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PRONAC 193714Apresentou prestação de contasMecenato

PALCO – Periferia SP

LEANDRO DE OLIVA COSTA PENHA - ARTES E PRODUCOES CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 243,5 mil
Aprovado
R$ 259,6 mil
Captado
R$ 244,9 mil
Outras fontes
R$ 4,2 mil

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

94.3%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2019-12-13
Término
2023-11-30
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O Projeto PALCO _ Periferia SP compõe-se de aulas de arte em diferentes linguagens - música, teatro, dança - para crianças, jovens, adultos e idosos, moradores do bairro Jaguaré, localizado na zona oeste da cidade de São Paulo, que integradas culminarão, ao final do processos artístico e pedagógico, em uma mostra cultural, intergeracional, de criação coletiva, com base nas potências da vida cotidiana em periferia, com destaque para a produção cultural periférica paulistana. Ao longo do projeto, os participantes visitarão saraus, mostras de rua, sedes de coletivos e equipamentos culturais diversos como complemento às aulas e como acesso aos bens culturais das diferentes periferias da metrópole. As aulas serão realizadas em escolas públicas e/ou organizações da sociedade civil sem fins lucrativos e estão dirigidas a um público em situação de vulnerabilidade social em locais pouco privilegiados de equipamentos culturais na cidade de São Paulo.

Sinopse

São realizadas apresentações de teatro, dança e música ao longo do ano, culminando, no fim do ano, em uma mostra culural com integração de todas as linguagens artísticas do projeto realizada no fim do ano. O tema orientador é a reflexão sobre a relação centro-periferia vivida pelos moradores da comunidade. As apresentações, ao longo do processo, têm duração de até 20 minutos e possuem um caráter de pesquisa. A apresentação final terá duração de 60 a 80 minutos e será realizada em uma praça ou escola pública que represente uma referência para a população local.

Objetivos

OBJETIVO GERAL O PROJETO PALCO tem como objetivo principal promover e ampliar o conhecimento, o acesso e o interesse pela arte auxiliando no fortalecimento de competências e habilidades socioemocionais de crianças, jovens, adultos, idosos que vivem em situação de vulnerabilidade social. Atua em rede, em parceria com escolas públicas e organizações da sociedade civil. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: · Promover espaço de criação artística voltada para o fortalecimento da identidade e da produção cultural periférica; · Realizar mostra cultural com, para e na comunidade atendida para valorização e reconhecimento de seus moradores, suas histórias de vida e suas criações artísticas; · Promover seis saídas pedagógicas e passeios para equipamentos culturais diversos (peças de teatro, coletivos culturais, saraus, shows, etc). O PROJETO PALCO propõe aulas de: · Música: musicalização, violão e banda; · Dança; · Artes Cênicas: teatro e linguagem do palhaço; · Artes Visuais: intervenções artísticas pelo bairro. As atividades virtuais ocorrerão de uma a duas vezes por semana, no período de 9 (nove) meses, com duração de 60 a 120minutos/aula, acompanhados por profissional da área escolhida: arte/educadores e coordenadores, com monitoramento e avaliação trimestral. Baseadas nas várias modalidades culturais a serem apresentadas, o PROJETO PALCO desenvolve atividades de diferentes linguagens de maneira acolhedora para que a transformação seja efetiva onde haja além do conhecimento cultural efetivo, o fortalecimento de valores como autoestima, autoconfiança e a relação com o outro com qualidade. Ainda neste caminho, o PROJETO PALCO pretende com base no envolvimento de ações culturais aqui propostas, desenvolver a consciência de pertencencimento à cidade e produção. As atividades semanais têm como objetivo alcançar um público direto de 160 pessoas, com 13 turmas. Haverá onze professores subdivididos da seguinte forma: Educador de musicalização - 3 turmas (2 para crianças e 1 para idosos), com 13 participantes em cada uma, total de 39 participantes; Educador de violão _ 2 turmas (um nível iniciante, outra nível iniciado), com 15 participantes em cada uma, total de 30 participantes; Educador de banda _ 1 turma, com 12 participantes; Educador de iniciação teatral - 2 turmas, com 12 participantes em cada uma, total de 24 participantes; Educador de teatro para montagem intergeracional (Cia de Teatro) - 1 turma com 15 participantes (este grupo terá aulas de preparação corporal também); Educador de teatro/linguagem do palhaço _ 1 turma com 08 participantes; Educador de dança - 2 turmas com 12 participantes em cada uma, total de 24 participantes; Educador de intervenções urbanas _ 1 turma com 08 participantes. Valores como respeito, amizade, espírito de equipe, transparência, resiliência e cidadania são os pilares do projeto. Como princípios metodológicos: Ø Curriculares: Educação por projetos Ø Práxis Educativa: Ação-Reflexão-Ação, valorização das relações interpessoais, diálogo, cooperação e ação no contexto social. Público Alvo: Crianças, jovens, adultos e idosos que vivem em situação de risco e vulnerabilidade e residem nas localidades onde estão situadas as organizações sociais e escolas públicas parceiras, comunidades da zona oeste da cidade de São Paulo. - 115 pessoas em aulas semanais; - 215 pessoas em apresentações dos alunos ; - 444 pessoas na mostra cultural; - 200 pessoas nas palestras sobre a importância da arte que serão realizadas em duas diferentes escolas públicas do bairro (uma em cada semestre).

Justificativa

O projeto se enquadra no Art. 1° da Lei 8313/91 nos seguintes itens: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;O projeto também se enquadra no Art. 3° da Lei 8313/91 nos seguintes itens:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; JUSTIFICATIVA Estudos realizados nas últimas duas décadas têm revisto o modelo centro-periferia a partir das fronteiras geográficas da cidade. Como cita Érica Peçanha do Nascimento (2014, p.290)[1], periferia refere-se a certa realidade que ainda concentra a população marginalizada econômica, racial e socialmente, e que apresenta restrição ao exercício da cidadania, um menor número de equipamentos e serviços públicos, maior percurso para o trabalho e de vulnerabilidade a riscos ambientais quando comparados a bairros historicamente tidos como centrais ou nobres. Neste sentido, resgatar e iluminar as histórias de um bairro e da comunidade que o habita, os acontecimentos, os desejos que deram forma ao que existe no presente, torna-se uma potente ferramenta de transformação, na medida em que os indivíduos que dela participam encontram a oportunidade de reconhecer suas características, suas singularidades e, por meio deste reconhecimento e do exercício crítico e reflexivo que ele promove, podem, a partir daí, apontar e desencadear as mudanças que desejam para o espaço em que vivem. A capacidade criadora apresenta-se como um instrumento através do qual os sujeitos cultivam cultura em que estão inseridos. Revolvem a terra onde pisam e habitam, experimentam seus sabores, reconhecem seus ritmos e símbolos e ouvem suas histórias. SOBRE O TERRITÓRIO O desenvolvimento deste projeto no bairro Jaguaré e Cotia justifica-se por diagnósticos elaborados pela SEI Consultoria (responsável: João Paulo Altenfelder) e pelo diagnóstico participativo elaborado pela Ideia.SP, Casa de Maria e Marta e Congregação Santa Cruz, juntamente com a comunidade, no projeto Plataforma dos Centros Urbanos, realizado pelo UNICEF, de 2010 a 2012.[1] NASCIMENTO, Érica Peçanha do. Vozes negras e periféricas na literatura: pode o Estado amplificá-las?. In: Silva, Cidinha da. (Org.). Africanidades e relações raciais: insumos para políticas públicas na área do livro, leitura, literatura e bibliotecas. 1ed.Brasília: Ministério da Cultura/Fundação Palmares, 2014. DADOS DO DIAGNÓSTICO: - Moradores das comunidades sentem falta de espaços de cultura e lazer, principalmente, aos finais de semana; - Ausência de Pontos de Cultura e Equipamentos Culturais Públicos nos bairros; - Aumento dos indicadores de violência junto aos segmentos de adolescentes e jovens; - Notas de IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) baixas em comparação a média da cidade de São Paulo; - Indicadores de evasão escolar altos em comparação a média da cidade de São Paulo. DADOS SOBRE O DISTRITO Os dados do Censo de 2010 do IBGE indicam 49.863 habitantes no bairro Jaguaré, sendo 12.200 moradores da comunidade Vila Nova Jaguaré. A comunidade Vila Nova Jaguaré tem 166,6 mil metros quadrados e, aproximadamente, 3.690 domicílios. Na década de 30, esta área foi doada e projetada, pelo engenheiro Henrique Dumont Villares, para ser utilizada como área de lazer, contudo passou a ser invadida a partir das décadas de 60 e 70 com a intensificação da migração para a cidade. O bairro limita-se com os distritos paulistanos de Vila Leopoldina, Alto de Pinheiros, Butantã, Rio Pequeno e com a cidade de Osasco. Há 13.123 menores de 18 anos no bairro, sendo 3.215 crianças e jovens que residem nesta comunidade. Nota-se a oportunidade de crescimento e necessidade do investimento em projetos sociais a partir destes dados. A arte e cultura são formas eficientes de atração, adesão e desenvolvimento destes públicos e o envolvimento comunitário é premissa básica para atuação social.

Estratégia de execução

PLANO PEDAGÓGICOO afastamento social proveniente da necessidade do combate à disseminação do novo Coronavírus (SARS-COV-2) fez com que o projeto repensasse o modelo de interação com/entre educandos e educadores. Como nossa ação educativa acontece no contraturno de escolas públicas estaduais, em organizações sociais que atuam com crianças e em unidades básicas de saúde (UBS) – todos estes espaços com protocolos rígidos de distanciamento e restrições – foi preciso adaptarmos as aulas ao formato 100% remoto. As ações para a formação de educadores, por exemplo, passam a acontecer a distância e com periodicidade quinzenal ao invés de mensalmente como acontecia no formato presencial.A partir de pesquisa prévia sobre a acessibilidade tecnológica dos educandos – dispositivos disponíveis para conexão, acesso à rede e domínio das ferramentas – pudemos definir o modelo pedagógico para atuação neste contexto. Foram definidos dois formatos: síncrono e assíncrono. No formato síncrono, por meio de plataformas online de videoconferência, possibilitamos a criação de um ambiente de interação para aprendizagem em encontros destinados a aulas, criação artística, acompanhamento individual, conversas e convivências. Já no formato assíncrono, os conteúdos enviados por meio de aplicativos de multiplataforma de mensagens instantâneas e chamadas de voz para smartphones permitem a distribuição de arquivos de som, imagem, links e de videoaulas pré-gravadas em plataformas de compartilhamento de vídeos e seu acesso a qualquer momento.As possibilidades e não possibilidades de acesso à tecnologia digital são a base do planejamento pedagógico de todos os cursos oferecidos. Aos educandos e educandas sem acesso, o contato por meio de ligações telefônicas é importante para que se mantenha o vínculo e a aprendizagem em tempos de isolamento social. A interação permite que os educadores mantenham conversas pessoais e individuais para trocas afetivas e poéticas mediante leituras de textos de literatura e teatro. Além disso, serenatas acontecem de forma presencial na porta das casas de educandas e educandos sempre obedecendo os protocolos de segurança para o distanciamento social. Desta forma, entendemos que essas ações cumprem o papel de manutenção dos vínculos educacionais e afetivos tão fundamentais aos objetivos de nosso projeto.Violão?Minha casa e meu bairro – quais são as características de onde moro?? é a pergunta que, direta ou indiretamente, orientará as aulas de violão do ano de 2019, visando uma apropriação cada vez maior de si para uma experiência de vida mais consciente e plena, buscando abrir portas para diversos movimentos de transformação em que o próprio educando é o maestro ao perceber seu próprio ritmo e lidando com o equilíbrio, a harmonia e a beleza. A manutenção da energia vital por meio do exercício da sensibilidade artística surgirá como um tema transversal dos encontros.Além das aulas práticas, o educador atuará com cadernos para os educandos em aulas. Eles servirão como suporte para reflexão e organização dos conceitos aprendidos nas aulas. Neste sentido, as aulas contemplarão não apenas a produção musical e aspectos mais subjetivos da linguagem musical, mas também abrirão espaço para o desenvolvimento do pensamento por meio do exercício de refletir sobre aquilo que aprende.Violão?O bairro, seu centro e suas periferias – quais são as características de onde moro?? é a pergunta que, direta ou indiretamente, norteará as aulas de violão do ano de 2020, visando uma apropriação cada vez maior de si para uma experiência de vida mais consciente e plena, buscando abrir portas para diversos movimentos de transformação em que o próprio educando é o maestro ao perceber seu próprio ritmo e lidando com o equilíbrio, a harmonia e a beleza. A manutenção da energia vital por meio do exercício da sensibilidade artística surgirá como um tema transversal dos encontros.Além das aulas práticas, o educador atuará com cadernos para os educandos em aulas. Eles servirão como suporte para reflexão e organização dos conceitos aprendidos nas aulas. Neste sentido, as aulas contemplarão não apenas a produção musical e aspectos mais subjetivos da linguagem musical, mas também abrirão espaço para o desenvolvimento do pensamento por meio do exercício de refletir sobre aquilo que aprende.Iniciação TeatralIntersecção entre a literatura periférica e o conceito de jogo dramático para conduzir as atividades é a linha orientadora das aulas de iniciação teatral. Haverá investigação dos elementos formais básicos que compõem a linguagem teatral. A voz, o corpo, a conversa entre o eu e o personagem criados serão alguns pontos trabalhados pela turmas.A educadora pretende construir um relacionamento de grupo saudável, em um ambiente sem críticas pessoais, aprovações ou desaprovações, em que o coletivo seja privilegiado em detrimento do individualismo, em que os participantes sintam-se livres para experienciar e descobrir, pelo intuitivo e pelo espontâneo, a linguagem teatral.DançaOs principais objetivos das aulas de dança no ano de 2020 são propiciar às crianças e aos jovens vivências e experiências estéticas a partir da corporeidade, das relações entre corpo, espaço e tempo, ampliar os repertórios de cultura corporal, movimento e o conhecimento do próprio corpo, possibilitar a apreciação de diversas manifestações artísticas corporais por meio da exibição de vídeos, além de possibilitar diálogos acerca da cultura corporal.MusicalizaçãoAtuar na construção da sensibilização e apreciação estética, desenvolver a capacidade reflexiva, comunicativa e criativa, aprimorar a percepção musical, a coordenação motora, a expressão vocal e corporal são alguns dos principais objetivos das aulas de musicalização do Projeto PALCO. A exploração do uso da voz por meio dos jogos de canções populares, casada a compreensão de todo o corpo como um grande produtor de sons e ritmos conduzirá as atividades que serão desenvolvidas ao longo do período. A construção de novos instrumentos também será um tema a ser explorado pelos participantes. Linguagem do PalhaçoA atividade tem como objetivo colocar o jovem em contato com ele mesmo, diante de suas insatisfações, incertezas e angústias que serão elementos fundamentais para a criação de cada palhaço e dos números cômicos que serão apresentados para sua comunidade e familiares. Proporcionar experiências para que o aluno encontre onde está sua graça, como se diverte e o que acha engraçado no outro. Para isso, lançará mão do estudo de claques circenses e muitos atividades de improvisação, fundamentais nesta linguagem.Cia de Teatro - intergeracionalAs atividades da cia de teatro serão divididas em duas partes. A primeira metade do processo será dividida em quatro etapas com três ensaios cada. A primeira etapa consiste na escolha democrática dos temas que orientarão a montagem, seguida de jogos de iniciação teatral inspirados na obra de Viola Spolin e Maria C. Novelly, que visam integrar os educandos e deixá-los confortáveis com processos de criação em grupo e exposição. A segunda etapa consiste na radicalização da ideia de teatro contemporâneo enquanto um ato lúdico de transformação, inspirada na obra de Artaud, Schechner e Campbell. Durante esses ensaios eles farão criações coletivas e individuais que partirão do desejo dos próprios educandos a partir de uma atmosfera lúdico que será conduzida pela educadora. A terceira etapa consiste em jogos de improviso, exercícios corporais/vocais e propostas criativas dos educandos com base em um texto da dramaturgia universal que dialogará com referências periféricas. Viola Spolin e Yoshi Oida serão referências importantes para esse terceiro momento, que é também quando os atores manifestarão seus interesses quanto aos ?personagens? com os quais preferem trabalhar. Na quarta etapa, cada jovem terá seu respectivo papel. Na segunda etapa o foco é a criação e montagem das cenas, seguidas de ensaios gerais do espetáculo em sua totalidade.BandaPara a formação da banda, o educador apostará no ensino da teoria musical, aliada a prática. À medida que os educandos conhecerem e explorarem os diferentes instrumentos musicais, estudarão elementos teóricos, comuns aos mesmos.Os educandos praticarão escalas e se aproximarão dos conceitos de tom, melodia, harmonia e ritmo, fundamentais para a composição da banda.Letras e músicas compostas pelos educandos e repertório da música popular brasileira, assim como referências pop rock orientarão as aulas.Teclado, bateria, guitarra, contrabaixo elétrico, compõem a banda do projeto.Intervenções urbanasPretendemos elaborar e propor oficinas, vivências e experiências em arte/educação que tenham como fios condutores a formação de sujeitos singulares e autônomos em contextos coletivos e as potenciais inserções que esses possam desenhar em sua comunidade. Trabalhamos com a ideia de um planejamento pedagógico ativo e fundamentalmente coletivo; para tal, desde já começamos a compartilhar referências que podem nutrir a elaboração das propostas mais diretivas (como os ateliês) bem como as reflexões sobre a prática e os cuidados com os processos-contínuos. Em lugar de destaque está o engajamento na busca de perguntas – busca mobilizada pela crença de que o desejo por respostas pode dar lugar à pratica do questionamento. Como pensar um corpo coletivo de criação e transformação de realidades? Que território habito? E o questionamento, enquanto prática emancipatória e promotora de polifonia virá a fim de também contextualizarmos termos da arte, derivarmos pela região, formarmos rodas de discussão, experienciarmos transformações coletivas, travarmos diálogos com os cotidianos que compõem os sujeitos e exercitarmos a linguagem do experimental.

Especificação técnica

PLANO PEDAGÓGICO Violão ?O bairro, seu centro e suas periferias – quais são as características de onde moro?? é a pergunta que, direta ou indiretamente, norteará as aulas de violão do ano de 2020, visando uma apropriação cada vez maior de si para uma experiência de vida mais consciente e plena, buscando abrir portas para diversos movimentos de transformação em que o próprio educando é o maestro ao perceber seu próprio ritmo e lidando com o equilíbrio, a harmonia e a beleza. A manutenção da energia vital por meio do exercício da sensibilidade artística surgirá como um tema transversal dos encontros. Além das aulas práticas, o educador atuará com cadernos para os educandos em aulas. Eles servirão como suporte para reflexão e organização dos conceitos aprendidos nas aulas. Neste sentido, as aulas contemplarão não apenas a produção musical e aspectos mais subjetivos da linguagem musical, mas também abrirão espaço para o desenvolvimento do pensamento por meio do exercício de refletir sobre aquilo que aprende. Iniciação Teatral Intersecção entre a literatura periférica e o conceito de jogo dramático para conduzir as atividades é a linha norteadora das aulas de iniciação teatral. Haverá investigação dos elementos formais básicos que compõem a linguagem teatral. A voz, o corpo, a conversa entre o eu e o personagem criados serão alguns pontos trabalhados pela turmas. A educadora pretende construir um relacionamento de grupo saudável, em um ambiente sem críticas pessoais, aprovações ou desaprovações, em que o coletivo seja privilegiado em detrimento do individualismo, em que os participantes sintam-se livres para experienciar e descobrir, pelo intuitivo e pelo espontâneo, a linguagem teatral. Dança Os principais objetivos das aulas de dança no ano de 2020 são propiciar às crianças e aos jovens vivências e experiências estéticas a partir da corporeidade, das relações entre corpo, espaço e tempo, ampliar os repertórios de cultura corporal, movimento e o conhecimento do próprio corpo, possibilitar a apreciação de diversas manifestações artísticas corporais por meio da exibição de vídeos e visitas a exposições e espetáculos, além de possibilitar diálogos acerca da cultura corporal. Musicalização Atuar na construção da sensibilização e apreciação estética, desenvolver a capacidade reflexiva, comunicativa e criativa, aprimorar a percepção musical, a coordenação motora, a expressão vocal e corporal são alguns dos principais objetivos das aulas de musicalização do Projeto PALCO. A exploração do uso da voz por meio dos jogos de canções populares, casada a compreensão de todo o corpo como um grande produtor de sons e ritmos conduzirá as atividades que serão desenvolvidas ao longo do período. A construção de novos instrumentos também será um tema a ser explorado pelos participantes. Linguagem do Palhaço A atividade tem como objetivo colocar o jovem em contato com ele mesmo, diante de suas insatisfações, incertezas e angústias que serão elementos fundamentais para a criação de cada palhaço e dos números cômicos que serão apresentados para sua comunidade e familiares. Proporcionar experiências para que o aluno encontre onde está sua graça, como se diverte e o que acha engraçado no outro. Para isso, lançará mão do estudo de claques circenses e muitos jogos de improvisação, fundamentais nesta linguagem. Cia de Teatro - intergeracional As atividades da cia de teatro serão divididas em duas partes. A primeira metade do processo será dividida em quatro etapas com três ensaios cada. A primeira etapa consiste na escolha democrática dos temas que nortearão a montagem, seguida de jogos de iniciação teatral inspirados na obra de Viola Spolin e Maria C. Novelly, que visam integrar os educandos e deixá-los confortáveis com processos de criação em grupo e exposição. A segunda etapa consiste na radicalização da ideia de teatro contemporâneo enquanto um ato ritualístico de transformação, inspirada na obra de Artaud, Schechner e Campbell. Durante esses ensaios eles farão criações coletivas e individuais que partirão do desejo dos próprios educandos a partir de uma atmosfera ritualística que será conduzida pela educadora. A terceira etapa consiste em jogos de improviso, exercícios corporais/vocais e propostas criativas dos educandos com base em um texto da dramaturgia universal que dialogará com referências periféricas. Viola Spolin e Yoshi Oida serão referências importantes para esse terceiro momento, que é também quando os atores manifestarão seus interesses quanto aos ?personagens? com os quais preferem trabalhar. Na quarta etapa, cada jovem terá seu respectivo papel. A segunda etapa do processo começa a partir de julho, onde o foco será a criação e montagem das cenas, seguidas de ensaios gerais do espetáculo em sua totalidade. Percussão Corporal OBJETIVOS:Conhecer as técnicas de percussão corporal: barbatuques, stomp, hambone e gumboots;Desenvolver noção e reconhecimento de pulsação e estruturas rítmicas;Desenvolver a consciência corporal e coordenação motora;Desenvolver atividades musicais, de forma lúdica e prazerosa;Promover a integração entre as pessoas, valorizando a solidariedade e a cooperação;Refletir sobre o fazer artístico;Ampliar a percepção musical e sua relação com o ouvir sensível e crítico;Reconhecer o diálogo entre a música e o desenvolvimento cultural através do tempo;Aumentar o repertório de Percussão Corporal pelo mundo;Conhecer e aumentar o repertório de músicas e jogos musicais brasileiros e estrangeiros. CONTEÚDOS:Vídeos e jogos com as técnicas: barbatuques, Stomp e HamboneExercícios Psicotécnicos Exploração de timbres do corpo (voz, boca, peito, palma, pés)Jogos musicais (flechas, ecos, regência, minimal)Exercícios de tempo e contratempoCompassos binários, ternários e quaternários Ritmos: pop-rock, funk, baião, samba, afoxéJogos musicais e canções brasileiras e estrangeirasConstrução de arranjos coletivosNoções básicas de composição e improvisação COMPOSIÇÃO E FORMATO DAS AULAS:Encontros semanais em plataformas digitais para plantão de dúvidasCriação de grupo de Whatsapp da turma para comunicação e interação dos participantes e educadores.Videoaulas semanais com os pontos principais das aulas síncronas. As atividades semanais têm como objetivo alcançar um público de 160 pessoas com 13 turmas: ATIVIDADE - TURMASMUSICALIZAÇÃO - 3MÚSICA - 1VIOLÃO - 2INICIAÇÃO TEATRAL - 2CIA DE TEATRO - 1DANÇA PARA CRIANÇAS -2TEATRO/PALHAÇO -1INTERVENÇÃO URBANA -1

Acessibilidade

As escolas e espaços públicos onde o projeto atuará dispõe de condições de livre acesso para pessoas portadoras de deficiência e para pessoas idosas, como rampas, corrimões e banheiros adaptados.

Democratização do acesso

Todas as atividades são gratuitas. O projeto divulgará, através de redes sociais, aplicativos de multiplatoforma de mensagens instantâneas e mensagens de voz, o período de inscrições para as atividades culturais virtuais. Os encontros com famílias, visitas virtuais aos museus, apresentações dos participantes por plataforma de vídeo, serão divulgados ao longo das aulas e também são gratuitos. As apresentações, ocorrerão em plataforma de vídeo e poderão ser acessadas pelo público em geral de forma gratuita. A mostra cultural ocorrerá ao final em uma praça pública ou em uma escola pública do bairro, sem restrição de acesso. O público-alvo é composto por crianças, jovens, adultos e idosos (que vivem em situação de risco e vulnerabilidade social, moradores dos bairros Jaguaré, Rio Pequeno e arredores, em sua maioria moradores das favelas e comunidades. (Art. 21, inc VII - IN 02/2019) Em novembro são realizadas as matrículas gratuitas e preenchidas todas as vagas de todas as atividades. Não há ingressos pagos em nenhuma atividade. Os critérios para participação são: - residir nos bairros onde o projeto atua ou arredores; - estudar em escola pública, quando em idade escolar; - renda familiar até três salários mínimos. As atividades realizadas são fotografadas e filmadas, as reuniões de equipe, e atividades realizadas pelos arte-educadores e disponibilizadas nas redes sociais do Projeto PALCO, durante todo período do projeto. (Art.21, inc III - IN 02/2019). Todos os participantes têm autorização do uso de imagem assinados por eles e/ou seus responsáveis. Número de Pessoas Impactadas: 1300 pessoas, sendo: - 200 pessoas em aulas semanais, de fevereiro a novembro; - 400 pessoas em apresentações dos alunos – 10 apresentações culturais, sendo 05 realizadas em escolas públicas entre os meses de maio e julho e 05 apresentações realizadas em escolas públicas entre os meses de agosto e outubro; - 400 pessoas na mostra cultural a ser realizada em novembro; - 300 pessoas nas palestras sobre a importância da arte que serão realizadas em duas diferentes escolas públicas do bairro (uma em cada semestre). (Art.21, inc. V e art. 22 §1 e 2)

Ficha técnica

O PROPONENTE RECEBERÁ PELA RUBRICA DE COORDENADOR GERAL LEANDRO OLIVA - Coordenador Geral Mestrando em Ensino e Aprendizagem de Arte pela Escola de Comunicações e Artes (ECA) da Universidade de São Paulo (USP). Especialista em Arte na Educação pela ECA/USP. Graduado em Administração de Empresas pela Universidade Mackenzie. Tem formação em Educação Social pela PUC-SP, Gestão de Organizações da Sociedade Civil pelo IGESC/FIA/USP, Gestão de Organizações do Terceiro Setor pela FGV, Mediação Cultural pelo MASP, Reeducação do Movimento pelo Método Ivaldo Bertazzo. Cursou Teatro, Dança, Música e Fotografia. Atua como gestor e educador de projetos socioculturais desde 1998. Como preparador corporal – espetáculo “A Toca do Coelho”, direção de Dan Stulbach, com Maria Fernanda Cândido, Reynaldo Gianecchini, Selma Egrei e outros; Coreógrafo - espetáculo “A Invenção de Loren”, dir. Ana Roxo, com a Cia Delas, 2007; espetáculo “Os dois cavaleiros de Verona”, dir. Ulisses Cruz e Ricardo Rizzo, 2007, Sesc Pompéia. Como ator - “Anatomia do Desejo”, dir. Ivaldo Bertazzo, maio/2007, no Teatro Tuca e “Kashmir Bouquet”, em novembro/2007, no Teatro Santa Cruz; “Gata Borralheira”, direção de Débora Dubois, Projeto “Hércules”, coordenado pelos grupos Parlapatões e Pia Fraus, em 2005; Performance “Bare Life Study #1”, de Coco Fusco – intervenção urbana, setembro/2005; Em Prol, direção de Débora Dubois, junho/2005, Oficina Oswald Andrade; A Guerra dos Mutans, direção de Ângela Dip, março a junho/2003, Teatro Cultura Inglesa; As Meninas de Nelson (cenas de Nelson Rodrigues), direção de Nelson Baskerville, maio e agosto/2001 – Projeto Segundas Rosas Feiras realizado na Casa das Rosas; O Despertar da Primavera, dir. Maria Ferreira, março a outubro/2000, Teatro Itália; O Pastelão e a Torta (teatro de rua), dir. Trupe Quintal, com Marcos Ferraz, Marina Quinan e Juliana Balsalobre, em 1998; É só isso presidente?, direção Nelson Baskerville, julho a outubro/95; Avoar, dir. Vladimir Capella, em janeiro/95. Em TV: Programa “Por toda a minha vida – Adoniran Barbosa”, TV Globo, 2010; Novela “Vende-se um Véu de Noiva”, SBT, 2009; Série “Corpo em Movimento”, no Fantástico, TV Globo, 2008; Novela “Da Cor do Pecado”, TV Globo, 2004, reprisada em 2007 e 2012. Como assistente de direção - Espetáculo “Dúvida”, dir. Bruno Barreto, com Regina Braga, Dan Stulbach, Isabel Teixeira e Lena Roque, Teatro Frei Caneca, 2006; O Dia do Redentor, dir. Ariela Goldmann, com participação de Otávio Augusto, realizado em junho/julho de 2003, no SESC Copacabana; Sobre o Amor e a Amizade, dir. William Pereira, com Jairo Matos e Grace Gianoukas, em 2002, no Centro Cultural Banco do Brasil; Novas Diretrizes em Tempos de Paz, de Bosco Brasil, dir. Ariela Goldmann, com Tony Ramos e Dan Stulbach, realizado de janeiro/2002 a março/2004; Blitz, de Bosco Brasil, dir. Ariela Goldmann, realizado em maio/2002, na Mostra de Dramaturgia Contemporânea do SESI e em outubro/2002 no SESC Copacabana; Caiu o ministério, dir. Ariela Goldmann, realizado de agosto/2001 a junho/2002 no Teatro João Caetano – Projeto Formação de Público; O Acidente, de Bosco Brasil, dir. Ariela Goldmann, com Denise Weinberg e Genésio de Barros, fevereiro a julho/2000 no Centro Cultural São Paulo. WALLYSON MOTA – Coordenador Artístico Wallyson Mota é diretor cinematográfico pelo Curso de Habilitação Profissional da Academia Internacional de Cinema (AIC) de São Paulo. Co-dirigiu os curtas-metragens “Caranguejo Homem” - do qual também é autor da ideia original - e “Casulo”, em parceria com Aline Pellegrini; e produziu o curta “Aurora”, direção de Maria Fanchin e Aline Zamberlan. É também bacharel em Artes Cênicas pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e tem formação complementar através do Núcleo Experimental de Artes Cênicas do SESI; coord. Carlos Martins. No teatro, é diretor dos espetáculos “Sem Título”, de Ariel Farace (Coletivo Labirinto / 2014) e “Santiago Morto”, adaptação de Liana Ferraz para a “Crônica de Uma Morte Anunciada” de Gabriel García Márquez (Estação Teatro / 2011). Assistente de direção de Ariel Farace na montagem brasileira de “Luísa Se Choca Contra Sua Casa” (coprodução Brasil / Argentina - 2012) e de Marcelo Lazzaratto em “Cartas Libanesas”, de José Eduardo Vendramini (2015), “Ricardo III”, de William Shakespeare (2013), “Maldito Benefício”, de Leonardo Cortez (2013), e no projeto “Cia Elevador – Do Jeito Que Você Gosta”, que envolveu a montagem de “Do Jeito Que Você Gosta”, de William Shakespeare e a remontagem de “A Hora Em Que Não Sabíamos Nada Uns Dos Outros”, de Peter Handke – Festival Internacional de Rio Preto 2010. Atuou em “Alice Através do Espelho”, com o grupo Phila7, no Centro Cultural SESI/FIESP em 2010, em “Ifigênia”, releitura de Cássio Pires para o mito de Eurípedes, “Diásporas”, de Cássio Pires, “Sala dos Professores”, de Leonardo Cortez, direção de Marcelo Lazzaratto (Cia Elevador de Teatro Panorâmico), “O Jardim das Cerejeiras”, de Anton Tchékhov e “Amor de Improviso”, dramaturgia coletiva. ANGÉLICA DURÃES – Coordenadora Pedagógica Especialista em Arte na Educação pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo, 2017; Especialista em Relações Interpessoais e Construção da Autonomia Moral pela Universidade de Franca, 2014; Mestre em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem pela Pontifícia Universidade Católica - São Paulo, 2004; graduada em Pedagogia pela Universidade Nove de Julho – 2006; graduada em Letras pela Universidade Presbiteriana Mackenzie – 1986. Atuou como coordenadora geral e diretora de todos os ciclos da Educação Básica. EDUCADOR DE INICIAÇAO TEATRAL - Emilene Gutierrez é atriz graduada em Artes Cênicas pela Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP/2008 com Licenciatura em Artes pela Faculdade Paulista de Artes – FPA/2014. É atriz e produtora dos grupos Coletivo Labirinto e Quase9 Teatro, e realiza em outros coletivos parcerias artísticas em espetáculos, leituras e intervenções nos grupos: Grupo XIX de Teatro, Tablado de Arruar, Teatro da Vertigem, Coletivo Experimento 1313. Atua na área da pedagogia teatral desde 2008, no campo da formação técnica e projetos sociais, em iniciativas de ordem pública e/ou privada. EDUCADOR DE CORPO E MOVIMENTO - Patricia C. Alegre é especialista em Arte Educação pela ECA-USP, possui graduação em Cinema pela FAAP e curso técnico em Teatro pelo Teatro Escola Célia Helena. Teve formação em balé clássico pelo Estúdio de Ballet Cisne Negro, estudou dança contemporânea com Morena Nascimento e Lu Favoreto, contato improvisação e danças de salão. Atuou como bailarina e produtora no Grupo Dans la Danse de 2004 a 2011. Hoje é professora de balé e expressão corporal em escolas de dança e projetos sociais, além de desenvolver pesquisas na área de arte-educação com ênfase em cultura corporal no ambiente escolar. EDUCADOR DE TEATRO/TÉCNICA DE PALHAÇO - Las Cabaças: uma dupla de palhaças, formada pelas atrizes Juliana Balsalobre e Marina Quinan, que pesquisa temas e formas de atuação em comunidades visando a troca humana e cultural, buscando transformar as experiências vividas em roteiros teatrais através da linguagem do palhaço. Realizaram os Projetos Brasil na Cabaça (2006), Palhaças Amazônia Adentro (2008) , em parceria com os Doutores da Alegria, onde trabalharam por 7 anos, Tietê-Tapajós: águas e terras dos homens (2012) em parceria com a Cia do Feijão, Arte Viva em Alter (2013), Mostra de 10 anos da dupla no Sesc Pompéia apresentando os 3 espetáculos do repertório: “Semi-Breve”, “Divagar e Sempre” , “O Dia da Caça”.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.