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PRONAC 193709Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Viradalata 15 anos!

VIRADALATA ESPACO CAPITAL LTDA
Solicitado
R$ 632,4 mil
Aprovado
R$ 632,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Linha do tempo

  1. 01/01/2019
    Cadastro PRONAC
    Ano 19
  2. 10/01/2020
    Início previsto
  3. 10/01/2021
    Término previsto
  4. 06/05/2026Encerrado
    Projeto encerrado por excesso de prazo sem captação

Histórico inicial = baseline (situação atual no momento da primeira ingest). Próximas mudanças de status serão capturadas automaticamente a cada nova sincronização SALIC.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2020-01-10
Término
2021-01-10
Locais de realização (1)

Resumo

Para comemorar os quinze anos de existência da companhia de teatro Viradalata, a companhia traz aos palcos apresentações de seu repertório de espetáculos e convidados de outras companhias. Os espetáculos tem como foco o público infantil, objeto de pesquisa da cia Viradalata.Como contrapartida social serão oferecidas oficinas sobre a linguagem do palhaço que será ministrada pela atriz e diretora Alexandra Golik. As oficinas serão direcionadas para professores e estudantes da rede pública de ensino.

Sinopse

Espetáculo História do Brasil O espetáculo A História do Brasil procura explicar os principais acontecimentos históricos do Brasil, desde a chegada de Pedro Álvares Cabral até os dias atuais, de forma lúdica e musical. Os acontecimentos são tratados com leveza e humor, focando na formação dos pilares da estrutura social brasileira. Passaremos pelos períodos da Colônia, Reino Unido, Império e República, por cada uma das sete Constituições que já vigoraram e pelas algumas das principais mobilizações populares que existiram ao longo de nossa história. Espetáculo Medinho Medão O espetáculo Medinho Medão conta a história de Rafa, que como muitos meninos urbanos, sofre com a ausência de seus pais, que trabalham muito e estão sempre super ocupados. O mundo de Rafa é povoado por medos: de elevador, de formiga, de cair da cama, de barata, de barulho, de ficar sozinho, do escuro, do fundo, do fogo, do frio, da professora de matemática, de monstro e de minhoca. Num dia em que todo mundo esquece de buscá-lo na escola, em sua solitária espera, Rafa cai no sono; seu sonho o leva para um lugar diferente, onde começa a entender que ter medo não é uma vergonha e acabar com ele pode ser um desafio, além de muito divertido. Espetáculo Coquetel de Fadas Em Coquetel de Fadas, tudo começa quando Chapeuzinho Vermelho, Cinderela e Branca de Neve estão na floresta, apressadas, correndo de volta para casa. Chapeuzinho se perdeu ao procurar a casa da avó, Cinderela se perdeu porque se atrasou ao sair do baile e Branca de Neve se perdeu ao fugir da bruxa malvada. Desesperadas, as três personagens correm muito para achar o caminho de volta quando, inesperadamente, perdem um de seus sapatos. Agora, além de precisarem chegar ao lugar desejado, sabem que só serão novamente apresentáveis à sociedade quando recuperarem o sapato perdido e tiverem novamente um par Espetáculo Viralatas Fifi recebe vários “mimos” de sua dona e costuma passear na badalada Rua Oscar Freire. Embora cercada de todo “luxo” se sente sempre muito sozinha...Esse cenário estável se transforma depois que seus novos amigos vira-latas colocam Fifi em uma grande enrascada e sua dona resolve devolvê-la ao Pet Shop. Muito arrependidos, os colegas criam um plano para resgatar a cachorrinha. Ajudam a contar a história as doze músicas assinadas por Golik com arranjos de Gus Bernard. O musical tem como pano de fundo a delicada questão sobre a necessidade de adoção de animais abandonados.

Objetivos

Objetivo Geral: O projeto tem como objetivo comemorar os 15 anos da companhia Viradalata de teatro através da exibição de seu repertório de 05 espetáculos infantis: História do Brasil, Medinho Medão, Coquetel de Fadas, Viralatas O Musical e Os Três Mosqueteiros. Cada espetáculo cumprirá 08 sessões no Teatro Viradalata. Também convidaremos 05 espetáculos infantis com sucesso de público e crítica na cidade de São Paulo e cada um também cumprirá 08 sessões cada um. Desta forma, totalizaremos 80 sessões de espetáculos infantis, alcançando um público de aproximadamente 19.200 pessoas. Objetivos Específicos: - temporada de 08 sessões do espetáculo infantil História do Brasil; - temporada de 08 sessões do espetáculo infantil História Medinho Medão; - temporada de 08 sessões do espetáculo infantil Coquetel de Fadas; - temporada de 08 sessões do espetáculo infantil Os Três Mosqueteiros; - temporada de 08 sessões do espetáculo infantil Viralatas O Musical; - temporada de 08 sessões do espetáculo infantil do grupo convidado 01; - temporada de 08 sessões do espetáculo infantil do grupo convidado 02; - temporada de 08 sessões do espetáculo infantil do grupo convidado 03; - temporada de 08 sessões do espetáculo infantil do grupo convidado 04; - temporada de 08 sessões do espetáculo infantil do grupo convidado 05; - 10 oficinas de formação em palhaço com 04 horas de duração cada uma.

Justificativa

O projeto se enquadra nos incisos I, II e III do Artigo 1º da Lei 8.313/91, uma vez que visa: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturaisII - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locaisIII - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores E ainda se enquadra nos objetivos do Artigo 3 da Lei 8.313/91: O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Artigo 3º da Lei 8313/91):II - fomento à produção cultural e artística, mediante:e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres Há 15 anos que faço a pergunta: Por que fazer Teatro Infantil? E ao longo desse tempo venho refletindo sobre meu trabalho e a resposta seria simples, se a questão não fosse tão complexa. Fazer Teatro Infantil serve para que as crianças possam, através do imaginário, entender algumas das questões mais profundas da vida como o respeito, a amizade, a compaixão, a tolerância, a justiça, o amor, a dignidade, a honestidade, a força de vontade, o senso de humor, assim como a raiva, o egoísmo, a intolerância, a injustiça, a descriminação, a desonestidade, a falta de respeito, a inimizade, a desonestidade e tantas outras questões. A arte como um todo, tem um grande poder de "síntese da realidade". É através dela que muitas vezes se pode compreender o incompreensível. E o teatro é em si, uma arte muito rica, pois engloba muitas outras artes como música, dança, pintura, arquitetura, literatura, e ainda outras não citadas aqui. Acredito que ter contato com um universo tão rico, certamente contribui para que desde cedo, uma criança seja uma pessoa mais completa, com mais recursos. Por isso fazer Teatro Infantil é tão importante. Quanto mais cedo uma criança tem contato com o universo artístico, mais facilmente poderá se tornar um ser humano melhor, mais abrangente. Educação, arte e cultura deveriam andar juntas, uma vez que uma complementa a outra. Se em nosso país tivéssemos isso como premissa escolar, nos tornaríamos rapidamente um país mais desenvolvido e mais justo. A Cia Viradalata trabalha com a renovação do tratamento dado às plateias infantis, pois o teatro para crianças é um gênero teatral específico e a companhia conhece as balizas e os componentes preponderantes que delimitam uma encenação teatral para as plateias infantis, bem como os elementos que definem esta especificidade e onde se localizam, na carpintaria e nos conteúdos dramatúrgicos, na encenação e na interpretação. Embora com uma grande produção na cidade de São Paulo, o teatro para crianças ainda é considerado como uma arte de menor importância, tanto pelos órgãos públicos da cultura e da educação como pelos patrocinadores e até mesmo pelos artistas, na sua grande maioria, encarando-o muitas vezes como arte para o início de carreira. É claro que o que se observa é que ainda permanece um número expressivo de espetáculos com propósitos questionáveis e interesses nitidamente comerciais com adaptações improvisadas atraindo grande parcela do público que, ao escolher o espetáculo, opta por títulos conhecidos. A democratização de acesso tão apregoada pelos editais de patrocínio e pelas leis de incentivo ainda não mostra resultados, apesar de esforços empreendidos na linguagem do teatro infantil. As atividades artísticas dedicadas às crianças no campo da produção, da difusão, da memória e do estudo não são priorizadas pelas políticas públicas. Todos estes fatos são decorrência, em última análise, de uma visão estreita que ainda prevalece em relação ao tema e à sua importância no conjunto das artes, da educação e da cultura. Ampliar o nível de compreensão e o reconhecimento da importância do teatro para crianças é o grande desafio a ser enfrentado com o objetivo de transformação desta realidade. Tudo isso só é possível através de uma lei de incentivo, pois através dela um patrocinador poderá cooperar para essa transformação da realidade.

Estratégia de execução

não se aplica.

Especificação técnica

não se aplica.

Acessibilidade

Como se trata de espetáculo teatral e oficina de formação como contrapartida social, declaramos para os devidos fins que o teatro escolhido atenderá todas as exigências da Lei no que rege os artigos 27 inciso II, do decreto 5761/06 que diz: “Proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do artigo 23 da Lei nº10.741, de 1º de outubro de 2003, e portadores de deficiência, conforme disposto do artigo 46 do Decreto 3.298 de 20 de dezembro de 1999”. Quanto à Acessibilidade Física: o teatro Viradalata possui rampas de acesso que visam facilitar a acessibilidade de idosos e pessoas com mobilidade reduzida, além de banheiros adaptados para atender as necessidades deste público. Quanto à acessibilidade de conteúdo: acontecerão 20 sessões com intérprete de Libras para a compreensão do conteúdo do espetáculo por parte dos deficientes auditivos e 10 sessões com audiodescrição.

Democratização do acesso

Para o espetáculo: Haverá venda de 20% dos ingressos das apresentações a preço popular, garantindo a democratização do público. Referente à distribuição gratuita à população, adotaremos os incisos do artigo 21 da IN 05/2017: I - doar, além do previsto no inciso I, do art. 44, do Decreto 5.761, de 2006, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias.

Ficha técnica

A proponente Viradalata será responsável pela gestão administrativa do projeto. A proponente tem como responsável legal a atriz e diretora Alexandra Golik que também é responsável pela direção do espetáculo e será responsável pela rubrica 8 na planilha - coordenação geral. Texto e Direção: Alexandra Golik Elenco: Diego Rodda, Humberto Morais, Joice Jane Teixeira, Marco Barretho e Rennata Airoldi Direção de Produção: Cia Viradalata Produção Executiva: André Oliveira CURRICULOS Alexandra Golik Bacharelada em Interpretação Teatral na Escola de Comunicação e Artes de São Paulo - ECA-USP. Estudou também na École Internationale de Théâtre de Jacques Lecoq, e na École Philippe Gaulier, ambas em Paris. Escreveu e dirigiu vários espetáculos, entre eles: Killocaloria, Insônia, O Poço, Mamy, Seqüestro, Vilcabamba, Medinho Medão e Coquetel de Fadas. Foi co-autora nas adaptações de Chapeuzinho Vermelho, Os 3 Porquinhos, João e Maria, Peter Pan e Wendy, Alice no País das Maravilhas e Pinóquio feitas pela Cia Le Plat du Jour, fundada em 1992. Como atriz fez inúmeros espetáculos infantis e adultos e recebeu os prêmios APCA e FEMSA por Peter Pan e Wendy, prêmio FEMSA de melhor atriz e melhor adaptação por Os Três Porquinhos e APCA de melhor adaptação por Os Três Porquinhos Recebeu como melhor atriz o prêmio FEMSA e APCA pelo espetáculo Peter Pan e Wendy e Dirigiu o espetáculo Grávido. Direção 2005 e 2011 – “Medinho Medão” – Texto, Direção e Cenário de Alexandra Golik 2007 - “João e Maria”, Texto adaptado e direção Cia Le Plat Du Jour (Prêmio Femsa de Teatro 2007 de Melhor Cenografia) 2009 – “Alice no País das Maravilhas” – Texto Adaptado e Direção Cia Le Plat du Jour 2009 - “Pinóquio” – Texto Adaptado e Direção Cia Le Plat du Jour 2010 – “Vilcabamba” – Texto de Alexandra Golik com a Cia Le Plat du Jour 2011 – “Mamy” – Texto, Direção e Cenário de Alexandra Golik 2011 – “Coquetel de Fadas” – Texto, direção e cenário Alexandra Golik 2012 – “Grávido” – Texto de Gustavo Kurlat, Marcelo Laham e Fábio Herford, direção Alexandra Golik 2014 – “Rapunzel” – Texto Adaptado e Direção Cia Le Plat du Jour 2014 – “A Graça do Vira” – Espetáculo de humor com Personagens e Cinco Atores diferentes Diego Rodda Atuou nos seguintes espetáculos: - A Sessão da Tarde ou Você Não Soube Me Amar – 2010/11 – Cia. de Teatro Rock / Texto: Marcos Ferraz / Direção: Fezu Duarte, Marcos Okura e Fábio Ock - Lado B – Mudaram As Estações – 2010/11 – Cia. de Teatro Rock / Texto: Marcos Ferraz / Direção: Fezu Duarte, Marcos Okura e Fábio Ock - Os Saltimbancos – 2009/13 (ainda em cartaz no Teatro Folha) / Direção: Fezu Duarte - Se Essa Rua Fosse Minha – 2011– Cia. de Teatro Rock / Texto: Marcos Ferraz / Direção: Fezu Duarte, Marcos Okura - O Direito de Cantar – 2011/13 (em turnê SESCs de São Paulo) Maria Gorda Produções / TPM - Tratamento Para Machos – 2012/13 / Direção: Amaury Ernani - Comédia Futebol Clube – 2013 / Texto: Carla Araújo / Direção: Anselmo Vasconcelos - O Gato de Botas - Uma Aventura no Brasil – 2013 / Cia La Mariquita / Direção: Fezu Duarte FORMAÇÃO Formação Teatral Prof.: Waldson Ferreira (1994 – 1999) Interpretação ã Direção: Teatro Escola Nill de Pádua (1999 – 2002) Workshop de Interpretação e Construção da Personagem ministrado por Leona Cavalli (2004) - SESI Arte Circense: Circo Espacial - Prof. Fran Santanna (1995 – 2001) Interpretação Cênica: Maria Cristina Ferri (2003/2004) Técnica Vocal, Semiótica, Análise Melódica e Harmonização – (2003/2007) Marco Barretho Ator e roteirista, com 18 anos de carreira, formado pelo “Teatro Escola Macunaíma” e pela “Teatrês – Oficina Teatral Denise Del Vecchio/ Alzira Andrade”. Dentre diversos trabalhos, participou do projeto “Teatro nas Univesidades”, de Paulo Goulart e Nicette Bruno, sob direção de Márcio Aurélio, em 2005. Humorista e comediante, é um dos fundadores do show de humor “Rashowobico”, com apresentações de diversos personagens cômicos de sua própria autoria, em cartaz de 2007 a 2011. Dentre tais personagens, o “São Longuinho” se destacou no quadro de humoristas e comediantes “Quem Chega Lá”, do Domingão do Gaustão, em 2009, onde também realizou participações em outros quadros como a “Pegadinha Premiada” e “Mete Bronca”. Em 2008 e 2009 protagonizou o espetáculo “Viúva, porém Honesta”, de Nelson Rodrigues, em São Paulo-SP, sob direção de Eloísa Vitz e em 2010 protagonizou o curta metragem “Seus Pés”, sob direção de Luma Oquendo. Atuou no premiado espetáculo infantil “Pelos Ares” de Pedro Guilherme, com o grupo Provisório Definitivo, em 2011. No mesmo ano, fez parte do 1º Laboratório de Humor da Rede Globo, sob direção de Marcio Trigo. Em 2012, integrou o elenco do evento “O Auto da Independência”, sob direção de Nelson Baskeville e o elenco do espetáculo “ Gangue”, sob direção de Mauro Baptista Vedia, o qual lhe rendeu indicação de melhor ator coadjuvante, pelo Prêmio Femsa. Humberto Morais (ator) Formando pela escola de atores Wolf Maia (2017), atou em diversos espetáculos, com destaque para: “Caio em Mim” (2017), “Ofício” (2016), Era Uma Vez Um Tirano (2018) Com a Cia Viradalata realiza o espetáculo: História do Brasil Joice Jane Teixeira (atriz) Formando pela EAD, atuou em diversos espetáculos, com destaque para: O Aroma do Tempo com direção de José Renato, Lisístrata: Sexo, drogas e greve direção Débora Dubois O Primo Basílio Dan Rosseto Com a Cia Viradalata realiza o espetáculo: História do Brasil Renatta Airoldi (atriz) Formada pela Faculdade de Artes Cênicas / UNICAMP. Atuou em diversos espetáculos, com destaque para: Canção dos direitos da criança – Texto e direção Carla Candiotto; A Pior das Intenções” texto e direção de Mario Bortolotto; Paisagem e Silêncio” Harold Pinter/ dir Denise Weinberg; Bilhete” – Marici Salomão / dir. Celso Frateschi; “ Procurando Firme” – Ruth Rocha / dir. Neyde Veneziano; Com a Cia Viradalata realiza o espetáculo: Coquetel de Fadas, Os 3 Mosqueteiros e História do Brasil

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

São Paulo São Paulo