| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 53009825000133 | Usina Alta Mogiana S/A. Açucar e Álcool | 1900-01-01 | R$ 140,0 mil |
| 59850115000118 | Venturoso, Valentini & Cia Ltda. | 1900-01-01 | R$ 72,0 mil |
| 09425611000156 | GS INIMA INDUSTRIAL JECEABA S.A. | 1900-01-01 | R$ 50,0 mil |
| 00510574000100 | Beira Rio Agroindustrial Ltda. | 1900-01-01 | R$ 37,9 mil |
| 49211493000106 | BUSA - INDUSTRIAL E COMERCIAL LTDA | 1900-01-01 | R$ 18,0 mil |
| ***006168** | RONALDO VALENTINI | 1900-01-01 | R$ 12,3 mil |
| ***437728** | PEDRO DE JESUS NARDELLI | 1900-01-01 | R$ 12,0 mil |
| ***612378** | CARLOS EDUARDO VALENTINI | 1900-01-01 | R$ 10,0 mil |
| ***999958** | CLAUDIO ORLANDO BRIDI | 1900-01-01 | R$ 5,0 mil |
| ***009778** | ELAINE REGINA VALENTINI | 1900-01-01 | R$ 4,8 mil |
| ***962488** | RONALDO VALENTINI JUNIOR | 1900-01-01 | R$ 4,4 mil |
| ***301728** | ANTONIO DONIZETE SILVEIRA | 1900-01-01 | R$ 1,6 mil |
| ***261818** | LUIZ EDUARDO CARVALHO AGUIAR | 1900-01-01 | R$ 850,00 |
| ***681008** | FELIPE DE CASTRO | 1900-01-01 | R$ 500,00 |
| ***633418** | KATIA GUMIERO FERRACIOLI | 1900-01-01 | R$ 500,00 |
Este projeto consiste na oferta gratuita de cursos de formação musical, para alunos de 5 a 18 anos, de canto-coral, de instrumentos de cordas (violino, viola, violoncelo e contrabaixo), de instrumentos de sopro _ madeiras (saxofone, flauta e clarinete), de instrumentos de sopros _ metais (trompa, trompete, trombone e tuba), e piano. Prevê ainda a realização de apresentações musicais, como forma de difusão dotrabalho de formação musical, e palestras interativas sobre música instrumental erudita, como forma de atender a contrapartida social.
1) as apresentações artístico-pedagógicas mais extensas, em formato virtual, compreendem o resultado do trabalho pedagógico desenvolvido, com performances individuais e em grupos dos alunos, sendo a gravação dos vídeos sendo feitas pelos próprios alunos em suas casas, para depois seguirem para edição e publicação. Cada apresentação durará de 40 a 50 minutos;2) as apresentações artístico-pedagógicas curtas, em formato virtual, compreendem a produção de um vídeo de apenas uma obra musical, com a gravação dos vídeos sendo feitas pelos próprios alunos em suas casas e/ou no Centro Cultural Carlos Alberto Nicolau - com a adoção de todas as medidas de segurança -, para depois seguirem para edição e publicação. Cada vídeo durará de 4 a 7 minutos, a depender da composição escolhida.3) As ações de formação a serem executadas neste projeto são predominantemente de cunho erudito.
- Oferecer gratuitamente os cursos coletivos de canto-coral, de instrumentos de cordas (violino, viola, violoncelo e contrabaixo) de instrumentos de sopro _ madeiras (saxofone, flauta e clarinete), de instrumentos de sopros _ metais (trompa, trompete, trombone e tuba), e piano, com oferta de, respectivamente, 60 vagas, 80 vagas, 21 vagas, 7 vagas e 12 vagas;- Oferecer a possibilidade de acesso a uma formação artística sólida, para 180 crianças, com idade entre 6 e 18 anos;- Manter um corpo estável de jovens músicos que componham uma orquestra, um coro e grupos de câmara;- Realizar duas apresentações artístico-pedagógicas mais extensas, de forma online, com o resultado das atividades didáticas desenvolvidas, assim como produzir, pelo menos, mais quatro apresentações artístico-pedagógicas curtas, com apenas uma obra, também de forma online, com o trabalho dos corpos estáveis existentes;- Realizar três palestras interativas sobre música instrumental erudita em formato online, voltadas para estudantes e professores de instituições públicas de ensino.
São amplamente reconhecidas as contribuições que as artes proporcionam ao desenvolvimento educacional de homens e mulheres, legando sempre a possibilidade de viabilizar reais alternativas de superação de condições psíquico-físicas, econômicas e sociais adversas. No caso da música, tanto mais positivamente interventiva serão estas contribuições quanto mais cedo forem aplicadas. É neste âmbito que se justifica o uso da educação musical como instrumento essencial para se alcançar os objetivos educacionais mais altos junto a crianças da mais tenra idade: a música, diferentemente de outras artes, em especial o teatro, é mais efetiva enquanto educação artística (e física-motora) quando aplicada na educação de crianças em idades diminutas. É neste sentido que foi elaborada a concepção do projeto Música Criança (há pelo menos oito anos) no Departamento de Música da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP/USP). No entanto, só foi viabilizado há sete semestres quando surgiu a oportunidade de ação voluntária na Casa do Menor Santa Lúcia, na cidade de São Joaquim da Barra, no âmbito do centro Cultural Carlos Alberto Nicolau, criado para este fim. A partir de então iniciou-se como uma pequena ação focada em flautas doces, ampliando-se posteriormente (agosto de 2016) para um modelo que inclui: aulas coletivas e individuais de cordas friccionadas (violino, viola, violoncelo e contrabaixo), madeiras (clarinetas e flautas doces e transversais) e canto coral, tendo ainda o suporte das disciplinas teóricas. Outras disciplinas de suporte também têm funcionado: grupos de câmara e orquestra sinfônica, bem como coro com co-repetição. Para o ano de 2019, o projeto foi agraciado pelo governo federal, por meio da Secretaria Especial de Cultura, para ser financiado através de incentivo fiscal, o que proporcionou maior solidez material, recursos para contratação de novos professores, melhores condições de trabalho que recompensaram o investimento de muitos anos, através de ofertas voluntárias e mecenato, da Casa do Menor e do Centro Cultural Carlos Alberto Nicolau _ CCCAN. Inúmeras apresentações com os alunos da Casa do Menor já ocorreram desde o inicio, atestando a excelência do ensino veiculado, como participação em festivais (Festival de Inverno 2017 e Feira do Livro 2019, por exemplo). Inicialmente sem uma estrutura financeira compatível, dependendo sempre de doações oriundas das mais diversas ações, aos poucos o projeto foi se tornando inviável. Porém esta realidade se transformou parcialmente em 2019, com funcionamento através de aprovação e financiamento a partir de lei de incentivo fiscal, como já referido anteriormente. É neste sentido específico, e para que não se percam anos de labor junto a mais de 200 crianças atendidas na boa vontade de colaboradores espontâneos, doadores diligentes e, recentemente, empresas dispostas ao repasse de recursos, que o presente projeto se candidata visando sua continuidade e necessária ampliação. Por fim, este projeto soma-se a outras iniciativas que buscam contribuir com o cumprimento dos incisos I e VIII, do artigo 1o. da Lei 8.313/91. Já no artigo 3o., desta mesma lei, este projeto se compromete com: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; e a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
Como já mencionado nos objetivos específicos, serão realizada duas palestras interativas sobre música instrumental erudita, no CCCAN, abertas à comunidade de São Joaquim da Barra, com foco no atendimento de alunos e professores da rede pública de ensino. Cada palestra terá duração de uma hora, com classificação indicativa livre, com público estimado de 100 pessoas.
Síntese demonstrativa do plano pedagógico e filosofia de ensino.1. Objetivo geral: proporcionar uma importante contribuição à integralidade da formação humana em seu desenvolvimento físico, cognitivo, social e econômico, se valendo da possibilidade de servir conteúdos e vivências diferenciadas, algo que, desde 2020, tem se tornado ainda mais relevante, uma vez que as mudanças impostas pela pandemia têm imposto novas formas de vivências, consequentemente afetando os outros tópicos.2. Objetivos Específicos:a) Contribuir para a formação educativa integral do aluno por meio da arte, com foco na formação de um estofo cultural que sirva não só como complemento, mas também como fermenta de vivências sociais mais ricas ao longo da vida (inserção social);b) Propiciar o acesso à arte da música universal (inserção artístico-cultural), em especial através de modelos híbridos de ensino (presencial e remoto), praticamente incontornáveis a partir de 2020.c) Como efeito colateral das ações em âmbito escolar, encaminhar jovens músicos para posterior formação acadêmica, projetando suas inserções no universo tão diversificado da arte e buscando a longo prazo a formação de músicos profissionais (profissionalização), dentre aqueles que, obviamente, se decidirem por este encaminhamento;3. Justificativa:A grande demanda por cuidados com a educação brasileira tem sido suprida, em parte, por programas alternativos, consubstanciados através de projetos de cunho sociocultural. O grande hiato que separa o programa de canto orfeônico implantado por Heitor Villa-Lobos nos anos 30 do século XX, e a atual aprovação da música como disciplina obrigatória na escola regular, demonstra o quanto é necessário ainda uma vinculação da arte com a educação, não só na compensação dos inúmeros malogros advindos deste mesmo hiato, como na possibilidade de proporcionar inclusão social, profissionalização técnico-artesanal e real acesso a obra de arte, evitando assim o que o teórico francês Pierre Bourdieu aponta em seus estudos: que o acesso à arte ?gratuito, mas facultativo? passe a ser efetivamente um acesso à linguagem artística. Esta necessidade deve ser vista agora também sob o ponto de vista ontológico e psicológico, não apenas social, uma vez que a pandemia de 2020/2021 implica novos desafios ao ensino das artes, agora demandador de um domínio tecnológico antes dispensável.Além disso, das muito reconhecidas contribuições que as artes proporcionam no desenvolvimento educacional do ser humano – fomento ao desenvolvimento cognitivo, formação humanística a partir da fruição do contato com o outro, disciplina física e psicológica baseada em ideais de auto-superação –, a possibilidade de viabilizar reais alternativas de superação de condições sociais adversas justifica o uso da educação musical como instrumento essencial para se atingir tais intenções, o que, a partir do contexto da pandemia, implica também o acesso dos alunos aos recursos tecnológicos virtuais.A música, em sendo dentre as artes aquela cuja apreensão se dá melhor na mais tenra idade, tem também outra peculiaridade: na adolescência temos, na possibilidade da existência de formação anterior, um período sensível, por onde se define a excelência de das habilidades musicais de um jovem músico; no entanto, a faixa etária onde o aprendizado comprovadamente mais fecundo e definidor de caminhos ocorre é justamente aquele que parte dos anos da primeira infância, até os 9 anos, justamente o que compreende os anos que abrangem o espaço entre o primeiro e quinto anos do ensino infantil. Com todas as possibilidades cognitivas em plena efusão de potencialidades, nenhum momento pode ser considerado melhor do que este para uma inserção radical (no sentido etimológico de enraizamento) das mais diversas artes, no qual o movimento muscular fino, o refinamento cognitivo e a percepção auditiva possam ter impacto.4. Carga horária:Cada aluno cursa disciplinas essenciais, que correspondem ao nosso método de trabalho, privilegiando o ensino coletivo. A aplicação de uma metodologia baseada no ensino coletivo de instrumentos e teoria musical tem especial afinidade com o universo escolar, onde os outros tipos de saberes se dão justamente desta forma. No caso das necessárias adaptações ocorridas em 2020 e que permanecem em 2021, deve-se compreender a seguinte exposição no âmbito do ensino a distância tanto síncrono quanto assíncrono, adaptados para a instabilidade imposta pela pandemia e as possíveis idas e vindas das aulas presenciais. Portanto, as aulas serão divididas e inseridas da seguinte forma:4.1 – aulas virtuais de clarinete (em dó ou sib), flauta (transversal) e saxofone (soprano e alto):a) com no máximo 6 alunos para clarinete, 6 para flautas, 6 para saxofone. Duração 30 minutos. Ênfase na aprendizagem de elementos técnicos mais finos e específicos, incluindo as primeiras noções de teoria musical aplicadas ao ensino prático do instrumento (solfejo, percepção, teoria básica: divisão, alturas, valoração das notas musicais).b) com dois grupos de 9 alunos, perfazendo o total de 18 alunos (os mesmos 6 para cada instrumento, clarinete, flauta e saxofone), segundo exigência musical de equilíbrio e nível técnico no formato de música de câmara ou ensaio de naipe. 30 minutos cada grupo.c) 1h com todos juntos, integrando a orquestra acadêmica. Ênfase na aprendizagem coletiva em maior escala, pressupondo a divisão em naipes, a percepção prática da abordagem polifônica e politimbrística, a vivência coletiva com as diferenças, ressaltadas metaforicamente pela necessidade de harmonia entre os naipes. Tempo na orquestra acadêmica: 1h30 de ensaio/aula.d) Atendimento, além das aulas individuais, de 2 turmas de manhã e duas à tarde, contabilizando o atendimento de 18 alunos.4.2- Aulas virtuais (individuais) de violino, viola, violoncelo e contrabaixo: com instrumentos adaptados para o ensino da viola e do contrabaixo (violinos e violoncelos com afinação diferenciada para servirem como contrabaixo e viola, de forma que o tamanho se adapte a alunos com entre 5-18 anos):a) A primeira divisão ocorre com aulas individuais de 30 minutos para os 42 alunos de cordas, com ênfase na aprendizagem de elementos técnicos mais finos e específicos (exercícios de escalas e arpeggios; aspectos rítmicos trabalhados em cordas soltas, aplicação de direcionalidade de arcos para todos os exercícios técnicos); inclusão das primeiras noções de teoria musical aplicadas ao ensino prático do instrumento (solfejo, percepção, teoria básica: divisão, alturas, valoração das notas musicais).b) A segunda divisão ocorrerá com os mesmos 40 alunos, agora divididos em orquestra infantil e orquestra acadêmica. E mais a admissão de 60 alunos para iniciação do instrumento em sistema de musicalização coletiva, em grupos separados, com objetivo de, após um ano, estarem aptos para aulas individuais, perfazendo um total de 100 atendimentos/vagas. Neste caso há ênfase na aprendizagem coletiva em maior escala, pressupondo a divisão em naipes trabalhados em forma de produção de repertório - sempre com arranjos especiais de melodias folclóricas ou métodos existentes (como 'Stringbuilder', Suzuki e outros de mesma natureza) - orientando a prática de orquestra de cordas visando não só a produção de repertório, mas também a percepção prática da abordagem polifônica e politimbrística, a vivência coletiva com as diferenças, ressaltadas metaforicamente pela necessidade de harmonia entre os naipes. No caso acima apresentado, as adaptações virtuais visam a montagem de ?collabs? (vídeos musicais de colaboração coletiva editados em estúdio, de modo a preservar a segurança dos alunos, que gravam em casa ou com o professor individualmente). Essa forma de colaboração coletiva a partir de inserções individuais acaba por ser o modus operandi possível de ensino coletivo para resultados artísticos coletivos, uma vez que aglomerações de alunos e programas orquestrais (que pressupõe ajuntamento de alunos no palco) têm se mantido ainda, infelizmente, inviáveis. Essa forma de collab tem sido a saída mais efetiva e eficaz mesmo em países do dito ?primeiro mundo’.c) Serão atendidas 4 turmas, entre individuais e coletivas, totalizando 100 alunos.d) Os 40 alunos que fazem aulas individuais também tocam na orquestra acadêmica, em ensaio de 1h30 com os demais.4.3- Aulas virtuais (individuais) de trompa, trompete, trombone e tuba: será ministrada pelo mesmo professor, de modo que haja economia funcional.a) A primeira divisão ocorre com aulas individuais de 30 minutos para os 12 alunos mais adiantados sem levar em consideração o instrumento específico, com ênfase na aprendizagem de elementos técnicos mais finos e específicos (exercícios de escalas e arpeggios; aspectos rítmicos trabalhados tais quais embocadura, exercícios de respiração diafragmáticos, apoio, bem como inclusão das primeiras noções de teoria musical aplicadas ao ensino prático do instrumento (solfejo, percepção, teoria básica: divisão, alturas, valoração das notas musicais).b) A segunda divisão ocorrerá com os 12 restantes, agora divididos em grupos coletivos de iniciação, segundo critério de divisão por nível técnico, estabelecido pelo docente, com objetivo de, após um ano, estarem aptos para aulas individuais, perfazendo um total de 24 atendimentos/vagas. Neste caso há ênfase na aprendizagem coletiva em maior escala, pressupondo a divisão em naipes trabalhados em forma de produção de repertório - sempre com arranjos especiais de melodias folclóricas ou métodos existentes.c) 6 alunos dentre os que fazem aulas individuais também tocam na orquestra acadêmica, em ensaio de 1h30 com os demais, enquanto os outros 6 atuam em grupo de câmara, havendo revezamento entre os dois grupos de 6 – forma de garantir o equilíbrio da orquestra.4.4 - Aulas de virtuais de piano individual: ênfase em co-repetição e acompanhamento.a) Há apenas aulas individuais de 40 minutos para as 8 vagas, com ênfase na aprendizagem de elementos técnicos mais finos e específicos (exercícios de escalas e arpeggios; aspectos rítmicos trabalhados a partir de métodos consagrados pela tradição); inclusão das primeiras noções de teoria musical aplicadas ao ensino prático do instrumento (solfejo, percepção, teoria básica: divisão, alturas, valoração das notas musicais).b) os alunos com melhor desenvolvimento se revezam na participação em grupode câmara e na orquestra acadêmica. Bem como experimentam acompanhar o coro.4.5 – Aulas virtuais (coletivas) de canto coral (1hora semanal):a) As questões relativas ao ensino à distância síncrono e assíncrono se mantém também aqui, procurando-se, no entanto, atender aos comprovados êxitos de uma tradição mais antiga de aplicação do canto coral nas escolas – outrora referenciado como canto orfeônico –, a formação de turmas de canto coral auxilia numa forma dinâmica de interdisciplinaridade com as disciplinas (devido à possibilidade de interação dinâmica dos conteúdos com a linguagem verbal do repertório coral). A possibilidade última de um trabalho sem oneração material – a voz e um instrumento harmônico de acompanhamento bastam para o atendimento de muitos alunos – apontam ainda mais para os benefícios, há muito conhecidos, desta prática nas escolas.b) Atendimentos: 2 turmas, cada uma com no máximo 35 alunos. Total: 1 hora para cada turma, estando todas reunidas em horário especifico para mais 1 hora; doravante 70 atendimentos.Ao todo cada aluno cumpre uma carga horária mínima de 3 horas por semana. Para a realização desses intuitos, os professores têm autonomia e mobilidade metodológica dentro de nosso tripé pedagógico, sendo instruídos a trabalharem de forma individualizada segundo a necessidade de cada aluno, sem perder de vista sua interação social, e a unidade filosófica geral do projeto.6. Público-alvo:Crianças e pré-adolescentes que vivem em situação de alto risco, casos de alta complexidade em suas demandas sociais – devido a situações econômicas, materiais ou educacionais precárias – oriundas da cidade de São Joaquim da Barra.O foco, como já relatado anteriormente, é no atendimento ao público infantil, pois se compreende que no caso específico da arte musical, a aptidão melhor atendida no âmbito da formação, em especial no ambiente escolar, corresponde a faixa de parte da primeira infância até os 10 anos.6. Metodologia, material didático e resumo dos conteúdos:No intuito de contribuir para uma formação integral do público-alvo, os conteúdos são distribuídos em forma de disciplinas específicas, que se relacionam de forma interdisciplinar e, por vezes, transdisciplinar. O objetivo do projeto pedagógico é oferecer tanto um panorama técnico-artístico no âmbito da formação integral artística relacionada à formação integral regular, doravante complementar e inserida aos conteúdos da escola normal regular.A proposta consiste na manutenção de uma filosofia educacional que possa unificar os ideais e os objetivos de cada professor, e não necessariamente uma metodologia estanque e única para ser usada em cada uma das ramificações epistemológicas. Apesar deste critério de autonomia, é inegável que certa unidade metodológica se faça necessária em decorrência da justa adequação do ensino a parâmetros de unificação imperativos no ensino coletivo: uso do mesmo material impresso e dos mesmos métodos de aprendizagem técnica. Esta é uma forma imperativa também para que os professores que estejam em uma mesma sala – e no presente caso serão sempre 2 ou mais (cordas graves, cordas agudas; flauta e clarinete; coro e co-repetição etc.) – dêem conta de manter certa unidade no ensino de muitos alunos ao mesmo tempo, podendo ainda, com o tempo, ampliar os atendimentos.Assim sendo, o trabalho de cada professor nas aulas coletivas é guiado pela filosofia pedagógica e artística que postulamos. Ou seja, que procura uma terceira via entre as inovações e abordagens mais recentes oriundas da escola nova – trabalho de humanização, educação musical como ferramenta e suporte da educação geral, apreciação musical, coral como ferramenta socializante, ensino coletivo, etc. – e do estudo técnico mais tradicional – aquele no qual o alunos são submetidos a um programa geralmente progressivo nas aulas individuais de instrumento, que visam um desenvolvimento técnico baseado na tradição dos clássicos (Galamian, Sevcic, Kreutzer, Fiorillo etc.), ou nas disciplinas teóricas (Hindemith, Schoenberg, Gramani, Kuhn, Willems, Orff, Dalcroze, Grout/Palisca, Roy Bennet).É uma forma metodológica de abordar a diversidade que normalmente surge como demanda, respeitando ainda as diferenças epistemológicas entre as áreas do saber musical. Além dos autores já citados, que fornecem grande parte do material didático (para os menores parte do legado do método Suzuki e Strings Essentials), ainda há a proposta de criação/invenção de material didático próprio, baseado em arranjos/composições encomendadas para as especificidades do projeto, o que enriquece ainda as possibilidades de criação-publicação de material original.Síntese das atividades relatadas, aqui apresentadas em fluxo:a) Aulas de Instrumento: a espinha dorsal do projeto se realiza na formação de jovens educandos, aos quais são oferecidas as seguintes opções iniciais: flautas (transversal e, em casos excepcionais, doces soprano, contralto, tenor e baixo); clarinete; violino; viola, violoncelo, contrabaixo.b) Aulas de Coral: elemento crucial na formação musical humana, as aulas de coral são parte indispensável dentre as disciplinas musicais oferecidas. As possibilidades do canto coletivo são exploradas no intuito de agregar habilidades aos alunos, bem como servir como um veículo de socialização entre eles.c) Aulas de Teoria/apreciação musical: funcionam não só como parte indispensável da formação do instrumentista/cantor, mas também possibilitam uma inicial imersão na música sinfônica e de câmara de todos os tempos, em especial quando aplicada segundo novas tendências do ensino coletivo, já bastante pesquisado em ambiente acadêmico, onde uma aprendizagem em mais tenra idade deve não ser epistemologicamente isolada – como aulas de teoria abstrata, melhor adequada à adolescentes – mas em concomitância com as aulas práticas, conforme já relatado anteriormente.d) Aulas de Prática de câmara/orquestra: buscam suprir necessidades fundamentais para a formação do estudante de música, ou seja, aprender a tocar em grupo, trabalhar em equipe e praticar música em ambiente de sociabilização. Buscando sempre contemplar não somente a prática performática, mas também a composição musical, serão estudados não somente os grandes clássicos musicais, mas também obras recém escritas de compositores contemporâneos.
Produto Curso / Oficina / Estágio:1) Acessibilidade física: não se aplica.2) Deficiência auditiva, visual e/ou cognitiva: atendimento de alunos com estas deficiências caso tenham interesse. Os professores farão algumas alterações no processo de ensino-aprendizagem justamente para poder atender esses alunos com deficiência, ou seja, deverão 2.1) dar atenção mais individualizada a eles e, no caso do atendimento online, sempre ao vivo, com chat falado em tempo real; 2.2) proporcionar um tempo maior para praticar determinada técnica; e 2.3) criar uma boa dinâmica na sala, seja online ou presencial, informando das peculiaridades desses alunos, e propiciar situações lúdicas para que todos compartilhem das atividadesProduto Apresentação Musical:1) Acessibilidade física: não se aplica.2) Deficiência auditiva: intérprete de libras.3) Deficiência visual e/ou cognitiva: não se aplica.Produto Contrapartida social:1) Acessibilidade física: não se aplica.2) Deficiência auditiva: intérprete de libras.3) Deficiência visual e/ou cognitiva: não se aplica.
Produto Curso/Oficina/Estágio: em atendimento ao disposto no Artigo 21 da Instrução Normativa no. 2/2019 do Ministério da Cidadania, adotaremos VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil. As vagas oferecidas são destinadas a crianças e adolescentes da Casa do Menor Sta. Lúcia (80 %) e o restante para toda comunidade com restrição de recursos financeiros e, muitas vezes, em situação de vulnerabilidade. Produto Apresentação Musical: em atendimento ao disposto no Artigo 21 da Instrução Normativa no. 2/2019 do Ministério da Cidadania, adotaremos: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22. Produto Contrapartida social: em atendimento ao disposto no Artigo 21 da Instrução Normativa no. 2/2019 do Ministério da Cidadania, adotaremos VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil.
Lucas Eduardo da Silva: representante legal da empresa proponente; coordenador geral e coordenador administrativo/financeiro deste projeto, com remuneração. Ladson Bruno Mendes: coordenador pedagógico. Maria Ap. da Silva Costa: coordenadora técnica. Marcos Fuzaro, Ayala Sousa, Lincoln Reuel Mendes, Igor Picchi Toledo, Paula Naime, José Mario Matsumoto, Daniel Isaías Fernandes, Fernando Correia, Gladys Pádua: professores de instrumento. Outros dois professores de instrumentos ainda não estão definidos. Alexandre Mazzer Perticarrari: professor de canto coral, co-repetição e teoria. Lucas Eduardo da Silva (Lucas Galon – nome artístico) - Doutor e Mestre em Artes - Musicologia - pela Universidade de São Paulo (ECA/USP, 2016 e 2011 respectivamente). Graduado em Música pela Universidade de São Paulo (ECA-USP Ribeirão Preto, 2006). Atualmente, trabalha como professor do curso de Licenciatura Plena em Música, da Universidade de Ribeirão Preto/UNAERP - Composição, Arranjo, Regência Coral, História e Filosofia da Música. Atua também como professor substituto na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). É coordenador artístico-pedagógico, compositor e professor nos projetos de ensino música da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto; atua como coordenador pedagógico da ALMA, sendo um de seus idealizadores; é membro efetivo do grupo de pesquisa NAP - CIPEM na Universidade de São Paulo (FFCLRP/USP). Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Educação Artística, atuando principalmente nos seguintes temas: História da Música, História da Arte, Estética Musical, Composição Musical, Arranjo e Regência. Ladson Bruno Mendes – Iniciou seus estudos de violoncelo com Rosângela A. Masseto em Ribeirão Preto/SP, obtendo, em seguida, orientações de Robson Fonseca. Em 2005, participou do Festival de Música de Domingos Martins – ES, onde teve aulas com JedBarahal da Polônia, ganhando o prêmio de “destaque do festival” no seu instrumento. Ingressou para a Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto, em 2007, e no mesmo ano integrou o Quarteto Major ao lado de grandes músicos como Gabriel Mateos (Argentina). É formado em Bacharel em Instrumento, pela Universidade de São Paulo (ECA-USP Ribeirão Preto). Atua na Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto, chefe do naipe de violoncelos da Orquestra Filarmônica de São Carlos e violoncelista do Quarteto de Cordas da Filarmônica de São Carlos. É coordenador do Projeto Guri, Governo de São Paulo, e professor de violoncelo da Alma - Academia Livre de Música e Artes de Ribeirão Preto e do Projeto Kabuki, também em Ribeirão Preto. Maria Aparecida da Silva Costa – é formada em Piano Clássico pelo Conservatório Municipal Fabiano Lozano de São Joaquim da Barra/SP; é licenciada em Pedagogia pela UNIMES; faz o curso de licenciatura em Música também pela UNIMES. Trabalha como professora de música no Conservatório Municipal Fabiano Lozzano e na Casa do Menor Santa Lúcia, em São Joaquim da Barra/SP. É coordenadora do Projeto Música Criança, realizado pela parceria entre o Departamento de Música da USP Ribeirão Preto e pela Loja Maçônica Joia Fraternal Jorge de Lollo de São Joaquim da Barra, tendo como patrocinador, Carlos Alberto Nicolau. Marcos Fuzaro –Fez curso técnico em violino pelo Conservatório Estadual de Música Renato Frateschi. De 1986 a 1988, integrou a Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto/SP, na qualidade de instrumentista. De 1994 a 2016, integrou o corpo docente do Conservatório Estadual de Música Renato Frateschi. De 1998 a 2003, integrou a Orquestra Sinfônica de Barretos/SP, na qualidade de instrumentista e professor de violino/viola clássica. De 2006 a 2014, integrou o corpo docente da Fundação Cultural Calmon Barreto de Araxá/MG. De 2006 a 2008, participou do Festival de Cordas Nathan Shwartzman, em Uberlândia. Em 2015, foi professor de violino da Fundação Cultural de Uberaba/MG. Ayala Carla de Sousa – é bacharel em violino pela Universidade de São Paulo, professora e membro da Suzuki Asssociation Theacher of the Americas. Especialista em ensino coletivo infantil, sob orientação de renomados professores como Shinobu Saito e José Márcio Galvão. Participou de cursos ligados ao ensino entre eles Emile Jacques Dalcroze com o professor Iramar Eustachio Rodrigues. Participou do festival Música nas montanhas na cidade de Poços de Caldas nos anos de 2012 e 2016 tendo como professores Betina Stegman, Nelson Rios e Carmelo de los Santos. Atualmente ministra aulas no instituto Aparecido Savegnago na cidade de Sertãozinho, Academia livre de música e artes (Alma – Núcleo II) e no projeto Música-Criança em parceria com a Universidade de São Paulo (São Joaquim da Barra). Lincoln Reuel Mendes - iniciou seus estudos de piano clássico em 1997 com a professora Lúcia Garcetti na cidade de Franca. Em 2005 deu início a seus estudos de contrabaixo com o Professor Alexander Iurcik (Rússia) e em 2007 começou a ser orientado pelo Professor Diócles Ribeiro (Brasil). Em 2009, integrou o naipe de contrabaixo da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto. Neste mesmo ano entrou para Faculdade de Música da USP em Ribeirão Preto tendo sido orientado pelo professor Thibalt Dellor (França). Participou de festivais como: Música nas Montanhas em Poços de Caldas (Edição 2012, 2015), Festival Internacional de Música de Uberlândia (2011), Festival Internacional de Música de São Carlos e V Encontro Internacional de Contrabaixos (Argentina). Dentre aulas regulares e marterclasses recebeu orientações de renomados professores como Daniel Marelier (França), CatalinRotaru (Romênia) e Marcos Machado (UniversityMisssispi, EUA). Em 2011 a 2013 atuou como primeiro contrabaixo na Orquestra Filarmônica da USP. Foi professor e regente do Projeto Guri e Orquestra da Oscip Sabiá (Altinópolis) e hoje atua como professor da Instituição Aparecido Savegnago (Sertãozinho), do Projeto Kabuki (Ribeirão Preto) e da Alma – Academia Livre de Música e Artes (Ribeirão Preto). Igor Picchi Toledo – É formado em música pela USP Ribeirão Preto (2015), tendo aulas com professores como Rubens Ricciardi, Rodolfo Coelho de Souza, Silvia Berg, entre outros. No início de 2012 e 2013, participou do Festival Internacional “FiatoalBrasile I” / “Fiato al Brasile II”, em Faenza na Itália. Também, em 2012, participou do projeto da oficina de sopros da OSESP Itinerante e do Festival Musica Nova, como espectador e membro atuante. Assistiu workshops, participou de oficinas e participou de concertos com os renomados Gabriele Mirabassi, Sergio Burgani (OSESP), Joel Barbosa (UFBA) e Silvio Zalambani (Conservatório ‘A. Scontrino’ de Trapani – Itália). Na USP-RP, é primeiro clarinetista da USP-Filarmônica. Atual integrante da Mogiana Jazz Band e do Quinteto de Sopros Pau a Pique. É professor de clarinete da Alma - Academia Livre de Música e Artes de Ribeirão Preto. Paula Naime – Licenciatura em Educação Artística com habilitação em Música na Escola de Comunicações e Artes em Ribeirão Preto ECA- USP (turma 2004). Cursando pedagogia na Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto (8º semestre). Atualmente leciona flauta transversal e piano na escola livre de música “Ad Libitum” em Ribeirão Preto, flauta transversal na Instituição “Aparecido Savegnago” (projeto Elma – Escola Livre de Música e Artes), em Sertãozinho, e Artes na escola SEVIME em Cravinhos. José Mário Cezário Matsumoto – é formado em música pela ECA-USP. Já integrou diversas bandas da cidade e região. Atuou como professor de metais e percussão nas cidades de Ribeirão Preto, São Carlos, Sertãozinho e Pontal. Atualmente, é trombonista da Banda Mogiana, Q. Jazz Quarteto e acompanha alguns artistas como Fernanda Marx e Gabriel Locher. É professor de metais nos Projetos USP/Música Criança (São Joaquim da Barra) e Projeto Guri (Sertãozinho) e na Instituição Aparecido Savegnago (Sertãozinho) na qual dirige a Orquestra de sopros e percussão. Daniel Isaías Fernandes – nascido em Ribeirão Preto, iniciou seus estudos musicais em 2002 na Igreja Evangélica Assembléia de Deus (Sede), com o professor Adiel Gomes Pereira. Em 2003, deu início a seus estudos de viola com o professor Rodrigo Braga e logo em seguida começou a ser orientado pelo Professor Doutor Gabriel Santiago Mateus (Argentina). De 2005 a 2012, integrou o naipe de violas da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto. Em 2006, entrou no Departamento de Música da FFCLR/USP, em Ribeirão Preto, dando continuidade a seus estudos de viola com o Professor Ricardo Kubala e Horácio Shaefer. Dentre aulas regulares e marterclasses recebeu orientações de renomados professores como Renato Bandel, Marcelo Jaffé, Elisa Fukuda, Carmelo de los Santos, Eliane Tokeshi, Alejandro Drago, Pablo de Leon, Cláudio Cruz, Horácio Schaefer, Glesse Collet, Guilles Apap, Nicolas Koeckert, Alexandre Razera, Gabriel Marin e pelos componentes do quarteto Stanisas (França). Atuou como professor na Instituição Aparecido Savegnago de Sertãozinho, na Igreja Assembleia de Deus (Sede e Maria Casa Grande), na creche Alvorada e no projeto Orquestra Viva em Araxá (Minas Gerais). Atualmente é professor de violino e viola no projeto Jubal (Jaboticabal) e Música Criança em São Joaquim da Barra. Fernando Correia – graduado em música pela Universidade de São Paulo sendo aluno de Ricardo Kubala e Horácio Shaefer. Atuou como violista na YOA (Orquestra das Américas) em turnê pelo Chile. Atualmente é violinista da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto e desenvolve intenso trabalho no ensino musical. Gládys de Pádua – possui graduação em Comunicação Social (1999), especialização em Educação pela Universidade Federal de Lavras (2002), graduação em Pedagogia pela Universidade Luterana do Brasil (2009) e cursou Música - bacharelado em piano - pela Universidade de São Paulo (2014). Tem experiência na área do ensino musical, com ênfase em piano, pedagogia musical e do piano como também piano acompanhador. Alexandre Mazzer Perticarrari – pianista e cantor, licenciado em Música pela Universidade de Ribeirão Preto. Aluno da classe de canto de Maria Yuka de Almeida Prado no Departamento de Música da FFCLRP (USP) de Ribeirão Preto e de Davide Rocca (Itália). Atuou na educação musical em diversos projetos, lecionando instrumento, canto e regência coral. Regente dos corais Memorie d’Italia, De Canto em Canto e Adevirp. Atuou também junto aos corais Coopercitrus, ArtSol, Coral da USP Ribeirão, Infantil da Escola Waldorf João Guimarães Rosa, Centro Médico Unimed e Coro Experimental da Unaerp. Participou dos festivais Corearte (Espanha), MRF (Itália), Festival de Música de Londrina e do Encontro Internacional de Música Coral e de Educadores Musicais na USP Ribeirão Preto. Estreou como o personagem “Colas” na Ópera “Bastien und Bastienne” de W. A. Mozart com a USP Filarmônica sob a regência de Rubens Russomano Ricciardi.
Projeto encaminhado para avaliação financeira