Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 193701Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Projeto Tom Murphy

LUDENS PRODUCOES ARTISTICAS E CINEMATOGRAFICAS LTDA
Solicitado
R$ 600,5 mil
Aprovado
R$ 600,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2019-12-13
Término
2022-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Resumo da Proposta Cultural O projeto Tom Murphy consiste na montagem e execução de um programa duplo com as seguintes peças deste dramaturgo irlandês: "Um Assovio no Escuro" e "Bailegangaire". Tom Murphy (1935-2018) faleceu no ano passado aos 83 e três anos de idade, e as duas peças teatrais a serem produzidas estão entre as mais significativas dentro da sua obra. Como contrapartida social, além da temporada com os dois espetáculos, serão realizadas três sessões de um workshop intitulado: Panorama do Teatro Irlandês.

Sinopse

SINOPSE DA OBRA A opção por um projeto duplo se deve, em primeiro lugar, à importância do dramaturgo e à extensão de sua obra. Além disso, o enfoque temático e o contraponto estilístico entre estas duas obras expoentes da essência criativa do autor em momentos distintos de sua carreira determinaram a escolha. Enquanto Um Assovio no Escuro é uma peça de tom mais agressivo e escuro, com personagens masculinos, que se alicerça nas convenções do modelo realista de teatro e avança para um desfecho trágico, Bailegangaire é uma peça com personagens femininos, entremeada por desejos mais luminosos e positivos, e flerta com elementos da literatura fantástica e do teatro do absurdo que conduzem a trama para um final otimista. Entre estes dois polos que se misturam, uma vez que não existem maniqueísmos em nenhum dos dois textos, são diversos os temas colocados em discussão, tais como a violência latente em contextos de pobreza, a agressão e o abuso contra as mulheres e a miséria física e moral oriundas da falta de oportunidades presentes em determinados ambientes sociais; mas também a esperança e a crença em um futuro com perspectivas mais positivas e promissoras. A partir disso e levando em consideração o momento presente da pesquisa artística da Cia Ludens com a linguagem, os dois espetáculos serão abordados como "experimentações musicadas”, em um processo em que o conjunto das vozes será trabalhado a fim de que se obtenha uma partitura precisa. Um Assovio no Escuro, de tom mais negativo, é um texto de falas rápidas e movimentos ágeis, cuja musicalidade, em contraste, deve ser procurada nas operetas e óperas-bufas. Na contrapartida, Bailegangaire, de tom mais positivo, é um texto mais denso e narrativo, e sua musicalidade, também contrastante, está mais associada às grandes óperas trágicas. Assim, a proposta da encenação é desenvolver os ritmos das falas e dos corpos dentro dessas partituras específicas. A intenção é que esta conjunção de corpos e vozes transporte os espectadores para os climas particulares de cada peça. As músicas presentes em Um Assovio no Escuro serão cantadas à capela, assim como o concurso de risadas que Mommo – a personagem central de Bailegangaire – realiza sozinha, será abordado como uma canção sem acompanhamentos musicais. O cenário será o mesmo para as duas encenações, com pequenas variáveis, e deverá sugerir um cômodo de uma casa de família em um bairro pobre e afastado. De modo similar, a iluminação obedecerá ao mesmo critério e será praticamente a mesma para as duas peças, apenas com acréscimos e supressões de tons e cores que possam melhor sinalizar as diferentes temperaturas dos dois espetáculos. Os figurinos serão confeccionados de acordo com o perfil psicossocial de cada personagem e cada um dos onze atores que farão parte do projeto usará apenas um figurino. As duas peças: Um Assovio no Escuro e Bailegangaire são indicadas para maiores de 14 anos.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Produzir um programa duplo com a montagem e a realização das peças: "Um Assovio no Escuro" e "Bailegangaire", duas das mais significativas obras do irlandês Tom Murphy. Autor de uma obra extensa com pontos de conexões estreitas com a realidade sócio-político do Brasil contemporâneo, a temática da dramaturgia de Murphy prioriza, sobretudo, as tensões de núcleos familiares e as questões sociais, morais e éticas que aproximam a realidade de pequenas cidades irlandesas com a de comunidades nacionais. O projeto será realizado na cidade de São Paulo, contará com 03 meses de ensaios, previstos para iniciarem em fevereiro de 2020, e estreia prevista para maio de 2020, em uma temporada de 02 meses, totalizando 24 apresentações, de quinta a domingo, previstas para acontecerem em um teatro com capacidade de 300 lugares, a ser definido. As duas peças "Um Assovio no Escuro" e "Bailegangaire" serão apresentadas em sessões em dias alternados, com duração de 90 minutos cada, mediante o pagamento de ingressos a preços populares. O custo de cada ingresso terá o seu valor máximo de R$ 60,00 a inteira e R$30,00 a meia-entrada e a cota de comercialização de ingressos do Vale Cultura, ao valor de R$50,00. O projeto de montagem das peças é composto de um elenco de 11 atores, com direção de Domingos Nunez. A tradução dos dois textos de Murphy, também será feita por Domingos Nunez. OBJETIVO ESPECÍFICO Produto: Espetáculos de Arte Cênica _ Apresentações das peças: - 24 apresentações divididas entre as duas peças que fazem parte do Projeto Tom Murphy: "Um Assovio no Escuro" e "Bailegangaire". - Atendendo a acessibilidade do projeto, 03 apresentações serão com intérprete de libras; - Atendendo a acessibilidade do projeto, 03 apresentações serão com Audiodescrição; - 01 ensaio aberto; - 04 bate-papos ao final das apresentações, no decorrer do projeto. Produto: Contrapartida Social _ Ação Formativa Cultural - 03 sessões de um workshop formativo: Panorama do Teatro Irlandês: - Atendendo a acessibilidade do projeto, 01 sessão do workshop será com intérprete de libras; - Atendendo a acessibilidade do projeto, 01 sessão do workshop será com Audiodescrição.

Justificativa

Justificativa O projeto se enquadra no Art. 1º da Lei 8313/91: I _ Contribuir para facilitar a todos os meios para livre acesso às fontes da Cultura e pleno exercício dos direitos culturais. O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Artigo 3º da Lei 8313/91): II - Fomento à produção Cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de artes e espetáculos de artes cênicas ou congêneres.

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE Conforme Art. 18. O projeto adotará as medidas de Acessibilidade compatíveis com as características do objeto sempre que tecnicamente possível, conforme a Lei nº 13.146/2015 e Decreto 9.404 de 2018. No espaço onde terão lugar as peças do “Projeto Tom Murphy” – referente à Espetáculo de Artes Cênicas: apresentações das duas peças “Um Assovio no Escuro” e “Bailegangaire”, assim como no espaço (distinto do primeiro) onde acontecerá a Contrapartida Social com a Ação Formativa Cultural: Workshop: Panorama do Teatro Irlandês, o proponente garantirá que serão contempladas as medidas de acessibilidade para pessoas com deficiência, mobilidade reduzida tais como: a) Medidas de acessibilidade física para idosos, cadeirantes e obesos serão disponibilizadas nos locais de realizações das apresentações das peças, bem como no local onde serão realizadas as sessões do workshop da contrapartida social, equipados com rampas de acesso, elevadores, banheiros adaptados, espaços e assentos adequados que permitam o gozo e o pleno exercício de seus direitos culturais. b) Medida de acessibilidade para deficientes auditivos, com Intérprete de Libras. c) Medida de acessibilidade para deficientes visual, com Audiodescrição.

Democratização do acesso

DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO Art. 20. A proposta cultural deverá conter um Plano de Distribuição detalhado, visando assegurar a ampliação do acesso aos produtos, bens e serviços culturais produzidos, contendo: Produto: Espetáculos de Arte Cênica – Apresentações das peças Conforme previsto no plano de distribuição, o espaço onde terão lugar as duas peças que fazem parte do Projeto Tom Murphy: “Um Assovio no Escuro” e “Bailegangaire” abrigará, no decorrer das apresentações, um público estimado de 7.200 espectadores. Em complemento ao Artigo 20, o proponente, de acordo com a medida de ampliação de acesso, inciso “V” do Artigo 21 da Instrução Normativa nº 2/2019 do Ministério da Cidadania, realizará as seguintes ações: 02 (dois) ensaios abertos e 04 (quatro) bate-papos com os espectadores ao final de 04 apresentações (duas de cada peça) durante a temporada de dois meses. Estas ações de ampliação de acesso, não devem se confundir com aquelas previstas no Art. 22. Produto: Contrapartida Social – Ação Formativa Cultural Conforme art. 22, como ações formativas culturais, serão realizadas 03 sessões gratuitas do workshop: Panorama do Teatro Irlandês, que totalizarão 720 (setecentos e vinte) vagas presenciais, dentre as quais 50% serão destinadas a professores, alunos do ensino médio da rede pública e alunos de Educação de Jovens e Adultos de Ensino Superior da cidade de São Paulo. Estas ações de contrapartida social, não devem se confundir com aquelas propostas para a ampliação de acesso, prevista na alínea “a” inciso I do Artigo 20, bem como, o inciso “V” do Artigo 21 da Instrução Normativa nº 2/2019 do Ministério da Cidadania.

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA Autor: Tom Murphy Tradução: Domingos Pereira Nunes Direção Artística: Domingos Pereira Nunes Elenco: André Luís Garcia de Oliveira, Amaziles das Graças de Almeida, Francisco dos Santos Cardoso e George Luiz Queiroz dos Passos. (Elenco confirmado até o momento). Os demais atores serão selecionados após testes com a direção. Direção de Produção: Daniel Vicente Ferreira Coordenação Geral; Captação de Recurso e Coordenação Administrativo Financeiro: Domingos Pereira Nunes Cenografia e Figurinos: José Cássio Brasil Iluminação: Aline Santini O proponente irá executar através de seu sócio dirigente as funções de Direção Artística, Tradução dos Textos, Coordenação Geral, Captação de Recurso e Coordenação Administrativa Financeira, dentro das quais os valores recebidos, a título de remuneração pelos serviços prestados, não ultrapassarão 50% (cinquenta por cento) do valor homologado para a execução do projeto. As rubricas de Captação de Recurso e Coordenação Administrativa Financeiro serão prestadas de forma voluntária. CURRÍCULOS RESUMIDOS DOS PRINCIPAIS PARTICIPANTES: - DOMINGOS PEREIRA NUNES - (Domingos Nunez) – Irá executar as funções de Diretor Artístico, Adaptador dos Textos e Coordenador Geral. E as rubricas de Captação de Recurso e Coordenação Administrativa Financeira, serão prestadas de forma voluntária. Graduado em Letras pela Universidade Federal de Santa Catarina, possui Mestrado em Teatro Português Contemporâneo e Doutorado em Estudos Linguísticos e Literários em Inglês pela Universidade de São Paulo e National University of Ireland - Maynooth. Realizou também um pós-doutorado em Escrita Criativa junto a UNESP/São José do Rio Preto. É crítico, dramaturgo e o diretor e tradutor de todas as produções da Cia Ludens desde a sua fundação, tendo diversos artigos críticos sobre os processos de pesquisa e produção da Companhia publicados em livros e periódicos no Brasil e no exterior, além de traduções de textos críticos e roteiros de cinema para revistas especializadas. André Luís Garcia de Oliveira - (André Garolli) - Ator Cursou Engenharia Mecânica Plena na Universidade Mackenzie e é diretor artístico da Cia. Triptal desde 1991. Entre seus principais trabalhos como diretor estão: “Projeto Homens ao Mar” com os espetáculos: Zona de Guerra, (Prêmio APCA – Melhor Espetáculo Teatral de 2006); Rumo a Cardiff (03 Indicações ao Prêmio Shell 2006); Luar sobre o Caribe e Longa Viagem de Volta pra Casa, baseados em textos de Eugene O’ Neill e O Mata Burro, de Fabio Torres. Para a Escola de Arte Dramática – EAD-USP dirigiu Pedreira das Almas, de Jorge de Andrade. Dirigiu o episódio Zona de Guerra; A Longa Viagem e a minissérie João Miguel para o programa “Direções” da TV Cultura. Como ator, seus principais trabalhos são: Gata em Telhado de Zinco Quente, de Tennessee Williams; Credores, de August Strindberg; Doze Homens, de Reginald Rose e Megera Domada, de William Shakespeare, todos com direção de Eduardo Tolentino de Araújo; Caixa 2, texto e direção de Juca de Oliveira; Sucesso a Qualquer Preço, de David Mamet, direção de Alexandre Heinecke; Vênus em Visom, de David Ives, direção de Hector Babenco e Os Exilados, de James Joyce, direção de Ruy Guerra. Na televisão atuou nas minisséries Lara com Z; Cinquentinha e Na Forma da Lei e nas telenovelas Amor à Vida e Fina Estampa, na TV Globo e Sangue do meu Sangue e Perola Negra, na TV Record. Desde 1996 atua como professor na Escola Wolf Maya, Teatro Vento Forte, Oficina Oswald Andrade, Tuca e Escola Everton de Castro ministrando cursos e oficinas de interpretação para teatro e vídeo. Amaziles das Graças de Almeida - (Amazyles de Almeida) - Atriz Fez o curso de Teatro Universitário da Universidade Federal de Minas Gerais e foi indicada ao Troféu Minc-Inacen/MG como melhor atriz por Aurora da Minha Vida, de Naum Alves de Souza e melhor atriz coadjuvante por Sr.Puntila e Seu Criado Matti, de Bertold Brecht. Trabalhou durante quatro anos com música, na banda de rock Veludo Cotelê, com shows dirigidos por Wolf Maia e Zé Rodrix. Mudou-se para São Paulo em 1991 e desde então participou como atriz de diversas montagens, entre elas Ham-Let , texto e direção de José Celso Martinez Corrêa; Laços Eternos, de Zíbia Gasparetto, direção de Renato Borghi; Verás que Tudo é Mentira, de Theóphile Gautier, direção de Marco Antonio Rodrigues; As Mulheres da Minha Vida, de Neil Simon, direção de Daniel Filho; Os Possessos , adaptação, dramaturgia e direção de Antonio Abujamra; Side Man, de Warren Leight, direção de Zé Henrique de Paula e A Volta para Casa, de Matéi Visniec, direção de Regina Duarte. Com a Cia Ludens atou em Dançando em Lúnassa, de Brian Friel, direção de Domingos Nunez. Participou de diversos filmes de curtas e longas metragens, entre eles: O Grande Mentecapto, direção de Oswaldo Caldeira; Alma Corsária, direção de Carlos Reichenbach; A Hora Mágica, direção de Guilherme de Almeida Prado e A Comédia Divina, direção de Toni Venturi. Francisco dos Santos Cardoso - (Chico Cardoso) - Ator Ator licenciado pelo SATED de São Paulo desde 2005, possui graduação em História pela Universidade de São Paulo e licenciatura na mesma área também pela USP. Realizou cursos e oficinas para atores nas Oficinas Culturais Oswald de Andrade, Centro Cultural São Paulo e Departamento de Cultura do Clube de Regatas Tietê, e foi aluno em dois módulos de Dança Criativa no Ballet Stagium de São Paulo. Desde 2006 tem trabalhado com a Cia Ludens na qual atuou nos espetáculos As Duas Mortes de Roger Casement, texto e direção de Domingos Nunez; Balanganguéri, o Lugar Onde Ninguém Mais Ri, de Tom Murphy e Idiota No País dos Absurdos, de Bernard Shaw, ambas com direção de Domingos Nunez. Também na Cia Ludens fez os figurinos para o espetáculo O Fantástico Reparador de Feridas, de Brian Friel e participou como ator nos Ciclos de Leituras da Companhia. Com outras companhias teatrais fez os cenários e figurinos para a peça Onça Que Espirra Não Come Carne, de Plínio Marcos, e atou em Yu Xiang (adaptação sua), direção de Sabrina Caires; Vereda da Salvação, de Jorge Andrade, direção de Reginaldo Nascimento; Rent, de Jonathan Larson, direção de Fausto Viana e Romeu e Julieta, de William Shakespeare, direção de Rogério Brito. George Luiz Queiroz dos Passos - (George Passos) - Ator Ator formado em 1998 pela EAD/USP recebeu em 1999 a indicação ao Prêmio Mambembe/98 de melhor ator coadjuvante, pela atuação em Voltaire – Deus me livre e guarde, de Osvaldo Mendes, direção de Marika Gidali. Atuou também em Sujeito Barrado, projeto realizado com o “Prêmio Estímulo Flávio Rangel”, com dramaturgia e direção de Márcio Tadeu. Entre 2002 a 2014 realizou trabalhos artísticos para crianças, com o grupo Banquete Cênico e Cia. Alumiar, dos quais foi fundador, e montou os espetáculos, entre outros, Menina Bonita do Laço de Fita, a partir do conto de Ana Maria Machado e Contação de Histórias, inspirado em diversos contos da cultura popular. Com o grupo Lux in Tenebris atuou nos espetáculos Ciganos, o Povo Invisível e Paixoei ou Diários da Floresta, inspirado no livro Diários da Floresta, de Betty Mindlin. Com a Cia Ludens atuou em As Duas Mortes de Roger Casement, texto e direção de Domingos Nunez. Daniel Vicente Ferreira – (Daniel Palmeira) – Diretor de Produção Iniciou sua carreira como produtor no final dos anos 80 e trabalhou em mais de 50 espetáculos como produtor, diretor de produção e produtor executivo, nas áreas de Teatro, Dança e Música, na Cidade de São Paulo e em outras capitais do Brasil. Na área de vídeo e TV produziu comerciais, vídeos institucionais e programas de TV. Seus principais trabalhos para o teatro são: Ricardo III ou Cenas de Meierhold, de Matéi Virniec, direção de Clara Carvalho; Um Panorama Visto da Ponte, de Arthur Miller, direção de Jose Henrique de Paulo (Vencedor dos prêmios Shell, APCA e Bibi Ferreira); A Festa de Abigail, de de Mike Leigh, direção de Mauro Baptista Vedia; Tudo no seu Tempo, de Alan Aycknourn, direção de Eduardo Muniz; Visitando o Sr. Green, de Jeff Baron, direção de Cassio Scapin; Eu Vou Tirar Você Deste Lugar, texto e direção de Sérgio Magio; Pedro e o Capitão, de Mario Benedetti, direção de Marco Loureiro; Brincando com a Morte, de Joe Orton, direção de Alexandre Tenório; Afogando em Terra Firme, de Alan Aycknourn, direção de Eduardo Muniz; Guarde Um Beijo Meu, texto e direção de Mario Cesar; Pessoas Absurdas, de Alan Aycknourn, direção de Otavio Martins; Três Homens Baixos, de Rodrigo Murat, direção de Jonas Bloch; Nara, de Marcio Araujo e Fernanda Couto, direção de Marcio Araujo; Meu Filho sem Nome, de Izilda Simões, direção de Marcelo Romagnoli; Os Penetras, de Mike Leigh, direção de Mauro Baptista Vedia; Manual Prático da Mulher Desesperada, de Dorothy Parker, direção de Ruis Bellenda; A Natureza do Olhar, de Fernando Pessoa, direção de Amir Haddad; Histórias da Caixola, texto e direção de Marcio Tavolari; E Daí Isadora?, de Eliza Maciel e Paulo Cesar Feital, direção de Bibi Ferreira. Na área de Música: CD Acronon, composições do professor e compositor H.J.Koellreutter; CD Cabala, composições de Mauro Muszkat; Música Brasileira do Império – Visconde de Taunay, com a pianista Sylvia Maltese; CD Mulheres Compositoras França/Brasil com as pianistas Sylvia Maltese e Paola Tarditte; CD Encontros com a Música de São Paulo, com a pianista Sylvia Maltese. Aline Santini - (Aline Santini) - Iluminação Graduada em Artes Visuais e Pós Graduada em Lighting Design na Faculdade Belas Artes em 2016. Estudou com o fotógrafo Carlos Moreira e foi assistente do iluminador Wagner Pinto e Gerald Thomas. Trabalha com iluminação há 19 anos e realizou trabalhos com grandes diretores, companhias, artistas de teatro, dança, performance e artes visuais em São Paulo. Atua como performer e cria instalações. Indicada quatro vezes ao prêmio Shell e vencedora do prêmio Denilto Gomes no ano 2017com o espetáculo de dança SHINE. Indicada duas vezes ao prêmio APCA de dança. Este ano foi uma das artistas selecionadas a representar o Brasil na Quadrienal de Praga. Ministra oficinas de iluminação cênica em Oficinas Culturais, Sesc e SP Escola de Teatro. Participou de festivais nacionais e internacionais de teatro e dança na Alemanha, Croácia, Argentina, Bolívia, Portugal e Irlanda. José Cássio Brasil (Cássio Brasil) - Cenografia e Figurinos. Começou sua trajetória nas artes em cima dos palcos, mas foi na criação de figurinos que se destacou como um dos mais expressivos profissionais dessa área. Trabalhou com Jô Soares e Bete Coelho como, assistente de direção. Foi indicado ao Prêmio Carlos Gomes (ópera) e ao Prêmio Robert da Academia Dinamarquesa de Cinema. Premiado com o Shell. Concorreu ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro – 2017 pelo trabalho em "Reza a Lenda" filme de Homero Olivetto. Trabalha nas principais casas de espetáculos e companhias de Teatro, Dança, Ópera e com os mais respeitados diretores de teatro e cinema. Dentre seus principais trabalhos estão Linha de Passe, de Walter Salles e Daniela Thomas; Tudo que aprendemos juntos, de Sergio Machado; Vazante, de Daniela Thomas; Dueto pra um e Palavra de Rainha, de Mika Lins.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.