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PRONAC 193913ArquivadoMecenato

Requalificação do Memorial do Rio Grande do Sul

ASSOCIACAO DOS ARQUIVISTAS DO RIO GRANDE DO SUL - AARS
Solicitado
R$ 200,0 mil
Aprovado
R$ 200,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Preservação de Patrimônio Material
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Conservação de equipamento cultural
Ano
19

Localização e período

UF principal
RS
Município
Santa Maria
Início
2020-01-01
Término
2021-12-31
Locais de realização (1)
Porto Alegre Rio Grande do Sul

Resumo

Este projeto prevê ações de requalificação do equipamento cultural Memorial do Rio Grande do Sul, que funciona em prédio localizado no Centro Histórico de Porto Alegre, tombado pelo Iphan, por meio da recuperação do reboco e pintura do interior do andar térreo.

Sinopse

NA

Objetivos

Objetivo Geral: O projeto visa à qualificação do Memorial do RS, equipamento da Secretaria de Estado da Cultura dedicado à pesquisa, conservação de documentos, preservação da memória, informação, divulgação e educação da história política, social e cultural do Rio Grande do Sul. O mesmo prédio também abriga o Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul e o Museu Antropológico do Rio Grande do Sul. Objetivos Específicos: Recuperar o estado físico das alvenarias das paredes internas do pavimento térreo do Memorial do RS, por meio de reparos no reboco e pintura, totalizando 1.220 m²; Qualificar o ambiente expositivo, de convivência do público e as demais atividades realizadas no pavimento térreo; Contribuir para a retomada das ações de revitalização integral do prédio histórico; Contribuir para qualificar as entregas culturais do Governo do Estado à sociedade; Contribuir para a qualificação do conjunto arquitetônico com alto valor histórico, artístico e cultural do Centro Histórico de Porto Alegre.

Justificativa

O Memorial do Rio Grande do Sul foi criado através de um convênio entre o governo federal e o governo estadual, em setembro de 1996, como um centro histórico voltado à preservação da cultura gaúcha. Ocupa o antigo prédio dos Correios e Telégrafos, construído entre os anos de 1910 e 1914, e tombado em 1980 pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, foi escolhido para ser a sede da instituição. Está localizado na Praça da Alfândega, no Centro Histórico de Porto Alegre, local que concentra equipamentos e ações culturais relevantes do Rio Grande do Sul, tais como o Museu de Arte do RS (MARGS), o Farol Santander, o Museu da Comunicação Hipólito José da Costa e a Feira do Livro de Porto Alegre. Em seus três pavimentos, o Memorial do RS desenvolve atividades expositivas e educacionais relacionadas à história política, social e cultural do Estado. O prédio abriga também o Arquivo Histórico do RS e o Museu Antropológico do RS. A estrutura física do prédio do Memorial do Rio Grande do Sul apresenta deterioração parcial devido à ação do tempo. O reboco das paredes do pavimento térreo apresenta locais de deterioração, assim como desgaste e sujeira generalizada na sua pintura protetiva. Desta forma, torna-se necessária a execução de obras de recomposição destes elementos, principalmente nos espaços internos no pavimento térreo. A Lei de Incentivo à Cultura do Governo Federal é a política pública de fomento que viabiliza a participação democrática da sociedade contribuinte de imposto de renda no processo de construção das ações de conservação, produção e fruição artística e cultural no Brasil. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; Da mesma forma, atende aos seguintes objetivos descritos no Art. 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante a construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos, bem como a conservação e restauração de prédios, monumentos, logradouros, sítios e demais espaços, inclusive naturais, tombados pelos Poderes Públicos; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;

Estratégia de execução

DIAGNÓSTICO SITUACIONAL histórico de intervenções anteriores: o antigo prédio dos Correios e Telégrafos, tombado em 1980 pelo IPHAN, passou, a partir de 1998, por um processo de restauração completa, objetivando recuperar suas características originais e adequá-lo para a instalação do Memorial do Rio Grande do Sul. Os 3.500m² de fachadas receberam tratamento especial, e internamente recebeu climatização nas áreas destinadas ao Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul. Os pátios internos receberam clarabóias e elevadores para permitir uma maior integração com as outras áreas, e o terraço foi liberado de acréscimos espúrios posteriores. PESQUISA HISTÓRICA O antigo prédio dos Correios e Telégrafos, ou Prédio Velho do Correio, é um dos mais belos e importantes edifícios históricos de Porto Alegre. A sua construção foi iniciada em 30 de setembro de 1910 e concluída em 31 de dezembro de 1913, com engenharia de Rudolph Ahrons e arquitetura de Theodor Wiederspahn. A decoração ficou a cargo da oficina de João Vicente Friedrichs, com participação de Jesús Maria Corona, Franz Radermacher, Wenzel Folberger e Victorio Livi. A empresa de Ahrons foi escolhida por sua reconhecida competência, mas também como forma de aproximação do governo Positivista com a comunidade alemã do estado. O edifício segue um estilo eclético, com forte influência do barroco alemão, e tem uma fachada movimentada com um pórtico em projeção, uma grande torre de relógio à esquerda, e cúpulas de metal nos cantos, além de profusa ornamentação em motivos florais e abstratos, e algumas esculturas, onde se destaca o grupo de Atlas acima do frontão, ladeado por imagens representando a Europa e a América. Outros grupos complementam a ornamentação da fachada. Tombado em 1980, o imóvel de 3.600m² de área passou, a partir de 1998, por um processo de restauração completa, objetivando recuperar suas características originais e adequá-lo para a instalação do Memorial do Rio Grande do Sul. Os 3.500m² de fachadas receberam tratamento especial, e internamente recebeu climatização nas áreas destinadas ao Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul. Os pátios internos receberam clarabóias e elevadores para permitir uma maior integração com as outras áreas, e o terraço foi liberado de acréscimos espúrios posteriores. O Memorial do RS surgiu como fruto de um projeto que buscava privilegiar a cultura e a memória gaúchas. A ideia concretizou-se em setembro de 1996, através de um convênio entre o governo federal e o governo estadual. Pelo acordo de cedência do prédio, antigamente a agência central dos Correios e Telégrafos de Porto Alegre, foi acertada a criação também de um Museu Postal e uma Agência Filatélica, a fim de preservar o vínculo com as suas funções originais. Desse modo foi organizado um grande centro de informação e divulgação da história do estado, disponibilizando ao público uma rica coleção de objetos, mapas, gravuras, fotos, livros e depoimentos importantes sobre os fatos mais marcantes ocorridos no Rio Grande do Sul. Para apresentação deste material foi imaginada uma moderna museografia que facilitasse sua integração com o público e, com isso, seu pronto entendimento.

Especificação técnica

NA

Acessibilidade

As obras contempladas por este projeto se localizam no andar térreo do prédio, ao rés do chão da calçada, sem degrau de acesso. São obras que se referem exclusivamente à recuperação de paredes. Ainda assim, informamos que os usuários do prédio que estiverem em andares superiores e quiserem observar as paredes restauradas, poderão se deslocar ao térreo pelo elevador que serve todos os andares ou pelas escadas com corrimão. Todos os andares são dotados de banheiros adequados à legislação para locais públicos.

Democratização do acesso

O prédio do Memorial do Rio Grande do Sul é dotado de recursos previstos na legislação para atender com conforto pessoas idosas e/ou portadoras de necessidades especiais e sua livre circulação em todos os pavimentos e espaços internos, tais como corrimão nas escadarias, elevadores e sanitários. As duas entradas pelo pavimento térreo são alinhadas à altura dos passeios, de forma a não impedir a passagem de cadeirantes. Deste pavimento, todos os andares podem ser acessados por elevadores e todos os espaços podem ser acessados sem obstáculos. Para o acesso aos espaços do Memorial e Arquivo Histórico do RS além das placas de sinalização/ identificação existentes, serão disponibilizadas, também, em braile.Ver abaixo, pois na últiVer Assim como nos demais museus e centros culturais mantidos pela Secretaria de Estado da Cultura do Estado do Rio Grande do Sul, o acesso às instalação do Memorial do RS é gratuito e franqueado ao público em geral. O acervo documental existente nas dependências do Arquivo Histórico é de acesso público. Pesquisadores ou interessados podem ter acesso à documentação de segunda a sexta, em horário comercial. Ao mesmo tempo, todas as exposições ou eventos que são efetuados nas dependências do Memorial do Rio Grande do Sul são gratuitos, o que reforça a democratização deste espaço público assim como das informações ali resguardadas. A gratuidade e livre acesso são amplamente divulgados nas mídias sociais dos equipamentos e da Secretaria da Cultura, bem como na imprensa.

Ficha técnica

Associação dos Arquivistas do Estado do Rio Grande do Sul (AARS) Proponência; Assessoria na produção executiva; Gestão da captação; Gestão financeira; Prestação de contas. Criada em janeiro de 1999, a AARS surgiu a partir da extinção dos Núcleos da AAB (Associação dos Arquivistas Brasileiros) em julho de 1998, quando os associados do Núcleo Regional do RS se reuniram e, após muita discussão, aprovaram a constituição de uma associação estadual. A Associação é dirigida por uma diretoria eleita por dois anos. Atualmente, a AARGS conta com cerca de 350 associados. A AARGS realiza Seminários, Cursos, Palestras e Encontros para aperfeiçoamento e atualização na área da gestão documental, memória, patrimônio, acesso e difusão cultural direcionado ao documento de arquivo. Mantém parceria com os Cursos de Arquivologia da UFSM, UFRGS e FURG; e com o Arquivo Público do Estado – APERS, Arquivo Histórico de Porto Alegre Moisés Velhinho e Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul. Há três anos está na coordenação do Fórum Nacional das Associações de Arquivologia do Brasil, o qual é responsável pela coordenação executiva dos Congressos Nacionais de Arquivologia, evento bianual. Também representa a classe arquivística junto ao Conselho Nacional de Arquivos (CONARQ), órgão vinculado ao Ministério da Justiça. VER PORTFOLIO CULTURAL ANEXADO EM DOCUMENTOS DO PROPONENTE Representante 1: ANDREA GONÇALVES DOS SANTOS Doutoranda do Programa de Formación en la Sociedad del Conocimiento do Instituto Universitário de Ciencia de la Educación - IUCE da Universidad de Salamanca - USAL/Espanha. Mestra em Patrimônio Cultural - PPGPPC/UFSM (2012). Especialista em Gestão em Arquivos pela UAB/UFSM (2009). Possui graduação em Arquivologia pela UFSM (2007) e Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis pela UFPel (2018). Atualmente é arquivista da Universidade Federal do Rio Grande - FURG, membro do Grupo de Trabalho para planejar e coordenar a execução da Lei n° 12.527/2011, membro da Comissão para implementação do Decreto n° 8.539/2015, membro dos Grupos de Trabalho para a elaboração do Plano de Dados Abertos e Política de Segurança da Informação, membro da Comissão Permanente de Avaliação de Documentos Sigilosos - CPADS e Coordenadora do Arquivo Geral. Integrante da Comissão Permanente de Avaliação de Documentos CPAD/FURG (2009-2012). Membro dos Grupos de Pesquisa do CNPq: Patrimônio Documental Arquivístico e Gestão Eletrônica de Documentos GED/A. Integrante da Subcomissão de Coordenação do SIGA/MEC. Membro do Comitê de Extensão-PROEXC/FURG (2012-2017) na área da Cultura. Representante do segmento de associações profissionais no Conselho Nacional de Política Cultural - CNPC do Ministério da Cultura - MinC (2012-2014) e como membro suplente (2014-2016). Membro da Comissão de Organização do VI Congresso Nacional de Arquivologia “Arquivologia, Sustentabilidade e Inovação” (2014). Membro do Conselho Fiscal da Associação dos Arquivistas do Estado do Rio Grande do Sul - AARS (2009-2013), vice-presidente (2013-2017) e presidente desde 2017. Membro do Conselho Fiscal da Associação de Conservadores e Restauradores de Bens Culturais do Rio Grande do Sul (ACOR-RS) no biênio (2019-2021). Tem experiência na área de Ciência da Informação/Arquivologia e na Conservação/Restauração, atuando principalmente nos seguintes temas: acesso, arquivística, arquivo universitário, arranjo, capacitação, conservação, conservação preventiva, descrição, difusão, gestão de risco, gestão documental, preservação, restauração. Representante 2: JONAS FERRIGOLO MELO Arquivista graduado pela Universidade Federal de Santa Maria (2009). Especialista em História, Patrimônio Cultural e Identidades pela Universidade Luterana do Brasil. Mestrando pelo Programa de Pós-graduação em Comunicação e Informação, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul; graduando em Biblioteconomia pela mesma universidade. Arquivista do Governo do Estado do Rio Grande do Sul. Atualmente lotado no Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul/APERS. Membro do Comitê Gestor do Sistema de Arquivos do Estado do Rio Grande do Sul; do Comitê Gestor do Processo Administrativo Eletrônico; Conselheiro da Cinemateca Capitólio Petrobras; Conselheiro do Conselho Nacional de Arquivos - CONARQ; membro da diretoria da Associação dos Arquivistas do Rio Grande do Sul; e membro do Grupo de Pesquisa NUAWEB - Núcleo de Pesquisa em Arquivamento da Web e Preservação Digital da UFRGS/ DGP e CNPq. Docente convidado da Universidade de Santa Cruz do Sul. Experiência com produção cultural, tendo produzido dezenas de eventos culturais, tais como recepções, lançamento de livros, palestras e cursos. Os eventos que obtiveram destaque foram o Prêmio Moacyr Scliar de Literatura, edições 2011 e 2012, com patrocínio da Petrobrás e do Banrisul; o Concurso Prosa na Estrada, em 2012; e o VI Congresso Nacional de Arquivologia, em 2014. CARMEN LANGARO - Diretora interina do Memorial do RS e do Arquivo Histórico do RS Jornalista e produtora cultural, exerce atualmente a função de Secretária da Cultura Adjunta do Estado. Proponente e produtora executiva de diversos projetos realizados até o final de 2018, com destaque para restauro de patrimônio histórico, música e literatura. Será responsável pelo acompanhamento e fiscalização do cumprimento do objeto do projeto, bem como da execução financeira.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.