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Projeto de montagem e temporadada de peça teatral "ESTA NOITE VAI TER CAPIVARA", incluindo ensaios abertos e bate-papo após espetáculos. Estória envolvente que nos faz mergulhar no mundo feminino de três gerações que continuam sofrendo as mesmas mazelas de serem responsáveis por suas vidas, fugindo do machismo e da prepotência masculina que marcam a vida de cada uma. Dor, sonho e paixão, mas sobretudo, dignidade e capacidade de reescrever as próprias histórias. Fruto da pesquisa sobre o universo feminino e, especialmente, as profissionais do ramo da beleza em SP, o espetáculo apresenta de forma lúdica as suas realidades. E a partir da linguagem visual: um salão de beleza!, o projeto visa atrair esta parcela da população e através da dramaturgia e da poesia cênica, discutir temas que lhe são muito caros e especiais: a dupla jornada, as condições de trabalho e formação e, especialmente, a capacidade que elas tem de serem mães, esposas e profissionais que seguram o lar e seus agregados.
SINOPSE Três mulheres de diferentes idades se encontram em seu local de trabalho: um salão de beleza. Uma tem entre 20 e 30 anos, outra já tem seus 50 anos e a terceira (dona do salão), já beira aos 70. Duas delas, Dolores e Zilda, se preparam para abrir o estabelecimento para mais um dia de trabalho e falam sobre seus sonhos e desejos mais secretos. Aos poucos, à medida que vão revelando suas atividades e suas personalidades, a plateia vai também conhecendo seus medos e a realidade em que vivem. Sempre se perguntam: Esta Noite Vai Ter Capivara? Um bordão que adquire tom cômico ao longo da história, mas que também simboliza a possibilidade de acontecer algo bom no dia. A terceira personagem, Maria, chega atrasada e determinada a conhecer, finalmente, o Edifício Itália. Seu sonho de menina e que a trouxe a São Paulo há muitos anos e, ainda que trabalhe no centro da cidade, jamais conseguiu subir até a cobertura. O motivo de seu atraso foi a distribuição de rosas nos vagões do metrô, maneira que conseguiu para celebrar a data, visto que na cobertura do edifício Itália, encontrará o amor de sua vida. Uma paixão até então absolutamente platônica e anônima, alimentada por rosas e bilhetes nas estações de metrô na linha da Av. Paulista. Enquanto falam sobre tendência para unhas, cabelos e maquiagem, “três capivaras” (como se autodenominam), falam sobre casamento, condições de trabalho, machismo, feminicídio, assédio moral e sexual e os sonhos de cinderelas que alimentam desde criança e a necessidade de se libertarem de estigmas. Inicialmente escrito com texto curto, a primeira versão foi lida nas SATYRIANA –DRAMA MIX, com Arllete Montenegro, Maria Eugênia de Domenico e Salete Fracarolli. Depois, foi também lida no Projeto Letras em Cena, no MASP, com Amélia Bittencourt, Maria Eugênia de Domênico e Arllete Montenegro, em 2012. Com o passar o tempo, o autor mergulhou no mundo da beleza e do trabalho das profissionais de salão de beleza e reescreveu a peça, dando às personagens, mais profundidade, mais poesia e também promovendo o encontro de gerações através do trabalho e da solidão de cada uma: três gerações sofrendo as mesmas mazelas de serem responsáveis por suas vidas, tendo ainda que fugir do machismo e da prepotência masculina que marcam a vida de cada uma delas. Dor, sonho e paixão, mas sobretudo, dignidade e capacidade de reescrever as próprias histórias. E se na luta diária ainda existe a promessa de algo muito especial é porque “Esta Noite Vai Ter Capivara!” PROPOSTA DE DRAMATURGIA Através de pesquisa do universo feminino o autor mergulhou no mundo da beleza, vida e do trabalho das mulheres profissionais procurando dar às personagens, profundidade, poesia e demonstrando que apesar de serem de três gerações, estão sofrendo as mesmas mazelas, tendo ainda que fugir do machismo e da prepotência masculina que marcam a vida de cada uma delas. Ao falarem sobre casamento, condições de trabalho, machismo, feminicídio, assédio moral e sexual e os sonhos de cinderelas que alimentam desde criança e a necessidade de se libertarem de estigmas, cria-se uma empatia com a plateia de forma a deixar claro que apesar de termos evoluído nessas questões ainda há muito a se fazer. PROPOSTA DE ENCENAÇÃO As personagens são três mulheres de diferentes idades se encontram em seu local de trabalho: um salão de beleza. Uma tem entre 20 e 30 anos, outra já tem seus 50 anos e a terceira (dona do salão), já beira aos 70. Apresentam-se como mulheres profissionais e vão conversando, compartilhando seus sonhos e medos CONCEPÇÃO DE CENÁRIO, FIGURINHO E MÚSICA O cenário reproduz o ambiente e mobiliário de um salão de beleza, as personagens estão vestidas para trabalhar no salão. A iluminação ressalta as emoções das personagens durante suas conversas. A trilha sonora e figurinos trazem a superfície os ambientes das 3 gerações das personagens.
Objetivo Geral Produzir a peça "Esta Noite vai ter Capivara", do autor brasileiro Clóvys Torres, inspirada na estória de 3 gerações de mulheres profissionais da beleza, objetivando a realização de apresentações na capital de São Paulo. Este texto é fruto da pesquisa sobre o universo feminino e, especialmente, as profissionais do ramo da beleza em São Paulo, para de maneira lúdica colocar a realidade delas em um espetáculo. Através da identificação já a partir da linguagem visual: um salão de beleza!, o projeto visa atrair esta parcela da população e através da dramaturgia e da poesia cênica, discutir temas que lhe são muito caros e especiais: a dupla jornada, as condições de trabalho e formação e, especialmente, a capacidade que elas tem de serem mães, esposas e profissionais que muitas vezes seguram o lar e seus agregados com muito suor e trabalho. Objetivo Específico - Realizar 30 apresentações aos domingos, segundas-feiras e terças-feiras, em teatro com capacidade média de 200 lugares, na capital de São Paulo, preferencialmente no centro de São Paulo e 2 ensaios abertos; - Atingir um público de aproximadamente 4.500 (quatro mil e quinhentos) espectadores, considerando 75% da lotação do teatro; - Colocar em cena um texto de um autor brasileiro, com uma equipe técnica de elevado valor e comprovadamente assídua no cenário cultural (teatro, cinema e tv), promovendo um produto cultural de alta relevância para a cultura brasileira; - Possibilitar o acesso ao teatro para uma boa parte da sociedade que é desprovida deste tipo de atividade, garantindo o conteúdo e a inserção social de grupos menos favorecidos em relação à cultura e a economia, a partir de programas de incentivo como a destinação de ingressos gratuitos à ONGs, estudantes da rede pública de ensino e Instituições sem fins lucrativos; - Valorizar os criadores brasileiros com uma história original e bem próxima ao cotidiano e a vida contemporânea das plateias. - Apresentar este espetáculo para profissionais do ramo da beleza, cabeleireiras, manicures, massagistas etc. e o público em geral; - Oferecer um trabalho de alto valor cultural a população de São Paulo, especialmente os profissionais quase invisíveis; - Proporcionar um espetáculo que leve à cena a realidade destes profissionais com um bocado de poesia, tratando de temas muito sérios, com humor e responsabilidade, provocando mudanças de hábitos, discursos e vidas; - Proporcionar uma agenda de ótima programação nos dias de semana e domingos em horários e teatros do centro de São Paulo (Teatro Itália, por exemplo); - Focar na divulgação direcionada a um público que normalmente não vai ao teatro e tem seu pico de trabalho nos fins de semana: portanto, o projeto também se propõe a formar novas plateias; - Fomentar a participação do público já nos ensaios iniciais do projeto, proporcionando espaço de fala e escuta, tão essenciais na atualidade; - Promover parcerias com salões e escolas de beleza em São Paulo. Esta ação vem de encontro à realidade da maioria destes profissionais que sacrificam seus finais de semana para embelezar pessoas que vão curtir festas e programas enquanto elas trabalham duro, possibilitando trazer a esses nova opção cultural; - Reunir um elenco incrível e uma equipe técnica de capacidades e de reconhecimento de crítica e público para realizar com maestria, todas as fases do projeto desde agora, na idealização, até a prestação de contas do mesmo, com os devidos registros de público e mídia.
A peça Esta noite vai ter Capivara de autoria de Clovys Torres, resgata e promove os valores do universo feminino e suas lutas e dificuldades deixando claro que apesar das gerações muito ainda há de ser realizado para se diminuir o machismo e a opressão sobre as mulheres. Porcura envolver profissionais da beleza e promover debate acerca da realidade profissional e afetiva de uma classe que trabalho a maior parte do tempo em horários que as pessoas estão em festa ou eventos. Promove a formação de plateia com tema de extrema relevância ao focar em uma categoria tão carente de possibilidade e que muitas vezes são anônimas e invisíveis, Incentiva o debate sobre a situação da mulher que trabalha fora, trabalha em casa e muitas vezes tem que lidar com a solidão, com a sensação de não pertencer a nenhum lugar porque são migrantes na vida. Ao trazer mulheres de destaque na psicologia e na saúde para bate-papo informal sempre após os espetáculos, promove a concientização sobre o tema e oferece instrumentos para a mudança de entendimento e ações de melhoria da qualidade de vida dessas mulheres e homens, profissionais de beleza. Traz um olhar para a necessidade de se criar oportunidades de acesso a produtos culturais de qualidade de profissionais que tenham jornada diferenciada, como pessoas que trabalham aos finais de semana. Sobre o uso do Incentivo Fiscal A necessidade de haver apoio por meio de renúncia fiscal se justifica na medida em que o proponente não possui recursos próprios para viabilizar a iniciativa. Trata-se de um espetáculo, que requer equipamentos específicos, como microfones, e um número maior de profissionais especializados, cenarios e figurinho de qualidade e atores consagrados. Em contrapartida, o projeto viabilizará a formação de pelo menos 30 empregos diretos e indiretos, mobilizando o mercado cultural e incentivando a produção genuinamente brasileira. Sobre o enquadramento no Art. 1º da Lei 8313/91 O projeto se enquadra nos incisos: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Sobre enquadramento no Art. 3 da Lei 8313/91 O projeto se enquadra nos incisos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.
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No que se refere ao atendimento a pessoas portadoras de necessidades especiais é de conhecimento da produção que o local a ser escolhido para a realização do espetáculo deverá possuir as devidas instalações que facilitam o livre acesso, de modo a possibilitar o pleno exercício dos seus direitos culturais, em conformidade com os art. 46 e 47 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999 tais como: acesso por meio de rampas, banheiros adaptados para deficientes, lugares adaptados/reservados para deficientes, obesos e pessoas com dificuldade de locomoção, entre outras condições de acessibilidade. Para atendimento de pessoas com deficiência visual e auditiva, serão realizadas 10 (dez) apresentações com serviço de tradução de libras ou audiodescrição.
Em atendimento a IN 02/2019, a proposta irá adotar o inciso VII do Art. 21, conforme segue: Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; Detalhes da contrapartida cultural Para a atividade de contrapartida formativa, serão realizados 2 ensaios abertos ao público, sendo que pelo menos 50% do total dos ingressos dos ensaios serão destinados a estudantes e professores da rede pública de ensino, conforme inciso 2 do Art. 22 da Instrução Normativa, e os demais 50% destinados a ONGs, Instituições sem fins lucrativos e escolas de teatro. Serão destinados no mínimo 20% dos ingressos das apresentações de forma gratuita para entidades sociais, ongs, escolas públicas. Serão realizados bate-papos com mulheres de destaque em diversas áreas após cada uma das apresentações do espetáculo.
FICHA TÉCNICA Texto e direção CLOVYS TORRES Elenco: Ingra Lyberato, Lilian Blanc e atriz a ser convidada. Trilha musical maestro Miguel Briamonte Projeto de Luz Carlos Pereira Figurinos e adereços (profissional a convidar) Fotos Luiz Paulin Cenário: profissional a ser contratado Produção Executiva: Loukos por Cultura (Marcia Costa e Sidney Werdesheim) Currículo do Proponente Clovis Sampaio Torres ME Empresa de Clovys Torres com sede em São Paulo, desde 03/11/2005 constituída para executar seus projetos culturais como produtor, diretor, autor e ator. Formado em Comunicação Social, com especialização em jornalismo literário, o ator Clóvys Torres é também autor. Com mais de dez peças escritas e um livro de contos (Curva de Vento, 2016), o ator tem se dedicado à dramaturgia e ao constante exercício em busca de um teatro mais autoral. Está em cartaz nos meses de Julho e Agosto 2019 em São Paulo com as peças ‘ZIBALDONE’, com textos de Giacomo Leopardi e direção de Aimar Labaki,, “ME DÁ A TUA MÃO”, solo e texto de sua autoria, desconstruído por Hamir Haddad e “VEM BUSCAR-ME QUE AINDA SOU TEU” texto de Carlos Alberto Soffredini e Direção Renata Soffredini Em agosto entrou em cena também com seu Solo “Desolador”, com texto e direção de Gabriela Mellão Direção: Aimar Labaki. Ele tem emendando um trabalho em outro incluindo agenda internacional, participou da macro-série Jezabel da TV Record em Marrocos, irá para a China com a Peça “ZIBALDONE” para o Festival Internacional de Teatro em Benjin e Hangzhau e em 2020 estará em Portugal com seu Solo “ME DÁ A TUA MÃO”. Tem sido assim ‘Moscarda’ (2010-2013), de Luigi Pirandello, direção de Valeria Lauand; ‘Carretel’ (espetáculo de dança), dirigido por Rubens Oliveira e Sergio Ignácio e com ‘Amores Urbanos’ (três textos, um de sua autoria, dirigido por Clarisse Abujamra, outros de Marcelo Rubens Paiva e Mario Bortollotto, com direção dos mesmos), que ficou em cartaz entre 2014-2015; ‘Esperando Godot’, de Samuel Becket, dirigido por Elias Andreato (2016-2017. Clovys é autor do texto Retrato Emoldurado com Rosi Campos e Arllete Montenegro, dirigidas por Jairo Mattos, Trem das Onze (dirigido por Cida Moreira, 2000), Maria Mucuta (dirigido por Weber Reis, 2002-2005) e dois espetáculos em fase de montagem. É um apaixonado por literatura e teatro e durante dez anos promoveu o projeto Letras Em Cena, no MASP - Museu de Arte de São Paulo Assis Chateoubriand. Realizou ainda ‘O Atores e Poetas’ por dois anos na Casa das Rosas, e o ‘Dose Dupla’, que unia entrevista, música e performance junto ao maestro Miguel Briamonte, ‘Primeira Página’, encontros com grandes autores brasileiros, entre outros. CLOVYS TORRES – Texto e Direção Ator, diretor e dramaturgo, formado em Comunicação Social da Universidade Metodista, tem se dedicado a produção de contéudo em teatro e literatura. Idealizou e produziu projetos como o LETRAS EM CENA (MASP – SP) com leituras de peças teatrais e debates sobre dramaturgia envolvendo atores, diretores e o publico. Produtor, idealizador e curador do Projeto Primeira Pagina – encontro com grandes escritores – no Teatro Tuca, em São Paulo, onde já recebeu Ferreira Gullar, Adelia Prado, Ruth Rocha, Luis Fernando Veríssimo, Milton Hatoom... Um dos idealizadores e apresentadores do Dose Dupla, talk show onde entrevistou Fafa de Belem, Leo Jaime, Fafy Siqueira, Jarbas Homem de Mello, Wellignton Nogueira, Paula Lima e outros. Atuou em mais de 20 espetáculos teatrais. Em 2019 esteve em cartaz em São Paulo com as peças ‘ZIBALDONE’, com textos de Giacomo Leopardi e direção de Aimar Labaki, “ME DÁ A TUA MÃO”, solo e texto de sua autoria, desconstruído por Hamir Haddad e “VEM BUSCAR-ME QUE AINDA SOU TEU” texto de Carlos Alberto Soffredini e Direção Renata Soffredini. E em cena também com seu Solo “Desolador”, com texto e direção de Gabriela Mellão Direção: Aimar Labaki. Tem emendando um trabalho em outro incluindo agenda internacional, participou da macro-série Jezabel da TV Record em Marrocos, Viagem para China com a Peça “ZIBALDONE” ao Festival Internacional de Teatro em Benjin e Hangzhau e em 2020 estará em Portugal com seu Solo “ME DÁ A TUA MÃO”. "Edipo Rei", com direção de Elias Andreato. "O Parasita", direção de Luciano Maza, "O Grande Espirito da Intimidade", texto de Leo Lama, com direção de Andreah Dorim, "Moscarda", de Luigi Pirandello, com direção de Valeria Lauand, "Maria Mucuta", com direção de Weber Reis, O Casamento do Pequeno Burguês, de Bertold Brechet. É autor de diversos textos teatrais. Maria Mucuta ( texto de sua autoria e que produziu com direção de Weber Reis, entre 1999 e 2004), Corações de Alcachofra, Corações de Alcachofra (dirigido por Jairo Mattos com Rosi Campos e Arllete Montenegro no elenco – 2008-2009) O Convite de Casamento (que dirigiu com Walter Portela e Lilian Blanc no elenco, 2005-2008), Marido de Aluguel, Adeus Papai, Ultima Nota, Jardim da Infância (dirigido por Clarisse Abujamra e com Helena Ranaldi e Juan Alba, Ingra Guimarães e Anderson Muller, Daise Amaral (20103-2014 – São Pauo e Rio de Janeiro), Me Da Tua Mão (dirigido por Amir Haddad-2017-2018-2019) entre outros. É diretor da Cia Mucuta de Teatro que tem a poesia como objeto de pesquisa tendo apresentado Recital de Outono com Walter Portella, Arllete Montenegro e Amelia Bittencourt e Atores e Poetas com os mesmos atores e diversos convidados na Casa das Rosas, tais como Clarisse Abujamra, Cida Moreira, Rubens Caribé, Luciano Chirolli, Osvaldo Romano e outros. CURRÍCULO DOS PRINCIPAIS INTEGRANTES DO PROJETO Ingra Lyberato - Atriz Iniciou a carreira artística aos sete anos, atuando no filme Ementário de Chico Liberato, que fazia parte de um movimento de vanguarda em Salvador. Com formação em dança contemporânea,.em 1989, recém chegada ao Rio, foi selecionada para participar da oficina de atores na TV Globo com Carlos Gregório, Denise Bandeira e Beto Silveira e ali foi convidada para participar da novela Tieta. Logo depois integra a novela Pantanal. O trabalho levou a atriz a protagonizar a novela seguinte Ana Raio e Zé Trovão, marco dos anos 1990. Em seguida, atuou em novelas de grandes sucesso na TV Globo como Quatro Por Quatro, A Indomada, O Clone, entre outras. No cinema, foi aplaudida pelo público e pela crítica recebendo diversos prêmios nacionais e internacionais. LILIAN BLANC – Atriz Formou-se professora em 1968. Na infância, era uma criança que brincava, fazendo arte: pintando, cantando, escrevendo e atuando. Casou-se em 1973 e teve dois filhos. Com os filhos atingindo a idade adulta, Lilian pôde retomar seu envolvimento com antigas paixões, a maior delas o teatro. Formada pela escola da saudosa atriz Célia Helena, tem em seu currículo trabalhos junto ao Grupo Tapa, que incluem, entre outros, espetáculos como “Vestido de Noiva”, “Moço em Estado de Sítio”, “Happy End”, “Rasto Atrás” e “A Importância de Ser Fiel”, onde atuou ao lado de Nathalia Timberg. Entre espetáculos, traduções de alemão, ensaios, participações em cinema e TV, convidada pelo jornalista e poeta José Nêumanne Pinto, colaborou para a coluna Arte pela Arte do caderno de variedades do Jornal da Tarde.
PROJETO ARQUIVADO.