| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 05040481000182 | Banco de Lage Landen Brasil S.A | 1900-01-01 | R$ 104,0 mil |
| 06221454000179 | MARCHER BRASIL AGROINDUSTRIAL SA | 1900-01-01 | R$ 78,0 mil |
| 01722480000167 | Verde Administradora de Cartões de Credito | 1900-01-01 | R$ 37,6 mil |
| 92816560000137 | BANCO REGIONAL DE DESENVOLVIMENTO DO EXTREMO SUL | 1900-01-01 | R$ 30,0 mil |
| 02251501000176 | Multi Armazéns Gerais Ltda | 1900-01-01 | R$ 29,0 mil |
| 73516106000116 | Herval Adminastradora de Consórcios Ltda. | 1900-01-01 | R$ 20,0 mil |
| 91473678000147 | BALDO SA COMERCIO INDUSTRIA E EXPORTACAO | 1900-01-01 | R$ 20,0 mil |
| 96734892000123 | TFL do Brasil Indústria Quimíca Ltda. | 1900-01-01 | R$ 17,0 mil |
| 89237911000140 | GLOBAL DISTRIBUICAO DE BENS DE CONSUMO LTDA. | 1900-01-01 | R$ 15,0 mil |
A proposta consiste na realização de uma exposição com 20 obras de temática nativista na Expointer de artista definido por curadoria. Contos nativistas serão criados especialmente para compor com as obras e reforçar a temática nativista do projeto. Como ações de contrapartida social, estão previstos bate-papos com o artista.
O projeto consiste em uma iniciativa inédita de levar para a Expointer - uma das mais tradicionais e importantes feiras do Rio Grande do Sul –um projeto relacionado à representação do nativismo, à vida no campo e à figura do gaúcho, por meio de uma exposição comobras nativistas de artista a ser definido por curadoria, além de oficina e bate-papos realizadas pelo próprio artista.
Geral: Promover a valorização das obras nativistas e possibilitar uma democratização da arte e sua difusão em espaços públicos de massa. Específicos: Realizar uma exposição com 20 obras Ter 10 contos de sobre as obras para compor com a temática nativista na exposiçãoRealizar 3 bate-papos com o artista como ação de contrapartida socialRealizar 3 visitas guiadas com turmas de escolas na exposição.Realizar 1 oficina sobre arte com o artista
O presente projeto está de acordo com uma série de finalidades previstas nos incisos do art. 1º da Lei 8313/91, dos quais destacam-se II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Neste sentido, o inciso II justifica-se tanto pela valorização do artista e escritores locais envolvidos, quanto da própria temática proposta na exposição, uma vez que refere-se a uma cultura local do Rio Grande do Sul. O Inciso III têm relação com as obras, textos e a presença de seus criadores para bate-papos durante o período de realização do projeto e, por fim, cita-se a importância simbólica e cultural que a temática possui para o público ao qual é direcionado. Isso porque o nativismo está enraizado, especialmente junto ao público presente na Expointer, porém, nota-se que ainda é pouca a divulgação que se tem de artistas voltados para a temática nativista que sejam de outras áreas além da música, como é o caso das artes plásticas e da literatura. Já quanto aos incisos do art. 3º da referida Lei, o projeto relaciona-se a: II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; O projeto está sendo inscrito na Lei Rouanet, devido à importância da referida legislação para o fomento de ações culturais dos mais diversos segmentos, o que proporciona que projetos como este tenham uma chance maior de conseguir captar recursos junto às empresas. Além disso, após a realização de uma primeira edição de sucesso, com mais de 25 mil visitantes, acredita-se na importância da continuidade de projetos como este para sensibilizar o público de massa para ações culturais de audiovisual.
Ressaltamos que o projeto não irá cobrar entrada para a Exposição, porém, a Expointer (local onde a exposição será realizada) cobra a entrada do público em geral. Essa verba não é repassada para os expositores e fica exclusivamente com a administração do Parque. Em 2019 o valor do ingresso foi de R$ 13,00 (inteira) e R$ 6 (meia). Além disso, há várias datas gratuitas para escolas e entidades que solicitam essa liberação da entrada via email em data anterior ao evento. Possíveis obras Mulher com ovelha: 44x56cmTropilha: 1,60 x 3,20mTocando a tropa: 2,10 x 3,20mDando de mamar pro Guacho 80x60cmSem título: 50x70cmFolclore de Centauros: 50x70cmSem título: 100x150cmsem título: 2m x 3m (entre outras)
Como a escolha das obras será feita posteriormente, não é possível precisar o tamanho dos quadros. Assim que tivermos essa informação anexaremos ao projeto.
Exposição: O projeto prevê a contratação de intérprete de libras para a exposição.O projeto será realizado em um espaço que possui acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida ou deficiência física.O projeto prevê a descrição das obras em áudio disponibilizado para pessoas com deficiência auditiva. Oficinas e bate-paposAs oficinas serão feitas mediante agendamento prévio e será prevista a contratação de tradutor de libras sempre que identificada a necessidade conforme a turma.Da mesma forma será avaliada a necessidade de contratação de guia vidente.As oficinas serão realizadas em espaços acessíveis para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.
Todas as atividades do projeto serão gratuitas, porém, por ser feito dentro da Expointer (uma feira de agropecuária), há a cobrança de ingressos para acessar o parque. Entretanto, os ingressos costumam ser acessíveis e ter descontos para grupos e estudantes. Cabe ressaltar que essa cobrança de ingressos ao parque da Expointer não é algo que possa ser alterada pelos expositores. Para a exposição, nenhum valor de ingresso adicional será aplicado.Os bate-papos e oficinas também serão gratuitos.Será autorizada a gravação e utilização de imagens das atividades por canais comunitários e imprensa de forma gratuita. Conforme previsto no art. 21 será realizada 1 oficina com o artista da exposição destinada para alunos de instituições públicas. A oficina será gratuita e o objetivo será abordar técnicas de desenho com os participantes. Como ações de contrapartida social, serão realizados 3 bate-papos com o artiste destinados para alunos de escolas públicas. Os bate-papos serão gratuitos, poderão ser realizados durante o evento ou após o mesmo diretamente nas escolas. O artista irá até as escolas e o assunto dos bate-papos será o processo criativo e a retratação do nativismo nas obras de arte, que é o assunto central da exposição. Um detalhamento sobre o bate-papo consta em informações adicionais.
Simples Assim: produtora cultural há mais de 10 anos, têm experiência na realização de diferentes projetos. Com exposições, o sócio da empresa, Daniel Henz foi responsável por organizar , em 2016, a exposição sobre Nativismo em comemoração à semana Farroupilha no Shopping Bourbon Country em Novo Hamburgo e, também, em 2015, uma exposição de obras de Marciano Schmitz no espaço cultural Albano Hartz, quando ainda trabalhava pela Um Cultural. O proponente assumirá as funções de coordenação geral, funções administrativas e produção do projeto. Marciano Schmitz: assumirá a função de curador, selecionando o artista e as obras que farão parte da exposição. Será selecionado 1 artista e, pelo menos, 20 obras do artista. Marciano Schmitz foi o artista da primeira edição do projeto (em 2019) e tem como uma das principais linhas de seu trabalho o nativismo e, por meio de suas obras, retrata a tradição gaúcha e a vida no campo. Marciano é pintor, escultor e professor universitário, nascido em Novo Hamburgo, formado pelo Instituto de Belas Artes, em 1967 e em Licenciatura em Desenho e Plástica na Feevale, em 1974, referência das artes plásticas no cenário gaúcho atual. Em 1974 e 1977 integrou dois movimentos de conscientização e interiorização da arte: Cavalo Azul e Casa Velha. Em 1993 participou de um intensivo acadêmico em Florença, na Itália. Realiza exposições de suas obras desde 1974, sendo algumas delas mostras individuais e outras coletivas. As últimas relacionadas ao tema foram relizadas em 2014, em galerias da cidade de Novo Hamburgo. *O Curador ainda está definindo os artistas e não há uma definição 100% de qual artista será responsável por expor as obras, uma das possibilidades é o Alejandro Arnutti. Alejandro Arnutti: tendo a confirmação de que será o artista da exposição, receberá pela rubrica de direitos autores e ministrante das oficinas. Nascido em Artigas, no Uruguai, Arnutti frequentou o ateliê de Elsa Trolio (Salto – Uruguai), ganhou prêmio no Concurso Internacional de Pintura em Punta del Este; possui importantes pinturas murais em Uruguaiana e já participou de diferentes exposições individuais e coletivas no Brasil, Estados Unidos, Itália, Uruguai e Argentina.
Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.