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PRONAC 193918IndeferidoMecenato

Conservação e Restauração dos Elementos Artísticos da Igreja de Nossa Senhora do Rosário de Itapecerica - MG

ASSOCIACAO DO REINADO DO ROSARIO DE ITAPECERICA
Solicitado
R$ 455,0 mil
Aprovado
R$ 455,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Restauração de Patrimônio Material
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
MG
Município
Itapecerica
Início
2020-02-24
Término

Resumo

O presente projeto prevê a restauração de elementos artísticos da Igreja da Nossa Senhora do Rosário em Itapecerica, Minas Gerais, com sua execução voltada para as áreas mais necessitadas, a saber, da Imagem de Nossa Senhora do Rosário (Sacristia do lado da Epístola), do Retábulo mor e da Escadaria do presbitério. Como contrapartida social, serão realizadas 08 palestras no próprio local do restauro, direcionadas a estudantes e professores de escolas públicas.

Sinopse

Não se aplica.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Realizar o projeto de conservação e restauração dos elementos artísticos da Igreja da Nossa Senhora do Rosário em Itapecerica (MG), incluindo o Retábulo mor, a Escadaria do presbitério e da Imagem de Nossa Senhora do Rosário, patrimônio material que teve o início da sua construção com data de 1824 estando hoje tombada pela Prefeitura Municipal de Itapecerica. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Restaurar o Retábulo Mor, peça de talha monumental, integrada a elemento arquitetônico de sustentação, feita em madeira recortada, entalhada, policromada e dourada, com cores predominantes: - azul, vermelho e branco, de Altura 7,10 m, Largura 6,50 m e Profundidade2,5 m. Restaurar a Escadaria do Presbitério,de madeira tabuada, recortada, frisada, encerada e policromada, de Altura 0,77 m, Largura 6,30 m e Profundidade4,00 m. Restaurar a Imagem de Nossa Senhora do Rosário, em madeira esculpida, policromada e dourada, coroa e resplendor de prata cinzelada, de Altura 1,17 m, Largura 0,40 m e Profundidade0,30 m Como contrapartida social, serão realizadas 08 palestras no próprio local do restauro, para estudantes e professores do ensino público, atingindo um público de 1.000 pessoas, abordando o processo de restauração e a relevância da preservação patrimonial do municipio e acervos em geral. A história do município de Itapecerica se inicia com a chegada do aventureiro sertanista Feliciano Cardoso de Camargo, em 1739, a um ribeirão existente na região. Feliciano deu o nome de Tamanduá a esse ribeirão. Em 1744, o arraial tinha se transformado num movimentado entreposto chamando a atenção dos oficiais da Comarca de São João Del Rei. Nesse mesmo ano, o arraial foi elevado oficialmente a povoado com o nome de São Bento do Tamanduá. O nome foi posto em homenagem a São Bento que se tornou o padroeiro da região. Em 1780, a Freguesia de São Bento foi elevada à Colativa por alvará. Por insistência dos próprios moradores, o povoado foi elevado à Vila em 1790. Com a decadência da exploração do ouro a região deslocou suas atividades para a agropecuária estabilizando a população. As plantações de fumo se desenvolveram bastante tornando, o fumo, um produto de exportação. Em 1862, a Vila de São Bento do Tamanduá foi elevada à cidade e, em 1882, teve seu nome alterado para Itapecerica que significa, na língua indígena, lajedo de pedra ou penha escorregadia. Em 1904, chega ao município, a estrada de ferro promovendo uma considerável transformação sócio-econômica-cultural. A construção da igreja de Nossa Senhora do Rosário é atribuída a Zé Guminho, que foi o antigo chefe de dançarinos do Reinado do Rosário e o fundador da Associação Comunitária do Rosário que, desde os tempos dos escravos, presta suas homenagens a Nossa Senhora do Rosário. Os negros escravos dançavam e cantavam nas senzalas pedindo a proteção de Nossa Senhora e, assim, se iniciaram as comemorações do Reinado. Segundo relato do Sr. Vicente Diniz, historiador natural de Itapecerica, a primitiva Igreja do Rosário era localizada no lado oposto onde se encontra hoje, num lugar conhecido como Rosário Velho, no alto de um morro junto a umas moitas de bambu. Ela era constituída de paredes de pedra. Com o crescimento da cidade em outra direção, a igreja foi transposta para o atual local, em 1824, onde já existia o cemitério municipal. Os negros escravos transportaram as pedras e reconstruíram a igreja ficando, esta, exatamente igual à anterior. Essa nova edificação foi murada e contemplada com uma escadaria e jardins laterais. Parte do cemitério municipal foi mantida junto à fachada lateral esquerda. Hoje, a igreja de Nossa Senhora do Rosário está localizada numa parte elevada da cidade apresentando uma grande praça à sua frente (Praça do Rosário). A praça, situada num plano bastante inclinado, é cortada, ao meio e longitudinalmente, por uma grande escadaria composta de setenta degraus. A escadaria dá acesso ao adro e à porta principal da igreja e é ladeada por postes com lanternas e palmeiras imperiais. A igreja de Nossa Senhora do Rosário possui composição volumétrica em retângulos simples que expressam claramente a composição dos ambientes internos. A sua planta se divide em duas seções sendo, uma, a nave, e, outra, a capela mor e as sacristias. Internamente, a igreja apresenta vestíbulo, nave, coro, capela mor e duas sacristias laterais. O sistema construtivo adotado foi o de alvenaria de pedra para a base e as paredes. Algumas paredes possuem um metro de espessura. A cobertura apresenta estrutura de madeira e telhas francesas. A fachada principal foi remodelada em estilo neogótico no primeiro quartel séc. XX e possui uma torre sineira avançada marcando a entrada principal. A cobertura da torre apresenta telhas de zinco em quatro águas e é encimada por elemento esférico com cruz. A Igreja foi tombada junto a outras edificações religiosas do município pela Prefeitura Municipal de Itapecerica por meio da lei nº 2.043/ 2003 de 28 de março de 2006, nos termos da lei municipal nº 1.075 de 06 de abril de 1988, da lei municipal nº 1889 de fevereiro de 2003 e da lei municipal nº 1897 de 26 de março de 2003. O Reinado de Nossa Senhora do Rosário de Itapecerica é uma das manifestações religiosas da maior relevância, carregada de tradição e simbologia, e está intimamente ligada à história da Igreja de Nossa Senhora do Rosário. A festa, que acontece no mês de agosto, durante cinco dias, tem a sua origem no início do século XIX, antes de 1818, ano da fundação da Irmandade de Nossa Senhora do Rosário e é dedicada a Nossa Senhora do Rosário, a São Benedito e a Santa Efigênia. Já a festa da padroeira Nossa Senhora do Rosário acontece, anualmente, no mês de outubro e consiste em diversas celebrações e missas. Na área externa da igreja são montadas barraquinhas, nos finais de semana, com comidas típicas. No dia 07 de outubro, dia da padroeira, é realizada a procissão, quando, centenas de pessoas acompanham a imagem da Virgem.

Justificativa

A cidade de Itapecerica conserva, na região centro-oeste de Minas Gerais, um valioso conjunto de monumentos arquitetônicos impregnados de arte e história. Esses monumentos remetem ao passado colonial mineiro do séc. XVIII e aos tempos do império e da república dos séculos XIX e XX. A igreja de Nossa Senhora do Rosário é um dos mais importantes monumentos históricos e artísticos da cidade de Itapecerica e, por isso, foi tombada pela Prefeitura Municipal. Ela guarda tanto um patrimônio material quanto imaterial sendo palco de relevantes tradições folclóricas. Apesar de ter sofrido diversas descaracterizações e modificações estéticas ao longo de sua existência, ela ainda mantém significativos registros históricos de seu passado. Esses registros estão localizados em seu partido arquitetônico, em suas espessas paredes de pedra e em seus elementos artísticos que sobreviveram às modificações, ou seja, o retábulo mor, a escadaria do presbitério e as duas imagens esculpidas, policromadas e douradas de Nossa Senhora do Rosário. A modificação arquitetônica mais importante, sofrida pela igreja de Nossa Senhora do Rosário, está relacionada à sua fachada principal, cuja torre, destruída por um raio no início do séc. XX, foi reerguida ao gosto eclético neo-gótico, estilo este, predominante no período. Essa nova fachada já faz parte de sua história material devendo ser mantida.O entorno da igreja também foi alterado em meados do séc. XX. A igreja ganhou uma bela praça e uma grande escadaria que proporcionou uma imponência à sua fachada principal. A igreja de Nossa Senhora do Rosário é um marco vivo da tradição religiosa católica de Itapecerica conjugada a fortes manifestações afro-brasileiras derivadas do período colonial do início do séc. XIX. A antiga Irmandade de Nossa Senhora do Rosário e o Reinado, que consolidaram esse monumento, se mantêm vivos e ativos nos tempos atuais. Infelizmente, os elementos artísticos da igreja de Nossa Senhora do Rosário, valiosos testemunhos materiais da história da cidade, sofreram danos derivados das infestações de insetos xilófagos, das penetrações de águas pluviais, das intervenções anteriores inadequadas e da falta de ações criteriosas de conservação preventiva. A beleza da estética original do antigo retábulo mor, datado do séc. XIX, encontra-se totalmente escondida sob as camadas de repintura a óleo e de purpurina aplicadas inadvertidamente, de forma tosca, na década de 1980. O mesmo ocorre com a imagem de Nossa Senhora do Rosário, localizada numa vitrine na sacristia do lado da Epístola, que se apresenta descaracterizada e muito danificada pela infestação de cupins e pelos impactos mecânicos. As repinturas escureceram o retábulo tirando a suavidade e a boa qualidade de sua pintura marmorizada original e apagando o brilho do folheado a ouro original, cuja função era, a de acentuar os relevos e os entalhes decorativos. Do ponto de vista estrutural, esses elementos se encontram, também, mal conservados necessitando, urgentemente, de serviços de restauração, que lhes devolvam sua integridade física para serem preservados e transmitidos às futuras gerações. A preservação desses elementos artísticos incentivará, seguramente, a manutenção das vivas tradições religiosas e contribuirá, também, para o aumento do turismo na região. O projeto tem como objetivo a restauração do retábulo mor, da escadaria do presbitério e da imagem de Nossa Senhora do Rosário devido a três principais razões: 1) Por serem os mais antigos e significativos bens artísticos da igreja de Nossa Senhora do Rosário. 2) Por estarem em péssimo estado de conservação. 3) Por ser imprescindível o resgate de seus valores estéticos originais para que se mantenham como testemunhos de determinado espaço e tempo histórico. O tratamento de restauro proposto neste projeto segue as normas e os critérios nacionais de preservação de obras de arte e de patrimônio histórico. A intenção é a de resgatar as qualidades estéticas originais e a estabilidade física desses preciosos bens utilizando materiais compatíveis, reversíveis e resistentes para uma melhor conservação preventiva e para prolongar, ao máximo, a sua durabilidade. Dessa forma, o projeto contribui para o alcance dos objetivos descritos no art. 1º da Lei 8.313 de 1991, na medida em que visa: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; O projeto ainda atende a finalidade elencada no Art. 3º, qual seja III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante restauração de obras de artes e bens móveis e imóveis de reconhecido valor cultural;

Estratégia de execução

Contrapartida Social Como contrapartida social, serão realizadas 08 palestras no próprio local do restauro, para estudantes e professores do ensino público, atingindo um público de 1.000 pessoas, abordando o processo de restauração e a relevância da preservação patrimonial do municipio e acervos em geral.

Especificação técnica

A história do município de Itapecerica se inicia com a chegada do aventureiro sertanista Feliciano Cardoso de Camargo, em 1739, a um ribeirão existente na região. Feliciano deu o nome de Tamanduá a esse ribeirão. O lugar atraiu mineradores de outras regiões em busca do ouro. Em 1740, o arraial já estava formado tendo, os paulistas, como seus primeiros habitantes. Com a expansão do povoamento, houve a necessidade de uma melhor assistência espiritual. Essa assistência era fornecida pelo vigário do Curral Del Rei e, posteriormente pelo vigário de São José, que estavam muito distantes. Em 1757, o Bispo de Mariana, D. Frei Manoel da Cruz, criou a Freguesia de São Bento do Tamanduá, nomeando como primeiro vigário o Padre Gaspar Álvares Gondim. Por insistência dos próprios moradores, o povoado foi elevado à Vila em 1790. Com a decadência da exploração do ouro a região deslocou suas atividades para a agropecuária estabilizando a população. As plantações de fumo se desenvolveram bastante tornando, o fumo, um produto de exportação. Em 1862, a Vila de São Bento do Tamanduá foi elevada à cidade e, em 1882, teve seu nome alterado para Itapecerica que significa, na língua indígena, lajedo de pedra ou penha escorregadia. Segundo relato do Sr. Vicente Diniz, historiador natural de Itapecerica, a primitiva Igreja do Rosário era localizada no lado oposto onde se encontra hoje, num lugar conhecido como Rosário Velho, no alto de um morro junto a umas moitas de bambu. Ela era constituída de paredes de pedra. Com o crescimento da cidade em outra direção, a igreja foi transposta para o atual local, em 1824, onde já existia o cemitério municipal. Os negros escravos transportaram as pedras e reconstruíram a igreja ficando, esta, exatamente igual à anterior. Essa nova edificação foi murada e contemplada com uma escadaria e jardins laterais. Parte do cemitério municipal foi mantida junto à fachada lateral esquerda. A construção da igreja de Nossa Senhora do Rosário é atribuída a Zé Guminho, que foi o antigo chefe de dançarinos do Reinado do Rosário e o fundador da Associação Comunitária do Rosário que, desde os tempos dos escravos, presta suas homenagens a Nossa Senhora do Rosário. Os negros escravos dançavam e cantavam nas senzalas pedindo a proteção de Nossa Senhora e, assim, se iniciaram as comemorações do Reinado. O Reinado de Nossa Senhora do Rosário de Itapecerica é uma das manifestações religiosas da maior relevância, carregada de tradição e simbologia, e está intimamente ligada à história da Igreja de Nossa Senhora do Rosário. A festa, que acontece no mês de agosto, durante cinco dias, tem a sua origem no início do século XIX, antes de 1818, ano da fundação da Irmandade de Nossa Senhora do Rosário e é dedicada a Nossa Senhora do Rosário, a São Benedito e a Santa Efigênia. Já a festa da padroeira Nossa Senhora do Rosário acontece, anualmente, no mês de outubro e consiste em diversas celebrações e missas. Na área externa da igreja são montadas barraquinhas, nos finais de semana, com comidas típicas. No dia 07 de outubro, dia da padroeira, é realizada a procissão, quando, centenas de pessoas acompanham a imagem da Virgem. No início do séc. XX, a fachada principal da igreja sofreu uma total modificação. Segundo relatos de D. Gil Moreira, um raio atingiu a edificação destruindo a torre original da igreja. Na época, o pároco Monsenhor Cerqueira mandou construir uma nova torre em estilo neogótico a partir do projeto do arquiteto Octaviano Lapertosa, de Belo Horizonte, datado de 1917. O retábulo mor da igreja de Nossa Senhora do Rosário foi confeccionado provavelmente no final do séc. XIX e possui características estéticas semelhantes às dos retábulos da igreja Matriz de São Bento. A pintura em imitação de mármore e o folheado a ouro devem ter sido executados pelo mesmo artista italiano da Matriz de São Bento, Sr. Angelo Pagnaco, dado à sua similaridade. De acordo com o Sr. Antônio Carlos Faria, de Itapecerica, a pintura e o douramento do retábulo mor da Igreja de Nossa Senhora do Rosário foram realizados com recursos doados pelo Major Osires Francisco Malaquias, Sr. Zirico, em 1910, quando sua filha, Maria da Anunciação, foi rainha do Rosário ou da Coroa Grande. O Major Osires F. Malaquias também viabilizou a pintura e o douramento do retábulo mor da matriz de São Bento de Itapecerica.A Igreja de Nossa Senhora do Rosário foi tombada junto a outras edificações religiosas do município pela Prefeitura Municipal de Itapecerica por meio da lei nº 2.043/ 2003 de 28 de março de 2006, nos termos da lei municipal nº 1.075 de 06 de abril de 1988, da lei municipal nº 1889 de fevereiro de 2003 e da lei municipal nº 1897 de 26 de março de 2003. Agora, o presente projeto propõe a (a) Restauração da imagem de Nossa Senhora do Rosário, peça em Madeira esculpida, policromada e dourada; Coroa e resplendor de prata cinzelada, com dimensões de Alt. 1,17 m - Larg. 0,40 m - Prof. 0,30 m; (b) a Restauração do Retábulo eclético apresentando características estilizadas de gosto rococó e neoclássico, Peça de talha monumental, integrada a elemento arquitetônico de sustentação, feita em madeira recortada, entalhada, policromada e dourada, cores predominantes - azul, vermelho e branco, com as dimensões do Retábulo de Alt. 7,10 m - Larg. 6,50 m - Prof. 2,5 m e da mesa com Alt. 1,15 m - Larg. 2,65 m - Prof. 0,90 m (c) a Restauração da Escadaria do presbitério, Madeira tabuada, recortada, frisada, encerada e policromada, com Dimensões da Escadaria com - Alt. 0,77 m - Larg. 6,30 m - Prof. 4,00 m.

Acessibilidade

Produto 01 restauro Após a restauração dos elementos presentes no projeto, o público em geral poderá tocar nas imagens restauradas, possibilitando aos deficientes visuais a leitura tátil das obras restauradas. produto 02 contrapartida Haverá interprete de libras nas 08 palestras ministadas.

Democratização do acesso

A Igreja Nossa Senhora do Rosário é pública da cidade de Itapecerica. Aberta a todos que tem interesse conhecer sua estrutura arquitetônica devido à sua história cultural. Serão adotadas as seguintes medidas do Art. 21: Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma dasseguintes medidas de ampliação do acesso:IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; Está autorizada a captação de imagens de todo o processo do restauro, bem como da obra final.

Ficha técnica

Produção - Espaço Ampliar A Espaço Ampliar – Assessoria, Projetos e Eventos é uma empresa estruturada para atender a organização de eventos em geral e a elaboração de projetos socioculturais, desenvolvidos para instituições pública e privadas. A Espaço Ampliar possui como diretrizes a excelência e a ética na prestação de serviços. Fundada em 2003, a empresa atuou no desenvolvimento e execução dos seguintes projetos: Festival do Japão em Minas (2012 a 2019), Prêmio da Música das Minas Gerais (2012 a 2019), Festival de Inverno de Itapecerica (2005 a 2019), Festival de Inverno de Vespasiano (2009 a 2019), Programação Cultural de Camanducaia / Monte Verde (2013 – 2019), Mundial de Clubes de Vôlei Masculino (2013 – 2016), Minas Eventos Expo (2013 – 2019), Semana da Gastronomia Mineira (2015 -2019), Diamantina Gourmet (2016 – 2019), Circuito Gastronômico da Pampulha (2017 – 2019), Arte em Papéis (2018), Livro “Banda de Cá, banda de lá” de Mariana Ramos (2012), Brumadinho Gourmet (2010 – 2011), Festival da Canção de Conceição do Mato Dentro (2010 - 2011), Exposição Encontro Marcado com Fernando Sabino (2010), Livro “Nas teias do Sagrado” de Mariana Ramos (2010), Festival da Primavera de Oliveira (2010), Mostra Cultural Fica Vivo! (2010), V Seminário da Diversidade Cultural (2010), Mesa de Bar de Pará de Minas (2010/2009), 50 anos da PUC Minas (2008), produção do projeto Juventude é Viver (2009), Coordenação do Festival Cultural de Virginópolis (2007), produção do show de lançamento do CD “Em Nome do Amor” de Tadeu Franco (2006), Coordenação do projeto “Cantigas de Umbanda” gravação de CD (2006). Elaboração e Produção do “Resgate Histórico da Corporação Musical Nossa Senhora das Dores” (2006) - levantamento do acervo histórico, digitalização, turnê em 10 cidades, gravação CD e livro, elaboração dos projetos de manutenção anual do Museu do Clube da Esquina (2005 a 2008), construção do Itinerário Formativo da Área de Lazer e Desenvolvimento Social para o SENAC-MG (2006), Natal do Big Shopping e Projeto Aplauso para o Big shopping (2005, 2006), organização do Encontro Estadual de PICs do Estado de Minas Gerais, para a UNESCO, tendo como palestrantes MV Bill, Leci Brandão (2005), entre outros projetos. Gestão do projeto - Associação Reinado (proponente do projeto, com função de produção). A comunidade de Itapecerica foi responsável pela organização do Reinado desde a sua criação. Os registros indicam que os festejos acontecem no municipio há cerca de 200 anos e, após um período de interrupção, por volta de 1950, o Reinado foi retomado. O Sr. Altamiro Ferreira Lima e José Gomes Filho, a frente da organização do evento que foi ganhando cada vez mais representatividade viram a necessidade da legalização dos ditos festejos,a través da constituição de uma entidade civil que passasse a cuidar da sua preservação e manutenção. Assim, dada a relevância da manifestação para o municipio, os principais organizadores do evento se reuniram e registraram em 1975 a Associação do Reinado do Rosário de Itapecerica. Sem finalidade lucrativa, a Associação do Reinado do Rosário de Itapecerica tem como objetivo principal realizar anualmente os festejos do Reinado, tendo-o feito há quase trinta anos na cidade de Itapecerica, sempre no mês de agosto. A Associação também teve participação na gravação do CD Reinado do Rosário de Itapecerica MG - da festa e dos mistérios, projeto executado em 2004 com recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura, patrocinado pela Petrobrás. O CD contou com 24 faixas relativas à festa e mais 28 faixas relativas aos mistérios. Todas as 52 letras foram transcritas para o encarte, em um trabalho de registro. Posteriormente, em 2005, foi produzido um catálogo, contendo a história do Reinado e todas as cifras das músicas. Outra atividade da Associação é a de fornecer informações sobre a história do Reinado para pesquisadores e jornalistas, sendo a publicação mais consistente a Revista Tamanduá Desaparecido, de agosto de 2012, com 27 páginas sobre o Reinado de Itapecerica. Restaurador Senior - Ateliêr de Restauro FORMAÇÃO: · Graduação/ Curso Superior: Bacharelado em Pintura - Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais/ UFMG – Período: 4 anos (1982/1986) - Belo Horizonte/ MG · Pós-graduação/ Especialização: Conservação e Restauração de Pinturas de Cavalete e Esculturas de Madeira Policromada - Centro de Conservação e Restauração de Bens Móveis/ CECOR/ Universidade Federal de Minas Gerais/ UFMG – Período: 2 anos (1990/92) – Belo Horizonte/ MG · Pós-graduação/ Especialização: Conservação e Restauração de Esculturas de Madeira Policromada e Combate de Insetos Xilófagos através de Método de Desinfestação com Gases Inertes - Instituto de Conservación y Restauración de Bienes Culturales/ ICRBC – Instituto Del Patrimônio Español - Ministerio de Cultura de España - Período: 6 meses (1993) - Madri / Espanha · Pós-graduação/ Especialização - “Conservação Preventiva e Uso de Coleções de Museus, Arquivos e Bibliotecas” pelo International Centre for the Studes of Preservation and Restoration Historical Property/ ICCROM - Curso realizado no CECOR/ UFMG - Período: 2 meses (abril e maio de 2001) - Belo Horizonte/ MG EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL: 2019/ 1999 – Empresa Atelier de Restauro Ltda - Conservadora/ Restauradora/ Sócia-Gerente - Elaboração, Coordenaçãotécnica, elaboração e participação na execução de projetos de conservação e restauração de obras de arte, bens móveis e integrados a monumentos arquitetônicos; inventários, perícias e consultorias para instituições museológicas, instituições públicas de âmbito municipal, estadual e federal de preservação de patrimônio histórico e artístico, associações comunitárias, dioceses, prefeituras, empresas e colecionadores particulares. 2019/ 2007 – Instituto Yara Tupynambá - Serviços de consultoria, coordenação técnica, elaboração e participação na execução dos projetos de conservação e de restauração de bens históricos e artísticos, móveis e integrados. 2015/ 2012 – UNESCO - Serviços de restauração; conservação preventiva, acondicionamento, acompanhamento no transporte, e montagem da Coleção Márcia Moura Castro composta de 342 ex-votos e imagens sacras, datadas dos séc. XVIII e XIX, pertencentes ao IPHAN, para o Museu de Congonhas inaugurado no início de 2015 2006 - Fundação de Arte de Ouro Preto/ FAOP - Professora contratada do curso técnico de conservação e restauração de bens móveis. Ministrou as seguintes disciplinas: “Teoria e princípios da conservação e restauração”; “Restauração de escultura de madeira policromada I” e “Restauração de escultura de madeira policromada II”. 2002/2000 - Museu Histórico Abílio Barreto/ MHAB - Conservadora/ restauradora, responsável pela preservação do acervo, contratada pela Prefeitura Municipal de Belo Horizonte: - Elaboração e implantação do projeto das reservas técnicas para o acondicionamento dos acervos (em papel, fotográfico, tridimensional e pinacoteca); consultoria técnica na climatização e iluminação das reservas técnicas e das salas de exposição; serviços de conservação preventiva e de restauração; montagem de exposições temporárias e de longa duração; elaboração de projetos de conservação e de restauração dos bens do acervo; produção de textos para publicações e exposições. 1999/ 1988 – Empresa Grupo Oficina de Restauro Ltda - Sócia-Fundadora: - Elaboração, coordenação e participação na execução de projetos de conservação e restauração de obras de arte, bens móveis e integrados a monumentos arquitetônicos; inventários, perícias e consultorias para instituições museológicas, instituições municipais, estaduais e federais de patrimônio histórico e artístico, dioceses, prefeituras, empresas e colecionadores particulares.

Providência

Projeto indeferido

2023-02-24
Locais de realização (1)
Itapecerica Minas Gerais