Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 193836Apresentou prestação de contasMecenato

6º POA JAZZ FESTIVAL

MATEUS STANISCUASKI LTDA
Solicitado
R$ 602,6 mil
Aprovado
R$ 593,1 mil
Captado
R$ 355,4 mil
Outras fontes
R$ 375,0 mil

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (4)
CNPJ/CPFNomeDataValor
33174335000185Crown Embalagens Metalicas da Amazonia S/A1900-01-01R$ 200,0 mil
61142550000130Iharabras S/A Industrias Quimicas1900-01-01R$ 110,0 mil
83261420000159Bistek Supermercados Ltda1900-01-01R$ 42,0 mil
01432670000140PE DE APOIO COMPLEMENTOS ORTOPEDICOS LTDA1900-01-01R$ 3,4 mil

Eficiência de captação

59.9%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
RS
Município
Erechim
Início
2020-03-10
Término

Resumo

A 6ª edição do Porto Alegre Jazz Festival (POA Jazz) inclui apresentações do que há de mais representativo entre os trabalhos de artistas do jazz, sejam locais, nacionais ou internacionais. Paralelamente, serão promovidas master classes com temáticas variadas e debates para analisar e discutir o mercado cultural.

Sinopse

Através de sua curadoria, o projeto contratará exclusivamente atrações de música instrumental. Cada show terá duração aproximada de uma hora.

Objetivos

Objetivo geralRealizar o 6º Porto Alegre Jazz Festival (POA Jazz), na cidade de Porto Alegre, no período de 13 a 15 de novembro de 2020. A programação inclui dez shows e promove, gratuitamente, master classes com artistas que se apresentam no evento e debates acerca dos desafios e possibilidades do mercado cultural. Objetivos específicosRealizar 10 shows que equilibrem talentos locais e nacionais com atrações internacionais e o jazz tradicional com o contemporâneo;Proporcionar, gratuitamente, três (03) master classes de temáticas variadas com artistas que se apresentarão no festival;Oportunizar conhecimento de forma gratuita, realizando duas (02) palestras para estudantes de escolas públicas como contrapartida social;Promover quatro (04) debates sobre os desafios do mercado cultural e as políticas para a área, convidando vozes importantes do meio artístico para dialogar com o público;Aproximar o jazz dos brasileiros ao oferecer shows de reconhecida qualidade com ingressos acessíveis;Destacar a importância do jazz e da música instrumental como um todo;Ampliar as possibilidades de interação e parcerias com outros festivais de jazz, instituições e organizações de fomento à música;Intensificar as parcerias com entidades e órgãos internacionais, como consulados e embaixadas.

Justificativa

Criado em 2014, o Porto Alegre Jazz Festival já é referência entre público, artistas, estudiosos e jornalistas especializados nessa manifestação artístico-musical. Com origem na música negra norte-americana, o jazz comporta improvisos e promove a fusão de ritmos, o que o torna um estilo musical criativo e inovador. Inspirado nestas características, o Poa Jazz surge com o objetivo de difundir a música e promover o encontro entre artistas, admiradores e especialistas. Embora o público jazzista busque cada vez mais por ambientes e espetáculos deste estilo, observa-se que a demanda ainda não foi suprida. Incorporado ao calendário de eventos da capital gaúcha, o festival busca contemplar os admiradores do jazz e também apresentá-lo para novos ouvintes. O sucesso das primeiras edições do Poa Jazz é resultado do trabalho dedicado e atento da sua equipe de profissionais que empenha-se em sua produção. Desde a escolha das atrações até os detalhes do local que recebe os espetáculos, todos os pontos são organizados para garantir um evento de excelência para público e profissionais. A programação é cuidadosamente pensada para satisfazer tanto aos experts e conhecedores da música quanto àqueles que encontrarão neste evento a oportunidade de acompanhar uma apresentação de jazz pela primeira vez. Para garantir estes resultados, as atrações que sobem ao palco contemplam do clássico ao contemporâneo no que se refere a este estilo musical. Além de buscar por artistas consagrados, o festival também está atento a artistas expoentes. Fazem parte da programação músicos reconhecidos internacional, nacional e regionalmente, mesclando talentos e promovendo encontros. O alcance do Poa Jazz é potencializado pelas parcerias que o festival vem estabelecendo ao longo dos anos. Considerado um dos jornalistas culturais mais respeitados do Brasil, Zuza Homem de Mello é presença constante no evento. Além disso, também existe vínculo com outros festivais como o Sampa Jazz Fest, de São Paulo, e o Savassi Festival, de Minas Gerais. O objetivo dessas parcerias é fortalecer e difundir o jazz e a música instrumental em diferentes lugares do Brasil. A sexta edição do Poa Jazz já conta com atrações confirmadas. Como de costume, o festival receberá artistas regionais como Renato Borghetti; nacionais como Chico Pinheiro Quarteto, Helio Alves, Hercules Francisco Pinto Gomes, Amaro Freitas Trio e Caixa Cubo e internacionais como Chris Potter e Cécile McLorin Salvant dos Estados Unidos e Marcin Wasilewski, da Polônia. A programação também contará com apresentações da Poa Jazz Big Band, grupo itinerante que leva o jazz para as ruas de Porto Alegre. A previsão da organização é de que cerca de 3 mil pessoas circulem nas dependências do Centro de Eventos do BarraShoppingSul nas três noites de celebração ao jazz. Uma das peculiaridades do festival está justamente no seu arranjo físico. A distância entre o palco e a plateia é diminuta, incentivando a aproximação dentre público e artistas não só pelas ações mas também de maneira literal. Além de realizar espetáculos com artistas consagrados e emergentes, o Poa Jazz tem como objetivo a promoção da cultura no estado e o estímulo à reflexão de caminhos e alternativas da arte. Com este intuito, o festival realiza programação paralela aos shows, com masters classes e debates. As aulas são ministradas pelos próprios músicos que se apresentam no evento, oportunizando que o estudantes e iniciantes tenham contato com profissionais para além do momento de show. As ações do eixo de ensino da música são gratuitas, no caso das masters classes, cada grupo será formado por até 30 pessoas. Já os debates são abertos ao público de modo a não limitar a participação daqueles que desejam discutir a cena musical com especialistas, músicos e outros profissionais da área. Estes encontros abordam não só temas ligados à musicalidade mas também do contexto artístico como o mercado e as políticas da área. Ações como estas propostas pelo Poa Jazz incentivam a reflexão e contribuem para ampliar o entendimento sobre as atividades culturais e as possibilidades criativas para a gestão e viabilização de iniciativas. Realizar um evento cultural da dimensão do Poa Jazz Festival demanda o trabalho de muitos profissionais de diversas áreas. Centenas de trabalhadores se envolvem para o planejamento e execução dos mais diferentes produtos, ações e serviços que compõem a programação do evento. Para sua concretização, o Poa Jazz carece de uma equipe multiprofissional composta por produtores, recepcionistas, diretores de palco, iluminadores, técnicos de som, assistentes de produção (em áreas como logística, hospedagem, credenciamento, transporte, entre outras), apresentador, carregadores, seguranças, serviços de limpeza, assessores de imprensa, designers, fotógrafos, cinegrafistas e profissionais para realização de pesquisa de satisfação. Além da equipe que atua diretamente no evento, o festival demanda o fornecimento de produtos como catálogos, banners, folders e camisetas, locação de equipamentos e veículos e aquisição de passagens aéreas. Perceber o evento para além de sua programação artística contribui para o entendimento de que a cadeia produtiva da cultural é responsável por mais do que promover entretenimento, ela também gera recursos e contribui para o desenvolvimento social e econômico de cidades e estados. No caso do Poa Jazz, os recursos para sua realização serão viabilizados graças às leis de incentivo à cultura em nível estadual e federal. Já a arrecadação de valores proveniente da venda de ingressos para shows contribuirá com a quitação de despesas do próprio projeto como hospedagem, passagens aéreas, locação de mobiliário, material de consumo, entre outros. Por entender o potencial da música no desenvolvimento integral do ser humano, o Porto Alegre Jazz Festival dedica-se a aproximar o público desta manifestação artística. Também convida os apreciadores deste estilo musical a pensarem criticamente sobre os temas que envolvem a área cultural. A edição de 2020 do festival busca, mais uma vez, oportunizar a democratização do acesso aos shows, masters classes e debates. Com este propósito, uma série de orientações fazem parte do planejamento do evento. Os lugares nos quais serão realizadas as atividades contarão com acessibilidade para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Também haverá recursos de audiodescrição e tradução simultânea em Libras durante os debates. A definição do preço cobrado pelos ingressos também está orientada a partir da democratização de acesso. Tendo em vista a qualidade dos artistas que compõem a programação e os custos decorrentes de transporte de músicos de diferentes partes do mundo, o valor de R$ 90,00 por noite (sendo apresentados três espetáculos por sessão) está abaixo do mercado. Ainda assim, conforme a Lei da Meia-Entrada, será concedido desconto de 50% para estudantes, idosos e jovens de 15 a 29 anos comprovadamente carentes. Também poderão usufruir deste benefício músicos da cidade. A estimativa é de que cerca de 1.200 ingressos sejam adquiridos desta maneira. Não previsto em lei, o desconto para músicos da cidade será concedido pela convicção do Poa Jazz de que a as vivências e encontros experimentados com as apresentações e encontros com grandes expoentes do jazz contribuirá para o crescimento e aperfeiçoamento dos artistas locais. Da mesma forma, as masters classes e os debates, que são gratuitos, têm potencial para qualificar a discussão acerca de temas que envolvem a cadeia produtiva da cultura. O projeto contempla o artigo 1º da Lei Rouanet em seus incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais e III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. Contempla também o artigo 3º da referida lei em seus incisos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante realização de festivais de música e IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Estratégia de execução

Prezados, Informamos que serão contratadas pelo projeto somente atrações de música instrumental. Por este motivo, mantivemos o segmento do projeto como "música instrumental". Anexamos no campo correspondente declaração e anuências dos artistas, bem como incluímos os currículos às fichas técnicas. Ficamos à disposição para outros ajustes.

Especificação técnica

Não se aplica.

Acessibilidade

APRESENTAÇÃO MUSICAL Para todas as atividades realizadas no projeto não há restrição de participação de pessoas com deficiência cognitiva, especialmente considerando-se que o produto principal do projeto é de música instrumental. Os espaços do evento contarão com rampas e elavadores, possibilitando o acesso físico ao projeto. As três noites de evento contarão com locução descritiva dos espaços do festival (audiodescrição). Os debates da programação contarão com tradução em libras e, portanto, terão garantia de acesso irrestrito para deficientes visuais e auditivos, bem como de acesso físico. CONTRAPARTIDA SOCIAL Para as palestras da contrapartida social haverá tradução em libras.

Democratização do acesso

Os ingressos para as três noites de programação principal terão preços populares, praticando-se a lei da meia-entrada para estudantes e pessoas com mais de 60 anos. Uma cota de 20% dos ingressos será destinada para população de baixa renda através de escolas públicas, escolas de música e entidades. Uma cota de 10% dos ingressos será destinada à divulgação do projeto. Uma cota de 10% dos ingressos será destinada aos patrocinadores do projeto. Informamos que, além da mostra musical, o projeto conta com a realização de 3 master classes com músicos da programação para estudantes de música e músicos iniciantes. Além disso, são realizados quatro debates sobre o mercado da música e da produção cultural. Ambas as atividades são realizadas com acesso gratuito e irrestrito da população, contemplando o artigo 21 da IN.

Ficha técnica

MATEUS STANISÇUASKI - PROPONENTE - COORDENAÇÃO ADMINISTRATIVA (responsável pelos contratos, pagamentos e demais rotinas financeiras do projeto, além da sua coordenação geral) Mateus Stanisçuaski é produtor com experiência especialmente na realização de projetos musicais. Nos últimos dois anos, constam no seu currículo trabalhos como as apresentações em Porto Alegre de João Bosco, Jorge Ben Jor, Hamilton de Holanda, Oswaldo Montenegro, Demônios da Garoa, além da participação em produções internacionais como o show de Elton John, Paul McCartney entre muitos outros. Atua também na produção de eventos musicais como o Villa do Jazz, Pianíssimo, Homenagem ao Jazz, Poa Jazz Festival e também na administração de projetos via leis de incentivo à cultura. CARLOS FERNANDO BERWANGER BRANCO – Coordenação de produção Carlos Fernando Berwanger Branco é formado em Licenciatura em Educação Artística e Bacharelado em Instrumentos, tendo sido músico e professor de música, com larga atuação no estado do Rio Grande do Sul. Como compositor, tem músicas gravadas no Brasil e exterior. Escreveu um livro denominado A Censura na MPB, publicado em 1993, pela Editora Alcance, além de vários artigos para jornais, livros e revistas. Foi, de 1989 à 1994, Coordenador de Música da Secretaria Municipal da Cultura, da Prefeitura de Porto Alegre, onde criou inúmeros projetos, tendo realizado cerca de 1.500 eventos, entre oficinas, work-shops, shows, lançamentos de discos e outras promoções, sempre com grande sucesso. Foi também Gerente de Programas Culturais, da Fundação Mauricio Sirotsky, do grupo RBS, nos anos de 1994 e 1995. Participa também de outros projetos na área social e cultural, tendo sido, por exemplo, Curador Assistente do Projeto Rumos Musicais, do Itaú Cultural, no ano de 2000, que resultou na edição de 10 cds com trabalhos de música brasileira, intitulado “Cartografia Musical Brasileira”. Desde 1994, é diretor da Branco Produções, empresa que realiza shows e eventos no estado do Rio Grande do Sul e dedica-se também a produção de discos para artistas e empresas. Foi responsável pela programação musical do Teatro do Sesi e, a quatro anos, responsável pela programação musical do Santander Cultural, na cidade de Porto Alegre/RS. Foi diretor regional da ABMI (Associação Brasileira da Música Independente), que congrega os principais selos e gravadoras brasileiras. Curadoria e coordenação artística | Carlos BadiaCompositor, violonista, arranjador e produtor, Carlos Badia atua profissionalmente na música desde 1985. Iniciou sua formação na escola da OSPA, onde estudou harmonia e improvisação com professores como Ary Piassarolo e Paulo Dorfman, além do estudo do violão clássico. Como instrumentista, tocou com os principais músicos e artistas gaúchos, especialmente com Nei Lisboa. Durante três anos desenvolveu um trabalho de projeção folclórica com Veco Marques e João Vicente, em que se utilizavam os ritmos gaúchos e o tango, juntamente com o jazz. A partir de 1992, começou a trabalhar como compositor de música publicitária, iniciando atividades também na criação de trilhas para teatro, TV, cinema, documentários e desenhos animados. Neste período, desenvolveu larga experiência de gravação em estúdios e tem, a partir disto, produzido e auxiliado musicalmente muitos artistas e grupos. Atualmente, Badia trabalha com o grupo Experimentais, em que atua como produtor, arranjador e violonista. Algumas das possíveis atrações contratadas são destacadas abaixo. Destacamos que o projeto será exclusivamente de música instrumental: CHRIS POTTER Um dos grandes compositores, saxofonistas e band leaders da atualidade, nominado ao Grammy Award, CHRIS POTTER emerge como um dos grandes músicos de sua geração. Sua criatividade de vibrante senso de ritmo cativaram críticos, músicos e fãs, levando o The New Yorker a declarar: “Um sax tenor que faz lembrar Joe Henderson por sua técnica em serviço da música”. Nascido em 1971, em Chicago, onde cresceu e começou a tocar saxofone, inspirado por Paul Desmond e Johnny Hodges. Depois de estudos nas principais escolas dos Estados Unidos começou a atuar como músico, logo se destacando e ganhando espaço no mundo do jazz, tanto com band leader como integrante de grupos ao lado dos grandes nomes do jazz, como Paul Motian, John Patitucci, Dave Holland, Jack DeJohnette, Jim Hall, John Scofield e Brian Blade, entre outros. Integrou o famoso quinteto do contrabaixista Dave Holland e participou também da Mingus Big Band e da tournée de reunião do grupo Steely Dan. Secundado pelo tecladista James Francies e pelo baterista Eric Harland, seu trio traz uma química incrível, com melodias inesqueciveis e uma energia surpreendente. MARCIN WASILEWKSI TRIO “Na historia do jazz da Polônia nunca houve um grupo como este” – Tomasz Stanko Marcin Wasilewski Trio é um dos mais brilhantes nomes do jazz polonês em todos os tempos, reconhecido por mesclar a tradição do jazz ao som contemporâneo. Formado por Marcin Wasilewski, piano, Sławomir Kurkiewicz, contrabaixo e Michał Miśkiewicz, bateria, a banda, ao mesmo tempo, traz toda grande tradição dos trios de piano mas cria um som distinto, muito próprio. Em 2019,o trio estará celebrando 25 anos. A história atual remonta ao ano de 1990, quando o grupo foi fundado na escola em Koszalin, com o nome de Simple Acoustic Trio. Sua primeira performance foi um ano depois e a banda passou a viajar pela Polônia com apresentações em várias cidades. Em 1993, o jovem percussionista Michal Miskiewicz, filho do conhecido saxofonista polonês Henryk Miskiewicz, se juntou ao trio e desde então o grupo toca junto, sem nenhuma mudança. Em 1995, o grupo lançou Komeda, seu primeiro disco, pelo seleo Gowi Records, de Cracóvia. O disco foi amplamente reconhecido pela crítica e era inteiramente dedicado a obra de Krzysztof Kameda, um jazzista histórico da Polônia. Logo sua música chamou a atenção de Tomasz Stanko, trompetista lendário. Nos anos 1990, Stanko estava procurando músicos para seu novo quarteto para seus shows e ficou impressionado com a qualidade do trio. Esta cooperação com Stanko durou de 1999 até 2000, e foi precedida de alguns shows realizado por Wasilewski e Stanko em duo. O Simple Acoustic Trio ganhou um mentor em Stanko e esta cooperação resultou em três discos lançado pela ECM, o mais importante selo de jazz da atualidade. Realizaram também uma tour pelos Estados Unidos, apresentando-se em alguns dos principais palcos americanos, como Blues Alley (Washington), Merkin Hall e Birdland (Nova Iorque), San Francisco Jazz Festival e Earshot Jazz Festival, em Seattle. Em 2000, o trio gravou o último álbum como Simple Acoustic Trio. Lançado pelo selo Not Two Records, de Cracóvia, o disco chamou-se Habanera. Cinco anos depois, o trio volta a atuar de forma independente, lançando novamente pela ECM, em 2005, mais dois álbuns: January (2008) e Faithfull (2011), este último ganhou um disco de platina, por suas vendas e grande sucesso artístico. Vencedor de numerosos prêmios, como vários Prêmios Fryderk, da Academia de Música Polonesa, melhor formação acústica da Polônia pela Jazz Forum Magazine, entre outros. Nestes vinte anos de atividade, o trio cooperou com diversos aclamados músicos poloneses e internacionais, como Tomasz Szukalski, Piotr Wojtasik, Michał Urbaniak, Janusz Muniak e Henryk Miśkiewicz, Dino Saluzzi, Palle Danielson, Jon Christensen, Arild Andersen, Bernt Rosengren, John Surman, Bobo Stenson, Manu Katche, Gianluigi Trovesi, Jan Garbarek, Arthur Blythe e Joe Lovano. HERCULES GOMES Pianista e compositor Natural de Vitória (ES), Hercules iniciou seus estudos aos 13 anos como autodidata e pouco tempo depois já tocava em bandas do cenário musical capixaba. Estudou na Escola de Música do Espírito Santo (a então EMES) e posteriormente ingressou no curso de Música Popular na Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), onde se formou bacharel. Apresentou-se em alguns dos mais importantes festivais de música no Brasil e no exterior como a MIMO, em Ouro Preto (MG); o Savassi Festival em Belo Horizonte (MG); o Festival de Inverno de Campos do Jordão, em Campos do Jordão (SP); o Festival Internacional Jazz Plaza, em Havana (Cuba); o Festival Piano, Piano, no Centro Cultural Kirchner, em Buenos Aires (Argentina) e o Brazilian Music Institute, em Miami (EUA). Em 2012 foi o vencedor do 11º Prêmio Nabor Pires de Camargo - Instrumentista promovido pela Fundação Pró-Memória de Indaiatuba em homenagem ao importante compositor natural da cidade. E em decorrência do Prêmio Nabor, em 2013 recebeu a Outorga do Colar do Centenário pelo Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo. Em 2014 foi vencedor do I Prêmio MIMO Instrumental promovido pelo maior festival de música instrumental do Brasil (MIMO) com o objetivo de revelar novos talentos. Já participou de trabalhos ao lado de músicos de renome como Arismar do Espirito Santo, Letieres Leite, Alessandro Penezzi, Wilson das Neves e Banda Mantiqueira, dentre outros. Em 2014 participou do projeto GOMA-LACA – Afrobrasilidades em 78 RPM ao lado do maestro baiano Letieres Leite, projeto que resgatou músicas do candomblé, capoeira, jongo, maracatu, embolada e choro originalmente gravadas entre as décadas de 1920 e 1950. E em 2015 participou da gravação do CD Radamés Gnattali – Concertos Cariocas no qual interpretou o Concerto Carioca nº 2 com a OrquestraSinfônica de Campinas. Como solista da mesma orquestra se apresentou no 48º Festival de Inverno de Campos do Jordão onde interpretou a Segunda Rapsódia de George Gershwin no Auditório Cláudio Santoro. Em 2018, a convite do Ministério das Relações Exteriores, se apresentou como solista com a Jerusalem Symphony Orchestra na cidade de Jerusalém. Participou como professor ministrando palestras, oficinas e workshops em importantes festivais como a 32ª Oficina de Música de Curitiba, o II Festival de Piano de Natal, o Savassi Festival 2016, o VIII Festival Internacional de Música de Campina Grande (FIMUS) e o 18th Annual Brazilian Music Institute, em Miami (EUA). Em 2013, lançou seu primeiro trabalho solo no qual demonstra suas fortes influências de ritmos brasileiros, jazz e da música erudita aliadas a uma técnica refinada traduzindo ao piano seu universo sonoro. Com 6 composições próprias e 6 arranjos para músicas de compositores como Edu Lobo, Hermeto Pascoal e Ernesto Nazareth, o CD Pianismo traz fotografias panorâmicas do piano brasileiro com muito ritmo e lirismo. E em 2018 lançou seu segundo álbum intitulado “No tempo da Chiquinha” em comemoração aos 170 anos da pianista e compositora Chiquinha Gonzaga. Hercules é considerado um dos mais representativos pianistas brasileiros da atualidade não somente por suas habilidades técnicas mas também pela escolha do seu expressivo repertório. AMARO FREITAS Amaro é um tour de force de experimentação e renovação das tradicionais estruturas do jazz. Após ser premiado no MIMO Festival, ter tocado em festivais prestigiados do Brasil e ter sido aplaudido pela crítica nacional com o álbum de estreia “Sangue Negro” (2016), o pianista lançou “Rasif” e consolidou a proposta artística de cruzar elementos da cultura popular afro-brasileira com o jazz em uma única espiral sonora. Os ritmos são o ponto-chave para o conceito do trabalho. Ao lado de Jean Elton (baixo acústico) e Hugo Medeiros (bateria), Amaro explora as capacidades percussivas do piano em complexos padrões matemáticos. Seus ritmos imprevisíveis e hipnóticos misturam diferentes tipos de compassos e imprimem a sensação surrealista de uma temporalidade dilatada, como se estivéssemos ouvindo os relógios derretidos pintados por Salvador Dalí, em faixas como “Mantra”, “Dona Eni”, “Trupé” e “Afrocatu”. Em contraste com os momentos frenéticos, “Aurora”, “Plenilúnio” e “Rasif” evocam momentos de plenitude. O resultado é a sensação de que o peso do tempo é desanuviado pela contemplação da vida e não sentimos as horas passarem. RENATO BORGHETTI Poucos sabem que Renato Borghetti é hoje um dos artistas brasileiros de mais solida carreira internacional. Tournés europeias são uma constante na vida do gaiteiro, cidades italianas (sua origem), passando ainda por festivais na Croácia, Republica Tcheca, Áustria e Alemanha. Na Áustria, onde se apresenta regularmente desde 2000, Renato se sente em casa, pois não há cidade em que não tenha tocado. “Lá tenho até um fã clube, as pessoas vão a tudo que é show, saem de Viena para assistir em cidades do interior e vice-versa, sempre lotando os lugares”, conta. com show de lançamento previsto para outubro, no Teatro do Bourbon Country. No verão europeu, as apresentações são na maioria ao ar livre, para milhares de pessoas; mas também teatros, clubes de jazz, casas noturnas e centros culturais daqueles países e da França, Portugal, Hungria, Holanda, Eslovênia, Bélgica, Suíça tem programado a musica do gaucho. Para os que gostam de rótulos e classificações (como os jornalistas), o instrumental, o instrumental de Borghetti costuma entrar nos arquivos de etnomusic, world music, jazz fusion. Mesmo tendo na essência ritmos como vanerão, chote, milonga e chamamé, não causa nenhum estranhamento. Até pelo contrario: “A sonoridade do acordeon é familiar para o público europeu, e como partimos de nossas raízes para uma música mais elaborada, uma coisa mais jazzística, a aceitação é total. São normalmente shows longos, não saímos sem fazer diversos bis”. As formações do grupo alternam quartetos, quintetos e sextetos. Nas turnês européias recentes , atua o quarteto, com Daniel Sá nos violões, Pedrinho Figueiredo na flauta e sax e Vitor Peixoto nos teclados. Em outras circunstancias, entram Arthur Bonill (violão sete cordas) com o qual BORGHETTI tem uma formação em Duo , Ricardo Baumgarten (baixo), Caco Pacheco (percussão) e Marquinhos Fê (bateria). É uma turma que se entende as mil maravilhas, cevada em estradas, aeroportos, palcos, bares e hectolitros de mate e cerveja na Fazenda do Pontal. A sala de grandes janelas da casa de campo dos Borghetti, à beira do Guaíba, em Barra do Ribeiro, foi transformada em estúdio de gravação , DVD “Fandango!”, trabalho que mostra um Renato em meio a paisagens do Rio Grande, contando sua história desde o inicio, surpreendentemente falante. “Neste registro , ele resolveu fazer o caminho inverso, levando para o ambiente rural a mais moderna tecnologia. Com direção do excepcional Rene Goya Filho, o DVD é o primeiro produzido no Rio Grande do Sul no formato HD (High Definition). Também foi lançado em 2012 vídeo documentário de suas andanças , onde foi mostrado em detalhes a reação do público fora do pais, a aceitação por parte da plateia e a surpresa de que a música executada por Borghetti, além do samba e bossa nova , também é brasileríssima. Suas primeiras apresentações no exterior foram em 1998, em Portugal e na França. Já a primeira viagem internacional foi em 1990, para shows no S.O.B.´s, de Nova York. Em 1995, estreou no Uruguai e na Argentina. Em 1999, voltou a França. No ano seguinte, de novo Portugal, França e o inicio do idílio com o público austríaco. A partir daí, dezenas de carimbos de passaporte: Viena, Innsbruck, Linz, Paris, Toulon, Berlin, Munique, Bremen, Budapeste, Lisboa, Praga, Florença, Padova, Lubliana, etc... Nos EUA foram duas vezes em 2006, uma delas no Festival do Acordeon de San Antonio, no Texas. Borghetti é cada vez mais atração internacional também em festivais do instrumento, ao lado de estrelas como o italiano Ricardo Tesi, o irlandês Martin O´Connor, o português Artur Fernandes, o espanhol Kepa Junqueira. BORGHETTI comemora em 2014 seus 30 anos de carreira, iniciados a partir daquele álbum que, vendendo mais de 100 mil cópias, ganhou o primeiro disco de ouro da musica instrumental brasileira. Além da agenda exterior, o músico cumpre extensa programação em território nacional, levando a música gaúcha aos mais diversos cantões de nosso Brasil. (Juarez Fonseca | Marcos Borghetti) CHICO PINHEIRO QUARTETO Acompanhado do quarteto: Tiago Costa (piano), Bruno Migotto (contrabaixo), Edu Ribeiro (bateria) e Armando Marçal (percussão), Chico apresenta um repertório composto por canções autorais. Neste show, o violonista e compositor Chico Pinheiro incorpora elementos contemporâneos às raízes rítmicas do Brasil, fundindo sofisticação (harmônica e melódica) e tradição (rítmica). Com repertório composto por canções originais do artista, o show tem caráter agregador, oferecendo música de qualidade e acessível ao público.

Providência

DILIGÊNCIA NA ANÁLISE PREDITIVA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.

2023-04-30
Locais de realização (1)
Porto Alegre Rio Grande do Sul