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PRONAC 193755Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Escola de Mídia Comunitária

REDE CIDADE DE COMUNICAÇÃO E CIDADANIA
Solicitado
R$ 195,0 mil
Aprovado
R$ 195,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Formação Audiovisual
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
SP
Município
Taubaté
Início
2020-02-01
Término
2021-01-31
Locais de realização (1)
Taubaté São Paulo

Resumo

Escola de Mídia Comunitária é um projeto de formação em audiovisual (TV e cinema) para a formação cidadã de adolescentes e jovens, com foco na produção de conteúdos abordam temas sobre a comunidade. Os cursos são oferecidos a adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade, que aprendem as técnicas de roteirização, captação de som e imagem, decupageme edição, sendo ao final estimulados a produzir curtas de documentários de 5 a 10 minutos, incentivando o protagonismo social.

Sinopse

Oficinas de formação com integração entre outros jovens, com ações participativas e coletivas nas diferentes etapas da produção audiovisual. A formação básica é composta por três oficinas de audiovisual, duração de 16 horas/cada, onde os alunos aprendem as técnicas de roteirização, captação de som e imagem, decupagem, edição e acessibilidade, sendo ao final estimulados a produzir curtas de documentários de 5 a 10 minutos. Oficinas disponibilizadas a cada aluno: » Roteiro » Captação de som e imagem » Decupagem » Edição » Acessibilidade

Objetivos

Objetivo Geral Promover a formação de 60 (sessenta) adolescente (de 14 a 17 anos) para a produção audiovisual inclusiva e cidadã, disponibilizando 4 (quatro) turmas de formação e o desenvolvimento de atividade de contrapartidasocial com Mostra de conteúdos e palestras. Objetivos específicos • Formação cidadã em produção audiovisual para 60 adolescentes;• Produção de 60 conteúdos audiovisuais de curta metragem com temáticas sociais;• Apresentação dos resultados no formato de mostra e debate para estudantes e professores da rede pública de ensino.

Justificativa

Escola de Mídia Comunitária é um projeto de formação em audiovisual (TV e cinema) para a formação cidadã de adolescentes e jovens, com foco na produção de conteúdos abordam temas sobre a comunidade, que necessita de apoio de leis de incentivo para manter e ampliar suas ações. A Escola de Mídia Comunitária surgiu oficialmente a partir do Ponto de Cultura Fábrica de Documentário, em 2010, convênio celebrado entre o Governo de São Paulo, Sec. de Estado da Cultura e Ministério da Cultura, com nossa entidade, no qual os subsídios estão possibilitando a execução de oficinas de cinegrafia, roteiro e edição para a comunidade, em especial ao público jovem, objetivando a inclusão, preservação e difusão audiovisual. O projeto faz parte do convênio contrato 263/2009, processo 001906, em vigor até 31/12/2012. Toda estrutura montado do projeto, continua em atividade e é bancado pela entidade que continua a realizar os cursos de forma definitiva. Os cursos são oferecidos principalmente a adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade, que aprendem as técnicas de roteirização, captação de som e imagem, decupagem, edição e acessibilidade, sendo ao final, estimulados a produzir curtas de documentários de 5 a 10 minutos, incentivando o protagonismo social. A criatividade é o princípio pelo qual o ser humano supera a condição de ser passivo e se torna protagonista de algo, onde a criação, no sentido de dar vida a algo, estabelece a condição primordial. É um também um ativo econômico buscado em todos os setores, porque define uma capacidade de sair da condição de produção em escala, em série, então transforma a produção em diversidade, pluralidade e reflete a identidade cultural do seu autor e das suas relações, sejam elas subjetivas ou concretas. Ao incentivarmos a criatividade, incentivamos a autoestima de indivíduos e comunidades. Ao mesmo tempo, os alunos passam a ter noções de cidadania, de pertencimento e de autoestima. Torna-se pessoas mais críticas a partir do momento em que passam a conhecer que não são seres limitados, mas que possuem elementos capazes de lhes darem sustentação para seus crescimentos e para o entendimento do meio em que vivem, de forma lúdica porém realista. Os princípios que fundamentam a Escola são: • Protagonismo da comunidade - Com os cidadãos sendo alvo dos trabalhos tanto como fontes quanto agentes audiovisuais, empunhando microfones e câmeras, ocupando a bancada como entrevistados e apresentadores. • Inclusão social - Os mais variados segmentos se fazem representar em nosso projeto: portadores de necessidades especiais, LGBTQi, crianças, jovens e idosos, negros, brancos, pardos e mulatos, gordos e magros. • Valorização das ações da comunidade - Manifestações culturais tradicionais e contemporâneas, de cidadania, iniciativas coletivas são foco cotidiano de reportagens.

Estratégia de execução

Local de realização O projeto será desenvolvido na sede da associação da TV Comunitária, na cidade de Taubaté. Nossa estrutura permite a realização continua de atividades de formação já que a Escola de Mídia Comunitária surgiu oficialmente a partir do Ponto de Cultura Fábrica de Documentário, em 2010, convênio celebrado entre o Governo de São Paulo, Sec. de Estado da Cultura e Ministério da Cultura. Parcerias Executamos parceiras com entidades locais, oferecendo turmas especiais, a exemplo do CMDCA - Conselho Municipal da Criança e do Adolescente, cujos cursos da Escola de Mídia são realizados em locais indicados, por exemplo, dentro de uma escola da rede pública de ensino.

Especificação técnica

Não se enquadra.

Acessibilidade

1. Produto: OFICINAS 1.1 Acessibilidade física Aulas em local com acessibilidade física, rampas. 1.2 Acessibilidade de conteúdo Obras audiovisuais produzidas pelas oficinas irão dispor de: - Audiodescrição; - Legendagem descritiva; e - Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS. OBS: Todo material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto deve conter informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade adotadas para o produto. 2. Produto: CONTRAPARTIDA SOCIAL 2.1 Acessibilidade física Mostra realizada em local com acessibilidade física, rampas. 2.2 Acessibilidade de conteúdo Palestra contará com Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS.

Democratização do acesso

1. Oficinas Acesso: Através de inscrição prévia, aberta a estudantes da rede pública de ensino. Comunidade tem acesso a toda produção, através da realização de mostras de apresentação dos conteúdos e da veiculação através das nissas redes e do canal da TV Cidade, em tv por cabo. 2. Contrapartida social: Mostra e palestras Como resultado ao final de cada turma, realizaremos ações formativas destinadas a estudates e professores da rede pública de ensino, dispondo de: 1. Mostra audiovisual; e 2. Palestra e debate com tema ligado aos conteúdos e/ou audiovisual. Acesso: Ocorrerão mediante entrada gratuita, sem inscrição prévia. Depois de cada Mostra, os conteúdos são disponibilizados através do canal comunitário, em formato de série. Vídeos e fotos do projeto também são disponibilizados através das redes sociais.

Ficha técnica

Coordenação geral Mário Jefférson Melo Jornalista, Radialista, Técnico em Transação imobiliária, Orientador Trabalhista; Delegado Sócio Ambiental filiado à CNDA – Conselho Nacional de Defesa Ambiental, Consultor Organizacional para o Terceiro Setor filiado ao IBCO – Instituto Brasileiro de Consultores de Organização SP/SP; Diretor Presidente da FRENAVATEC – Frente Nacional pela Valorização das TVs do Campo Público; Diretor Presidente da TV CIDADE COMUNITÁRIA DE TAUBATÉ; Diretor Conselheiro da FUNDEVAP – Fundação Ecológica Vale do Paraíba; Conselheiro da Fundação Imprensa; Consultor Organizacional para o Terceiro Setor; Gestor dos projetos “Fábrica de Documentários” – Ponto de Cultura (Secretaria Estadual de Cultura de São Paulo e Ministério da Cultura); “Resgate Folclórico” - prêmio Mídia Livre 2009 (Secretaria de Cidadania Cultural Ministério da Cultura); “Central de Mídia Produção e Distribuição Cultural” – Pontão de Cultura (Ministério da Cultura); “Minha Infância – Tantas Histórias” – prêmio Roquete Pinto (Arpub, Petrobras e Ministério da Cultura) e “Lan House Comunitária” – Ministério do Planejamento Inclusão Digital. Diretor Social da Associação Paulista de Vídeo Popular, Diretor Tesoureiro da GRAMVAP Estudos e Pesquisas. Instituidor e fundador da TV Cruzeiro (TV Educativa da Prefeitura Municipal de Cruzeiro); TV Cidade Pindamonhangaba (TV Comunitária); TV Cidade Jacareí (TV Comunitária); TV Taubaté (TV Educativa Cultural de Taubaté – Prefeitura Municipal); TV CÂMARA TAUBATÉ (TV Legislativa da Câmara Municipal de Taubaté) entre outras. Editor das revistas CENTRAL DE MIDIA e FÁBRICA DE DOCUMENTÁRIOS; organizador da Teia cultural de Taubaté. Cursos de Audiovisual (SENAC), Dirigente de Radiodifusão (Abert/AESP); Passo a Passo da Produção Cultural no Instituto Cultural Cidade Viva- RJ; Cidadania, Mídia e Política – Câmara dos Deputados- Brasilia/DF; OS – Organização Social e OSCIP – Organização Social de Interesse Público de Cultura CEPAM/SP; Membro fundador da RTS – Rede de Tecnologia Social – Brasilia/Df; Estratégias para Sustentabilidade das prática Sociais FICAS/SP; Elaboração e Gerenciamento de Projetos Sociais SENAC/SP; Empreendedor Social SENAC/RJ; Capacitação Artística para Unificação da cultura e A música e suas mil formas, promovidos pelo SESC/SP e Governo do Estado de São Paulo – Secretaria de Cultura. Instrutores Claudia Valéria de Castro Perroni Leite Melo Professora, pesquisadora, documentarista, roteirista, produtora cultural, Administradora de Empresas, Jornalista, cenógrafa, produtora televisiva, projetos de cunho social, artísticos e de comunicação; Diretora Financeira da TV CIDADE COMUNITÁRIA DE TAUBATÉ; Diretora Conselheira da FUNDEVAP – Fundação Ecológica Vale do Paraíba; Consultora Organizacional para o Terceiro Setor; Gestora dos projetos “Fábrica de Documentários” – Ponto de Cultura (Secretaria Estadual de Cultura de São Paulo e Ministério da Cultura); “Resgate Folclórico” - prêmio Mídia Livre 2009 (Secretaria de Cidadania Cultural Ministério da Cultura); “Central de Mídia Produção e Distribuição Cultural” – Pontão de Cultura (Ministério da Cultura); “Minha Infância – Tantas Histórias” – prêmio Roquete Pinto (Arpub, Petrobras e Ministério da Cultura), “Saúde e Cultura em qualquer idade” – Prêmio Cultura Viva (Ministério da Cultura) e “Lan House Comunitária” – Ministério do Planejamento Inclusão Digital em parceria com Grupo de Escoteiros do Ar. Diretora Social da Associação Paulista de Vídeo Popular, Pesquisadora da GRAMVAP Estudos e Pesquisas. Especializada em Projetos de Cultura e Articulação em Rede Social, participa da RITS – Rede de Tecnologia Social como fundadora, através da TV CIDADE TAUBATÉ; articulaçao junto ao Escritório da ONU no Rio de Janeiro para telecinagem de filmes do acervo desta entidade e exibição no canal comunitário de Taubaté; Sócia Honorária do Rotary Club Taubaté Sul, Rotary Club Joana Martins Castilho e Rotary Club Taubaté URUPÊS. André Luis Ferreira Brasileiro, solteiro, jornalista, apresentador, repórter, editor e produtor na TV Cidade Taubaté, cineasta, montador de imagem e de som formado pela Escola de Cinema Darcy Ribeiro/Instituto Brasileiro de Audiovisual (ECDR/IBAV – RJ), ator, produtor de cinema, coordenador audiovisual no Coletivo de Cinema da Cidade / TV Cidade Taubaté, conselheiro de cultura de Taubaté na cadeira de artes cênicas, dança e circo. Registro na ANCINE sob o nº 25.790. Aldevani Coelho Jornalista com conhecimento nas áreas de assessoria de imprensa, comunicação corporativa e marketing. Atua nas áreas de planejamento de comunicação; relacionamento com imprensa; produção de conteúdo para comunicação interna e externa, produção de conteúdo digital, mídias sociais e media training. Em mídia impressa, atuou como redatora e editora de revista sobre educação e comportamento para público no exterior; redatora em publicações segmentadas na área de negócios, tecnologia, cultura e ciências biológicas. Em Rádio e TV, trabalhou com produção, reportagens e apresentação de programas, locução para documentários e matérias especiais em ambos os meios de comunicação. Em Marketing, atuou com planejamento de ações de marketing, execução de eventos promocionais, marketing de relacionamento, comunicação interna, planejamento de mídia, promoção de shows, desfiles e eventos em geral. Luiz Cláudio Daniel É dramaturgo, ator, cenógrafo, iluminador, cineasta, diretor, gestor individual, jornalista, preparador de elenco, professor de artes e bacharelando em pedagogia. Produtor de eventos culturais e comerciais. No teatro dirigiu as peças “Tudo Vale a Pena Quando a Breganha Não é Pequena” (2002), “Tudo é Bom ou Tudo é Mal”(2003); “Delírios Conjugais” (2004); “Óia o Golpe” (2005/2008); “É Casando que a Gente se Entende” (2006); “Doméstica não, Secretária” (2007); “A Sobra” (2009); “Alagado” (2010); “Conflitos Adolescentes” (2011); “Projeto Teatro nas Escolas” (2013). No cinema já dirigiu as obras “O Caipira e a Bicicleta” (2013); “Jeca e Rio Quadrado” (2019); ¨Monólogo de um Ser Louco¨ (2019). Recém-formado em cursos técnicos de extensão para cinema no C.T.A.V. do Rio de Janeiro.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.