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PRONAC 193963Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Velho Oeste Tupiniquim - Montagem

TRIP TEATRO LTDA
Solicitado
R$ 580,7 mil
Aprovado
R$ 580,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro de formas animadas
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
SC
Município
Rio do Sul
Início
2020-05-01
Término
2021-04-01
Locais de realização (5)
Curitiba ParanáPorto Alegre Rio Grande do SulFlorianópolis Santa CatarinaRio do Sul Santa CatarinaSão Paulo São Paulo

Resumo

Montar espetáculo de teatro de animação 'Velho Oeste TupiniQuim' pioneiro no uso da interatividade por meio de tecnologia de system vote, onde a plateia, por meio de keypads disponibilizados ao público, toma determinadas decisões que modificam a narrativa da peça, que possui em sua estrutura vários finais e desdobramentos possíveis. Após processo de pesquisa e montagem será realizada estreia em cinco cidades (São Paulo, Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre e Rio do Sul), com quatro apresentações em cada (total de 20 apresentações) seguidas por rodas de conversa, além de atividades de formação complementares para escolas públicas, professores, grupos de teatro e tecnologia. como produto de contrapartida social. As apresentações das temporadas de estreia contarão com acessibilidade em Libras (100% das sessões) e Audiodescrição (50% das sessões).

Sinopse

Estamos no início do século XIX em Akí, um vilarejo do Velho Oeste que é alvo frequente de bandidos que aterrorizam os moradores. O último xerife foi morto e o padre assumiu as suas funções. Há um mês, Ella chegou e coincidentemente (ou não), uma grande peste está dizimando os poucos moradores. O que pode acontecer a partir disso dependerá de todos nós. Cada espectador receberá no início da apresentação um controle para votar em diversos momentos. O resultado de cada votação modificará o rumo da história. O final depende da escolha de todos. O que será que acontecerá? * Esta é uma pré-sinopse e será finalizada durante o processo de montagem da peça.

Objetivos

Objetivo Geral Contribuir com o desenvolvimento, difusão e fruição do teatro brasileiro por meio da montagem experimental e pioneira utilizando interface entre tecnologia e teatro permitindo que a plateia seja ativa nas decisões de desdobramento da peça; resultando em montagem de espetáculo de teatro de animação Velho Oeste TupiniQuim que use a tecnologia de system vote como motor para a interatividade do público a partir das linhas de pesquisa da companhia Trip Teatro. Objetivos Específicos Montar espetáculo de teatro de animação 'Velho Oeste TupiniQuim' que use a tecnologia como motor de interatividade, por meio de tecnologia de system vote; Realizar temporadas de estreia nas cidades de São Paulo, Curitiba, Florianópolis, Rio do Sul (cidade-sede da companhia) e Porto Alegre, com quatro apresentações em cada cidade, totalizando 20 apresentações; Realizar 20 rodas de conversa sobre o processo de montagem após cada apresentação, com o público interessado; Realizar 15 ações de formação com grupos de teatro, núcleos de tecnologia e professores e alunos da rede pública de ensino, refletindo sobre a interface da tecnologia com o teatro; Registrar e divulgar o processo de montagem por meio de fotos, vídeos, gráficos e infográficos, em blog específico para este fim, permitindo o compartilhamento de informações sobre a montagem pioneira, disponibilizando conteúdo para pesquisa de grupos e universidades; Contribuir com a difusão e fruição do teatro brasileiro por meio da oferta de espetáculo profissional a preços populares e com ampla política de democratização e ampliação de acesso; Permitir a apreciação do espetáculo por pessoas com deficiência por meio de Libras (em 100% das sessões das temporadas de estreia, 20 sessões) e Audiodescrição (50% das sessões, 10 sessões) em cada cidade;

Justificativa

A Trip Teatro é uma companhia profissional de teatro de animação, fundada em 1989, na cidade de Rio do Sul (SC). Nestes 30 anos de atividades já realizou mais de 7.000 apresentações, levando seus espetáculos para todas as capitais brasileiras e outros 14 países de 3 continentes. Recebeu diversos prêmios em sua trajetória, entre eles a Medalha de Mérito Cultural Cruz e Sousa, do Conselho Estadual de Cultura de Santa Catarina. Possui espetáculos em português, inglês e versões legendadas em francês, contribuindo para a internacionalização das produções teatrais brasileiras. Esta montagem tem como foco ser pioneira no uso da tecnologia como motor da interatividade em peças de teatro. O público, por meio de keypads disponibilizados, poderá tomar decisões em momentos específicos que mudarão os caminhos da peça. Esta inovação da interatividade coloca o público como agente ativo do espetáculo, de forma democrática, onde a vontade da maioria será respeitada, e não a individual. A narrativa da peça será construída em um formato de fluxograma (anexo) permitindo coerência artística entre as cenas, sendo que apenas um dos diversos finais possíveis, a partir da participação do público, será encenado em cada apresentação. A interatividade em teatros e outras obras artísticas não é uma novidade. Muitos artistas buscaram ao longo da história formas de permitir que o público potencializasse sua experiência artística por meio da interação. A tecnologia tem contribuído para ampliar estas possibilidades de interação e, também, modificado as formas de apreciação artística. Por meio de games (podemos citar, Detroit Become Human, desenvolvido pela Quantic Dream), obras audiovisuais (sendo a mais recente, o filme Bandersnatch, da franquia BlackMirror) e até mesmo livros (podemos citar a série de livro-jogos E Agora Você Decide, da Ediouro e o livro O Jogo da Amarelinha, de Julio Cortázar) o espectador torna-se agente ativo da narrativa tendo que tomar decisões que colocam em xeque aspectos éticos, morais, gostos pessoais e outros. A inovação desta peça é levar a interatividade por meio da tecnologia para o uso coletivo no teatro, o que muda o impacto da experiência, uma vez que um usuário defronte a um game ou a produto audiovisual é o único responsável pelas decisões do personagem. Mas no teatro, em grupo, é o resultado por 'maioria simples' que definirá os rumos da narrativa. "Assim como a vida, o enredo permite a participação ativa do público que, ao mesmo tempo, terá o direito de abster-se; a história sempre continua e nem sempre as opções individuais são acatadas. E agora, qual será a próxima decisão?", comenta o dramaturgo convidado Gregory Haertel. Queremos expandir as possibilidades de interação no teatro por meio da tecnologia e compartilhar os resultados deste processo de pesquisa e montagem com mais pessoas, contribuindo com o desenvolvimento do teatro brasileiro, com o mercado de entretenimento e da criatividade. A peça com roteiro ficcional elaborado em uma linguagem arraigada no imaginário coletivo (Velho Oeste), em um mundo fantástico (Teatro de Animação) permite alusões subjetivas - diretas e indiretas - com diversas cenas do cotidiano e do mundo. Este, ao nosso ver, é um dos poderes da ficção: permitir olhares metafóricos e sensíveis sobre a realidade. A peça Velho Oeste TupiniQuim também persegue a missão de ser tecnicamente versátil, permitindo sua montagem e execução com qualidade em diferentes equipamentos culturais. O system vote previsto permitirá que até 300 pessoas assistam e participem em cada apresentação por meio de keypads individuais. Ainda assim, o sistema prospectado permitirá que unidades extras sejam alugadas esporadicamente para apresentações que contem com plateias maiores. Como eixo narrativo, a peça Velho Oeste Tupiniquim contará a história de Quim, um jovem que chega a um vilarejo incrustado em localidade desértica no início do século XIX. Ali, os poucos habitantes se dividem entre os afazeres domésticos, as fofocas e as obrigações religiosas. O vilarejo era alvo frequente de bandidos que aterrorizavam os moradores e assediavam as suas mulheres. O último xerife havia sido morto e o padre havia assumido as suas funções. Há um mês, porém, uma mulher, Ella, havia chegado ao vilarejo e coincidentemente (ou não), uma grande peste estava dizimando os poucos moradores. Como a notícia se espalhara, nem os bandidos se aventuravam mais por aquelas bandas. Entre as balas dos bandidos e a agonia da peste, a população de Akí entra em conflito. Seria Ella a causa da peste? Se fosse, seria adequado enforcá-la para se libertar da doença? E se a peste sumisse e os bandidos voltassem? No meio desse conflito, caminhando por ruas empoeiradas, armas engatilhadas e cabarés decadentes, Quim se percebe apaixonado por Ella. Como técnica a ser empregada na construção dos bonecos, utilizaremos as desenvolvidas pelo alemão Hansjürgen Fettig, descritas em seu livro Rod Puppets and Table Top Puppets. Trata-se de uma técnica de construção e manipulação de bonecos já utilizada pela Trip Teatro em seu espetáculo "O Incrível Ladrão de Calcinhas" (primeiro espetáculo de teatro de bonecos no Brasil a utilizar esta técnica, no ano de 2005). Esta forma de construção permite que um elenco reduzido de atores-manipuladores possa trabalhar com vários personagens ao mesmo tempo, criando a dinâmica necessária e com alta qualidade técnica e estética para um espetáculo que envolva ação. A presente proposta se enquadra nos seguintes incisos do art. 1ª da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. A proposta também atende aos seguintes incisos e alíneas do art. 3º da Lei 8.313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;

Especificação técnica

A montagem do espetáculo Velho Oeste Tupiniquim se desenvolverá a partir do processo de investigação e pesquisa desta estética tão popularizada no mundo todo, não apenas por sua abundante produção cinematográfica, mas também por sua influência em outras artes como literatura, pintura, programas televisivos, etc. Serão incorporadas características da cultura nacional, trazendo, e/ou substituindo elementos típicos de outros países por personagens brasileiros, como por exemplo cowboys por cangaceiros. A dramaturgia seguirá uma proposta prévia, apresentada neste projeto, com liberdade para alterações no decorrer da pesquisa e produção. Considerará valores atuais em contraponto à tradição de alguns clássicos desta linguagem, onde por exemplo o índio era tratado como o mau e uma ameaça, as mulheres eram subservientes e atuavam como dançarinas de personalidades frágeis, etc. A ambientação se dará numa pequena vila, situada numa enorme planície seca, longe de tudo, composta de uma única avenida central (onde ocorrem inúmeros duelos), com poucas casas, um salão (de jogatina, bebidas, etc.), cadeia pública, banco (instituição financeira), funerária e outros. Personagens típicos não faltarão, como o Cowboy solitário (que vaga apenas com as roupas do corpo, um cavalo e armas), xerife, padre, barman, dançarinas de cancan , bandidos, índios, etc. Além dos personagens principais Quim e Ella. Como técnica a ser empregada na construção dos bonecos, utilizaremos as desenvolvidas pelo alemão Hansjürgen Fettig, descritas em seu livro Rod Puppets and Table Top Puppets. Trata-se de uma técnica de construção e manipulação de bonecos já utilizada pela Trip Teatro em seu espetáculo “O Incrível Ladrão de Calcinhas” (primeiro espetáculo de teatro de bonecos no Brasil a utilizar esta técnica, no ano de 2005). Esta forma de construção permite que um elenco reduzido de atores-manipuladores possa trabalhar com vários personagens ao mesmo tempo, criando a dinâmica necessária e com alta qualidade técnica e estética para um espetáculo que envolva ação.

Acessibilidade

Audiodescrição 50% das apresentações previstas nas temporadas de estreia serão realizadas com recursos de audiodescrição em cada cidade. Os materiais de divulgação possuirão versões acessíveis para pessoas cegas por meio de QR Code em alto relevo que permitirá, às pessoas com deficiência, acessarem com autonomia página na web totalmente acessível. Será realizada campanha de divulgação específica em áudio (áudio-convites) e também serão disponibilizados vídeos com audiodescrição para divulgação em redes sociais. Libras Todas as apresentações previstas nas temporadas de estreia contarão com interpretação em Libras, bem como as conversas mediadas após os espetáculos. Também será prevista acessibilidade para as ações educativas complementares, sempre que identificada a necessidade nas turmas atendidas (este mapeamento será possível, pois as conversas em escolas e com grupos será realizada mediante agendamento). Qualificação do atendimento às pessoas cegas ou com baixa visão Experiências Complementares As experiências proporcionadas para as pessoas cegas e/ou com baixa visão serão qualificadas por meio de ações complementares sempre, como: tour tátil com informações relevantes sobre cenário, estética, técnica, atuação; conteúdos bônus acessíveis no canal do YouTube da companhia, disponibilização de informações complementares sobre a apresentação em formato acessível; e outras que possam ser importantes para a boa apreciação do bem artístico. Divulgação Acessível e Articulação de Público A principal estratégia para articulação de público de pessoas com deficiência será por meio da divulgação de longo alcance de materiais acessíveis (áudio-convites, vídeos com audiodescrição e vídeo de divulgação em Libras) para ser replicado nas Redes Sociais. Junto com a produção local será perseguida a articulação de pessoas e instituições que podem potencializar o alcance da divulgação com acessibilidade Acessibilidade Física Todos os espaços que receberão as atividades das temporadas de estreia serão equipamentos culturais que atendam os quesitos de acessibilidade (legislação e normas técnicas). Serão garantidos lugares reservados para público preferencial, incluindo: gestantes, lactantes, pessoas obesas, cadeirantes, idosos, pessoas com mobilidade reduzida, deficiência temporária e acompanhantes. OBS: As medidas de acessibilidade que geram custos param o projetos estão previsto na planilha orçamentária como explicita o §1º do Artigo 18 da IN 2/2019

Democratização do acesso

Espetáculo de Artes Cênicas Serão realizados no mínimo 03 ensaios abertos com entrada gratuita ao público na cidade de Rio do Sul (SC). As Rodas de Conversas serão transmitivas ao vivo e na íntegra pela internet, além da doação de ingressos para além dos quantitativos garantidos por lei A proposta praticará as seguiontes ações previstas no Art. 21. da IN 02/2019: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Secretaria Especial de Cultural.

Ficha técnica

WILLIAN SIEVERDTCOORDENAÇÃO GERAL, DIREÇÃO E MANIPULAÇÃOFunção: Responsável legal pela Trip Teatro. Realizará a coordenação geral do projeto, tomada de decisão, representação jurídica, interface com a mídia, aprovação de despesas, acompanhamento do planejamento geral e demais itens correlatos. Currículo: Ator profissional, trabalha com teatro desde 1989. Como ator e diretor, pesquisa e produz espetáculos que já foram apresentados em todos os estados brasileiros e em outros 15 países. Como produtor cultural coordenou diversos eventos e festivais de teatro, propondo ações de intercâmbio com artistas e companhias nacionais e internacionais. Foi vencedor nacional do Prêmio TOYP 2010 (The Outstanding Young Person) oferecido pela JCI (Junior Chamber International), na categoria “Êxitos Culturais”. Foi presidente da Federação Catarinense de Teatro (Fecate), no período 2010 a 2012, reeleito para gestão 2012-14. Diretor/fundador da Trip Teatro (1989) que em 2012 foi contemplada com a Medalha de Mérito Cultural Cruz e Sousa, indicado pelo Conselho Estadual de Cultura e Governo do Estado de Santa Catarina. É curador do Festival de Formas Animadas de Jaraguá do Sul desde a sua terceira edição (2004). Foi superintendente da Fundação Cultural de Rio do Sul na gestão 2013-16, onde implementou o Sistema Municipal de Cultura, Fundo Municipal de Incentivo à Cultura (Prêmio Nodgi Pellizzetti de Incentivo à Cultura) e a realização de conferências, fóruns e outros programas. QIAH SALLAPRODUÇÃO EXECUTIVA Função: Responsável pela operacionalização das contratações de pessoal, compra de itens, cotações, agendamentos, monitoramento de serviços, assistência à Coordenaçõa Geral e demais ações reelacionadas. Currículo: Consultor em projetos de impacto social e sócio da Dois Pontos: Una! Assessoria e Gerenciamento de Projetos. É Conselheiro Estadual de Cultura de Santa Catarina, cadeira Teatro, eleito para a gestão 2019-21. Presta consultorias para a realização e articulação de projetos criativos para integrarem programas de desenvolvimento social que impactam positivamente os cenários social, econômico, turístico, de saúde e de sustentabilidade. Elaborou e coordenou mais de 300 eventos e projetos, entre eles, ações financiadas por recursos de fundos de incentivo nacionais, estaduais, municipais e budgets de marketing de empresas privadas, entre elas atendeu marcas como Bradesco, Pré-Fabricar, Caixa, Serviço Social do Comércio (Sesc), Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) e Souza Cruz. Foi Diretor Administrativo da Fundação Cultural de Rio do Sul de 2013 a 2016 (SC). Na gestão pública coordenou a implementação de sistemas de cultura, conferências, conselhos e prêmios. Concebeu e coordenou a Produção do Primeiro Seminário de Acessibilidade Cultural de Santa Catarina, que teve sua primeira edição realizada em março de 2018, junto a organizações como Associação Catarinense para a Integração do Cego (ACIC), Associação Brasileira de Audiodescrição (ABAD), Federação Catarinense de Municípios (Fecam), Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e outros apoiadores. Na Federação Catarinense de Teatro (www.fecate.org) desempenhou a função de Diretor de Projetos (2012-14), Diretor de Comunicação (2014-16) Presidente do Conselho (2016-18) e atualmente é o Presidente da entidade (2018-20). Já coordenou a gestão de mais de R$ 20 milhões de recursos públicos por meio de assessorias, contratos, convênios, leis de incentivo, gestão direta e outros. Demais integrantes da Ficha Técnica de MontagemOs demais currículos resumidos estão em anexo específico devido ao limite de caracteres deste campo. GREGORY HAERTELDRAMATURGIA Iniciou sua carreira como dramaturgo em 2005, com o espetáculo “A Parte Doente”, levado aos palcos pela Cia Carona de Teatro (Blumenau- SC), com ampla circulação nacional e elogiado pela crítica especializada. Desde então, teve mais de uma dezena de peças encenadas em diversas cidades brasileiras e parcerias com grupos como a já citada Cia Carona de Teatro, Cia Experimentus (Itajaí – SC), Trapiá Cia Teatral (Caicó – RN), Cia Mútua (Itajaí – SC), Cirquinho do Revirado (Criciúma – SC) e Grupo K (Blumenau – SC). Em parceria com o compositor André de Souza, escreveu o musical “Orfeu 21”, levado aos palcos do Teatro Carlos Gomes (Blumenau) em duas temporadas em 2012. Em 2018 o seu texto “P’s”, encenado pela Trapiá Cia Teatral de Caicó (RN) foi apresentado em diversas cidades brasileiras através do Palco Giratório (SESC). O espetáculo “Júlia”, do Cirquinho do Revirado (Criciúma – SC), do qual foi assessor de dramaturgia, também havia tido circulação nacional pelo SESC. Como letrista, Gregory Haertel tem parcerias com diversos compositores brasileiros, como Leandro Braga (RJ), Paulo Monarco (SP), Thiago K (SP), Edu Colvara (SC), Raul Misturada (SP), Conrado Pera (GO), John Mueller (SC), André Fernandes (SP), Leo Bianchini (SP), Demétrius Lulo (SP), Mareike Valentin (SC), Sandro Dornelles (SP), Daniel Conti (SP), Pochyua Andrade (PE), Felipe Camara (SP), Jackson Carlos (SC), entre outros. Nos últimos anos, músicas com letras suas foram premiadas em diversos festivais nacionais. Seu trabalho como letrista para o CD “Quando Eu For Grande”, de Jackson Carlos e Mayla Valentin, recebeu críticas elogiosas em veículos nacionais como blog da Folha de SP (Carlos Bozzo Júnior) e G1 (Antônio Carlos Miguel). As letras escritas para o CD Dois, de Mareike, também foram elogiadas por Juarez Fonseca em sua coluna no jornal Zero Hora (RS). Em 2019, Gregory Haertel e Edu Colvara lançaram o CD “Janelas”, que sintetiza cinco anos de parceria. Para este mesmo ano está programado o lançamento do CD / Livro “Quando o Grito Enfim Chegar”, em parceria com o compositor Thiago K. Também é autor dos romances “Aguardo” (2008) e “A Casa Antiga” (2016), e do livro de contos “Quarteto de Cordas para Enforcamento” (2011). MARCELO F. DE SOUZADIREÇÃO DE CENA Marcelo de Souza, trabalha desde 1990 em diversas montagens teatrais para adultos e crianças, participando de festivais de teatro em diversas regiões brasileiras. Em 1995 recebeu o Prêmio Melhor Ator no “X Festival Nacional de Teatro de Teresina” (PI) pelo espetáculo “O Homem com a Flor na Boca”. Atuou ainda em espetáculos como “MacBeth” (1992), “Piquenique no Front” (1993), “Senhoras e Senhores” (1993) e “Negro Olhar” (1994). Desde 1996 mantém em repertório o espetáculo-solo “Brincando de Bonecos”, pelo qual recebeu prêmios de melhor espetáculo, melhor ator e melhor dramaturgia no “12º Festival Catarinense de Teatro” e o prêmio de melhor ator no “Festival Nacional de Teatro de Lages”. A partir de 2003 passa a integrar a Cia. Experimentus, com a qual trabalha até hoje nas montagens “O Menino do Dedo Verde” (2002), espetáculo no qual além de dirigir, passa a atuar a partir de 2015; “Contos Notívagos” (2010/ ator e diretor); “Meu Pai é um Homem Pássaro” (2015/ ator); e “Dois Amores e um Bicho – Versão Nº 02” (2016/ator). Escreveu cerca de 20 textos teatrais e dirigiu espetáculos como: “A Bolsa Amarela” (2014), “Crimes Delicados” (2006), “O Menino Maluquinho (2006)”, “Lamú é o Bicho (2000), a intervenção urbana “Entre Bolhas & Assovios”, a contação de histórias “Contos de Serelepe”, entre outros. TATI MILEIDE DANNAATUAÇÃO/MANIPULAÇÃO Atriz, diretora e professora, formada em licenciatura em Educação Artística e bacharel em Artes Cênicas pela Universidade Regional de Blumenau (FURB), Está em fase de conclusão da Pós-graduação em Encenação Teatral pela mesma Universidade. Integrante da Trip Teatro de Animação participou com os espetáculos da companhia, “O Velho Lobo do Mar”, “O Incrível Ladrão de Calcinhas” e “O Flautista de Hamelin”, e ministrando oficinas na área de teatro de animação em grandes eventos do gênero no Brasil e no exterior. É autora e diretora do espetáculos “Sou Lenda Sou Maria”. Como atriz atua nos espetáculos “O Flautista de Hamelin”, “O Segredo da Janela”, “Sou Lenda Sou Maria” e SóFridas, do qual também é autora. Fundadora, juntamente com Willian Sieverdt e Paulo Nazareno, do “Centro de Pesquisa e Produção de Teatro de Animação”. RODRIGO FRONZATRILHA ORIGINAL E EFEITOS SONOROS Desenvolve trabalhos relacionados à música desde 1995. Multi-instrumentista, compositor, produtor musical independente, técnico de som e iluminação cênica. Produção musical de trilhas sonoras, jingles, vinhetas e spots. Foi músico nas bandas Liss, Costeletas e Full Gas, onde desenvolve trabalhos artísticos desde 1999 até o momento (20 anos). Com a banda Full Gas realizou a abertura de shows nacionais e internacionais para bandas como Placebo, Nando Reis, Barão Vermelho, Autoramas, Acústicos e Valvulados entre outros. É compositor e atua na criação de trilhas sonoras e efeitos para teatro, desenvolvendo: Trilha sonora do espetáculo de teatro “imPERFEIÇÃO” da Cia. Cobaia Cênica. (2016); Trilha sonora e direção musical do espetáculo de teatro chamado “Benjamin” da Cia. Cobaia Cênica. (2017); Arranjos e execução ao vivo da trilha sonora do espetáculo de teatro “O flautista de Hamelin”. (2018); Trilha sonora do espetáculo de teatro “Chapéu” com direção de Tati Mileide Dana. (2018); Trilha sonora do projeto cultural “De bem com a via” produzido pela Magma Cultural. (2018); Trilha sonora do projeto cultural “Marbela” produzido pela Magma Cultural. (2018); Música de abertura do espetáculo de teatro ”Mystika” da Cia. Caravana da Ilusão. (2018); Trilha sonora do espetáculo de teatro “O que só passarinho entende” da Cia.Cobaia Cênica. (2018); Trilha sonora do projeto cultural “Ecovias” produzido pela Magma Cultural. (2019); Trilha sonora do projeto cultural “Cadê a Água” produzido pela Magma Cultural. (2019); Trilha sonora com execução ao vivo do espetáculo de teatro “Kasperl e a cerveja do Papa” da Trip Teatro. (2019); e Trilha sonora do espetáculo de teatro “Romã” da Cia. Cobaia Cênica. (2019). Como produtor musical realizou a gravação e mixagem dos EP's da banda LISS “Demo Claro que é rock”, “A mais pop”, “As cores” e “O quarto”. Gravação/mixagem/produção dos artistas JC Rodrigues, MC23, banda Interpolares. Criação de trilha sonora para curta-metragem “Ser digital”. Jingle feito para o programa “Sessão Desenhos” Exibido na RBA TV. Foi professor de guitarra na Musnova Projetos Musicais entre os anos de 2013 e 2015. Realizou Workshops de formação em trilhas sonoras para trabalhos audiovisuais por meio do projeto “Trilhas sonoras para cenas”, de sua autoria, contemplado pelo Prêmio Nodgi Pellizzetti de Incentivo à Cultura do ano de 2018. É Formado em Produção Musical Eletrônica, pela 2600Hz Mixagem e Masterização e possui outros diversos cursos na área. FLAVIO ANDRADECONCEPÇÃO DE ILUMINAÇÃO CÊNICA E ILUMINAÇÃO NO CENÁRIO Flavio Andrade é paulista e mora em Joinville desde o ano de 2008. Atua como nas funções de bastidores do espetáculo desde 1995 quando assumiu a responsabilidade técnica do Teatro Maria Della Costa em São Paulo. Nesta sua trajetória profissional, atuou ao lado de grandes artistas, tendo como destaques os seguintes espetáculos: “E continua tudo bem” com Tarcisio Meira e Gloria Meneses, “Corra que Papai Vem Aí”, de Ari Fontoura (1999 a 2001), “Dois na Gangorra”, com Giovanna Antonelli e Murilo Benicio (2003-4), Pequeno Príncipe, de Luana Piovanni (2006), entre outros. Participou da equipe técnica de musicais como “Garota Glamour” de Wolf Maia (2007), “Isto é Brasil” de Carlinhos de Jesus e Ana Botafogo (2005), “Sociedade Masculina e Grandes Mulheres” de Débora Coocker, entre outros shows de grandes artistas da música brasileira. Realiza oficinas de iluminação desde 2010 para o SESC Nacional, FUNARTE, e palestras pelo Brasil. Em Joinville, desde 2008 é técnico do Galpão de Teatro Ajote e atua como iluminador para 14 grupos de teatro. Em maio de 2017 assume a coordenação técnica do Festival de Dança de Joinville. PAULO NAZARENO BERNARDOMECANISMOS E SOLUÇÕES PARA ANIMAÇÃO E BONECOS Artista plástico, ator, bonequeiro, autodidata e desenvolvedor de mecanismos para espetáculos de animação. Formado pelo SENAI como Ajustador Mecânico e Ferramenteiro, possui cursos de Desenho Mecânico e outros em eletrônica, Paulo desenvolve mecanismos e soluções para espetáculos de animação e bonecos. Autodidata por natureza, Paulo já desenvolveu projetos e mecanismos em miniaturas, como também bonecos e soluções engenhosas para grandes espetáculos de animação. As obras de Paulo Nazareno estão em diversos palcos, eventos e cidades. Atuou com a elaboração de cenografias, fantoches, decorações alusivas, desenvolvimento de mecanismos, soluções para espetáculos de teatro e dança, além de outros. Algumas companhias com os quais desenvolveu trabalhos: Miseri Coloni (Caxias do Sul/RS), Trip Teatro (Rio do Sul/SC), Grupo Jabuti (Florianópolis/SC), Piramundo (Brasilia/DF), Cia. Mútua (Itajaí/SC), Grupo Uani Valparayso (Chile), Casa das Marocas (Caxias do Sul/RS), Colibri (Antonio Prado/RS), entre outras. MARCOS LEALCENOGRAFIA / PINTURA DOS CENÁRIOS Designer, projetista e arte-finalista, artista plástico auto didata, iniciou suas experiências pictórias a partir de 1980, tendo como fonte de seus estudos o cotidiano e sua vivência por diversas cidades e vilarejos do interior do estado do Rio Grande do Sul. Entre 1986e 1997, se dedicou quase que exclusivamente ao estudo técnico e matemático do desenho matemático do desenho, tornando-se assim um excelente desenhista de perspectivas, fator este que contribuiu para sua entrada na arte cubista e sua plena desenvoltura sobre essa linguagem. Leal também foi arte finalista, com trabalhos para diversas estamparias, para as quais desenvolvia trabalhos em nanquim sobre papel vegetal, (arte final para silk-screen). Em 1997 realiza sua primeira exposição individual intitulada “Paisagens Gaúchas”. A partir daí o artista se firma no estilo intitulado pelo mesmo como “cubismo arredondado”, usando acrílica sobre tela e cores extremamente vibrantes, desenvolve seus temas mostrando o ser humano em seu convívio social e seu relacionamento com o mundo. Além de tratar de forma especial a forma feminina. Em 1999 recebe um convite e ruma para a Europa, instalando-se em Milão (Itália) onde apresenta seu trabalho à crítica e ao público. Ainda em 1999 participa de várias mostras ,que percorrem o país e também com participações internacionais. Subsequentemente após 1999, Leal realiza várias mostras individuais, coletivas e workshops principalmente no sul do país. Entre 1996 e 2019 realizou e/ou participou de mais de 40 exposições solo ou coletivas, em território brasileiro e europeu. Realiza parcerias criativas com iniciativas do audiovisual, teatro, dança, design e outras áreas. ADRIEL VIEIRAASSISTÊNCIA DE PRODUÇÃO É diretor de comunicação, produtor cultural, consultor e sócio da Dois Pontos: Una! Assessoria e Gerenciamento de Projetos. Já elaborou e coordenou projetos financiados por recursos estaduais e municipais, entre eles o Prêmio Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura. Integra a Cia. Artística Avenida Lamparina (desde 2015) onde desempenha a função de ator e produtor. Compõe juntamente com a Cia. o Coletivo de Arte e Cultura Olaria, na cidade de Canelinha (SC), que atua no desenvolvimento cultural e social do município. É Diretor de Comunicação (2018-20) da Federação Catarinense de Teatro (www.fecate.org), entidade que é Patrimônio Cultural do Estado de Santa Catarina (Art. 173 da Constituição Estadual) e que atua na expansão, no fortalecimento, da difusão e na fruição do teatro produzido em Santa Catarina. É Conselheiro Estadual de Política Cultural do Estado de Santa Catarina representando o setor de Artes Visuais durante o biênio 19/2021.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.