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O presente projeto tem como objetivo a produção, impressão e distribuição gratuita de livro de artes, na modalidade fotografia. O livro pretende, através da arte da fotografia, valorizar a cultura brasileira, bem como proporcionar uma incursão na floresta Amazônica, com o objetivo de desvendar o universo tanto das comunidades que vivem da coleta do cacau selvagem e seu modo de vida, como das belíssimas paisagens da floresta e o que toda essa cultura representa.
Livro de artes, composto por fotografias de textos em inglês e português, que aborda o tema da coleta de cacau selvagem na Amazônia e a forma de vida do povo ribeirinho.
OBJETIVOS GERAIS · Valorizar e disseminar o modo de viver dos povos ribeirinhos da Amazônia, que através da coleta do Cacau Selvagem encontram uma forma de complementar seu sustento; · Valorizar a cultura extrativista presente na vida das comunidades ribeirinhas desde tempos imemoráveis, que além de permitir melhores condições de vida para o povo que lá se encontra também contribui para a preservação da natureza; · Mostrar para o Brasil e para o mundo a riqueza do cacau selvagem da Amazônia, fruto originário da bacia Amazônica, que lá nasce e cresce de forma espontânea, sem que haja plantação promovida pelo ser humano. OBJETIVO ESPECÍFICO _ Produto Principal (Livro de Fotografia) · Produção e impressão de 3.000 (três mil) exemplares de livro de artes, na modalidade fotografia; · Composição textos que acompanharão as imagens, nos idiomas português e inglês. OBJETIVO ESPECÍFICO _ Contrapartidas · A disponibilização de versão em audilivro da obra produzida, com o intuito de possibilitar que pessoas com deficiência visual tenham acesso ao produto cultural desenvolvido e em atendimento ao artigo 18, da IN 02/2019; · A realização de palestras para alunos e professores de escolas públicas, com a intenção de apresentar-lhes a cultura do cacau amazônico, bem como a importância do extrativismo para o meio ambiente, em atendimento ao artigo 22, da IN 02/2019.
Um dos objetivos mais nobre da Lei de Incentivo à Cultura, é valorizar o modo de viver do povo brasileiro, conforme é possível perceber pela leitura dos incisos IV e V, do artigo 1º. Da Lei nº 8.313/1991: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: (...) IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; (...) Ademais, referido artigo também destaca a importância de se estimular a difusão de bem culturais formadores de cultura e memória: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: (...) VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; (...) Após a leitura do acima exposto, é possível verificar que intenção do presente projeto se coaduna com o previsto pelo artigo em referência, pois pretende: · Difundir para o Brasil e para o mundo o modo de viver do povo ribeirinho; · Demonstrar a riqueza e a sabedoria daqueles que vivem em harmonia com a natureza e assim complementam sua renda através da coleta de cacau selvagem existente na bacia amazônica; · Contribuir para a formação de memória do povo ribeirinho e de todo o povo brasileiro, a partir da importância da cultura da coleta de cacau selvagem. Nesse ponto, é importante destacar que é considerada ribeirinha a população tradicional que vive nas margens dos rios e vivem com as condições oferecidas pela natureza, adaptando-se aos períodos da chuva. Nas palavras de Iêda Rodrigues da Silva: "A natureza constitui como um ambiente axial para a construção da vida do ribeirinho, além disso, os processos pelo qual as relações sócioespaciais e histórico-culturais concebem um sentimento de pertencimento por este território na qual propicia todos os seus membros compreenderem a vivência dos atores sociais amazônida.". Assim, o livro de artes a ser produzido, além de contribuir para preservação de expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional, também contribui para promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais, em consonância com o inciso II, do artigo 1º, da Lei nº 8.313/1991. Após demonstrar a importância do projeto cultural pretendido, a proponente destaca que pretende cumprir ao previsto pelo artigo 1º, da Lei nº 8.313/1991, medida a edição de Livro de Artes, na modalidade fotografia, moldando-se ao previsto pelo artigo 3º, inciso II, alínea "b", da Lei 8.313: Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: (...) II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes. Por fim, pontua-se que o projeto cultural trazido ao conhecimento dessa Secretaria Especial de Cultura enquadra-se nos termos do artigo 18, §3º, alínea "b", da Lei nº 8.313/1991: Art. 18. Com o objetivo de incentivar as atividades culturais, a União facultará às pessoas físicas ou jurídicas a opção pela aplicação de parcelas do Imposto sobre a Renda, a título de doações ou patrocínios, tanto no apoio direto a projetos culturais apresentados por pessoas físicas ou por pessoas jurídicas de natureza cultural, como através de contribuições ao FNC, nos termos do art. 5o, inciso II, desta Lei, desde que os projetos atendam aos critérios estabelecidos no art. 1o desta Lei. (...) § 3o As doações e os patrocínios na produção cultural, a que se refere o § 1o, atenderão exclusivamente aos seguintes segmentos: (...) b) livros de valor artístico, literário ou humanístico;(...). Isso porque, a fotografia há muito é considerada como arte, sendo classificada como a 8ª (oitava) arte, o que demonstra que o livro que se pretende produzir possui valor artístico, tanto por valorizar o modo de vida do povo ribeirinho, tanto por ser composto por fotografias artísticas. Diante de todo o acima demonstrado, é possível verificar o alto valor social do projeto proposto, que possibilitará que o Brasil e o mundo conheçam a forma a cultura de coleta do cacau selvagem da Amazônia, motivo pelo qual se faz jus aos benefícios previstos pela Lei de Incentivo à Cultura.
Plano de Distribuição Tiragem: 3.000 livros Patrocinador - 10% Divulgação – 10% (autor, assessoria imprensa) Bibliotecas Públicas (bibliotecas, escolas, entidades...) – 60% Lançamento – 20%, distribuição gratuita para o público que comparecer no lançamento do livro.
LIVRO CAPA DURA + GUARDAS + 96 PÁGINAS DE MIOLO Formato Aberto: 560 x 280 mm Formato Fechado: 280 x 280 mm Especificações: CAPA, em Couchê Brilho Editorial 150 g/m2, 4x0 cores 2 GUARDAS, em Offset Edit. 150 g/m2, 0x0 cores Miolo - 96 págs. em Couchê Fosco Editorial 150 g/m2, 4x4 cores Acabamentos: Verniz Base D'água Proteção Total Frente e Verso(Miolo -), Dobrado, Dobrado Paralela 1, Laminação Fosca Frente(CAPA), Alceamento, Lombada Costurada, Capa Dura papelão 18, Shirink Individual, Frete Grande SP Obs.: ##### PROVA DA CAPA E PLOTTER DO MIOLO #####
Como forma de permitir que deficientes visuais tenham acesso ao produto cultural produzido, o projeto prevê a disponibilização de uma versão em audiolivro, que contará com textos e a audiodescrição das imagens produzidas. Fato que demonstra o atendimento do previsto pelo artigo 18, da instrução normativa nº 02/2019.
Primeiramente, em atendimento ao previsto pelo artigo 20, da IN 02/2019, destaca-se que o projeto prevê a produção, impressão e distribuição gratuita de 3.000 exemplares do livro de fotografia. Assim, entende-se que o produto cultural atingirá pelo menos 3.000 pessoas, uma pessoa por livro. Todavia, a proponente destaca o projeto em referência atenderá muito mais pessoas do que indicado acima, pois um livro de artes de tamanha riqueza será visto e apreciado por muitas pessoas durante muito tempo. O projeto pretende possibilitar que o público em geral, no Brasil e no mundo, tenha conhecimento do modo de viver do povo ribeirinho e também que conheçam a riqueza da técnica extrativista de coleta de cacau de selvagem. Nesse ponto, o projeto atende ao previsto pelo artigo 21, incisos I, da IN 02/2019, por se tratar de projeto totalmente gratuito. Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; (...) Além da proposta inerente ao projeto em si, que já é uma atividade formativa cultural, em atendimento ao previsto pelo artigo 22, da IN 02/2019, o projeto prevê a realização de palestras, para alunos e professores de escolas públicas, para apresentar-lhes a cultura do cacau e a vida do povo ribeirinho. As palestras são previstas para acontecer em escolas públicas, para alunos e professores, com público final de 300 pessoas, ou seja, atendendo ao previsto pelo §1º, do artigo 22, da IN 02/2019. Outrossim, posto que as apresentações serão realizadas em escolas públicas, o público será composto principalmente por seus alunos e professores, em atendimento ao §2º, do artigo 22, da IN 02/2019.
Proponência: Saci ComunicaçãoProdução Executiva: Patrícia dos SantosAutor: Carlos Alexandre de PaulaFotógrafo: Tiago DegaspariConsultora (Guia): Luisa Abram Breve Currículo. Proponência: Saci Comunicação LTDA ME Empresa comprometida com a viabilização de diversos projetos na área cultural, com experiência na produção de livros, espetáculos teatrais, musicais danças, shows, exposições, vídeos e eventos em geral. Nessa ocasião, se apresenta como proponente, sendo então responsável pela gestão administrativa/técnico-financeira do projeto. Desempenhará funções de administração, bem como promoverá todas as diligências necessárias para a execução do projeto, desde a parte técnica/administrativa, até a parte de produção do projeto em si. Ademais, se apresenta como representante civil e penal do projeto. Nesse caminho, será remunerada com as verbas de Coordenação Geral. Produção Executiva: Patrícia dos Santos Sólida experiência na área cultural, atuando na idealização, viabilização e produção executiva de projetos, em empresas, centros culturais, escolas e faculdades. Graduada em Administração pela FAC – Faculdade Anhanguera de Campinas, com ênfase em Propaganda e Marketing, e mestrado em Gestão em Artes pelo Senac Lapa. Patrícia dos Santos é uma das sócias da Renovarte Produções Culturais, atuando na prospecção e visitas a empresas privadas, públicas, institutos e fundações, buscando captação de recursos para a realização de projetos culturais. Além disso, é responsável pelo planejamento, implementação e gestão da comunicação de suporte à captação, com aplicação integrada de diversas ferramentas. Também realiza a divulgação das Leis de Incentivos Fiscais para realização de projetos, como Lei Rouanet e Lei do ICMS/SP. Autor: Carlos Alexandre de PaulaBacharel em Administração de Empresas, Vice-presidente do Observatório Social do Brasil-Sorocaba, Escritor Best Seller da Amazon em cinco categorias, mentor literário para autores de não ficção e negócios e professor EAD.Fotógrafo: Tiago DegaspariTiago Degaspari é fotógrafo profissional com formação superior em fotografia pela Universidade Metodista de Piracicaba – UNIMEP. Associado à Associação dos Repórteres Fotográficos e Cinegrafistas do Estado de São Paulo - ARFOC-SP (2018), Federação Nacional de Jornalistas – FENAJ (2018), e registrado como fotojornalista junto ao Ministério do Trabalho – MTB como fotógrafo. É fotógrafo freelance da agência de notícias Futura Press. Vanguardista, atua em diversos segmentos, entre eles: fotografia social e corporativa, fotografia publicitária, fotojornalismo, fotografia documental e de natureza, fotos aéreas (com DRONE), além de ministrar cursos e workshops de fotografia e tratamento de imagens em todo o Brasil. Possui publicações em diversas mídias impressas e eletrônicas (jornais, revistas, livros, sites), tais como: site e revista National Geographic Brasil, revista Aventura & Ação, revista Fotografe Melhor, revista Acontece Regional entre outros. Participou de diversas exposições fotográficas coletivas e individuais, nacionais e internacionais, entre elas: ?Mega Meeting Brazil - As Cores do Brasil na Holanda? realizada simultaneamente na Holanda e no Brasil no ano de 2011; e da exposição ?Brasil? realizada em Belgrado na Sérvia em 2013 a convite do Itamaraty / Consulado Brasileiro. Em 2012 lançou o projeto PASSARINHAR que documentou mais de 130 espécies da fauna de Iracemápolis-SP, resultando em um foto livro e cartões postais, além de exposições itinerantes pelas escolas e espaços municipais. Em 2013 realizou trabalhos de fotografia panorâmica imersiva (360º) em Portugal. Também em 2013 participou de uma expedição para fotografia da vida selvagem na África do Sul com objetivo de documentar os ?Big Five? entre outras espécies; Em 2014 foi aceito para participar da X Biennale Internzaiolane d’Arte Contemporeanea que aconteceu em Florence na Itália, mostra internacional que reúne trabalhos de arte e fotografia contemporânea. Em abril de 2015 participou como palestrante do Congresso Nacional de Arte Fotográfica - CONAF, ministrando aula sobre o uso criativo de flash dedicado, evento online com mais de 10 mil inscritos. Em 2015, palestrante convidado do INCOMA, evento de design realizado pela Faculdade de Administração e Artes de Limeira – FAAL, para falar sobre fotografia. Em 2016 foi convidado para participar expondo suas fotografias na mostra internacional Silvery Light (Luz Prateada), organizada pela curadora norte-americana Penélope Umbrico na galeria de artes Bruce Silverstein em New York, EUA. Em fevereiro de 2017 lançou o livro BH Nossa Natureza pela Fundação de Cultura de Belo Horizonte, obra que contempla as belezas naturais dos parques da capital mineira.Apresentação parcial de portfólio © TRDP www.tiagodegaspari.com.br | Proibido o compartilhamento e/ou reprodução do conteúdo. Página 1 de 34 Em abril de 2017, foi convidado a participar como palestrante no 2º Amparo Em Foco, festival de fotografia realizado nos meses de março e abril, evento que reuniu diversos fotógrafos amadores e profissionais. Em abril de 2018, foi convidado ministrar uma oficina prática sobre Fotografia de Natureza no 3º Amparo Em Foco, festival de fotografia, evento que reuniu diversos fotógrafos amadores e profissionais. Em abril de 2019, foi convidado ministrar oficina prática sobre Fotografia de Natureza no 4º Amparo Em Foco, festival de fotografia, no distrito de Arcadas. Em 2019, premiado com Menção Honrosa no maior concurso de fotografias do Brasil, Brasília Photo Show, na categoria fotojornalismo.Consultora (Guia): Luisa AbramFormada em Gastronomia pela Universidade Anhembi Morumbi em São Paulo, Luisa fez a primeira de muitas viagens para a Floresta Amazônica. Desde 2015 trabalha com cacau amazônico.
Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.