| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 09257877000137 | FERROVIA NORTE SUL S/A | 1900-01-01 | R$ 999,0 mil |
O projeto pretende gerar e difundir saberes, entre jovens e agentes culturais do município de Paracatu, Minas Gerais,acerca da memória e do patrimônio imaterial local. Para tanto, prevê ações de pesquisas para a produção de um diagnóstico da cultural local, formação de educadores e oficinas formativas em educomunicação nos quais os agentes produzirão conhecimento sobre dinâmicas culturais, estimulando seu protagonismo na transmissão e na preservação de tradições culturais do rico patrimônio brasileiro. As atividades formativas previstas darão origem a uma publicação e a peças artísticas e midiáticas que serão difundidas na Mostra de Educação Patrimonial com a Comunidade, a ser realizada em Paracatu.
Publicações:1. Livro colorido e ilustrado que vai trazer conteúdos de atividades pedagógicas efetivas e inovadoras a respeito de temas ligados à memória cultural e ao patrimônio imaterial local. A proposta da obra é ser um instrumento de promoção da educação patrimonial junto a professores e estudantes de escolas públicas. Da tiragem total, 2100 serão destinados ao público participante das formações do projeto e 5000 serão uma versão estendida do material, que será amplamente distribuído entre redes de ensino de rede pública do país. 2. Livro colorido e ilustrado que vai trazer textos e imagens que recuperam elementos da memória cultural e do patrimônio imaterial de Matozinhos. Produção resultante das pesquisas indicadas no objetivo específico n. 3 deste projeto. A proposta é que a obra seja realizada de forma colaborativa com artistas e agentes culturais do município, configurando-se como resultado da sistematização do mapeamento realizado acerca de expressões culturais populares componentes do patrimônio local. Tiragem: 300Mostras: O projeto prevê a realização de dois eventos de culminância ?Mostra Virtual do Laboratório de Cultura e Design Colaborativo? e uma exibição presencial – a mostra ?Estação de Memórias? – com os resultados do processo de mapeamento em Matozinhos (MG) indicado no objetivo específico 3. Trata-se de um espaço de exibição de fotografias, peças gráficas, conteúdos sonoros, em vídeo e multimídia desenvolvidos ao longo do projeto. No caso da mostra virtual, os resultados serão exibidos em portal virtual do projeto e será realizada uma transmissão ao vivo com participações dos alunos e professores que fizeram parte do projeto. No caso da exibição presencial, além da exibição dos produtos criados e materiais mapeados, poderão ser explorados recursos interativos, para dar visibilidade às expressões culturais componentes do patrimônio estudado. A exibição presencial em Matozinhos ficará aberta para visitação pública e gratuita por pelo menos 1 ano, com público estimado de no mínimo 1000 pessoas, ao longo do ano (considerando as medidas de prevenção à infecção pelo novo coronavírus, as visitações deverão ser agendadas, respeitando as normas de segurança sanitária vigentes no momento da realização). O espaço para a mostra foi disponibilizado gratuitamente por meio de parcerias entre a proponente, a comunidade local e a patrocinadora do projeto. A classificação indicativa de ambas as obras é livre para todos os públicos nos termos previstos no Guia Prático – 2012 da Secretaria Nacional de Justiça/MJ.
Objetivo geral Desenvolver um programa de formação de agentes juvenis e culturais comunitários, envolvendo pesquisa e produções colaborativas em arte e comunicação, com vistas a contribuir para a valorização, a difusão e o fortalecimento da memória e do patrimônio imaterial das áreas abrangidas pelo projeto.Objetivos específicos1. Desenvolver o Laboratório de Cultura e Design Colaborativo, no qual crianças e adolescentes na faixa dos 8 aos 14 anos participarão de formação a distância em educomunicação sobre temas ligados à preservação da memória e do patrimônio imaterial de seus territórios. As atividades previstas envolvem criação colaborativa, pelos participantes, de produtos artísticos e midiáticos em linguagens diversas (como vídeo, fotografia, grafite, artes gráficas e visuais, GIFs e outros produtos para web) a respeito dos temas da memória e do patrimônio imaterial local. A proposta é que esse processo gere dinâmicas criativas de produção de saber sobre as identidades e as tradições do território, fomentando sua valorização junto ao público juvenil, bem como abrindo portas para seu compartilhamento com o restante da comunidade, por meio de exibição em mostra virtual (ver objetivo específico 4). As atividades do laboratório serão realizadas em, pelo menos, 10 escolas e terão duração total de 16h (divididas entre vídeo aulas e atividades auto instrucionais) com a participação de 2.000 crianças e adolescentes ao todo. Os estudantes participantes do Laboratório de Cultura e Design Colaborativo serão selecionados a partir da mobilização de professores participantes de um programa de formação para educadores de escolas públicas, que será oferecido por este projeto e descrito no objetivo 2. 2. Criar um programa de formação para educadores de escolas públicas com vistas à formação de competências voltadas ao desenvolvimento de atividades pedagógicas efetivas e inovadoras a respeito de temas ligados à memória cultural e ao patrimônio imaterial local. A proposta é criar um edital de participação, que tenha abrangência nacional, para selecionar educadores de diferentes disciplinas (língua portuguesa, artes, estudos sociais, entre outras, a depender da demanda das escolas) que tenham interesse em se capacitar para o desenvolvimento de projetos baseados em métodos ativos de aprendizagem, nos quais os alunos ocupam papel protagonista na construção de conhecimento e podem articular os saberes produzidos, no âmbito da educação patrimonial, a suas vivências culturais cotidianas. Serão selecionados 100 educadores de escolas públicas que se comprometerem a, cada um, mobilizar 20 estudantes para participação no Laboratório a distância ofertado pela AIC e a darem sequência à realização de outras atividades e projetos próprios junto a esses alunos. Poderão participar quaisquer professores de escolas públicas do país. Haverá ampla divulgação da oportunidade, em especial nos territórios aonde a proponente já tem atuação histórica. Serão tidos como critérios de seleção para participação dos educadores: diversidade de gênero e raça, participação em projetos, grupos ou iniciativas culturais de seus territórios, potencial de multiplicação e aplicação da formação nos territórios. A formação para educadores terá 40 horas de duração (divididas entre encontros síncronos, vídeo aulas e atividades auto instrucionais) e vão envolver 100 educadores. As ações prevêem ainda, o acompanhamento, pela equipe da proponente, da concepção de pelos menos 10 projetos educativos contendo planos de atividades de educação patrimonial elaborados pelos professores participantes, considerando as especificidades de seus territórios e contextos socioeconômicos dos estudantes com os quais trabalham. A proposta é que os projetos sejam executados pelos educadores em suas respectivas escolas e que o acompanhamento de toda a concepção da proposta seja realizado de forma remota, por meio de plataforma virtual, contatos telefônicos e via redes sociais. Além dos materiais entregues a professores e estudantes participantes, será criada uma versão estendida do material pedagógico, a serem distribuídos nas redes de ensino público para multiplicação de um compilado das experiências de educação patrimonial realizadas no projeto, de maneira que se torne uma referência metodológica importante para a multiplicação e disseminação dos conhecimentos produzidos.Esse material terá tiragem de 5000 exemplares. 3. Realizar um diagnóstico colaborativo voltado à pesquisa, ao mapeamento e à difusão das iniciativas de cultura popular componentes do patrimônio imaterial de Matozinhos (MG). Essa frente envolverá pelo menos 20 pessoas do município, entre artistas, produtores de cultura popular e estudiosos do tema. Em um percurso de atividades com 40 horas de duração, o grupo vai elaborar, de forma participativa com a AIC, um mapeamento de expressões e iniciativas de cultura popular, bem como de elementos e tradições componentes do patrimônio local. A partir desse levantamento, será elaborada uma publicação contendo um inventário de grupos e saberes mapeados, além de peças gráficas (pop cards ou flyers) de divulgação dos grupos e realizações culturais. A publicação será ilustrada e terá pelo menos 56 páginas, trazendo imagens e textos que registrem os saberes componentes do universo cultural mapeado e terá tiragem de 300 exemplares impressos. 4. Implantar duas Mostras finais sendo uma ?Mostra Virtual do Laboratório de Cultura e Design Colaborativo? e uma exibição presencial, mostra ?Estação de Memórias? com os resultados do processo de mapeamento em Matozinhos (MG) indicado no objetivo específico 3. A proposta é que, nessa ação de culminância, sejam exibidas fotografias, peças gráficas, conteúdos sonoros, em vídeo e multimídia desenvolvidos ao longo do projeto. No caso da mostra virtual, os resultados serão exibidos em portal virtual do projeto e será realizada uma transmissão ao vivo com participações dos alunos e professores que fizeram parte das atividades. No caso da exibição presencial, além da exibição dos produtos criados e materiais mapeados, poderão ser explorados recursos interativos, para dar visibilidade às expressões culturais componentes do patrimônio estudado. A exibição presencial em Matozinhos ficará aberta para visitação pública e gratuita por pelo menos 1 ano, com público total estimado de no mínimo 1000 pessoas, ao longo do ano (considerando as medidas de prevenção à infecção pelo novo coronavírus, as visitações deverão ser agendadas, respeitando as normas de segurança sanitária vigentes no momento da realização). O espaço para a mostra já foi disponibilizado gratuitamente por meio de parcerias entre a proponente, a comunidade local e a patrocinadora do projeto.
A preservação, a proteção e a valorização da memória, das tradições e do rico patrimônio cultural brasileiro constituem um dos objetivos centrais da Lei Federal 8.313/91. Por meio do projeto ora proposto, a AIC se alinha às diretrizes firmadas pelo Estado brasileiro, no campo do fortalecimento e da difusão da cultura. O projeto se enquadra nos incisos presentes no Art. 1º da referida norma, que estabelece entre suas finalidades, ?apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores? (inciso III do art. 1º); ?proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional (inciso IV do art. 1º); ?salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira? (inciso V do art. 1º) e ?preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro? (inciso VI do art. 1º). Além disso, o projeto tem por finalidade, entre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91, a instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos (inciso I do art. 3º, do incentivo à formação artística e cultural); a realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore (inciso II do art. 3º, do fomento à produção cultural e artística); levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos (inciso IV do art. 3º, do estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais). A realização das atividades previstas no projeto atende aos requisitos presentes na Lei Federal de Incentivo à Cultura, uma vez que contribui para dar visibilidade a tradições, identidades e valores componentes da cultura popular do município de Matozinhos, interior de Minas Gerais, ampliando, no universo escolar e comunitário, o conhecimento e as oportunidades de apropriação e reflexão popular sobre experiências e saberes que compõem a memória e as experiências culturais locais. Ao mesmo tempo, uma vez que professores e estudantes são um dos públicos centrais do projeto, a AIC contribui para estimular, entre grupos juvenis, o reconhecimento e a valorização de personagens e manifestações histórica e culturalmente relevantes para a construção das identidades locais. Contribui-se, nesse sentido, para construção dos diálogos inter-geracionais necessários à apropriação criativa das tradições por parte das juventudes, que serão convidadas, em oficinas de educomunicação, a explorar tecnologias digitais e de comunicação para refletir e produzir significados acerca da memória e do patrimônio local - realizações que serão compartilhadas com a comunidade em evento de culminância a ser executado no fim do projeto. Importa destacar ainda que as atividades previstas vão abrir portas para a pesquisa e mapeamento de manifestações culturais tradicionais de Matozinhos, bem como para expressões particulares e específicas do território no tocante ao patrimônio imaterial. Nesse processo, por meio do mapeamento proposto, os saberes produzidos de forma colaborativa com agentes culturais locais serão objeto de ampla difusão, por meio de publicação que contará com versão impressa e que também será disponibilizada para download gratuito na internet, o que fortalece a visibilidade das tradições e saberes populares mapeados. Da mesma forma, em linha com princípios expressos na Lei Federal e no Plano Nacional de Cultura, o projeto ora proposto abre portas para a descentralização do fomento à cultura, uma vez que aposta na valorização de expressões culturais típicas do interior do estado de Minas Gerais, sempre em diálogo estreito com membros da comunidade. As ações previstas contribuem para estimular e fortalecer a cultura regional, com a valorização de recursos e conteúdos locais, o que favorece a promoção e o fomento à diversidade da cultura brasileira.
Não se aplica.
A peça terá pelo menos 56 páginas e contará com miolo em papel offset, gramaturas: 90 g/m². Capa com gramatura 180 g/m², também em papel offset. Formato: 16x23cm. Livro colorido, com ilustrações e imagens fotográficas (4x4 cores). Tiragem: 7100. A versão online da publicação será disponibilizada gratuitamente na página da proponente.A segunda peça terá pelo menos 24 páginas e contará com miolo em papel offset, gramaturas: 90 g/m². Capa com gramatura 180 g/m², também em papel offset. Formato: 16x23cm. Livro colorido, com ilustrações e imagens fotográficas (4x4 cores). Tiragem: 300. A versão online da publicação será disponibilizada gratuitamente na página da proponente.
PRODUTO: CURSO, OFICINA, ESTÁGIO ACESSIBILIDADE FÍSICA: Não se aplica, já que as atividades serão remotasDEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de librasPESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: linguagem oral e audiodescrição, portal digital com conteúdo acessívelPRODUTO: PESQUISA ACESSIBILIDADE FÍSICA: não se aplica DEFICIENTES AUDITIVOS: não se aplica PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: audiodescrição PRODUTO: CARTILHA ACESSIBILIDADE FÍSICA: não se aplica. DEFICIENTES AUDITIVOS: não se aplica PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: publicação no formato epub e impressão em braile PRODUTO: FESTIVAL – MOSTRA ACESSIBILIDADE FÍSICA: o espaço que acolherá a mostra será escolhido com base nos critérios de acessibilidade, de forma que garantam acesso irrestrito a idosos, pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de libras, legendagem PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: linguagem oral,material em braile, audiodescrição
Seguindo diretrizes do Ministério da Cultura, presentes no Artigo 21 da Instrução Normativa nº 05/2017 do MinC, a Associação Imagem Comunitária prevê a realização de uma série de ações para garantir, aos mais variados públicos, amplo acesso às atividades realizadas e produtos gerados. PRODUTO: CURSO, OFICINA, ESTÁGIO I - doar, além do previsto no inciso I, do art. 44, do Decreto 5.761, de 2006, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto-juvenil. PRODUTO: PESQUISA I - doar, além do previsto no inciso I, do art. 44, do Decreto 5.761, de 2006, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados. PRODUTO: CARTILHA I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados. PRODUTO: FESTIVAL – MOSTRA I - doar, além do previsto no inciso I, do art. 44, do Decreto 5.761, de 2006, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; II - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22. VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto-juvenil.
A proponente/dirigente da instituição realizará a função de Diretora Geral de maneira voluntária (sem remuneração), sendo responsável pela gestão administrativa e do processo decisório do projeto. Além disso, a AIC constituirá equipe técnica remunerada para implantação do projeto, composta pelos profissionais abaixo: Diretora Geral: Rafaela Perereia Lima É jornalista, doutoranda em Comunicação Social e mestre em Ciência da Informação (UFMG). Atua desde os 90 no desenvolvimento de projetos nos campos da comunicação e da educação, sobretudo no âmbito da AIC (Associação Imagem Comunitária), da qual é sócio fundadora e presidente (função em exercício). Dos anos 90 ao início dos anos 2000, atuou ainda nas iniciativas cariocas de audiovisual comunitário “TV Pinel” e “Puxando Conversa”. De 2000 a 2013, atuou na docência em Comunicação e Gestão Cultural (como a Pós Graduação em Gestão Cultural EAD – Senac MG). Na AIC, atua na concepção e coordenação de iniciativas de comunicação para a cultura e a cidadania e de audiovisual comunitário premiadas por instituições como Unesco, Unicef, ONU-Habitat e Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República. Desde 2013, é colaboradora do Instituto Ayrton Senna, na sistematização de metodologias e materiais formativos relacionados à educação. Coordenação Geral: Karla Patrícia Vital Damiani Bacharel em Comunicação Social, especialização em Relações Públicas. Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG, 1999-2003. Participação na elaboração dos cadernos de sistematização dos eixos da Solução Educacional para o Ensino Médio, parceria do Instituto Ayrton Senna com a Secretaria de Educação do Estado do Rio de Janeiro (2015 a 2016). Prestou de serviços para Petrobras na área de Gestão do Conhecimento e aprendizagem organizacional (2012 a 2015). Realizou assessoramento da Subsecretaria de Gestão da Secretaria Municipal de Saúde da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro (2010 a 2012). Foi Coordenadora Executiva do ProJovem Urbano do Estado de Minas Gerais (2009 a 2010). Executou o Programa de Fortalecimento dos Conselhos Estaduais de Políticas Públicas de Minas Gerais (2009). Foi ainda consultora e analista de empresas de pesquisa de opinião (2003 a 2009). Atualmente, é redatora e coordenadora de projetos na Associação Imagem Comunitária. Produtora: Raissa Fernandes Faria Bacharel em Comunicação Social - Universidade Federal de Minas Gerais. De abril de 2015 até o momento, vem atuando como prestadora de serviços em atividades de educação e comunicação desenvolvidas pela AIC – Associação Imagem Comunitária. Na instituição, promove formações em diagnóstico participativo da comunicação e em produção multimídia para grupos culturais e comunitários. Também atua na produção e acompanhamento de plataforma de ensino a distância em comunicação e na produção de conteúdo para peças de comunicação institucional. De Maio de 2014 até Março de 2015, integrou a equipe de assessoria de comunicação da Interface Comunicação Empresarial. De Outubro a Dezembro de 2013, atuou no “Museum: The Texas Collection”: responsável pela criação, produção e edição de vídeos para divulgação em redes sociais de coleções preservadas no Museu. De Julho de 2012 a Julho de 2013, foi estagiária de Comunicação da Assessoria de Comunicação do Programa Polo UFMG no Vale do Jequitinhonha. De Outubro de 2011 a Julho de 2012, bolsista de iniciação científica e apoio técnico Grupo EME (Estudos de Mídia e Esfera Pública) / UFMG. Arte educadora: Eveline Souza Xavier Graduada em Comunicação Social – Jornalismo, pela UFMG e pós-graduada em A moderna Educação, pela PUC RS. Atuou como educomunicadora e assessora de comunicação no Programa Polo de Integração da UFMG no Vale do Jequitinhonha. Realizou consultoria em comunicação e mobilização social na elaboração dos Planos Municipais de Saneamento Básico de 22 municípios do interior de Minas Gerais. Trabalhou na formação de gestores da educação pública municipal e estadual em Paracatu/MG. Atualmente, é analista de projetos na Associação Imagem Comunitária e coordena uma equipe de educadores que realiza formações com estudantes da rede pública de ensino, agentes culturais e comunitários, em artes e comunicação para tratar de temáticas como patrimônio imaterial, memória e identidade em cidades de Minas Gerais, Bahia e Sergipe. Arte educadora: Jessica Kawaguiski Rodrigues Designer gráfico e arte educadora. Bacharel em Design pela Universidade Federal de Minas Gerais (2018). Entre os anos de 2014 a 2015 foi bolsista no Projeto de Extensão Na Superfície da Cidade (UFMG) no Aglomerado da Serra, no qual ministrou oficinas de estêncil, pintura e desenho. Foi também estagiária na área de Design Popular na Fundação Municipal de Cultura - Arena da Cultura, com a interveniência da FUNDEP. Como formação complementar, aperfeiçoou-se nos cursos Técnico em Comunicação Visual no SENAI/Cecoteg e Origami simples e claro (GUAJA). Além disso, participou das oficinas Xilogravura, ministrada pelo Professor Afrânio Prado (cAsA Obras Sobre Papel) e Introdução ao Hand Lettering com Bruno Wolf (Casa Amarela). Atua como designer gráfico e arte-educadora na Agência de Comunicação Solidária, um projeto da AIC (Associação Imagem Comunitária), desde 2016. Também atua como voluntária no Projeto de Extensão, Design e Dança para o bem-estar social - UFMG. Consultora técnica: Evelyn Maria de Almeida Meniconi Mestra em Ciências Sociais (Gestão das Cidades) pela PUC Minas (2004). Especialista em “História da América Latina” pelo IEC/ PUC Minas (1997). Bacharel em História (1995) e em Ciências Econômicas (1978). Atuou como historiadora e pesquisadora desde 2007, tendo integrado o Grupo de Trabalho para o levantamento preliminar do “Inventário das Congadas de Minas”, junto ao IPHAN - Superintendência de Minas Gerais (2013) e a equipe de pesquisa histórica do Museu da Liturgia, em Tiradentes (2011). Prestou consultoria e realizou pesquisa de apoio sobre o histórico da ocupação da Região da Pampulha (1930-1980) – PBH (2007), além de ter sido coautora e redatora na produção de livro e vídeo “História da Polícia Civil de Minas Gerais: a instituição ontem e hoje” do Centro de Estudos Históricos e Culturais da Fundação João Pinheiro (2008). Atuou também como professora universitária tanto na graduação quanto na pós-graduação. Integrou a equipe do Curso de Especialização do IEC-PUC Minas: Patrimônio Cultural na Contemporaneidade, como professora e como orientadora além de participação em bancas dos Trabalhos de Conclusão de Curso relacionados ao Patrimônio Imaterial (destacando-se as Congadas e Folias) e Turismo de 2011 a 2012. Lecionou na PUC Minas de 1997 a 2011. Foi a primeira Gerente do Patrimônio Imaterial do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA-MG), responsável pela implantação daquela Gerência, entre 2008 a 2010. Assistente de produção: Marco Aurélio Silva Chagas Marco Chagas é graduado em Artes Visuais pela UFMG na habilitação em Artes Gráficas. Desde 2016 trabalha na AIC como designer e educador. Atuou na produção, planejamento e execução das oficinas de artes gráficas e comunicação nos projetos Desembola na Ideia (2017) e Colabora nas Escolas (2015-2016), executados pela AIC no Núcleo das Juventudes, localizado no Plug Minas e do Laboratório de Arte e Comunicação Cidade Gráfica (2017), realizado na cidade de Paracatu – MG. Atualmente participa como designer gráfico dos processos da Agência de Comunicação Solidária (ACS). Foi Bolsista de Extensão no Psilacs - Psicologia e Laço Social no Contemporâneo entre 2014 e 2015, atuando no desenvolvimento da Identidade Visual e peças de comunicação do Núcleo. Também foi bolsista de iniciação científica na Coleção de Livros de Artista EBA UFMG, entre 2015 e 2016.
Retornado para iniciar análise técnica após análise financeira.