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PRONAC 193759Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

SÃO LUÍS DE CANTOS E ENCANTOS

JOAN CARLOS SANTOS PRODUCOES - ME
Solicitado
R$ 199,8 mil
Aprovado
R$ 199,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. Av Games
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
MA
Município
São Luís
Início
2020-02-25
Término
2021-02-25
Locais de realização (1)
São Luís Maranhão

Resumo

Produção de um documentário de 70 min, em vídeo de altadefinição (4k), sobre os cantos e encantos da cidade de São Luís, com produção de 500 DVDs (Distribuição gratuita para escolas, bibliotecas etc.). Estruturado em 6 momentos: 1 _ A História _ em preto e branco _ trabalha o título ‘A única cidade brasileira fundada por franceses’; 2 - A Arquitetura _ em sépia _ o título Patrimônio Cultural da Humanidade; 3 _ A Cultura _ cor _ trabalha o título ‘Atenas Brasileira’; 4 - Festas e Crenças (em preto branco, sépia, cor _ o título ‘Jamaica Brasileira’; 5 - Arte _ cor _ o título ‘Ilha do Amor’ ‘; 6 _ Cartão-postal _ preto e branco, com grafismo da cultura indígena e afro _ trabalha o título ‘Ilha Rebelde’. Uma obra fílmica endereçada aos corações apaixonados por patrimônios materiais e imateriais, por História, e alma de uma cidade histórica; o orgulho ilhéu de uma cidade de muitos títulos e as inspirações diárias.

Sinopse

De Centro Histórico lusitano, São Luís do Maranhão alimenta o mito da ‘única cidade brasileira fundada por franceses’. Metrópole provinciana. Títulos Patrimônio Cultural da Humanidade, Atenas e Jamaica brasileira influenciam no humor e na produção artístico cultura da cidade? O Centro Histórico de São Luís, capital do Maranhão é referência e palco da maioria das manifestações culturais e artísticas. A cidade antiga constitui o maior conjunto arquitetônico da América Latina, e é nesse cenário onde serão rodadas oitenta por cento do material. O restante dilui na cidade nova, com todas as modernidades urbanas, além dos outros 3 municípios que compõe a ilha. E percentual significativo de imagens, ilustrações, pinturas, fotos e desenhos, são acervos particulares. Drone mostra o plano urbanístico original e o atual desenho urbano. SÃO LUÍS, a capital do Maranhão, ostenta títulos dos mais diversos tipos. A de ‘única cidade brasileira a ser fundada por franceses’ centraliza um debate recente sobre o mito da fundação da cidade. Na construção de um orgulho exagerado, próximo da soberba e de presunção em busca das singularidades locais, os títulos expressam a alma do povo ludovicense e a PISCHÉ da cidade. O de Patrimônio Cultural da Humanidade é o único que restou possível para o trabalho da UNESCO. Mas São Luís é também ‘Athenas Brasileira’, ‘Ilha do Amor’, ‘Ilha Rebelde’ e, por último(?), ‘Jamaica brasileira’. O filme documentário ‘São Luís de Cantos e Encantos’ mostra como um título, mesmo o de Patrimônio da Humanidade, não é suficiente para unir um povo. Pelo contrário, como em tudo, nesse pedaço da Ilha nada é unanimidade. Nada é só, sempre é também. São Luís é antiga e moderna, provinciana e metropolitana, inspiradora e enlouquecedora. Como dar conta dessa história sem a participação dos que vivem os amores e as dores desse lugar? Os artistas e artesões, produtores culturais, profissionais liberais, pesquisadores, cientistas sociais, arquitetos, engenheiros, urbanistas, que moram ou vivem sob a inspiração dos símbolos da cidade Patrimônio Cultural da Humanidade; o Centro Histórico sendo o coração da cidade e o espaço centralizador da cena cultural do estado. Hoje, com status de metrópole, população aproximada 1 milhão e 100 mil habitantes, numa área é de 831,7 km², SÃO LUÍS, atualmente, é questionada pelo sentimento de apego mítico dos ludovicenses à origem francesa. Contudo, quem deixou mesmo as marcas da fundação? Foram os franceses ou portugueses? O que ficou como legado divide opiniões, ações práticas e políticas públicas de salvaguardas efetivas. O debate envolve profissionais das áreas de Pesquisa, História, Arquitetura, Engenharia, Geografia, Ciências sociais; atores e artistas das diversas paisagens culturais da cidade. Em 1621, São Luís virou a capital do Estado do Maranhão, quando o Brasil foi dividido em duas unidade administrativas (a outra era o Estado do Brasil). O Centro Histórico é construído nesse período. E declarado, no ano de 1997, Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO. A área principal, os bairros da Praia Grande e do Desterro foi revitalizado pelo Projeto Reviver. A linha do tempo de São Luís é quatrocentona, de 1612. O Centro Histórico de São Luís possui aproximadamente três mil e quinhentos imóveis tombados pelo patrimônio histórico estadual, e pelo IPHAN mais mil e quatrocentos. Um conjunto arquitetônico colonial português que compreende uma área de 220 hectares de extensão. Imagens comparativas são ajustadas em fotos, desenhos e pinturas de cenas antigas e atualizam o estágio atual. O que era, o que foi recuperado, como ficou e o que é hoje. Uma baixa autoestima histórica parece consumir o espírito ludovicense. Mas os artistas resistem e não deixam de pintar, de modelar, de desenhar, de exaltar, de cantar a cidade, São Luís, motivo de orgulho permanente. “... Modéstia à parte seu moço/ Minha terra é uma belezinha...”, cantava o compositor João Vale. Cantos e esquinas, becos, ruas estreitas, ladeiras, escadarias e praças molduradas por casarões e casarios, prédios conservados, outros nem tanto e muitos em ruínas. Esse é o cenário dessa história que reúne, também, artistas e fazedores culturais falando dos processos de criação tendo a cidade como motivo e inspiração, da História, das suas histórias com a cidade, mostrando e cantando São Luís de cantos e encantos. Abrange do ciclo Junino, com o Bumba-meu-boi e o Tambor de Crioula – ambos patrimônios nacionais – etc., passando pelo ciclo carnavalesco, e as peculiares manifestações locais – Bloco Tradicional e Tribo de Índio, Casinha da Roça etc. –, dialoga com reggae, o hip hop, grafite, mímica, humor, cordel, toda a diversidade de elementos do caldeirão cultural que é a cidade. De cantos e encantos, assim é feita São Luís. Motivos não faltam para falar dela. Assim é feita São Luís. É assim o filme. Classificação indicativa livre.

Objetivos

Objetivo geral Produzir um documentário de 70 min, sobre os cantos e encantos da cidade de São Luís, envolvendo os mais diversos atores que frequentam o centro dessa cidade histórico. Objetivos específicos - Contribuir para a salvaguarda do conjunto de manifestações culturais, que compõe o patrimônio material e imaterial do povo do Maranhão. - Contribuir para a valorização e transmissão dos saberes tradicionais para as novas gerações. - Estimular o povo a conhecer a história da cidade Patrimônio Cultural da Humanidade, possibilitando um olhar de cuidado permanente com os bens materiais e imateriais, o conjunto das artes e manifestações culturais inspiradas no cenário local.

Justificativa

Quando a cidade de São Luís completou 400 anos, em 2012, vê o povo ludovicense orgulhoso de si, o livro da historiadora Maria de Lourdes Lauande Lacroix, "A fundação francesa de São Luís e seus mitos", acende um fagulha de curiosidade em saber como os títulos ‘a única cidade brasileira fundada por franceses’, ‘Patrimônio Cultural da Humanidade’, ‘Atenas Brasileira’, ‘Jamaica Brasileira’, ‘Ilha do Amor’ e ‘Ilha Rebelde’ operam na autoestima, no dia a dia e na arte e na cultura da cidade. São Luís de Cantos e encantos é uma obra que busca conhecer e revelar a cidade, em específico, o Centro Histórico _ área tombada pela UNESCO _ e as marcas históricas que herdamos e que moldam o nosso esqueleto psíquico. Abrir ao grande público o que existe na cidade de São Luís para além do que os olhos estão acostumados no dia a dia da cidade. Reunir em uma só obra os mais diversos segmentos que, de forma direta ou indireta, trabalham ou trabalharam sobre inspiração do Centro Histórico. Unir gerações distintas, gêneros e etnias, artistas e intelectuais, a elite e as classes populares, arquitetos e pedreiros, moradores e funcionários públicos, turistas locais e estrangeiros, pesquisadores e profissionais liberais, no entendimento da própria história, a história da humanidade tropical. A importância de ser ilhéu numa cidade Patrimônio, que reflete na política sociocultural, na economia criativa, na vida de cada cidadão e no cotidiano da cidade. Debater o sentido (sentir) do pertencimento opera em todas as dimensões, culturais, sociais, econômicas e políticas. Benefícios que corroboram com a salvaguarda dos patrimônios locais, descolonizando os nativos da aldeia global. A obra fílmica ganha importância a partir da mobilização da comunidade ludovicense, convidada a refletir sobre a importância de ter um Patrimônio Cultural da Humanidade para chamar de seu. E como esse título impacta em suas vidas. Realizar uma ação coletiva, um mutirão fílmico para revelar o que canta e encanta os ilhéus, os visitantes os filhos adotados. Um convite para conhecer o coração da cidade, com todas as suas artérias. Da fundação aos dias atuais, do abandono a revitalização, das ruas aos espaços internos dos casarões, do mirante às galerias subterrâneas, o povo precisa conhecer mais para mais se orgulhar da cidade. A necessidade de saber quais os cantos e encantos da cidade de São Luís a partir dos títulos históricos e atuais que tanto orgulham os ludovicenses. E mais: conhecer as entranhas, alma e coração da cidade; investigar o quanto os títulos que ornam a cidade de São Luís influenciam a produção artístico-cultural do povo, como molda a autoestima do ilhéu. E, sobretudo, revelar a cidade, por fora, por dentro, de cima e de baixo, de perto e de longe. Reforçar a necessidade permanente de criar instrumentos e espelhos sociais que salvaguardem os nossos patrimônios, não só arquitetônicos, não só materiais, todos, que reforcem o sentimento de pertença. Só se ama e respeita o que se conhece. Justificado fica pela possibilidade de saber dos cantos e encantos de São Luís, a história, as marcas aparentes e subterrâneas, envolvendo todos, os mais diversos segmentos sociais. Assim, por não disponibilizarmos de recursos financeiros, pretendemos realizar a produção: "SÃO LUÍS DE CANTOS E ENCANTOS", através da Lei Federal de Incentivo a Cultura. Acreditamos que nossa proposta se enquadra no inciso I do Art. 1º da Lei 8312/91; bem como na finalidade III do Art. 3º da referida norma.

Especificação técnica

Documentário com tempo de 70 min (em vídeo de alta definição, com distribuição gratuita de 500 em DVD).

Acessibilidade

O documentário terá audiodescrição, legenda descritiva e tradução em libras.

Democratização do acesso

O documentário será exibido em festivais de cinema do Brasil e exterior, bem como será disponibilizado na internet, possibilitando assim acesso irrestrito ao documentário; as 500 cópias dos DVDs serão distribuídas pessolamente pela produção, para centro culturais, bibliotecas, pontos de cultura, etc. Para a ação de formação cultural (Contrapartida social), serão oferecidas cem palestras em escolas públicas de São Luís, com a temática do referido projeto, acompanhados de intérprede de libra.

Ficha técnica

Joan Carlos Santos (repórter cinematográfico, produtor, editor e coordenador de produção, do Museu da Memória Audiovisual do Maranhão (Mavam)) Função no projeto: Produção Experiência profissional 2019 – Produtor, roteirista e diretor de seis episódios da série Aos Olhos do Criador 2019 – Editor e coordenador do Documentário Pelos Olhos De LL 2018 – Produtor e editor de imagens de sessenta documentários sobre Radialistas Maranhenses 2017 – Produtor, roteirista e diretor do documentário Guerra dos Mundos 2015 – Produtor e editor de documentário sobre o radialista José Joaquim 2014 – Produtor e editor de vídeos de campanha eleitoral (Roberto Rocha Dep. Estadual) 2013 – Produtor, diretor e editor de Documentários para Academia Maranhenses de Letras 2012 – Editor de imagens do documentário Rizipiscicultura (Governo do Maranhão) 2009/2010 – Editor de imagens de vídeos institucionais (Governo do Maranhão) 2008 – Editor, coordenador de equipe (Campanha Eleitoral Prefeitura de Balsas-MA) 2003/2007 – Editor de imagens (Produtora Play Vídeo) 2004 – Editor, coordenador de equipe (Campanha Eleitoral Prefeitura de Balsas-MA (Chico Coelho) 2000/2002 – Editor de imagens na Seagro (Governo do Maranhão) 2000 – Editor de vídeos de campanha eleitoral para Prefeitura São Luís (candidato José Antônio Almeida) 1991/1999 – Editor de imagens e coordenador de producões (Produtora VideoTec) Francisco Colombo Lôbo (Produtor, roteirista e realizador. Graduado em Comunicação Social, com habilitação em Rádio e Televisão e especialista em Jornalismo Cultural, ambos pela Universidade Federal do Maranhão, é Mestre em Comunicação Multimédia - percurso Audiovisual Digital, pela Universidade de Aveiro, em Portugal) Função no projeto: Direção Trabalhos Recentes 2019 – Produtor, roteirista e codiretor dos videoclipes Dá uma bola (Beto Ehongue) e Batalhão de rosas (Lena Machado). Codiretor do filme documentário em longa-metragem em coprodução internacional Sobre sonhos e liberdade, em fase de finalização. 2018 – Produtor, roteirista e diretor do filme em curta-metragem Avesso. 2016 - Membro do júri da competição de vídeo e TV dos Encontros Internacionais de Cinema, Televisão, Vídeo e Multimédia - Avanca 2016. Membro do júri do Porto 7 - Festival Internacional de Curtas-metragens do Porto. 2015 - Curador da Mostra Panorama Maranhão no Festival de Avanca. Membro do júri da competição Trailer in Motion dos Encontros Internacionais de Cinema, Televisão, Vídeo e Multimédia - Avanca 2015. Membro do júri do Porto 7 - Festival Internacional de Curtas-metragens do Porto. Produtor, roteirista, fotógrafo e diretor do curta-metragem Poesia à solta. 2013 - Produtor em São Luís, Brasil, da 8ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul. Membro do júri do concurso de vídeos O que mudou com a Lei Maria da Penha, em São Luís, Brasil. 2012 - Produtor em São Luís, Brasil, da 7ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul. Diretor de doze (e roteirista de seis) episódios da série Academia da Memória - Homens e Imortais. 2011 - Produtor em São Luís, Brasil, da 6ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul. Produtor da Mostra de Cinema Infantil em São Luís, Brasil. Membro da comissão avaliadora do IX Edital do Ceará de Cinema e Vídeo. Membro da comissão avaliadora do Edital Universal de Apoio à Cultura Maranhense. 2010 - Produtor em São Luís, Brasil, da 5ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul. Membro da comissão avaliadora do Programa BNB de Cultura. 2009 - Produtor, roteirista e diretor do curta-metragem Reverso. Pesquisa de personagem para o documentário Saber, Viver, Lutar, de Márcia Paraíso. 2008 - Produtor, roteirista e diretor do curta-metragem O incompreendido. Membro do júri do I Festival Regional de Vídeo de Bolso do Maranhão. Membro do júri do 5º Catarina Festival de Documentário. 2007 - Diretor de fotografia do curta-metragem Ódio, de Breno Ferreira. 2006 - Produtor, roteirista, fotógrafo e diretor do curta-metragem Procura-se. 2005 - Produtor, roteirista e fotógrafo e codiretor do curta-metragem Bom te ver. Produtor, roteirista e diretor do curta-metragem Happy hour. 2004 - Diretor do curta-metragem Sonhos de rua. Codiretor do curta-metragem Instante. Membro do júri do Troféu Guarnicê para Filme Super 8 - 27º Festival Guarnicê de Cinema. 2003 - Produtor, roteirista e diretor do curta-metragem Cravo de noivo. 2002 - Produtor, roteirista e diretor do curta-metragem No fiel da balança. Emilson Ferreira (Formado em cinema UNESA/RJ // Mestre em Linguagem e Identidade - UFAC //Doutor em Sociologia e Antropologia - UFPA) Função no Projeto: Pesquisa e Direção de Fotografia - Amazônia Viva (realizado pela lei Rouanet e patrocinado pela Eletrobrás) Pesquisa, Direção, Produção, Imagens e Edição - La Rota Del Pacífico – Culturas de Fronteira (Doc TV 3 / TV Cultura) Direção, produção, imagens e edição - Artistas de Rua Direção, produção - Aldeia Urbana Marçal de Souza Direção, Produção Filhos da Terra Direção, produção, imagens e edição TV - Estação Aquiry / Interprogramas – Músicos (16 peças), Pintores e Fotógrafos (15 peças), Poetas e Escritores (13 peças) - TV Aldeia (TV Educativa-AC) Direção, produção, imagens e edição - Sustentabilidade – série com 10 peças (TV Aldeia - AC) - Pesquisa, Direção, produção, imagens e edição - Coisas do Acre – série com 12 peças (TV Aldeia - AC) - Pesquisa, Direção, produção, imagens e edição

Providência

PROJETO ARQUIVADO.