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PRONAC 193868Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Narrativas Estudantis

CL2M PROJETOS EM EDUCACAO LTDA
Solicitado
R$ 198,4 mil
Aprovado
R$ 198,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações educativo-culturais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
SP
Município
Ribeirão Preto
Início
2020-02-27
Término
2021-02-27
Locais de realização (1)
Ribeirão Preto São Paulo

Resumo

A proposta "Narrativas Estudantis" tem por objetivo realizar uma oficina literária e a publicação do livro de contos escritos pelos participantes, sendo eles alunos do Ensino Médio de escolas públicas.

Sinopse

O projeto realizará oficina literária para alunos do Ensino Médio de escola públicas estaduais, onde aprenderão acerca de gêneros discursivos como resenha, carta, relato e conto com imersão no gênero proposto, por meio da produção textual e revisão do próprio texto. No final, cada aluno terá seus textos revisados publicados em um livro. O livro segue uma ordem cronológica da vida do aluno: o primeiro capítulo é o passado, o segundo é o presente, o terceiro é a transição entre o presente e o futuro e o quarto e o quinto são o futuro. Além dessa progressão, há também a de gênero textual, partindo do observador (relato), passando pelo posicionamento (artigo de opinião), pela visão do cotidiano (crônica), pela imaginação (conto) e pela expressão poética (pessoa/poema). CAPÍTULO UM (PASSADO) No primeiro capítulo do projeto literário Narrativas estudantis inicia-se o aprimoramento do letramento e produção textual do aluno a partir da protagonização da sua voz e história através da escrita. Assim, o aluno desenvolverá autoconfiança para o desenvolvimento do projeto literário e para seu desenvolvimento como ser humano e cidadão. Uma vez que o papel da escola é formar cidadãos, o projeto é coerente a esse propósito. Desse modo, partindo da ideia de que gêneros textuais têm efeito sobre o desenvolvimento humano segundo o linguista Bronckart (CRISTÓVÃO; FOGAÇA, 2008, p. 266 apud GOULARTE, 2010, p. 10), propomos o desenvolvimento do gênero textual relato pelos alunos da oficina. CAPÍTULO DOIS (PRESENTE) No segundo capítulo do livro, após a aproximação entre a vivência do aluno e a escrita, será desenvolvida e aprimorada a sua capacidade de organizar o pensamento e ideia frente a temas polêmicos e atuais. A ideia é promover no aluno o poder de desenvolver e defender seu ponto de vista frente às diversas situações conflituosas da vida. Para tanto, partindo do pressuposto de que os gêneros textuais orientam as interações humanas socialmente (SILVA, 2008, p. 4), e a defesa de um ponto de vista faz parte do processo de interação com o outro, será desenvolvido o gênero textual artigo de opinião com os alunos na oficina. CAPÍTULO TRÊS (PRESENTE => FUTURO) No terceiro capítulo do livro, após o desenvolvimento da capacidade de observar a própria história e de formar e defender de um ponto de vista, é proposto o desenvolvimento da capacidade de apreender a essência do cotidiano através da linguagem. Para tanto, parte-se da premissa de que ações verbais se realizam por meio de gêneros textuais, segundo a linguista Terezinha Barroso (2010, p. 14), e de que para escrever histórias precisamos verbalizar a nossa imaginação, logo, é proposto o desenvolvimento do gênero textual crônica com os alunos. CAPÍTULO QUATRO (FUTURO) No quarto capítulo do livro, após desenvolver a capacidade de discorrer sobre um tema cotidiano com os alunos, a proposta é aprimorar capacidade discursiva do jovem frente à própria imaginação. Assim, ele será capaz não só de contar a sua história, como era o objetivo do capítulo um, mas, também, imaginar histórias e discorrer sobre elas. Nesse sentido, na perspectiva do que afirma Barroso (2010, p. 14), visão que também rege o capítulo três, é proposto a elaboração do gênero textual Conto com os alunos da oficina. CAPÍTULO CINCO (FUTURO) No quinto e último capítulo do livro, após o aprimoramento da capacidade discursiva frente à imaginação, solicita-se o desenvolvimento da expressão poética dos alunos. Desse modo, o ponto de partida é de que dominar um gênero textual não é dominar formas linguistas e, sim, formas particulares de realizar ações sociais através da linguagem, como afirma a linguista Edleise Mendes (2008, p. 176), e de que se expressar poeticamente é uma ação social. Nesse sentido, propomos o desenvolvimento do gênero poema ou poesia com os alunos.

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS - Oportunizar a alunos da rede pública de ensino contato gratuito com formação cultural e literária. - Incentivar a criatividade e a escrita de jovens ao publicar suas histórias em um livro. - Valorizar a literatura brasileira e promover seu reconhecimento e criação de novos conteúdos. - Promover a formação de novos escritores e possíveis futuros literários. OBJETIVOS ESPECÍFICOS OFICINA Realizar oficina literária para 200 alunos. LIVRO Produzir 600 cópias do livro de contos "Narrativas Estudantis" CONTRAPARTIDA SOCIAL Realizar palestra "Literatura na fase escolar" para 80 beneficiários. Tendo duas horas de duração e seguindo a ementa: - Redação como desenvolvedor do processo criativo; - A importância da leitura; - Literatura Brasileira.

Justificativa

A literatura contribui não só para o processo criativo de uma sociedade, mas ela também documenta e reflete sobre a cultura, ela é capaz de imitá-la e recriá-la, como também levá-la ao mundo. Com a certeza de contribuir para a formação literária e cultural brasileira o presente projeto tem por objetivo incentivar a escrita e leitura de estudantes brasileiros do ensino médio, além de contribuir para sua especialização e conhecimento na área e desta forma prepará-los para a entrada em faculdades e também oportunizar a inserção deles no mercado literário ao publicar os contos criados durante a oficina. A escrita é uma forma de passar por meio das palavras a identidade de cada um e da sociedade vigente. Ela se torna um documento confiável da documentação dos costumes, linguagem e comportamento social. Assim, ao estimularmos jovens na escrita de seu dia-a-dia incentivamos eles a contribuírem com o registro da identidade brasileira, e ainda, das questões vivenciadas pelos jovens nos dias atuais. É uma forma de promover a sua criatividade e a disseminação de seus olhares sobre o mundo e seus modos de expressão. Fazendo assim, com que valorizem a literatura e contribuam para a o surgimento de novos conteúdos literários originais brasileiros. É um exercício para a linguagem e para gramática dos jovens. Com as redes sociais a escrita e a leitura se tornaram algo involuntário, enquanto percorrem horas pelas redes eles leem e escrevem, porém, sempre que isso acontece, ocorre uma repetição dos mesmos erros gramaticais. É importante que desprendam desses erros e encontram na literatura não apenas um estudo obrigatório, mas um prazer, uma forma de lazer. A busca por incentivo por meio da Lei 8.313 se justifica pôr o projeto ser oferecido a população de maneira totalmente gratuita, não arrecadando recursos posteriores próprios, e assim, faz-se necessário para sua concretização e alcance de seus objetivos a utilização de incentivo. Só assim ele poderá continuar a levar formação e outros benefícios a população brasileira de forma democrática e gratuita. A proposta, ainda, se enquadra nos objetivos expressados no art. 1° da Lei 8.313, sendo: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Para isso, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do art. 3 da mesma Lei: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;

Especificação técnica

Colorido. Capa dura. 80 páginas em papel de alta qualidade com ilustrações. Formato 30,0 x 21,0 cm. Projeto pedagógico da oficina anexado junto a proposta.

Acessibilidade

OFICINA Acessibilidade Física: A oficina será realizada em local apropriado para o acesso de pessoas com deficiência física, mobilidade reduzida e idosos, apresentando assim no espaço: piso de borracha tátil, banheiros adaptados e rampas de acesso para cadeirantes. Acessibilidade de Conteúdo: A oficina contará com monitores treinados para auxiliarem pessoas com deficiência visual e cognitiva, e ainda com um Intérprete de Libras para a melhor participação de pessoas com deficiência auditiva. LIVRO Acessibilidade Física: O local escolhido para o lançamento do livro será realizado em espaço apropriado para o acesso de pessoas com deficiência física, mobilidade reduzida e idosos, apresentando assim no ambiente: piso de borracha tátil, banheiros adaptados e rampas de acesso para cadeirantes. Acessibilidade de Conteúdo: O livro contará com formato Daisy para o acesso de pessoas com deficiência visual. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade Física: A realização da contrapartida (palestra) será realizada em local apropriado para o acesso de pessoas com deficiência física, mobilidade reduzida e idosos, apresentando assim no espaço: piso de borracha tátil, elevadores, banheiros adaptados e rampas de acesso para cadeirantes. Acessibilidade de Conteúdo: A contrapartida (palestra) contará com monitores treinados para auxiliarem pessoas com deficiência visual e cognitiva, contará ainda com Interprete de Libras para a melhor participação de pessoas com deficiência auditiva.

Democratização do acesso

OFICINA Como medida de Democratização de Acesso a proposta oferecerá a oficina de forma totalmente gratuita. Cumprindo com o Art. 20 da Instrução Normativa 2/2019 que instrui a "distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística". Será tomado ainda como medida para ampliação de acesso o disposto no Art. 21 da IN 2/2019 da Lei 8.313, seguindo assim, o exposto no inciso III: "III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; LIVRO Como medida de Democratização de Acesso a proposta distribuirá os livros de forma totalmente gratuita. Cumprindo com o Art. 20 da Instrução Normativa 2/2019 que instrui a "distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística". Será tomado ainda como medida para ampliação de acesso o disposto no Art. 21 da IN 2/2019 da Lei 8.313, seguindo assim, o exposto nos incisos I: "I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados;"

Ficha técnica

CRISTIANE MATOS MIURA – COORDENADOR DO PROJETO Especialista em Linguística pela Unesp e em Tecnologia aplicada à Educação pela PUC - RS. Licenciada em Letras - Inglês/Português pela UNAERP – RP. CEO e Founder da Pontue. Foi líder do Grupo de Educadores Google de Ribeirão Preto até janeiro 2018. Fundadora e diretora de projetos educacionais do Akademus Educacional entre 2014 e 2017. Autora e Revisora de Material Didático para Ensino Fundamental da Editora Pearson de 2012 a 2016. Tutora Educacional da FUNCAMP - Fundação de Desenvolvimento da Unicamp de 2011 a 2013. Agente Educacional da Fundação Casa entre 2010 e 2011. Além desses trabalhos acumula outros como docente, orientadora educacional e revisora. A proponente será a Coordenador Geral, sendo assim, responsável pela gestão de todo o processo decisório do projeto. Será remunerada pelas rubricas: Coordenador do Projeto. LIVIA MARIA SILVA TOLEDO – ADMINISTADORA Bacharel em Direito pela UNIP. É COO na Pontue desde 2017. Trabalhou como Escrevente Técnico Judiciário e Chefe de Seção no Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, sendo responsável pela Coordenação de equipes entre o setor público e empresas terceirizadas, gerenciamento de prestação de contas e análise de licitações. Ainda, responsável pelo Departamento Pessoal, atuando na posse e desligamento de funcionários. EDUARDO ZENON DE FARIA E SOUSA GOUVEIA – PROFESSOR Licenciado em Letras na Universidade Federal de Uberlândia, Especialista em Linguística pela Universidade de Franca. Possui vasta experiência na área de professor, trabalha no Curso Cria Ituverava como Professor de Linguagens e Códigos e Redação desde 2014; trabalha no Colégio Jesus Maria José como Professor de Redação desde 2019; trabalhou No Curso Criar de São Joaquim da Barra como Professor de Linguagens e Códigos e Redação de 2016 a 2018, e, no Colégio Anglo de Orlândia como Professor de Redação de 2015 a 2018. Também foi professor de Inglês na Yesky idiomas entre 2009 e 2011. GISELE GONÇALVES SANTANA – PROFESSORA Licenciada em Letras, especialista em Língua Portuguesa e Inglês e pós-graduada em Língua Portuguesa, Estudos Linguísticos, Literários e Metodologias pela UNAERP e Teorias Linguísticas e ensino pela UNESP. Possui vasta experiência como professora de língua portuguesa e redação e também como autora de material didático. Entre as empresas que trabalhou estão: Curso Akadamus, Sistema COC de Ensino, Curso Êxito, entre outros. Foi ainda Colaboradora do projeto “Leitura e Companhia” juntamente com a editora Companhia das Letras e Companhia das Letrinhas e Corretora de Redação do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM).

Providência

PROJETO ARQUIVADO.