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PRONAC 193685Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

PERCUSSÃO MARÉ 2020

PRETO NO BRANCO PRODUCOES EIRELI - EPP
Solicitado
R$ 522,7 mil
Aprovado
R$ 522,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Linha do tempo

  1. 01/01/2019
    Cadastro PRONAC
    Ano 19
  2. 01/02/2020
    Início previsto
  3. 31/01/2023
    Término previsto
  4. 06/05/2026Encerrado
    Projeto encerrado por excesso de prazo sem captação

Histórico inicial = baseline (situação atual no momento da primeira ingest). Próximas mudanças de status serão capturadas automaticamente a cada nova sincronização SALIC.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Educativos em geral
Ano
19

Localização e período

UF principal
SP
Município
Rio Claro
Início
2020-02-01
Término
2023-01-31
Locais de realização (1)

Resumo

O projeto educativo "Oficina de Percussão da Maré" ocorre na Favela da Maré, no Rio de Janeiro, desde 2010. Atualmente conta com a coordenação pedagógica da Escola Maracatu Brasil, liderada por Guto Goffi. O projeto atende anualmente cerca de 50 (cinquenta) jovens entre 10 e 20 anos. As aulas são uma vez por semana, atendendo em dois turnos - manhã e tarde. O projeto, como contrapartida social, também ofereceráo workshop "Simplesmente um show de Música", direcionado para alunos e professores, em 4 (quatro) escolas da rede pública do Complexo da Maré.

Sinopse

O projeto ocorre desde 2010 no mesmo local, e já capacitou mais de 300 (trezentos) jovens moradores da Comunidade da Maré, localizada no Rio de Janeiro. Este projeto conta com a participação de grandes músicos do cenário nacional. O local das aulas será dentro da comunidade, na ONG "Ação Comunitária do Brasil", para que seja possível aproximar os alunos das aulas, sem ter que interferir diretamente em suas atividades diárias. O método que a Maracatú desenvolverá será bastante amplo, para preparar estes jovens para o mercado musical após o término da oficina. Mais que formar novos artistas, objetivamos contribuir para a formação de cidadãos exemplares. Respeito pelo próximo e a partilha. Em virtude da grande oferta de oficinas em todo país, porém com baixa frequência, a proposta é oferecer uma bolsa escola no valor de R$80,00 por mês para cada aluno, com o objetivo de manter uma boa frequência e fortalecer o aprendizado, além de dispor de refeições e material multimídia para despertar a curiosidade e o interesse dos alunos. Este projeto tem como objetivo a manutenção e formação dos membros da ORQUESTRA PERCUSSIVA DA MARÉ. Links relacionados ao projeto: www.percussaomare.com.br https://www.youtube.com/watch?v=IUVRSopdexk&t=152s https://www.youtube.com/watch?v=HfmtklnLeBs https://www.youtube.com/watch?v=cbrFBiTTo9M

Objetivos

OBJETIVO GERAL · Formação e manutenção da ORQUESTRA PERCUSSIVA DA MARÉ, projeto educativo que foi constituído através da OFICINA DE PERCUSSÃO DA MARÉ; O que é a Oficina de Percussão da Maré: · Capacitação musical para 50 (cinquenta) jovens de 10 a 20 anos - musicalização dos alunos, com o estudo teórico e prático, de instrumentos de percussão, flauta doce e cavaquinho, priorizando o ritmo, harmonia e melodia. O aprendizado da leitura e escrita das notas musicais é valorizada na OFICINA DE PERCUSSÃO DA MARÉ. · Além dos instrumentos percussivos, sob a coordenação da Maracatu Brasil, em 2018 foi comemorada a entrada da flauta doce, instrumento recomendado para a musicalização, com a participação no corpo docente do renomado músico Tinho Martins. O objetivo foi ampliar o conhecimento dos alunos, integrando novos instrumentos. Vale ressaltar que estamos buscando inovação. · Fortalecimento da identidade do projeto e seus apoiadores junto às Redes Sociais - transmissão das aulas através do facebook e da possibilidade do público assistir as vídeo-aulas pré-produzidas e veiculadas no nosso site www.percussaomare.com.br (na página - aulas ao vivo). Temos o objetivo do alcance inesgotável de novos participantes, possibilitando o acesso e o compartilhamento de conhecimento com o público digital. · Estágio - abertura de vagas de trabalho remuneradas para os alunos com nível avançado como professor assistente, incentivando alunos com maior maturidade a seguir carreira na área cultural. · Apresentações ao público no programa formação de plateia e apresentações nas escolas públicas na Maré - para tal criamos um projeto paralelo, onde foram mapeadas 18 escolas da Maré, e este novo PROJETO Oficina nas Escolas da Maré, foi aprovado na Lei de Incentivo do ISS. OBJETIVOS ESPECÍFICOS · mapeadas 18 escolas da Maré, e este novo PROJETO Oficina nas Escolas da Maré, foi aprovado na Lei de Incentivo do ISS. OBJETIVO ESPECÍFICOS · Formação musical de 50 (cinquenta) jovens de 10 a 20 anos, com aula uma vez por semana, em dois turnos - manhã e tarde; · Reintegração de todos os alunos interessados que já participaram do projeto nas edições anteriores; · Promoção da cultura musical percussiva; promoção dos ritmos dos nossos ancestrais através de músicas afro-brasileiras, e também realizando um intercâmbio cultural, ensinando ritmos norte-americanos, luso, dentre outros; · Ampliar o conhecimento musical com aulas de harmonia, com o objetivo de introdução de cavaquinhos e sopros na Orquestra; · Colaboração na autoestima dos alunos que vivem em comunidade de alto risco; · Inserção dos alunos mais aplicados, com 20 anos completos, no mercado de trabalho através da música. Contratação para exercerem a função de professores auxiliares, no próprio projeto; · Fomentar a cultura e a formação de plateia através do workshop "Simplesmente um show de Música", direcionado para alunos e professores, em 4 (quatro) escolas da rede pública do Complexo da Maré.

Justificativa

A Oficina de Percussão da Maré ocorre na Favela da Maré, no Rio de Janeiro, desde 2010, atendendo gratuitamente a população local, oferecendo acesso à formação musical em percussão para adolescentes, entre 10 e 20 anos, matriculados regularmente na rede de ensino público. Trata-se de uma iniciativa de grande relevância que promove atividade extracurricular de qualidade, com profissionais altamente capacitados, e fomenta a cultura, autoestima, espírito de equipe e resiliência individual e em grupo. O projeto educativo tem como parceira e proponente a "Preto no Branco Produções Eireli _ EPP". A Lamsa _ Linhas Amarelas S/A, acreditando no potencial do trabalho, mantém o patrocínio para mais esta etapa. Atualmente, o trabalho conta com a Coordenação pedagógica da Escola Maracatu Brasil, liderada por Guto Goffi (baterista do lendário Barão Vermelho). A escola também é pioneira na introdução dos instrumentos percussivos (teoria e prática) no Estado do Rio de Janeiro. O projeto forma anualmente cerca de 50 (cinquenta) jovens entre 10 e 20 anos. Ao longo desses quase cinco anos formaram-se mais de 300 (trezentos) jovens. A lista de espera de um ano para o outro representa mais de 50% da próxima turma. Lembramos que a lista de espera é para ter direito à bolsa, pois os alunos que atingiram a idade máxima do projeto continuam a participar das aulas e até das apresentações inúmeras que fazemos ao longo do ano. Além dos alunos bolsistas, que tem 100% de frequência, outras crianças menores, e até adultos da comunidade, têm acesso às aulas, chegando a atender 80 (oitenta) alunos durante o ano. O projeto tem duração de 12 meses, garantindo uma atividade extracurricular de alta qualidade durante todo o ano letivo. Em 2016 o projeto obteve o patrocínio para todo o ano e a equipe se mantém confiante para o ano de 2020. O trabalho é possível devido aos excelentes resultados obtidos pelos mestres e da coordenação geral e pedagógica que são totalmente comprometidos com o crescimento e a conclusão do trabalho. Tem 100% de aprovação dos alunos e de seus responsáveis. Conforme o plano pedagógico anexado, a proposta atende a maioria dos incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: possibilitando acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; promovendo, estimulando e valorizando recursos humanos e conteúdos locais; valorizando e difundindo manifestações culturais afrobrasileiras, bem como protegendo as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; preservando nossos bens materiais e imateriais; desenvolvendo o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; estimulando a difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; e, principalmente, priorizando o produto cultural brasileiro. Atendendo os incisos I, II, II e Iv do Art. 3º da Lei 8313/91, a proposta prevê: - incentivo à formação artística e cultural através do curso de formação em percussão; - fomento a produção cultural através de apresentações; - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico incluindo no repertório ritmos afrobrasileiros e músicas folclóricas, tanto no curso de formação como das apresentações; - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais com apresentações gratuitas e abertas ao público. A oficina oferece aos adolescentes que moram nas 16 comunidades do Complexo, a esperança de um futuro sem violência. Um futuro onde o matraquear desencontrado de metralhadoras, fuzis e pistolas, perderá para o som ritmado e afinado do tamborim, do repinique, do surdo e da caixa. É por esse futuro, que todas as terças-feiras se encaminham para a Ação Comunitária do Brasil na Rua 11 da Vila do João, mestres (profissionais da música) alunos adolescentes (de 10 a 20 anos de idade). "Simplesmente um show de música" com "PERCUSSÃO", "FLAUTA DOCE" E "CAVAQUINHO" - Aulas de musicalização através de apostilas que desenvolvemos e técnicas, sendo que o diferencial está na visão contemporânea de nossos mestres, músicos de renome e profissionais que atuam no mercado. O link abaixo demonstra, traduz e justifica muito bem o trabalho: https://www.youtube.com/watch?v=IUVRSopdexk

Estratégia de execução

As aulas são totalmente instrumentais: percussão, harmonia (guitarra e cavaquinho) e, a partir da edição de 2017, o sopro. São necessárias as apresentações, pois estimula bastante os alunos que além de terem a oportunidade de subir num palco, que é o que todos desejam, têm também a oportunidade de se apresentarem fora da comunidade. Nas apresentações não existe a necessidade absoluta de um repertório ser executado com canto. Nâo há aula de canto. Este é usado em algumas apresentações pois é mais atrativo, o que não é indispensável. Vale lembrar que a Orquesta Percussão da Maré é fruto do projeto que acontece desde 2010, e é o nome utilizado para as apresentações dos adolescentes. Também é uma contrapartida dos professores e coordenadores, não tem nenhum custo adicional para o trabalho. Abaixo algumas canções eventualmente utilizadas no repertório: - Alagados (Paralamas do Sucesso) - Todo Menino é um Rei (Nelson Rufino e Ze Luiz) - Hino Nacional Brasileiro - Trenzinho Caipira (Heitor Vilas Boas) - Canto das Três Raças (Paulo César Pinheiro) - Tropicália (Caetano Veloso) - Frevo Mulher (Zé Ramalho) - Descobridor dos sete Mares (Lulu Santos) LINKS: https://www.youtube.com/watch?v=HfmtklnLeBs https://www.youtube.com/watch?v=IUVRSopdexk&t=620s https://www.youtube.com/watch?v=klglXlfbA-M

Especificação técnica

PROJETO PEDAGÓGICO: OBJETIVOS GERAIS A cultura popular brasileira está naturalmente inserida dentro das comunidades cariocas, pela grande quantidade de moradores de origem nordestina e herdeiros diretos das antigas senzalas. A Oficina de Percussão da Maré tem por objetivo ensinar música através do uso de instrumentos de percussão brasileira, despertando a paixão pela música popular e, como reforço, na atenção e na percepção dos jovens atendidos pelo projeto fazendo com que se interessem, cada vez mais, pela prática e estudo dos instrumentos de percussão. Jovens de 12 a 20 anos da comunidade da Maré, Vila do João, e demais localidades situada no entorno da linha Amarela, via expressa de ligação da Ilha do Fundão (Zona Norte) à Barra da Tijuca (Zona Oeste). OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1 - Resgatar a cultura popular brasileira através do ensino de ritmos como o Samba, Funk, Baião, Xote, Maracatu, Ciranda, etc., construindo repertório próprio com o grupo de alunos, que tornar-se-ão capazes de tocarem clássicos do cancioneiro popular brasileiro. 2 - Despertar o lado lúdico que a música pode trazer na melhoria e expectativa de futuro na vida desses jovens. 3 - Conscientizar a sociedade de que através do ensino da percussão estamos contribuindo de forma presencial, com grande influência na orientação e formação da cidadania de jovens da comunidade da Maré, Vila do João. Colaborando no desenvolvimento do raciocínio de jovens, de 12 a 20 anos, ensinando uma nova linguagem de comunicação e integração social universal. A escrita musical é a única língua escrita exatamente igual em todos os países do mundo. JUSTIFICATIVA A produtora Crioulinha Produções, proponente até 2016, trouxe a chancela da MARACATÚ BRASIL, escola de música fundada no ano 2.000, pelos bateristas Claudio Diegues e Guto Goffi do grupo musical carioca, Barão Vermelho, para assumir, a coordenação pedagógica do projeto social, que crê que o ensino de música e suas atividades em grupo podem trazer bons frutos para os alunos contemplados pelo projeto e moradores destas comunidades de risco, nesse caso, a Maré, especificamente Vila do João e demais localidades. Através da Oficina colaboramos para a educação e planejamento de um futuro, talvez, mais promissor para esses jovens que estão em plena formação de caráter e de sua intelectualidade. A Oficina de Percussão da Maré tem por finalidade implantar na comunidade da Vila do João uma oficina de música, com aulas semanais, nos turnos da manhã e da tarde, para atender aos moradores de ambos os sexos desta comunidade, na faixa etária de 12 a 20 anos. CARGA HORÁRIA Aulas 01 (uma) vez por semana (terças-feiras) com dois turnos: - 1ª turma (08h ás 12h) - Aula teórica das 08:00h as 9h30 / Aula prática das 9h30 as 11h30 / Intervalo de 30 minutos para o lanche. Encerramento das aulas 12h - 2ª turma (13h ás 17h) - Aula Teórica das 13h ás 14h30 / Aula prática 14h30 as 16h30 / Intervalo de 30 minutos para o lanche Encerramento às 17h; ENSAIO GERAL - 1º sábado do mês das 10h às 12h; APRESENTAÇÕES: A cada 02 meses será realizado um evento aberto (locais a serem definidos) conforme a disponibilidade no período; PÚBLICO ALVO: Jovens e crianças moradores do Complexo de Favelas da Maré, de ambos os sexos, na faixa etária de 12 a 20 anos; METODOLOGIA A escola de música Maracatu Brasil está a frente deste projeto de Oficina de Percussão da Maré e vai escalar 5 professores de percussão e 1 de guitarra e voz para esta missão de ensinar, no período de 10 meses, um repertório de música popular e ritmos brasileiros, qualificando os alunos a se apresentarem ao final do curso em um grande show que será realizado na comunidade da Vila do João. A escola de música Maracatu Brasil, que foi fundada há 17 anos, tem uma extensa experiência no ensino dos ritmos populares e excelência em receber diversos músicos amadores e profissionais de diversos estados brasileiros e países do mundo. 48 AULAS, SENDO UMA VEZ POR SEMANA, NOS TURNOS MANHÃ E TARDE - Aulas de percepção musical e exercícios com baquetas com uso de metrônomo continuam para que a técnica dos alunos esteja a cada semana mais apurada e suas capacidades mais desenvolvidas. Novos ritmos como o Maracatu, Ciranda e Baião serão introduzidos no repertório rítmico dos alunos. Novas músicas do cancioneiro popular brasileiro serão ensaiadas e farão parte do repertório do grupo de alunos da Oficina de Percussão da Maré. MATERIAL DIDÁTICO Cadernos de partitura; Vídeos informativos; Partituras; Para aulas teóricas usamos Instrumentos musicais de percussão brasileira. INSTRUMENTOS UTILIZADOS NA MUSICALIZAÇÃO E ESTUDO DA TÉCNICA DE BAQUETAS Trios de atabaque, pares de caxixi, tamborins, repiques, surdos, caixas, cuícas, pandeiros, ganzás, triângulos e xequêres. PROFISSIONAIS ENVOLVIDOS Coordenador Pedagógico - GUTO GOFFI - Fundador da Escola de música Maracatú Brasil, é músico profissional e baterista do Grupo musical Barão Vermelho. César Brunet - dedicou toda a sua vida a música e a percussão. Tocou com vários artistas da MPB e é professor da Escola de Música Maracatu Brasil. Joca Moraes - professor de música há 40 anos e baterista profissional, dá aulas na Escola Maracatu Brasil. Elir Filho - professor de guitarra e músico profissional. Tinho Martins – músico, saxofonista e arranjador. Coordenação Geral - Abel Duerê - músico profissional há mais de 20 anos, executa em seus trabalhos as influencias afro-brasileira onde a percussão é presente na maioria das faixas em seus CDs e shows. Conhecedor da cultura brasileira e da cultura africana realiza projetos sociais na Comunidade Vila do João (localizado no Complexo de Favelas da Maré) há mais de 15 anos, incluindo eventos natalinos, Dia das Crianças, distribuição de cestas básicas e até a construção da Casa de Angola. Escolhemos a Maré porque Abel se identifica com a Comunidade, uma vez que lá se tornou um reduto angolano, devido a migração de milhares de angolanos desde o período da guerra. Por Angola ser sua pátria mãe, Abel não poupa esforços para realizar projetos que viabilizem uma oportunidade de futuro para os pequenos brasileiros, filhos de Angolanos, que hoje residem no Complexo da Maré, no Rio de Janeiro.

Acessibilidade

A Ação Comunitária do Brasil, espaço físico onde acontecem as aulas, é constituído por uma casa ampla, plana e térrea, com portão grande e banheiros amplos, possibilitando o acesso de pessoas com mobilidade reduzida, conforme orienta o Art. 18 da Instrução Normativa nº 2/2019 do Ministério da Cidadania, repeitando a NBR 15599 da ABNT, item 5.4.1 . As aulas são ministradas em um pátio. As oficinas são abertas e totalmente acessíveis a portadores de necessidades especiais visuais e cognitivas e aos com mobilidade reduzida. Todos os professores e monitores são capacitados para ministrar aulas para atender as demandas deste público. Atualmente o projeto já atende dois alunos com limitações cognitivas. Serão disponibilizadas vagas para os alunos portadores de necessidades especiais, e também será providenciado material didático compatível e adaptado para as necessidades do aluno inscrito, conforme orienta a NBR 15599 da ABNT. O aluno inscrito com necessidades especiais visuais terá direito a apostilas em Braille e/ou sonora. Por se tratar de um projeto de ensino de música/percussão em grupo, a oficina não possui estrutura para atendimento de portadores de necessidades especiais auditivas, público este que necessita de um atendimento individual e especializado para este segmento. É importante destacar que todas as apresentações da ORQUESTRA PERCUSSIVA DA MARÉ (composta pelos alunos da OFICINA DE PERCUSSÃO DA MARÉ), se darão em praças e logradouros públicos de fácil acesso de acordo com a norma NBR 15599, item 5.4.1 - a, da ABNT. O do workshop "Simplesmente um show de Música" estará de acordo com o item 5.10.2 da norma NBR 15599 da ABNT, oferecendo tradutor em Libras, audiodescrição e material sonoro para atender alunos e/ou professores portadores de necessidades especiais. A atividade acontecerá em 4 (quatro) escolas do Complexo da Maré a serem selecionadas e que tenham espaço físico onde possibilite o acesso de pessoas com mobilidade reduzida conforme descrito acima.

Democratização do acesso

A proposta do curso/oficina "Percussão da Maré 2020" oferece 50 (cinquenta) vagas. As inscrições são totalmente gratuitas, e as oficinas não tem mensalidades nem taxas, possibilitando o acesso dos interessados na faixa etária indicada, sendo moradores do Complexo da Maré, de 10 a 20 anos, devidamente matriculados no ensino da rede pública. Para a divulgação, os professores, e a "Orquestra Percussão na Maré" que se mantém com alunos das edições anteriores, saem nas ruas da Maré tocando e panfletando, anunciando a abertura de inscrição. Para a formalização da inscrição, um monitor recebe os candidatos que devem estar acompanhados dos seus responsáveis. A inscrição é sem limitação e as aulas já acontecem automaticamente. Ao final de um mês, selecionamos os alunos que ganharão as bolsas de acordo com requisitos como idade de 10 a 20 anos, se está matriculado na escola, interesse e assiduidade. Os alunos não selecionados para ganhar a bolsa, mas inscritos no projeto, não são dispensados. Eles podem participar das aulas. Em 2018 contamos com 30 (trinta) selecionados. Os bolsistas serão de 40 (quarenta) a 50 (cinquenta) de acordo com a verba do patrocinador, mas teremos no mínimo 50 (cinquenta) alunos inscritos podendo chegar a 80 (oitenta) pelo histórico anterior. No ato da inscrição solicitamos o nome do adolescente, documento de identidade e comprovação de residência, e a mesma documentação do responsável que irá receber a bolsa em seu nome, inclusive conta bancária para pagamento das referidas bolsas. O processo é documentado através de fotografia e filmagem, disponibilizado no site e redes sociais. Os alunos das edições anteriores podem refazer a sua inscrição. Quando atingem a idade limite do projeto, 20 anos, continuam participando da "Orquestra Percussão Maré". Esta orquestra é fruto do projeto, e é com este nome que ocorrem as apresentações/contrapartida do projeto, sendo estas apresentações um grande estímulo para os adolescentes. Para as apresentações resultantes das oficinas, a expectativa de público é de 300 (trezentos) cada uma. Serão registradas em vídeos e disponibilizadas no site e redes sociais. A cada seis meses será colhido um depoimento do aluno e do responsável, também disponibilizado no site e redes sociais. Tanto a lista de inscrição como a de presença será disponibilizada na plataforma SalicWeb. De acordo com o Art. 55 da IN nº 01/2017 do MinC, a proposta contempla os Incisos I e II, pois o projeto acontece na Favela da Maré, cuja população é menos assistida e com menor poder aquisitivo, e seus adolescentes são atendidos gratuitamente. Em atendimento aos Incisos III, IV, V, VI e VII do Art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, e aos Incisos II, III, V, VI, VII e VIII do Art. 56 da IN nº 01/2017 do MinC, a proposta contempla exclusivamente adolescentes da rede pública, que receberão bolsa auxílio. As atividades são desenvolvidas na Favela da Maré, área periférica da cidade do Rio de Janeiro. Serão captadas imagens das ações – oficinas e apresentações, e disponibilizadas em site e redes sociais, havendo permissão, também, para sua veiculação por redes públicas de TV.

Ficha técnica

Coordenador Geral: Abel Düerë (representante legal e dirigente da empresa proponente) Músico experiente atua como agente social na Comunidade do Complexo da Maré desde a década de 90, como voluntário. A relação de afeto entre Abel e o Complexo da Maré é antiga. Começou quando o cantor angolano, com recursos próprios, apoiava seus compatriotas (cerca de 600 famílias cadastradas) refugiados vindos da guerra de Angola que moravam na comunidade. Ao longo desses anos despontou projetos como Natal Solidário, Casa de Angola, Dia das Crianças (youtube: https://www.youtube.com/watch?v=jPP-HqtHp_w). Desde 2010 vem se profissionalizando e estendendo à iniciativa privada a possibilidade de financiar, através do incentivo fiscal, a cultura e atividades sócio educativas na Comunidade, através da OFICINA DE PERCUSSÃO DA MARÉ, que ocorre no interior da ONG Ação Comunitária do Brasil. Hoje atendendo cerca de 90 jovens ao ano. Abel realiza, desde então, a gestão desse projeto que vem colaborando para o desenvolvimento artístico e cultural de dezenas de jovens moradoras do Complexo da Maré - Rio de Janeiro/RJ. Coordenação Pedagógica: Guto Goffi Baterista e fundador da Banda Barão Vermelho. Fundador também da Escola de música Maracatu Brasil, referência internacional e no Brasil no ensino da percussão e bateria. “Nosso objetivo na Maré é descobrirmos os diamantes brutos, lapidá-los e depois fortalecêlos para encararem de frente a vida real e o mercado de trabalho, que a cada dia se torna mais difícil e disputado. Tudo isso é propagado com muito amor...”, afirma o artista Professores: - Joca Moraes - doutorado em música e licenciatura em Educação Artística – professor de bateria na escola Maracatu e na Proarte. Um dos mais consagrados professores de bateria do Rio de Janeiro. Baterista durante muitos anos da artista Zizi Possi. - César Brunet - professor de percussão, formado no Instituto Vila Lobos em 1980 (formado com o mestre Bituca). Foi músico durante muitos anos do Kid Abelha e Barão Vermelho. Se internacionalizou tocando na Itália durante um bom tempo com o duo de violões Barbiere e Scheneider. Gravou com muitos da MPB como Elza Soares, Angela Maria, Caubi Peixoto e outros. Hoje é professor na Maracatu Brasil. - Elir Filho - atua como professor no Instituto Social de Desenvolvimento e Artes (ISDA), onde ministra aulas de Violão, Cavaquinho e Teoria Musical. Músico e produtor foi fundador presidente da Associação Carioca de Bandas de Garagem (ACBG). Diretor artístico do Programa Antena 1 Ao Vivo. - Tinho Martins – músico, saxofonista e arranjador, formado em Licenciatura pela Uni-Rio. Percorreu o Brasil trabalhando por mais de 15 anos como líder da Banda Vitória Régia ao lado de Tim Maia. Fez pit stop com Ed Motta, Abel Düerë e outros.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

Rio de Janeiro Rio de Janeiro