| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 38486817000194 | Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais SA | 1900-01-01 | R$ 379,0 mil |
Realização da programação da Galeria de Arte BDMG Cultural para o ano de 2020, sendo composta por: exposições, ações educativas nas exposições com o compromisso de formação de plateia, visitas guiadas e publicação de catálogos referente às exposições.
O BDMG Cultural propõe a estruturação de um PROGRAMA EDUCATIVO para sua galeria que promova o diálogo entre diferentes saberes e entre a arte e a educação, desenvolvendo ações que estimulem a experiência, a criação, a investigação e a reflexão.A interdisciplinaridade entre linguagens artísticas e da arte com outras áreas do conhecimento, bem como a transversalidade dos processos pedagógicos são valores estruturantes do programa.O programa atuará com metodologias de educação e mediação cultural na estruturação dos eixos de trabalho, abordando diferentes públicos, especialmente com a comunidade escolar, professores da educação básica, organizações não-governamentais, artistas, profissionais dos campos da arte, cultura e famílias.Serão oferecidos 3 Ciclos educativos que contam com nove podcasts, três oficinas de criatividade e três textos reflexivos.
Objetivos:A Galeria de Arte BDMG CULTURAL tem como objetivo selecionar trabalhos para exposições que privilegiam a experimentação estética, o estímulo ao mercado independente e à abertura de oportunidades para jovens artistas. Em razão disto, a Galeria vem se destacando como espaço inaugural na carreira de vários artistas. Um espaço para jovens, para a arte jovem e para exploração de possibilidades de fronteira como as artes gráficas, o audiovisual, a fotoperformance, a arte digital e a performance. Além das linguagens tradicionais das artes visuais.O espaço possui desde 1989, o programa de MOSTRAS BDMG que faz a seleção dos artistas para exposição na galeria através de um edital público. Cada exposição ocupa o espaço por pelo menos um mês, com abertura todos os dias, inclusive sábados, domingos e feriados.Não há privilégio para qualquer forma de expressão, estando os responsáveis pela seleção, livres para contemplar mostras de desenho, gravura, pintura, escultura, grafite, audiovisual, instalações, objetos, performances, entre outras.OBJETIVOS ESPECÍFICOS1. Produzir 03 (três) exposições de arte de pequeno porte na galeria do BDMG Cultural1.1 - Produzir 3 (três) tours virtuais (vídeos com audiodescrição) das exposições montadas na galeria do BDMG Cultural1.2 - Produzir 3 (três) hotsites para cada uma das exposições produzidas onde o público poderá acessar informações sobre artistas e obras expostos, bem como acessar ao vídeo do tour virtual.2. Publicar 03 (três) catálogos das referidas exposições, com distribuição gratuita.3. Realizar o programa Educativo em Artes Visuais do BDMG Cultural (contrapartida social do projeto)3.1 - Realizar 3 (três) ciclos educativos. Cada um dos ciclos elege um tema central que orienta as atividades educativas que abordam os desdobramentos suscitados pelo tema. Textos são produzidos pela equipe do educativo e também por convidados especialistas e são publicados no site https://bdmgcultural.mg.gov.br/home/educativo/. O primeiro ciclo explorou o tema ?Vizinhanças e Imagens? e o segundo ciclo teve como tema gerador ?Vizinhanças e Linguagem?. 3.2 - Realizar 3 (três) oficinas de criatividade. (Em caso de suspensão de atividades presenciais, as oficinas serão realizadas por meio de plataforma online - zoom, skype, meet, etc.) Os dois primeiros ciclos realizaram a oficina ?Expedição fotográfica: Aarão Reis, uma arqueologia? que foi uma expedição fotográfica seguida de oficina de fanzines, realizada pelo Coletivo Mofo de fotografia e pode ser acessada no link: https://bdmgcultural.mg.gov.br/educativo-conteudo/expedicao-fotografica-aarao-reis-uma-arqueologia/. Em seu segundo ciclo, o programa educativo convidou a escritora Flávia Péret que realizou a oficina de criação literária ?Nenhuma casa é uma ilha? e que foi realizada à distância já sob os efeitos da pandemia da Covid-19. O relato desta experiência e seus resultados podem ser acessados no link: https://bdmgcultural.mg.gov.br/educativo-conteudo/nenhuma-casa-e-uma-ilha/O presente projeto visa realizar 3 (três) novas oficinas de criatividade articulando temas ligados ao universo da produção cultural, educação e experiências de vida. 3. 3 - Realizar 3 (três) ciclos de podcasts com três episódios cada um, totalizando 9 (nove) episódios de podcasts. Durante levando em conta os desdobramentos das discussões levantadas pelo primeiro ciclo de reflexões do programa educativo, foi realizado o podcast com a apresentação e mediação de Aline Vila Real (gestora cultural de Belo Horizonte) foram convidados para o diálogo a artista visual Aline Motta, o fotógrafo Guilherme Cunha (organizador do projeto Retratistas do Morro) e o cineasta Gabriel Martins (integrante da produtora Filmes de Plástico) para responder à pergunta ?Como as imagens podem produzir vizinhanças??. O resultado fica disponível no site do BDMG cultural https://bdmgcultural.mg.gov.br/educativo-conteudo/como-as-imagens-podem-produzir-vizinhancas/No segundo ciclo a apresentação e mediação foi da arquiteta, professora da UFMG e uma das editoras da revista Piseagrama, Renata Marquez. Os convidados foram: artista visual Jonathas de Andrade, a cineasta e professora Sueli Maxakali e o jornalista Bernardo Esteves, convidados a construir uma resposta à questão ?Como a linguagem aproxima mundos??. Os podcasts ficam disponíveis no site do BDMG cultural https://bdmgcultural.mg.gov.br/educativo-conteudo/como-a-linguagem-aproxima-mundos/ O presente projeto visa seguir esta linha de pesquisa e questionamento e produzir três novos ciclos de podcasts, que poderão ser acessados por públicos diversos e em total segurança durante a pandemia do novo coronavírus.
A presente proposta se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1° da Lei 8313/91: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; ... III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; ... V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; ... VII - Desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII _ e Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - Priorizar o produto cultural originário do País. Assim, segundo o Art. 3° da mesma lei, para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° acima listado, reafirmamos que atenderemos, aos seguintes objetivos: I - Incentivo à formação artística e cultural, mediante: ... b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil; ... II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: ... b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; d) cobertura de despesas com transporte e seguro de objetos de valor cultural destinados a exposições públicas no País e no exterior; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: ... d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Desde a sua fundação em 1988, o BDMG CULTURAL tem como seu principal equipamento físico uma galeria de arte, destinada a exposições, mostras e outras apresentações artísticas como performances e eventos multimídia. Para se adequar a evolução das formas de expressão, a Galeria foi reformada em 2016, teve seu espaço expositivo ampliado e recebeu aparelhagem eletrônica de aúdio e vídeo, adequando o espaço para novas linguagens, de modo a atrair a nova geração de artistas. O espaço ainda permite comunicação com a rua, por meio de varandas e pátios. Localizada em região do corredor cultural da Praça da Liberdade com múltiplas possibilidades e presença de grandes espaços expositivos públicos e galerias comerciais, a Galeria de Arte BDMG Cultural buscou seu nicho singular na configuração das artes visuais em Belo Horizonte. A insituição também possui acervo próprio e utiliza alguns dos meses do ano para mostrar o seu acervo acumulado nos últimos 30 anos. A gestão deste acervo, recentemente implantada, com catalogação e conservação técnica constituiu um passo decisivo na formação de uma cultura de colecionismo no estado, já que traz em si um recorte de trabalhos dos mais expressivos criadores do estado nos últimos 28 anos. A destacar ainda o fato de muitas das obras se identificarem com os primeiros passos da carreira dos artistas, o que dá dimensão genealógica a colocação do BDMG CULTURAL. Cabe assinalar que a Galeria de Arte BDMG CULTURAL realizou 257 exposições de 545 artistas durante os seus 30 anos de existência. Tem como premissa uma indissociável relação entre cultura, arte e desenvolvimento, que determina uma concepção de seu papel como ente de fomento dinâmico e orientado para a construção antecipada do futuro. O espaço é referência na cidade e a continuação de suas atividades tem grande impacto no cenário cultural e artístico local, por isto o projeto está sendo submetido a análise da CNIC para obter o apoio para realização de suas atividades em 2020, com recursos do incentivo fiscal, forma única de mantermos as atividades devido a grave crise econômica que vive o país.
Não é o caso.
CATÁLOGOS Serão publicados 06 (seis) catálogos para as exposições do programa Mostras BDMG, com artistas selecionados através de edital público e 2 (dois) catálogos para as exposições realizadas com curadoria do BDMG Cultural. As especificações técnicas provisórias são: Catálogos Mostras BDMG Capa: 280x205mm, sem impressão em Color Plus Cor Escura 120g. Miolo: 8 pgs, formato fechado 220x310mm / formato aberto 440x310mm, 4 cores, Tinta Escala em Off Set 90g. Pré Impressão, Dobrado, Intercalado, Grampeado, Filme, Silk 280x205cm, Branco. Obs.: ***Capa no Color Plus ***Capa Menor que o Miolo e Grampeada Centralizada. ***Silk 280x205cm Branco. Catálogos de artista/curador convidado e exposição do acervo BDMG Cultural Capa: 280x205mm, sem impressão em Color Plus Cor Escura 120g. Miolo: 24 pgs, formato fechado 220x310mm / formato aberto 440x310mm, 4 cores, Tinta Escala em Off Set 90g. Pré Impressão, Dobrado, Intercalado, Grampeado, Filme, Silk 280x205cm, Branco. Obs.: ***Capa no Color Plus ***Capa Menor que o Miolo e Grampeada Centralizada. ***Silk 280x205cm Branco.
Todas as medidas descritas no projeto original serão mantidas.Para realização de tour virtual das exposições, os vídeos produzidos contarão com audiodescrição e tradução em libras. Estas despesas foram incluídas na planilha orçamentária do projeto.Exposições/Visitas Guiadas 1. Admissão de entrada e permanência de cão-guia de acompanhamento junto de pessoa portadora de deficiência ou de treinador; 2. A existência de local de atendimento específico para essas pessoas; 3. Disponibilidade de área especial para embarque e desembarque de pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida; 4. Divulgação, em lugar visível, do direito de atendimento prioritário das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida; 5. Mobiliário de recepção e atendimento adaptado à altura e à condição física de pessoas em cadeira de rodas; 6. Pessoal capacitado para prestar atendimento às pessoas com deficiência visual, mental e múltipla, bem como às pessoas idosas; 7. Rampas para acesso das pessoas com deficiência e idosos; 8. Sanitários adaptados para pessoas com deficiência e idosos; 9. Sinalização ambiental para orientação; 10. As medidas de acessibilidade previstas na Lei 13.146/15 – disponibilizar equipamento de áudio na galeria com autodescrição das exposições; 11. Visitas guias com a participação de profissionais de libras. CATÁLOGOS 1. As medidas de acessibilidade previstas na Lei 13.146/15 – disponibilizar catálogos em braile na galeria com autodescrição das exposições. CONTRAPARTIDA SOCIAL - Ações Educativas 1. Admissão de entrada e permanência de cão-guia de acompanhamento junto de pessoa portadora de deficiência ou de treinador; 2. A existência de local de atendimento específico para essas pessoas; 3. Disponibilidade de área especial para embarque e desembarque de pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida; 4. Divulgação, em lugar visível, do direito de atendimento prioritário das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida; 5. Mobiliário de recepção e atendimento adaptado à altura e à condição física de pessoas em cadeira de rodas; 6. Pessoal capacitado para prestar atendimento às pessoas com deficiência visual, mental e múltipla, bem como às pessoas idosas; 7. Rampas para acesso das pessoas com deficiência e idosos; 8. Sanitários adaptados para pessoas com deficiência e idosos; 9. Sinalização ambiental para orientação; 10. As medidas de acessibilidade previstas na Lei 13.146/15 – disponibilizar um profissional de libras
Todas as atividades continuarão sendo gratuitas e de livre acesso. O fato de realizar as ações em ambiente virtual tem como efeito a possibilidade de amplificar e diversificar o público que acessará aos conteúdos produzidos pelo projeto. Isto será possível uma vez que pessoas de diversas cidades ou que não se sentem à vontade para entrar em espaços culturais poderão acessar as exposições e ao programa educativo em suas casas e desta forma se tornarem cada vez mais íntimas destes processos. Além disso, professores e educadores poderão utilizar os conteúdos em suas atividades de ensino e pesquisa.O projeto realizará: Três exposições, impressão de três catálogos, três ciclos educativos (que contam com nove podcasts, três oficinas de criatividade e três textos reflexivos).
FUNÇÃO: COORDENADOR GERAL (REMUNERAÇÃO DO PROPONENTE): - DIRIGENTE INSTITUIÇÃO: GABRIELA MOULIN - Atual diretora presidente do BDMG Cultural, instituição de cultura mantida pelo Banco de Desenvolvimetno de Minas Gerais. Tem formação em jornalismo pela PUC de São Paulo e especilização em Relações Públicas pela USP. Atua há mais de vinte anos em estratégia e conhecimento para o setor de investimento social privado e para organizações da sociedade civil. Desenvolveu experiências em análise de cenário, sistematização e gestão de conhecimento, bem como em planejamento, avaliação e alinhamento com políticas públicas. Atuou em inúmeros projetos institucionais com museus e centros de cultura, bem como em projetos de educação e desenvolvimento territorial. FUNÇÃO: COORDENADOR ADMINISTRATIVO/FINANCEIRO (REMUNERAÇÃO DO PROPONENTE): - DIRETOR ADMINISTARIVO FINANCEIRO DA INSTITUIÇÃO: CLARISSA PERNA - Atual diretora financeira do BDMG Cultural, instituição de cultura mantida pelo Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais. Tem formação em direito, pós-graduação em Gestão Pública pela UNIRIO, MBA em gestão de projetos pela Universidade Estácio de Sá e é mestranda em Governo e Políticas Públicas pela Faculdade Latino Americana de Ciências Sociais. Atuou por mais de 8 anos no Sebrae/RJ, fazendo a interlocução das políticas públicas com a atividade empreendedora, além de ações estratégicas de desenvolvimento territorial. FUNÇÃO: COORDENADOR TÉCNICO PROJETO (REMUNERAÇÃO DO PROPONENTE) – ÉRICO GROSSI - Formado em ciências econômicas pela UFMG com mestrado em Administração Pública pela Fundação João Pinheiro. Lecionou entre 2001 e 2010 disciplinas ligadas à economia brasileira e à economia do setor público. Foi gestor de políticas públicas da Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais. Atualmente é membro da câmara de seleção do Fundo Estadual de Cultura e coordena as áreas de artes visuais e artes cênicas do BDMG Cultural. FUNÇÃO: DESIGNER GRÁFICO (REMUNERAÇÃO DO PROPONENTE) - RAFAEL AMATO DE LIMA - Graduado pela UFMG (2017), com período sanduíche na University of the Arts London - CSM. Participou dos projetos de pesquisa “Veículos Críticos: arte, design, arquitetura e interesse público” e “Práticas editoriais na interface entre universidade e cidade”. É freelancer desenvolvendo, principalmente, projetos gráficos editoriais. Além disso, trabalhou entre 2018 e 2019 no estúdio Hardy Design e, atualmente, é designer gráfico no BDMG Cultural. COMISSÃO JULGADORA (Poderá haver alteração de algum nome em função de disponibilidade do profissional a época da execução) Juliana Gontijo: Artista Visual. Nascida em Belo Horizonte, Juliana Gontijo é formada em artes visuais pela UFMG. Participou de diversas exposições coletivas e exposições individuais. Durante sua trajetória artística desenvolveu projetos relacionados ao espaço, à paisagem e à palavra. Busca sua expressão através de diversas mídias como pintura, desenho, objeto, vídeo, fotografia, som, texto e instalação. Recentemente a artista vem desenvolvendo projetos que apontam para um interesse junto aos estudos transculturais engajando sua pesquisa em discussões sobre sua própria epistemologia e sobre a noção cartesiana que separou e ainda separa em polos dicotômicos os conceitos de natureza e cultura – pensamento e sensível. Participou do Coletivo CERCA, realizando residências artísticas em Cordisburgo, Congonhas e São João del Rei, MG. Brígida Campbell: Brígida Campbell é artista e professora do curso de graduação em Artes Visuais da Escola de Belas Artes da UFMG. Doutora em Artes Visuais pela ECA-USP e mestre pela EBA-UFMG. Colaboradora do EXA - Espaço Experimental de Arte, em Belo Horizonte [www.exa.art.br]. Fez parte do Poro [www.poro.redezero.org], dupla com qual realizou trabalhos coletivos entre 2002-2016. Como artista já participou de diversas exposições no Brasil e no exterior. Foi curadora dos projeto "Muros - Territórios Compartilhados", Organizadora da SEMANÁRIA - Semana de Arte Gráficas - evento anual da EBA_UFMG. Pesquisadora das relações entre Arte e Cidade. Em 2015 publicou o livro “Arte para uma cidade sensível”, resultado da “Bolsa de Estímulo a Produção em Artes Visuais da Funarte” [http://www.arteparaumacidadesensivel.wordpress.com], e “Exercício para a Liberdade”. Em 2010 publicou o Livro “Intervalo Respiro Pequenos Deslocamentos - ações poética do Poro” - premiado no Prêmio Publicações de Arte Contemporânea em em Língua Estrangeira” – da Fundação Bienal de São Paulo e Ministério da Cultura. É editora das revistas “NUVEM” e “Refil”. Francisca Caporali Pena Andrés: Fundadora e coordenadora artística do JA.CA ? Centro de Arte e Tecnologia desde sua origem, em 2010, localizado em Nova Lima, Minas Gerais. Pelo JA.CA, coordena diversos projetos desenvolvidos no centro: residências artisticas nacionais e internacionais; workshop com artistas residentes, curadores e críticos convidados; publicações, exposições e projetos de colaboração internacionais, além de desenvolver projetos autorais com os outros integrantes do coletivo, pesquisas e experimentações nas fronteiras da arte, arquitetura e design. Desde 2016 é professora da Escola de Design da UEMG. Durante o período de 2012 a 2016 foi docente na Escola Guignard/UEMG. Integrou a equipe curatorial das duas edições do Noite Branca/Fundação Clóvis Salgado. Foi coordenadora do Programa DESEJA.CA ? Extensão da Escola de Arquitetura UFMG. Mestre em Artes (MFA) Integrated Media Arts/Hunter College (Nova Iorque 2006/10) e em Comunicação Audiovisual para Mídia Interativa MECAD (Barcelona 2003/04). Renata Bittencourt: Doutora em História da Arte pela Universidade Estadual de Campinas com orientação do Prof. Jorge Coli, com pesquisa sobre a representação do homem negro na pintura do século XIX. Seu mestrado, desenvolvido na mesma instituição teve como foco a representação da mulher negra. Diretora de Processos Museais no Instituto Brasileiro de Museus desde 2017, foi Secretária da Cidadania e da Diversidade Cultural do Ministério da Cultura [jul a dez 2016]. De 2012 a 2016 foi responsável pela gestão da Unidade de Formação Cultural da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo onde se concentram programas como Guri, Fábricas de Cultura, Conservatório de Tatuí, SP Escola de Teatro, entre outros. Foi gerente do Núcleo de Educação do Itaú Cultural entre 2002 e 2012 onde criou projetos tais como Crônica na Sala de Aula (formação de professores e publicação); Dança para Crianças, projeto agraciado com prêmio APCA de melhor Iniciativa em Dança em 2010: espetáculos, intercâmbio internacional e ações de formação); Obra Revelada (série em vídeo - TV Futura e DVD) e Rumos Educação Cultura e Arte (edital, formação, publicações). Julia Rebouças: Júlia Rebouças é curadora, pesquisadora e crítica de arte. Foi co-curadora da 32ª Bienal de São Paulo (2016). De 2007 a 2015 integrou a curadoria do Instituto Inhotim. Foi membro do comitê curatorial do 18º e 19º Festival Internacional Sesc_Videobrasil (2012-2015). Em 2013, foi curadora associada da 9ª Bienal do Mercosul, em Porto Alegre. É doutora pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) (2017). Marcos Hill: Formou-se como Bacharel em Gravura pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (1985). Em seguida, tornou-se Especialista em Conservação-Restauração pelo Curso de Especialização Lato Sensu em Conservação-Restauração de Bens Culturais Móveis (CECOR) da Escola de Belas Artes da UFMG (1986) e em Cultura e Arte Colonial pelo Curso de Especialização Lato Sensu em Cultura e Arte Barroca pelo Instituto de Filosofia, Arte e Cultura da Universidade Federal de Ouro Preto (1987). Como Conservador-Restaurador, participou da obra de restauração das pinturas de Manoel da Costa Ataíde pertencentes à Capela de São Francisco de Assis de Ouro Preto-MG e desenvolveu estágio de aperfeiçoamento em Conservação-Restauração de Esculturas em Madeira Policromada no Institut Royal du Patrimoine Artistique-IRPA (Bruxelas-Bélgica) (1987-88).Realizou seu mestrado em História da Arte na Université Catholique de Louvain (Louvain-la-Neuve-Bélgica) (1990). É Doutor em Artes pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais (2008). É Pós-Doutor em Línguas Modernas e Literaturas pela University of Miami - EUA (2015). Atualmente é professor dos cursos de graduação e pós-graduação da Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais.
DILIGÊNCIA NA ANÁLISE PREDITIVA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.