento para a emancipação da juventude. Em 2014, realizou a Produção do Mapeamento Social da Região da Grande Terra Vermelha, em Vila Velha. Entre 2012 e 2013, produziu o Programa “Cultura Presente” do Governo do ES e o Evento final do “Programa Jovens Urbanos”, na Serra/ES. Grande parte desses projetos foi aprovado em editais e leis de incentivo, inclusive circulações de shows e projetos em âmbito estadual e municipais. Simone Marçal - Diretora de Produção Responsável pela produção e coordenação de equipes Capixaba, pós-graduada em Gestão Cultural, graduada em Comunicação Social, atua no setor cultural há 20 anos. É responsável pela produção do Formemus - Formação Mercado Musical e do Marien Calixte Jazz Music Festival. Foi Gerente de Projetos do Instituto Parceiros do Bem, ONG Cultural por 8 anos. Tem vasta experiência em realização de eventos culturais, elaboração e gerenciamento de projetos perante Governos Federal, Estaduais e Municipais. Em 2013 e 2014 foi produtora dos eventos culturais da Fames – Faculdade de Música do Espírito Santo, tendo realizado diversos projetos, com destaque para o Aniversário de 60 anos da instituição, o Dia Nacional do Choro por 2 anos, o VI Encontro Internacional de Trompetistas e o 20º. Festival Nacional de Trombonistas. Em 2017 produziu a 11a. Mostra Cinema e Direitos Humanos - Vitória, realizada no Cine Metrópolis, na UFES. Produziu e dirigiu o videoclipe “Ta Freud Baia”, de Sandrera. Produtora Executiva e Assistente de Direção do Documentário “Tramas”, classificado no Edital Secult, selecionado para o Festival Vitória Cine Vídeo, em 2015, e para a Mostra SESC Cariri de Cultura, no Ceará. 2014. Coordenadora do Ponto de Cultura “Museu do Comum”, do Projeto “Vídeo nas Comunidades”, com a realização de seis oficinas de audiovisual nos municípios de Vitória, Cariacica e Viana, e uma Mostra de Exibição Audiovisual, produção Instituto Parceiros do Bem, realização Secult – Secretaria de Estado da Cultura do ES, capacitando 120 jovens em audiovisual. Coordenou o Projeto “Rede Olhares do Mundo”, realizado em parceria com o Ministério da Cultura, produziu os 1º. e 2º. Festival de Cinema de Muqui – Fecim. Produtora Executiva das Mostras de Audiovisual da Secult – Secretaria de Estado da Cultura do ES, entre 2008 e 2011. Para cada mostra foram realizadas oficinas de audiovisual, totalizando cerca de 120 oficinas e 120 documentários. Em 2008, produziu o 1º. Festival Nacional de Choro Correios Vitória Brasil – na Estação Porto, em Vitória, entre outros. Curador - Sérgio Benevenuto. Graduado na conceituada Berklee College of Music, Sérgio é produtor musical, tem quatro discos próprios produzidos e mais de 20 produções de diversos artistas. Fundou a Rio Música, onde elaborou uma metodologia inédita de ensino e que formou uma legião de instrumentistas de grande representatividadeno cenário da Música Brasileira. Essa metodologia aplicada na Rio Música está hoje sendo editada nacionalmente pela Editora 5W em forma de três livros com material didático original: O Mapa dos Acordes, No Rastro da Melodia e Harmonia e Estruturação Musical (o primeiro deles lançado em 2014, e os dois seguintes em finalização). Prestou também serviços para gravadoras como a EMI e Polygram (ambas hoje Universal). Nos anos 90, criou na própria Rio Música, tendo como parceiros o produtor Mayrton Bahia e o sonorizador Carlos Pedruzzi, a primeira escola a oferecer no Brasil um curso completo de Produção Fonográfica, e já no final da década o seu nome constava como verbete na enciclopédia de música Cravo Albin antes mesmo de ter qualquer gravação disponibilizada ao público. A partir de 2007 começa a produzir os seus próprios discos. O primeiro, Onde Andará Ruff Cutz?, tem como ponto de partida uma série de loops de bateria chamado Ruff Cutz, uma paródia à “rough cuts” (“takes toscos” ou “cortes toscos”), criado pelo baterista Dave Ruffy. O CD teve um reconhecimento instantâneo ao ser pré-selecionado para o Prêmio da Música Brasileira em 2008. Em 2011 finaliza Io, seu segundo disco, ancorado nos vários significados do nome “Io” (o “eu” em italiano; a belíssima e intrigante Lua de Júpiter; a ninfa que encantou Zeus e foi transformada em novilha pela enfurecida Hera; a bela espécime de borboleta que nasceu das lágrimas da Io; e também o In/Out na linguagem do Áudio). E em 2016 finaliza Cangaço Cyber A motivação dessa vez é o mundo épico brasileiro do Cangaço convivendo em consonância com as tecnologias da música eletrônica. Ainda em 2016 é disponibilizada a trilogia instrumental completa em formato Box com o nome de Shaking Planets – The Music Of Sérgio Benevenuto. Marcus Vinícius Pansera Figueiredo - Economista da Cultura - Responsável pela pesquisa Responsável pelo estudo de impacto que o projeto vai causar na economia local, Marcus é formado em Economia pela Universidade Federal de Santa Catarina, com especialização em Economia da Cultura, pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Atualmente faz Mestrado em Economia pela UniversidadeFederal do ES. Fala 6 idiomas, trabalhou como professor, comércio exterior, analista financeiro, coordenador pedagógico e economista e estará no projeto para avaliar os impactos reais econômicos que o evento gera para a cidade e para o estado. Eduardo Lucas da Silva - Maestro - Responsável pelo Concerto Didático Professor da Faculdade de Música do Espírito Santo (FAMES) e do Programa Vale Música, é responsável pela coordenação do Projeto Orquestra de Violões nas escolas Estaduais do Espírito Santo (SEDU, FAMES e FAPES). Concluiu o Mestrado em Música, pela UFRJ, na área de Práticas Interpretativas, é pós-graduado em educação musical pelo CESAP, é técnico em fabricação e manutenção de instrumentos musicais pela Escola Gomes Cardim (SEDU), concluiu o curso de Bacharelado em Música com habilitação em Trompete pela FAMES. Participou de cursos com os maestros Marcelo Jardim, Dario Sotelo, Ricardo Rocha, Mônica Giardini, Sanny Souza e Matthew George. É maestro da Banda Sinfônica Vale Música e da Vale Música Jazz Band. Criador e maestro do grupo A Maravilhosa & Mágica Orquestra de Rua (AMMOR) e Malê Big Band. É maestro e músico do grupo No Seu Abracinho, voltado para músicas de MPB para crianças.

Providência

DILIGÊNCIA RESPONDIDA PELO PROPONENTE, ESPERANDO DECISÃO.

2022-08-11
Locais de realização (1)
Vitória Espírito Santo