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PRONAC 193790Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Pacaembu - 80 anos de romantismo

AME COMUNICACAO LTDA
Solicitado
R$ 408,9 mil
Aprovado
R$ 408,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livros ou obras de referência - valor Humanístico
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2019-12-16
Término
2022-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Pesquisa histórica, iconográfica e bibliográfica, com edição e publicação de um livro sobre a importância histórica e arquitetônica do Estádio do Pacaembu para a cidade de São Paulo.

Sinopse

Considerando que a pesquisa ainda não foi realizada, a sinopse está pré-definida da seguinte forma, porém ainda poderá sofrer alterações, que serão fruto da pesquisa a ser realizada durante a produção do projeto. Parte inicial: Apresentação geral do livro e da contextualização histórica do Estádio do Pacaembu. O impacto na cidade, a arquitetura, e a São Paulo da época. 1 - Apresentação 2 - Prefácio 3 - Um marco de São Paulo: o bairro, a cidade e o esporte 4 - A arquitetura: curvas da metrópole 5 - Um palco para a Era Vargas Recorte por décadas: Descrição dos principais eventos da história do Estádio e suas relações com fatos históricos da época. 6 - A construção: 1936-1940 7 - A inauguração: 27 de abril de 1940 (sábado) 8 - Os anos 40: Paletó e gravata 9 - Os anos 50: Um dos palcos da Copa 10 - Os anos 60: A era de ouro e o Panamericano/Paulo Machado de Carvalho 11 - Os anos 70: Tobogã 12 - Os anos 80: A concorrência com o Morumbi 13 - Os anos 90: Casa corintiana 14 - Os anos 2000 Final: Desafios para o futuro e encerramento do livro. 15 - O Pacaembu do futuro 16 - Créditos, bibliografia e ficha técnica

Objetivos

Objetivos gerais: Em linguagem acessível e com um carácter altamente visual, o livro propõe-se a um mergulho na história do Estádio do Pacaembu, equipamento de relevante importância para a cidade de São Paulo, com importante pesquisa sobre sua construção, arquitetura, momentos históricos que marcaram o equipamento e a vida social de São Paulo. Como resultado prevê-se uma obra única, que apresente as peculiaridades do Estádio do Pacaembu e que, através de sua história, também se conte a história da cidade e do seu crescimento. Objetivos específicos: Além de querer contribuir para a construção de subsídios para a memória coletiva da História de um equipamento/monumento brasileiro, o projeto prevê: - Pesquisa histórica, bibliográfica, documental e iconográfica sobre o Estádio do Pacaembu e a cidade de São Paulo - Digitalização de imagens de acervos pessoais que compõem registros únicos para a cidade - Realização de ensaios fotográficos locais - Impressão de 2.000 livros e distribuição dos mesmos - Criação de redes sociais com o making of do projeto - Lançamento do livro - Palestras gratuitas em escolas públicas da cidade de São Paulo Público impactado: Direto: 2.000 pessoas Indireto: 50.000 pessoas (através da divulgação, redes sociais e disponibilização do livro nas escolas públicas e bibliotecas públicas do país)

Justificativa

O Pacaembu, que outrora tinha como principal função ser um local de descanso para tribos indígenas, tem esse nome graças a um ribeirão que por ali passava. O nome, em tupi-guarani, quer dizer "terras alagadas", um retrato de como era a região. A urbanização, entretanto, só aconteceria por volta do ano de 1911, quando a City Of São Paulo & Freehold Limited comprou o "lote" da região e o transformou em um dos "Bairros Jardins" de São Paulo. Logo depois, na década de 20, surgiu a ideia de construir um estádio na cidade de São Paulo. A expectativa era ter um grande complexo esportivo que sanasse as necessidades dos esportistas. Para se ter uma ideia de como a cidade fervia com essa possibilidade de construção, até o poeta Mário de Andrade, grande personalidade intelectual daquela década, apoiava à construção do ginásio poliesportivo. No ano de 1926, um importante acontecimento daria o incentivo que faltava para que o complexo esportivo surgisse: a CIA City doou o terreno de 50 mil m², onde hoje está o Pacaembu, para o governo do Estado que, posteriormente, o passou à Prefeitura de São Paulo. Dez anos depois, em 1936, Fábio da Silva Prado, acatou o desejo da população e deu início às obras de construção do estádio. Quase meia década depois, no dia 27 de abril de 1940, o presidente Getúlio Vargas, junto ao interventor federal Adhemar de Barros, e do novo prefeito, Prestes Maia, inauguraram o famoso e charmoso Estádio Municipal do Pacaembu. A população compareceu em peso em um número superior ao de 50 mil espectadores. Em homenagem aos esportistas, uma pira olímpica foi acesa e uma revoada de cinco mil pombos precedeu as falas das autoridades presentes. Um espetáculo pirotécnico marcou a inauguração daquele que, na época, era o mais moderno estádio Sul-Americano, com capacidade para 70 mil espectadores. Além do grande estádio, a população era presenteada com um ginásio poliesportivo, piscina olímpica, quadra externa de tênis, quadra poliesportiva, pista de atletismo, salas de ginástica, posto médico e salão nobre dedicado à cerimônias e comemorações. Mesmo com o futebol sendo o grande carro chefe do Pacaembu, outras modalidades tiveram seu espaço no cotidiano e, até mesmo, nas lembranças dos paulistanos. O boxe, por exemplo, durante os anos 40, era uma grande atração na cidade e levava multidões, nos anos 40, para assistir aos seus combates no Ginásio. Anos mais tarde o Pacaembu receberia o maior evento do futebol mundial: a Copa do Mundo de 1950. Naquele ano, 6 jogos seriam disputados no Estádio Municipal. A competição contou com a participação de 13 países e seis cidades-sede. Dois anos após a Copa, o jornalista Ary Silva marcaria seu nome na história da cidade de São Paulo ao fazer a primeira transmissão de uma partida pela televisão direto do gramado do Pacaembu. 1958 marcaria uma mudança muito especial para o Pacaembu. Após a conquista brasileira na Suécia, a Prefeitura de São Paulo resolveu homenagear um dos principais responsáveis pela formação da vitoriosa seleção. Em junho de 1961 o Estádio Municipal do Pacaembu passaria a se chamar Paulo Machado de Carvalho, em homenagem ao "Marechal da Vitória", chefe da delegação canarinho nas Copas de 58 e 62. Nessa mesma época, outro grande nome do esporte brasileiro utilizava as dependências do ginásio do Pacaembu: Maria Esther Bueno, o maior nome do tênis feminino do Brasil. Ela treinava nas quadras do complexo antes de se tornar oito vezes campeã em Wimbledon. Maria Esther é homenageada com uma estátua de bronze no local. Em 1969 começaria a primeira grande reforma da história do Estádio. Na ocasião, para tentar trazer mais conforto aos torcedores, a Concha Acústica foi derrubada para dar lugar a mais um setor de arquibancadas, o chamado e contestado Tobogã que acrescentaria 10 mil lugares. No dia 29 de setembro de 74, Pelé, o Rei do futebol, disputaria o seu último jogo no Pacaembu. Encerrava-se a passagem de um ídolo, pelo gramado onde balançou a rede 115 vezes em 119 jogos disputados. Estabelecido como a principal casa do futebol na cidade, o Pacaembu também ganhou notoriedade nos anos 80 por eventos que envolveram outras modalidades esportivas e, especialmente, pelos espetáculos musicais. No começo de 1983, devido às péssimas condições em que estava o estádio e o complexo esportivo, foram realizadas novas reformas para tentar conter a decadência daquele histórico lugar. Em um ano foram realizadas melhorias como a recuperação da estrutura de concreto das arquibancadas, marquises e passarelas, reforma geral dos bancos do setor das numeradas, reparos do piso e das paredes dos banheiros, adequação das instalações elétricas, entre outras. No final da década, assim como já acontecia com outras praças esportivas, o Pacaembu começou a receber shows, desfiles, exibições esportivas variadas e uma série de outros eventos. Em 1988, a cantora Tina Turner foi a primeira grande atração da fase musical do Pacaembu, depois de acertar a inclusão do Brasil na lista de países por onde passaria sua turnê. Por lá, passariam grandes artistas internacionais como: o tenor Luciano Pavarotti, o Hollywood Rock , Paul McCartney e o mega-evento Monsters of Rock. Na década de 90 que o Complexo do Pacaembu, incluindo a Praça Charles Miller, foi tombado como Patrimônio Histórico da Cidade de São Paulo, comprovando o valor significativo que possui junto à sociedade paulistana. Em 2020 este equipamento, que mudou a vida da cidade de São Paulo, comemora 80 anos, pelo que a sua importância histórica e social se faz urgente destacar através da edição de um livro. Relativamente ao enquadramento da presente proposta nos objetivos e finalidades da Lei 8.313/91 (arts. 1° e 3°), cumpre informar os motivos que nos levam a considerar a mesma plenamente enquadrada nos requisitos, da seguinte forma: 1) Na redação do Art. 1°, lê-se: a. "I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais" _ O presente projeto visa a valorização do patrimônio material e arquitetônico brasileiro. Através dele será realizado um levantamento histórico e iconográfico, que resultará num livro, com ampla distribuição gratuita, c. "VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória" _ Através do livro e conteúdo das mídias sociais, pretendemos contribuir para a difusão do conhecimento histórico, social e cultural. d. "IX - Priorizar o produto cultural originário do País" _ Além de gerar importante pesquisa histórica e iconográfica. 2) Já na redação do Art. 3° encontramos o seguinte embasamento: a. "II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes" _ O projeto pretende exatamente fomentar a produção humanística de edição de obras relativas a patrimônio material b. "IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos" _ Estender ao conhecimento geral a importância histórica e social de uma estrutura que é tombada e parte do patrimônio de São Paulo permite o estímulo à compreensão da arte, da História e cultura como um todo, sendo que o projeto ainda viabilizará o levantamento de uma importante pesquisa e digitalização de imagens históricas. c. "V - Apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais" _ Todo o projeto será desenvolvido por pessoas relacionadas com cultura e com elevado histórico de compromisso para com a difusão cultural. Reiteramos que acreditamos que o presente projeto tem um caráter cultural relevante, dado que fomenta a pesquisa, o trabalho autoral de pesquisa e texto, preserva o presente para memória futura e amplia conhecimento, gerando difusão de conteúdos relevantes da História do Brasil.

Estratégia de execução

O projeto prevê a execução de um plano de divulgação que passe pelas mídias digitais, através da criação de redes sociais onde será feito o relato da produção do projeto, bem como o acompanhamento da mesma, como forma de expandir sua atuação e de engajar o maior número de público possível. O proponente do atual projeto será remunerado pela rubrica: “Coordenação Editorial”

Especificação técnica

2.000 exemplares 23x31 cm fechado (23x62 cm aberto) 164 páginas + capas Miolo: couche fosco, 150g, 4x4, com verniz Capa: dura, couche brilho, 170g, Bopp fosco, cores 4x0 Guardas: offset, 180g, 4x0 Acabamentos: cadernos costurados e colados, shrink individual Laudas previstas: 164 Imagens previstas: 120

Acessibilidade

Acessibilidade física: o lançamento do livro será realizado em local que preveja todas as condições de acesso a um público com dificuldades motoras. Acessibilidade de conteúdo: o livro terá uma edição digital, que será inteiramente gratuita, e que será responsivo a softwares de leitura como o Daisy, que permite a pessoas com dificuldades visuais possam ouvir o livro através de audiodescrição.

Democratização do acesso

PRODUTO PRINCIPAL: O livro será distribuído gratuitamente para bibliotecas brasileiras, na quantidade de 400 exemplares. Sua comercialização terá uma cota de 200 exemplares que será feita a preços populares (R$ 50,00/unid.), como forma de democratização e ampliação de público. Desta forma será feita a seguinte distribuição: Bibliotecas públicas – 400 exemplares (distribuição gratuita) Patrocinador – 200 exemplares (distribuição gratuita) Divulgação – 200 exemplares (distribuição gratuita) TOTAL DISTRIBUIÇÃO GRATUITA: 800 exemplares Ainda: o projeto terá presença nas redes sociais e fará o acompanhamento de toda a sua produção, com conteúdo amplo e disponível para a sociedade poder obter mais conhecimento sobre o conteúdo do livro e a história do Estádio do Pacaembu. PRODUTO SECUNDÁRIO: Contrapartidas Sociais O projeto irá promover rodas de conversa em escolas públicas da cidade de São Paulo, atingindo pelo menos 200 alunos e professores da rede municipal ou estadual de ensino, resultando num impacto de 10% do valor do projeto. Esta atividade tem por escopo a apresentação do projeto junto à comunidade escolar e a uma roda de conversa entre o autor e coordenadora editorial, como forma de falarem sobre a importância do Estádio do Pacaembu e ressaltar que sua existência vai muito além de um equipamento esportivo, acentuando-se o caráter histórico em que foi construído, sua arquitetura e causos que ocorreram ao longo das décadas. Serão usados recursos tecnológicos, como o uso de projetor, para mostrar várias imagens do livro, sendo ainda explicado o processo editorial do mesmo, como forma de engajar e formar potenciais profissionais da área.

Ficha técnica

LUCIANA RAPOSO | COORDENAÇÃO EDITORIAL -> Sócia Administradora da empresa proponente Produtora de projetos culturais há mais de 14 anos, colaborou em diferentes fases e momentos de atividades culturais, com especial destaque para a área de edição de livros. Foi da sua responsabilidade, por exemplo, toda a concepção e direção de produção da edição “Alma Paulista”, que versou sobre a cidade de São Paulo e foi uma homenagem à cidade e às suas gentes, através da compilação de diferentes olhares de fotógrafos renomados brasileiros. Este livro contou com os textos de Arnaldo Antunes e Tom Zé e com as grandiosas imagens de fotógrafos como Ricardo Teles, Vanderlei Guedes, Cristiano Mascaro, Álvaro Maya, Carlos Goldgrub, Romulo Fialdini, Claudio Edinger, Alberto deC. Alves, Patrícia Cardoso e Lau Polinésio. No seguimento do enorme sucesso dessa edição, seguiu-se, quase que obrigatoriamente, a realização de “Alma Paulista II”, mantendo toda a concepção do projeto, juntamente com a direção de produção e a curadoria. Desta feita este livro trouxe outra perspectiva artística: a dos artistas plásticos, que emprestaram o seu olhar onírico e criativo para homenagear, novamente, a grande metrópole brasileira. Para este projeto foram convidados diferentes pintores renomados: Achiles Luciano, Adriana Florence, Constança Lucas, D’Ollynda, Eduardo Natário, Klaus Novais, Paletó, Isabelle Tuchband, Junior Tupiná, Reynaldo Berto, Rubens Matuck e Sérgio Lucena. Ambas as edições saíram sob a chancela da Abooks Editora e receberam o apoio institucional da Prefeitura do Município de São Paulo. Colaborou na edição de outras obras como “Vida Caiçara”, “Terra das Letrinhas” e “Terras de Preto”. Foi produtora da revista “Riviera”, que teve um total de 9 edições. THIAGO UBERREICH | TEXTO Formado em jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1999). Começou a carreira, em 1996, na Rádio Eldorado de São Paulo. Passou pelas funções de redação, edição, reportagem e apresentação. Em 2005, recebeu convite para integrar a equipe de reportagem da Jovem Pan. Participou de inúmeras coberturas e atuou como setorista no Palácio dos Bandeirantes. Desde março de 2016, apresenta o Jornal da Manhã. Apaixonado por futebol e pela história das Copas do Mundo, gosta de elaborar séries especiais sobre o tema. Em 2010, venceu o Prêmio Embratel, na categoria Reportagem Esportiva, com a série “Histórias das Copas”, veiculada nos meses que antecederam o mundial na África do Sul. Em 2011, levou ao ar a série “Vozes do Tri”, sobre a conquista da Copa de 1970; em 2012, fez a série “50 anos do bi”; em 2015, produziu “A Copa que nunca acabou”, sobre o mundial de 1950. Em 2016, conseguiu reunir os áudios na íntegra dos seis jogos da seleção brasileira em 1950. Em 2018, lançou o livro "Biografia das Copas, o maior espetáculo da terra no rádio, na TV e nos jornais. Possui um dos maiores acervos pessoais de vídeos de futebol do país, com 4 mil horas de gravação. RODRIGO PADIN | DIRETOR DE ARTE Diretor de arte e designer, produziu diferentes trabalhos editoriais: direção de arte, diagramação, tratamento de imagens, produção gráfica e fechamento de arquivos (livro): “Inglês da Família” (British Council), “Em Busca do Presépio Universal” (Museu de Arte Sacra de São Paulo + Metrô São Paulo), “Mosteiro da Luz - 240 Anos” (Museu de Arte Sacra de São Paulo), “O Caminho das Cores” (Abook Editora), “1972-1975 Estudos Cebrap - De Médici a Geisel” (Cebrap), entre outros. Desenvolveu identidade visual, conteúdos para a web, sites e/ou APPs para os seguintes clientes: ClearSale (portal.clearsale.com.br), Gazeta Mercantil Experience Hub (gmehub.com/br/), MR Estúdio Digital (mrestudiodigital.com.br), Studio Novak (studionovak.com.br), Madeireira Caeté (madeireiracaete.com.br) e Casa e Café (casaecafe.com/). BETH CECONI | ASSESSORIA CONTÁBIL Técnica em Ciências Contábeis possui mais de 30 anos de experiência, sendo que nos últimos 15 anos tem atuado na área cultural. Ao longo desses anos, presta consultoria a projetos inscritos em diferentes leis de incentivo, entre elas Lei Rouanet, Ancine e Lei Mendonça. Entre os trabalhos culturais aos quais realizou acompanhamento diário e aprovação de prestação de contas podemos citar: Lei Rouanet: Tietê o Rio de São Paulo, Amazônia Canta, Mercado Municipal de São Paulo - 70 anos de Cultura e Sabor, Terra na Terra, Qualivida - Qualidade de Vida Através dos Tempos, Vida Caiçara, Livro Agenda Cinemateca Brasileira 60, Livro Agenda Vera Cruz Anos de Ouro do Cinema Paulista anos, Agenda A Cultura como Agente de Inclusão Social, Pioneiros, Erudito Brasil, Ânima Surf, Iemanjá, Etnias e O Rosto e o Resto, Cartunistas Brasileiros, Catálogo Cine Cultural, Os Clássicos da Pintura Mundial com a Turma da Mônica e Levi Ramiro / Nosso Quintal anos. Lei Mendonça: A Construção da Cidade de São Paulo, O Cordel e suas Histórias - Medicina Preventiva, Alma Paulista I e II, Terras de Preto, Auleum - A Quarta Parede, Vera Cruz - Imagens e Histórias do Cinema Brasileiro, Centro Cultural Infanto Juvenil e Oficina de Cultura Artística e Musical Lar da Benção Divina, Filme que não existiu, III festival MERCOSUL, Cuiabá, músicas e imagens de outro Pantanal, A Construção da Cidade de São, Terra das Letrinhas, Dr. I e Esteto, Teatro das Letrinhas, Dr. I e Esteto. Ancine: Anabel a Série I, Atlântico a Neblina... Uma Saga pela Amazônia Demais profissionais ainda não foram contratados, pelo que não poderemos, desde já, informá-los.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.