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PRONAC 193929Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Artefatos Sonoros

FABULOSA PRODUÇÕES LTDA
Solicitado
R$ 256,5 mil
Aprovado
R$ 256,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. Av Games
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2020-04-01
Término
2023-03-30
Locais de realização (1)
Belo Horizonte Minas Gerais

Resumo

O projeto Artefatos Sonoros propõe o encontro do duo instrumentista O Grivo com um grupo de pessoas cegas, conectando o fazer musical dos artistas às particularidades da percepção desse grupo diante da cidade de Belo Horizonte. Esse diálogo sonoro-musical se dará em um laboratório de criação coletiva de uma instalação sonora produzida com objetos diversos, que incluem recursos táteis. O processo de criação será objeto da produção de um média-metragem documental, que pretende realçar as particularidades de um grupo que, privado do sentido da visão, atribui outros valores ao universo sonoro do cotidiano urbano. Ao final desse processo, a instalação sonora será montada em uma sala escura para ser experimentada pelo público em geral - vidente ou não -, em espaço expositivo de Belo Horizonte onde, em outro ambiente, o documentário estará em exibição contínua. O filme, de aproximadamente 25 minutos, com captação e finalização em suporte digital, terá classificação indicativa livre.

Sinopse

Artefatos Sonoros é um média-metragem de gênero documental, de aproximadamente 25 minutos, que propõe um encontro criativo entre a dupla de músicos "O Grivo" com um grupo de três pessoas cegas, conectando o fazer musical dos artistas às particularidades da percepção desse grupo diante da cidade de Belo Horizonte. O filme tem como premissa documentar o processo de criação de possíveis traduções musicais das relações de pessoas com deficiência, com a cidade, revelando algumas de suas potências e desafios. O tema central deste documentário é a dimensão do som na vida das pessoas, realçado pelas particularidades de um grupo que, privado do sentido da visão, atribui outros valores ao universo sonoro do cotidiano urbano.

Objetivos

Artefatos Sonoros é um projeto de média-metragem documental, de aproximadamente 25 minutos, e exposição interativa, que propõe um encontro criativo entre a dupla de músicos instrumentistas "O Grivo" com um grupo de 3 pessoas cegas, conectando o fazer musical dos artistas às particularidades da percepção desse grupo diante da cidade de Belo Horizonte. O filme documentará o processo de criação de uma instalação sonora, que traduz musicalmente as relações de pessoas com deficiência, com a cidade, revelando suas potências e desafios. O tema central do documentário e da exposição é a dimensão do som na vida das pessoas, realçado pelas particularidades de um grupo que, privado do sentido da visão, atribui outros valores ao universo sonoro do cotidiano urbano. O filme se constitui como processo aberto que propõe, como ponto de partida, um dispositivo inspirado na forma como a dupla Marcos Moreira e Nelson Soares, O Grivo, descreve seu processo criativo: "a proposição de um estado de curiosidade e disposição contemplativa para a escuta". Inicialmente os músicos apresentam uma seleção de artefatos para produção, gravação e reprodução de sons, para que em seguida esse grupo de pessoas cegas experimente ritmos, melodias e texturas sonoras, que representem a forma como eles percebem a "organização espacial", "perspectivas", etc. O objetivo é a construção de uma gramática de sons, que lhes sirva como recurso para ilustração da forma como percebem a cidade em que vivem. Em paralelo, a direção fará uma abordagem observacional - testemunhando o encontro entre esses dois grupos - e em seguida a produção de imagens-síntese e imagens-tradução, revelando as influências que esse processo criativo exerce sobre seu olhar cinematográfico para a cidade. As locações serão escolhidas junto do grupo de deficientes, a partir de trajetos que eles consideram relevantes na cidade. O grupo de pessoas cegas será selecionado através de uma oficina para jovens e adultos, buscando aquelas que tenham afinidade com o universo musical. O grupo se reunirá com os artistas do duo O Grivo para exercícios sonoros. Desde o final da década de 1990, quando iniciou sua trajetória, essa dupla belo-horizontina explora a linguagem sonora e a musicalidade de objetos por meio de uma pesquisa acústica eletrônica de instrumentos musicais não convencionais. O trabalho da dupla é caracterizado por uma pluralidade sonoro-musical, mantendo diálogo contínuo com outras artes como performances, filmes, e danças. Como etapa final, a instalação sonora resultante do laboratório entre O Grivo e o grupo de pessoas cegas será aberta ao público em exposição a ser realizada em espaço cultural de BH, por 30 dias. A instalação será concebida utilizando-se de recursos táteis e em local escurecido, de forma que os públicos, vidente e não vidente, possam fruir da obra a partir dos mesmos sentidos - o tato e a audição. Paralelamente, o documentário com o processo de criação será exibido em looping em outro ambiente do mesmo espaço. Objetivos Gerais: Criar e registrar um diálogo sonoro musical entre o grupo instrumental O Grivo e um grupo de 3 pessoas cegas, em Belo Horizonte, através da criação coletiva de uma instalação sonora, para investigar a dimensão do som na vida das pessoas, realçado pelas particularidades de um grupo que, privado do sentido da visão, atribui outros valores ao universo sonoro do cotidiano urbano. Objetivos específicos: - Realizar um filme documental, de aproximadamente 25 minutos, sobre o processo de criação da instalação sonora, que será construída com objetos e recursos táteis por 3 pessoas cegas, conduzidas pelo duo O Grivo, a partir das percepções desse grupo sobre a cidade de Belo Horizonte; - Promover a exposição da instalação sonora numa sala escura, em espaço cultural de Belo Horizonte, durante 30 dias, no qual o filme que documenta o processo ficará em exibição contínua, em ambiente separado; - Produzir 50 cópias em DVD do documentário com faixas de acessibilidade (audiodescrição, tradução em LIBRAS e legenda descritiva) e legendas em inglês.

Justificativa

A proposta de realização do projeto Artefatos Sonoros converge com as finalidades dos seguintes incisos do artigo 1º da Lei 8.313/91: "I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais". Tendo em vista que proporciona aos artistas integrantes os meios para produzir obras artísticas que, embora contribuam para a produção de bens simbólicos e a experimentação de novas linguagens na música, não tem apelo comercial agregado, sendo que o retorno, caso venha a existir, seria insignificante em relação ao custo de execução do projeto, uma vez que a exposição da instalação sonora com exibição simultânea do documentário será oferecida gratuitamente a todos os públicos. A hipótese de se obter algum retorno financeiro do projeto só se materializa caso o documentário seja premiado em festivais de cinema e/ou licenciado para canais de TV, no longo prazo. Além disso, o projeto privilegia parcela da população que em geral é alijada dos meios para produzir e fruir produções artísticas, que são os deficientes visuais. No caso do projeto Artefatos Sonoros, mais que possibilitar o acesso às obras que serão produzidas _ instalação sonora e documentário -, convoca esse grupo para protagonizar a produção. "II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais". Todos os artistas e integrantes projeto são brasileiros, majoritariamente de Belo Horizonte. "III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores". O projeto valoriza e difunde o trabalho d’O Grivo, duo instrumentista de belo-horizontinos que, apesar de ter amplo reconhecimento no meio artístico e em circuitos internacionais de artes visuais, ainda não foi objeto de uma produção audiovisual - linguagem que frequentemente se utiliza da sua obra como elemento estético complementar. Com engenhocas bem humoradas e aparentemente precárias, O Grivo pertence ao seleto grupo de artistas sonoro-visuais brasileiros, como o coletivo Chelpa Ferro ou Paulo Nenflidio, bem inseridos no contexto das artes plásticas e cujas obras incluem o uso de aparatos inusitados. Diferentemente desses, porém, graças, em parte, à formação musical de seus integrantes, as obras d’O Grivo priorizam a sonoridade: embora o efeito visual esteja longe de ser casual, a imagem é consequência da dimensão musical. Os percursos sonoros que criam são, além de uma nova maneira de ouvir, uma nova maneira de ver os mecanismos de produção do som. Formado em 1990, o coletivo notabilizou se num primeiro momento pelas produções musicais realizadas para outros artistas, como Cao Guimarães, Lucas Bambozzi, Rivane Neuenschwander e Valeska Soares, entre outros. O grande apelo visual de suas instalações, contudo, fez com que a dupla passasse a ser reconhecida pela qualidade plástica, e não apenas sonora, de suas criações, a partir principalmente da exposição Antarctica artes com a folha (1996). Participaram da 28ª Bienal de São Paulo (2008) e da 8ª Bienal do Mercosul, em Porto Alegre (2008), ambas no Brasil. Entre seus principais trabalhos (que envolvem principalmente concertos e instalações) e mostras estão: Reinventando o mundo (Museu Vale, Vila Velha, Brasil, 2013); Artefatos de som (Oi Futuro, Belo Horizonte, Brasil, 2013); Estación experimental (Universidad Laboral, Gijón, Espanha, 2012); O Grivo (Galeria Nara Roesler, São Paulo, Brasil, 2010); O Grivo (Museu de Arte da Pampulha, Belo Horizonte, Brasil, 2009); e It’s raining out there (South London Gallery, Londres, Inglaterra, 2008). "V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira". A realização do documentário sobre o processo de criação da instalação sonora permite que uma obra artística impermanente por natureza seja difundida fora do seu habitat natural _ galerias de arte, museus, centros culturais _ espaços ainda pouco ou nunca frequentados pela ampla maioria dos extratos sociais brasileiros. A organização de visitas guiadas por facilitadores para grupos de escolares contribuirão para a formação de público em artes visuais e música. Oferecerá experiências estéticas únicas, capazes de ampliar no público os horizontes de possibilidades de se produzir sentidos. "VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória". A música é por excelência a linguagem capaz de estabelecer laços entre pessoas de qualquer lugar do planeta, independente de gênero, idade, credo, raça, formação ou qualquer outra característica nata ou adquirida. No caso da produção artística d’O Grivo, além da música, a comunicação de sensações e sentidos se dá por meio de construções visuais feitas de gestos coreografados, objetos e luzes - elementos que também perpassam qualquer tipo de fronteira. "IX - priorizar o produto cultural originário do País". Por fim, cabe ressaltar que o projeto foi idealizado por uma brasileira, será sobre artistas e pessoas cegas do país, em um diálogo sonoro-musical sobre as paisagens de uma das nossas capitais, com 100% da equipe nacional. O projeto Artefatos Sonoros se enquadra nos objetivos expressos no inciso II do Art. 3º da Lei 8313/91, pois contribui para o fomento à produção cultural e artística no país, mediante a produção de obra cinematográfica de média-metragem e a realização de exposição.

Especificação técnica

Documentário de 25 minutos captado e finalizado em formato digital, colorido, nos seguintes suportes: master de exibição em DCP (HD externo) e 50 unidades de DVD, com legenda em inglês e faixas de acessibilidade (LIBRAS, audiodescrição e legenda descritiva). A classificação indicativa do filme será livre para todos os públicos.

Acessibilidade

No projeto Artefatos Sonoros, a inclusão de pessoas cegas é anterior ao acesso aos produtos gerados pelo projeto. Esse grupo de pessoas será convidado a participar de todo o processo criativo. Além dos três cegos que participam do processo de criação coletiva da instalação sonora, está prevista a contratação de um artista cego para dar consultoria, desde a etapa de seleção desse grupo até a montagem da instalação com recursos táteis na sala escura para experimentação pelo público em geral. O consultor também será responsável por orientar os facilitadores que guiarão os visitantes, esses privados ou não de sentidos. Acessibilidade física: O espaço para exposição da instalação sonora e exibição do documentário será escolhido tendo como critério os parâmetros de acessibilidade de pessoas com mobilidade reduzida e idosos, estabelecidos pela legislação vigente. Acessibilidade de conteúdo: O documentário “Artefatos Sonoros” terá captação e finalização em suporte digital e sua versão finalizada adotará as seguintes medidas de acessibilidade visando maior inclusão e alcance de público: audiodescrição, tradução em LIBRAS, legenda descritiva. Ressalta-se que as medidas listadas estarão presentes também no trailer de divulgação da obra.

Democratização do acesso

- O grupo de participantes cegos será selecionado a partir de uma oficina que será divulgada em institutos especializados no atendimento a esse público; - o processo de criação da instalação sonora será registrado em um vídeo documentário de média-metragem que será exibido paralelamente à exposição (em ambientes separados); - o acesso à exposição e exibição do filme será gratuito e aberto para todos os públicos.

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA Produção Executiva e Coordenação geral: André Hallak Direção: Mariana Fagundes Azevedo Artistas e Direção Artística: O Grivo - Marcos Moreira e Nelson Soares Consultoria: Oscar Capucho (artista cego) Diretor de fotografia: Diogo Lisboa Montadora e assistente de direção: Ana Carolina Soares CURRÍCULOS RESUMIDOS > André Hallak (produção executiva e coordenação geral) André Hallak é mestre em Artes pela Escola de Artes Visuais da UFMG, onde desenvolveu uma investigação sobre a relação entre Arte Contemporânea e o Vídeo Documentário, assunto que o acompanha em sua trajetória. Está cursando o doutorado em Comunicação pela UFRJ onde amplia a pesquisa iniciada no mestrado com o foco nas videoinstalações. Atua no circuito audiovisual desenvolvendo trabalhos de criação e coordenação, assim como diretor, editor, fotógrafo, produtor e educador. O foco principal são documentários contemporâneos, videoartes, cinema e videoinstalações. Atualmente desenvolve trabalhos com o vídeoartista Eder Santos, com quem iniciou a Trem Chic, produtora de vídeo, arte e multimídia. É professor na Pós-Graduação na Escola Guignard da Universidade Estadual de Minas Gerais. É também Presidente da ONG Oficina de Imagens - Comunicação e Educação. > Mariana Fagundes (direção cinematográfica e direção geral) Mariana Fagundes é jornalista e especializou-se em cinema na London Film Academy. Em Londres, fez seu primeiro curtametragem Outdoor Dreams, selecionado pelo Festival Etnográfico Internacional do Rio de Janeiro. Entre seus trabalhos recentes como diretora estão o documentário Korubo: uma etnia entre fronteira, premiado no Festival Pachamama, o projeto multiplataforma Gente Awá, e a série televisiva Fronteiras Fluidas. Seu último filme, À Cura do rio, produzido em parceria com o BDMG e Fundação Clovis Salgado foi premiado no Cinalfama Lisbon Film Awards, e exibido em mais de quinze festivais como Aesthetica Short Film Festival, na Inglaterra, Ethnografilm Paris, Monterrey Internacional Film Festival, no México. Atualmente, desenvolve o longa-metragem É tudo parente, premiado pelo Fundo Setorial Audiovisual, e dirige a série Água de Plantar para o canal Futura. Participou do programa Work Experience na Fabbrica – Centro de Pesquisa de Comunicação, Benetton, Itália, com o curta “Programa do AB2”. Em São Paulo, trabalhou como assistente de direção em publicidade e longas-metragens como; “Daquele Instante em Diante” - Série Iconoclássicos do Itaú Cultural e “A Luneta do Tempo”, direção de Alceu Valença, produção Focus Filmes. Em 2010 iniciou sua carreira como diretora de conteúdo, na produtora Colmeia. Dirigiu um longo projeto para a Natura, chamado “Programa Acolher”, que visa fomentar o empreendedorismo social no Brasil. Em 2011, dirigiu o reality “Perdas e Ganhos”, unidade de BH, para o canal GNT. > O Grivo - Marcos Moreira e Nelson Soares (artistas e direção artística) Em fins d’O Grivo, duo composto por Marcos Moreira e Nelson Soares, realizou seu primeiro concerto em Belo Horizonte MG, onde vivem e trabalham até a presente data; iniciando suas pesquisas no campo da “Música Nova”. Interessados na expansão do seu universo sonoro e na descoberta de maneiras diferentes de organizar suas improvisações, o grupo vem desenvolvendo uma linguagem musical própria. Depois de quase três décadas de trabalho, é admirável o percurso da dupla de mineiros que já se apresentou em locais como Palácio das Artes, Museu de Arte da Pampulha, Museu de Arte Moderna do Rio, de São Paulo, do Espírito Santo, de Curitiba, entre outros. Além disso, participaram de importantes festivais internacionais na França, Espanha, Alemanha e Portugal. Sua obra foi, inclusive, exposta no MOMA de São Francisco, USA. Na lista de principais premiações conquistadas pelo duo podemos elencar: - Prêmio Especial de Juyi, 25º. Salão de Arte de Belo Horizonte, Belo Horizonte, Brasil - 4º. Prêmio Cultural Sergio Motta, Instituto Sergio Motta, São Paulo, Brasil - Sound Art Work, Formações, dLux Media Arts, Sydney, Austrália - 46ª. edição do Festival de Cinema de Brasília >> Melhor faixa sonora por Fernando que ganhou um pássaro do mar (2013) - 45ª. edição do Festival de Cinema de Brasília >> Melhor som e música original por Otto (2012) - 9º. Cine PE - Recife >> Melhor som e música original por Aboio (2005) - 3º. Festival de Cinema de Recife >> Melhor trilha sonora e edição de som por Otto "eu sou um outro" (1999) > Oscar Capucho (consultoria - artista cego) Artista formado em teatro pela UFMG, iniciou sua carreira atuando e, já com experiência, recebeu convites para dirigir trabalhos teatrais. Um curioso pesquisador do movimento, sempre se inspirou na dança, a qual lhe proporcionou diversas experiências com importantes artistas e uma relevante participação na cerimônia de abertura das Paraolimpíadas Rio-2016. Hoje, componente da cia. Ananda, compartilha sua pesquisa ministrando workshops e residências artísticas pelo Brasil e Europa > Diogo Lisboa (diretor de fotografia) Diogo Lisboa trabalha com audiovisual, principalmente no departamento de fotografia, desde 2008, tendo realizado diversos trabalhos como assistente de câmera em filmes de longa (“Deserto azul”, de Eder Santos, “Ela Volta na quinta” de André Novais de Oliveira, “Elon não acredita na morte”, de Ricardo Alves Jr., entre outros) e curta-metragem (“Dona Sônia pediu uma arma para seu vizinho Alcides”, de Gabriel Martins, “Quintal” de André Novais Oliveira, dentre outros), peças publicitárias, séries e video clipes. Fotografou e operou câmera nos documentários “Onde não posso ir” de Lygia Santos e “Marquinhos e Princesa”, de Nélio Costa, além dos premiados curtas-metragens “Contagem” de Gabriel Martins e Maurilio Martins, “Rapsódia para um homem negro” de Gabriel Martins, “Estado Itinerante”, de Ana Carolina Soares, e “Nada”, de Gabriel Martins. Em 2017 foi professor de fotografia do curso de cinema da AIC Rio de Janeiro. > Ana Carolina Soares (montadora e assistente de direção) É a fundadora da produtora A ITINERANTE FILMES que em 2016 lançou o curta-metragem de ficção “Estado Itinerante” financiado pelo Fundo Municipal de Cultura 2013. O filme foi exibido em 30 festivais nacionais internacionais, destacando a exibição em 2017 no Internacional Short Film Festival Clermont Ferrand - França; o Festival de Cine Latino Americano de La Plata premiado como melhor ficção, Mostra Internacional de Curtas de SP, premiado pelo COLETIVO VERMELHA; Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, premiado como melhor filme pela crítica; Janela Internacional do Recife, premiado como melhor filme pela crítica e melhor filme pelo juri oficial; Semana dos Realizadores, premiado como melhor filme pelo juri oficial e melhor filme pelo juri de estudantes. Ao todo em festivais ganhou 21 prêmios e menções honrosas e foi eleito melhor curta-metragem de 2016 pela ABRACCINE Associação Brasileira de Críticos de Cinema.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.