Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 193740InadimplenteMecenato

O CHEIRO PELO SUSTENIDO

35.227.732 THIAGO GOMES DE MELO RABELO
Solicitado
R$ 142,4 mil
Aprovado
R$ 142,4 mil
Captado
R$ 140,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

98.3%

Classificação

Área
—
Segmento
Produção de conteúdo audiovisual de curta metragem
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
ES
Município
São Mateus
Início
2024-01-01
Término
2025-09-30
Locais de realização (1)
São Mateus Espírito Santo

Resumo

Realização de curta-metragem de ficção O CHEIRO PELO SUSTENIDO com duração de 15 minutos, finalizado em FULL HD, Colorido, narrando a história de Badu. Realização de oficina de formação audiovisual para 90 pessoas. Distribuição gratuita de 200 DVDS para a rede publica de ensino. Veiculação do produto final com livre acesso no YOUTUBE.

Sinopse

SINOPSE DA OBRA AUDIOVISUAL Em 1871, Nego Badu é um reprodutor de escravos que acabara de perder sua serventia por conta da promulgação da Lei do Ventre Livre. Pouco tempo depois é alforriado, mas sem habilidade pra nenhum tipo de trabalho, fica largado à própria sorte e é acorrentado e levado a julgamento por um estranho crime. CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA ETÁRIA NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS ( Classificação realizada de acordo com o Guia Prático – 2012 da Secretaria Nacional de Justiça/MJ.)

Objetivos

Objetivo Geral Realizar uma produção audiovisual curta-metragem com 15 minutos de duração, narrando a ficticia história de Badu e inserindo a comunidade no processo de produção através de formação audiovisual. Objetivos específicos Realização de um curta-metragem de 15 minutos, intitulado O CHEIRO PELO SUSTENIDO, EM FULL HD, COLORIDO. Realização de oficinas culturais de formação audiovisual em três módulos; Fotografia, Produção cultural e Preparação e atuação para atores e atrizes, com 90 vagas gratuitas para estudantes, professores e a comunidade local abrangida pelo projeto, dando oportunidade de pessoas do local terem acesso a diferentes processos de produção cultural. As oficinas terão duração de 90 dias e compreenderão o processo de pré-produção do projeto. Serão contratados três consultores com conhecimento notório para ministrar as oficinas, possibilitando um ótimo aprendizado aos beneficiados pela contrapartida social. Atuar na difusão de obras audiovisuais através da doação de 200 DVDS com o produto cultural finalizado para participantes do projeto e instituições públicas de ensino. Realização de 10 exibições públicas e gratuitas do curta-metragem finalizado em diferentes áreas públicas e escolas do município, fomentando à formação de platéia e dando acesso à população a bens culturais. Criação de um Canal exclusivo no YOUTUBE, onde o curta-metragem O CHEIRO PELO SUSTENIDO será dispóniblizado em modo público, de livre acesso, podendo ser assistido e baizado gratuitamente, sem restrições, garantindo um maior alcance e visibilidade ao projeto e do produto cultural.

Justificativa

O cheiro pelo sustenido é uma estória de personagens e contextos icônicos para a dinâmica social e de um passado que figura no inconsciente popular de todo os brasileiros: o negro alforriado, uma dona de cabaré, soldados imperiais, nobres fazendeiros de um Brasil rural, são a oportunidade para trazer a tona traços da nossa formação cultural. Outro fator importante se dá pelo fato da estória se passar no Sítio Histórico do Porto de São Mateus, local que ainda preserva e carrega consigo os ares do Império, intrinsecamente ligado à própria história do Brasil, consequentemente de nossas próprias raízes. A comunidade foi um importante centro comercial para o Brasil, estando entre as 10 mais antigas do país, foi do alto das escadarias do Porto que o Padre José de Anchieta deu nome à cidade, quando viu o rio em forma de serpente formando o S, que na visão do padre seria de São Mateus. Ali residiram e provavelmente chegaram escravizados importantes nomes da luta anticolonial e antiescravista no Brasil, como Teodorinho Trinca Ferro, Negro Rugério, Viriato Canção de Fogo, Zacimba Gaba, dentre outros. Não é a toa que o Largo do Chafariz sedia importantes instituições culturais e foi tombado pelo Conselho de Cultura como Sítio Histórico. Destacamos importante o estreitamento da própria comunidade local com os elos do passado para que se possa compreender a realidade do hoje, por vezes, um triste presente. Esta é uma oportunidade única para o Estado de ter uma produção de fundo histórico sobre a própria formação cultural do Espírito Santo em um dos principais palcos da colonização no território capixaba que está distante do atual centro comercial, que é a Capital, Vitória. Produzir este filme também é descentralizar a produção brasileira fora o famoso eixo Rio-São Paulo, a fim de atingir pontos extremos, periféricos e que produzem arte tão boa quanto a produzida em grandes centros. A produção audiovisual no geral ainda é muito restrita a alguns locais e grupos da sociedade A comunidade periférica, na parte da "cidade baixa" escolhida para abrigar o projeto, ainda se encontra à mercê da "cidade alta", e isto é um fato notório, tanto na comunidade do Porto, quanto em toda a cidade. A população local é em sua maioria de negros e que estão em situação de vulnerabilidade social. O território sofre com a violência e o conflito entre tráfico e polícia que gera a morte de jovens. A produção pode contribuir para despertar na juventude local talentos para as artes, contribuindo para a mudança da realidade local e contribuindo para um desenvolvimento sustentável. O conjunto de escolhas estéticas e técnicas específicas que regem a cinematografia, ofertam a possibilidade de aumento da capacidade de reflexão, fortalece o senso crítico e abre novas perspectivas de expressão, fortalecendo a auto-estima e fortalecendo os laços de sentimento do indivíduo em seu grupo, aqui no caso, a periferia. O projeto vai de encontro com as novas diretrizes de ampliação do acesso de pequenos produtores e artistas às Leis de Incentivo, contribuindo na ampliação da produção audiovisual brasileira, lançando novos olhares, opniões e reflexões, exercendo um forte exercício de cidadania. A necessidade do uso do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais também se dá em grande parte pela ausência de outros mecanismos de fomento, como lei municipal de incentivo, que por inexistência, impossibilita a produção deste tipo de projeto em nossa região. Estamos localizados no extremo norte do Espírito Santo e quase na divisa com a Bahia, um local de grande importância histórico-cultural do Brasil, porém totalmente carente de ações culturais que dialoguem com a comunidade local e produza bens culturais positivos para a cultura regional e nacional. Como o projeto se baseia na produção do curta-metragem através de oficinas e cursos de formação cultural para 90 moradores locais no período de pré-produção e mais cerca de 110 pessoas na produção e pós-produção, a Lei de Incentivo é de suma importância para que possamos levar arte e cultura, especificamente para a população que mais necessita e para reafirmar a importante cultura da região do município de São Mateus- ES, considerado como o berço da cultura capixaba. Nesse contexto, vale lembrar que em nosso projeto estão inseridos vários temas que vão de econtro à Lei nº 8.313 de 23 de Dezembro de 1991, tais como; I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Ademais, como estratégia de articulação comercial, a utilização da Lei de Incentivo pode favorecer ao arranjo produtivo entre produtores e artistas locais aliados a empresários e corporações sediadas na região, é a chance de explorar uma face do mercado regional que tem capacidade produtiva assegurada por agências de fomento, mas que pouco é explorado. A produção do filme pode unir o setor criativo e o empresariado para utilizar do ativo simbólico, paisagístico e histórico cultural para projetar a região para o país a fim de atrair mais investimentos, turistas e empreendimentos para assim favorecer a roda do desenvolvimento local apoiado nas características mais originais do Espírito Santo.

Estratégia de execução

ARGUMENTO Essa é a curiosa e estranha história no negro Badú, acontecida lá nas bandas de São Mateus, extremo Norte do Estado do Espírito Santo, à época da “Lei do Ventre Livre”, também conhecida como “Lei Rio Branco”, promulgada em 28 de Setembro de 1871, eram considerados “livres” todos os nascidos de escravas a partir desta data. Fato é que o negro Badú, era uma espécie de “garanhão”, um reprodutor de escravos. Nada mais fazia em seus longos dias, senão comer e deitar-se com as escravas para que essas emprenhassem e o Barão pudesse comercializar as suas “crias”. Por debaixo dos panos, fazia préstimos íntimos também à Baronesa. Mas agora com a lei, Badú perdera o seu préstimo e nada mais servia para a Casa Grande, e o Barão decidiu dá-lo em presente a Dona Branca, proprietária da pensão e Casa de Pasto.Por vingança, tempos depois, a Baronesa decidi alforria-lo, pois se Badu não fosse dela, de ninguém mais seria. Depois da alforria, ficou entregue a fome e a miséria, pois nada sabia fazer, senão o ócio. Por ali também circulava um certo rábula, que se gabava por ser primo de um certo Barão. Sempre em intermitente pavoneio, vestes caras e dinheiro vivo, a todos pagava bebidas e sempre se reunia com a elite na pensão da Dona Branca, uma cortesã disfarçada. Porém, rábula era motivo de chacota entre a elite pois nunca havia ganho uma causa jurídica relevante, conferindo-lhe o apelido de Dr Porquera. Defronte à mesma pensão e ao lado da casa de Pasto, todos os dias durante meses o negro Badú sentava-se nas pedras do chão quente à hora do almoço e por ali passava suas horas mais felizes. Essa rotina despertou a atenção de preta Miquelina, que indagou o porquê do Badú sentar-se ali todos os dias e, por resposta ouviu que ele se alimentava do “cheiro da comida” e se dava por satisfeito. Logo depois, Miquelina contou o acontecido à D. Branca, que achou um absurdo e por sua vez contou ao intendente o “crime” de Badú. Para justa análise do intendente, a cortesã lhe ofereceu uma polaca de corpo voluptuoso.No dia seguinte, Badú é preso e posto a ferros pelo capitão do Mato logo pela manhã, aguardando o julgamento, às 11hs do mesmo dia. Logo uma grande multidão se ajunta para fofocar e saber o destino do infortúnio Badú. Uns diziam que ele havia roubado posses alheias, outros, que havia profanado a Sta. igreja e o balburdio só crescia. A Casa do Conselho estava repleta de autoridades e os louvados do Rei e em tempo recorde saiu o veredito: - Pelo crime de se alimentar pelo cheiro da comida durante longo tempo, o réu terá de pagar 17 patacas, caso não possa pagar em moedas “sonantes”, o indivíduo fará seis meses de trabalhos à reclamante e ficara a ferros por mais um mês. Porém se alguém no plenário se compadecer pela situação e pagar as moedas sonantes, esse juiz dá por encerrado o caso e nenhuma punição será dada ao réu. Eis que o rábula acena ao plenário e num gesto rápido, saca uma algibeira com as patacas e as mostra ao plenário. Depois as deixa cair no chão e indaga ao juiz se ele ouviu o som das moedas. Em resposta, um sim. Em seguida, fala: - pago a sentença do réu que se alimentou do cheiro da comida com o som das moedas, o cheiro pelo sustenido. Peço a liberdade imediata do réu. Todo o plenário se silencia e o juiz faz um sinal mandando soltar o negro Badú, o entregando aos cuidados do vitorioso Rábula e os dois saem em comitiva festiva pelas ruas do Porto de São Mateus. Ainda hoje se fala da famosa sentença do CHEIRO PELO SUSTENIDO.

Especificação técnica

O projeto O Cheiro pelo Sustenido realizará oficinas de produção cultural nos seguintes módulos - Oficina de Fotografia - Oficina de produção cultural -Oficina de atuação e preparação de atores e atrizes As oficinas serão realizadas durantes três meses, período que compreende a parte educativa e de pré-produção do projeto Oficina de produção cultural Serão formadas 02(duas) turmas de 15 participantes para essa modalidade, totalizando 30 (trinta) pessoas. As aulas serão realizadas 02 (duas) vezes por semana, com duração de 02(duas) horas/aula diária, totalizando 48 horas/aula para cada turma durante o projeto. No decorrer das aulas o participante receberá aprendizado sobre Leis de incentivo em diferentes esferas, municipal, estadual e federal, além de; 1. Organograma e gestão de equipe; 2. Desenvolvimento de cronograma (fases da produção); 3. Metodologias de produção eficiente; 4. Relacionamentos (equipe, fornecedores, artistas e demais profissionais); 5. Coordenação do evento ou ação cultural (execução); 6. Avaliação e elaboração de relatório. Oficina de Fotografia e Vídeo Serão formadas 02(duas) turmas de 15 participantes para essa modalidade, totalizando 30 (trinta) pessoas. As aulas serão realizadas 02 (duas) vezes por semana, com duração de 02(duas) horas/aula diária, totalizando 48 horas/aula para cada turma durante o projeto. No decorrer das aulas o participante receberá aprendizado sobre equipamentos, luz, enquadramento, além de; 1. Conhecendo os diferentes planos na Fotografia; 2. Como colocar uma ideia em Cena?; 3. A importância da iluminação; 4. O plano sequência; 5. O cinema e a construção da Subjetividade 6. Construção visual e trabalhos de pós-produção na edição de um filme. Oficina de preparação para atores Serão formadas 02(duas) turmas de 15 participantes para essa modalidade, totalizando 30 (trinta) pessoas. As aulas serão realizadas 02 (duas) vezes por semana, com duração de 02(duas) horas/aula diária, totalizando 48 horas/aula para cada turma durante o projeto. No decorrer das aulas o participante receberá aprendizado através de uma sequência de exercícios de preparação física e criativa, trabalho em grupo, foco e criação consciente, que desenvolvem o sensorial, a autopercepção, o autoconhecimento e o controle corporal. O foco é que possamos preparar os atores e atrizes para participação no curta-metragem, além de culminar nas seguintes questões; 1. Introdução à construção do personagem, pelo contato e verbalização de textos; 2. Dinâmicas de escuta e ensaio de cenas; 3. Utilização de metodologias ativas de escrita criativa e expressão dramática; 4. Estimular a desconstrução do ator, visando à singularidade de cada personagem. 5. Realização de testes de câmera na íntegra, através da simbiose com a turma da oficina de Fotografia.

Acessibilidade

O filme será finalizado com audiodescrição, legenda descritiva e também com narração em libras, ampliando acesso às pessoas com necessidades especiais. Acessibilidade gratuita ao público estudantil e público em geral, principalmente nas exibições do filme já pronto, em locais públicos de fácil acesso e em diversos pontos da cidade, através de parcerias com apoiadores do setor público(município) e o setor privado(empresas locais). Exibições do filme finalizado em áreas públicas que possuam acessibilidade a portadores de necessidades especiais e mobilidade reduzida. Outro ponto é a inscrição em festivais e mostras competitivas que podem projetar o filme para além da região do Espírito Santo e também tem o potencial de abrir margem para propostas de circulação em circuitos privados.

Democratização do acesso

De acordo com o art. 22 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, como Contrapartida Social, o projeto contemplará realização de oficinas de formação audiovisual ao decorrer do projeto. Temos o entendimento que o bom uso de verba pública se dá na forma de ofertas educacionais e de formação, principalmente na comunidade abrangida pelo projeto, que no caso é de alta vulnerabilidade social. 50% das vagas serão ofertadas a alunos e professores da rede pública de ensino, os outros 50% das vagas serão disponibilizadas ao público em geral, preferencialmente para os moradores da localidade abrangida pelo projeto. As oficinas serão de Fotografia, Produção Cultural e Preparação e atuação de atores e atrizes, com duração de 90 dias. Serão formadas 02(duas) turmas de 15 participantes para cada modalidade, totalizando 30 (trinta) pessoas por módulo. As aulas serão realizadas 02 (duas) vezes por semana por módulo, com duração de 02(duas) horas/aula diária, gerando carga horária de 48 horas/aula para cada modalidade durante o projeto, totalizando 144 horas/aula oferecidas aos participantes das oficinas.(O conteúdo dos módulos está detalhado na FICHA TÉCNICA). Criação de Fanpages em redes sociais para divulgação das etapas do projeto ao público em geral, trazendo transparência e visibilidade às etapas de produção. Serão disponibizadas cópias gratuitas aos participantes, além do livre acesso ao filme, publicamente através das plataformas YOUTUBE E VIMEO. Estréia do filme a ser realizada publicamente na comunidade em que será realizado o projeto e depois em vários pontos públicos do município. Distribuição de 200 DVDS para escolas públicas de ensino - Realizaremos a distribuição dos DVDS através do envio para a SECRETARIA ESTADUAL DE ENSINO REGIONAL DE SÃO MATEUS.

Ficha técnica

SERÁ DEFINIDA O RESTANTE DA EQUIPE TÉCNICA DURANTE A PRÉ-PRODUÇÃO, QUANDO JÁ ESTAREMOS COM A PRODUÇÃO DEFINIDA E TAMBÉM CONTRATAREMOS MORADORES DA COMUNIDADE. OS CONSULTORES QUE IRÃO MINISTRAR AS OFICINAS NO PERÍODO DE PRÉ-PRODUÇÃO SERÃO DEFINIDOS ATRAVÉS DE ANÁLISE DE CURRÍCULOS E ATUAÇÃO NA ÁREA. ABRIREMOS CHAMADA PARA IDENTIFICAR PROFISSIONAIS DE ALTO GABARITO, VISANDO À QUALIDADE DO PROJETO. Coordenador do projeto - Thiago Rabelo - Artista Plástico, sua arte está inserida no primeiro catálogo de produtos culturais do Espírito Santo, realizado em 2005. Tendo participado de várias exposições individuais e coletivas, além de realização de saraus e eventos de ações culturais, o artista busca sempre o diálogo através da multidiversidade das linguagens artísticas. Possui trabalhos públicos e privados de grande relevância e tem na sua maior forma de expressão a arte sacra. Suas obras podem ser encontradas em igrejas, museus, teatros de vários estados brasileiros. Nos últimos anos tem se dedicado à fotografia e filmagem, voltadas para criação de documentários e registros de memória, tendo atuado na produção recente do curta-metragem ENTRE OS DOIS PLANOS, na Direção de Fotografia e produção do curta-metragem BURUNGA O HOMEM DA MULHER DE PAU, nas gravações dos clipes musicais de DAVI MAKUIN, onde foram vencedores dos troféus ODETE COSTA em 2018 e 2019. Em 2018 o artista criou o projeto A CENA, projeto audiovisual voltado para a economia criativa e desenvolveram o projeto MANGAIO NA CENA, onde desenvolveu trabalhos de pesquisa e criou um aplicativo para divulgação pública de artistas da região aliados à realização de Feiras de economia criativa com participação gratuita a toda população. Atualmente desenvolve um trabalho de pesquisa e Direção de Fotografia no projeto de documentário aprovado pela SECULT-ES, Construindo Sonhos Conquistando Dignidade. Diretora Geral - Tatiana Rabelo é natural de Vitória, formada em Publicidade e propaganda pela UFES, atua intensamente desde os idos de 98 nas multiplataformas videográficas: Direção de documentários e comerciais para televisão. Animação. Vídeo design. Vídeo cenário. Videoinstalação. Videoarte. Videoclipe. Storytelling. TV ID” S. Por passear em diversos segmentos audiovisuais, Tati Rabelo desenvolve trabalhos autorais e projetos sob demanda; de Direção, fotografia, motion design, Storytelling. Portfólio: https://vimeo.com/mirabolica VIDEOGRAFIA: Zingane>>4min. / Vitória ES 1997 - Videoclip da banda Pé do Lixo.(Veiculação na MTV.) - Prêmio Melhor Vídeoclipe no Quarto Vitória Cinevideo. Entretantos>>4min. / Ouro Preto MG 1997Videoarte.A poesia se torna a voz de cada sujeito das ruas. Mas quando todos tentam falar seus desabafos ao mesmo tempo a multidão se torna incompreensível. Múltiplos de 1>>4min. / Ouro Preto MG 1998 Vídeoarte.A combinação de ruídos do cotidiano assim como partes de diálogos e músicas com imagens de objetos fabricadosem série e do sujeito sem rosto definido, apontando para a angustiante busca de identidade numa sociedade de massa. Menção Honrosa no Museu da Imagem e do Som/SP - Ecótono>>3min. / Vitória ES 1999Videoinstalação convidada para a exposição Vitória 448 anos – Visão da Minha Vitória às Vésperas do Novo Milênio, na Casa Porto das Artes Plásticas.Artistas e suas obras são relidos pela câmera, ganhando uma nova forma e significado, assim como os detalhes do próprio prédio. Pacíficos & Ruidosos --- Documentário Unilateral e Incompleto sobre o Balão Mágico >>12min. / Vitória ES 1999Documentário sobre grupo universitário que atuou na UFES durante a década de 80.Uma busca por novas formas para o vídeo documentário, onde a linguagem utilizada entra em sintonia com o próprio tema retratado, além de um questionamento sobre a suposta imparcialidade dos documentários.Prêmio Melhor vídeo documentário do Sexto Vitória Cinevideo. É por isso esse gosto salgado >> Casa Porto das Artes Plásticas 2000 - Documentário sobre exposição II Salão do Mar. Retrato de artistas e obras em exposição. Em vão >> Vitória ES 2001Interferência Urbana: Vídeoprojeção nos vãos da Terceira Ponte, três vídeos projetados nos pilares e no teto da ponte. A imagem como mero registro do cotidiano particular. Vermelha >> 5min. Vitória ES 2001Videoclip da banda Zémaria.Utilização de uma linguagem retrô, antigos croma key e efeitos em P&b que remetem a antigos desenhos e revistas dos anos cinquenta. Veiculação na MTV. - Prêmio Melhor Videoclipe no Oitavo Vitória Cinevideo. Noite >> 4min. Vitória ES 2001 Videoclip da banda Dead Fish. Veiculação na MTV. - Segundo melhor videoclip nacional, seleção 2001, Revista Rock Press. Sossego >> 4min. Vitória ES 2002 - Videoclip da cantora Tamy.(Veiculação na MTV). Alone >> 3 min. Vitória ES 2002 Videoclipe da banda Siecrist. - Veiculação na MTV. Festival de Cinema Internacional---INDIE 2003 >> 35 min.Todos o portfólio da mirabólica exibido no Festival Internacional INDIE---FILMES BH,O festival é exibido em diversos países da Europa e na América do Norte. 10MAES---VÍDEO: Museu de artes do Espírito Santo >> 2003 - O portfólio da mirabólica faz parte do acervo permanente do museu. Revista Avulso---vídeo >> Vitória 2003 - A convite da Secretaria de Produção e Difusão Cultural da UFES, realizaram a primeira edição da Revista Avulso, sobre o Suporte Vídeo. Projeto PLAY >> 2004 Série de videopoemas de autores capixabas para evento do MAES – Museu de Arte do Espírito Santo. O livro das águas >> 4min. / 2004 Vídeo sobre poema da escritora capixaba Mara Coradello.Exterminador >> 2min. / 2005 Animação. Livre adaptação da lenda de Xangô e Oyá de Pierre Vergé. Portfólio MIRABÓLICA Integrante da Mostra Itinerante do ITAÚ CULTURAL no Museu do Paço Imperial[RJ] e Palácio das Artes[BH].Náusea >> 7 SALÃO DO MAR 2006. Videoinstalação integrante do 7 SALÃO DO MAR, vitória, ES. Trabalho realizado dentro do coletivo LAB, comunidade criativa. CIDADETEMPORTO >> 2006 VIDEO COMEMORATIVO DOS 100 ANOS DO PORTO DE VITORIAANIMAÇÃO TÉCNICA MISTA. TV ANTENA >> 2006 - PROGRAMAS INSTITUCIONAIS DE COMUNICAÇÃO DA PREFEITURA DE VITÓRIA. PILOTO DE TV COMUNITÁRIA. SKOL BEATS 2007 >> MAIOR FESTIVAL DE MÚSICA ELETRÔNICA DA AMÉRICA LATINA - A convite da curadoria visual a Mirabólica fez VJING na tenda DJ MAG. - SE REPETE COMO FARSA >> 2007 Mostra Internacional de vídeos de interferência Urbana. - O registro do projeto EM VÃO, de interferência urbana, foi selecionado para mostra HOMENS >> 2009 - Edição e colorização do Curta metragem de Lucia Caus. - TURNÊ 11 TRAX >> 2008 >> Em Movimento >> TV GAZETA - VJ DA BANDA ZEMARIA NA EUROPA EM 2008 E SÉRIE PARA REDE GAZETA.CINEGRAFISTA - ESTRANHO AMOR >> 2008 - Direção de Fotografia do curta metragem de Lucia Caus. FREESOM >> 2009PILOTO PARA O CANAL MULTISHOW, COM A BANDA ZÉMARIAFOTOGRAFIA E EDIÇÃO FESTIVAL INTERNACIONAL DE PILOTOS IETV >> 2009 - VENCEDOR DA CATEGORIA ENTRETENIMENTO COM O FREESOM NEW YORK INDEPENDENT TV FESTIVAL >> 2011 - O PILOTO FREESOM É CONVIDADO PELO FESTIVAL NA CATEGORIA PASSAPORT. A MORTE DO CURUPIRA >> 2012 - DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA DE CURTA METRAGEM DIRIGIDO POR JULIANO ENRICO DISTOPIA >> 2014 CURTA METRAGEM DE FICÇÃO. - CURTA VITÓRIA A MINAS >> 2015 SÉRIE DE 5 FILMES CURTA METRAGENS PRODUZIDOS PRO INSTITUTO MARLIN AZUL. CURTA METRAGEM DISTOPIA _ 14 min. >> 2016 Direção de Cena - CARTAS QUE NÃO LI_ 14 min. >> 2016 Direção de fotografia. CURTA METRAGEM TERRITÓRIO DO BEM _29min >> 2016 - Roteiro e Direção de Cena. CURTA METRAGEM MOQUECA SONORA – 10 MIN >> 2017 Roteiro e Direção de Cena. DOCUMENTÁRIO ZACIMBA GABA – 10 MIN – 2018 Roteiro e Direção de Cena.CURTAMETRAGEM O PÁSSARO SEM PLUMAS – 15 MIN – 2019 - Roteiro e Direção de Cena e direção de ArteTroféu Melhor filme capixaba no Festival de cinema de Santa Teresa Direção de arte - Marcelo Cruz - Assistente de Direção - Paolo de Souza - Diretora de Produção - Elen Zouain - Produtor executivo - Thommy Lacerda Sossai - VIDE CARTA DE ANUENCIA - CURRÍCULO EQUIPE TÉCNICA

Providência

EXPIROU O PRAZO DE APRESENTAÇÃO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DO PROJETO.