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PRONAC 193642Apresentou prestação de contasMecenato

Plano Anual Polo Cultural 2020

POLO CULTURAL - EDUCACAO E ARTE
Solicitado
R$ 1,46 mi
Aprovado
R$ 1,38 mi
Captado
R$ 450,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (3)
CNPJ/CPFNomeDataValor
02180133000112Itaú Rent Adminstração e Participações S/A1900-01-01R$ 150,0 mil
06881898000130Financeira Itaú CDB S.A.1900-01-01R$ 150,0 mil
43644285000106ITAU CORRETORA DE SEGUROS S.A.1900-01-01R$ 150,0 mil

Eficiência de captação

32.5%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Planos anuais e plurianuais
Ano
19

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2019-12-11
Término

Resumo

O projeto se refere ao plano anual de atividades do Polo Cultural Educação e Arte, organização social com sede na cidade de São Paulo que realiza atividades culturais e educativas visando a formação de público para as artes. Este plano anual contempla a gestão e continuidade das atividades da organização ao longo do ano de 2020.

Sinopse

Este Plano Anual contempla ações vinculadas a cinco diretrizes da organização, à saber: 1. Ação Estruturante Como metodologia da organização, levantamos as necessidades estruturais junto as comunidades onde iremos atuar, em parceria com atores sociais locais. Após análise conjunta, buscamos adaptar uma sala onde as atividades práticas (oficinas, palestras, outros) do Polo Cultural possam ser realizadas. Isto envolve: pequenas reformas, compra de instrumentos e aquisição de equipamentos necessários para a realização das atividades educativo-culturais. Obviamente, não estamos falando de reformas estruturais de grandes valores, e sim da adaptação do espaço físico para que se torne apto a receber grupos de alunos e abrigar de forma adequada os participantes dos projetos. Neste processo: · Estabelecemos vínculo com gestores (regionais e locais) e apresentamos as etapas de realização do projeto · Escolhemos com os gestores as modalidades artísticas que serão oferecidas para a comunidade · Mapeamos uma sala possível para receber as atividades artísticas do projeto · Quanto necessário, e a modalidade for música, adquirimos instrumentos ou orientamos a gestão para obtê-los junto a programas governamentais · Selecionamos os artistas arte-educadores da própria comunidade que serão convidados à integrar o projeto 2. Rede comunitária O know-how do Polo Cultural junto a comunidades e lideranças locais ajuda a criar o sentimento de propriedade e de pertencimento ao projeto, para a cada passo consigamos envolver todos os stakeholders da comunidade. O sentimento de grupo é essencial para o desenvolvimento de qualquer trabalho. O Polo Cultural também se atenda para novos movimentos artísticos que surgem no seio social, abrindo-se a novas parcerias e novas criações que visam abarcar a multiplicidade de formas da expressão humana. · Realizamos encontros comunitários com os líderes e gestores envolvidos · Realizamos reuniões de avaliação, geralmente 8 reuniões ao longo do ano em cada unidade de realização do projeto · Convidamos a comunidade para que participe da organização do evento final do projeto O Palco, onde buscamos contratar alguns serviços necessários ao projeto de fornecedores da própria comunidade · Construímos parcerias com movimentos, instituições e lideranças comunitárias para aprimorar e desenvolver novas ações e projetos 3. Desenvolvimentos de Talentos Trabalhamos mapeando e incentivando os artistas da própria comunidade, mapeando jovens talentos, convidando estes a integrar os projetos e oferecendo capacitação continuada. Ao longo dos anos o Polo Cultural descobriu e ajudou a formar novos atores, artistas locais, músicos, criando também ambientes para os mesmos se desenvolverem profissionalmente e apresentarem seus trabalhos artísticos. Temos registros de alguns talentos frutos deste processo, que iniciaram suas trajetórias em pequenas comunidades, dentro de escolas públicas, e a partir do incentivo fornecido pelo Polo Cultural vivenciaram projeção em suas carreiras profissionais, sendo projetados para o mercado de trabalho e até para o reconhecimento internacional dentro da área artística. Tratar este fato como contribuição para a capacitação profissional torna-se menor ao pensarmos que muitos destes jovens já tentavam viver da arte, já eram atores, músicos, poetas, mas profissionalmente não haviam encontrado ainda a oportunidade de aparecer e se projetar socialmente. Desta forma, o Polo Cultural assume o papel de dinamizador das possibilidades e potencias sociais, cumprindo com total responsabilidade e validando sua atuação no terceiro setor. · Conhecer e selecionar artistas da comunidade para integrar os projetos do Polo Cultural em cada localidade · Fornecer capacitação e orientação profissional para os artistas convidados a integrar o projeto, até 3 por unidade de atendimento 4. Interação estética O Polo Cultural convida artistas do mercado profissional para levar seu olhar estético para os participantes de suas ações culturais. O artista com maior experiência profissional é convidado à participar com os jovens e artistas iniciantes, com a missão de construir um trabalho horizontal. Não é uma intervenção artística, mas uma interação, com troca de conceitos, de estética, para levar todos à novas perspectivas e novos aprendizados. Na interação estética o artista convidado influencia os arte-educadores, os participantes e as comunidades. Esta experiência traz empoderamento para os arte-educadores e os estimula a buscar novos horizontes. Quando é possível, procuramos levar os espetáculos destes convidados para os locais de realização do projeto, dando oportunidade para que todos conheçam novas estéticas no palco. Há 20 anos atrás realizamos a primeira ação neste sentido, levamos um espetáculo Coreano para se apresentar na Zona Norte da cidade de São Paulo que, naquele tempo, raramente tinha acesso a estas manifestações artísticas. Essa ação abriu contato com algo nunca visto antes e nos apontou que a interação estética é uma oportunidade de construir novos olhares em uma sociedade. · Possibilitar o contato de ao menos 1 profissional de mercado com a comunidade presente em cada unidade de realização dos projetos 5. O Espetáculo Só quem já participou de um espetáculo artístico compreende sua complexidade. No processo de capacitação, os artistas planejam os espetáculos, buscam histórias, adaptam textos, escolhem tecidos, figurinos, cenários, maquiagem, som, iluminação. Para levar os participantes ao PALCO, visitam o teatro, o local de apresentação. Precisam aprender a trabalhar com as limitações de cada espaço, de cada equipamento, cada público. Aprendem a dividir espaço com outros professores, trabalhar em rede e em grupo, a conversar com as autoridades, diretores e comunidade. Precisam encontrar os figurinistas, cenógrafos, costureiras, lutiers, parceiros. O Polo Cultural trabalha de forma a envolver a comunidade da região de atuação de seus projetos, alunos, professores, pais, amigos, parentes, na realização do espetáculo, exatamente como é na vida real do artista. · As apresentações artísticas estruturadas pelo Polo Cultural buscam envolver toda a comunidade em sua preparação e realização, com apoio de profissionais locais, parcerias e contratação de serviços locais · Como eixo central o Polo Cultural investe na formação de público para as artes

Objetivos

Objetivo Geral O plano anual aqui apresentado visa garantir a continuidade e qualificação das atividades desenvolvidas pelo Polo Cultural Educação e Arte na cidade de São Paulo e possivelmente em outras cidades do interior do estado. As ações contidas neste plano anual de atividades visam de forma geral a formação de público para as artes cênicas e para as artes em geral. Nos interessa mostrar para a sociedade e comunidades envolvidas em nossos projetos como ampliar o impacto da arte da cultura transformando-a em eixo de desenvolvimento na comunidade. Objetivos específicos 1 _ Realizar o projeto O PALCO Ao longo dos anos o Polo Cultural desenvolveu expertise na realização do projeto O Palco que, a partir de diálogos com comunidades locais: estabelece parcerias com equipamentos públicos, mapeia interesses voltados às artes, identifica profissionais nas próprias comunidades que possam atuar no projeto, contribui para a formação continuada destes e oferece para a comunidade local oficinas artísticas gratuitas. O projeto também organiza apresentações gratuitas e aberta ao público em geral, pautadas em escolas públicas, Casas de Cultura ou outros equipamentos culturais das localidades atendidas. Ações: • Realizar o projeto O Palco em até 5 localidades distintas no período de 1 ano • Organizar, juntamente com os parceiros locais (escolas, centros comunitários ou outros espaços) interessados em democratizar e ampliar as atividades culturais na região, oficinas gratuitas de música (cordas, sopro e percussão), artes cênicas (teatro e dança) e literatura para crianças e jovens das localidades de realização do projeto • Coordenar a adaptação de uma sala no local que definido para receber o projeto • Oferecer gratuitamente à comunidade local oficinas artísticas de três diferentes modalidades. Na semana serão realizadas 18 horas de oficinas em cada uma das unidades atendidas no decorrer de 40 semanas, totalizando 720 horas/oficinas por unidade atendida. • Beneficiar 200 participantes por unidade atendida, num total de 1.000 para todo o projeto • Fornecer profissionais capacitados para atuar no projeto como educadores de arte em cada unidade de atendimento • Realizar orientação pedagógica, contratação e pagamento dos educadores de arte que atuarão no projeto • Convidar artistas profissionais já reconhecidos por sua atuação para realizar interações estéticas nas localidades de realização projeto ao longo do ano • Organizar mostras periódicas dos alunos envolvidos no projeto para a comunidade local realizando, com os parceiros locais e outros equipamentos públicos, apresentações gratuitas. 2 _ Realizar atividades de Acessibilidade ao Palco O Polo Cultural Educação e Arte possui uma integrante fixa especialista em Acessibilidade Cultural que, com apoio da organização, graduou-se pela Universidade Federal do Rio do Janeiro no ano de 2015 e tornou-se uma das poucas profissionais com esta qualificação no Brasil. O projeto realiza oficinas de teatro e artes visuais com crianças e jovens portadores de necessidades especiais, buscando valorizar seu reconhecimento dentro destes grupos específicos e posteriormente integrando-o aos grupos e apresentações do projeto O Palco. A metodologia utilizada valoriza a criança portadora de necessidades especiais, ressaltando suas qualidades e possibilidades, e também trabalhando com os grupos familiares e escolares com o qual a criança se relaciona. Ações: • Ofertar oficinas de teatro e artes visuais, explorando as aptidões dos portadores de necessidades especiais e preparando-os para integração com o projeto O Palco. • Trabalhar com grupos de 20 crianças portadoras de necessidades especiais em até 5 localidades distintas no período de 1 ano • Na semana serão realizadas 6 horas de oficinas em cada uma das unidades atendidas no decorrer de 40 semanas, totalizando 240 horas/oficinas por unidade atendida. • Fornecer profissionais capacitados para atuar no projeto como educadores de arte em cada unidade atendida • Desenvolver o plano de trabalho artístico-pedagógico partindo da análise das deficiências encontradas em cada grupo, ajustadas às necessidades físicas, intelectuais ou comunicacionais dos participantes. • Fortalecer a autoestima das crianças com deficiência através da interação em grupo e promover a aceitação das deficiências em relação aos demais alunos. • Estimular a união e a participação dos pais no processo de formação e desenvolvimento de crianças atendidas. • Preparar apresentações periódicas gratuitas entre alunos, pais, educadores e comunidade. • Fornecer apoio para tomada de decisões em prol da acessibilidade à outros projetos desenvolvidos pelo Polo Cultural. 3 _ Polo em Circuito A partir do trabalho de curadoria, espetáculo serão selecionados para compor apresentações das áreas de teatro, dança e música. Serão mapeadas atuais que serão convidadas a integrar a programação Polo em Circuito. Até 10 apresentações serão realizadas ao longo do ano em locais de atuação do Polo Cultural. Por meio de parceria com prefeituras locais o projeto identificará os espaços existentes e possíveis de receber apresentações diversas dos grupos artísticos convidados. As apresentações serão gratuitas ou com venda de ingressos a preços populares. Ações: • Mapeamento de espetáculos de teatro, dança e música que serão convidados a integrar a programação do Polo em Circuito • Parceria com prefeituras locais para realização das apresentações • Planejamento de circulação junto aos grupos contratados • Realização de 10 apresentações anuais em localidades pré-definidas • Ampla divulgação do projeto nas comunidades que receberão os espetáculos 4 _ Projeto Literatura Periférica: SLAM cá e lá Neste plano anual o Polo Cultural potencializa em suas atividades ações voltadas ao incentivo da literatura, valorizada como importante ferramenta para construção de consciência social e cultural. O projeto Literatura Periférica pretende dar voz aos poetas e escritores de regiões periféricas da(s) cidade(s), explorando essa linguagem por meio de diferentes atividades de desenvolvimento e estímulo de escrita, experimentações artísticas, estudos, debates de obras e autores clássicos e contemporâneos. Trabalharemos com exercícios técnicos e práticos, exploração de materiais (livros/vídeos) e apresentações artísticas, possibilitando que os participantes vivenciem o universo da linguagem poética para além da escrita. Para tanto, o projeto conta com a parceria dos coletivos: Poetas Ambulantes, Slam das Minas SP e Slam do 13, que trazem em seus currículos diferentes perfirs de artistas atuantes na cena literária contemporânea. Ações: • Fortalecer parceria do projeto com coletivos literários que surgem na cena periférica da cidade de São Paulo • Oferta de oficinas de literatura para jovens dentro do projeto O Palco • Convidar artistas já reconhecidos por sua atuação para realizar interações estéticas durante as oficinas oferecidas • Parceria com editoras de autores independentes e periféricos para montagem e doação de kit de livros para os locais que abrigarem projeto. • Realizar 3 batalhas de SLAM, gratuitas e abertas ao público em geral • Premiar 3 ganhadores das batalhas de SLAM, com acompanhante, com uma viagem para conhecer a FLIP _ Festival Literário de Paraty

Justificativa

No ano de 2019 o Polo Cultural passou por uma reestruturação orientada por consultores das áreas de finanças, comunicação, gestão e relacionamento com o governo. Fruto de avaliação realizada, sua metodologia de trabalho foi melhor estruturada, gerando tomadas de decisões e reformulação de seus mecanismos de gestão, buscando maior eficiência e transparência de suas ações, seguindo modelos de complience hoje adotados também no terceiro setor, a fim de cumprir as normas legais e regulamentares, estabelecendo políticas e diretrizes para as atividades da instituição e buscando detectar inconformidade nos processos. O Polo Cultural Educação e Arte é uma Organização Social Civil de Interesse Público (OSCIP), fundado em 1998 na cidade de São Paulo. Atua na implantação de políticas públicas de descentralização da cultura por meio da organização e mobilização de artistas, realização de ações de formação de público para as artes, incentivo à produção e circulação de produções e mediação de interesses entre a demanda social artística e a construção de políticas culturais. Desta forma, o Plano Anual aqui proposto possibilitará manutenção das atividades realizadas pela organização por meio da captação de recursos com o setor privado, possibilitando também o fortalecimento das ações desenvolvidas há mais 20 anos pela organização em projetos estruturantes. Por meio da oferta de atividades de formação artística, organização de mostras culturais e mobilização de artistas, trabalhamos no sentido de contribuir para o desenvolvimento social por meio da arte e promover a formação de público. Conscientes do impacto da arte na formação humana, o projeto O Palco sintetiza o conhecimento acumulado pelo Polo Cultural e é resultado de uma experiência de trabalho com crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social nas zonas norte, leste sul e noroeste da cidade de São Paulo desde o ano de 2005. Registramos ao longo destes anos parceria com 35 escolas públicas e atendimento à mais de 10.000 crianças e jovens. Por meio da aprendizagem do fazer artístico o projeto trabalha com os grupos buscando desenvolver habilidades criativas, compromisso, autoestima, reflexão estética, além de oferecer cidadania como alternativa de inserção social para muitos jovens. A criatividade e a arte dão sentido à vida e a preparação que leva ao Palco é cheia de compromissos e descobertas. Estar no Palco é objetivo final, momento de mostrar as conquistas, dividi-las com o seu meio, ganhar visibilidade e reconhecimento. Ao longo destes anos o Polo Cultural viu nascer e crescer o movimento em prol da inclusão social da pessoa com deficiência principalmente no meio educacional, devido a constante parceria existente entre a organização, seus projetos e as escolas públicas. Encontrou então oportunidade de investir na capacitação profissional de seus funcionários e direcionou uma colaboradora para cursar uma especialização em Acessibilidade Cultural na Universidade Federal do Rio de Janeiro. O projeto Acessibilidade ao Palco nasce da comunhão de esforços e reflexões acerca da inclusão da pessoa com deficiência e as atividades promovidas pelo Polo Cultural. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2013, um terço da população brasileira possui algum tipo de deficiência. Embora existam leis que garantam a inclusão a bens de fruição educacional e cultural, na prática ainda existem dificuldades, inclusive atitudinais, que só poderão ser vencidas através da quebra de paradigmas. O projeto de Acessibilidade ao Palco visa assim contribuir para a valorização o indivíduo com deficiência nas ações promovidas pelo Polo Cultural, que neste ano de 2017 já realiza as primeiras atividades de acessibilidade no polo CEU Jaçanã, extremo norte da cidade de São Paulo. Como forma de incentivar a formação de público para as artes e contribuir para a oferta de atividades culturais de qualidade e manutenção dos equipamentos públicos locais, pretendemos facilitar a circulação de produções artísticas nos locais de atuação do Polo Cultural realizando o Polo em Circuito, que mapeará e convidará produções já consagradas na capital paulista para realizem tournées pelos locais envolvidos no projeto. A linguagem da literatura se abre como um novo campo à ser explorado pelo Polo Cultural neste ano de 2020, fruto da observação da expansão do movimento literário entre jovens de regiões periféricas da cidade de São Paulo. Por meio da parceria com coletivos de poetas que integram o movimento literário onde frutificou as batalhas de SLAM, e marcando presença neste ano de 2019 em ações de promoção literária para jovens e adultos, a organização reconheceu a necessidade de promover este movimento em prol da literatura, reconhecendo esta também como uma ferramenta para a construção da consciência cultural e social. Desta forma, o Polo Cultural segue levando arte para todos, garantindo o amplo acesso da população às atividades culturais promovidas, mantendo a operação responsável da utilização dos recursos públicos, tendo em vista a melhor gestão de seus processos e implantação do compliance em suas ações. Destacamos também a conformidade do projeto para uso do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais, apresentando o Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; E o Art. 3º da Lei 8313/91 em que apresenta os objetivos da referida norma: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; b) conservação e restauração de prédios, monumentos, logradouros, sítios e demais espaços, inclusive naturais, tombados pelos Poderes Públicos; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;

Estratégia de execução

Contrapartidas Sociais Em atendimento ao Art. 22 da Instrução Normativa n.2 de 23 de abril de 2019, o proponente afirma que: - O trabalho desenvolvido pelo Polo Cultural junto aos artistas orientadores do projeto O Palco auxilia a capacitação destes profissionais, que são orientados a abrir MEI, produzir relatórios e realizar planejamento das atividades, sendo orientados pela coordenação pedagógica do projeto. - As ações nomeadas de interações estéticas dentro do projeto O Palco traduzem-se como ações formativas, pois além de facilitar o intercâmbio de ideias e formação continuada para os artistas orientadores do projeto também estabelecem pontes de formação para o público que assiste as apresentações programadas e acessa o resultado final das ações deste projeto. - Ressaltamos neste Plano Anual que as palestras e debates programados dentro do projeto Literatura Periférica: SLAM cá e lá também constituem ações formativas que serão destinadas à estudantes e professores de instituições públicas de ensino. Memória de cálculo do produto cultural: - 200 alunos atendidos em 5 localidades distintas pelo projeto O Palco - 20 alunos atendidos em 5 localidades distintas pelo projeto Acessibilidade ao Palco - 400 pessoas público médio das apresentações finais do projeto O Palco em cada uma das 5 localidades - 400 pessoas público médio das apresentações do Polo em Circuito - 400 pessoas público médio das 3 Batalhas de SLAM Atendimento público total: 8.300 pessoas Ação Educativa / Contrapartida Social Realizar palestras e debates destinados à estudantes e professores de instituições públicas de ensino, intercaladas com as atividades já programadas no projeto, de modo a fomentar a importância da arte e da cultura. Público estimado: 2000 pessoas (alunos e professores) - 20% do público atendido pelo projeto

Especificação técnica

Neste ano de 2019 o Polo Cultural passou por uma reestruturação orientada por consultores das áreas de finanças, comunicação, gestão e relacionamento com o governo. Deste processo fomos orientados e construir este plano anual vinculando somente 1 produto como fruto de sua realização, o próprio plano anual. Este pensamento colabora para a operacionalização dos processos administrativos e de execução financeira da organização, melhor coordenando o fluxo de seu centro de custos e o correto direcionamento dos recursos às ações a ele vinculadas. Nosso objetivo foi promover transparência e melhora na execução do projeto e dos recursos públicos. Desta forma, buscamos encontrar soluções para problemas que já enfrentamos devido a formatação gessada do projeto no sistema SalicWeb, o que nos trouxe atraso de análises, dificuldade para alterar locais de realização do projeto e trabalho excessivo no momento de realização da prestação de contas, tanto para o sistema da Lei de Incentivo à Cultural quanto para o patrocinador. O caminho aqui assumido facilitará a avaliação do projeto tanto pelas instâncias públicas vinculadas quanto para os patrocinadores, apoiadores e parceiros, para que entendam melhor como gastamos o dinheiro público e como atingimos nossas metas. Seguimos perseguindo a meta de promover a transparência e o compliance em nossas realizações. Especificações Técnicas: Oficinas/Cursos A metodologia do Polo Cultural consiste em buscar parceiros locais para ofertar oficinas artísticas gratuitamente para a comunidade. A coordenadora pedagógica do Polo Cultural identificará com a comunidade local as modalidades artísticas de maior interesse, definindo as oficinas que serão oferecidas. Após esta definição, serão mapeados artistas locais para que integrem o projeto como oficineiros. Estes construirão o planejamento detalhado das oficinas juntamente com a coordenadora pedagógica e com o suporte de formação que será oferecido pelo Polo Cultural, para orientação e capacitação destes oficineiros.Desta forma, não nos é possível enviar neste momento o plano de execução detalhado de todas as oficinas, pois o mesmo ainda será construído, após definição das oficinas durante a execução do projeto. De todo modo, abaixo seguem informações sobre a carga horária e o currículo da coordenadora pedagógica que conduzirá a elaboração do plano detalhado com os oficineiros do projeto. O Palco - 18 h/aula semanais, divididas em 3 oficinas de diferentes linguagens, ministradas durante 40 semanas perfazendo 720 h/aula por localidade. Acessibilidade ao Palco - 6 h/aula semanais para alunos com necessidades especiais, ministradas durante 40 semanas perfazendo 240 h/aula por localidade. MARIA DE FÁTIMA BARBOSA ABDALLAÉ doutora e mestra em Educação pela Universidade de São Paulo, tendo concluído também graduação em Música na Universidade Federal do Rio de Janeiro, doutorado em Psicologia da Educação na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e especialização em Comunicação e Negócios na New York University. Desenvolveu carreira acadêmica tendo sido coordenadora do programa de Pós-graduação da Universidade Católica de Santos e atualmente é coordenadora do Grupo de Pesquisa Instituições de Ensino, Políticas e Prática Pedagógicas/CNPQ. Com expressiva atuação em fóruns de educação, também é membro de associações pela formação em educação, como: Associação Nacional pela Formação de Profissionais em Educação/ANFOPE, Rede Latinoamericana de Estudos sobre Trabajo Docente, Departamento de Pesquisas Educacionais da Fundação Carlos Chagas e LatinAmerican Studies Association/LASA. ************ Categorias solicitadas: Slams Jogos teatrais baseados nas poesias produzidas pelas crianças. Movimento que nasceu há pouco mais deum década os Slans são a forma que a juventude veio a se expressar para a sociadade. Eles escrevem e interpretam as poesias no palco em uma competição contrutiva entre eles. Colocam seus sentimentos na escrita e levam a o palco. Os público julga as poesias e interpretações e um no final há um ganhador. O objetivo de abraçarmos essa forma de expressão foi a necessidade das crianças aumentarem sua vontade de ler e produzir texto. Algo que vem sendo um grande desafio. O Palco junto com os coletivo já existitente na cidade trousse os slams para as pessoas a querer ler mais, produzir mais escritas e vivenciar mais os livros. Foi a melhor forma de adaptarmos nosso know how e 15 anos na área da literatura. Essa pareria trousse os livros para os palcos. Teatro As montagens do espetáculos são feitas com as crianças. Levanto elas a esta experiência única de construir um personagem, cenários, figurinos. Tudo que precisamos para a montagem de uma espetáculo. Dança Os espetáculos são montados do mesmo formato que os outros. Criamos os personagens e levamos as crianças para o Palco. Música Instrumental Poderia parecer um exagero esta categoria. Mas o fato é que um instrumentos não se aprende em um ano. Período que ficamos nas escolas. Elas aprentem o básico e sobem no palco. Uniformazados, com os instrumentos, mostrando o que apresenteram para a comunidade. Existe um motivos de chamarmos o projeto de oficinas "O Palco": a experiência de se preparar, treinar e enfrentar o público é única. Ela desperta os professores, os artistas locais, os pais e os jovens. Muitos compram seus próprios instrumentos, frequentam escolas depois, viram artistas, mudam a grade curricular da escola. O processo que desenvolvimento tem este objetivo principal: montar um grande espetáculo. E como todo grande espetáculo: muda a vida das pessoas. O projeto completo com oficinas, espetáculos do Palco em Circuito e todas as ações levam a uma mudança na comunidade. Por sinal, a principal consequencia de vivenciar a arte: mudança. Somente para enfatizar a metodologia do projeto. Nós buscamos entre a comunidade do entorno e a escola a melhor forma artística para desenvolver por todo o ano. Por sermos uma Organização de Artistas podemos orientar em todas as modalidade. Mas temos 4 linhas de trabalho: Teatro, Dança, Música e agora Slams de Poesia. O ciclo de trabalho na unidade escolar na maioria dos seus casos é de até um ano. Como é de notório saber, não é possível capacitar um jovens, criança ou adulto em ser artista de qualquer área em apenas um ano. Os CNAEs solicitados para serem colocados na organização podem causar problemas para nossa constituição. Como não somos uma organização de ensino, escola ou academia de dança. Nem promovemos ensino profissionalizante de nenhuma área solicitada. Foi feita a solicitação dos CNAEs mas ainda não obtivemos a resposta do sistema. Isso pode demorar, segundo nos informaram. Por isso estamos enviando esta resposta hoje. Temos apenas 20 dias para obter o PRONAC para garantir a continuidade do projeto.

Acessibilidade

O Polo Cultural assume o compromisso com a acessibilidade em todas as ações desenvolvidas, procurando favorecer entre seus contratados e beneficiados o convívio com a diversidade. De modo mais expressivo desenvolve o projeto Acessibilidade ao Palco desde o início do ano de 2017, buscando integrar participantes portadores de deficiência. Acessibilidade para nós é assunto muito sério. O Polo Cultural possui uma integrante (em ficha técnica apresentada), especializada em Acessibilidade Cultural, que atuará de modo a orientar outras ações de acessibilidade que possam ser desenvolvidas durante a execução deste plano anual de atividades Acessibilidade física Para as atividades apresentadas neste plano anual e que tratam da realização de eventos abertos ao público em geral, se compromete em garantir acessibilidade de pessoas com deficiência disponibilizando equipe para a adequada recepção nos espaços de realização dos eventos. Quando da realização de eventos ao ar livre, juntamente com os responsáveis pelos espaços de realização e equipe de bombeiros, serão estudadas medidas para facilitar o acesso de pessoas com mobilidade reduzida. Acessibilidade de conteúdo O plano anual também prevê contratação de intérprete de LIBRAS para diversas apresentações a serem realizadas.

Democratização do acesso

O Polo Cultural tem ciência de que a formação de público é uma preocupação do setor cultural e de que o debate acerca da ampliação que se possa promover para tal tem ampliado nos últimos anos, desta forma, as ações contidas neste plano anual pretendem favorecer a reflexão acerca do tema com o poder público local, mobilizando secretarias de cultura municipais, teatros públicos e outros espaços de promoção da cultura dos locais envolvidos no projeto, favorecendo a construção de ações e unindo esforços para a produção cultural com vistas à formação de público. Em atendimento ao Art. 20 e Art. 21 da Instrução Normativa n.2 de 23 de abril de 2019, o proponente afirma que: - 100% todas as vagas oferecidas pelo projeto O Palco são gratuitas, e as atividades são realizadas em parceria com escolas públicas - Os ingressos para os espetáculos são disponibilizados gratuitamente para a comunidade e para interessados, onde buscaremos garantir distribuição em escolas públicas, bibliotecas e equipamentos culturais. - Reforçamos que todos os locais de realização dos projetos e escolas públicas parceiras oferecem acessibilidade à pessoa com deficiência. Observar no site: www.polocultural.com.br/acessibilidade - O Polo Cultural realiza registros audiovisuais e fotos das atividades desenvolvidas. Este conteúdo pode ser acessado no site da organização bem como no blog. Visualizar em: www.polocultural.com.br/blog www.facebook.com/projetoopalco www.youtube.com/polocultural - Reforçamos que o acesso a todo o material produzido é livre para acesso, inclusive para o poder público.

Ficha técnica

Polo Cultural Educação e Arte – Proponente / Coordenação Administrativa Eneida Soller – Direção Geral (proponente) Marcelo Sollero – Coordenador de Projetos Fatima Abdala – Assessoria Pedagógica Bruna Burkert – Coordenação de Acessibilidade Cultural Gabriela Fiorentino – Produção Executiva Lucio Silva – Consultoria Administrativa POLO CULTURAL EDUCAÇÃO ARTE - proponente Políticas Públicas 2010 - Direitos Autorais Seminários no Itaú Cultural, Recife, Porto Alegre e Brasília junto como CBEC – Conselho Brasileiro de Entidades Culturais. 2012 Cultura Viva Participação na Comissão Paulista de Pontos de Cultura e em seminários nacionais para desenvolvimento desta política pública. 2008 Música nas Escolas Intensa atuação junto ao Congresso e ao Ministério da Educação para aprovar a Lei 11.769/08. Realização de reuniões e seminários, o principal deles na Assembleia Legislativa de São Paulo, com representantes de 98 prefeituras do Estado. 2012 Pro-cultura, Vale Cultura Participação no lançamento destes projetos, na elaboração de propostas e nos eventos que vem sendo realizados. 2006 - PROAC – São Paulo Ações junto à Secretaria do Estado da Cultura e junto à Assembleia Legislativa que culminaram nesta publicação da Lei de Incentivo à Cultura. Música 2010 - Transversal da Música no Tempo Prêmio Funarte. Curadoria do Maestro Mario Ficarelli (música erudita) e Paulo Braga (música popular). Produção Ato Cultural. 40 espetáculos. 2010 - Nelson Ayres Acompanhado do baixista Alberto Luccas e do baterista Ricardo Mosca Realizado dentro do Projeto “Transversal da Música no Tempo” Orquestra Arte Barroca Com repertório camerístico e orquestral dos séculos XVII e XVIII. Apresentou-se dentro do Projeto “Transversal da Música no Tempo Teatro 2015 – Depois Daquela Viagem Peça de teatro com temática voltada à prevenção da AIDS que teve 8 apresentações em 4 Ceus da cidade de São Paulo. Dança 2008 - Chum Chorong Dance Company Trouxe ao Brasil a Chum Chorong Dance Company of Korea sob a direção de Lee Kyung-Hwa, como parte das celebrações dos 500 anos do Brasil. O grupo se apresentou em locais da Zona Norte da cidade, entre eles o Clube Esperia, além de realizar uma apresentação no Rio de Janeiro 2008 - Balé da Cidade Sob a direção de Ivonice Satie, o Balé da Cidade apresentou no Clube Acre um de seus mais belos espetáculos: “Forró for all”. 2006 - Contrastes na Dança Realizado no SESC Santana, com palestras e apresentações de companhias da Cidade de São Paulo e participação de grupos e companhias de dança da região. Artes Plásticas 2002 Exposição de Seda e Porcelana Realizada em parceria e nas instalações do Arquivo Histórico do Estado de São Paulo e participação de ateliês da região. 2000 L’Art Center Realizado em parceria com o Shopping Center Norte, com apresentação de 38 artistas que se realizaram pinturas ao vivo, acompanhados de 14 músicos entre harpista, clarinetista, saxofonista e violonista. Audiovisual 2010 TV Polo O programa de televisão TV Polo, desenvolvido pelo Polo Cultural Educação e Arte e transmitido pela TV Aberta, levou a todo o Brasil as produções artísticas da Zona Norte da cidade de São Paulo. 2012, 2013, 2014 - Filmcup Evento para aproximação dos segmentos de Cinema, TV e Novas Midias entre o Brasil e países parceiros, como: Alemanha, França e Itália. Realizado em São Paulo nos anos de 2012, 2013 e 2014 o evento contou com a presença de delegações dos países parceiros, movimentando cerca de 40 profissionais das diversas áreas do audiovisual, com o objetivo de aprofundar as relações entre os países, ampliar as possibilidades de trabalho conjunto e a capacidade de distribuição dos produtos brasileiros. Educação 2016, 2017, 2018 e 2019 O Palco – Uma experiência para a juventude. Por meio da parceria entre o PoloCultural, escolas públicas e patrocínio privado, o projeto atende crianças e adolescentes em regiões de alta vulnerabilidade social de São Paulo. A implantação foi iniciada com apoio do Itaú Cultural em escolas estaduais dos bairros de Vila Cruzeiro, na Zona Sul, e Peruche, na Zona Norte em 2016. Em 2017 o projeto foi implantado em 7 escolas do interior de São Paulo, em 5 cidades (Lins, Mogi Guaçu, Barra Bonita, Caconde e São José do Rio Pardo). 2017, 2018 e 2019 – Acessibilidade nas Escolas Projeto pertencente ao Plano Anual de Atividades do Polo Cultural. Com apoio da iniciativa privada oferece atividades artísticas para crianças matriculadas no ensino regular no Ceu Jaçanã, zona norte de São Paulo. 2016, 2015, 2012, 2011, 2010 Ponto de Cultura “Novo Trem das Onze” O projeto Novo Trem das Onze, realizado pelo Pólo Cultural - Educação e Arte no Ponto de Cultura do CEU Jaçanã, localizado na zona norte da cidade de São Paulo, visa à formação musical de adolescentes e jovens de comunidades da região. 2005, 2006, 2007, 2008, 2009, 2010, 2013 Oficinas Culturais – Contraturno escolar Desde 2005 o Polo Cultural oferece oficinas dentro do Programa "São Paulo é Uma Escola", no Centro Educacional Unificado - CEU Jaçanã e Unidades Educacionais sob jurisdição da Coordenadoria de Educação Jaçanã / Tremembé. 2006 AÇÃO UH-BATUK-ERÊ Desde 2006, a ONG Pólo Cultural Educação e Arte é parceira do UH-BATUK-ERÊ, grupo formado por cerca de 50 jovens, no bairro do Tremembé. O grupo tem como foco a reafirmação da identidade afro-brasileira e indígena do povo brasileiro, por meio do aprendizado de técnicas de percussão, dança e canto e de apresentações Sou Zona Norte Projeto envolvendo 1.200 crianças da Zona Norte, num programa com apoio da Secretaria de Estado da Cultura. Os alunos eram levados para os diversos locais históricos da região, como o Mirante de Santana (onde ficava um observatório astronômico e também uma bateria antiaérea na Revolução de 1932), a Fazenda de Santana (onde hoje se encontra o quartel do CPOR) e o Largo da Matriz da Freguesia do Ó (local aonde existia um mercado de escravos e por onde passavam muitas caravanas que chegavam ou saíam de São Paulo). Enzo Bertolini, historiador apaixonado pela Zona Norte, desenvolveu este programa e acompanhava pessoalmente cada turma apesar de seus mais de setenta anos, explicando cada detalhe dos locais que deram origem à região. ENEIDA SOLLER Coordena projetos de descentralização da cultura há 18 anos e nos últimos dez anos participou das principais iniciativas de construção de políticas públicas para a cultura, organizando seminários sobre Direito Autoral, revisão da Lei Rouanet, criação do PROAC Editais e do PROAC ICMS no Estado de São Paulo, Vale Cultura, ensino de música nas escolas, entre outros. Compositora e diretora musical de 18 espetáculos de teatro, ganhadora do Prêmio Molière de Teatro, duas vezes ganhadora do Prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) referente a musicais para crianças, ganhadora dos prêmios Mambembe e APETESP (Associação de Produtores de Espetáculos Teatrais do Estado de São Paulo). Coordenou convênios com as três instâncias governamentais e também o Pontão de Interações Estéticas no Estado de São Paulo, tendo sido curadora das mostras artísticas das Teias Culturais estaduais. Atua junto ao Congresso Nacional na discussão de projetos de Lei de interesse dos músicos e da classe artística e é Presidente do Conselho Brasileiro de Entidades Culturais (CBEC). MARCELO DE CASTRO SOLLERO Atua como produtor cultural há 12 anos e foi responsável por mais de 400 eventos e projetos para o mercado cultural das cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Curitiba. Trabalha a captação de recursos e gerenciamento de projetos já tendo operado mais de R$ 20 milhões em recursos fiscais em projetos culturais das áreas de teatro, música (popular, instrumental e erudita), dança, exposições e cinema. Graduado em Engenharia Civil pela Universidade Federal de Minas Gerais com especialização em Project Management pelo Engineering Institute of Technology (Londres). MARIA DE FÁTIMA BARBOSA ABDALLA É doutora e mestra em Educação pela Universidade de São Paulo, tendo concluído também graduação em Música na Universidade Federal do Rio de Janeiro, doutorado em Psicologia da Educação na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e especialização em Comunicação e Negócios na New York University. Desenvolveu carreira acadêmica tendo sido coordenadora do programa de Pós-graduação da Universidade Católica de Santos e atualmente é coordenadora do Grupo de Pesquisa Instituições de Ensino, Políticas e Prática Pedagógicas/CNPQ. Com expressiva atuação em fóruns de educação, também é membro de associações pela formação em educação, como: Associação Nacional pela Formação de Profissionais em Educação/ANFOPE, Rede Latinoamericana de Estudos sobre Trabajo Docente, Departamento de Pesquisas Educacionais da Fundação Carlos Chagas e LatinAmerican Studies Association/LASA. BRUNA BURKERT Formada em Letras, especialista em Acessibilidade Cultural pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde participou do projeto de acessibilização do Museu da Geodiversidade e desenvolveu um mapeamento sobre acessilidade na Rede de Pontos de Cultura de São Paulo. Diretora administrativa financeira do Polo Cultural Educação e Arte, onde atua desde 2013 na elaboração, produção e execução de projetos. Na área de produção teatral trabalhou na produção dos projetos: “Capitu Olhos de Mar”, “Depois Daquela Viagem”, “Ninho Musical” e “A Lenda dos Jovens Detentos”. Atualmente, coordena o projeto “Acessibilidade nas Escolas” uma iniciativa do Plano Anual de Atividades do Polo Cultural que acontece no Ceu Jaçanã e desenvolve um projeto que visa um levantamento acerca da inclusão de pessoas com deficiência nas entidades que compõe a Rede de Ponto de Cultura da cidade de São Paulo. GABRIELA FIORENTINO Publicidade, pósgraduada em gestão cultural pelo Centro Universitário SENAC (2016). Produção cinematográfica na Academia Internacional de Ciname AIC em 2014, técnicas de palco na SP Escola de Teatro em 2014; Teatro Escola Macunaima em 2010. Em 2016 foi produtora no Grupo Ciclistas bonequeiros e Cia Catraca do Riso; Assistente de produção de casting de Andrea Coelho,na P`rodutora CINE, produção de cenografia nbo Melhor do Brasil da Rede Record; assistente de produção do espetáculo Mágico de OZ. adaptação de Telma Dias e direção de Robson Velçado; Produtora de Cinderela, o Musical, direção de Marina Costa, da Cia Tonal das Artes. LUCIO SILVA Executivo de Finanças, Contabilidade e Controladoria com experiência consolidada em empresas nacionais e multinacionais. CRC ativo, conhecimento de IFRS, US GAAP e experiência nos ERP's SAP (FI, CO, MM, SD, FA) Oracle (GL, AP, EX, CM, AM); Hyperion (HFM, FDM, HTP, FCM, ARM) e MasterSaf. Vivência em ambientes de controles SOX, firmas de auditoria e contabilidade, tendo projetos desenvolvidos em vários segmentos de negócio, atuação como business partner no processo de restructuring e M&A. Pós-graduado (Professional MBA) em finanças e contabilidade pela Liverpool University.

Providência

DILIGÊNCIA NA ANÁLISE PREDITIVA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.

2023-06-30
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo