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A Mostra Mercado Brasil de Artesanato de Tradição reúne exposição e venda de objetos artesanais e tem como principal objetivo a difusão e a salvaguarda da arte popular e do artesanato de tradição cultural. A 6ª edição reunirá no Rio de Janeiro, peças de arte popular/artesanato de tradição, produzidas por artesãos e artesãs de 60 comunidades de diferentes regiões do país, beneficiadas pelos diferentes projetos de apoio ao artesanato tradicional realizados pela Acamufec.São objetos que, por seu significado simbólico, tecnologia de confecção ou matéria-prima empregada, são testemunhos do viver e do fazer das comunidades tradicionais. A mostra oferece ao público não apenas acesso às obras, mas também ao artista e seu fazer. Acompanha a mostra uma programação paralela dedemonstrações do fazer artesanal, apresentação de grupos culturais, rodas de conversa entre os artesãos acerca de alternativas viáveis para o escoamento de sua produção, e a distribuição do catálogo Singulares Expressões 3.
Não se aplica.
Objetivo geral: Difundir a arte popular e o artesanato de tradição cultural do Brasil. Objetivos específicos: . Realização da Mostra "Mercado Brasil de Artesanato de Tradição", que reunirá em torno de dez mil peças de artesanato e de arte popular, expostas e colocadas à venda para um público de seis mil pessoas que visitam o evento; . Promover a troca de experiências entre os artesãos e fortalecer e valorizar a identidade dos grupos e indivíduos por meio da realização do Encontro Nacional de Artesãos, que reunirá durante o período da mostra, 40 artesãos detentores de diferentes saberes artesanais de diversas regiões do país; . Difundir as expressões do patrimônio cultural brasileiro por meio da apresentação de três grupos culturais e das dez oficinas do fazer artesanal; . Contribuir para a valorização e reconhecimento dos artesãos de tradição cultural, na qualidade de detentores de saberes tradicionais, que, com seus padrões estéticos, técnicas e tecnologias acumuladas empiricamente, são constituintes do rico patrimônio cultural brasileiro; · Promover, por meio da Mostra "Mercado Brasil de Artesanato de Tradição", o apoio à comercialização e à distribuição do artesanato de tradição, gerando renda e oportunidade de negócios para comunidades tradicionais de diferentes regiões do Brasil; . Divulgar as comunidades expositoras por meio das ações de divulgação da Mostra e da distribuição de 2000 exemplares do catálogo "Singulares expressões" que apresentam as comunidades artesanais; . Contribuir para a autonomia dos/as artesãos/ãs no acesso ao mercado e sua sustentabilidade econômica. · Contribuir para a valorização e reconhecimento dos artesãos de tradição cultural, na qualidade de detentores de saberes tradicionais, que, com seus padrões estéticos, técnicas e tecnologias acumuladas empiricamente, são constituintes do rico patrimônio cultural brasileiro; Conceitualmente, o projeto se articula em torno de três dimensões: 1) cultural/patrimonial: a diversidade e qualidade da produção artesanal nacional é apresentada por objetos de inestimável valor cultural, contextualizados pela mostra e, ao mesmo tempo, postos à venda nos quatro dias de evento; 2) educativa: os processos de troca de experiências entre artesãos de diferentes regiões do país favorecem o debate sobre problemas comuns e a busca de alternativas sobre a gestão da produção de arte popular/artesanato, das associações e dos negócios; 3) econômica: favorecimento de oportunidades de trabalho, geração de renda e encontro de novas oportunidades de negócio. A Mostra tem ainda um caráter etnográfico que se traduz pelas pesquisas e cuidadosa documentação fotográfica realizadas junto às comunidades, oferecendo ao visitante a possibilidade de desvendar, pela observação, alguns aspectos não apenas da confecção dos objetos ali apresentados, mas de um modo de vida em que o artista figura como sujeito, indivíduo que se expressa enquanto tal e, ao mesmo tempo, é porta-voz de sua coletividade, renovando o repertório de saberes que lhe é legado pelo grupo a que pertence.
O presente projeto, enquadra-se nos seguintes incisos do Art. 1° do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), Lei 8313/91: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro. Além disso, contribui para a realização dos seguintes objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91, quais sejam: II - fomento à produção cultural e artística, mediante a realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante a proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais. Segundo dados do Censo de 2010, cerca de 8,5 milhões de trabalhadores buscam na atividade artesanal uma fonte de renda, gerando mais de R$ 30 milhões por ano, em torno de 2,8% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. De forma a atender à crescente demanda por ações e ferramentas de apoio a esse setor que encontra-se em ampla expansão e, ao mesmo tempo, investir na valorização dos saberes tradicionais e na preservação das identidades culturais, a Associação Cultural de Amigos do Museu de Folclore Edison Carneiro - Acamufec vem desde a sua fundação, em parceria com o Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular - CNFCP, desenvolvendo programas e projetos visando à melhoria da produção, da distribuição, da divulgação e da comercialização do artesanato produzido pelas comunidades tradicionais. A Sala do Artista Popular, criada em 1983, e o Promoart _ Programa de Promoção do Artesanato de Tradição Cultural, desenvolvido desde 2007, são duas iniciativas que vêm colhendo bons resultados junto a essas comunidades. A partir da experiência acumulada no desenvolvimento desses projetos e da avaliação de resultados das ações realizadas pelo Promoart junto a 65 polos artesanais das cinco regiões do país, constata-se a necessidade de investir-se fortemente na construção e no fortalecimento de canais de escoamento dessa produção, como o Mercado Brasil de Artesanato de Tradição. Um projeto, que desde sua primeira edição, realizada em 2007, tem investido na construção de relações comerciais mais equitativas, baseadas no diálogo, na transparência e no respeito às identidades culturais locais e que assegurem melhores condições de troca e pagamento de preço justo aos artesãos. Obter a chancela da lei de incentivo à cultura, além de garantir maior agregação de valor cultural ao projeto, propiciará a qualificação do público que já é consumidor e da formação de novos públicos.
Relação das contrapartidas de imagem, social, ambiental e negocial oferecidas Contrapartida de imagem: Inserção da logomarca do patrocinador em todas as peças impressas e eletrônicas de divulgação e de sinalização do evento: banners/galhardetes (14), flyers (5000), filmetes (3), convites eletrônicos, redes sociais, crachás, camisetas, testeiras, totens; Inserção da logomarca do patrocinador no catálogo “Singulares expressões” que será distribuído às comunidades artesanais, bibliotecas públicas, centro culturais; Citação da marca do patrocinador durante a realização do evento, em entrevistas, releases e materiais distribuídos à imprensa Cessão de direitos ao patrocinador para a utilização de imagens do projeto Contrapartida negocial: Inclusão de materiais de divulgação do patrocinador nas embalagens dos objetos vendidos durante o evento; Participação de representantes do patrocinador na abertura do evento e no encontro de artesãos; Cessão à Eletrobrás de 10% da tiragem do catálogo “Singulares Expressões”. Contrapartida social: Valorização e reconhecimento do artesanato de tradição cultural e respectivos autores como integrante do patrimônio cultural brasileiro; Ganho de visibilidade, atração de novos investimentos e ampliação da capacidade de inserção no mercado pelas comunidades produtoras de artesanato tradicional; Produtos artesanais tradicionais valorizados economicamente e conhecidos em diferentes circuitos de divulgação e comercialização; Agregação de valores aos produtos; Distribuição gratuita do catálogo “Singulares expressões” aos artesãos e artesãs, associações de artesãos, bibliotecas públicas, centros culturais. Contrapartida ambiental: Os materiais de divulgação do evento são em formato que possam ser guardados pelos frequentadores da Mostra; Adoção de iniciativas para que o descarte dos materiais utilizados na mostra seja feito de forma consciente; A matéria prima de origem extrativista, utilizada pelos artesãos na produção das peças e nas oficinas de demonstração, possui certificação ou recorre a materiais reaproveitáveis.
Material gráfico e de divulgação produzidos no âmbito do projeto: 1. Catálogo “Singulares expressões. Volume 3”: Tiragem: 2.000 exemplares; Formato fechado: 20x23cm; Formato aberto: 40x23cm; Número de páginas: 34; Impressão: Capa 4/4; Miolo 4/4; Papel: Capa: couchê matte 250/m2; Miolo: couchê matte 150/m2; Acabamento: Corte reto, vinco, dobra, costura e cola; laminação fosca (frente de capa); verniz de máquina em área total. 2. Flyer (Formato marcador de livro): Tiragem: 5.000 exemplares; Formato: 5,5x18cm; Impressão: 4/4; Papel: duo design 350/m2; Acabamento: Corte reto e laminação fosca (f/v). 3. Etiquetas de produto “Mercado Brasil”: Tiragem: 10.000 exemplares; Formato: Aberto: 4,5x11cm - Fechado: 4,5x5,5cm; Impressão: 4x4; Acabamento: Corte reto, vinco, dobra (1) e furação (1); Papel: Reciclato 180g/m2; 4. Banner/ Galhardete: Tiragem: 10; Formato: 0,60x125 cm; Impressão: 4x0; Acabamento: Tratamento anti-UV, corte reto, tubetes, corda; Lona vinílica fosca; 5. Banner de fachada: Tiragem: 2; Formato: 110x230 cm; Impressão: 4x0; Acabamento: Tratamento anti-UV, corte reto, tubetes, corda; Lona vinílica fosca; 6. Banner de fachada: Tiragem: 2; Formato: 170x240 cm; Impressão: 4x0; Acabamento: Tratamento anti-UV, corte reto, tubetes, corda; Lona vinílica fosca. 7. Produção de filmetes de 3' a 5' que serão enviados para a imprensa, patrocinador e apoiadores. PROJETO PEDAGÓGICO DO ENCONTRO DE ARTESÃOS: 1. Tema: Os desafios para a comercialização e o escoamento da produção das comunidades produtoras de artesanato de tradição. 2. Apresentação: O Encontro de Artesãos tem carga horária de 40 hs e reunirá, durante a Mostra Mercado brasil de Artesanato de Tradição, 40 artesãos e artistas representantes de comunidades produtoras de artesanato de tradição cultural localizadas em diferentes regiões do país que são apoiadas pelo Programa de Promoção do Artesanato de Tradição e pelo Programa Sala do Artista Popular. 3. Justificativa: Se na etapa de produção, a grande maioria dos artesãos controla todo o processo - desde a extração/aquisição da matéria prima até a finalização e controle de qualidade dos produtos -, no momento de colocar essa produção em circulação, se deparam com variáveis que, na maioria das vezes, escapam ao seu controle, tais como: capital de giro insuficiente para arcar com os custos com remessa de peças para mercados consumidores; as localidades onde vivem são de difícil acesso ou mal assistidas por serviços básicos de transporte e correios; o alto custo dos serviços de transporte e de embalagens; pouca ou quase nenhuma atenção dos poderes públicos locais, dentre outras. Nesse sentido, o Encontro de Artesãos, realizado a cada dois anos, tem se configurado como um espaço que além de promover a convivência e a interação entre os artesãos, que se reconhecem nos problemas e na trajetória de vida e de trabalho, possibilita a construção de subsídios para propostas de políticas públicas para o setor. É fundamental que os artesãos estejam incluídos nos processos de discussão e de formulação de alternativas para o setor, o que demanda a adoção de metodologias que produzam soluções de dentro e a partir das experiências e não exteriores a elas ou sobre elas. 4. Objetivos: O Encontro de Artesãos tem como objetivo fomentar relações e discussões sobre as principais questões que envolvem a produção, a distribuição, e a comercialização da arte popular e do artesanato das comunidades participantes da Mostra Mercado Brasil de Artesanato Tradicional 5. Estrutura do encontro Além de palestras, rodas de conversa onde debatem sobre o reconhecimento e a valorização da arte que produzem, são organizadas visitas a diferentes espaços, como museus, lojas e galerias, que exibem e comercializam a arte popular, na perspectiva de pensar as diversas possibilidades da construção narrativa, da apresentação dos objetos de arte ao público. Foram selecionados para essas edições: o Museu de Folclore Edison Carneiro, no Catete; o Centro de Referência do Artesanato Brasileiro (CRAB – Sebrae), na Praça Tiradentes; o Museu do Amanhã e o Museu de Arte do Rio (MAR), na Praça Mauá; e o Centro de Tradições Nordestinas, no bairro de São Cristóvão. 6. Programação 1º dia Manhã 1. Abertura, acolhida e apresentação dos participantes 2. Visita guiada à exposição de longa duração do Museu de Folclore e Cultura Popular A exposição está organizada em torno do conceito de que objetos contém e carregam narrativas multivocais. A equipe de educação do Museu acompanha o grupo e provoca os artesãos a contar histórias sobre as peças que viram no museu, e assim produzir suas próprias narrativas. Tarde Comercialização do artesanato de tradição cultural Moderação: Luís César Baía, museólogo, pesquisador do Núcleo de Pesquisa do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular 2º dia Manhã: Identidade Cultural e Instrumentos de agregação de Valor Depoimentos de representantes de comunidades com projetos de Indicação Geográfica, registro de Marca Coletiva, bem associado, reconhecimento enquanto patrimônio imaterial Moderação: Daniel Reis, historiador e antropólogo, pesquisador do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular Tarde: Participação na Mostra Mercado Brasil de Artesanato Tradicional, interação com o público que visita a Mostra, moderação de oficinas de demonstração. 3º dia Manhã: Visitas: Saara - Mercado popular localizado na área central do Rio de Janeiro; CRAB – Praça Tiradentes Tarde: Participação na Mostra Mercado Brasil de Artesanato Tradicional, interação com o público que visita a Mostra, moderação de oficinas de demonstração Visita ao Centro de Tradição Nordestinas, Feira de São Cristóvão. 4º dia Manhã: Rodas de conversa para levantamento de questões e debate a partir das visitas realizadas no dia anterior Tarde: Participação na Mostra Mercado Brasil de Artesanato Tradicional, interação com o público que visita a Mostra, moderação de oficinas de demonstração 5º dia Manhã: Visita (Museu ainda a ser definido) Tarde: Participação na Mostra Mercado Brasil de Artesanato Tradicional, interação com o público que visita a Mostra, moderação de oficinas de demonstração.
O espaço físico é de fácil acesso. As tendas, onde será instalada a Mostra, serão equipadas com rampas que facilitarão o acesso das pessoas com mobilidade reduzida. Para facilitar o acesso de pessoas com deficiência visual, sensorial ou cognitiva, serão colocadas à disposição pessoas e meios pedagógicos para orientar os visitantes. No processo de seleção de vendedores da mostra e dos monitores das oficinas de demonstração será exigido a contratação de pelo menos dois profissionais que façam uso da linguagem de libras. Os banheiros colocados à disposição do público também estão equipados para atender as pessoas com deficiência. Todos os materiais gráficos projetados para o evento são em formato que possam ser guardados pelos frequentadores da Mostra. A matéria prima de origem extrativista, utilizada pelos artesãos na produção das peças e nas Oficinas de demonstração, possuem certificação ou se referem a materiais reaproveitáveis, como a madeira, ou são provenientes de processos comunitários de manejo sustentável. O encontro de artesãos não requer qualquer providência relacionada à acessibilidade. Para o Catálogo (publicação impressa) Singulares Saberes 3, não serão adotadas medidas de acesso ao conteúdo para deficientes visuais e/ou auditivos.
De acordo com o Art. 21 da IN 02/2019, as seguintes medidas de ampliação do acesso aos produtos viabilizados pelo projeto serão adotadas: I- doar 20% dos CATÁLOGO “Singulares Expressões” a bibliotecas de escolas públicas, bibliotecas comunitárias, museus e centro culturais; III- disponibilizar na Internet, registros audiovisuais da MOSTRA, da apresentação dos grupos culturais, das oficinas de demonstração do fazer artesanal; IV- permitir a captação de imagens das atividades realizadas no âmbito da Mostra e autorizar sua veiculação em redes públicas de televisão; VII – na apresentação de grupos culturais será dada prioridades ao público infantil e juvenil de escolas convidadas. Não está previsto venda, nem distribuição de ingresso, pois o público tem acesso livre à Mostra durante os quatro dias em que ela estiver montada. O público beneficiário do projeto são os artesãos e artesãs de comunidades artesanais de diversas regiões do país, sem acesso a canais regulares de escoamento que os coloque em contato direto com o público consumidor. O público alvo da Mostra é a sociedade em geral, colecionadores de arte popular, pesquisadores, alunos de escolas públicas. Os catálogos serão distribuídos gratuitamente aos artesãos e artesãs e às associações de artesãos que participaram da Mostra para que possam utilizá-los em suas ações de divulgação e comercialização e para colecionadores, pesquisadores, frequentadores do Ponto de Comercialização da Sala do Artista Popular. A CONTRAPARTIDA SOCIAL do projeto será composta por atividades de demonstração do fazer artesanal (cerâmica, brinquedos, esculturas de madeira, bordado, renda, teatro de bonecos), abertas e de curta duração, realizadas no espaço da própria Mostra. São atividades lúdicas e educativas destinadas ao público em geral e a turmas de alunos de escolas públicas especialmente convidadas.
Equipe técnica: Não haverá delegação da gestão do projeto, sendo a Acamufec a única responsável por sua execução A gestão técnica, conceitual, administrativa e financeira do projeto é de responsabilidade da equipe técnica e administrativa da Acamufec. Uma equipe de três profissionais, coordenada por um técnico da Acamufec, será contratada por meio de uma pessoa jurídica e irá fazer a articulação com as comunidades locais; orientar o envio das peças, conferir, cadastrar, etiquetar, estocar; orientar o grupo de vendedores e a reposição de peças durante a mostra; cadastrar as vendas, prestar contas e enviar relatórios para os artesãos. A montagem é feita com base em projeto cenográfico elaborado em 2010 e que vai sendo atualizado a cada edição (proposta anexada). Os textos, materiais fotográfico e audiovisual utilizados na divulgação e sinalização da Mostra são produzidos no âmbito das parcerias firmadas com o CNFCP. Coordenação Técnica:Maria Laura V.C.Cavalcanti, antropóloga, presidente da Acamufec, professora do Depto de Antropologia Cultural e do Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia (PPGSA) do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCS); Elizabete Vicari, antropóloga, Coordenadora técnica dos Programas desenvolvidos pela Acamufec. Especialista em planejamento estratégico, gestão e avaliação de projetos. Curadoria: Luiz Ferreira, museólogo do Setor de Museologia do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular. Pesquisa e Documentação: Maria Elisabeth Costa: Doutora em Sociologia e Antropologia pela UFRJ, Chefe da Divisão de Pesquisa do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular. Raquel Dias Teixeira: Mestre em Ciências Sociais pela UFRRJ, doutoranda em Antropologia Cultural no PPGAS/IFCS/UFRJ. Especialista em política pública de cultura pela UNB. Pesquisadora do CNFCP. Túlio Amaral: Mestre em Antropologia Social pelo Museu Nacional/UFRJ. Pesquisador do CNFCP. Luiz Cesar Baía: Doutor em Museologia e Patrimônio pela UniRio. Pesquisador do CNFCP. Palestrantes convidados: Lygia Segala, antropóloga, professora da Faculdade de Educação da UFF; Ricardo Lima, antropólogo, professor da UERJ. Montagem: Projeto elaborado pela Mais Folguedos Produções Artísticas e Eventos LTDA – EPP e utilizado nas edições anteriores. Produções artesanais e localidades participantes: 1. Trançados em fibras e entalhes de madeira de Novo Airão, AM - Associação dos Artesãos de Novo Airão e Associação Nov’Arte; 2. Brinquedos de Miriti de Abaetetuba, PA – Associação de Arte Miriti (Miritong) e Associação dos Artesãos de Brinquedos de Miriti de Abaetetuaba; 3. Cerâmica de Icoaraci, Belém, PA – Cooperativa dos Artesãos de Icoaraci; 4. Figuras de balata de Monte Alegre e Belém, PA – 5 artesãos individuais; 5. Trançados de Arapiuns, Santarém, PA - Associação de Artesãos e Artesãs das Comunidades de Vista Alegre, Nova Pedreira, Coroca do Rio Arapiuns; 6. Cuias de Aritapera, Santarém, PA - Associação das Artesãs Ribeirinha de Santarém; 7. Mobiliário do Rio Tapajós e Arapiuns, Belterra, PA – Cooperativa das Oficinas Caboclas; 8. Instrumentos musicais do carimbó, PA – artesãos individuais de 11 municípios; 9. Trançados de Capim Dourado do Jalapão, TO - Associação das Mulheres Extrativista de Capim Dourado de Novo Acordo e Associação Comunitária dos Artesãos e Pequenos Produtores de Mateiros; 10. Renda de filé de Marechal Deodoro, AL - Associação das Mulheres Rendeiras de Marechal Deodoro; 11. Cerâmica de Muquém, União dos Palmares, AL – 5 artesãos individuais; 12. Trançados de fibra de Araci, Valente e São Domingos, BA - Cooperativa Regional de Artesãs Fibras do Sertão; 13. Cerâmica de Barra, BA - Associação da Cerâmica Comunitária Nossa Senhora de Fátima; 14. Cerâmica de Passagem, Xique-Xique, BA – Grupo de mulheres ceramistas do Povoado de Passagem; 15. Tecelagem de Cocos, BA – Grupo de artesãos das comunidades de Porcos e Canguçu; 16. Cerâmica de Maragogipinho, Aratuípe, BA - Associação de Auxílio Mútuo Dos Oleiros de Maragogipinho; 17. Tecelagem, bordado de richelieu e fio de contas - Sociedade Cruz Santa do Axé Opô Afonjá – Casa do Alaká, Salvador, BA e Associação São Jorge Filho da Goméia - Kula Tecelagem, Lauro de Freitas, BA; 18. Artes de Juazeiro do Norte, CE - Associação dos Artesãos e Centro Cultural Mestre Nozza; 19. Esculturas em cerâmica de Maria de Lourdes Candido, Juazeiro do Norte, CE – grupo familiar; 20. Garrafas de Areia de Aracati, CE – Associação dos Artesãos de Majorlândia; 21. Cerâmica de Cascavel, CE – Grupo de Ceramistas do Povoado de Moita Redonda; 22. Renda de labirinto de Icapuí – CE – artesãs individuais; 23. Renda de buriti de Barreirinhas, MA - Cooperativa de Artesãos dos Lençóis Maranhenses; 24. Renda de bilro e filé de Raposa, MA - Associação das Rendeiras da Praia da Raposa; 25. Bonecas de pano de Esperança, PB - Associação dos Artesãos de Riacho Fundo; 26. Renda renascença do Cariri Paraibano, PB – 10 Associações de Rendeiras de 6 municípios da região; 27. Xilogravuras de Bezerros, PE – artesãos individuais; 28. Mamulengos de Glória do Goitá, PE - Associação Cultural dos Mamulengueiros e Artesãos de Glória do Goitá/Memorial do Mamulengo, PE; 29. Brinquedos do Recife, PE – artesãos individuais; 30. Cerâmica e Tecelagem de Pedro II. PI - Associação Artesanal Xique-Xique de Pedro II; 31. Renda de bilro de Morros da Mariana, Parnaíba, PI – Associação das Rendeiras de Morros da Mariana; 32. Renda de bilro de Alcaçuz, Nísia Floresta, RN – Associação de Rendeiras de Alcaçuz; 33. Bordados do Seridó, Timbaúba dos Batistas e Caicó, RN - Cooperativa das Mãos Artesanais de Timbaúba dos Batistas, Cooperativa das Bordadeiras e Artesãos do Seridó, Cooperativa de Produção Artesanal do Seridó Ltda; 34. Cerâmica de Itabaianinha, SE – artesãs individuais; 35. Renda irlandesa de Divina Pastora, SE – Associação para o Desenvolvimento da Renda Irlandesa de Divina Pastora; 36. Bordados de Poço Redondo, SE – Cooperativa das bordadeiras de Sítios Novos; 37. Tecelagem de Poço Verde, SE - Associação da Cultura Artesanal de Poço Verde – Sede Amargosa e de Malhadinha; 38. Bonecas de São Cristóvão, SE – artesãs individuais; 39. Cerâmica de São Gonçalo, Cuiabá, MT - Associação dos Artesãos da Comunidade São Gonçalo da Beira Rio; 40. Redes de Limpo Grande, Várzea Grande, MT – artesãs individuais; 41. Cerâmica de Goiabeiras, Vitória, ES – Associação das Paneleiras de Goiabeiras; 42. Cerâmica de Campo Alegre e de Coqueiro Campo, MG - Associação de Artesãos da Comunidade de Coqueiro Campo e Associação de Artesãos e Lavradores de Campo Alegre; 43. Tecelagem de Berilo, MG – Associação dos Produtores Rurais e Artesãos de Roça Grande; 44. Cerâmica de Santana do Araçuaí, Ponto dos Volantes, MG - Associação dos Artesãos do Santana do Araçuaí; 45. Mobiliário de palha de milho, couro e instrumentos musicais de Chapada do Norte, MG - Associação dos Artesãos de Santa Cruz de Chapada do Norte; 46. Cesteiros de Januária, MG – Centro de Artesanato de Januária; 47. Cerâmica de Caraí, MG – Grupos de famílias; 48. Bonecas de bucha vegetal, Valença, RJ – artesãs individuais; 49. Cerâmica do Vale do Ribeira, Apiaí, SP - Associação dos Artesãos de Apiaí; 50. Modelagem em barro de Taubaté, SP - Casa do Figureiro de Taubaté; 51. Renda de bilro de Florianópolis, SC – Associação dos Moradores do Rio Vermelho, Casarão das Rendeiras de Florianópolis; 52. Bordado e pêssankas de Iracema, Itaiópolis, SC - Associação Cultural Polonesa de Itaiópolis e Associação dos Jovens Ucranianos de Santa Catarina; 53. Redeiras de Pelotas, RS – artesãs individuais; 54. Esculturas em madeira de Francisco Graciano, Brejo Santo, CE; 55. Máscaras de Lula Vassoureiro, Bezerros, PE; 56. Esculturas em cerâmica de Mila, Maricá, RJ; 57. Esculturas em sucata de Chiquinho da Sucata, Cabo Frio, RJ; 58. Bordados de Eponina, Porciúncula, RJ; 59. Artesanato Guarani, Aldeia Bracuí, Angra dos Reis, RJ; 60. Artesnato Kuikuro, Alto Xingu, MT.
PROJETO ARQUIVADO.