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O projeto visa dar continuidade aprogramação do Cine 104, assegurando a difusão de acervo e conteúdo audiovisual, em especial obras brasileiras, durante todo o ano de 2020, de quarta a domingo, com ingressos a preços populares em um cinema alternativo localizado dentro de um bem patrimonial tombado. A proposta visa promover a formação de público para o cinema, bem como o estreitamento do laço entre o espaço (e toda sua história) e a população da cidade de Belo Horizonte.
Não se aplica
O projeto visa dar continuidade a programação do Cine 104, assegurando a difusão de acervo e conteúdo audiovisual, em especial obras brasileiras, durante todo o ano de 2020. A proposta visa promover a formação de público para o cinema, bem como o estreitamento do laço entre o espaço (e toda sua história) e a população da cidade de Belo Horizonte.O Cine 104 é uma das poucas salas de cinema de rua existente em Belo Horizonte, localizado no centro da capital mineira, mas especificamente na região da Praça da Estação. É uma sala que possui noventa lugares, equipada com o sistema DCP (Digital Cinema Package) e que integra um dos mais importantes espaços culturais da cidade, o espaço Cento e Quatro, edifício histórico tombado pelo município.Inaugurado em 2012, o Cine 104 surgiu em um momento em que importantes salas de cinema haviam sido fechadas na cidade, como o Usina e o Savassi Cineclube, e se tornou referência ao suprir uma lacuna com a oferta de produções independentes, principalmente nacionais, com conteúdos artísticos e conceituais. Atualmente, os cinemas em Belo Horizonte que possuem este perfil são o Cine Humberto Mauro localizado no Palácio das Artes, e o Cine Belas Artes, localizado na região da Praça da Liberdade.CURADORIAPara o ano de 2020, a programação continuará dando ênfase ao cinema brasileiro e as obras mundiais que evidenciem seus atributos artísticos-culturais, dando espaço para filmes que não se caracterizam como blockbusters, ou seja, que não sejam essencialmente comerciais. O projeto prevê ainda a exibição de filmes infanto - juvenis, no intuito de garantir a esta parcela de público a democratização do acesso, e a formação de novos espectadores para o cinema de rua.A fim de manter e potencializar a relação do Cine 104 com o movimento cultural de Belo Horizonte, a sala buscará parcerias para abrigar mostras culturais alinhadas com o calendário cultural da cidade, bem como integrará programações inclusive de outros segmentos, como a dança, o teatro e as artes digitais. Exemplos de parcerias possíveis: INDIE _ Festival de Cinema Independente, Forumdoc. _ Festival do Filme Documentário e Etnográfico / Fórum de Antropologia e Cinema, Mostra de Cinema de Belo Horizonte, Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte, Múmia _ Mostra Udigrudi Mundial de Animação, FIT - Festival Internacional de Teatro, FID _ Fórum Internacional de Dança e FAD _ Festival de Arte Digital. O Cine 104 irá atuar também como espaço de incentivo e discussão sobre a produção audiovisual local e brasileira, incluindo na programação obras de diretores mineiros e brasileiros. Uma vez por mês, sempre às quartas-feiras, o Cine 104 terá um diretor ou convidado especial para um bate-papo com o público após a exibição de um filme.A programação será composta majoritariamente por filmes de longa-metragem (ficção, documentários e animação) no formato DCP.Os filmes que irão compor a programação serão negociados com várias distribuidoras, a maioria delas, brasileiras, independentes e não ligadas aos grupos majoritários de produção e distribuição de filmes : Zeta Filmes, Vitrine, Pandora, Filmes do Estação, Rio Filmes, Imovision, California Filmes, Art House, Pagu Filmes, Elo Distribuidora, Embaúba Filmes, e outras que tenham o perfil que está sendo proposto.As sessões poderão ser gratuitas ou terão cobrança de ingressos a preços populares. Estima-se uma taxa de ocupação média da sala de cinema de 19% dos lugares disponíveis.OBJETIVO GERALRealizar a programação do Cine 104, garantindo a difusão de acervo e conteúdo audiovisual através de sessões de cinema durante todo o ano. OBJETIVOS QUANTITATIVOS Em decorrência da Instrução Normativa nº 05/20, as metas do projeto precisaram ser adaptadas à nova realidade, uma vez que o espaço cultural - cinema - está temporariamente fechado, seguindo as orientações dos órgãos de saúde, e as determinações da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte e do Governo do Estado de Minas Gerais. Assim, seguem a nova proposta:- Disponibilizar 44 filmes no ano através do site do Cento e Quatro- Disponibilizar 02 filmes por semana de abril a junho serão- Disponibilizar 01 filme por semana de julho a dezembro- Disponibilizar 01 sessão com acessibilidade por mês- Realizar 07 (maio a novembro) bate papos através de LIVES no ano, sendo um por mês, com um cineasta ou estudiosos do cinema, sempre após uma sessão;- Realizar 18 ações culturais virtuais (02 por mês), sendo elas ações formativas, informativas, artísticas, visando produzir reflexões sobre o momento em que vivemos (CULTURA X CONFINAMENTO), bem como fortalecer a afetividade do público com o espaço cultural que reabriu e retomou suas atividades em 2019.- Produzir 07 de críticas cinematográficas com especialistas através de lives/podcasts a serem disponibilizadas através do projeto (será escolhido um filme por mês para ser objeto dessa ação)- Atingir um público médio de 8.000 pessoas durante todo o projeto.- O acesso aos filmes se dará de forma gratuita. INGRESSOS: Tendo em vista a Covid-19 os filmes serão disponibilizados gratuitamente os links com as senhas através do site e das redes sociais
O presente projeto se justifica: 1) Por se realizar em um espaço cultural que é também um bem tombado, o que gera um fortalecimento na questão identitária da cidade de Belo Horizonte; 2) Por ser um projeto que prioriza filmes que estão fora do circuito comercial de cinema, dando acessibilidade à produção audiovisual alternativa, em especial a brasileira; 3) Por oferecer entrada gratuita às quartas e a preços populares nos demais dias, lembrando que o preço de um ingresso em uma sala comercial tem o custo de R$40,00 em média na capital; 4) Por promover um espaço de diálogo entre os criadores e os espectadores através de sessões comentadas. O Cento Quatro é um ponto de referência para a difusão da cultura local e está instalado num prédio tombado que integra o Conjunto Arquitetônico da Praça da Estação. Por sua localização privilegiada, se apresenta como ponto de convergência cultural no hipercentro facilitando o acesso à cultura e se mostrando cenário ideal para a realização de um projeto que visa a difusão do cinema alternativo, em especial nacional, como o presente "Cine 104 - Programação 2020". Fato é que é necessário pensar-se em ações de democratização e universalização do acesso aos bens e serviços artístico-culturais em espaços centrais das grandes cidades, como é o caso da Praça da Estação, pois o local facilita o acesso de todos os tipos de pessoas, pois nela está a estação central do metrô além de várias linhas de ônibus. Ressalta-se ainda que o projeto contempla a inclusão em todos os sentidos, pois oferecerá gratuidade visando incluir pessoas em situações sociais desfavoráveis, promoverá sessões com acessibilidade visando atingir pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida e pessoas com dificuldade na língua/linguagem, bem como promoverá sessões com foco em crianças, públicos tradicionalmente não contemplados em programas e atividades culturais. Cumpre destacar que o espaço, que é ao mesmo tempo, cinema e galerias multiuso e café, tem vocação para promover ações diversas e principalmente aquelas de conteúdo interdisciplinar que visam difundir a arte e o espaço de convivência múltipla e diversa. Porém, atualmente nos deparamos com uma questão que põe em cheque a existência de espaços culturais com foco no cinema: como levar público para salas de cinema quando filmes se encontram disponíveis a um clique a quaisquer cidadãos? O cinema vem perdendo cada vez mais espaço em função do aparecimento de formas alternativas de entretenimento, decorrente da tecnologia, levando ao expectador filmes para suas telas de celulares, o que gerou não é uma queda no público para filmes, mas sim para as salas de cinema. Por esse motivo a programação proposta visa incrementar a exibição de filmes na cidade, em especial filmes alternativos, buscando estabelecer conexões com o movimento artístico cultural de Belo Horizonte, principalmente o universo do audiovisual. A intenção é atrair um público heterogêneo, por meio de uma seleção de filmes que não se caracterizam como filmes exclusivamente comerciais. Os filmes serão negociados com distribuidoras, principalmente brasileiras, a fim de valorizar e fortalecer essas iniciativas. Assim, a presente proposta de programação na área de cinema, visa trazer para a cidade importantes filmes do ponto de vista cinematográfico, estético, autoral, de realizadores premiados internacionalmente, e que não tenham chegado às salas de cinema por ocasião das dificuldades de distribuição de muitos títulos desse segmento (cinema de arte) enfrentam por suas condições de orçamento e por não terem apelo aos circuitos comerciais de exibição. Para cumprir o acima descrito, o projeto dá pleno cumprimento ao disposto no art. 3º da Lei 8313/91: Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; Assim, o projeto se justifica por ser um meio de fomentar a produção cultural, em especial a difusão do cinema, através da realização de uma programação contínua com a finalidade de formação de público e ocupação do local. Importante ainda demonstrar os objetivos qualitativos que pretendemos alcançar através do presente projeto: - Auxiliar o reestabelecimento da conexão entre o público consumidor de cultura de Belo Horizonte e o espaço Cine Centoequatro; - Fortalecer a formação de público para o consumo de obras cinematográficas fora do eixo comercial tradicional; - Oferecer uma programação de qualidade para diversas faixas etárias, gerando a ampliação de atividades culturais em região de grande circulação de pessoas; - Ampliar o acesso para público infantil e infanto-juvenil a obras cinematográficas fora do comercial tradicional; - Fortalecer a geração de emprego e renda através da realização das atividades previstas.
Não se aplica.
O espaço possui todas as exigências referentes acessibilidade de pessoas com dificuldades de locomoção. Além disso serão realizadas sessões mensais com a devida divulgação, para público com necessidades especiais: Deficiente Visual: Audiodescrição. Deficiente Auditivo: Legendagem e Intérprete de Libras.
A proposta da mostra é atingir um público diverso, sem segmentação, pois o espaço está localizado na região central de Belo Horizonte, e tem fácil acessibilidade (próximo a várias linhas de ônibus e metrô). A capacidade do Cine 104 é de 90 lugares, entretanto, estima-se um público médio pagante de 17 (dezessete) pessoas por sessão, o que significa um público total de 8.000 (oito mil) pessoas, aproximadamente 19% da taxa de ocupação da sala. E, em acordo com o art. 21, da IN nº 05/2017, os produtos cadastrados terão como ação de democratização os seguintes incisos: II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; V – realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; VII – realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto-juvenil; Sendo assim, para o alcance: • O acesso ao Cine 104 é extremamente fácil por estar em uma região central com grande acesso à transporte público. • Estão previstos 12 vans durante o ano, para o transporte de alunos de escolas públicas e instituições sociais. • Estão previstas sessões comentadas gratuitas. • Estão previstas 12 sessões para público infantil. • Toda a programação contará com uma abrangente divulgação nos meios de comunicação de massa, site, redes sociais, escolas e universidades, ong`s, instituições sociais, para diversos segmentos da sociedade, favorecendo e estimulando a ampla participação do público.
COORDENAÇÃO GERAL E FINANCEIRA: INSTITUTO ANTONIO MOURÃO GUIMARÃES - IAMG (HAVERÁ OS SERVIÇOS, MAS NÃO HAVERÁ A REMUNERAÇÃO NESSE ANO EM DECORRENCIA DO COVID-19 E A DIFICULDADE NO PROCESSO DE CAPTAÇÃO)Gestor do Cento Cultural CentoeQuatro, inaugurado em 2009, atua no fomento da arte e da cultura, abrigando projetos de terceiros, em parcerias com grupos artisticos e com projetos próprios. Em 2011 inicia as exibições regulares de cinema e em 2013 inaugura a biblioteca de ates visuais. Principais realizações Vídeo-instalação A Eurásia / Espetáculo teatral De peixes e pássaros / Live performance Simbio Remix / MIP Manifestação Internacional de Performance / Festival Internacional de Cinema e Animação - Mostra Primeiros Longas com exibição de filmes de diretores estreantes franceses Mia Hansen-Love, Djamila Sahraoui, Carine Tardieu, Magaly RichardSerrano e Jean-Pascal Hattu. / Arte em foco / Eletronika / Vivo Arte.mov / Exposição Da rua: imagem, arte e ação de Daniel Escobar, grupo Poro e Shima / Lançamento do curta Cinema de Éder Santos / In_Comun com Graveola e o Lixo Polifônico / Festival Instrumental Popular- Cristina Buarque homenageia Candeia / Trimix Cabaré / 10 anos do Festival Mundia/ de Circo / Confraria da Dança / Confraria da Dança / 2 seminário Internacional de Gestão Cultural / 2 Mostra de Arte Insensata - Pinhole Day / XI Prêmio BDMG Instrumental / FIT / 4ª Mostra de Movimentos Urbanos / 2º Seminário de Disseminação de Leitura Literária: Pró Leitura / Gafieira em BH – Dos salões da sociedade ao Montanhês / Flor de Abacate Gafieira + Orquestra Gafieira- Performance ?VAGA – uma experiência de ocupação? Com Dudude e Marco Paulo Rolla/ CEIA DESENHO- Corpo Cidadão / Seleção para Grupo Experimental de Música - Mosaiko / Workshop Design Thinking- Cidades Invisíveis | Camêra + Zimun + Bubble Trouble- Pinhole Day 2012 - O Dia Mundial da Fotografia Pinhole / Hip Hop no 6º Festival de Arte Negra / TEDx Belo Horizonte- ®Nova Cultura Contemporânea / VI Semanária das Artes Gráficas- O idiota – uma novela teatral / Dança Multiplex / Minas+Viva – Diários Associados / II Semana da Fotografia de Belo Horizonte / Bienal 1 - Bienal Universitária de Arte – Exposição / VIII Semana Venezia Cinema no Brasil / Foto-FALA - Instalação audiovisual/ BAU {bazar de arte e utilidades} realizado desde 2012 / Show com Marilton e Rodrigo Borges / Baile da Teresa / FIF Festival Internacional de Fotografia (ja com duas edições realizadas na espaço / Coffe and roll (Festival de Baristas), etc. CURADORIA: MONICA CERQUEIRAEmpresária, comunicadora social formada pela PUCMINAS em 1986, com curso de especialização em Competência Criativas (2014-2015) / UNA – Centro Universitário UNA, Belo Horizonte, MG.Atualmente trabalha na pré-produção do documentário, ?SANTOS-DUMONT, O CÉU NA CABEÇA?, vencedor do prêmio de desenvolvimento de roteiro na categoria documentário no edital da CODEMIG – Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais, 2016. De 2010 a 2015, trabalhou como consultora para o MM GERDAU - Museu das Minas e do Metal, em Belo Horizonte, na curadoria e coordenação de projetos e ações culturais. Principais projetos: Toda Quinta e Muito MMMais: filmes, palestras, poesia e outras atividades regulares e o programa coMciência: filmes e palestras sobre temas científicos em edições mensais.De 2004 a 2010 foi Diretora de Marketing e Projetos Especiais da Fundação Clóvis Salgado / Palácio das Artes. Foi programadora do Cine Humberto Mauro/Palácio das Artes entre 1980 e 1988.Em 2016 realizou diversas oficinas no interior de Minas Gerais para ativação de cineclubes locais.Em 1988, fundou e atuou na direção do circuito de salas de cinema patrocinado pelo Unibanco/Itaú, em Belo Horizonte: Savassi Cineclube e Usina de Cinema que ofereciam, além da programação regular, lançamentos de filmes, livros, exposições, cursos, mostras e festivais. Em 1995 criou o Cine Imaginário, um espaço multiuso que recebeu Arnaldo Antunes, Pato Fu, Regina Casé, Tom Zé, Waly Salomão e muitos outros, além de espetáculos de dança, mostras de filmes, lançamentos de livros, desfiles de moda e outras atividades.Realizou, entre 2011 e 2014, a itinerância em Belo Horizonte, do É TUDO VERDADE – Festival Internacional de Documentários.Recebeu o Prêmio Jovem Empresária pela Gazeta Mercantil (1995/96) pelo desempenho como empresária do setor cultural. Em 2006 recebeu a Medalha Santos Dumont/Cultura, do Governo do Estado de Minas Gerais.CURSOS:- curso de Roteiro para Cinema – com Alfredo Oros (roteirista de ?O Corpo?, de Antônio Garcia; argumento de ?A Hora da Estrela?, de Suzana Amaral e outros).- curso A História do Cinema com Máximo Barro (professor de cinema da FAAP - Fundação Armando Álvares Penteado, montador, pesquisador e escritor).JURIS, CURADORIAS:- membro do Júri em Festivais de Cinema: Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte, forumdoc. - Festival do Filme Documentário e Etnográfico de Belo Horizonte, Forum BHZ Vídeo e outros. - uma das curadoras da Mostra Territórios de Minas – no Ano do Brasil na França em 2006.- curadora da 1ª Mostra de Cinema de Tiradentes – em 1997CINEMA E TV: - Escreveu com o artista Eder Santos, o roteiro para o filme DESERTO AZUL, segundo longa-metragem do artista, premiado nos editais da Petrobras e do Filme em Minas, da CEMIG e Governo do Estado de Minas Gerais; previsto para ser lançado em 2019. No filme, atuou também como Produtora Executiva associada.- Roteirista do filme A CASA DO GIRASSOL VERMELHO, terceiro longa metragem do artista Eder Santos, em fase de pós-produção.- curadora do vídeo GLAUBER ROCHA: QUANDO O CINEMA VIROU SAMBA, de José Roberto Torero e Erika Bauer, prêmio de melhor vídeo no Rio-Cine e Festival do Ceará/1995, um documentário didático sobre a vida e a obra do artista, realizado em parceria com a Secretaria de Estado da Educação de Minas Gerais. O vídeo foi distribuído para todas as escolas de ensino médio e fundamental da rede estadual.- consultora do filme A ALMA DO OSSO (2003), de Cao Guimarães, prêmio de Melhor Filme no Festival Internacional É Tudo Verdade/SP.- na Universidade Federal de Minas Gerais, de 1998 a 2000, implantou e dirigiu a TV UFMG/Canal Universitário. Realizou os primeiros programas da TV, com destaque para a organização da série ?Memória e Cinema – Imagens de Minas?, em parceria com a Escola de Belas Artes da UFMG. A série é apresentada pelo ator Matheus Nachtergaele. PRODUÇÃO – VINÍCIUS CORREIAFORMAÇÃO? Comunicação Social. FIC – Faculdade Integrada de Caratinga (Bacharelado)? Cinema e Audiovisual. Centro Universitário Una – Belo Horizonte (Bacharelado) EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL? 2016 a 2020 – Curta Circuito (Emprego atual) Cargo: Produtor.? 2017 a 2020 – CINEFoot (Emprego atual) Cargo: Assistente de Produção? 2016 a 2019 – Anaya Produções Culturais Cargo: Assistente de Direção.? 2015 – Attyla Filmes.Cargo: Produtor Audiovisual.? 2014 – Sistema Logosófico de Educação.Cargo: Professor de história do cinema e produção cinematográfica.? 2013 – 2014 – Splendor Vídeo.Cargo: Gerente.? 2011 – 2013 – Videomania.Cargo: Gerente.? 2007 – 2009 – Viação Riodoce.Cargo: Arquivista.? 2005 – 2006 – INSS – Instituto Nacional do Seguro Social. Cargo: Estagiário. FILMOGRAFIA? Produtor e assistente de direção no curta-metragem ?Dois?, realizado pela Escola Livre de Cinema.? Produtor do curta-metragem ?Palhaçada?, realizado no 1º semestre do curso de cinema da UNA.? Produtor do curta-metragem ?Amor em Tempos...?, realizado no 2º semestre do curso de cinema da UNA.? Produtor, diretor e diretor de fotografia dos vídeos ?Anônimo?, ?Memórias?, ?Do Outro Lado da Linha?, ?Dezembro? e ?Trabalho Duro?, realizados no 3º período do curso de cinema da UNA.? Produtor, diretor e diretor de fotografia do vídeo ?PIC-MI?, projeto de TCC do curso de design de produtos da faculdade FUMEC, realizado em dezembro de 2013.? Produtor e diretor do vídeo institucional do curso de idiomas MINDS, realizado em dezembro de 2013.? Assistente de fotografia no documentário ?Mamulengo – Nas Linhas da Mão?, exibido pelo canal Cultura e pela TV Futura.? Diretor de Fotografia do vídeo de relançamento do pneu Scorpion, da Pirelli.? Produtor e diretor de fotografia do vídeo Alisergia, piloto para série de TV realizado no 4º período do curso de cinema da UNA.? Diretor de Fotografia dos vídeos da agência Mega Models.? Produtor do programa semanal para o canal do YouTube da escritora Cris Guerra.? Diretor de Fotografia para um vídeo institucional da UNIMED.? Produtor do programa semanal para o canal do YouTube Visceral Art.? Produtor do curta-metragem Shut Up and Listen, realizado como conclusão do curso de cinema da UNA. QUALIFICAÇÕES E ATIVIDADES PROFISSIONAIS? Inglês – Fluente.? Alemão – Intermediário (A3).? Curso de alemão na escola BFI, localizada na cidade de Innsbruck (Áustria).? Curso de Fotografia e Iluminação Cênica (SEMINALUZ).? Curso de Artes Cênicas (OFICINA DE ATORES – Rio de Janeiro).? Informática: Excel, Word, Power Point, InDesign, Photoshop e Corel Draw.? Colunista de cinema dos jornais Diário de Caratinga e Diário de Muriaé entre 2007 e 2009.? Curso de Cinema – Escola Livre de Cinema – Belo Horizonte? Redator do site de cinema Ovo de Fantasma entre 2009 e 2010.? Entrevista feita com Apichatpong Weerasethakul, diretor vencedor da Palma de Ouro com ?Tio Boonmee, que pode recordar suas vidas passadas?, para o site de cinema Ovo de Fantasma.? Entrevista feita com Robert Eggers, diretor do filme ?A Bruxa?, para o site de cinema Rocinante.? Comentários realizados no Cine Humberto Mauro dos seguintes filmes: O Que Terá Acontecido a Baby Jane? A Bruxa, Cantando na Chuva e Fúria Sanguinária. ASSISTENTE DE COORDENAÇÃO E APOIO ADMINISTRATIVO E FINANCEIRO – SHEILLA PIANCÓ E FLÁVIA VIANNASheilla PiancóAdvogada – OAB/MG 93.873 Mestre em Gestão Social, pós-graduada em Direito Tributário, graduada em Direito pela UFOP. Advogada e Gestora Cultural, atua principalmente em políticas públicas e privadas de cultura. Atua na área desde 2007 atua como consultora jurídica e gestora de projetos na área de Leis e Mecanismos de Incentivo à Cultura, Direitos Culturais, Autorais, e do Terceiro Setor. Com formação em Coaching e atuação na área de Empreendedorismo, apoiando na criação e planejamento de negócios criativos. Professora de Aspectos Jurídicos da Cultura do Observatório da Diversidade Cultural e Consultora do Sebrae na área da Cultura desde 2009. Foi Gestora Cultural do Banco Bonsucesso nos anos de 2011 e 2012. Foi Coordenadora de Extensão da Universidade Veiga de Almeida no Rio de Janeiro nos anos de 2013 e 2014. Coordenou projetos relacionados a Empreendedorismo Criativo ao Instituto Kairós nos anos 2015 e 2016. Foi gestora jurídica da produtora de festivais na área de música SW Entretenimento durante o ano de 2017. Atualmente é gestora da Vivas Cultura e Esporte e atende espaços culturais como Cine Theatro Brasil, Casa Fiat de Cultura e Associação Mineira de Letras, entre outros. Flávia Mara Soares ViannaGraduada em Turismo pelo Centro Universitário Newton Paiva, Curso de Capacitação em Gestão por Resultados pela Fundação João Pinheiro e Curso de Desenvolvimento e Gestão Cultural – Pensar e Agir com Cultura/ODC. Experiência na área cultural desde o ano de 2004, atuando em órgãos públicos e iniciativa privada. Iniciou sua carreira na área cultural na Prefeitura Muni cipal de Lagoa Santa, atuando com a implantação da Lei Municipal de Incentivo à Cultura. Em 2007 iniciou seu trabalho na Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais, como Assessora da Superintendência de Fomento e Incentivo à Cultura, onde trabalhou na Diretoria do Fundo Estadual de Cultura. De 2011 a 2015 atuou como Gestora de Projetos na Superintendência de Negócios Culturais e Esportivos do Banco Bonsucesso. Atualmente é gestora da Vivas Cultura e Esporte e atende espaços culturais como Cine Theatro Brasil, Casa Fiat de Cultura e Associação Mineira de Letras, entre outros.
Prestação de contas Aprovada conforme Relatório Executivo de Avaliação de Resultados Nº 820/2024/CATE/SGPTC/SE/MINC, de 30/06/2024.