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PRONAC 193682Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Flutua

MELINA PIRES MENGHINI 36383029894
Solicitado
R$ 200,0 mil
Aprovado
R$ 200,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Linha do tempo

  1. 01/01/2019
    Cadastro PRONAC
    Ano 19
  2. 27/01/2020
    Início previsto
  3. 29/10/2021
    Término previsto
  4. 06/05/2026Encerrado
    Projeto encerrado por excesso de prazo sem captação

Histórico inicial = baseline (situação atual no momento da primeira ingest). Próximas mudanças de status serão capturadas automaticamente a cada nova sincronização SALIC.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2020-01-27
Término
2021-10-29
Locais de realização (1)

Resumo

Projeto itinerante e fluvial que irá levar apresentações oficinas artísticas de artes cênicas, literatura, artes visuais e música para comunidades ribeirinhas do Rio Tapajós - PA em barco adaptado para oferecer as atividades culturais.

Sinopse

não se aplica

Objetivos

1. Objetivos Gerais: 1.1 Democratização do acesso à cultura para comunidades de baixa renda do Baixo Rio Tapajós (PA) com pouco ou nenhum acesso aos centros tradicionais de disseminação cultural; 1.2 Disseminação de práticas e ferramentas culturais para população de baixa renda do estado do Pará por meio da realização de oficinas artísticas; 1.3 Colaborar com o pleno exercício da cidadania cultural da população anfitriã do projeto; 1.4 Permitir o intercâmbio cultural da população local com artistas e agentes culturais de São Paulo; 2. Objetivos Específicos: 2.1 Realização de visita técnica ao local com pesquisa da cultura local e de textos de artes cênicas para utilização no projeto; 2.2 Realização de 03 dias de atividades culturais em 05 comunidades ribeirinhas do Baixo Rio Tapajós (PA): 2.2.1 Localização: Comunidades Anã, Paraíso, Taquara, Bragança e São Domingos, no município de Belterra, região do Baixo Rio Tapajós, estado do Pará. 2.2.2 Duração: - 03 dias em cada comunidade, 06 horas por dia; - 01 dia de locomoção entre as comunidades; 2.3 Oficinas Socioculturais de curta duração: 2.3.1 Oficina de Iniciação à interpretação Teatral - será 01 oficina por localidade, totalizando 5 oficinas; 2.3.2 Oficina de Introdução ao Canto - será 01 oficina por localidade, totalizando 5 oficinas; 2.3.3 Oficina Teatral de Confecção e Manipulação de Bonecos Cênicos - será 01 oficina por localidade, totalizando 5 oficinas; 2.3.4 Oficina de Artesanato Afro-brasileiro - será 01 oficina por localidade, totalizando 5 oficinas; 2.3.5 Oficina de Introdução ao Figurino - serão 02 oficinas por localidade, totalizando 10 oficinas; 2.3.6 Oficina de curta duração Introdução à Contação de Histórias e Incentivo à Leitura - será 01 oficina por localidade, totalizando 5 oficinas; 2.3.7 Oficina de curta duração Escrita Criativa - será 01 oficina por localidade, totalizando 5 oficinas; 2.3.8 Oficinade curta duração de Desenho e Pintura - será 01 oficina por localidade, totalizando 5 oficinas; 2.4 Contrapatidas Sociais: 2.4.1 Realização de palestra: O Teatro e Sua Importância para o Desenvolvimento Humano - será 01 palestra por localidade, totalizando 5 palestras; 3. Público Alvo: - O público alvo do projeto é formado pela população local do Baixo Rio Tapajós, formada em sua maioria por famílias de baixa renda.- Especificamente, o público alvo das contrapartidas é formado por crianças e adolescentes da rede pública acompanhados de professores.

Justificativa

- Esse projeto está de acordo com o art. 1º da Lei nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991 em seus incisos: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. IX - priorizar o produto cultural originário do País. - E também está de acordo com o art. 3º da mesma lei, na alínea c do inciso V, ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura. O Projeto O projeto flutua nasceu em 2015 através da iniciativa da fundadora do coletivo feminino grupo salto fino, Melina Menghini, que realizou uma pesquisa de campo sobre cultura e performances nas comunidades ribeirinhas e indígenas nas margens do Rio Tapajós. Melina se deparou com uma cultura rica em historias, lendas e folclore amazônico, que na sua simplicidade e através de matérias naturais, possuem diferentes expressões artísticas, como o conhecimento de técnicas artesanais milenares, feitas com a borracha da seringueira por exemplo, que deram autonomia à mulheres de muitas comunidades ribeirinhas que passaram a ter uma nova fonte de renda além de preservar a "identidade seringueira". Tanto na Resex como na Flona, existem comunidades extremamente carentes, que vivem as margens da escassez de recursos: sanitários, de saúde, de desenvolvimento humano entre outros. mas principalmente a carência de iniciativas artísticas-culturais na região, onde a maioria dos nativos em sua dura realidade nunca tiveram acesso à linguagens como cinema, teatro, literatura, por exemplo. a fundadora do grupo, entrevistou diversos moradores de diferentes faixa etárias e de gênero. as perguntas eram- você̂ conhece teatro? você̂ já´ foi ao teatro? se hoje você̂ pudesse mudar algo na sua comunidade o que seria? Surpresa com o resultado da pesquisa, ninguém conhecia teatro e a maioria não sabia do que se tratava. alguns citaram que conheciam palhaço, através de iniciativas de algumas ongs atuantes na região que realizam expedições de tempos em tempos, levando medicamentos e vacinas, médicos para realizarem exames, castração de animais e possuem um palhaço que brinca com as crianças como resposta à segunda pergunta, a maioria dos moradores pediu por novas iniciativas, como aulas novas, professores novos, cursos de corte costura entre outros. de maneira generalizada ouve um desabafo e desconforto com a carência de iniciativas culturais e exclusão social. o principal agravante dessa falta de acessibilidade à cidades maiores como Santarém, que possui o teatro Victoria, entre outros, por exemplo, se dá pela distancia fluvial e falta de recursos para o combustível. Assim sendo, surgiu o objetivo de levar um barco com toda programação de oficinas culturais (teatro, musica, literatura, etc.) e capacitadoras como por exemplo de figurino, confecção de bonecos cênicos e adereços, oficina de escrita, entre outras. um verdadeiro estímulo, para os moradores expressarem-se, e empoderarem-se, valorizando aquilo que eles possuem de mais precioso a própria cultura regional, que através do projeto flutua irá ecoar pelos quatro cantos do mundo. O coletivo salto fino após ter realizado o projeto gira sol, que também leva teatro e oficinas artísticas para crianças em situação de vulnerabilidade social, porém na periferia de São Paulo, decidiu sair da sua cidade de conforto, ao entender a necessidade dessas comunidades. o grupo vem desenvolvendo o projeto flutua buscando mecanismos para levar uma produção impecável em termos de conteudo e excelência artística, propondo assim que esse encontro pioneiro entre as artistas e o público, seja extremamente mágico e marcante. O grupo busca agora acesso real ao investimento financeiro que viabilize o projeto, embarcando assim nessa jornada navegando sobre o que escolheram fazer: arte para cidadãos.

Estratégia de execução

1. A opção por aquisição de máquinas de costura, conforme previsto no orçamento para a realização de oficinas de figurino, configura na opção de melhor economicidade visto que o período de 20 dias e a logística com o deslocamento fluvial tornariam o valor de locação mais onerosa do que o valor de compra das máquinas. 2. Após o encerramento do projeto, este proponente irá doar as máquinas de costura para organizações sem fins lucrativos da região que possuam comprovados trabalhos na área sociocultural e que estejam aptas para receber o equipamento. 3. As despesas não apresentadas no orçamento dos subprodutos deste projeto estão contempladas por recursos próprios da empresa proponente e também por rubricas do produto principal.

Especificação técnica

1. Oficinas - Especificações e plano de execução: 1.1 Oficina de Introdução do Figurino - Do DNA da Custura à Liberdade do Figurino A oficina trás o contato com os equipamentos usados profissionalmente na costura, os tipos de máquinas, etapas para montagem de roupas e figurinos. Aprenda tudo por meio de aulas interativas, com ilustrações, apostila, exemplos e muita mão na massa! A oficina é dividida em 3 etapas (1o introdução à maquina de costura e materiais, 2o molde e corte , 3o criatividade na criação de peças e figurinos). Duração: 6hrs (sendo 3hrs pela manhã com pausa para o almoço e 3hrs a tarde) Capacidade: 10 pessoas. Periodicidade: acontece dois dias consecutivos por comunidade, atendendo no total 20 pessoas. Público alvo: pessoas de baixa renda Local: na própria comunidade, dentro da associação ou área escolar 1.2 Oficina de Artesanato Afrobrasileiro - Bonecas Essa oficina visa o resgate de trançados e nós para a criação artesanal. Para esse objetivo, será ensinada a técnica de montagem de bonecas Abayomi. Além da feitura das bonecas, o participantes aprenderão sobre o contexto histórico e como essas bonecas se encontram inseridas na cultura local. São peças do artesanato afro-brasileiro que surgiram durante as viagens nos navios negreiros. As mães africanas, para diminuir o sofrimento de suas crianças, rasgavam pedaços de suas vestes para fazer bonecas somente com tranças e nós. E é por isso que, para manter a tradição, não apresentam costura nem cola. Uma imersão criativa com diferentes tipos de tecidos, onde cada participante poderá sair com sua própria abayomi. Duração: 1hr 30min capacidade: 20 pessoas Público alvo: adolescentes e adultos de baixa renda local: na própria comunidade, dentro da associação ou área escolar 1.3 Oficina Teatral de Confecção e Manipulação de Bonecos Cênicos Nessa oficina o participantes terá a oportunidade de aprender sobre confecção de bonecos cênicos, assim como a manipulação e interpretação teatral, utilizando matéria prima local e material reciclável. Os participantes irão receber orientações de montagem de bonecos com materiais locais e descartáveis, aprendendo sobre a expressividade necessária para criar o efeito dramático durante a manipulação de acordo com as características da performance. Após a construção dos bonecos, os participantes serão orientados sobre técnicas de manipulação para expressão do texto teatral e interação com público. A oficina também colabora com a redução de resíduos por aplicação dos materiais descartáveis na construção dos bonecos. Duração: 2hrs Capacidade: 40 pessoas Público: crianças e adolescentes estudantes de escola pública Local: no barco Flutua 1.4 Oficina de Iniciação à interpretação Teatral; A oficina irá abordar conteúdos relativos aos fundamentos da interpretação teatral para a construção da cena. Esse trabalho explora e afina a escuta do movimento, através da apropriação do gesto, possibilitando uma prática integrada de exercícios de criação e conscientização corporal expressiva. Para tanto, serão utilizados: jogos coletivos e individuais, dinâmicas, experimentações e pesquisas de técnicas teatrais de interpretação. Duração: 1hr 30min Capacidade: 20 crianças e 20 adolescentes-turmas separadas Local: no próprio barco flutua Público alvo: crianças 6 a 11 anos /adolescentes de 12 a 18, alunos de escolas públicas 1.5 Oficina de Introdução ao CantoUma oficina com caráter lúdico e interativo, para que a relação com o canto seja natural, orgânica e prazerosa. Para participar, não é necessário ser afinado ou ter qualquer noção de canto. A oficina passa pelos princípios de produção da voz, os estilos e gêneros musicais, treino da audição e a iniciação ao canto, propriamente dita. Uma oficina com caráter lúdico e interativo, para que a relação com o canto seja natural, orgânica e prazerosa. Para participar, não é necessário ser afinado ou ter qualquer noção de canto. A oficina passa pelos princípios de produção da voz, os estilos e gêneros musicais, treino da audição e a iniciação ao canto, propriamente dita. Conhecendo a própria voz, o participante aprimora a maneira de se expressar, através de novas experiências vocais. Duração: 1hr 30min Capacidade: 20 pessoas Local: no próprio barco flutua Público alvo: adolescentes e adultos de baixa renda 1.6 Oficina de Introdução à Contação de Histórias e Incentivo à Leitura - Hora do Conto A oficina de contação de história para crianças, mergulhará no universo infantil a partir do ponto de vista feminino, homenageando duas autoras de grande relevância histórico-literária de identidade nacional, Cecília Meireles e Tatiana Helinky. Trazendo clássicos como o menino azul e diversidade. E o encerramento da oficina trará́ a obra grandes mulheres que mudaram o mundo da autora inglesa, Kate Pankhurst. Duração: 1hr Capacidade: 35 estudantes e 5 professores Público alvo: estudantes do ensino público de 7 a 15 anos, acompanhados de professores. Local: acontece dentro do barco Flutua 1.7 - Oficina de Escrita Criativa - Era Uma Vez Oficina de escrita criativa dedicada a crianças e jovens no desenvolvimento de suas habilidades de escrita e comunicação. A oficina gera espaço para experimentação da palavra, exploração de cada um em si mesmo, interrelação entre a palavra e outras formas de expressão. A oficina favorece o trabalho em grupo, na medida em que os participantes compartilham suas criações, como também a atenção individual, valorizando as diferentes possibilidades de se resolver um mesmo desafio. Nas suas atividades, lança mão de recursos que facilitam o surgimento de uma voz própria e incentivam a busca da expressão mais próxima do que se deseja expressar, explorando assim sua qualidade de “espaço de pesquisa vivencial”. Duração: 1hr 30min Capacidade: 20 crianças e 20 adolescentes - turmas separadas Público alvo: crianças e adolescentes de escolas públicas - Idade: crianças 6 a 11 anos /adolescentes de 12 a 18 Local: no próprio barco Flutua 1.8 - Oficina de Desenho e Pintura - Retrato do Sonho A oficina utiliza as tintas naturais feitas na própria região a partir de sementes e plantas das florestas como urucum, tabatinga e jenipapo por exemplo. Oficina propõe o dialogo e reflexão sobre o tema sonho, resgatando aquele instinto mais puro que cada indivíduo tem dentro de si. Independente das habilidades, cada um terá́ a oportunidade de se expressar, gerando assim um maior auto conhecimento e caráter motivacional. Duração: 1hr 30min Capacidade: 40 pessoas Público Alvo: crianças e adolescentes alunos de escolas públicas local: no barco Flutua

Acessibilidade

1. Acessibilidade Física: 1.1 - A embarcação estará de acordo com as normas para acessibilidade de público com deficiência, dificuldade de locomoção e idosos para as apresentações teatrais, para as oficinas e contrapartidas sociais. 1.2 - Haverá reserva de 10% da capacidade de ocupação nas oficinas e contrapartidas prioritariamente para público com deficiência, dificuldade de locomoção e idosos. 2. Acessibilidade de Conteúdo: 2.1 Haverá interprete de LIBRAS para todas as oficinas e contrapartidas; 2.2 As atividades do projeto (oficinas e contrapartidas) também serão acompanhadas de equipe apta para auxiliar e integrar público com deficiência visual, dificuldade de locomoção e idosos ao programa a ser realizado;

Democratização do acesso

1. Não haverá comercialização de ingressos; 2. 10% da capacidade dos locais das oficinas e contrapartidas será reservado prioritariamente para pessoas com deficiência, dificuldade de locomoção e idosos. 3. O preenchimento das vagas nas oficinas e contrapartida será por ordem de chegada, sendo limitado pela capacidade do local determinada no plano de execução das mesmas. 4. Em concordância ao inciso IV, do art. 21 da Instrução Normativa nº 2 de 23 de abril de 2019, o projeto irá permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;

Ficha técnica

A empresa proponente desempenhará a função de Produtora Executiva, a sua proprietária Melina Menghini também irá participar como atriz dos espetáculos a serem realizados pelo projeto. Melina Menghini - Produtora Executiva Atriz, diretora e produtora cultural. Co-produziu e dirigiu com os Estados Unidos o filme “Water” , recém dirigiu o documentário “Gira Sol”, sua paixão além de cinema, sempre foi o teatro, onde Melina atuou maior parte de sua carreira. Com mais de 15 espetáculos, a atriz iniciou a carreira atuando com os grupos Parlapatões e Pia Fraus, sendo no segundo integrante por sete anos, mas foi no teatro de Arena com o ícone do teatro nacional, Zé Renato, que a atriz teve sua grande escola. Apresentou-se em turnês e festivais pelo Brasil e exterior (América Latina e Europa), somando mais de vinte festivais de teatro e cinema. Domina linguagens de teatro físico e animação como sombra e bonecos. Estudou dramaturgia infanto-juvenil com o Dinamarques Jesper Braestrup, possui mais de cinco textos dramatúrgicos de autoria própria. Integrou sob a direção de Andy Freer o elenco do grupo australiano Snuff Puppets. Mudou-se para Los Angeles aos 24 anos, estudou interpretação na UCLA (Universidade da Califórnia), e com o preparador de atores Sal Landi. passou um ano em laboratório intensivo com o preparador de atores Eric Morris, que prepara astros de Hollywood. No brasil formou-se no SENAC e na escola de atores Wolf Maya. Melina integrou o elenco principal da série “Que Monstro te Mordeu” na Discovery Kids e Netflix sob direção de Cao Hamburguer. Fez séries televisivas para GNT, HBO, Globo. Foi a mais nova atriz eleita pela assembléia geral da Cooperativa Paulista de Teatro para o cargo de conselheira permanecendo por um ano no mandato. Atua no terceiro setor há sete anos. Fundou o grupo Salto Fino em 2015. Daniela Stirbulov - Mediadora de oficinas Daniela Stirbulov é diretora e atriz graduada pela Eca-Usp e mestre pela East 15 Acting School (University of Essex-Londres), além de ter feito parte do núcleo experimental de artes cênicas do Sesi-SP. no último ano, Daniela atuou como diretora e assistente de direção em três produções em Londres nos teatros Tristan Bates (Sundown Town, a new musical), Stockwell Playhouse (Antony and Cleopatra) e canal Cafe Theatre (Kill them). em São Paulo, assinou a direção do musical Menino Maluquinho com texto de Ziraldo; os Dez Mandamentos o musical; Loucas de Pedra, ganhando o Prêmio Acesc de melhor direção, entre outras. Foi diretora residente de diversos Espetáculos além de ter atuado como atriz no teatro e televisão. dar aula de interpretação para crianças e adolescentes é uma de suas paixões, tendo ministrado aulas de história do teatro na escola 4act, e aulas de interpretação no estúdio broadway, Daniela ainda é artista orientadora e ministra oficinas e workshops complementares. Marília Toledo – Mediadora de oficinas Marilia Toledo, é formada em jornalismo pela Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero. Trabalhou por um ano e meio na rádio bandeirantes (1998 - 1999), como repórter e três anos na tv globo (2000 - 2003), Onde trabalhou no jornalismo e também no programa altas horas, como produtora de jornalismo e redatora de quadros especiais. No entanto a projeçãO de sua carreira ocorreu pela dramaturgia. Em 2010 completou dez anos desde sua estréia como dramaturga e produtora, que lhe rendeu diversos prêmios, dentre eles O prêmio shell (2008) de melhor texto, pelo espetáculo amor de servidãO, escrito em parceria com O autor marçal aquino. Entre muitas peças, escreveu O premiado espetáculo musical infantil amídalas , com músicas compostas especialmente por Chico César (vencedor do prêmio apca de “melhor espetáculo infantil em 2000” e prêmio Femsa de “melhor trilha sonora”).escreveu O espetáculo musical infantil Marias do Brasil, indicado em 3 categorias no prêmio Femsa. Traduziu e adaptou em parceria com Rodrigo Castilho, O espetáculo Misery, de Stephen King, O espetáculo teve Marisa Orth e Luís Gustavo como protagonistas. Adaptou e produziu O espetáculo O escrivão, baseado na novela “Bartleby, the Scrivener”, de Herman Melville, dirigido por Antônio Abujamra. Adaptou e produziu O espetáculo O Doente Imaginário, de Moliére, com direção de Kleber Montanheiro. Adaptou e produziu O espetáculo Sonho de uma Noite de Verão, de Shakespeare, (vencedor “prêmio qualidade brasil de melhor espetáculo para crianças em 2008”, prêmio APCA de “melhor direção” e prêmio Femsa de “melhor atriz coadjuvante”). Escreveu e produziu a Odisseia de Arlequino que ganhou nove prêmios de teatro incluindo “prêmio Femsa de melhor espetáculo infantil de 2009”, prêmio da cooperativa paulista de teatro de melhor espetáculo para criança em 2009, prêmio apca de “melhor elenco”, escolhida “melhor peça para criança em 2009”, pelo Guia da folha de s. Paulo. Escreveu O texto do espetáculo corpo vivo - O carrossel das espécies, de ivaldo bertazzo, que Fez temporada no sesc pinheiros e no sesc belenzinho. Escreveu e produziu a peça As Feiosas, com trilha sonora de Chico César e direção de Mauricio Moraes. Escreveu O texto e assinou a direção do espetáculo Looney Tunes, da warner. Na televisão escreveu a adaptação de O doente imaginário, exibido constantemente na tv cultura, no programa teatro rá tim bum, desde de 2008. Escreveu a Odisseia de arlequino, exibido constantemente na tv cultura, no programa teatro rá tim bum, desde 2010. Roteirista chefe do programa marcas da vida, da produtora Fremantle media, exibido na rede record, em 2011. Roteirista do programa mundo tum pá, do grupo Barbatuques, da produtora primo Filmes, que integrou a Grade do novo canal da Globosat - “Gloob”, em 2012. Roteirista do programa Sessão de Terapia, da produtora Moonshot, exibido pela GNT, com DireçãO de Selton Melo. Joaquim castro - Mediador de oficinas Joaquim Castro é diretor e experiente montador de documentários, trabalhou com os mais inventivos diretores do brasil. Seu primeiro longa como diretor foi Dominguinhos onde ganhou o prêmio de júri popular de melhor documentário no grande prêmio do Cinema Brasileiro em 2015, o filme circulou por alguns dos mais importantes festivais do brasil e do mundo. Em 2019 finaliza seu segundo longa metragem como diretor e montador chamado Teatro Oficina - Uzyna de Desejos, em finalização. Ainda este ano terminou um longo processo de montagem e desenho de som do filme Democracia em Vertigem da aclamada diretora Petra Costa que abriu o festival de Sundance 2019 e está em cartaz no netflix em mais de 190 países. Colaborou na montagem do filme Babenco de Bárbara Paz vencedor do prêmio de Melhor Documentário e o prêmio da Crítica Independente no Festival de Veneza 2019. Está montando o filme Medina sobre o surfista brasileiro bicampeão mundial. Trabalhou em premiados filmes sobre seminais músicos brasileiros como, Jards Macalé (Jards de Eryk rocha que recebeu o prêmio de melhor diretor no Festival do Rio em 2013), Ney Matogrosso (olho nu de Joel Pizzini vencedor do prêmio de melhor filme do jurí popular no Festival In-edit brasil 2014), Benjamin Taubkin (o piano que conversa de marcelo machado levou o prêmio júri popular no In-edit brasil 2017), Maria Bethânia (o vento lá fora e fevereiros, que levou o prêmio júri popular no In-edit brasil 2018 ambos de marcio debellian) entre outros.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

Belterra Pará