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O projeto tem como foco produzir a circulação e divulgação do espetáculo "Ricardo III ou Cenas da Vida de Meierhold" do autor Matei Viesnic, um texto que trata das obsessões e confusões entre o mundo dos sonhos de um diretor de teatro e o mundo real.
Meierhold (personagem conhecido na história do Teatro Russo, criador da Biomecânica) dirige a peça “Ricardo III” do autor inglês William Shakespeare. Durante a montagem do espetáculo, Meierhold quer entender o que se passa na sua própria cabeça, e é constantemente impedido por familiares como sua esposa, seu pai e sua mãe, amigos reais e psíquicos. Causando uma confusão sobre o que sonho e o que é de fato real. A insistência desses elementos em impedir a realização de seu trabalho acontece com muito bom humor, típico do estilo de Teatro do Absurdo. Tânia sua esposa está grávida e ao mesmo tempo que questiona o crescimento do filho, Meierhold questiona a estreia do espetáculo e a técnica utilizada. Nasce o filho de Meyerhold: um Boneco de manipulação que é o próprio Ricardo III. Que também critica e desaprova a direção teatral do pai. Meyerhold acaba sendo preso por conta da audácia do filho, que o entrega, e a estreia da peça é cancelada. Na cadeia Meierhold conhece Guarda Vikenti e a ele revela finalmente suas intenções em revelar o mal sem mescla ideológica presente em Ricardo III de Willian Shakespeare. Ele escreve uma carta a filha de Vikenti que fugiu com o cavalo de estimação do pai. A Jovem do Ponto, trabalhadora do teatro e amiga de Meierhold aparece na cela como um anjo de um sonho. E o leva a execução final. Meierhold é fuzilado.
GeralO Projeto "Ricardo III ou Cenas da Vida de Meierhold" é uma proposta que visa proporcionar entretenimento e reflexão, ao proporcionar um despertar a respeito da maneira como se relacionam os desejos do indivíduo com o mundo e a realidade concreta em que vive. O personagem principal, o diretor de teatro Meierhold, vive essa sensação contemporânea, onde os ambientes reais e virtuais ou de sonho, se confundem com as realidades concretas de sua época e ambiente. Específico· Realização de 06 (seis) apresentações em diferentes cidades; · Disponibilizar na internet o registro total do espetáculo, ampliando o acesso ao espetáculo e as propostas nele inseridas; · Promover uma reflexão acerca das implicações, muitas vezes inimagináveis, que estão relacionadas ao alto tempo desprendido em frente ao computador, tablet ou smartphones; · Mostrar ao público que quando não há equilíbrio entre o universo online e o off-line, importantes esferas da vida, como relacionamentos, trabalho, desempenho acadêmico, saúde e finanças, podem sofrer prejuízos significativos;
O teatro é uma das manifestações artísticas que mais proporciona emoção e encantamento. É entre tantas definições, a arte do discurso, da dialética, dos diálogos, da exposição da ideia escrita e falada. A união desse universo do teatro com questões sociais é de grande valor para a reflexão acerca do atual momento do nosso país. Esse espetáculo reúne grande elenco, artistas premiados, inclusive indicações a premios justamente por este trabalho aqui presente. Traz um texto atual e coerente sobre como se depende de opiniões alheias, regras da convivência cívica, para seguirmos em nossa vida aquilo que acreditamos em nossas vidas privadas. Atualmente cada vez mais, há um medo das pessoas em expor suas opiniões e sentimentos, posto que através dessa honestidade direta, podem pagar juridicamente por um pensamento mal desenvolvido ou mal colocado. Abordamos no teatro o intermitente receio que vive a sociedade hoje, de que por exemplo um post possa gerar ou o ódio de opositores ao pensamento exposto, ou a ansiedade de cada vez mais likes de aprovaça~o. "...nos grandes países democráticos existem outras formas de ditadura. Precisamos resistir também as diferentes formas de lavagem cerebral." Matei Viesnic, autor da obra. A arte teatral de Matei Viesnic transpõe geografia ou território. Porém a obra chama atenção para algo que acontece em nosso país, não só por transitar pelos temas tão em pauta em nossa sociedade brasileira, mas por fazê-lo com delicadeza e humor antipanfletário. Este modo de abordagem do Teatro do Absurdo não assume lados, mas os fazem emergir, para que assim possamos vê-los melhor e através do entretenimento, encontrar a proposta de reflexão. Em conformidade com a Lei 8313/91 esse projeto justifica-se por através da apresentação teatral contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais (Art. 1º, Inciso I) e estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória (Art. 1º, Inciso VIII), além de, priorizar o produto cultural originário do País (Art. 1º, Inciso IX). Ainda de acordo com a Lei 8313/91 esse objeto tem como finalidade o fomento à produção cultural e artística, mediante a realização de espetáculos de artes cênicas (Art. 3º, Inciso II-C). O espetáculo traz o tema da censura nas artes e em nossos próprios pensamentos pessoais e públicos. Seja nas redes sociais, no trabalho, ou na vida privada, o nosso dia a dia tem sido bombardeado com questões das quais temos de nos posicionar, muitas vezes sem ter vivenciado ainda, ou sem saber direito qual é nosso verdadeiro pensamento sobre tais questões. No entanto não há mais tempo de se declarar ignorante ao que se passa, posto que se está exposto a punições severas em caso de erro ao se expressar, seja no teatro, nas redes sociais, ou na vida cívica ou cotidiana. É uma peça de teatro que fala sobre fazer teatro. Sem dúvida a obra proporcionará entretenimento de qualidade e reflexão ao público das cidades selecionadas, as quais propõe-se a circulação.
Críticas: Jose Cetra “ … uma das peças mais instigantes de Viesnic usando e abusando de meta teatro para mostrar os delírios de Meirhold durante os ensaios de Ricardo III de Shakespeare” https://palcopaulistano.blogspot.com/2019/06/ricardo-iii-ou-cenas-da-vida-de.html?m=1 Edgar Olímpio de Souza “Apesar da seriedade do assunto, trata-se de uma comédia na qual o riso serve como válvula de escape de uma farsa soturna. O espectador imerge em um espetáculo que exala uma atmosfera surrealista, que embaralha habilmente o trágico com o ridículo e articula crítica arguta e sutil ao poder e seus arbítrios” http://www.revistastravaganza.com.br/index.php/teatro/criticas-de-teatro/706-teatro-ricardo-iii-ou-cenas-da-vida-de-meierhold Dirceu Alves Jr. (Veja SP) “A dramaturgia refinada exigeria do espectador um conhecimento prévio do original de Shakespeare. Assim seria facilitada a compreensão das metáforas, algumas delas relacionadas a polêmicas recentes, como a banalização da violência e a perseguição aos artistas.” https://vejasp.abril.com.br/blog/dirceu-alves-jr/ricardo-iii-ou-cenas-da-vida-de-meierhold-shakespeare-censurado-peca-matei-visniec/ Maurício Mellone ( Aplauso Brasil) “A diretora se vale muito da criatividade de sua equipe técnica: a iluminação de Wagner Pinto, os cenários de Chris Aizner (destaque para o boneco criado por Beto Andreta) e a trilha sonora de Ricardo Severo são elementos essenciais para a condução cênica. Por ser atriz, Clara dá ênfase à interpretação e os atores correspondem, com grande sintonia em cena; destaque para Rubens Caribé (com mais uma grande composição.).” https://aplausobrasil.com.br/resenha-clara-carvalho-dirige-montagem-de-surrealismo-contemporaneo/ Mais Sobre a peça Clara Carvalho assina a direção de uma das mais expressivas obras do autor romeno Matei Viesnic, em parceria com a especialista em Técnicas do Corpo no Teatro, profunda conhecedora da Biomecânica de Meierhold, Mariana Muniz. Beto Andreta da premiadíssima Cia Pia Fraus, cria os bonecos presentes no espetáculo e treina os atores para manipulação deles. A equipe de iluminação, trilha sonora e direção do espetáculo, é composta por artistas que estão neste momento indicados a todos os Prêmios de teatro deste ano, e estão todos justos nesta obra que faz grande sucesso em sua estreia realizada em São Paulo, no Centro Cultural São Paulo. Recebe críticas absolutamente positivas dos principais nomes da crítica especializada. O ator Rogério Brito é indicado ao Prêmio Shell por sua atuação no papel de Ricardo III. A peça fala sobre censura na arte, as diferenças entre sonho e realidade, discurso e ação. Tem a felicidade de conseguir abordar assuntos sérios de maneira divertida e não panfletária.
A peça fala sobre as diferenças práticas entre sonho e realidade, discurso e ação. Tem a felicidade de conseguir abordar assuntos sérios de maneira divertida e não panfletária. Mostra o criador da Biomecânica, Vsévolod Meierhold, tentando se utilizar da técnica teatral que está criando, ao passo de que também precisa explicá-la, sem muito saber sobre ela pois ainda a está experimentando em cena. Um espetáculo que reuniu grande elenco e nomes premiados na ficha técnico artística, e que sobretudo tem texto extremamente atual e coerente com a realidade brasileira. Clara Carvalho assina a direção de uma das mais expressivas obras do autor romeno Matei Viesnic, em parceria com a especialista em Técnicas do Corpo no Teatro, profunda conhecedora da Biomecânica de Meierhold, Mariana Muniz. Beto Andreta da premiadíssima Cia Pia Fraus, cria os bonecos presentes no espetáculo e treina os atores para manipulação deles. A equipe de iluminação, trilha sonora e direção do espetáculo, é composta por artistas que estão neste momento indicados a todos os Prêmios de teatro deste ano, e estão todos justos nesta obra que faz grande sucesso em sua estreia realizada em São Paulo, no Centro Cultural São Paulo. Recebe críticas absolutamente positivas dos principais nomes da crítica especializada. O ator Rogério Brito é indicado ao Prêmio Shell por sua atuação no papel de Ricardo III. Cenário 01 Mesa de ferro e madeira de 80cm x 1,60mts 01 Cubo de Ferro e madeira de 80cm x 80cm 03 Linóleo de 2mts x 5 mts 10 Cadeiras 08 Treliças de madeira de 40cm x40 cm 01 Boneco (Camarada Bebê) Bunraku 06 Bonecos de 80 cm x 30 10 Bonecos menores
Conforme Art.18 da IN nº02/2019, o projeto adotará medidas compatíveis “com as características do objeto sempre que tecnicamente possível”, conforma a Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018. O projeto se compromete a adotar medidas de acessibilidade, auditiva, visual e acessibilidade atitudinal das seguintes formas nos produtos do projeto: PRODUTOS: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade Física: Os locais serão selecionados para a realização das apresentações atenderá as exigências da Lei no que rege os artigos 27 inciso II, do decreto 5761/06 que diz: "Proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do artigo 23 da Lei no 10.741, de 1o de outubro de 2003, e portadores de deficiência, conforme disposto do artigo 46 do Decreto 3.298 de 20 de dezembro de 1999" através de rampas que visam facilitar a acessibilidade de idosos e pessoas com mobilidade reduzida”. Acessibilidade Auditiva Disponibilização de intérprete de libras para as apresentações. Disponibilização de cadeiras na primeira fileira em todos os espaços de apresentações para pessoas com deficiência auditiva ofertando, dessa forma, condições para espectadores que conseguem fazer a leitura labial. Acessibilidade visual: Disponibilização de cadeiras na primeira fileira em todos os espaços de apresentações para pessoas com deficiência visual ofertando, dessa forma, condições para espectadores que possuem baixa visão. Acessibilidade atitudinal: - As equipes de trabalho dos espaços receberão instruções de abordagem às pessoas com qualquer tipo de deficiência, garantido dessa forma o conforto e um bom atendimento. O material de divulgação da peça, trará as informações de que se trata de um processo acessível e conterá informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade adotadas; (IN 02/2019) PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade Física: - Os produtores se comprometem a adaptar os espaços que não tiverem acessibilidade física com rampas e facilitadores de acesso para a execução das oficinas. Acessibilidade auditiva: - Disponibilização de intérprete de libras. Acessibilidade visual: Disponibilização de cadeiras na primeira fileira em todos os espaços de apresentações para pessoas com deficiência visual ofertando, dessa forma, condições para espectadores que possuem baixa visão. Acessibilidade atitudinal: - As equipes de trabalho dos espaços receberão instruções de abordagem às pessoas com qualquer tipo de deficiência, garantido dessa forma o conforto e um bom atendimento.
De acordo com o Art. 21 da Instrução Normativa 02/2019, Da ampliação do acesso, será adotada a seguinte medida: disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22 e será permitida a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; Além disso, todos os ingressos serão gratuitos. Os ingressos serão disponibilizados na bilheteria dias antes da apresentação.
Livia Prestes: Responsável técnico financeiro Elenco: Rogério Brito, Rubens Caribé, Rogério Pércore, Duda Mamberti, Junior Cabral, Livia Prestes, Fernanda Gonçalves e Mara Faustino Direção: Clara Carvalho Assitente de Direção: Mariana Muniz Cenografia e Figurino: Crhis Aizner Iluminação: Wagner Pinto Bonecos: Beto Andreta (Cia Pia Fraus) Produção: Livia Prestes, Daniel Palmeira Assistente de Produção: Tamires Serket Contra-regra: Fabiano Luz Operador Som: Rafael Pimentel Operador Luz: Gabriel Greghi BREVE CURRÍCULO PRINCIPAIS INTEGRANTES DO PROJETO Clara Carvalho Direção Indicada ao prêmio APCA de melhor diretora em 2019 pela peça “Condomínio Visniec”. Dirigiu A Máquina Tchecov de Matei Viesnick em parceria com Denise Weinberg;; espetáculo que recebeu Prêmio Shell pela iluminação de Wagner Pinto. É Uma das atrizes mais premiadas de sua geração, e é também professora e tradutora. Foi indicada 4 vezes ao prêmio Shell, (por "Ivanov", "Frankensteins", "Órfãos de Jânio" e “Ou Você Poderia Me Beijar”) e o recebeu uma vez, por "Órfãos de Jânio". Indicada 3 vezes e vencedora de 1 APCA e também premiada com os prêmios Mambembe, Qualidade Brasil, Prêmio Quem e Aplauso Brasil.. Sob sua direção destaca-se este presente trabalho, além dos também aclamados espetáculos Valsa no6, de Nélson Rodrigues, Órfãos de Dennis Kelly, e A Reação da inglesa Lucy Prebble. Indicada recentemente (2018) para o Prêmio APCA pelo trabalho de atriz na peça “A Profissão da Sra Warren”. Wagner Pinto Iluminação Em 2012, vencedor do XV Prêmio Carlos Gomes de Ópera e Música Erudita, por L’Efant et les Sortilèges , direção cênica de Lívia Sabag, produção do Theatro Municipal de São Paulo. Em 2010, vencedor do prêmio FEMSA de Teatro Infantil e Jovem, por Quem Tem Medo de Curupira? autoria, trilha sonora e direção musical de Zeca Baleiro e direção artística de Débora Dubois. Light designer de refinamento estilístico e aguda precisão no manejo do instrumental. Inicia sua carreira em 1982, no Teatro dos Quatro, no Rio de Jane iro, como assistente dos profissionais Aurélio de Simoni e Luiz Paulo Nenen. Vencedor do prêmio Shell de Iluminação, em 2016, pelo espetáculo A Máquina Tchekhov , de Matei Visniec, pela Cia. A Máquina, direção Denise Winberg e Clara Carvalho. Estagiou em Nova York, não Teatro La MaMa e Casa metropolitana de Ópera , pesquisando e se aprimorando em técnicas de iluminação de Ópera. Pia Fraus Bonecos Desde 2002 tem feito parcerias com o grupo Parlapatões, que resultaram nos espetáculos “Pano de Roda” (2002), projeto itinerante patrocinado pela PETROBRÁS (do qual também fez parte o grupo La Mínima), “Hércules” (2006) e o Circo Roda Brasil – com os espetáculos “Stapafurdyo” (2006) e “Oceano” (2008). Da diversidade de formação de seus componentes (teatro, dança, teatro de bonecos e de máscaras, circo e artes plásticas) surgiu a linha de trabalho da companhia: desenvolver uma linguagem que aprimorasse dramaticamente cada uma destas áreas e as integrasse, consolidando um repertório com características muito particulares, buscando o aprofundamento, pesquisa e a integração dos recursos do teatro de animação aos de outras linguagens. A não-linearidade, o pouco uso da palavra, a força nas imagens, a relação boneco-ator são os elementos que caracterizam os trabalhos da companhia. Grupo Tapa Pesquisa e atores O grupo Tapa neste projeto contribui com sua pesquisa, e com a formação de elenco treinado na linguagem do autor. O Tapa tem pesquisado o autor em seu espaço na rua Lopes Chaves, no período que já compreende cerca de 3 anos. Por lá já passaram mais de 500 atores e atrizes a participar da pesquisa com direção de Clara Carvalho. Na ficha técnica desta montagem a maioria dos atores passou por esses treinos. Além do espetáculo aqui proposto (RICARDO III OU CENAS DA VIDA DE MEIERHOLD) também é fruto deste grupo de pesquisa o espetáculo em cartaz “Condomínio Visniec”, oriundo do livro “O Homem Lixo”. Cada intérprete desenvolveu no período citado, performances solo dos textos curtos contidos nos livros “O Homem Lixo”, de “A Palavra Progresso na Boca da Minha Mãe Soava Terrivelmente Falsa”, entre outras obras de Matei. Elenco: RUBENS CARIBÉ é VSÉVOLD MEIERHOLD Prêmio Shell de melhor ator de 2014;; Indicado também pela APCA-SP e pelo Prêmio Aplauso Brasil, pela peça Assim É (Se Lhe Parece) - Recebeu o Prêmio de Melhor Ator - APETESP por O Melhor do Homem (1995). - Foi indicado aos Prêmios APETESP - MELHOR ATOR COADJUVANTE por Hamlet (1997) e Shell/RJ de Melhor Ator por Rei Lear. ROGÉRIO BRITO é RICARDO III INDICADO AO PREMIO SHELL DE MELHOR ATOR, como Ricardo III neste presente espetáculo. Formou-se na Escola de Arte Dramática da USP. Indicado ao Prêmio Shell de Teatro e premiado no cinema, o ator acumula diversos trabalhos com os mais renomados profissionais de teatro, cinema e TV. Seu últimos trabalhos foram as peças “1984” direção de Zé Henrique de Paula e “Megera Domada” direção de Aimar Labaki. LIVIA PRESTES a esposa de Meierhold: Tânia Em cartaz com a peça Erótica cabaré show e DAYTONA no Teatro Cemitério de Automóveis. Atua e produz o texto “Antes da Festa” direção de Marcos Loreiro em 2016. De Mário Bortolotto atuou em “Tanto Faz” de Reinaldo Moraes , “PostCards de Atacama”. No mesmo ano fica em cartaz com “Atração- 3 peças curtas” de Leo Chacra, e deste mesmo autor já atuou e produziu as obras teatrais “Esconderijo” e “Nunca Mais”. Destaque para pesquisa e atuação em “Mitos Indígenas” direção de Rodolfo Garcia Vasquez do grupo Os Satyros. DUDA MAMBERTI faz o Generalíssimo Nasceu em em 1966, tem família quase toda de artistas. Seu pai é o grande ator Sérgio Mamberti, que é também político. Tem vários papéis em filmes e na TV . No teatro esteve em cartaz até o presente momento com ”Concerto para João” sobre o maestro João Carlos Martins. ROGÉRIO PERCORI é o Guarda- Chefe Vikenti É atuante no Grupo Tapa com trabalhos orientados por Eduardo Tolentino no Núcleo de Estudos do Grupo. Vencedor do Prêmio Plínio Marcos / Cotaesp 2001 de Melhor Ator em “Um Novo Amanhecer” de Marcos Castro - Direção: Maria Chiesa FERNANDA GONÇALVES é a Jovem do Ponto ( Zenaida) Faz parte do Centro de Pesquisa Teatral (CPT), dirigido por Antunes Filho. Estuda no Grupo TAPA, com Eduardo Tolentino, Clara Carvalho, Brian Penido Ross e Guilherme Sant’Anna. Seus últimos trabalhos no teatro foram: “Atração”, texto e direção de Leo Chacra, “Morte Entre Amigos”, direção de Mário Bortolotto, e “O Beijo no Asfalto”, de Nelson Rodrigues e direção de Jair Aguiar. MARA FAUSTINO Atriz, diretora e produtora teatral. Sócia fundadora do Grupo Funilarte de Teatro. Produziu e atuou na peça “Bailei na Curva”, de Julio Conte, sob a direção de Jacques Lagôa, indicado ao Prêmio Apetesp, que esteve em cartaz por mais de 1 ano ininterrupto.Fundadora do Grupo Cão de Teatro, onde produziu as peças, “Cachorro!”, de Ênio Gonçalves indicado ao Premio Shell do ano. JUNIOR CABRAL Ator da cena paulistana de teatro desde o ano de 1999. Passou por companhias como a aclamada Razões Inversas onde desenvolveu trabalho com máscaras, a Oficina dos menestréis, e Grupo Tapa onde participou e colaborou com oficinas de pesquisa e estudo técnico de linguagens teatrais. DANIEL PALMEIRA Iniciou sua carreira como produtor no final dos anos 80, onde trabalhou em de 50 espetáculos como Produtor, Diretor de Produção e Produtor Executivo, nas áreas de Teatro, Dança e Música, na Cidade de São Paulo e em outras capitais do Brasil, Na área de vídeo e TV produziu comerciais, vídeos institucionais e programas de TV.
PROJETO ARQUIVADO.