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- Temporada em circulação pelas regiões Norte/Nordeste do espetáculo MOLIÈRE - Uma comédia musical de Sabina Berman, com músicas de Caetano Veloso; Como ação de contrapartida, em cada uma das principais capitais do Norte e Nordeste, além das 03 sessões normais do espetáculo, haverá 01 sessão gratuita com recursos de acessibilidade ampliada (intérprete de Libras e sistema de audiodescrição) e debate do elenco com o público pós-apresentação. Palestra/bate papo sobre a história do teatro brasileiro nos últimos 40 anos.
MOLIÈRE é uma divertida disputa entre a “Comédia”, representada pelo ilustre comediante Molière (Matheus Natchergaele), e a “Tragédia”, personificada por Racine (Elcio Nogueira Seixas), mestre da poética trágica francesa. Os dois dramaturgos lutam pelas graças de Luiz XIV, o Rei Sol (Nilton Bicudo). O Arcebispo Pérefixe (Renato Borghi) se mantém vigilante para garantir a ordem em meio ao tumulto no reino. Uma miríade de personagens da corte, da plebe, do clero e dos tablados desfilam por teatros, palácios, igrejas, tabernas, estradas e campos de batalha. Um grande espetáculo que evoca a opulência carnavalesca do período áureo da França pré-revolucionária. Risos, lágrimas, Música, História e Poesia se misturam em um texto repleto de humor, que equilibra muito bem o sublime e o grotesco, o sofisticado e o popular. A magnífica orquestra do Maestro Lully (Fábio Cardoso) embala esta saborosa trama com o clima tropical das músicas do cancioneiro de Caetano Veloso. Uma experiência completa de Teatro. Um banquete para o público. O espetáculo é recomendado para maiores de 12 anos e tem 120 minutos de duração. Os debates pós-espetáculo entre artistas e público terá duração mínima de 40 minutos e máxima de 75 minutos. As palestras/bate papos sobre a história do teatro brasileiro nos últimos 40 anos, como ação formativa cultural de contrapartida social com alunos de arte e teatro, de escolas e universidades públicas de ensino terá duração mínima de 60 minutos e máxima de 80 minutos.
OBJETIVO GERAL: O espetáculo MOLIÈRE - Uma comédia musical de Sabiba Berman, com Matheus Natchergaele, Renato Borghi e Elcio Nogueira Seixas, fez grande sucesso em sua primeira temporada nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, em 2018, levando mais de 31.000 espectadores ao teatro a preços acessíveis, incluindo 61 apresentações gratuitas (em São Paulo) e sessões de acessibilidade ampliada para portadores de necessidades especiais (com intérprete de Libras e sistema de audiodescrição). O espetáculo recebeu inúmeros pedidos de circulação por parte de pessoas de todo o Brasil através de suas redes sociais. Devida a esta imensa demanda de público, a produção decidiu realizar uma excursão pelos Estados mais carentes da Federação em termos de oferta cultural. Este projeto propõe a realização de temporadas de quatro apresentações, sendo uma gratuita, nas principais capitais do Norte e Nordeste do país. Ao todo, estão previstas 24 apresentações. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 1. Realização de três apresentações a preços acessíveis nas cidades de Maceió, João Pessoa, Aracajú, Teresina, Belém e Manaus; 2. Realização de uma sessão gratuita para população de baixa renda, professores e estudantes da rede pública de ensino nas cidades de Maceió, João Pessoa, Aracajú, Teresina, Belém e Manaus; 3. Realizar palestra/bate papo com alunos de arte e teatro, de escolas e universidades públicas de ensino, sobre a história do teatro brasileiro nos últimos 40 anos. Como ação formativa cultural de contrapartida social. Em cada uma das cidades da circulação. 4. A sessão gratuita em cada capital (Maceió, Belém e Aracajú) também será voltada a portadores de necessidades especias e contará com intérprete de Libras; 5. A sessão gratuita em cada capital (Maceió, João Pessoa, Aracajú, Teresina, Belém e Manaus) também promoverá um debate entre elenco e público após a apresentação. Será uma circulação por 06 cidades, com apresentações de quinta a domingo, totalizando 24 sessões em teatro com o mínimo de 570 lugares, a ser definido.
Para a realização do projeto "MOLIÈRE ", temporada Norte/Nordeste o incentivo através da Lei de Incentivo à Cultura do Ministério da Cidadania/Secretaria Especial da Cultura é imprescindível, pois somente assim conseguiremos a oportunidade de buscar recursos na iniciativa privada, vez que seria impossível levar essa obra ao grande púbico sem esse incentivo, frente a um espetáculo desse porte. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de espetáculos de artes cênicas. Sucesso absoluto de público e crítica, MOLIÈRE foi visto por mais de 31.000 espectadores ao longo de sua primeira temporada. O espetáculo esteve em cartaz por mais de sete meses e passou pelas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Uberlândia, Araras, Piracicaba, Lençóis Paulista, Bauru, Botucatu e Marília. Durante todo o período, a peça teve casas lotadas e, em muitos locais, ingressos esgotados, mesmo antes das estreias. As redes sociais do projeto registraram uma imensa demanda do público pelo retorno de MOLIÈRE. Milhares de pessoas em todo o Brasil pedem por uma segunda temporada da comédia musical, principalmente das regiões mais carentes do país em termos de oferta cultural: Norte e Nordeste. SABINA BERMAN, a maior autora mexicana da atualidade, tem textos traduzidos para diversas línguas e publicados em mais de trinta países. Ela também é roteirista de cineastas como Alejandro Iñarritu (Birdman; O Regresso) e Alfonso Cuarón (Roma; Gravidade), ambos ganhadores do Oscar. MOLIÈRE é uma peça que já foi montada em várias partes do mundo, sempre com grande sucesso. MOLIÈRE também foi prestigiado e recomendado como imprescindível por grandes artistas brasileiros, entre eles: Caetano Veloso, Fernanda Torres, Marieta Severo, Marco Nanini, Vera Holtz, Cássia Kiss, Luís Fernando Guimarães, Mateus Solano, Chico César, Aracy Balabanian, Guilherme Weber, Edney Silvestre, Dedé Santana, Caco Ciocler, Paulo Miklos, Zezé Polessa, Bárbara Paz, Malu Mader, Drica Moraes, Leona Cavalli, Alexandre Nero (ver vídeos no site). Os depoimentos dos artistas e do público podem ser vistos na página oficial do projeto: https://www.facebook.com/moliereoficial Além disso tudo, o espetáculo foi indicado a muitos prêmios (Shell; APTR; Risadaria; Botequim Cultural, Bibi Ferreira), em várias categorias: Melhor Ator (para Matheus Natchergaele), melhor Ator Coadjuvante (para Nilton Bicudo), Melhor Atriz Coadjuvante (para Georgette Fadel), Melhor Direção (para Diego Fortes) e Melhor Direção musical (para Gilson Fukushima). Por seu histórico de sucesso, a qualidade de seus artistas e intensa capacidade de comunicação, MOLIÈRE merece uma segunda temporada. Ao incentivar este projeto, a Eletrobrás vinculará sua imagem a uma peça consagrada pelo público e por formadores de opinião. O Governo Federal, através do Ministério da Cidadania e da Lei de Incentivo à Cultura, oferecerá ao público das regiões mais carentes do país uma comédia musical de preciosa graça e beleza, sucesso internacional, escrita por Sabina Berman, roteirista mexicana indicada ao Oscar. O Governo Federal, através do Ministério da Cidadania e da Lei de Incentivo à Cultura, dará ao público das regiões Norte e Nordeste um presente raro: assistir de perto a um dos atores mais talentosos e mais populares do país, amado pelo público nordestino desde sua aparição na TV como o João Grilo de "O Auto da Compadecida", de Ariano Suassuna: MATHEUS NATCHERGAELE, representando o comediante mais famoso de todos os tempos, MOLIÈRE. O Governo Federal, através do Ministério da Cidadania e da Lei de Incentivo à Cultura, ainda levará ao público nortista e nordestino um dos maiores atores do Brasil, laureado com três prêmios Molière, a honraria máxima do Teatro Brasileiro, e ganhador de todos os prêmios mais importantes da cena nacional: RENATO BORGHI, no auge de seus 61 anos de carreira e 80 de vida. Além disso, o Governo Federal, através do Ministério da Cidadania e da Lei de Incentivo à Cultura, premiará o público com as belíssimas músicas do ilustre baiano Caetano Veloso, executadas ao vivo por uma banda com músicos de altíssimo nível. O Governo Federal, através do Ministério da Cidadania e da Lei de Incentivo à Cultura, também levará ao Norte e Nordeste do país um grande evento de arte com sua marca em um momento onde estas regiões tanto precisam de incentivos econômicos e socioculturais. O Governo Federal, através do Ministério da Cidadania e da Lei de Incentivo à Cultura, permitirá que a camada mais pobre da população nortista e nordestina, que vive um momento de extrema carência e medo da violência nas grandes cidades, tenha a oportunidade de assistir gratuitamente a um espetáculo de teatro musical completo, representado por um elenco excepcional. O Governo Federal, através do Ministério da Cidadania e da Lei de Incentivo à Cultura, irá garantir acesso a portadores de necessidades especiais através das sessões com intérprete de Libras e sistema de áudio-descrição. A comédia musical MOLIÈRE foi apresentada gratuitamente para mais de 26.000 espectadores em São Paulo durante quase quatro meses, de quinta a domingo. Não houve renda de bilheteria. No Rio de Janeiro, a peça ficou cinco semanas em cartaz com um preço abaixo do previsto no projeto de montagem da primeira temporada. Ainda assim, a renda gerada no Rio de Janeiro, permitiu que o espetáculo pudesse estender sua primeira temporada a cidades do interior, como Uberlândia, Araras, Piracicaba, Lençóis Paulista, Bauru, Botucatu e Marília. Porém, o saldo da bilheteria se esgotou com estas viagens e não foi possível levar o espetáculo ao Norte e Nordeste do país, onde há uma grande demanda de público para assistir à peça. A única forma de atender a esta demanda é através da Lei de Incentivo à Cultura, já que um espetáculo musical do porte de MOLIÈRE tem um custo muito alto de manutenção. A circulação de 21 pessoas para regiões distantes de São Paulo (o que inclui passagens aéreas, hospedagem e alimentação), assim como o transporte de cenários e equipamentos apresentam custos intransponíveis para a produção sem o apoio da Lei de Incentivo à Cultura. Como a produção também faz questão de oferecer o espetáculo a preços razoáveis, com o objetivo de democratizar o acesso do público aos bens culturais, é impossível realizar esta temporada no Norte e Nordeste do país sem incentivo fiscal. Sem a utilização da lei, os ingressos teriam de custar, no mínimo, R$160,00. Com o benefício do incentivo fiscal, o preço médio do ingresso ficará em torno de R$51,25. Por todas estas razões, podemos assegurar ao Ministério da Cidadania que o investimento em MOLIÈRE é um investimento no Norte, no Nordeste e no Brasil; um investimento não só com impactos econômicos geradores de emprego, mas também com impactos positivos sobre o ânimo dos brasileiros em momento de crise tão aguda. Acreditamos que o Ministério da Cidadania, ao apoiar a comédia musical MOLIÈRE através da Lei de Incentivo à Cultura, cumprirá plenamente com sua missão social de promover o bem-estar da população e contribuir para a democratização dos bens culturais no país.
REMUNERAÇÃO DO PROPONENTE COM RECURSOS DECORRENTES DE RENÚNCIA FISCAL Os itens que serão objetos de remuneração do PROPONENTE são: - ATOR Conforme discriminado no orçamento analítico, de acordo com a Instrução Normativa nº 02, de 23 de abril de 2019, em seu Artigo 11º, não ultrapassando o limite de 50% do custo do projeto. NOTA: Todas as ações do projeto também serão divulgadas através de um site criado especialmente para este, onde os usuários tomarão conhecimento da programação, preço de ingressos e sessões com acessibilidade em LIBRAS. O site ficará no ar durante todo o período de ensaios e circulação do espetáculo.
O espetáculo – duração: 120 minutos; Os debates pós-espetáculo – duração: de 40 a 75 minutos; As palestras/bate papos (ação formativa cultural de contrapartida social) – duração: de 60 a 80 minutos.
ACESSIBILIDADE FÍSICA: A produção do espetáculo se compromete a apresentar o espetáculo somente em espaços que garantam a facilidade de locomoção com banheiros adaptado e rampas de acesso para cadeirantes. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: A produção oferecerá uma sessão gratuita em cada cidade da temporada. E com recursos de acessibilidade ampliada, nas cidades de Maceió, Belém e Aracajú para portadores de necessidades especiais (intérprete de Libras).
Para atender à democratização de acesso serão adotadas as seguintes medidas, conforme artigo 20, da Instrução Normativa 02, de 23 de abril de 2019, inciso I, alíneas "a","b" e "c": 1. Serão distribuídos 25% (vinte por cento) dos ingressos gratuitamente para população de baixa renda, como Escolas públicas, ONGs e demais instituições ligadas a ações sociais. 2. Serão cedidos 10 % dos ingressos para distribuição gratuita pelo patrocinador; 3. Serão distribuídos pelo proponente 10% dos ingressos gratuitos promocional em ações de divulgação do projeto; 4. Os ingressos comercializados cumprirão o estabelecido no mesmo artigo 20, da IN 02/2019, no inciso I, alíneas "d" e "e": 20% dos ingressos serão vendidos ao preço promocional de R$ 50,00 (cinquenta); 50% dos ingressos serão comercializados livremente pelo proponente a R$ 70,00 (setenta reais) a inteira, não ultrapassando o preço médio do ingresso de R$ 225,00. As medidas de acessibilidade estarão presentes em todo o material de divulgação do projeto (impresso, digital ou virtual), para que público especifico tenha conhecimento prévio. Também, serão realizadas através de vídeo promocional (em LIBRAS) a ser encaminhado às entidades, associações e ONGs vinculadas a este público. Será veiculada, também, em redes sócias e no site do projeto, além de anúncio promocional, especifico, em Guia cultural. OUTRAS MEDIDAS DE DEMOCRATIZAÇÃO 1. Será permitida a captação de imagens do espetáculo e autorizada sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias, atendendo ao Inciso IV do Art. 21 da IN n. 02 de 23/04/2019. 2. Será permitida a captação de imagens dos debates entre elenco e público após cada apresentação do espetáculo (em cada uma das cidades, sendo que as cidades de Maceió, Belém e Aracajú contarão com intérprete de Libras) e autorizada sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias, atendendo ao Inciso IV do Art. 21 da IN n. 02 de 23/04/2019. 4. Será permitida a captação de imagens das Palestra/bate papos com alunos de arte e teatro, de escolas e universidades públicas de ensino, sobre a história do teatro brasileiro nos últimos 40 anos. Em cada uma das cidades da circulação e autorizada sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias, atendendo ao Inciso IV do Art. 21 da IN n. 02 de 23/04/2019.
Informamos que o Proponente, RENATO DE CASTRO BORGHI (RENATO BORGHI), será responsável pela gestão administrativa/técnico-financeira do projeto. Além disso, exercerá também a função de Ator, rubrica pela qual será remunerado. É também um dos tradutores do texto e assina a Coordenação Geral, juntamente com seu sócio Elcio Nogueira Seixas (para estas não há remuneração) TEXTO: SABINA BERMAN TRADUÇÃO: ELCIO NOGUEIRA SEIXAS E RENATO DE CASTRO BORGHI ADAPTAÇÃO: DIEGO FORTES RIBAS E LUCI COLLIN DIREÇÃO: DIEGO FORTES RIBAS ELENCO: MATHEUS NACHTERGAELE, ELCIO NOGUEIRA SEIXAS, RENATO DE CASTRO BORGHI, NILTON BICUDO CURY, RAFAEL VEIGA DE CAMARGO, LUCIANA DE CASTRO BORGHI, GEORGETTE FADEL, REGINA MOREIRA FERREIRA FRANÇA, MARCO ANTONIO RODRIGUES COURA (MARCO BRAVO), DÉBORA VENEZIANI, EDITH MARLIS DE CAMARGO MOSBERGER, FÁBIO RODRIGO CARDOSO, FERNANDA LEAL DA COSTA (MARIA FERNANDA) E BEATRIZ APARECIDA LIMA CENOGRAFIA: ANDRÉ LUIZ SILVEIRA CORTEZ FIGURINO: KARLLA BARRETO GIROTTO DIREÇÃO MUSICAL: GILSON HIDETAKA FUKUSHIMA ILUMINAÇÃO: LUIZ ROBERTO BRUEL E NADJA NAIRA FLUGEL ASSISTENTE DE DIREÇÃO: CAROL CARREIRO FOTOS: EIKA YABUSAME, JAMIL KUBRUK E LUÍSA BONIN, PAULO URAS - ESTÚDIO FB ASSESSORIA DE IMPRENSA: ADRIANA MONTEIRO - OFÍCIO DAS LETRAS GERENCIAMENTO DE INTERNET/REDES SOCIAIS: LUÍSA BONIN DIREÇÃO DE PRODUÇÃO: CAMILA BEVILACQUA COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO: LUÍS HENRIQUE DALTROZO (LUQUE) IDEALIZAÇÃO E REALIZAÇÃO: RENATO BORGHI PRODUÇÕES ARTÍSTICAS COORDENAÇÃO GERAL: RENATO BORGHI E ELCIO NOGUEIRA SEIXAS CURRÍCULOS DOS PRINCIPAIS INTEGRANTES DA FICHA TÉCNICA: MATHEUS NATCHERGAELE (Ator) Ingressou na carreira artística na companhia do diretor teatral Antunes Filho, em 1989. Aos 22 anos, entrou para a Escola de Arte Dramática da USP. Ganhou notoriedade em 1992 com a cia Teatro da Vertigem, sob direção de Antonio Araújo, e teve seu trabalho reconhecido por sua atuação no premiado espetáculo da companhia Livro de Jó. Seu sucesso o levou à televisão (Rede Globo), onde estreou na minissérie Hilda Furacão. O sucesso na minissérie o levou a atuação como protagonista na também minissérie que se tornou filme O Auto da Compadecida, baseado na obra de Ariano Suassuna, no papel de João Grilo. Atuação essa que lhe rendeu o Grande Prêmio do Cinema Nacional como Melhor Ator. Desde então, tem feito inúmeras participações no cinema nacional e, no ano de 2008 estreou como diretor sem nunca ter deixado de lado o teatro e a televisão. RENATO DE CASTRO BORGHI (Ator e tradutor) Fundou o TEATRO OFICINA em 1958, juntamente com José Celso Martinez Corrêa, onde realizou trabalhos que marcariam para sempre os palcos do Brasil e se tornariam referências para as novas gerações: PEQUENOS BURGUESES, ANDORRA, REI DA VELA, GALILEU GALILEI e NA SELVA DAS CIDADES. Nos anos 70, fundou o TEATRO VIVO com Estér Góes e, juntos, produziram espetáculos de forte impacto, entre eles: O QUE MANTÉM UM HOMEM VIVO e MAHAGONNY de Brecht, MURRO EM PONTA DE FACA de Augusto Boal, UM GRITO PARADO NO AR de Gianfrancesco Guarnieri e CALABAR de Chico Buarque e Ruy Guerra. Durante a década de 80, escreveu peças de sucesso como A ESTRELA DALVA (com Marília Pêra) e LOBO DE RAY BAN (com Raúl Cortez e Christiane Torloni). Em 1993, fundou o TEATRO PROMÍSCUO com o ator Elcio Nogueira Seixas. O ator também tem inúmeros trabalhos em TV e Cinema. ELCIO NOGUEIRA SEIXAS (Ator e tradutor) Iniciou sua carreira no TEATRO OFICINA, com HAM-LET, em 1993, sob a direção de ZÉ CELSO. Ainda neste ano, fundou o TEATRO PROMÍSCUO com o ator RENATO BORGHI. Ao longo dos 20 anos da cia, idealizou, dirigiu e protagonizou vários espetáculos e projetos relevantes: ÉDIPO DE TABAS, TIO VÂNIA, JARDIM DAS CEREJEIRAS, MOSTRA DE DRAMATURGIA CONTEMPORÂNEA, BORGHI EM REVISTA, TIMÃO DE ATENAS, MACBETH, SETE GATINHOS, O CASAMENTO, AZUL RESPLENDOR, FIM DE JOGO, entre outros. Por sua atuação na MOSTRA, ganhou os prêmios SHELL e APCA de 2002, além de ter recebido indicações como ator e diretor por outros espetáculos (APCA por O BEIJO NO ASFALTO). Em 2010, pela EMBAIXADA DO TEATRO BRASILEIRO, recebeu, em Cuba, o Prêmio Villanueva da crítica. Em 2008, lançou seu primeiro livro BORGHI EM REVISTA pela Coleção Aplauso. Ministrou inúmeras oficinas de teatro, no Brasil e no exterior, sobre temas variados, como as obras de Nelson Rodrigues, Tchekhov, Beckett, Tennessee Williams e Shakespeare. GEORGETTE FADEL (Atriz) Diretora e atriz, faz parte do florescimento de um forte movimento de grupos na cidade de São Paulo em 1990. Participa da fundação da Cia do Latão, Núcleo Bartolomeu e Cia São Jorge de Variedades, dirigiu e atuou em diversos espetáculos como: "O nome do Sujeito", "Bartolomeu que será que nele deu", "Biedermann e os incendiários," "Bastianas", "Barafonda", "Quem não sabe mais quem é, o que é onde está, precisa se mexer". Dirigiu também Camila Pitanga, e vários outros artistas e espetáculos que ganharam também palcos internacionais. Como atriz, foi dirigida por Cristiane Paoli Quito, Tiche Viana, Francisco Medeiros, Cibele Forjaz, Frank Castorf, Felipe Hirsch. DIEGO FORTES (direção) Tem passagens pelo ACT - Ateliê de Criação Teatral (2003/04) e pelo Núcleo de Dramaturgia SESI/PR Curitiba (2010-13). Atuou como orientador do Núcleo de Dramaturgia SESC/PR e foi um dos orientadores do Núcleo de Encenação de Curitiba. Seus últimos trabalhos “O Fantástico Coração Subterrâneo” (2015) e “O Grande Sucesso” (2016) - ambos texto e direção - colecionam uma serie de indicações a prêmios, com o último apontado como Melhor Estreia Musical do Ano pela crítica da Folha de SP e indicado a três prêmios Shell, incluindo Melhor Autor. LUCI COLLIN (supervisão dramatúrgica) Poeta e ficcionista curitibana, tem dezesseis livros publicados , entre os quais “Querer falar”(poesia, 2014, finalista do Prêmio Oceanos), "Nossa Senhora D’Aqui" (romance, 2015) e "A árvore todas" (contos, 2015). Participou de antologias nacionais (como "Geração 90 - os transgressores" e "25 mulheres que estão fazendo a literatura brasileira") e internacionais (nos EUA, Alemanha, França, Uruguai, Argentina, Peru e México). Leciona Literaturas de Língua Inglesa na UFPR. GILSON FUKUSHIMA (direção musical) Formado em Composição e Regência, é diretor musical, arranjador, compositor e instrumentista. Participou de inúmeros grupos musicais como Grupo Fato, Maquinaíma, Denorex 80 e Homem-Canibal. Seus últimos trabalhos incluem a direção musical do espetáculo “O Grande Sucesso” (dir. Diego Fortes, 2016) pelo qual concorre atualmente ao Prêmio Shell-SP. NADJA NAIRA (iluminação) Iluminadora, sócia-fundadora da companhia brasileira de teatro. Com mais de duas décadas de carreira na luz, acumulou diversos prêmios, entres os quais se destaca o Shell-RJ pela peça "Esta Criança" (dir. Marcio Abreu, 2012). Seus últimos trabalhos foram “Krum"(dir. Marcio Abreu, 2015), “PROJETO BRASIL” (dir. Marcio Abreu, 2015) e “O Grande Sucesso” (dir. Diego Fortes, 2016). KARLLA GIROTTO (Figurinos) Formou-se na faculdade de moda Santa Marcelina. A estilista também é figurinista, trabalhou com o diretor Antunes Filho. Em 2011 assinou os figurinos do espetáculo Darkland da Cia. Vitrola Quântica, dirigido por Júlia Abs. Os desfiles performáticos de Karlla fizeram história nas semanas de moda brasileira, propondo novas formas de quebrar o padrão visual bidimensional das passarelas. Seu último trabalho teatral foram os figurinos de “Molière” (dir. Diego Fortes, 2018). ANDRÉ CORTEZ (Cenários) Cenógrafo, ganhador de três prêmios Shell, realizou trabalhos marcantes em espetáculos como: Música Para Cortar os Pulsos; Gotas d'Água Sobre Pedras Escaldantes (pela qual foi indicado ao Prêmio Shell); Um Bonde Chamado Desejo (Prêmio Shell); Jacqueline; Azul Resplendor, entre outros. Além disso, trabalhou com o diretor Rafael Gomes em Gota D'Água a Seco, peça pela qual concorreu a diversos prêmios. Também é professor de Cenografia na Escola Britânica de Artes Criativas (EBAC).
PROJETO ARQUIVADO.