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PRONAC 193859IndeferidoMecenato

Eros

ASSOCIACAO CULTURAL CORPO RASTREADO
Solicitado
R$ 565,3 mil
Aprovado
R$ 0,00
Captado
R$ 300,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (4)
CNPJ/CPFNomeDataValor
11283356000104Philco Eletrônicos Ltsa1900-01-01R$ 200,0 mil
59717553000102Multilaser Industrial Ltda.1900-01-01R$ 50,0 mil
06965293000128Splice Indústria Comércio e Serviços Ltda1900-01-01R$ 30,0 mil
13599367000115ANDIRA EMPREENDIMENTOS IMOBILIARIOS LTDA1900-01-01R$ 20,0 mil
0

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2019-12-09
Término
2021-12-31
Locais de realização (5)
Belo Horizonte Minas GeraisCuritiba ParanáRecife PernambucoRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

Com este projeto pretendemos realizar a criação do espetáculo "Eros" a partir do trabalho de pesquisa e co-criação resultantes do encontro entre o rabino e escritor Nilton Bonder, o diretor Marcio Abreu, dos atores Ana Carolina Godoy e Rafael Steinhauser, bem como circular com o espetáculo realizando 22 apresentacões no total.

Sinopse

Sobre o Eros Um ponto de partida dessa pesquisa tem sido a obra do coreano, Byung Chul Han, “A agonia de Eros”, em que o autor teoriza sobre a crescente ausência da experiência de Eros na nossa Sociedade atual. Ele atribui esse fenômeno a algumas características e fatos notáveis do nosso tempo tais como: as possibilidades ilimitadas, a racionalização do amor e a ampliação da tecnologia da escolha; mas sobretudo, não somente à abundante oferta de Outros, mas o que ele chama de “erosão do Outro”. Eis a crise do amor. Em sua definição, Eros ou qualquer experiência Erótica, acontece na relação entre Eu e um Outro e, esse Outro, seria tudo que não sou Eu (coisas, pessoas, experiências). Segundo Byung, estaríamos vivendo em uma sociedade extremamente narcísica e a grande expressão disso é a depressão, que hoje atinge um número alarmante de pessoas. A depressão, seria uma enfermidade narcísica e o sujeito depressivo-narcisista está esgotado e fatigado de si mesmo, apático e desinteressado do Outro e das coisas do mundo. Ele se relaciona com o Outro, como projeção de si mesmo e, para o Byung, não se pode amar o Outro a quem se privou de sua alteridade, só se poderá consumi-lo. O efeito colateral da Sociedade da Abundância e interconectada é que essas tecnologias e novas ferramentas venham a ser utilizadas como instrumentos de manutenção de poder e monopólio geopolítico e que caminhemos para um “mundo dos iguais”, como define o autor; imperando a normatização, portanto a deserotização do mundo. Também, essa interconectividade entre as pessoas, poderia estar forjando uma ilusão de proximidade, que ao entendimento do autor, não passa do que ele vem a chamar de uma “ausência de distanciamento”, que esteriliza Eros. O erotismo acontece justamente, entre as pessoas em uma distância suficiente em que se possa ver o Outro, mas não por completo. Essa suposta proximidade, proporcionadas pelas redes sociais e pela internet, seria portanto, mais uma hiper exposição de si mesmo, mais próxima de uma pornografia (no sentido, de uma crueza) do que do erotismo, que tem como natureza as nuances e o mistério. “Hoje o amor se perdeu através da crescente positivação e domesticação. Hoje permanecemos iguais e no outro só se busca aínda a confrimação de si mesmo." "Hoje o amor é domesticado numa fórmula de consumo desprovida de risco e ousada, sem excesso e sem delírio; o reduz num objeto de consumo e o reduz ao cálculo hedonista. A cupidez do outro dá lugar ao confronto do igual, sem trancendência e transgressao." Byung Bul Han “QUEM NÃO TEM LIBERDADE FRENTE À MORTE NÃO OUSA VIVER. QUEM NÃO OUSA CAMINHAR RUMO À MORTE, TORNA-SE ESCRAVO E TRABALHA, APEGA-SE AO MERO VIVER”. Vivemos numa crise do Espírito. Falando ainda nos efeitos colaterais desse Mundo da Abundância, com as tecnologias que prometem nos dar vida longa e saúdavel, quiçá até desafiar a morte, corremos o risco de nos tornarmos uma Sociedade deserotizada. “NÃO HÁ AMOR SE ELE NÃO FOR EM NÓS COMO MORTE. NÃO HÁ EROS SEM UMA CONCLUSÃO E SEM UM FECHO”. Mais que apontar soluções e buscar uma narrativa, o interesse dessa pesquisa está no sistêmico, no Paradoxo que todas essas questões e esse cenário provocam. Em resumo, se daqui para a frente iremos viver cada vez mais, se a ciência hoje se propõe a desafiar a finitude da vida, como viveremos daqui para a frente; com qual qualidade, a partir de quais valores, para que não nos rendamos a uma vida condenada a um mero viver? A Segunda Mordida O projeto começou com a provocação do Rabino Nilton Bonder, a partir de uma obra ainda inacabada de sua autoria, na qual ele investiga os possíveis mandamentos de uma nova era da humanidade. Com os avanços exponenciais das novas tecnologias e a interligação em rede de todas as pessoas e todos os objetos (Internet of Things), a humanidade caminha para uma nova relação com o tempo-espaço, ordenamento económico, estrutura políticas e vínculos interpessoais. A chamada quarta revolução industrial vem desconstruindo pilares importantes tais como os conceitos de liberdade, poder e senso de comunidade. Se para gerações passadas liberdade significava autonomia e autossuficiência, agora ela traz ideias de cooperação, troca e soma de talentos, ampliando também o conceito de poder não apenas como soberania, mas também como relações horizontais e abertas, assim como o senso de comunidade cada vez mais abrangente e menos limitada. Isso porque esses conceitos de soberania, competição e autonomia foram cunhados a partir da lógica de um mundo de escassez e, estaríamos nesse momento caminhando para um mundo da cooperação, das conexões em rede e da abundância. Ao mesmo tempo que diversos cientistas vêm nos alertando para as sérias e drásticas mudanças climáticas, e alguns mais fatalistas preconizam uma sétima extinção de espécies da História do Planeta, hoje é comum se ouvir falar em uma Economia Compartilhada, que coloca em questão justamente os modos de produção, que até então, com seu crescimento exponencial, nos faziam vaticinar uma possível escassez dos nossos recursos naturais. No entanto, a Economia Compartilhada hoje fala cada vez mais de um processo de desmaterialização, desmonetização e consequentemente, democratização de acesso a bens e serviços, bem como reaproveitamento dos recursos, de modo que poderíamos imaginar uma abundância virtualmente infinita. Fato é que, os avanços na biotecnologia e na medicina permitem esticar cada vez mais a vida e até manipular o próprio corpo humano. Ou seja, a ciência nos coloca perante o dessafio de imaginar a extinção do grande misterio do ser humano: a morte. Voltando à provocação de Bonder, depois dessa breve contextualização, a Humanidade estaria caminhando para o que ele chama de Segunda Mordida da Maçã. A Biblia cita dois Árvores: o da Sabedoria e o da Vida, mas só descreve com profundidade a primeira. Bonder nos provoca a pensar que estamos justamente agora entrando na era da Árvore da Vida. No texto Bíblico, Adão comeu a maçã da Árvore da Sabedoria e, a partir desse fato, o homem adquiriu a consciência. Com isso a responsabilidade e também a vergonha por ter feito o que fez e por se ver nu, pela primeira vez. Para dar conta da vergonha que a consciência produziu, ao poder agora perceber as consequências dos seus atos, foram criados os 10 Mandamentos ÉTICOS, ou seja, as regras e as leis, que pudessem dar conta de regular e controlar os instintos humanos. A Segunda Mordida, agora, daria lugar a uma nova ordem, proveniente do acesso do ser humano à Árvore da Vida (intervenção no próprio corpo e extinção da finitude). Portanto, se dissermos que, de fato, hoje caminhamos para um mundo da abundância, das infinitas possibilidades e da extensão/prolongamento da vida, como se sustentaría o EROS nesse cenário? É importante dizer que abordagem de Eros nesse trabalho, vai além da figura do mito grego do amor, mas do Eros que se refere à pulsão vital, escencial para a vida humana. Todo desejo como o sexual, o de comer ou o de sentir-se bem está associado à sobrevivência no corpo e no tempo restrito; portanto à finitude da vida. O lugar erótico enraizado na vida como ela é, ou seja, finita, poderia se dissipar quando acabar a finitude, quando o homem tiver todo o tempo do mundo. Quais seriam, então, as novas pulsões eróticas de manutenção da vida? Lembrando que o Erótico são as pulsões involuntárias que estão à serviço da vida. Assim como os princípios Éticos foram cunhados no momento em que eles se fizeram necessários à preservação da vida, quais seriam as novas Leis, os novos mandamentos, agora Eróticos, para essa nova era? O trabalho ousa investigar essa zona de transição entre um mundo que cresce exponencialmente rumo à abundância e à longevidade, mas que corre o risco de provocar vertiginosamente a escassez de Eros, ou seja, do fio que sustenta e movimenta, justamente, a própria vida.

Objetivos

Objetivo Geral: Provocar a reflexão sobre o momento de transição de valores, ordem, propósito e pensamento que o mundo atravessa nos tempos atuais, através da criacão do espetáculo "Eros" resultante do trabalho de pesquisa e co-criacão resultantes do encontro entre o rabino e escritor Nilton Bonder, que assina o seu primeiro texto dramatúrgico; o diretor Marcio Abreu, da Companhia Brasileira de Teatro, e dos atores Ana Carolina Godoy e Rafael Steinhauser, que dão continuidade a sua parceria artística iniciada em 2016 com a peça VenuS Ex Libris. O Projeto Eros tem como objetivo reunir as trajetórias profissionais, bem como os backgrounds e biografias tão diversas desses 4 artistas para desenvolver um texto original, através de Encontros fechados e abertos para intercâmbio com outros artistas e pessoas de outras áreas de conhecimento, que resultará numa peça inédita, com dramaturgia assinada por Nilton Bonder e direção de Márcio Abreu. Objetivo Específico: A peça tem previsão de estreia para Outubro de 2019 e fará 08 apresentações em São Paulo, 08 no Rio de Janeiro, 02 em Recife, 02 em Belo Horizonte e 02 em Curitiba, totalizando 22 apresentações. Em cada cidade, uma das sessões será seguida de debate, onde os atores farão compartilhamento do processo de pesquisa e criacão com o público. Também uma apresentação em cada cidade será acompanhada de medidas de acessibilidade, ou seja, traducão em libras.

Justificativa

O Projeto Eros tem como objetivo reunir as trajetórias profissionais, bem como os backgrounds e biografias tão diversas desses 4 artistas para desenvolver um texto original, através de Encontros fechados e abertos para intercâmbio com outros artistas e pessoas de outras áreas de conhecimento, que resultará numa peça inédita, com dramaturgia assinada por Nilton Bonder e direção de Márcio Abreu. Nilton Bonder, além de rabino com ordenação rabínica no Jewish Theological Seminary, é autor de livros reconhecidos nacional e internacionalmente sobre diversos temas vistos a partir de uma ótica judaica. Marcio Abreu é dramaturgo, diretor e ator, e criou e integra a Companhia Brasileira de Teatro, onde desenvolve projetos de pesquisa e criação de dramaturgia própria, releitura de clássicos e encenação de autores contemporâneos inéditos no país Ana Carolina Godoy é atriz formada pela UNICAMP e atua profissionalmente há 15 anos no eixo SP-RJ em Teatro, TV, Cinema e Publicidade. Rafael Steinhauser é ator profissional, formado pela Escola Célia Helena, além de Engenheiro Aeroespacial e líder da indústria de alta tecnologia. Sendo este projeto um trabalho de pesquisa de longa duração que culminará numa peça de teatro que não se enquadra no circuito comercial, ele precisará ser financiado através da Lei de Incentivo à Cultura. O presente projeto se enquadra nos Incisos I, II, III, V e VIII do art. 1o. da Lei 8313/91 e também nos incisos IV letra "a" e II letra "c" do art. 3o. da mesma Lei.

Estratégia de execução

Mídia Impressa: Anúncio em Jornal - um para cada cidade: São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Belo Horizonte e Curitiba Programa / Cartaz - 1.000 unidades Mídia Digital Impulsionamento de página em rede social Assessoria de Imprensa em cada cidade Contratação de profissional para linguagem de Libras

Especificação técnica

ENCENAÇÃO A peça será composta por 3 atores e se utilizará do estilo de Lecture Performance. Um ator ainda a ser definido. Em um primeiro momento, dois atores discursarão textos em forma muito próxima à realidade das impressões imediatas que provocam pelo seu biotipo e estereótipo muito similares. Como se não houvesse mistério ou tridimensionalidade, eles tratarão de assuntos que condizem com essa primeira impressão, a ponto de o espectador questionar o limite entre a ficção e a realidade. Ao longo dessa experiência, cada um vai se revelando um Outro e outras camadas de cada um dos atores vão aparecendo, criando ainda mais estranhamento pela dissonancia com um terceiro ator, de biotipo oposto. Além da Lecture Performance, a obra irá se desdobrar em diversas cenas que terão como fio condutor 3 encontros que erotizam: 1 - Corpo com os seus sentidos em expansão (Eu e os meus sentidos) 2- Encontro com o dramático e o milagroso da natureza (Eu e o mundo) 3 - Encontro com o outro (Eu e o outro) A intenção é desenvolver uma obra a partir do tema Eros, sem que Eros seja o assunto em foco. Eros estará nas entrelinhas e conduzirá a trama desse trabalho, que discorrerá sobre as temáticas do Dinheiro e do Desejo. Tanto o Dinheiro como o Desejo são muito reveladores da maneira que vivemos e nos manifestamos no mundo. Ninguém vive sem dinheiro, tampouco não há vida sem desejo. No entanto, há vidas que são levadas como um mero viver, uma corrida pela sobrevivência, em que o dinheiro aparece como um sujeito duro, ranzinza, despido de qualquer erotismo. Mas há relações eróticas com o dinheiro, quando pensamos nele como um facilitador dos nossos desejos, como um fluxo, uma extensão e materialização das nossas ações no mundo. “Para mim, a internet é uma invenção similar ao dinheiro. Quando inventaram o dinheiro, foi um avanço civilizatório. Antes, era galinha para cá, trigo para lá. Inventaram um sistema de universalizar alguma coisa. A internet é a mesma coisa. Uma maneira de as pessoas se comunicarem sem utilizar intermediários. Tem um valor civilizatório, mas também gera coisas horríveis, assim como o dinheiro” – Nilton Bonder A mesma coisa, em relação ao desejo, que pode estar ligado a uma vontade com v minúscula, simbolizando a vontade individual. Essa vontade está totalmente atrelada à necessidades de contentamento imediato, em contraponto à Vontade, agora com V maiúsculo, que serve a algo maior e misterioso e que dá continuidade a um propósito coletivo, no qual o indivíduo se põe a serviço no sentido de sua realização. Essa última definição, pode ter uma conotação totalmente erótica, porque ela serve à vida. Tanto o dinheiro como o desejo traduzem nossos valores e sintetizam as nossas relações de posse e de propriedade que temos com as coisas do mundo. O proponente será remunerado como Coordenador do Projeto e Produção Executiva

Acessibilidade

Acessibilidade Fisica Os ingressos sernao com valores populares, garantindo maior acesso as diversas classes econômicas, com ampla divulgacão nos meios de comunicação. A realização das apresentações serão somente em locais equipados e adequados para o acesso de pessoas com mobilidade reduzida. Acessibilidade de Conteúdo Em cada cidade faremos uma apresentacão com tradução em libras para os deficientes auditivos.

Democratização do acesso

O projeto prevê a realização de dois ensaios abertos quando da pesquisa e criação do espetáculo. E também de uma conversa com o público após uma apresentação em cada cidade, com objetivo de refletir sobre o processo de pesquisa e temática abordada na peca, com abertura para perguntas e reflexões do público presente. Público previsto - 400 pessoas. O espetáculo será acessível à população pois os ingressos serão vendidos a precos populares. Em cada cidade, uma das apresentações será realizada com tradução em libras. 10% dos ingressos destinados às apresentações do espetáculo serão disponibilizados para a população de forma gratuita, atendendo o art. 55, inciso I e III da IN 01/2017. Público atingido pela distribuição gratuita em cada produto cultural: Apresentação espetáculo: 488 pessoas aproximadamente Palestra/Conversa: 200 pessoas aproximadamente Em todas as ações aplicaremos o inciso IV art. 21 da IN 02/2019

Ficha técnica

Dramaturgia: Nilton Bonder Elenco: Ana Carolina Godoy e Rafael Steinhauser Direção: Marcio Abreu Cenografia: André Cortez Produção: Gabi Gonçalves - Núcleo Corpo Rastreado A definir: figurino, trilha musical e projeção. NILTON BONDER - DRAMATURGO FORMAÇÃO ACADÊMICA: MBS em Engenharia Mecânica pela Universidade de Columbia, Nova Iorque, Bacharel em Literatura Hebraica, Joint Program, Universidade de Columbia/ Jewish Theological Seminary, Nova Iorque, Mestrado em Literatura Hebraica, pelo Jewish Theological Seminary, Nova Iorque, Ordenação Rabínica, pelo Jewish Theological Seminary, N.Y, Doutorado em Literatura Hebraica, pelo Jewish Theological Seminary, Nova Iorque. PRÊMIOS:Dean's List - Por Reconhecimento Acadêmico Ano 1984,85,86; Prêmio em Literatura pela Universidade Hebraica de Jerusalém com o trabalho - "Misticismo e a obra de S.Y. Agnon" - publicado pelo Boletim Universitário, 1984; Samuel Held Memorial Prize - Por excelência em estudos Bíblicos, 1985; Lamport Homiletic Prize, 1987; Medalha Pedro Ernesto, Câmara dos Vereadores do RJ, 1994; Blanton Peale Prize - Best Religious Book of the Year, 1997; Prêmio Jabuti de Literatura -- 2000; Best Jewish Writting of 2002 -- Tikkun Magazine MARCIO ABREU – DIRETOR Ator, diretor e dramaturgo, nos anos 1990, em Curitiba, fundou o Grupo Resistência de Teatro. Diretor da companhia brasileira de teatro em 1999, sediada em Curitiba. Entre os seus principais trabalhos estão: Noël, espetáculo cênico-musical sobre a obra do compositor Noel Rosa (2010); Vida, texto e direção (2010); Oxigênio, de Ivan Viripaev, adaptação e direção (2010); CYRK, espetáculo cênico-musical com o Trio Quintina, roteiro e direção (2011); Isso te interessa?, de Noëlle Renaude, tradução, adaptação e direção (2011); De Verdade com os atores Kika Kalache e Guilherme Piva (2012); Esta Criança, co-produção com a atriz Renata Sorrah, direção (2012); Enquanto estamos aqui, solo com a coreógrafa e dançarina Marcia Rubin, direção e roteiro (2012). Ainda em 2012 escreveu um adaptação de Os três Porquinhos para a Commedie Française, em Paris e escreveu a peça L’histoire du rock par Raphaelle Bouchard, em Gap e Limoges, na França. Em 2012 foi escolhido como personalidade teatral do ano pelo jornal Folha de São Paulo. Recebeu oPrêmio SHELL RJ de melhor direção pelo espetáculo Esta criança. A peça Isso te interessa?, de Noëlle Renaude, recebe em 2012 o Prêmio APCA e o Prêmio Bravo! de melhor espetáculo do ano, além de 5 indicações ao Prêmio Questão de Crítica, levando o prêmio de melhor diretor. Em 2015 dirigiu KRUM de Hanock Levin numa segunda parceria de produção com a atriz Renata Sorrah, melhor espetáculo (Cesgranrio e Questão de Crítica). Em 2016 dirigiu o renomado Grupo Galpão no espetáculo NÓS. Em 2017 coordenou e dirigiu o projeto PRETO da companhia brasileira de teatro, parceria com Grace Passô e com a atriz Renata Sorrah. ANA CAROLONA GODOY - ATRIZ Ana Carolina Godoy é atriz Graduada em Artes Cênicas pela UNICAMP em 2004. No Teatro trabalhou com diversos nomes relevantes do cenário brasileiro como: Marcio Aurelio, em "Galvez Imperador do Acre", de Marcio Souza; Gabriel Vilella, em "Leonce e Lena", de George Buchner; Marcello Lazzaratto, em "Terror e Miséria no III Reich", de Bertolt Brecht e Caca Carvalho, em "Ingratidão", trabalho a partir da obra "Rei Lear", de Willian Shakespeare. Como parte relevante de sua formação estão as Residências Artísticas com a Cia Belga C de La B, na Bienal de Dança de Santos e com o diretor Russo Yuri Butusov, na MITsp. Na Televisão atuou em novelas na TV Globo e mais recentemente na série "A vida Secreta dos casais", com estreia prevista para 2019, na HBO. No Cinema atuou nos filmes "Linha de Fuga", de Alexandre Stockler, "Como nossos pais" de Laís Bodansky e "O matador", de Marcelo Galvão, primeiro filme produzido pela NETFLIX no Brasil. RAFAEL STEINHAUSER - ATOR Rafael Steinhauser é ator, membro da Companhia da Memória e integrante do corpo diretivo da Mostra Internacional de Teatro de São Paulo - MITsp. Formado pela Escola Superior de Artes Célia Helena em 2006, realizou curso de interpretação na Academia Russa de Arte Teatral e residência artística no Teatro Estúdio, em Moscou. No teatro atuou nos espetáculos "Karamazov" e "Nomes do Pai" com dramaturgia de Luís Alberto de Abreu, circulando pelo Brasil, Espanha e México, além de atuar em outras obras dirigidas por Ruy Cortez e Nelson Baskerville. No cinema, atuou no longa-metragem "O Circo da Noite" com roteiro e direção de Julio Santi (Uranus Films). Indicado com a Cia. da Memória ao Prêmio Governador do Estado 2015 na categoria Teatro, pela trajetória da Cia. Como Diretor da MITsp, recebeu o Prêmio Shell 2014 na categoria especial, o Prêmio Bravo-Bradesco 2017 na categoria de Melhor Evento de Cultura pela realização da MITsp 2016. ANDRÉ CORTEZ - CENOGRAFIA FORMAÇÃO ACADÊMICA Especializado em Cenografia e Indumentária TeatralArquiteto, formado pela Universidade Federal de Minas Gerais CENOGRAFIA E FIGURINO 2015 Um Bonde Chamado Desejo, de Tennessee Williams, com direção de Rafael Gomes2010 A Grande Volta, do belga Serge Kribus, com direção de Marco Ricca2005 O Que Você Foi Quando era Criança, de Lourenço Mutarelli, direção de Gabriela Flores e Donizetti Mazonas 2005 A serpente, de Nelson Rodrigues, com direção de Yara Novaes 2004 Pagu Que, de Christiane Tricerri2004 Navalha de Carne, de Plínio Marcos, com direção de Joaquim Goulart 2004 A Falecida, de Nelson Rodrigues, com direção de Carlos Gradim2003 Noites Brancas, de Fiodor Dostoievski, com direção de Yara Novaes2002 Frankensteins, com direção de Jô Soares2002 Souvenirs, com direção de Fernando Bonassi2001 Amor e Restos Humanos, de Brad Fraser, com direção de Carlos Gradim 2001 Os Lusíadas de Camões, com direção de Márcio Aurélio1999 Ricardo III, de William Shakespeare, com direção de Yara Novaes 1999 Pai, com direção de Paulo Autran PRÊMIOS 2015 Prêmio Shell de Teatro por Um Bonde Chamado Desejo1999 Melhor cenário por Pai, com direção de Paulo Autran. GABI GONÇALVES - PRODUÇÃO Gabi é produtora de ações culturais e movimenta um recorte específico do fazer poético-artístico hoje na cidade de São Paulo e em outros territórios ainda possíveis. Do final da década de 90 até o presente momento, carrega na memória do corpo sua formação em dança pela Unicamp (1998), Comunicação das Artes do Corpo (2002) e também o doutorado em Comunicação e Semiótica (Comunicação e Produção Cultural no Brasil - um estudo sobre os operadores do desamparo e ações bio-políticas - 2016), ambas pela PUC - SP. Coordenadora de produção de eventos como: Virada Cultural Paulista (2009 e 2010), MITsp (2014 e 2015), Festival Contemporâneo de Dança (desde 2016), criou, em parceria com Natalia Mallo, o Risco Festival. Trabalhou no SESC SP e em de diversos projetos e eventos para como as Secretarias de Cultura Municipal e Estadual (São Paulo). Trabalhar com produção, em sua opinião, é estudar, pesquisar e ao mesmo tempo se jogar, aprender na prática. Seguindo essa premissa, ministrou aulas de produção cultural na Escola Livre de Dança (Santo André), SENAC -SP, na Biblioteca Mario de Andrade, nas oficinas culturais do Estado SP, no Mis, entre outro). Até maio de 2019 foi gestora do Centro de Referência da Dança – CRD – SP, espaço de extrema importância politica e artista para a dança paulistana. No CRD pode iniciar um programa de formação “continuada” em dança (no Brasil não é possível empregar essa palavra com tanta ênfase) dentro do Projeto Novo Circuito de Afetos, que deu especial espaço e foco para o desenvolvimento e discussão de residências que trouxeram artistas importantes da cena. Ainda nesse viés das residências em fevereiro de 2019 realizou o Segundo Encontro Latino Americano de Dança – Geopoéticas do Sul, que teve como tema principal Residências Artísticas, que propiciam o deslocamento dos corpos que insistem e deixam sua permanência, seus rastros, potencializando essas ações praticadas.

Providência

09/08/2022 - Transferido para o Pronac n. 220435 o valor de R$ 324.414,58 referente ao saldo remanescente, por indeferimento do projeto em questão.