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PRONAC 193739Prestação de Contas AprovadaMecenato

DIVINO: DOS ACORES AO GUAPORE

Espaço Vídeo e Cinema
Solicitado
R$ 599,8 mil
Aprovado
R$ 599,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. Av Games
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
RO
Município
Porto Velho
Início
2020-01-31
Término
2023-12-31
Locais de realização (6)
Cabixi RondôniaCosta Marques RondôniaGuajará-Mirim RondôniaPimenteiras do Oeste RondôniaPorto Velho RondôniaSão Francisco do Guaporé Rondônia

Resumo

DIVINO: DOS AÇORES AO GUAPORÉ _ produção de média metragem (documentário, 26 min, alta definição), sobre a maior festa religiosa fluvial do planeta _ Divino Espírito Santo, que ocorre no rio Guaporé e Mamoré, na Amazônia brasileira e boliviana, o qual tem 125 anos de existência, nascida a partir da colonização portuguesa na região do Vale do Guaporé, e remonta as celebrações religiosas realizadas em Portugal, de origem do século XIV.

Sinopse

ARGUMENTO DO DOCUMENTÁRIO O projeto do documentário DIVINO: DOS AÇORES AO GUAPORÉ se propõe a produção de documentário inédito e original, para um público que valoriza o conteúdo nacional, cultura, tradições e natureza, sobre a maior festa religiosa fluvial do planeta – Divino Espírito Santo. Os festejos ocorrem no rio Guaporé e Mamoré, na Amazônia brasileira e boliviana, o qual tem 125 anos de existência e nasceu, a partir da colonização portuguesa na região do Vale do Guaporé, remontando as celebrações religiosas realizadas em Portugal, de origem do século XIV. A tradição e origens às celebrações culturais e religiosas da Festa do Divino Espirito Santo remontam as realizadas em Portugal, tanto na região do continente, quanto nas Ilhas dos Açores e Madeira. Ocorrem há 07 (sete) séculos, nas quais a terceira pessoa da Santíssima Trindade era festejada com banquetes coletivos designados de Bodo aos Pobres com distribuição de comida e esmolas. Tradição que ainda se cumpre em algumas regiões de Portugal, em especial, nos Açores e algumas cidades continentais. A celebração do Divino Espírito Santo teve origem na promessa da rainha, Isabel de Aragão, por volta de 1320. A Rainha teria prometido ao Divino Espírito Santo peregrinar o mundo com uma cópia da coroa e uma pomba no alto da coroa, que é o símbolo do Divino Espírito Santo, arrecadando donativos em benefício da população pobre, caso o esposo, o rei D. Dinis, fizesse as pazes com seu filho legítimo, D. Afonso herdeiro do trono. A rainha portuguesa não se conformava com o confronto entre pai e filho legítimo em vista da herança pelo trono, pois era desejo do rei que a coroa portuguesa passasse, após sua morte, para seu filho, considerado à época ilegítimo, D. Afonso Sanches. Essas celebrações aconteciam cinquenta dias após a Pascoa, e com as primeiras colheitas no calendário agrícola do hemisfério norte, são marcados pela esperança na chegada de uma nova era para o mundo. A partir dessa devoção secular, a tradição em celebrar a Festa do Divino Espirito Santo, se espalhou pelos territórios colonizados pelos portugueses, como é o caso do Brasil. No caso específico da produção do documentário DIVINO: DOS AÇORES AO GUAPORÉ, o media metragem abordará, em especial, as tradições e festejos existentes no Vale do Guaporé, que acontecem há 125 anos, de forma ininterrupta. Considerada a maior festa fluvial do mundo, os festejos tem uma dimensão histórica, social, cultural e territorial, uma vez que, onde ocorre junto ao Vale do Guapore, estas foram áreas, com presença forte e marcante, da exploração de minérios e drogas do sertão, pelos portugueses provenientes do século XVIII. A região colonizada no lado brasileiro pelos portugueses, e do lado boliviano pelos espanhóis, utilizou-se de mão de obra escrava, e como consequência, surgiram quilombos. Nesse contexto, após o abandono da coroa portuguesa na região e o declínio da exploração aurífera, as comunidades quilombolas se organizam e desenvolveram a própria vida, e com ela, passaram a cultuar e a manter as tradições e as festividades da Festa do Divino Espirito Santo, que ocorre em todo o Vale do Guaporé, durante 50 (cinquenta) dias de cada ano, navegando de pontos extremos no rio Guaporé e Mamoré, passando pelas comunidades brasileiras e bolivianas. O documentário DIVINO: DOS AÇORES AO GUAPORÉ registrará os festejos que ocorrem no Vale do Guaporé, e buscará as similitudes ainda existentes, entre os festejos portugueses, em especial, das ilhas Açorianas, as quais também serão registradas.

Objetivos

OBJETIVO GERAL DIVINO: DOS AÇORES AO GUAPORÉ _ produção de média metragem (documentário, 26 min, alta definição), sobre a maior festa religiosa fluvial do planeta _ Divino Espírito Santo, que ocorre no rio Guaporé e Mamoré, na Amazônia brasileira e boliviana, o qual tem 125 anos de existência, nascida a partir da colonização portuguesa na região do Vale do Guaporé, e remonta as celebrações religiosas realizadas em Portugal, de origem do século XIV. Haverá a produção de conteúdo de media metragem com tiragem de 1.300 (mil e trezentos) exemplares a serem distribuídos gratuitamente nas regiões onde haverá captação de imagens, junto a escolas, instituições públicas e bibiliotecas. OBJETIVOS ESPECIFICOS: 1. Registro cinematográfico das manifestações culturais que ocorrem no rio Guaporé, durante as atividades as quais celebram a Festa do Divino; 2. Registro cinematográfico das manifestações culturais que ocorrem em Portugal e que deram origem as atividades culturais existentes no Vale do Guaporé _ semelhanças, identidades, liturgia, diferenças, as quais celebram a Festa do Divino; 3. Compartilhar entre as comunidades dos países envolvidos (Brasil, Bolívia e Portugal), a experiência da manifestação cultural-religiosa comum; 4. Compreender de que forma, uma manifestação cultural com origem há 7 (sete) séculos, se mantém viva, em territórios distantes; 5. Difusa~o e visibilidade ao publico em geral, através do conteúdo audiovisual, da dimensa~o e importância da Região do Vale do Guaporé; 6. Compartilhar e doar o documentário, as comunidades, Escolas e Bibliotecas Publicas da regia~o, onde havera captaça~o de imagens, para que sejam estimulados ao conhecimento e futuras pesquisas quanto a memoria, historia, a riqueza do universo artístico; 7. Formaça~o de banco de imagens da cultura produzida a partir da Amazônia dos povos dessas localidades fomentando-se dessa forma, o empoderamento cultural das populaço~es envolvidas; 8. Mobilizar a sociedade em geral para a importância da produça~o audiovisual brasileira; 9. Democratizar ao publico em geral o acesso ao acervo cinematográfico produzido; 10. Propiciar as localidades escolhidas, distantes dos centros urbanos, o acesso a bens culturais;

Justificativa

JUSTIFICATIVA O presente projeto DIVINO: DOS AÇORES AO GUAPORÉ se encontra perfeitamente enquadrado junto as diretrizes, objetivos e principios da Lei 8313/91, que institui o Programa Nacional de Apoio à Cultura, o qual prevê o fomento à produça~o cultural e artistica brasileira, de forma que cumpra com valores que possibilitem a democratizaça~o do acesso à cultura, dos mais variados e diversificados segmentos populacionais brasileiros. Ale´m do mais, a Lei 8313/91, apos vigencia de mais de 25 anos, e´ o mais importante e principal mecanismo de promoça~o da cultura no Brasil. No caso de projetos culturais atrave´s do Estado de Rondônia, a Lei de Incentivo à Cultura e´ o unico mecanismo de incentivo à cultura existente, o qual prevê renuncia fiscal, considerando que não ha´ leis de incentivo estadual, nem municipais, que possibilitem aos agentes culturais a realizaça~o de seus projetos. Essa afirmaçao e´ comprovada inclusive, pelo pro´prio levantamento da Secretaria do Audiovisual (SAV), o qual demostra que os projetos com valores captados junto ao respectiva unidade da federaça~o, nos u´ltimos cinco anos, na~o ultrapassaram a 10 (dez) projetos. No caso em tela, o presente projeto sera´ enquadrado junto ao artigo 18 da Lei 8.313/91, considerando tratar de proposta que visa, em especial, a democratizaça~o do acesso à bens culturais na Regia~o Amazônica, com pouqui´ssimo incentivo e somente passivel em ver contemplada com produtos culturais, forma gratuita. O projeto esta´ plenamente enquadrado nas exigências e principios proclamados no art. 3o da referida Lei 8313/91, por se tratar de projeto de conteúdo audiovisual com valor cultural arti´stico, o qual sera´ distribuído, em escolas, bibliotecas, instituições publicas e comunidades registradas, de forma inteiramente Gratuita (art.18), o qual terá uma tiragem de 1.300 (mil e trezentos) exemplares. Dessa forma, justifica-se a propositura do presente projeto pela importância do tema e registro ine´dito.

Especificação técnica

DO DOCUMENTÁRIO DIVINO: DOS AÇORES AO GUAPORE O Documentário DIVINO: DOS AÇORES AO GUAPORÉ, trata-se de produção de média-metragem (26 min), filmado em alta definição, com formato de finalização/resolução HD, com tiragem de 1.300 (mil e trezentas) unidades a serem distribuídos Gratuitamente. PLANO DE PRODUÇÃO O documentário DIVINO: DOS AÇORES AO GUAPORÉ, trata-se de produção de média-metragem (26 min), em formato de alta definição (HD formato de finalização/resolução), o qual registrará a maior festa religiosa fluvial do planeta – Divino Espírito Santo, que ocorre no rio Guaporé e Mamoré, na Amazônia brasileira e boliviana, o qual tem 125 anos de existência e nasceu, a partir da colonização portuguesa na região do Vale do Guaporé. Remonta as celebrações religiosas realizadas em Portugal, de origem do século XIV. ETAPA I - PREPARAÇÃO E PRÉ-PRODUÇÃO (3 meses) 1. Pesquisa histórica e de locação nas localidades onde ocorrerá o registro cinematográfico das atividades culturais do DIVINO: DOS AÇORES AO GUAPORÉ, delimitando os limites de cada território, tanto no Brasil, quanto na Bolívia e Portugal; 2. Reunião com colaboradores, apoiadores, possíveis parceiros e equipe de produção para definição de estratégias de ação de toda produção; 3. Contratação dos profissionais envolvidos; 4. Preparação em cada localidade para recebimento da equipe que realizara a produção do documentário, observando que as atividades culturais do DIVINO: DOS AÇORES AO GUAPORÉ, ocorrem em datas fixas em cada ano; 5. Contratação de produtores locais e pessoal de apoio; ETAPA II – EXECUÇÃO (6 meses) 1. Viagem da equipe de produção para a captação das imagens do documentário. 2. Decupagem das imagens captadas; 3. Edição de imagens do vídeo, a partir da seleção de imagens; 4. Atendimento das medidas de acessibilidade com legendagem, audiodescrição e libras, quanto a finalizaçao do documentário; 5. Divulgação e lançamento do documentário. ETAPA III - PÓS-PRODUÇÃO (3 meses) 1. Envio do documentário para escolas, bibliotecas, pontos de cultura e instituições ao longo das localidades filmadas; 2. Relatório aos patrocinadores, apoiadores e parceiros; 3. Avaliação das atividades realizadas; 4. Prestação de contas LOCAÇÕES - CENÁRIOS O documentário registrará os festejos culturais da Festa do Divino Espírito Santo, nas localidades brasileiras e bolivianas no Vale do Guaporé (rios Mamoré e Guaporé), junto as cidades de GUAJARA-MIRIM, SURPRESA, FORTE PRINCIPE DA BEIRA, COSTA MARQUES, QUILOMBO SANTO ANTONIO, VERSALLES, MATEGUÁ, REMANSO, CAFETAL, QUILOMBO DE PEDRAS NEGRAS, PIMENTEIRAS e CABIXI. A viagem será realizada através de embarcação fluvial e acompanhará o festejo final, onde ocorrem atividades específicas, a exemplo do cortejo, coroação, da navegação dos barcos no entorno dos apetrechos litúrgicos, as cantorias e o levantamento do mastro. Ainda serão registradas as atividades na Ilha dos Açores, durante as atividades da Festa do Divino, onde ocorreram atividades diversas daquelas no Brasil e Bolívia. PLANO DE DIREÇÃO DIVINO: DOS AÇORES AO GUAPORÉ, a narrativa eleita de abordagem fílmica do documentário, será a partir de personagens escolhidos nos três países, e que integram as atividades, dentre eles: historiadores/especialistas; os personagens da Irmandade (núcleo central dos preparativos e da organização dos festejos); a Imperatriz e o Imperador (que carregam e guardam a coroa do Divino); o Mordomo (que cuida dos mastros e cortejos), os violeiros e cancioneiros; e os foliões. Com todos os personagens ocorrerá a abordagem cinematográfica, de forma minimalista, através de uma conversa/dialogo, que falarão frontalmente para a câmera. O diálogo será realizado privilegiando e servindo-se da oralidade da cultura local e as perguntas aos personagens serão objetivas, mas também, será explorado a subjetividade dos mesmos. DIVINO: DOS AÇORES AO GUAPORÉ será em grande parte realizada com imagens em cenas externas, em cenários como cidades, vilarejos, os rios, mar. Sempre acompanhando o olhar de cada personagem, seu modo de entender o Festejo, suas emoções, seus sentimentos, sua devoção a tradição cultural. Sempre que houver necessidade, serão inseridas cenas e fotografias de arquivo dos personagens em outras épocas, bem como, recortes de jornais. A abordagem fílmica se dará a partir de três pontos de vista, que serão: 1. Imagens captadas a partir de Drone: sob um ponto de vista de uma câmera do alto, vista de cima, com a versatilidade da aproximação dos objetos filmados, com uma dinâmica de cobertura de planos que contemplem planos gerais e médios, dollys, travellings no personagem explorando ao máximo as facetas do drone. As imagens aéreas só serão capturadas durante o dia. O espectador será convidado a vivenciar uma nova forma de conhecer a região dos rios Guaporé e Mamoré e a beleza dos ilhas açoreanas, os quais serão reveladas sob diferentes ângulos em imagens aéreas capturadas por drones, com a facilidade de voar mais baixo e abordando ângulos variados. As belezas naturais serão incorporados a narrativa da produção. 2. Imagens captadas com a estética do Steady Cam: incorporar a espacialidade do ambiente, com uma suave abordagem de uma câmera “beija-flor”, versátil, acompanhando caminhadas dos personagens dentro das atividades dos cortejos e festejos do Divino, com uma cobertura de 360 graus, gerando a fusão entre a câmera do drone e a câmera fixa; 3. Imagens captadas com Câmera Fixa: o enquadramento apresentará os personagens num plano em relação a câmera. Haverá ainda relatos em voz off dos personagens. Com imagens captadas por câmeras muito próximas dos personagens, revelando o poder transformador desse encontro entre personagens e o divino encarnado em suas atividades sacras e profanas das atividades. A partir da abordagem dos personagens, a câmera será sempre próxima, mostrando a beleza do cotidiano, das atividades do cortejo e demais, com uma aproximação da essência das pessoas filmadas, com respeito e confiança. Serão usadas lentes fixas, em sua maioria planos estáticos, à altura dos olhos, referência do cinema clássico japonês Yasujiro Ozu, mestre em documentar cotidiano e pessoas comuns. O ritmo propositalmente devagar fará com que a platéia se insira nesse ambiente, onde tudo é mais lento, sem pressa, valorizando os espaços vazios a atmosfera do território. Quanto a captação de som, o mesmo será captado mostrando toda a proximidade com a diversidade desse rico território, com a valorização, também, de ruídos e silêncios. DA ATIVIDADE SÓCIO-EDUCATIVA – EXPOSIÇÃO DAS FOTOGRAFIAS DE STILL Será realizada exposição fotográfica, a partir das fotografias de Still, geradas quando da execução do Projeto DIVINO: DOS AÇORES AO GUAPORÉ, como atividade sócio-educativa, que será acompanhada por equipe técnica preparada para o desenvolvido do respectivo trabalho e realizado em escolas públicas em localidades/cidades do projeto: Porto Velho/Guajará-Mirim e Pimenteiras.

Acessibilidade

DA ACESSIBILIDADE Quanto a acessibilidade será observado rigorosamente o cumprimento da Lei 13.146 de 06/07/2015, que disciplina a assegurar e promover o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, e para tanto adotará as medidas necessárias a audiodescrição, legendagem descritiva e Língua Brasileira de Sinais. Dessa forma está previsto junto a planilha orçamentária os custos do respectivo trabalho. Distribuição do media metragem, o qual terá tiragem de 1.300 (mil e trezentos) exemplares, junto as escolas, bibliotecas e demais instituicoes de cultura, de forma inteiramente GRATUITA.

Democratização do acesso

DA DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO O documentário de media metragem DIVINO: DOS AÇORES AO GUAPORÉ será distribuído GRATUITAMENTE para escolas públicas, bibliotecas, pontos de cultura, pesquisadores e educadores. Além da distribuição gratuita, o produto será inserido em plataforma web, visando a ampliação, em todo o território nacional, do conteúdo da referida produção. O documentário de media metragem DIVINO: DOS AÇORES AO GUAPORÉ terá a tiragem de 1.300 (mil e trezentas) cópias a serem distribuídas conforme informação acima, bem como, será disponibilizado na plataforma Youtube. ATIVIDADE SÓCIO-EDUCATIVA – EXPOSIÇÃO DAS FOTOGRAFIAS DE STILL Será realizada exposição fotográfica, a partir das fotografias de Still, geradas quando da execução do Projeto DIVINO: DOS AÇORES AO GUAPORÉ, como atividade sócio-educativa, que será acompanhada por equipe técnica preparada para o desenvolvido do respectivo trabalho e realizado em escolas públicas em localidades/cidades do projeto: Porto Velho/Guajará-Mirim e Pimenteiras.

Ficha técnica

DIRETOR CINEMATOGRÁGICO JOSE JURANDIR DA COSTA – Nasceu no Estado do Ceará. Cineasta, Diretor e Produtor de Vídeo e Cinema, Publicitário, Curador e Coordenador Geral do CINEAMAZÔNIA – Festival Latino Americano de Cinema Ambiental. FORMAÇÃO ACADÊMICA - 2002-2005 – Publicidade e Propaganda Uniron – Faculdade Interamericana de Porto Velho; FORMAÇÃO COMPLEMENTAR - 2017 – Curso O Processo Criativo na Realização Audiovisual - Com Tizuka Yamasaki. Escola de Cinema Darcy Ribeiro (Rio de Janeiro); 2017 – Curso Desenho de Som – A Narrativa Sonora e a Música dos Ruídos - Com Ricardo Mansur. Escola de Cinema Darcy Ribeiro (Rio de Janeiro); 2017 – Curso Cinema Auto Referencial com Basel Ramsés - Escola Internacional de Cinema e TV de Cuba; 2014 - Patrocínio, Marca e Reputação - CEMEC – Cultura e Mercado SP; 1997 - Curso de Diretor de Fotografia e Montagem - AICTV – Academia Internacional de Cinema. Diretor do VOANDO SOBRE A AMAZÔNIA: RIO GUAPORE (2019); Diretor de QUILOMBAGEM (2007); Diretor do Programa CULTURA EM CENA, TVE MADEIRA MAMORÉ, canal 2, no ano de 1994. Os programas produzidos retratavam obras de artistas locais, músicos, poetas, historiadores, etc. Editor dos fanzines (revistas alternativas) PICADA CULTURAL E MULTIPROPILENENDROXINAMELACRÍLICO, jornais independentes que circulam todo o mundo. Participou do FESTIVAL MUNDIAL DO MINUTO DE 1995 E 1996 com os vídeos: “NA FEIRA...” E “THE COWBOY”. Participou da mostra paralela do XVIII GUARNICÊ DE CINE E VÍDEO em 1995 com o vídeo “RAÍZES - RITA QUEIROZ”. Produziu e dirigiu “PATATIVA DO ASSARÉ” vídeo sobre o maior poeta popular do Brasil, trabalho que participou da mostra paralela do XIX GUARNICÊ DE CINE E VÍDEO em São Luiz - MA. Em 1996 foi premiado em SEGUNDO LUGAR, com THE COWBOY” - categoria ficção - no FESTIVAL NACIONAL DE VÍDEO DE TERESINA-PI.Em97concorreucomovídeo“Morto-Vivo”no FestivaldeCinemaeVídeodeCuritiba, Guarnicê de Cine-Vídeo do Maranhão em junho de 1997, em agosto de 1997 obteve menção honrosa no Palm Springs International Short Film Festival, Califórnia, USA, foi selecionado para o 5o Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá em novembro de 1997. Concorreu no 5o Festival de Vídeo de Teresina com os vídeos PATATIVA DO ASSARÉ e MUI AMIGO. Competiu no IV FENART - PB com MUI AMIGO, abril de 1998. Em maio de 1998 concorreu com PATATIVA DO ASSARÉ no Fest Cine Vídeo Curitiba. MARCAS DA AMAZÔNIA docudrama concorreu em junho de1998 no XXI Guarnicê de Cine e Vídeo em São Luiz - MA, obtendo prêmio especial do júri (narrativa) e melhor direção de arte. Festival ULAM de vídeos sobre educação ambiental, julho de 98 - Brasília, concorreu com THE COWBOY e NA BEIRA DO RIO MADEIRA. Co-dirigiu o making-of do festival de cinema e vídeo de Curitiba anos de 97 e 98. Concorreu no V Festival Internacional do Chile 1998 com o vídeo “Marcas da Amazônia”. Concorreu com Marcas da Amazônia no Festival de Cinema e Vídeo de Curitiba em maio de 1999, em setembro de 99 concorreu no Festival Internacional de Making Of com o vídeo Festival de Cinema e Vídeo de Curitiba - making of. Participou de UM OLHAR SOBRE A AMAZONIA, em duas cidades na Austria: Graz (Instituto Latino Americano) e Leoben (Universidade de Leoben), em novembro de 1999. Abril de 2000,exibiçãodefilmesamazônicosemGraz,Austria.Evento:500anosdeBrasil VisõesAmazônicas. Produtor da TV Cultura de São Paulo EXPRESSO Brasil Rondônia; Diretor e Produtor do PROJETO DE DOCUMENTAÇAO MUSICAL HISTÓRIAS MAL CONTADAS PRODUÇÃO FERNANDA KOPANAKIS - Produtora Executiva Espaço Vídeo LTDA, Diretora Associação Mapinguari, Produtora e Diretora do CINEAMAZÔNIA – Itinerante (2008 a 2019); em 2011 realizou o trabalho de produção executiva do Livro de Fotografia “Viagem de Cores e Sonhos; FORMAÇÃO ACADÊMICA - Doutora em Planejamento Urbano e Regional IPPUR/UFRJ, Mestrado em Direito UFMG. Graduação em Direito – UNIR. DIRETOR DE FOTOGRAFIA JOSÉ EUGÊNIO VELOSO (XENO VELOSO) - FORMAÇÃO: 1982 – Produção e Direção de TV - Fundação Cultural do Estado da Bahia 1983 – Roteiro para Cinema e Televisão - Fundação Cultural do Estado da Bahia - Doc – Comparato; 1994 – Curso de Radialismo - Faculdade Visconde de Cairu – Sindicato dos Radialistas e Publicitários do Estado da Bahia; 1996 – Direção de Fotografia para Cinema - Sind. dos Artistas e Técnicos da Indústria de Espetáculos do Estado da Bahia. SATED/BA. 2000 – Cinematografia Eletrônica - Fundação Cultural do Estado da Bahia - Carlos Ebert. Oficina de Cinema - Fundação Cultural do Estado da Bahia – Walter Sales e Walter Carvalho. 2008 – Cinema HD 24p - Fazendo Vídeo (SP); PROJETOS: 2009 - Diretor de Fotografia do documentário “Mandinga En Colômbia” Canal Estatal de Cali, Colômbia; 2011 - Diretor de Fotografia do documentário “É no pé do morro, é lá no cafundó”, Projeto Territórios de Identidade Cultural da Bahia, TV Educativa da Bahia – IRDEB; 2014 - Diretor de Fotografia do documentário “O Veneno Está na Mesa II” Direção Silvio Tendler; Diretor de Fotografia da série “Brasil Místico” - Globosat - Direção Silvio Tendler. CINEGRAFISTA E OPERADOR DE DRONE FELIPE MOTTA ARAUJO - Desde 2007 atua no meio audiovisual, produzindo conteúdo para WEB, TV e CINEMA. Website: http://cameravant.com.br Instagram: @cameravant.com.br / @mottafx FEITOS E PRÊMIOS NA INDÚSTRIA AUDIOVISUAL VOANDO SOBRE A AMAZÔNIA: RIO GUAPORÉ (2019) – Documentário. Cinegrafista/Fotógrafo; KITE EXTREMO, (2016 - 2018) - Canal Off - GLOBOSAT - Com a série de televisão: KITE EXTREMO, que está em sua segunda temporada/ Cinegrafista/Fotógrafo; Obteve experiência audiovisual internacional viajando o mundo em expedições fazendo a fotografia do programa, em países como: Noruega, Iceland, Mongólia, Espanha, Grécia, Itália, França, Holanda, Chile, Venezuela, Bolívia e África do Sul; O POEMA IMPERFEITO, (2018) - Animador e fotógrafo/cinegrafista; ABISMO (2018) – curta de Ficção - cinegrafista: Selecionado para o festival Cine-Jardim (Belo Jardim)/ Selecionado para Mostra do filme livre 2018/ Prêmio Cine PE 2018 (melhor curta nacional pela crítica especializada, melhor ator, melhor edição de som); ÁGUAS ESCONDIDAS (2017) – curta documentário. Fotografia e videografismo/ Selecionado para Ecocine 2018; ENTRELINHAS (2013)/documentário. Direção. Prêmio Melhor curta Juri Popular Festival Rocky Spirit 2013/ Selecionado para o Festival Rio Mountain Festival 2013; REQUIEM (2007). Animador. Selecionada no Programa Petrobras Cultural 2006; Prêmio Porta Curta no Festival Internacional de Cinema do Rio 2007; Prêmio Melhor Filme Documentário no Cine Festival Percepções, Muriaé - MG 2007; Selecionado para Mostra Internacional de São Paulo 2007; Premiére Brasil no Festival do Rio 2007; Selecionado no Festival 14o Vitória Cine e Vídeo 2008; Selecionado no Festival Curta Cinema 2007; Selecionado no Festival Mosca 2008.

Providência

Prestação de Contas Aprovada na Força Tarefa Nise da Silveira, instituída por meio da PORTARIA SGPTC/SE/MINC Nº 2, DE 13 DE NOVEMBRO DE 2024, conforme Relatório Executivo nº 1338/Grupo Preto/SGPTC/Força-Tarefa - NS/SGPTC/GSE/GM de 09/12/2024.