Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 193856Apresentou prestação de contasMecenato

Rede de Cultura e Protagonismo Juvenil 2020: formação de agentes juvenis multiplicadores de educação patrimonial

AGENCIA DE INICIATIVAS CIDADAS
Solicitado
R$ 515,3 mil
Aprovado
R$ 515,3 mil
Captado
R$ 500,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (2)
CNPJ/CPFNomeDataValor
12056613000120Mineração Usiminas S.A.1900-01-01R$ 350,0 mil
20346524000146KINROSS BRASIL MINERACAO S/A1900-01-01R$ 150,0 mil

Eficiência de captação

97.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações educativo-culturais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2020-04-01
Término

Resumo

O presente projeto visa criar um núcleo de fortalecimento do patrimônio cultural que promova a formação de agentes juvenis multiplicadores e desenvolva ações protagonizadas por eles. A ideia é criar, junto a eles, um percurso formativo de educação patrimonial participativa, cujo desenvolvimento fortaleça manifestações do patrimônio cultural local. Propõe-se a realização de oficinas para cinco grupos envolvidos em práticas relacionadas ao patrimônio cultural de cidades mineiras, de forma que o processo de preparação e de realização das oficinas se torne um espaço formativo de agentes culturais. Ou seja, durante a realização de cada atividade das oficinas, serão desenvolvidas ações formativas de capacitação junto aos cinco jovens com o objetivo de habilitá-los à atuação como educadores nas oficinas e, ainda, possibilitar que se tornem plenamente aptos à atuação como agentes culturais. As produções geradas durante o processo formativo estarão disponíveis em um portal colaborativo.

Sinopse

Não se aplica.

Objetivos

Objetivo geral: Criar um núcleo de fortalecimento do patrimônio cultural que promova a formação de agentes juvenis multiplicadores e desenvolva ações, protagonizadas por tais agentes, voltadas ao fortalecimento de iniciativas de cultura popular que constituem importantes patrimônios culturais imateriais de Minas Gerais. Objetivos específicos:1) Criar um núcleo de fortalecimento do patrimônio cultural mineiro a partir de um curso formativo de 400h voltado para cinco agentes juvenis multiplicadores (um por grupo cultural a ser fortalecido).2) Desenvolver, como percurso formativo, um programa de educação patrimonial participativa que fortaleça cinco manifestações do patrimônio cultural local dos municípios abrangidos (Paracatu, Região Metropolitana de Belo Horizonte, Contagem, Igarapé e Itatiaiuçu), tais como: danças e rituais festivos afro-brasileiros; costumes culinários afro-brasileiros; arte juvenil urbana; expressões musicais tradicionais; práticas populares tradicionais de arte aplicada.3) Selecionar cinco grupos que realizam práticas relacionadas ao patrimônio cultural das localidades para a participação em tal programa. Será oferecida, a cada um desses cinco grupos, uma oficina de sensibilização, que terá 40 horas de duração e 30 participantes _ totalizando cinco oficinas, 200h de formação e 150 participantes.4) Produzir, para cada um dos grupos selecionados, uma oficina que promoverá reflexões, junto aos próprios integrantes das manifestações, para que percebam seu valor para a cultura municipal e estadual, registrem e sistematizem seus saberes e fazeres, desenvolvam estratégias para a perenização das práticas artístico culturais que realizam (como ações voltadas ao diálogo intergeracional, campanhas de sensibilização comunitária, criação de espaços de troca de saberes, entre outras) e criem estratégias e produtos de comunicação para incrementar o diálogo com a sociedade. Dessa forma, o grupo participante vai realizar, no mínimo: uma campanha de sensibilização comunitária, constituída por intervenções e performances artísticas (como cortejos) em espaços públicos (cada uma chegará a cerca de 100 pessoas); um encontro comunitário de valorização do patrimônio cultural (com um público em torno de 30 participantes); uma campanha de comunicação (com produções que serão apresentadas e/ou distribuídas a no mínimo mil pessoas). É importante ressaltar que as campanhas de comunicação serão baseadas no formato de histórias de vida dos envolvidos - histórias que tragam narrativas das práticas culturais, do valor simbólico delas, da importância para as pessoas, a comunidade e a sociedade. Essas histórias serão apresentadas nos formatos de pílulas videográficas e podcasts para veiculação online, bem como em textos reunidos em breves coletâneas impressas e online.5) Criar, a partir das oficinas, cinco intervenções e performances artísticas em espaços públicos (que, em seu total, abrangerão 500 pessoas); cinco encontros comunitários de valorização do patrimônio cultural (que, em seu total, abrangerão 150 participantes); e cinco campanhas de comunicação (que, em seu total, serão apresentadas e/ou distribuídas junto a no mínimo cinco mil pessoas).6) Desenvolver o processo de preparação e de realização das oficinas de educação patrimonial junto aos cinco grupos da cidade como um curso formativo de agentes culturais para os cinco jovens integrantes do núcleo de fortalecimento do patrimônio cultural (vide objetivo 1). A proposta é, a um só tempo, habilitá-los à atuação como educadores nas oficinas e, ainda, possibilitar que se tornem plenamente aptos à atuação como agentes culturais. Assim, antes, durante e após a realização de cada atividade das oficinas, tais jovens receberão ações formativas que os capacitará em princípios e metodologias de educação patrimonial, produção de intervenções artísticas comunitárias e de eventos culturais comunitários, planejamento e desenvolvimento de campanhas de comunicação comunitária. Dessa forma, cada jovem receberá, ao longo do projeto, 400 horas de formação, as quais serão devidamente avaliadas e registradas com notas, requisitos para certificação ao final do curso. Ademais, tendo em vista as restrições desses jovens para envolvimento em atividades a longo prazo, cabe destacar que será oferecida aos participantes uma bolsa de estudos, que visa custear a participação dos mesmos nas atividades propostas e fomentar a sua permanência ao longo do curso.7) Criar um portal online colaborativo, integrado às redes sociais, para a veiculação dos produtos de comunicação elaborados ao longo das atividades.

Justificativa

A Lei Federal 8.313/91 preconiza a preservação, a proteção e a valorização da memória, das tradições e do rico patrimônio cultural brasileiro. Tais diretrizes estão expressas já no Art. 1º da referida norma, que estabelece entre suas finalidades, ?apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores? (inciso III do art. 1º); ?proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional? (inciso IV do art. 1º); ?salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira? (inciso V, do art. 1º) e ?preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro? (inciso VI do art. 1º). Esses incisos são aqueles em que podemos enquadrar o projeto em questão. Em relação ao Art. 3o da Lei Federal 8.313/91, o projeto objetiva: "I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos"; "III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais". Alinhado a essas diretrizes, o projeto ora proposto tem como objetivo principal implantar um núcleo juvenil de fortalecimento do patrimônio cultural de Minas Gerais, especificamente nas cidades de Paracatu, Belo Horizonte, Contagem, Igarapé e Itatiaiuçu, promovendo a formação de jovens agentes culturais e, ao mesmo tempo, fomentando iniciativas que constituem o patrimônio cultural dessas regiões. A ideia é incluir, dentre essas iniciativas, tanto as práticas tradicionais mineiras quanto as manifestações contemporâneas ligadas às juventudes, como as iniciativas de intervenção urbana relacionadas ao hip hop, às artes visuais e ao teatro. Há, portanto, uma aposta no encontro intergeracional como uma forma de perenização das práticas _ uma vez que amplia as trocas comunitárias, o que é essencial para a mobilização da população em torno do seu patrimônio cultural _ e também como uma estratégia de envolvimento ativo dos jovens na preservação do patrimônio imaterial _ atuando a partir de suas próprias linguagens e arranjos culturais, em diálogo com outras linguagens e fazeres. A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), ao discorrer sobre o patrimônio imaterial em seu site, atenta para a vulnerabilidade desse tipo de patrimônio por conta da sua constante mutação e, ainda, pela multiplicação de seus portadores. É comum a tentativa de manutenção de um senso de identidade e continuidade, mas diante das crescentes interações globais, muitas vezes esse desejo de manutenção é insuficiente. Para a Organização, é preciso assegurar a sobrevivência da diversidade de culturas dentro de cada comunidade e, com isso, garantir também um mundo mais plural. A Associação Imagem Comunitária atua em Paracatu com um projeto em fase de finalização que envolveu pesquisas e mapeamento de manifestações culturais tradicionais locais, além da produção de eventos para a construção de uma agenda cultural na cidade, todas essas atividades protagonizadas por um grupo de jovens. A ideia para o próximo ano é ampliar esse importante trabalho de reconhecimento e incentivo às expressões culturais relacionadas ao patrimônio histórico e imaterial do município, buscando fortalecer e preservar as manifestações tradicionais e saberes populares de outras iniciativas em Paracatu e de outras cidades mineiras, como Belo Horizonte, Contagem, Igarapé e Itatiaiuçu. Durante essa experiência em Paracatu, observou-se a necessidade de criar estratégias de registro e perenização de manifestações culturais em risco de enfraquecimento. Por esse motivo, esta proposta visa desenvolver atividades que incentivem os grupos culturais a registrarem e sistematizarem seus saberes e fazeres, a desenvolverem estratégias de diálogo e sensibilização e a criarem estratégias e produtos de comunicação para estimular o diálogo com a sociedade. Tais ações foram concebidas e desenhadas neste projeto como oficinas formativas, de maneira que os grupos se apropriem dos conteúdos e os mantenham como práticas estabelecidas em seu dia a dia, espontâneas e contínuas. É também uma preocupação desta proposta a valorização do protagonismo juvenil. Entende-se que os jovens são fundamentais para a mobilização e multiplicação das ações de fortalecimento do patrimônio cultural. Portanto, uma vez identificado esse potencial durante as ações realizadas em Paracatu, é necessário criar um espaço profissionalizante experimental na área de produção cultural que acolha e oriente esses importantes agentes locais. Por isso, essa proposta visa envolver os jovens dos municípios indicados em um percurso formativo, capacitando-os antes, durante e depois das oficinas junto aos grupos participantes acerca de princípios e metodologias de educação patrimonial, produção de intervenções artísticas comunitárias e de eventos culturais comunitários, planejamento e desenvolvimento de campanhas de comunicação comunitária, em uma constante interação entre teoria e prática. Enfim, entende-se que há uma necessidade de criar oportunidades de desenvolvimento profissional para jovens talentos e fazê-los exercer o protagonismo nesta área de atuação. Dessa forma, acredita-se que a proposta fomenta a autonomia das cidades em relação à salvaguarda do seu patrimônio histórico e espera-se que, a partir da formação desses jovens, outros se sintam engajados nesta causa a partir da liderança em comunhão com a mesma linguagem e vivências similares, multiplicando o número de agentes culturais.

Estratégia de execução

Avaliação e monitoramento Durante a experiência de desenvolvimento do projeto em Paracatu, foi desenvolvida uma rica matriz de avaliação, que permite o desenvolvimento de ações sistemáticas de monitoramento e avaliação do progresso do programa. O êxito da utilização dessa matriz nessa primeira experiência nos incentiva a mantê-la, com adaptações à realidade da nova proposta*. Essa matriz visa avaliar tanto o desenvolvimento dos jovens quanto dos grupos participantes e os divide entre pontos a partir dos quais acredita-se importante avaliar o grau de incidência do projeto. Como indicadores, foram pensados: Jovens: - Crescimento na % de apreensão conceitos – comparação de médias das avaliações inicial e final - Crescimento na % de demonstração de protagonismo, colaboração e confiança - comparação de médias das avaliações inicial e final Grupos: - Visibilidade - Fortalecimento de rede - Percepção sobre jovens como agentes dinamizadores e articuladores da preservação do patrimônio local Essas informações serão averiguadas a partir de questionário de avaliação diagnóstica, de métricas de competências socioemocionais e de grupos focais, realizados tanto com jovens quanto com os grupos. *A matriz completa estará disponível em quadro presente no projeto pedagógico, documento anexado ao projeto.

Especificação técnica

PRODUTO: curso, oficina, estágio Conteúdo As atividades formativas previstas abordarão temas relativos à proteção e valorização da memória e do patrimônio imaterial das cidades, bem como estratégias de registro e difusão dessas informações, contribuindo para fortalecer essas manifestações e para estimular a apropriação, pelos jovens e grupos, de saberes relacionados a valores, identidades e culturas locais, bem como sua salvaguarda. Carga horária 400 horas de formação, divididas entre oficinas e encontros de tutoria, ao longo de dez meses. Temas abordados na formação: - A formação abrangerá atividades participativas voltadas à apropriação, pelos jovens, de conceitos, temáticas e exemplos concretos relacionados ao patrimônio imaterial, às ações de produção cultural e produção de eventos e às metodologias e estratégias de planejamento e criação colaborativa de comunicação. Esses temas serão trabalhados de forma concomitante às oficinas, principalmente nos encontros de tutoria. Detalhamento dos temas 1) Conceitos relacionados ao patrimônio imaterial Serão apresentados aos jovens conceitos relativos ao patrimônio imaterial, abordando o percurso histórico e as matrizes culturais relacionadas aos saberes e aos fazeres dessas manifestações, dirigindo o olhar às práticas da atualidade, às releituras e às apropriações comunitárias das tradições. Essa etapa será desenvolvida a partir de diversas metodologias participativas e lúdicas que, para além de uma apresentação teórica, crie uma sensibilidade nos jovens em relação à identificação do patrimônio histórico. 2) Produção cultural e produção de eventos Esse tema visa apresentar aos jovens a ideia de que eventos são espaços de grande importância para se reforçar os vínculos que as pessoas têm com as iniciativas e grupos culturais, oportunidades especiais de esclarecer o que são as instituições e as ações empreendidas. Assim, a proposta é ressaltar o potencial de utilização dos eventos como uma ferramenta estratégica de relacionamento. 3) Planejamento e criação colaborativa de comunicação Esse tema visa abordar uma visão estratégica da comunicação, concebida como fator estruturante dos processos de mobilização social. Serão apresentadas aos jovens metodologias de planejamento e criação colaborativa de comunicação (como mapas afetivos e ferramentas de diagnóstico rápido participativo), de forma que eles aprendam a criar estratégias que envolvam múltiplos atores no processo criativo. Atividades práticas formativas - Atividades práticas formativas ocorrerão em parceria com os grupos durante as oficinas. Essas atividades são consideradas formativas pois ocorrem por meio de processos criativos que denominamos “mídia processo” – processos nos quais, ao longo dos desafios vivenciados nas variadas etapas de concepção e produção, os participantes se envolvem em reflexões sobre quem buscam mobilizar, de qual forma e qual é a abordagem que querem seguir acerca das questões culturais. Assim, a proposta é que os jovens apliquem os conhecimentos e temas adquiridos nas tutorias ao longo do desenvolvimento colaborativo de três atividades práticas com os grupos culturais, que serão: as intervenções e performances artísticas em espaços públicos; os encontros comunitários de valorização do patrimônio cultural; e as campanhas de comunicação. PRODUTO: sítio de internet Conteúdo - O portal colaborativo proposto neste projeto será desenvolvido enquanto um repositório de todas as produções desenvolvidas no percurso formativo, sobretudo os produtos de comunicação (vídeos, podcasts, imagens etc.). Ele será construído de forma responsiva, de maneira que permita a visualização e interação do conteúdo em diferentes mídias (desktops, smartphones, tablets etc.). Acreditamos que essa é uma preocupação relevante para o desenvolvimento dessa mídia pois, de acordo com a pesquisa TIC Domicílios, do Comitê Gestor da Internet (CGI.br) de 2019, que mapeia o acesso à infraestrutura de tecnologias de informação e comunicação nos domicílios urbanos e rurais do país, atualmente 56% dos entrevistados utiliza apenas o celular para se conectar à internet e 97% da amostra afirma utilizar o celular como um dos meios de acesso à rede. Dessa forma, para que o portal de fato se torne um espaço de difusão dos conteúdos criados ao longo do processo formativo, é fundamental que ele se adapte às diversas mídias de acesso.

Acessibilidade

PRODUTO: CURSO, OFICINA, ESTÁGIO ACESSIBILIDADE FÍSICA: os espaços que acolherão as oficinas formativas serão escolhidos com base nos critérios de acessibilidade, de forma que garantam acesso irrestrito a idosos, pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de libras PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: linguagem oral e material em Braille PRODUTO: SÍTIO DE INTERNET ACESSIBILIDADE FÍSICA: não se aplica. DEFICIENTES AUDITIVOS: janela com intérprete de libras PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: subtitulação por meio de legenda oculta e audiodescrição

Democratização do acesso

De acordo com a Instrução Normativa nº 2, de 23 de abril de 2019, Art.21: PRODUTO: CURSO, OFICINA, ESTÁGIO II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; VI - oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural. PRODUTO: SÍTIO DE INTERNET III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22.

Ficha técnica

A Associação Imagem Comunitária será responsável pela implementação, coordenação e articulação das atividades junto ao financiador do projeto. O projeto vai contar com coordenador geral, arte educador, consultor técnico e assistente de produção. O proponente/dirigente será responsável por toda a gestão do processo decisório de atividade técnico financeira e de gestão do projeto. Todos os membros da equipe têm histórico de atuação no campo da comunicação para mobilização e promoção da cultura. Segue, na sequência, versão resumida dos currículos dos profissionais a serem envolvidos no desenvolvimento dos projetos. Proponente/dirigente: Rafaela Pereira Lima Formação: É jornalista, doutoranda em Comunicação Social e mestre em Ciência da Informação (UFMG). Atua desde os 90 no desenvolvimento de projetos nos campos da comunicação e da educação, sobretudo no âmbito da AIC (Associação Imagem Comunitária), da qual é sócio fundadora e presidente (função em exercício). Dos anos 90 ao início dos anos 2000, atuou ainda nas iniciativas cariocas de audiovisual comunitário “TV Pinel” e “Puxando Conversa”. De 2000 a 2013, atuou na docência em Comunicação e Gestão Cultural (como a Pós Graduação em Gestão Cultural EAD – Senac MG). Na AIC, atua na concepção e coordenação de iniciativas de comunicação para a cultura e a cidadania e de audiovisual comunitário premiadas por instituições como Unesco, Unicef, ONU-Habitat e Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República. Desde 2013, é colaboradora do Instituto Ayrton Senna, na sistematização de metodologias e materiais formativos relacionados à educação. As atividades da dirigente serão realizadas sem custos para o projeto. Coordenadora geral: Emanuela Avelar São Pedro Formação: Graduação em Comunicação Social/Relações Públicas, pela UFMG (2003); Graduação em Comunicação Social/Jornalismo, pela UFMG (2004) e Pós-graduação em Gestão Estratégica – Gestão de Fundações, pela UFMG em 2004. Atuou na Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa – Fundep, na área de Negócios, Relações Institucionais, Captação de Recursos e Comunicação (ocasião em que ganhou o 1º Lugar no Prêmio Aberje 2005, categoria Internet), além de ter experiência com comunicação e mobilização social em projetos realizados no Vale do Jequitinhonha, pela Pró-reitoria de Extensão da UFMG. Foi Diretora de Comunicação da Cria! Cultura Produções Culturais e Coordenadora do Programa Viva o Vale! (Programa de Desenvolvimento Sociocultural do vale do Jequitinhonha, uma iniciativa Avon). Trabalha voluntariamente na Creche Casulo, da ONG Jardim das Borboletas com captação de recursos, comunicação e projetos especiais desde 2009. Atualmente é produtora coordenadora de projetos da Associação Imagem Comunitária - AIC. Assistente de produção: Camila Barone Bicalho Designer gráfico, ilustradora e arte-educadora. Em 2011 concluiu a graduação em Design Gráfico pelo Centro Universitário UNA. Cursou Impressão Gráfica no SENAI, onde se aperfeiçoou na área de acabamento e encadernação. Em 2012 concluiu o curso de Web Design na Oi Kabum! Escola de Arte e Tecnologia, permanecendo na instituição até novembro de 2014, atuando como monitora do Laboratório de Artes Gráficas e também com pesquisas e experimentações de livro de artista e publicações independentes. Arte educadora: Raissa Fernandes Faria Bacharel em Comunicação Social - Universidade Federal de Minas Gerais. Formações complementares: Premiere e After Effects Avançado (realizado na IPEC- Autorizada da Adobe), Inglês Avançado no Curso de Línguas CACS (Centro Acadêmico de Ciências Sociais) / UFMG. Também é técnica em Eletrônica, pelo CEFET-MG. De abril de 2015 até o momento, vem atuando como prestadora de serviços em atividades de educação e comunicação desenvolvidas pela AIC – Associação Imagem Comunitária. Na instituição, promove formações em diagnóstico participativo da comunicação e em produção multimídia para grupos culturais e comunitários. Também atua na produção e acompanhamento de plataforma de ensino a distância em comunicação e na produção de conteúdo para peças de comunicação institucional. De Maio de 2014 até Março de 2015, integrou a equipe de assessoria de comunicação da Interface Comunicação Empresarial. Foi responsável pela produção de conteúdo: redação e apuração de matérias para veículos de comunicação interna como revistas, jornais murais e comunitários e blogs. Também elaborou releases, sugestões de pauta e notas; foi responsável pelo relacionamento com a imprensa e assumiu o monitoramento de crises. De Outubro a Dezembro de 2013, atuou no “Museum: The Texas Collection” (Museu: Coleção do Texas): foi responsável pela criação, produção e edição de vídeos para divulgação em redes sociais de coleções preservadas no Museu do Texas localizado em Waco, Tx, EUA. De Julho de 2012 a Julho de 2013, foi estagiária de Comunicação da Assessoria de Comunicação do Programa Polo UFMG no Vale do Jequitinhonha. De Outubro de 2011 a Julho de 2012, bolsista de iniciação científica e apoio técnico Grupo EME (Estudos de Mídia e Esfera Pública) / UFMG. Consultora técnica: Evelyn Maria de Almeida Meniconi Mestra em Ciências Sociais (Gestão das Cidades) pela PUC Minas (2004). Especialista em “História da América Latina” pelo IEC/ PUC Minas (1997). Bacharel em História (1995) e em Ciências Econômicas (1978). Atuou como historiadora e pesquisadora desde 2007, tendo integrado o Grupo de Trabalho para o levantamento preliminar do “Inventário das Congadas de Minas”, junto ao IPHAN - Superintendência de Minas Gerais (2013) e a equipe de pesquisa histórica do Museu da Liturgia, em Tiradentes (2011). Prestou consultoria e realizou pesquisa de apoio sobre o histórico da ocupação da Região da Pampulha (1930-1980) – PBH (2007), além de ter sido coautora e redatora na produção de livro e vídeo “História da Polícia Civil de Minas Gerais: a instituição ontem e hoje” do Centro de Estudos Históricos e Culturais da Fundação João Pinheiro (2008). Atuou também como professora universitária tanto na graduação quanto na pós-graduação. Integrou a equipe do Curso de Especialização do IEC-PUC Minas: Patrimônio Cultural na Contemporaneidade, como professora e como orientadora além de participação em bancas dos Trabalhos de Conclusão de Curso relacionados ao Patrimônio Imaterial (destacando-se as Congadas e Folias) e Turismo de 2011 a 2012. Lecionou na PUC Minas de 1997 a 2011. Foi a primeira Gerente do Patrimônio Imaterial do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA-MG), responsável pela implantação daquela Gerência, entre 2008 a 2010, tendo desempenhado as seguintes atribuições: coordenação e apoio a pesquisa de instituições governamentais e não governamentais relacionadas à preservação e proteção da Memória e do Patrimônio Cultural (entre outros trabalhos, atuação como representante do IEPHA-MG na pesquisa coordenada pela UFMG para o INRC dos Mestres Artífices de Minas Gerais); coordenação, montagem e participação de cursos de aperfeiçoamento nas áreas de História, Antropologia, Sociologia, Cultura, Proteção Ambiental relacionadas à preservação e proteção do Patrimônio Cultural como membro do PCRH IEPHA-MG/FAPEMIG; palestrante e participante em seminários e seleção de projetos a serem financiados por incentivo público relacionados à pesquisa e proteção do Patrimônio Cultural (MinC, IPHAN, IEPHA, UFMG e Municípios mineiros); e participação em mesas de debates sobre a proteção da Memória e do Patrimônio Cultural na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (FESTIVALE, Proteção do Queijo do Serro entre outros). Atuou ainda no Arquivo Público Mineiro (APM) na Diretoria do Arquivo Permanente com a Coordenação e pesquisa de projetos relacionados à preservação e proteção de suportes da Memória de Minas Gerais. Foi premiada com o 1º lugar do Concurso Brasileiro CNPq/ANPOCS de Obras Científicas e Teses Universitárias – Edição 2005, categoria Dissertação de Mestrado, no 29º Encontro Anual da ANPOCS – Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais –, com a dissertação intitulada “Monumento para quem? A preservação do patrimônio nacional e o ordenamento do espaço urbano de Ouro Preto (1937-1967)”.

Providência

Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.

2023-03-17
Locais de realização (5)
Belo Horizonte Minas GeraisContagem Minas GeraisIgarapé Minas GeraisItatiaiuçu Minas GeraisParacatu Minas Gerais