Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Produção de um documentário de 70 min, em vídeo de altadefinição (4k), sobre os cantos e encantos da cidade de São Luís, com produção de 500 DVDs (Distribuição gratuita para escolas, bibliotecas etc.). Estruturado em 6 momentos: 1 _ A História _ em preto e branco _ trabalha o título ‘A única cidade brasileira fundada por franceses’; 2 - A Arquitetura _ em sépia _ o título Patrimônio Cultural da Humanidade; 3 _ A Cultura _ cor _ trabalha o título ‘Atenas Brasileira’; 4 - Festas e Crenças (em preto branco, sépia, cor _ o título ‘Jamaica Brasileira’; 5 - Arte _ cor _ o título ‘Ilha do Amor’ ‘; 6 _ Cartão-postal _ preto e branco, com grafismo da cultura indígena e afro _ trabalha o título ‘Ilha Rebelde’. Uma obra fílmica endereçada aos corações apaixonados por patrimônios materiais e imateriais, por História, e alma de uma cidade histórica; o orgulho ilhéu de uma cidade de muitos títulos e as inspirações diárias.
De Centro Histórico lusitano, São Luís do Maranhão alimenta o mito da ‘única cidade brasileira fundada por franceses’. Metrópole provinciana. Títulos Patrimônio Cultural da Humanidade, Atenas e Jamaica brasileira influenciam no humor e na produção artístico cultura da cidade? O Centro Histórico de São Luís, capital do Maranhão é referência e palco da maioria das manifestações culturais e artísticas. A cidade antiga constitui o maior conjunto arquitetônico da América Latina, e é nesse cenário onde serão rodadas oitenta por cento do material. O restante dilui na cidade nova, com todas as modernidades urbanas, além dos outros 3 municípios que compõe a ilha. E percentual significativo de imagens, ilustrações, pinturas, fotos e desenhos, são acervos particulares. Drone mostra o plano urbanístico original e o atual desenho urbano. SÃO LUÍS, a capital do Maranhão, ostenta títulos dos mais diversos tipos. A de ‘única cidade brasileira a ser fundada por franceses’ centraliza um debate recente sobre o mito da fundação da cidade. Na construção de um orgulho exagerado, próximo da soberba e de presunção em busca das singularidades locais, os títulos expressam a alma do povo ludovicense e a PISCHÉ da cidade. O de Patrimônio Cultural da Humanidade é o único que restou possível para o trabalho da UNESCO. Mas São Luís é também ‘Athenas Brasileira’, ‘Ilha do Amor’, ‘Ilha Rebelde’ e, por último(?), ‘Jamaica brasileira’. O filme documentário ‘São Luís de Cantos e Encantos’ mostra como um título, mesmo o de Patrimônio da Humanidade, não é suficiente para unir um povo. Pelo contrário, como em tudo, nesse pedaço da Ilha nada é unanimidade. Nada é só, sempre é também. São Luís é antiga e moderna, provinciana e metropolitana, inspiradora e enlouquecedora. Como dar conta dessa história sem a participação dos que vivem os amores e as dores desse lugar? Os artistas e artesões, produtores culturais, profissionais liberais, pesquisadores, cientistas sociais, arquitetos, engenheiros, urbanistas, que moram ou vivem sob a inspiração dos símbolos da cidade Patrimônio Cultural da Humanidade; o Centro Histórico sendo o coração da cidade e o espaço centralizador da cena cultural do estado. Hoje, com status de metrópole, população aproximada 1 milhão e 100 mil habitantes, numa área é de 831,7 km², SÃO LUÍS, atualmente, é questionada pelo sentimento de apego mítico dos ludovicenses à origem francesa. Contudo, quem deixou mesmo as marcas da fundação? Foram os franceses ou portugueses? O que ficou como legado divide opiniões, ações práticas e políticas públicas de salvaguardas efetivas. O debate envolve profissionais das áreas de Pesquisa, História, Arquitetura, Engenharia, Geografia, Ciências sociais; atores e artistas das diversas paisagens culturais da cidade. Em 1621, São Luís virou a capital do Estado do Maranhão, quando o Brasil foi dividido em duas unidade administrativas (a outra era o Estado do Brasil). O Centro Histórico é construído nesse período. E declarado, no ano de 1997, Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO. A área principal, os bairros da Praia Grande e do Desterro foi revitalizado pelo Projeto Reviver. A linha do tempo de São Luís é quatrocentona, de 1612. O Centro Histórico de São Luís possui aproximadamente três mil e quinhentos imóveis tombados pelo patrimônio histórico estadual, e pelo IPHAN mais mil e quatrocentos. Um conjunto arquitetônico colonial português que compreende uma área de 220 hectares de extensão. Imagens comparativas são ajustadas em fotos, desenhos e pinturas de cenas antigas e atualizam o estágio atual. O que era, o que foi recuperado, como ficou e o que é hoje. Uma baixa autoestima histórica parece consumir o espírito ludovicense. Mas os artistas resistem e não deixam de pintar, de modelar, de desenhar, de exaltar, de cantar a cidade, São Luís, motivo de orgulho permanente. “... Modéstia à parte seu moço/ Minha terra é uma belezinha...”, cantava o compositor João Vale. Cantos e esquinas, becos, ruas estreitas, ladeiras, escadarias e praças molduradas por casarões e casarios, prédios conservados, outros nem tanto e muitos em ruínas. Esse é o cenário dessa história que reúne, também, artistas e fazedores culturais falando dos processos de criação tendo a cidade como motivo e inspiração, da História, das suas histórias com a cidade, mostrando e cantando São Luís de cantos e encantos. Abrange do ciclo Junino, com o Bumba-meu-boi e o Tambor de Crioula – ambos patrimônios nacionais – etc., passando pelo ciclo carnavalesco, e as peculiares manifestações locais – Bloco Tradicional e Tribo de Índio, Casinha da Roça etc. –, dialoga com reggae, o hip hop, grafite, mímica, humor, cordel, toda a diversidade de elementos do caldeirão cultural que é a cidade. De cantos e encantos, assim é feita São Luís. Motivos não faltam para falar dela. Assim é feita São Luís. É assim o filme. Classificação indicativa livre.
Objetivo geral Produzir um documentário de 70 min, sobre os cantos e encantos da cidade de São Luís, envolvendo os mais diversos atores que frequentam o centro dessa cidade histórico. Objetivos específicos - Contribuir para a salvaguarda do conjunto de manifestações culturais, que compõe o patrimônio material e imaterial do povo do Maranhão. - Contribuir para a valorização e transmissão dos saberes tradicionais para as novas gerações. - Estimular o povo a conhecer a história da cidade Patrimônio Cultural da Humanidade, possibilitando um olhar de cuidado permanente com os bens materiais e imateriais, o conjunto das artes e manifestações culturais inspiradas no cenário local.
Quando a cidade de São Luís completou 400 anos, em 2012, vê o povo ludovicense orgulhoso de si, o livro da historiadora Maria de Lourdes Lauande Lacroix, "A fundação francesa de São Luís e seus mitos", acende um fagulha de curiosidade em saber como os títulos ‘a única cidade brasileira fundada por franceses’, ‘Patrimônio Cultural da Humanidade’, ‘Atenas Brasileira’, ‘Jamaica Brasileira’, ‘Ilha do Amor’ e ‘Ilha Rebelde’ operam na autoestima, no dia a dia e na arte e na cultura da cidade. São Luís de Cantos e encantos é uma obra que busca conhecer e revelar a cidade, em específico, o Centro Histórico _ área tombada pela UNESCO _ e as marcas históricas que herdamos e que moldam o nosso esqueleto psíquico. Abrir ao grande público o que existe na cidade de São Luís para além do que os olhos estão acostumados no dia a dia da cidade. Reunir em uma só obra os mais diversos segmentos que, de forma direta ou indireta, trabalham ou trabalharam sobre inspiração do Centro Histórico. Unir gerações distintas, gêneros e etnias, artistas e intelectuais, a elite e as classes populares, arquitetos e pedreiros, moradores e funcionários públicos, turistas locais e estrangeiros, pesquisadores e profissionais liberais, no entendimento da própria história, a história da humanidade tropical. A importância de ser ilhéu numa cidade Patrimônio, que reflete na política sociocultural, na economia criativa, na vida de cada cidadão e no cotidiano da cidade. Debater o sentido (sentir) do pertencimento opera em todas as dimensões, culturais, sociais, econômicas e políticas. Benefícios que corroboram com a salvaguarda dos patrimônios locais, descolonizando os nativos da aldeia global. A obra fílmica ganha importância a partir da mobilização da comunidade ludovicense, convidada a refletir sobre a importância de ter um Patrimônio Cultural da Humanidade para chamar de seu. E como esse título impacta em suas vidas. Realizar uma ação coletiva, um mutirão fílmico para revelar o que canta e encanta os ilhéus, os visitantes os filhos adotados. Um convite para conhecer o coração da cidade, com todas as suas artérias. Da fundação aos dias atuais, do abandono a revitalização, das ruas aos espaços internos dos casarões, do mirante às galerias subterrâneas, o povo precisa conhecer mais para mais se orgulhar da cidade. A necessidade de saber quais os cantos e encantos da cidade de São Luís a partir dos títulos históricos e atuais que tanto orgulham os ludovicenses. E mais: conhecer as entranhas, alma e coração da cidade; investigar o quanto os títulos que ornam a cidade de São Luís influenciam a produção artístico-cultural do povo, como molda a autoestima do ilhéu. E, sobretudo, revelar a cidade, por fora, por dentro, de cima e de baixo, de perto e de longe. Reforçar a necessidade permanente de criar instrumentos e espelhos sociais que salvaguardem os nossos patrimônios, não só arquitetônicos, não só materiais, todos, que reforcem o sentimento de pertença. Só se ama e respeita o que se conhece. Justificado fica pela possibilidade de saber dos cantos e encantos de São Luís, a história, as marcas aparentes e subterrâneas, envolvendo todos, os mais diversos segmentos sociais. Assim, por não disponibilizarmos de recursos financeiros, pretendemos realizar a produção: "SÃO LUÍS DE CANTOS E ENCANTOS", através da Lei Federal de Incentivo a Cultura. Acreditamos que nossa proposta se enquadra no inciso I do Art. 1º da Lei 8312/91; bem como na finalidade III do Art. 3º da referida norma.
Documentário com tempo de 70 min (em vídeo de alta definição, com distribuição gratuita de 500 em DVD).
O documentário terá audiodescrição, legenda descritiva e tradução em libras.
O documentário será exibido em festivais de cinema do Brasil e exterior, bem como será disponibilizado na internet, possibilitando assim acesso irrestrito ao documentário; as 500 cópias dos DVDs serão distribuídas pessolamente pela produção, para centro culturais, bibliotecas, pontos de cultura, etc. Para a ação de formação cultural (Contrapartida social), serão oferecidas cem palestras em escolas públicas de São Luís, com a temática do referido projeto, acompanhados de intérprede de libra.
Joan Carlos Santos (repórter cinematográfico, produtor, editor e coordenador de produção, do Museu da Memória Audiovisual do Maranhão (Mavam)) Função no projeto: Produção Experiência profissional 2019 – Produtor, roteirista e diretor de seis episódios da série Aos Olhos do Criador 2019 – Editor e coordenador do Documentário Pelos Olhos De LL 2018 – Produtor e editor de imagens de sessenta documentários sobre Radialistas Maranhenses 2017 – Produtor, roteirista e diretor do documentário Guerra dos Mundos 2015 – Produtor e editor de documentário sobre o radialista José Joaquim 2014 – Produtor e editor de vídeos de campanha eleitoral (Roberto Rocha Dep. Estadual) 2013 – Produtor, diretor e editor de Documentários para Academia Maranhenses de Letras 2012 – Editor de imagens do documentário Rizipiscicultura (Governo do Maranhão) 2009/2010 – Editor de imagens de vídeos institucionais (Governo do Maranhão) 2008 – Editor, coordenador de equipe (Campanha Eleitoral Prefeitura de Balsas-MA) 2003/2007 – Editor de imagens (Produtora Play Vídeo) 2004 – Editor, coordenador de equipe (Campanha Eleitoral Prefeitura de Balsas-MA (Chico Coelho) 2000/2002 – Editor de imagens na Seagro (Governo do Maranhão) 2000 – Editor de vídeos de campanha eleitoral para Prefeitura São Luís (candidato José Antônio Almeida) 1991/1999 – Editor de imagens e coordenador de producões (Produtora VideoTec) Francisco Colombo Lôbo (Produtor, roteirista e realizador. Graduado em Comunicação Social, com habilitação em Rádio e Televisão e especialista em Jornalismo Cultural, ambos pela Universidade Federal do Maranhão, é Mestre em Comunicação Multimédia - percurso Audiovisual Digital, pela Universidade de Aveiro, em Portugal) Função no projeto: Direção Trabalhos Recentes 2019 – Produtor, roteirista e codiretor dos videoclipes Dá uma bola (Beto Ehongue) e Batalhão de rosas (Lena Machado). Codiretor do filme documentário em longa-metragem em coprodução internacional Sobre sonhos e liberdade, em fase de finalização. 2018 – Produtor, roteirista e diretor do filme em curta-metragem Avesso. 2016 - Membro do júri da competição de vídeo e TV dos Encontros Internacionais de Cinema, Televisão, Vídeo e Multimédia - Avanca 2016. Membro do júri do Porto 7 - Festival Internacional de Curtas-metragens do Porto. 2015 - Curador da Mostra Panorama Maranhão no Festival de Avanca. Membro do júri da competição Trailer in Motion dos Encontros Internacionais de Cinema, Televisão, Vídeo e Multimédia - Avanca 2015. Membro do júri do Porto 7 - Festival Internacional de Curtas-metragens do Porto. Produtor, roteirista, fotógrafo e diretor do curta-metragem Poesia à solta. 2013 - Produtor em São Luís, Brasil, da 8ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul. Membro do júri do concurso de vídeos O que mudou com a Lei Maria da Penha, em São Luís, Brasil. 2012 - Produtor em São Luís, Brasil, da 7ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul. Diretor de doze (e roteirista de seis) episódios da série Academia da Memória - Homens e Imortais. 2011 - Produtor em São Luís, Brasil, da 6ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul. Produtor da Mostra de Cinema Infantil em São Luís, Brasil. Membro da comissão avaliadora do IX Edital do Ceará de Cinema e Vídeo. Membro da comissão avaliadora do Edital Universal de Apoio à Cultura Maranhense. 2010 - Produtor em São Luís, Brasil, da 5ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul. Membro da comissão avaliadora do Programa BNB de Cultura. 2009 - Produtor, roteirista e diretor do curta-metragem Reverso. Pesquisa de personagem para o documentário Saber, Viver, Lutar, de Márcia Paraíso. 2008 - Produtor, roteirista e diretor do curta-metragem O incompreendido. Membro do júri do I Festival Regional de Vídeo de Bolso do Maranhão. Membro do júri do 5º Catarina Festival de Documentário. 2007 - Diretor de fotografia do curta-metragem Ódio, de Breno Ferreira. 2006 - Produtor, roteirista, fotógrafo e diretor do curta-metragem Procura-se. 2005 - Produtor, roteirista e fotógrafo e codiretor do curta-metragem Bom te ver. Produtor, roteirista e diretor do curta-metragem Happy hour. 2004 - Diretor do curta-metragem Sonhos de rua. Codiretor do curta-metragem Instante. Membro do júri do Troféu Guarnicê para Filme Super 8 - 27º Festival Guarnicê de Cinema. 2003 - Produtor, roteirista e diretor do curta-metragem Cravo de noivo. 2002 - Produtor, roteirista e diretor do curta-metragem No fiel da balança. Emilson Ferreira (Formado em cinema UNESA/RJ // Mestre em Linguagem e Identidade - UFAC //Doutor em Sociologia e Antropologia - UFPA) Função no Projeto: Pesquisa e Direção de Fotografia - Amazônia Viva (realizado pela lei Rouanet e patrocinado pela Eletrobrás) Pesquisa, Direção, Produção, Imagens e Edição - La Rota Del Pacífico – Culturas de Fronteira (Doc TV 3 / TV Cultura) Direção, produção, imagens e edição - Artistas de Rua Direção, produção - Aldeia Urbana Marçal de Souza Direção, Produção Filhos da Terra Direção, produção, imagens e edição TV - Estação Aquiry / Interprogramas – Músicos (16 peças), Pintores e Fotógrafos (15 peças), Poetas e Escritores (13 peças) - TV Aldeia (TV Educativa-AC) Direção, produção, imagens e edição - Sustentabilidade – série com 10 peças (TV Aldeia - AC) - Pesquisa, Direção, produção, imagens e edição - Coisas do Acre – série com 12 peças (TV Aldeia - AC) - Pesquisa, Direção, produção, imagens e edição
PROJETO ARQUIVADO.