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Produção de uma comédia, curta-metragem de ficção, com duração de 15 minutos, com finalização em 2k, audiodescrição e janela de libras, do diretor pernambucano, Leo Tabosa. Classificação indicativa de 10 anos. O filme acompanha a vida de Jovelino numa cidade queestá prestes a ser oepicentro de um terremoto de humor ácido. Acompanhamos uma sequência de coincidências dignas das mais aclamadas comédias de erros, que transforma Jovelino, um exótico vendedor de CDs piratas, em um psicopata.
Centro da cidade do Recife, Pernambuco. No meio de um aglomerado de camelôs disputando território, vemos nosso protagonista, Jovelino, aparentes 30 anos, dançar em frente a sua bicicleta estilizada, que lembra uma nave espacial. Com uma música antiga pulsando nas caixas de som, ele tenta vender Cds de seus artistas favoritos. Poucas pessoas param por ali, exceto as que reparam em sua dança descoordenada ou buscam Cds de cantores do momento. O dia passa e as vendas não são boas. Cansado e cheio de fome, Jovelino para no boteco de Isaías, estilo pé sujo, e mira numa “coxinha de rodoviária”. A grana é curta e o remédio é negociar CD por salgado. Dá certo e ele parte feliz com uma sacola toda gordurosa. As luzes fluorescentes de sua “nave” chamam a atenção de quem passa ao seu lado. Ao chegar numa ruela do bairro de Santo Amaro, crianças tiram sarro de sua fantasia prateada e puída. Em casa, encontra a TV ligada. O lugar parece um cenário de um filme dos anos 80. Até videocassete tem. Dormindo, de costas para a entrada, Mundinho, o gêmeo bon-vivant, percebe sua chegada. Jovelino oferece uma coxinha para o irmão, que parece estar enjoado de comer aquilo todo dia. Eles conversam sobre a procura de Mundinho por emprego, mas este diz ter tido dores de cabeça que o impediram de sair. Jogando conversa fora, Jovelino descobre que Cabeça de Porco, marido de sua grande paixão de infância, foi preso. Eis que surge na porta de sua casa, a própria: Vilma, morena formosa e de cair o queixo. Para a surpresa de Jovelino, ela o convida para uma conversa a sós. De volta ao mesmo boteco, Vilma propõe ao vendedor de Cds contrabandear cigarros escondidos em sua bicicleta. Jovelino fica com receio e sua musa tenta convencê-lo usando armas de sedução. Ele fica de pensar. Na hora de ir embora pra casa, encontra bêbado um grande cantor de sucessos do passado: Wanderley Nunes. Septuagenário, hoje um homem rancoroso e desiludido. Os dois travam um diálogo cheio de ironias sobre o mercado musical da atualidade e Wanderley diz que “todo cantor que morre tem seus discos vendidos como souvenirs”. Para desespero de Jovelino, inesperadamente, o “ídolo das multidões” resolve dar cabo de sua vida pulando de uma ponte. Sem uma viva alma ali por perto, Jovelino fica com medo de pular atrás no rio e acaba desabafando com um vendedor mal-humorado de uma loja de conveniência. Ao descobrir o que significa “souvenir”, Jovelino tem uma ideia e corre pra casa com vários Cds virgens. Enquanto o irmão dorme, ele reproduz um estoque de Cds de Wanderley. O dia amanhece. Jovelino abre sua nave e vende a rodo os souvenirs do falecido. Com a grana, gasta tudo em salgado e mais Cds virgens. Ao saber do fato, Mundinho fica indignado e diz desaforos para o irmão, acusando-o de ser acomodado. Jovelino cobra dele um emprego e Mundinho lembra sua condição de “homem doente”. O vendedor se queixa com Vilma das grosserias que acabara de ouvir. Vilma pede que Jovelino releve Mundinho, que tem uma dor de cabeça incurável que o impede de trabalhar. Vilma cobra uma resposta de Jovelino e ele promete dá-la em breve. Na volta para casa, se depara com outro suicídio. Desta fez é a cantora América Andaluz que se mata bem na sua frente. Jovelino corre pra casa, repete o ritual da reprodução de souvenirs e volta a ganhar muito dinheiro. Cantores idosos voltam a pular da ponte, só que agora vemos que se trata de Jovelino o culpado. É ele quem os empurra. Montado novamente no dinheiro com mais vendas de Cds, não conta nada para Mundinho, pois o encontra consumindo bebida importada e “comida de primeira”. Desconfiado de que o irmão não é flor que se cheire, encontra vestígios de cigarro de uma mulher em sua casa. Juntando os pingos nos “ís”, Jovelino tem a certeza de que Vilma e Mundinho têm um caso. O que é comprovado quando, à espreita, vê o irmão e sua paixão num beijo ardente. Jovelino recolhe bitucas de cigarro em casa e pega na cozinha uma faca usada por Mundinho. Vai até o show de um jovem cantor de sucessos e, no camarim, o esfaqueia. Espalha por ali provas que incriminam o irmão e a falsa cunhada. Faz uma denúncia anônima. Mundinho é jogado para dentro de uma cadeia. Seu grito ecoa pelo presídio. De frente para a belíssima praia de Boa Viagem, rico e sofisticado, Jovelino coloca um disco numa vitrola moderna, mas com estilo retrô, e ouve a música de seu ídolo Wanderley, gravada na voz de uma nova cantora. No céu, uma estrela bem forte lembra uma nave espacial
Objetivo Geral: Este projeto visa contemplar todas as etapas de realização do curta-metragem de ficção "Souvenir", dirigido pelo premiado diretor pernambucano, Leo Tabosa. Objetivo Específico: Estimular uma reflexão sobre as relações humanas: isolamento, transformação e sobrevivência;Propor atividades para serem desenvolvidas em sala de aula;Estabelecer uma crítica ao distanciamento e a frivolidade de um olhar superficial sobre seres humanos _ inclusive a visão eurocêntrica da antropologia sobre os "trópicos";Contribuir para a cadeia produtiva do audiovisual, envolvendo mais de 40 profissionais;Divulgar o filme em festivais nacionais e internacionais, assim como na internet e em redes de TV públicas, e disponibilizá-lo para quaisquer instituições democráticas que tenham interesse em divulgá-lo;Abrir novos caminhos de interiorização cultural fora dos limites já conhecidos das regiões litorâneas e do agreste pernambucano;Promover o acesso de bens culturais as pessoas portadores de alguma necessidade especial;Divulgar o cinema pernambucano;Gerar empregos diretos e indiretos e renda na área cultura, com mais enfoque no audiovisual;Ampliar o conhecimento da produção cinematográfica pernambucana.
No epicentro de um terremoto de humor negro, acompanhamos uma sequência de coincidências dignas das mais aclamadas comédias de erros, que transforma Jovelino, um exótico vendedor de CDs piratas, em um psicopata. A vida empacada de um homem simples contrapõe com a efervescência da pulsante cidade do Recife. A forma como vive, as músicas que ouve e suas opiniões sobre o cenário musical atual, indicam um homem preso ao passado, que tem receio da mudança e de evoluir. Seu irmão gêmeo, Mundinho, parece ser o oposto: sonha alto, porém, inventa desculpas para viver as suas custas e espera enriquecer fácil. Vilma é a personificação de um amor antigo e que hoje nunca esteve tão perto. Porém... Com uma plêiade rica de personagens insólitos, Souvenir brinca com o inesperado através da história que se propõe a contar. Bebendo diretamente da fonte inspiradora do Film Noir e da cinematografia dos irmãos Coen, mergulhamos no cômico da violência. Através da contraposição de mundos repletos de dualismos, buscamos revelar como o ser humano pode ser assustador e atrapalhado, puro e perverso, e quão sombria e corrompida pode ser a alma humana quando motivada por ambição desenfreada e vingança. A proposta de enquadra nos incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. Artigo 3 da Lei nº 8.313/91 Objetivos alcançados com o projeto I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos. II - fomento à produção cultural e artística, mediante:a) produção de discos, vídeos, filmes e outras formas de reprodução fonovideográfica de caráter cultural;a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001).IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
Nao se apllica.
O Filme "Souvenir" terá uma versão com audiodescrição (narração , em língua portuguesa, integrada ao som original da obrra audiovisual, contendo descrições de sons e elementos visuais e quaisquer informações adicionaisque sejam relevantes para possibilitar a melhor compreensão da obra. Também vamos oferecer o recurso de LEGENDA DESCRITIVA (Transcrição, em língua portuguesa, dos diálogos, efeitos sonoros, sons de ambiente e demais informações da obra audiovisual que sejam relevantes para possibilitar a melhor compreensão da obra. Além da Legenda Descritiva, vamos oferecer a Língua Brasileira dos Sinais - Libras.
O filme será inscrito em mostras e festivais nacionais e internacionais de cinema. Após o período de dois anos do seu lançameto, quando tiver seguido carreira em festivais, serão disponibilizadas, GRATUITAMENTE, o link do filme aberto através da plataforma VIMEO para órgãos e instituições culturais e acadêmicas como UNIVERSIDADES, FUNDARPE, FUNDAJ, MINC, Cinemateca Brasileira, Biblioteca Pública de Pernambuco, Biblioteca da UFPE, como também, para CineClubes, ONGs ligadas a projetos culturais. Além da distribuição através da internet e plataformas afins para maior difusão e alcance. O filme atingirá 30 mil espectadores em mostras e festivais nacionais e internacionais, 110 mil em canais de televisão abertos / fechados e exibições online, 10 mil em comunidades, instituições de ensino, ONGs, Fundações, mostras e exibições temáticas – Total de 150 mil espectadores de diversas faixas etárias e sociais. Contrapartida Social: Será ministrada uma oficina de Roteiro Cinematográfico para alunos de escolas públicas, com o roteirista Guilherme Gonzalez.
LEO TABOSA (DIRETOR E ROTEIRISTA) DIRETOR, ROTEIRISTA, ESCRITOR E GESTOR CULTURAL. Formado em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo e História (Universidade Católica de Pernambuco - Unicap). É Especialista em História Regional do Brasil: Nordeste (Unicap), Pós-graduado em Produção Cultural e Gerenciamento de Evento (Faculdade Senac) e Pós-graduando em Estudos Cinematográficos pela Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP). É idealizador do Cine Jardim – Festival de Cinema de Belo Jardim (Belo Jardim – Pernambuco), Mostra Curta Vazantes: Cinema em Comunidade (Vazantes – Ceará) e curador do Cine Congo – Festival do Audiovisual da Paraíba (Congo – Paraíba). É sócio diretor da Pontilhado Cinematográfico e Produções Culturais e Artísticas LTDA e, também, exerce a função de Gestor Cultural da Universidade Católica de Pernambuco. JORGE SARDO JR. (PRODUTOR) PRODUTOR CULTURAL E ADMINISTRADOR DE EMPRESAS. Mestre em Gestão Empresarial e Cultural na Faculdade Boa Viagem/FBV. Graduado em Administração de Empresas com pós-graduação na FGV-EAESP. MBA em Marketing pela Universidade Mackenzie. ADMINISTROU projetos com recursos públicos derivados da FUNCULTURA Independente 2011/2012 – Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco/FUNDARPE, Programa Cultural Banco do Nordeste, Fundação Roberto Marinho e Prefeitura da Cidade do Recife. ARTHUR LEITE (PRODUTOR EXECUTIVO) Atualmente é Coordenador da Formação Básica em Audiovisual do Porto Iracema das Artes – Escola de Formação e Criação do Ceará do Instituto Dragão do Mar. Produtor Associado e Assistente de Direção no filme “Nova Iorque”, com Direção de Leo Tabosa, gravado em Pernambuco e estrelado por Hermila Guedes e Marcélia Cartaxo. Lançou, em 2016, o curta-metragem “Abissal”, gravado em Quixeré-CE, exercendo as funções de Roteiro, Direção e Montagem e foi vencedor do 21º É Tudo Verdade – Festival Internacional de Documentários – Melhor Curta e de outros quatro prêmios em diversos festivais. O filme foi pré-qualificado ao OSCAR 2017, além de considerado pela crítica um dos 10 melhores curtas brasileiros do ano. Já foi exibido no Brasil, Espanha, Austrália, Bulgária e ainda tem uma agenda com diversas exibições no Brasil e no Mundo. Produtor Executivo e Assistente de Direção do filme “Baunilha”, gravado em Pernambuco, com Direção de Leo Tabosa com estreia internacional no Queer Lisboa Festival e Assistente de Direção no longa-metragem “O Barco” com direção de Petrus Cariry, gravado Morro Branco-CE. Realiza, através da Pontilhado Cinematográfico, o “CINE JARDIM – Festival Internacional de Cinema de Belo Jardim”, onde exerce a função de Produtor Executivo. GUILHERME GONZALEZ (ROTEIRISTA) Ator, contista e roteirista, Guilherme Gonzalez começou a estudar teatro aos 14 anos em Belém do Pará. Participou de diversas produções como "Morte e Vida Severina", "Ó Pátria amada - um pouco de nós mesmos" e passou a integrar um grupo de pesquisa sobre a obra de Nelson Rodrigues na Universidade da Amazônia. Em 2001 mudou-se para São Paulo e reiniciou seus estudos no Teatro Escola Macunaíma e montou os espetáculos "De luz e de Sombras" e "O Concílio do Amor". Com a Cia. Pessoal do Faroeste, integrou o elenco de "O Índio". Trabalhou com diversos diretores em workshops como Marcelo Valle, Ivan Feijó e fez parte do Grupo de Estudo de Teatro de Rua Confraria da Paixão sob a orientação de Luis de Assis Monteiro. Em 2009 viajou pelo país com espetáculos no formato Stand-up para Teatro Empresa. Fundou em 2007 a Cia. Teatro de Janela com a apresentação do espetáculo CIAO de Priscila Nicolielo inspirado em contos de Caio Fernando Abreu. Escreveu por dois anos crônicas sobre Artes e Teatro e Contos para o canal Guia da Semana. Fez dança contemporânea com o grupo Nova Dança. Em 2009 produziu e atuou em três espetáculos em São Paulo (Aguardo Notícias da Polônia, Me leva pra casa e Tanto). Na TV Globo fez parte do elenco das novelas: Morde & Assopra, Sangue Bom e fez participações em: Alto Astral, Velho Chico, Império, Rock Story A Força do Querer, Órfãos da Terra, Verão 90 e Bom Sucesso. Também participou da minissérie Dercy de Verdade e fez parte dos programas Sensacionalista do canal Multishow e Odeio Segundas, do GNT. Integrou o elenco da série Conselho Tutelar, na Rede Record, Sob Pressão, na TV Globo e Impuros, canal FOX. Seu último trabalho no teatro foi na peça, premiada com o Shell de melhor texto, O Livro dos Monstros Guardados. No momento escreve três séries para o canal fechado e um longa-metragem em coautoria com Malu Mader.
PROJETO ARQUIVADO.