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PRONAC 193659Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Espetáculo DEPOIS

GARATUJAS PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 554,0 mil
Aprovado
R$ 554,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2019-12-12
Término
2022-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Trata-se da montagem do espetáculo teatral denominado DEPOIS, texto inédito de autoria de José Scavazini, manutenção de uma temporada na cidade de São Paulo, e a realização de debates após cada sessão.

Sinopse

SINOPSE DO ESPETÁCULO: Durante um sequestro a situação sai do controle e acaba acarretando na morte da vítma. O grupo foge para o local que deveria ser usado como cativeiro, eles discutem os erros que acometeram o crime e sob a pressão dos fatos inicia-se um jogo de acusação. Para sobreviver terão que usar toda astúcia possível, porque o panorama se inverte num game psicológico impiedoso que colocará a vida de cada um deles em xeque-mate. ENREDO DO ESPETÁCULO: O enredo tem como protagonista, um usuário de drogas que não consegue se reintegrar e está passando por múltiplos problemas, inclusive o financeiro. Ele encontra um amigo de infância que se solidariza com seu estado de miséria e tenta ajudá-lo. Porém, esse amigo é um ex-presidiário que vive na criminalidade e oferece a ele a oportunidade de participar de um sequestro. A condição de rejeitado social faz com que se sinta seduzido pelo convite, mas ao refletir melhor sobre os perigos, ele decide desistir. Tarde demais e forçadamente ele é obrigado a participar. Durante o sequestro a situação sai de controle e acaba acarretando na morte da vítma. O grupo de amigos foge para o local que deveria ser usado como cativeiro. Eles estão sob a pressão dos fatos discutindo sobre os erros que acometeram o crime, se desentendem, inicia-se um jogo de culpas, sentimentos de amizade são colocados à prova, até um desfecho inesperado onde apenas um deles sairá com vida.

Objetivos

Objetivos Gerais Este projeto tem o objetivo de unificar cultura e cidadania utilizando o teatro para fazer o público refletir sobre a reinserção social. A peça aborda uma temática que está à flor da pele da sociedade brasileira, mostrando a interrelação que existe entre drogadição, violência e criminalidade. Por se tratar de um tema de interesse público, o projeto tem como objetivo realizar DEBATES após cada sessão com diversos segmentos da sociedade, pois é a melhor forma de ampliar "os olhares" sobre as questões, tirar dúvidas e ajudar a sociedade a lidar com esses temas tão carregados de preconceitos e tabus. Para isso a produção VISA mobilizar ações junto à Secretaria Nacional de Cuidados e Prevenção às Drogas (Senapred), à Secretaria de Justiça e Cidadania do Estado de São Paulo, ao Conselho Municipal de Políticas Públicas Sobre Drogas e Álcool de São Paulo, às Secretarias Estadual e Municipal de Cultura, Educação e Saúde e, conjuntamente com esses órgãos, pretende convidar personalidades e, especialistas na área da dependência química, criminalidade e violência, para participar dos debates e chamar a atenção do público para o evento. Faz parte ainda dos Objetivos Gerais deste projeto conquistar e arrebanhar um público distinto que comumente não tem frequência assídua ao teatro, contribuindo para a formação de novas plateias. O projeto tem como META atingir um público formado por estudantes, professores, pais, familiares, dependentes químicos, grupos de apoio, clínicas e comunidades terapêuticas. Por esta razão, as sessões acontecerão durante os dias de semana, porque facilita a convocação de alunos, englobando a participação das escolas do ensino público e privado. Objetivos Específicos - Realizar a montagem inédita do espetáculo DEPOIS e a manutenção de uma temporada de 32 espetáculos, com a gratuidade de todos os ingressos, em um teatro de aproximadamente 300 lugares, com sessões as terças-feiras e quartas-feiras, no horário das 20 horas, na cidade de São Paulo; - Promover 32 debates, sempre após as sessões, com a presença do autor e diretor da peça, com o elenco e convidados que atuam na área de dependência química; - Realizar 10 apresentações com 01 Interprete de Libras; - Promover 02 (duas) Atividades de Formação, com carga horária total de 08 horas, sendo 04 horas para cada uma delas, que serão ministradas durante a temporada teatral pelo diretor e autor da peça José Scavazini, que se configurará numa oficina direcionada preferencialmente a jovens estudantes de teatro para 100 alunos;(CONTRAPARTIDA) - Promover 04 (quatro) palestras, em um teatro com capacidade de 250 lugares, com um profissional renomado da área de artes cênicas, sobre a importância e função do Teatro na sociedade moderna. Os beneficiários serão alunos da rede pública de ensino que estejam cursando o ensino fundamental II e professores da rede, e ainda estudantes e professores de escolas de arte públicas e privadas.(CONTRAPARTIDA). - Atingir 9.600 espectadores.

Justificativa

O projeto se enquadra nos incisos I - II -III - e VIII do artigo 1º e nos incisos I - II - IV do artigo 3º da Lei 8313/91 O projeto tem relevância do pondo de vista social, pois aborda uma problemática que está enraizada em uma das principais preocupações da sociedade brasileira na atualidade, que é a drogadição ligada à violência e criminalidade. O texto foi escrito durante o período de três anos, pois o autor se debruçou demoradamente sobre o assunto, estudou e pesquisou com responsabilidade a temática que trata de problemas sociais complexos, porque para fazer uma abordagem sobre drogadição, violência e criminalidade, exige-se uma análise de conjugação de fatores individuais e sociais, econômicos, políticos e culturais. Habilmente o texto provoca uma gama de reflexões sobre a emergente violência, que em diferentes contextos parece assentar numa espécie de aceitação ou resignação da sociedade, que a incorpora como prática normal potencializando a sua disseminação. A peça discorre sobre a força sobre-humana que um usuário de drogas faz para se manter limpo, as eminentes lutas para evitar a recaída, a preocupação constante de não substituir um vício por outro, a luta e a vigília permanentes que é preciso para se reintegrar, pois é colocado à prova a todo instante. Paralelamente às dificuldades de lutar para vencer a doença da dependência, mostra a dificuldade que o indivíduo encontra quando é jogado no mercado de trabalho, onde os índices de desemprego são altos, aumentando consideravelmente a dificuldade de inserção, que passará a não depender apenas da sua aptidão ou de seu esforço. Pode se considerar que estar sem emprego é o mesmo que ser inútil, e ser inútil é o mesmo que levar uma vida sem sentido. Há ampla evidência de que viver sobre depressão, agressão ou dependência de drogas, é devido ao que se chama de o vazio existencial, um sentimento de vacuidade e de falta de sentido. A palavra DEPOIS como título da peça, tem como ideia chamar a atenção para a responsabilidade de que o futuro depende daquilo que se faz no presente. Do ponto de vista artístico, o projeto tem potencialidade para ser um sucesso porque será realizado por profissionais com competência e capacidade para desenvolver as propostas apresentadas, pois se tratam de um grupo de artistas que vem trabalhando juntos há 12 anos, obtendo excelentes resultados que só foram possíveis devido à afinidade de metas, bom relacionamento, concentração, estudo, percepção das ferramentas e muito comprometimento durante o jogo cênico. A Cia. Garatujas tem como escopo pensar CULTURA como agente social e fazer da ARTE um diálogo com a realidade, por isso escolhe temáticas que estão intimamente ligadas ao cotidiano da sociedade brasileira. Ao produzir os espetáculos AINDA e AGORA, abordou o tema da dependência química e mergulhou num universo de dimensões criativas inesgotáveis poucas vezes explorados pela arte teatral. Os espetáculos tiveram sucesso de crítica e muita aceitação do público, foram apresentados em teatros, lugares alternativos, dentro de comunidades, favelas, escolas, igrejas, clubes, tendas, CEU, abrangendo as mais distintas e variadas plateias, compostas por jovens, estudantes, pais e familiares, educadores, assistentes sociais, psicólogos, médicos, agentes de saúde, dependentes químicos e para o público espontâneo em geral. As peças receberam ótimas críticas que recomendaram e apontaram os espetáculos como imperdíveis. A sociedade tem demonstrado muito interesse pelas peças, o público tem comparecido, ajudado na divulgação e solicitado novas apresentações. Sobre o autor é importante dizer que José Scavazini tem 34 anos de carreira artística e acumula uma experiência significativa como produtor, diretor, autor, ator, pois é o principal pensador à frente de um projeto cidadão que está a 12 anos realizando atividades com os espetáculos AINDA e AGORA. Nasceu desse aprendizado as principais ideias que o autor teve para escrever o texto DEPOIS. José Scavazini foi o principal palestrante, mediador e interlocutor de mais de 500 debates que tiveram a participação de diversas personalidades, entre elas, Dr Drauzio Varella, Irene Ravache, Marcos Caruso, Jairo Bauer, Dr Anthony Wong, Dr. Mauro Aranha, Dra Valéria Rocha Brasil, Dr Luiz Alberto Chaves de Oliveira, José Florentino, Dr. Pablo Miguel Roig, Dr Cid Vieira De Souza Filho, Dr Reinaldo Correa, Dr Edemur Luchiare, entre outros. O maior benefício que este projeto propõe é contribuir para que a nossa sociedade seja mais justa e mais humana, onde as pessoas possam ser respeitadas e os cidadãos possam viver em um mundo melhor. Temos a convicção de que este projeto justifica o recebimento de patrocínio através de leis de incentivo, pois o nosso comprometimento é artístico, nossa contrapartida é humana, nosso propósito tem responsabilidade e nosso produto tem chancela de seriedade! Portanto, não mediremos esforços para que este projeto honre com brilhantismo a Secretaria Especial da Cultura do Ministério da Cidadania e a empresa patrocinadora, exaltando a importância que as ações deste patrocínio fomenta na construção de novos rumos para o nosso país.

Especificação técnica

- Fotografar e registrar em vídeo as fases do espetáculo; - Contratar 01 Assessoria de Imprensa para que a divulgação do espetáculo atinja os principais jornais, revistas, televisão, rádios, mídias sociais, internet e diversos informativos que compõem a agenda cultural de São Paulo. - Montar um vídeo de abertura do espetáculo que entrará antes de cada sessão com o nome da Secretaria Especial da Cultura do Ministério da Cidadania e da empresa patrocinadora com status de “apresenta o espetáculo DEPOIS”, - Confeccionar 9.000 programas que serão distribuídos gratuitamente para a plateia, 30.000 flyers, 1.000 convites para a estreia, 100 cartazes e 02 banners internos de ficha técnica, que deverão constar o nome e as respectivas logomarcas da Secretaria Especial da Cultura do Ministério da Cidadania e da empresa patrocinadora, de acordo com as suas normas; - Montar um clipping impresso com todas as fases do projeto que será entregue ao final da temporada para a Secretaria Especial da Cultura do Ministério da Cidadania e a empresa patrocinadora.

Acessibilidade

Acessibilidade FÍSICA: Para garantir o acesso de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzidas e idosas o projeto pretende escolher um TEATRO para a temporada, que atenda as exig~encias da Lei no que rege os artigos 27 inciso II do decreto 5761/06 que diz: “Proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do artigo 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e portadores de deficiência, conforme disposto do artigo 46 do Decreto 3.298 de 20 de dezembro de 1999”, garantindo a movimentação de idosos e pessoas com mobilidade reduzida. - Rampa de acesso para cadeirantes e pessoas com dificuldades de locomoção; - Espaço preferencial reservado dentro da sala de espetáculos; - Vagas de estacionamento demarcadas próximas ao local de acesso, para o público especial. - Banheiro adaptados a idosos, cadeirantes e pessoas com deficiência; Acessibilidade de CONTEÚDO - Nos releases que serão enviados às mídias, deverá constar a informação de que os locais atendem as principais normas de acessibilidade despertando assim o interesse de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzidas e idosas, colocando-as em contato com o teatro. - O projeto propõe ainda a contratação de 01 Intérprete de Libras que fará a tradução simultânea das informações, em 10 (dez) sessões. Desta forma estará englobando, conscientizando e despertando à atenção do público e chamando a sua atenção para a necessidade da inclusão social.

Democratização do acesso

Atendendo o Art. 21 da IN 02/2019, o proponente adotará em sua proposta medidas de ampliação do acesso conforme os incisos abaixo: I - Acesso franqueado ao público em todas as atividades propostas; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e o􀁺cinas, além da previsão do art. 22 - O evento será preferencialmente direcionado para jovens, estudantes, pais, professores, das redes de ensino estadual e municipal privada e público em geral. Várias ações serão feitas para impedir a falta de contingente nos dias das apresentações conforme está descrito no Plano de Comunicação; ===================================================== Atendendo o Art. 22 da IN 02/2019 o proponente irá realizar ações formativas para 1.100 pessoas sendo que, será garantido no mínimo, a participação de 50% dos ingressos aos estudantes e professores de instituições públicas de ensino, estas ações serâo realizadas em um teatro com capacidade de 300 lugares. São elas: - Promover 32 debates, sempre após as sessões, com a presença dos atores e diretor do espetáculo. - Promover 04 (quatro) palestras, com o autor, José Scavazini, abordando o tema do espetáculo, e falar sobre a importância e função do Teatro na sociedade moderna.

Ficha técnica

O proponente será remunerado pela Coordenação Geral do projeto Texto e Direção: José Scavazini Atores: Carlos Mariano, Carlos Martin, Ailton Rosa e Carlos De Niggro Iluminação: Beto Bruel Imagens: Adriano Moraes Músicas e Efeitos Sonoros: A definir Fotos: João Caldas Assessoria de Agenda para os Debates: Hiram Ravache Assessoria de Imprensa: Editor – Edison Paes de Melo Direção de Produção: Keila Basckle Produção: Garatujas Produções Artísticas Ltda. Breve Currículo dos Principais Integrantes do Projeto JOSÉ SCAVAZINI – Função: Autor e Diretor. Tem 34 anos de carreira artística, é Diretor, Autor, Produtor e Ator. Diretor de “Trair e Coçar é Só Começar” de Marcos Caruso, há 29 anos em cartaz, Guiness Book como a mais longa temporada no teatro nacional. Produtor Teatral, Roteirista e Ator do Espetáculo AINDA, há 12 anos em atividade. Produtor Teatral, Autor e Ator do Espetáculo AGORA, há 05 anos em atividade. Foi Assistente de Direção de Celso Nunes em “A Vida é uma Ópera” de Jandira Martini; de José Renato em “Preso na Rede” de Ray Cooney e, de Marcos Caruso em “Brasil S/A” e “SOS Brasil” de Antônio Ermírio de Moraes. No teatro atuou em “Porca Miséria”, “Gigi Damiani”, “Camas Redondas Casais Quadrados”, “Galileu Galilei”, “O Balcão”, “O Jardim das Cerejeiras”, entre outras. CARLOS MARIANO - Função: Ator. Integrou recentemente o elenco do programa “Câmera Café” exibido pelo SBT, participou de “Minha Nada Mole Vida” exibida pela rede Globo, foi apresentador do programa “Tagarelas” exibido pela TV Bandeirantes e fez durante cinco anos o programa “Glub Glub” na TV Cultura. Teve grande destaque no mercado publicitário onde realizou mais de 500 filmes, sendo cinco deles, premiados em Cannes. Está em cartaz com o espetáculo “Trair e Coçar é Só Começar” de Marcos Caruso, com direção de Atílio Rico. No teatro atuou em “AINDA”, “Porca Miséria”, “No Natal a Gente Vem te Buscar”, “Quarteto em Rir Maior”, “O Analista de Bagé”, “Me Engana Que eu Gosto”, entre outras. CARLOS MARTIN - Função: Ator. Formado pela Fundação das Artes de São Caetano do Sul. No Teatro atua também na Direção de Produção dos espetáculos “Baixa Terapia”, texto de Matias Del Federico, direção Marco Antônio Pâmio, com Antônio Fagundes; “Vermelho”, texto de John Logan, direção Jorge Takla, com Antônio e Bruno Fagundes; “Tribos”, texto de Nina Raine, direção Ulysses Cruz, com Antônio Fagundes; Como Ator trabalhou em “Shrek – O Musical”, Musical da Broadway, Direção de Diego Ramiro; “O Mágico de Oz”, Musical da Broadway – Direção de Charles Möeler & Claudio Botelho; “HAIR” – Musical da Broadway, Direção de Charles Möeler & Claudio Botelho; “Trair e Coçar é Só Começar”, Texto de Marcos Caruso e Direção de José Scavazini. AILTON ROSA – Função: Ator. Formado em Artes Cênicas pela Faculdade Paulista de Artes. Estudou no CPT - Centro de Pesquisas Teatrais, sob coordenação de Antunes Filho; oficina ministrada por Gerald Thomas; estudo de Clown com o Grupo Lume. Estudou na Argentina com Sergio Mercúrio. Participou da série “A Turma do Gueto”, exibida pela rede Record de televisão. Atuou em “AINDA”, “O Senhor dos Sonhos”,”Os Bolsos Cheios de Pão”, “AGORA”, “Antígone”, “Kaspar Hauser”, “Caminhador”, “Auto da Barca do Inferno”, “Fuck you Baby”, “Buá... Buá... O Que Será?”, “Sonhei com Charles Chaplin”, “Portinari Pé de Mulato”, “Tietê”, “Eternos Vagabundos”, entre outras. CARLOS DE NIGGRO – Função: Ator. Formado em Artes Cênicas pela Faculdade Paulista de Artes. Realizou oficina de interpretação na Argentina com Sergio Mercúrio, o Bonequeiro de Banfield e interpretação teatral com o também argentino Raúl Serrano. Atuou no monólogo “Diário dum carroceiro” com direção de Iara Brasil, “Electra Enlutada”, direção de André Latorre, pelo qual ganhou o prêmio de ator revelação. Fez parte do elenco da novela “Cúmplices de Um Resgate” e “Chiquititas”, ambas exibidas pelo SBT. “Turma do Gueto” e a novela “Metamorphoses”, exibidas pela Rede Record e do seriado “Vila Maluca” pela Rede TV. No cinema participou do longa metragem “Dois Coelhos” com direção de Afonso Poyart, entre outros. BETO BRUEL – Função: Iluminador. Durante 40 anos de sua carreira dedicados ao teatro, recebeu os seguintes prêmios: 19 Prêmios Governador do Estado - Troféu Gralha Azul, 6 Prêmios Poty Lazarotto e 3 Prêmios SHELL, entre eles: “A Memória da Água”, Prêmio Shell/RJ de Melhor Iluminação de 2001; “Avenida Dropsie”, Prêmio Shell/SP de Melhor Iluminação de 2005; “Não Sobre o Amor”, Prêmio Shell/RJ de Melhor Iluminação de 2008; “Castelo do Barba Azul”, Indicação ao Prêmio Carlos Gomes (Ópera). “Cinema”, Indicação ao Prêmio Shell/SP de Melhor Iluminação de 2010; “Pterodátilos”, espetáculo com Marcos Nanini, Indicação ao Prêmio APTRJ de Melhor Iluminação de 2010. “Viver Sem Tempos Mortos”, com Fernanda Montenegro, direção de Felipe Hirsch. HIRAM RAVACHE – Função: Assessoria para Agenda dos Debates. Formado em Psicologia pela FMU – Faculdades Metropolitanas Unidas. Concluiu diversos cursos, entre eles: “I Curso de Extensão em Transtorno de Personalidade Borderline”, IPQ HMF USP, São Paulo, SP, 2016; Workshop de “Implantação de Programa de Prevenção à Dependência Química”, Instituto Bezerra de Menezes, em 2016; Curso em “Profissional in Residence Program Hazelden Foundation”, Center City, Mineápolis, Minesota, USA, 1997; Curso de “Técnicas de Prevenção à Recaídas e Entrevista Motivacional” UNIFESP, São Paulo, SP/2003; - Curso de “Extensão em Terapia Comunitária” UNIFESP, SP/ 2003; Realizou a produção executiva e fez administração do Espetáculo AINDA durante o ano de 2007 e do espetáculo AGORA em 2014. KEILA MÉGDA BLASCKE – Função: Administração. Atua como Direção de Produção, Produção Executiva e Administração de espetáculos. Realizou diversos trabalhos, entre eles: “Rei Lear” com Juca de Oliveira e direção de Elias Andreatto; “Atreva-se”, com Marcos Veras, Julia Rabelo, Mariana Santos e direção de Jô Soares; “Nada Será Como Antes” (Musical) com direção de Claudio Botellho e Charles Muller; “Happy Hour” com Juca de Oliveira e direção de Jô Soares; “ Na Bagunça do Teu Coração” de João Máximo e Fernando Vianna, com direção Bibi Ferreira; “ Brasil S/A”, de Antonio Ermírio de Moraes com direção de Marcos Caruso; “Porca Miséria” de Jandira Martini e Marcos Caruso, com direção de Gianni Ratto.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.