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Esse projeto pretende divulgar a literatura e a cultura russa no Brasil. A obra Enquanto ela morria... é uma comédia de uma das mais famosas dramaturgas modernas da Rússia e faz muito sucesso em montagens de países da Europa, no Japão e na China.A técnica Fala cênica que será utilizada no trabalho com os atores é amplamente utilizada nos teatros da Rússia. Ensaios, montagem e temporada de peça teatral inédita no Brasil.
Sófia Ivânovna já faz muito tempo que não levanta da sua poltrona. A sua filha única Tânia parece que já se conformou em ficar solteirona e dedicar toda a sua vida aos cuidados da sua mãe doente. Em uma noite próxima ao Natal Sófia pressente que vai morrer. De repente, de uma forma inesperada, a chegada de um homem desconhecido muda o rumo da historia. Nesse momento no pequeno apartamento de Moscou os milagres de Natal começam a acontecer. O espetáculo Enquanto ela morria... conta com a presença de 4 atores em cena.
Objetivo Geral 1. Montar um espetáculo a partir do texto Enquanto ela morria, da escritora russa Nadejda Ptuchkina, e realizar uma temporada de 27 apresentações no Rio de Janeiro. 2. Realizar o processo criativo do espetáculo com base na técnica de encenação russa, que garante o desenvolvimento de um trabalho lúdico de criação artística, o qual permite o estabelecimento de um efetivo diálogo entre ator e espectador. 3. Divulgar no Brasil a obra da escritora russa Nadejda Ptuchkina , traduzida em diversos idiomas e ainda inédita no país, promovendo a literatura, a música e valorização da cultura nacional da Rússia. 4. Promover reflexões sobre temas universais que enriqueçam as relações humanas. 5. Ampliar a percepção do espectador sobre questões relativas a bondade, generosidade, tolerância, empatia, relações entre pais e filhos etc. Objetivos Específicos Apresentação de espetáculo teatral com 2 meses de ensaio e 2 meses de temporada, com sessões de sexta-feira a domingo, totalizando 27 apresentações.
O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91 I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores VIII - Estimulando a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8313/91 (negrito): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. É fundamental e de extrema importância a utilização do incentivo fiscal para a realização e produção deste espetáculo, pois o mesmo conta com profissionais e equipe de pessoas trabalhando direta e indiretamente no projeto e na geração de empregos nos diversos setores que o teatro abrange, executando um produto cultural acessível ao público através das ações de democratização de acesso. Nadejda Ptuchkina _ uma das mais populares dramaturgas modernas da Rússia e conhecida também em muitos outros países. Suas peças fazem muito sucesso nos teatros russos pela sua capacidade de retratar as relações humanos. A peça de Nadejda Ptuchkina Enquanto ela morria... ficou bastante conhecida na Rússia depois de ter versão cinematográfica com título Venha me ver. Na Rússia esse filme é bem popular, passando na televisão com frequência. A peça já foi traduzida em todas as línguas básicas européias e também em japonês e chinês. Nos palcos do Brasil, a montagem dessa peça acontecerá pela primeira vez. A importância e a universalidade dos temas tratados em Enquanto ela morria... a tornam igualmente uma peça necessária. Os temas abordados são valores humanos tais como bondade, prestatividade, compaixão, companheirismo, solidariedade, respeito, amor pelo próximo etc. Acreditar na potência da vida e que milagres podem acontecer quando tudo parece estar no fim, quando parece não ter saída. A peça ensina que a bondade aproxima os seres humanos, desenvolve o senso de responsabilidade pela vida do outro. A peça trata também da solidão e de atitudes que tomamos em defesa do amor. O público brasileiro poderá conhecer a dramaturgia russa do período pós- soviético. A peca retrata a vida de pessoas de classes sociais e de níveis sócio-econômicos diferentes, que mesmo assim conseguem se entender devido aos valores humanos comuns. A peça Enquanto ela morria... se passa no período de dificuldades políticas e econômicas da Rússia, quando a União Soviético quebrou, e os personagens não deixam enrijecer seu coração, demonstrando solidariedade e amor ao próximo. Através do enredo da peça vão se revelando ao público algumas características do povo russo, como, por exemplo, a maneira como se celebra o Natal e as músicas populares muito queridas na Rússia. O espetáculo Enquanto ela morria... pretende mostrar que, mesmo em culturas diferentes, como Brasil e Rússia, as relações humanas são a base transformadora na vida de um indivíduo. O projeto se justifica também pela utilização da técnica russa chamada Fala cênica, no qual será baseado o trabalho da direção da peça. A técnica da Fala cênica oferece preparação e treinamento integrados da respiração e da dicção, em conjunto com os meios de expressão, assim como o desenvolvimento do diapasão, da ressonância, da energia e da extensão vocais. A grande vantagem dessa técnica é, justamente, permitir aos atores fazerem uso efetivo e expressivo do potencial de sua voz, de sua personalidade e de seus dotes artísticos, por meio do desenvolvimento do aparelho vocal e fono-respiratório, o qual se torna muito mais produtivo. Ainda pouco conhecida no Brasil, a ausência dessa técnica nas montagens teatrais representa uma expressiva lacuna no teatro brasileiro, se comparadas aos espetáculos realizados em outras partes do mundo.
NÃO SE APLICA
A acessibilidade é essencial para o desenvolvimento e aprofundamento da nossa democracia. Significa permitir que todos desfrutem de todos os espaços e serviços que a sociedade oferece, independentemente da capacidade física de cada um. Significa não apenas permitir que pessoas com necessidades especiais de locomoção participem de atividades culturais, mas a inclusão e extensão do uso destes para uma determinada população. Os espaços urbanos, sejam públicos ou privados, devem permitir o acesso à qualquer cidadão, atendendo às suas necessidades quer sejam em locomoção, deslocamento ou consumo. As atividades básicas do ser humano dependem da sua possibilidade de deslocamento e acesso. Para isso, os Teatros a serem escolhidos para realização do espetáculo teatral Enquanto Ela Morria... produto principal e único deste projeto, deverão obrigatoriamente possuir as melhores condições de segurança e autonomia em suas dependências para atender ao maior número possível de pessoas, a fim de oferecer atenção especial a todos aqueles que possuem mobilidade reduzida ou quaisquer outras deficiências físicas e aos idosos. Declaramos, com isso, que os espaços a serem selecionados deverão possuir entre outros quesitos, rampas de acesso para cadeirantes, corrimão, banheiros para deficientes, poltronas para pessoas acima do peso, iluminação de solo para auxiliar na locomoção de portadores de deficiência visual ou auditiva, além de todo e qualquer outro benefício para atender de forma responsável aos portadores de qualquer deficiência e aos idosos em atendimento ao disposto no art. 27, inciso II, do Decreto 5761/06, e nos termos do art. 23 da lei no 10 741, de 1o de outubro de 2003, e a portadores de deficiência, conforme o disposto no art. 46. Para isso, haverá intérprete em libras em DUAS SESSÕES durante a temporada, UMA SESSÃO POR MÊS, para que o conteúdo do espetáculo seja amplamente aproveitado. Os custos para todas estas ações estão devidamente previstos na Planilha Orçamentária.
Formação de plateia Conforme Art. 55 da IN/2017, o proponente adotará o seguinte critério: I - doação dos ingressos ou produtos para Instituições ou Associações que tenham por finalidade atender camadas menos assistidas da população e com menor poder aquisitivo; Dessa forma, destinaremos 10% (dez por cento) dos ingressos disponíveis no teatro, conforme especifica o Art. 53 da IN/2017, durante toda a temporada para Instituições e Associações que tenham por finalidade atender camadas menos assistidas. A forma de contato será através de carta convite, devidamente registrada e firmada, conforme inciso 2o desse artigo. Conforme Art. 56 da IN/2017, o proponente acatará o seguinte inciso: VII - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 57; Realizaremos, dessa forma,1(um) ensaio aberto e gratuito. E,conforme Art. 57 da IN/2017, faremos os incisos do artigo no seguinte formato: § 1o O mínimo de 50% (cinquenta por cento)) das ações de formação de plateia deverão ser destinadas a estudantes e professores de instituições públicas de ensino. - Faremos carta-convite para as escolas públicas de forma a atender estudantes e professores, atingindo 50% (cinquenta por cento) da capacidade da casa para a ação de formação de plateia. § 2o As atividades previstas nesse artigo deverão ser registradas por meio videográfico e disponibilizadas gratuitamente, em sua íntegra, na internet. - As sessões de formação de plateia serão filmadas e disponibilizadas na internet gratuitamente através de portal de disposição de conteúdo de vídeo livre. § 3o O número de estudantes e professores beneficiados pela ação de formação de plateia deve corresponder a 10% (dez por cento) do quantitativo de produtos culturais previstos no Plano de Distribuição. As propostas deverão contemplar o mínimo de 20 (vinte) beneficiários, podendo, a critério do proponente, se limitar a 1.000 (mil). § 4o Projetos de formação ou que disponibilizem programas educativos deverão acrescentar ações de conscientização para importância da arte e cultura em suas atividades, em cumprimento ao disposto neste artigo. - Realizaremos 1 sessão gratuita e seguida de debate, a fim de ressaltar a importância da Cultura e da interpretação de textos para a formação cultural do nosso país, dos nossos estudantes e professores/educadores.
A proponente NITIREN Produções Artísticas Ltda. exercerá as atividades de Coodenação Geral e será responsável pela gestão administrativa / técnico financeira, itens com remuneração lançada na planilha orçamentária do projeto. MARÍLIA MILANEZ - Dirigente do projeto, sócia-proprietária da empresa Proponente, exercerá a função remunerada de Diretora de Produção. TEXTO Nadejda Ptuchkina ELENCO Paulo Trajano / Carla Andréa / Aurea Sepulveda / Fernanda Misailidis TRADUÇÃO Maria Aparecida Botelho Pereira Soares DIREÇÃO ARTÍSTICA Elena Gaissionok DIREÇÃO DE PRODUÇÃO Marília Milanez PRODUÇÃO EXECUTIVA Marina Ivanova CENOGRAFIA Jorge Machado ILUMINAÇÃO Gabriel Prieto FIGURINISTA Maria Cecília de Medina REALIZAÇÃO Ministério da Cidadania e NITIREN Produções Artísticas LTDA Curriculos DIRETORA DE PRODUÇÃO Marília Milanez - pernambucana que atua na área cultural no Rio de Janeiro desde 1993, sócia da Nitiren Produções Art. que produziu peças de destaque como: 2019 – Diretora de Produção/Adm Financeira A VERDADE, de Florian Zeller, direção Marcus Alvisi com Diogo Vilela, Paulo Trajano, Claudia Ventura e Carolina Gonzalez. Rio de Janeiro, Uberlandia e interior de SP. 2018 – Diretora de Produção/Adm Financeira de Cauby! Cauby! Uma Lembrança de Flavio Marinho, com Diogo Vilela, Sylvia Massari, Sabrina Korgut e grande elenco em temporadas no Teatro Carlos Gomes e Imperator no Rio de Janeiro; 2014 – Produção Executiva na Mostra Internacional “Dança em Trânsito” e “Correios em Movimento”, das bailarinas Flávia Tápias e Gisele Tápias. 2013 – Direção de Produção do musical ARY BARROSO – do princípio ao fim, texto e atuação Diogo Vilela, com Tânia Alves, Marcos Sacramento, Mariana Baltar, Luciana Bollina e outros, com Supervisão Artística Amir Haddad. Produção Executiva na Mostra Internacional “Dança em Trânsito” e “Correios em Movimento”, das bailarinas Flávia Tápias e Gisele Tápias, Agosto, RJ. 2011 – Administração Financeira, na SP2 Brazil, durante os Jogos Mundiais Militares, Julho a Dezembro, Rio de Janeiro. 2010 - Supervisão de Produção para O Mambembe, de Artur Azevedo, dir. Almir Telles, nas comemorações dos 20 Anos do Grupo Sarça de Horeb. 2009 - Pré-produção e cadastramento em Leis, direitos autorais e formação de equipes para Longa Jornada Noite Adentro, de Eugene O’Neill, A Cela de Michel Azama e O Capote de Nicolai Gogol. 2008 - Direção de Produção e Administração financeira de Otelo, de Shakespeare, com direção e atuação de Diogo Vilela, no Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Belo Horizonte, Curitiba e Porto Alegre 2007 – Adm. Financeira para a montagem de O Baile, dir. José Possi Neto – Maio e Junho Cauby! Cauby! – de Flavio Marinho, com Diogo Vilela, Sylvia Massari e grande elenco. Direção de produção e Administradora Financeira nas temporadas Teatro João Caetano e no Palácio das Artes, em Belo Horizonte/MG - de janeiro a março; DIRETORA - Elena Gaissionok - formada atriz e atriz de teatro musical em Moscou pela Academia do Teatro e Cinema Lunatchársky e pelo Instituto de Música Gnéssiny. Durante oito anos atuou no Teatro Acadêmico para Juventude de Moscou. No Brasil, desde 1999, dá aulas particulares e ministra oficinas de Fala Cênica e Método Stanislavsky, no Rio de Janeiro e em cidades como Curitiba, Rio Branco, Tiradentes. No teatro, dirigiu, valendo-se da técnica da Fala Cênica, "Cartas portuguesas" (2001); "Historiettes", de Guy de Maupassant (2006), "Caminhando entre contos, palavras e amores", com textos de vários autores russos (2010); "Histórias de Lili" (2012-2014) - peça voltada ao público infantojuvenil; "Histórias de Lili - Confissões francesas" (2013). Fez preparação vocal para os espetáculos "Camille Claudel" (2005); "Otelo" (2008); "O cara" (2012). Desde agosto de 2012, ministra aulas na Casa das Artes de Laranjeiras - CAL e no Instituto CAL, respectivamente, no curso de Formação Profissional de Ator e na Faculdade de Artes Cênicas. TRADUTORA - Maria Aparecida Botelho Pereira Soares é graduada em Filologia com especialidade em Língua e Literatura Russas pela Universidade da Amizade dos Povos "Patrice Lumumba", de Moscou. Mestre e doutora em Linguística pela UFRJ. Lecionou Linguística na Faculdade de Letras da UFRJ até 1993, quando se aposentou. Complementarmente lecionou Língua e Literatura Russas no Departamento de Letras Orientais e Eslavas, da mesma faculdade. Entre 1997 e 2000, trabalhou como lexicógrafa no Instituto Antônio Houaiss, participando da confecção do Dicionário Houaiss. Fez diversas traduções de importantes autores diretamente do russo: "O capote", de Gógol, 1986; "O marcador de página", de Kryzhanovski, 1997; "Notas do subsolo", de Dostoiévski, 2008; "A felicidade conjugal" e "O diabo", de Tolstói, 2008; "A dama do cachorrinho e outras histórias", de Tchékhov, 2009; "Um negócio fracassado e outros contos de humor", de Tchékhov, 2010; "Infância, adolescência e juventude", de Tolstói, 2013. PRODUÇÃO EXECUTIVA - Marina Ivanova é formada na Rússia em Psicologia pela Universidade Federal de Omsk (1996) e em Linguística e Comunicação Cultural pela Universidade Nevsky da Língua e Cultura de São Petersburgo (2000). Lá trabalhou como consultora no Salão de Artes do Teatro Estadual Acadêmico Mariinsky (Kirov Ballet e Ópera), em São Petersburgo. No Rio de Janeiro, fez cursos de interpretação para TV e cinema, na Academia Nacional de Atores (2007); e o Curso de Produção Cultural, na Alternativa Cultura (2012). Trabalhou como consultora do idioma russo na peça "Gaivota", dirigida por Henrique Dias (2006); participou como atriz do curta-metragem "Paraíso" (2007). Desde 2009 trabalha como instrutora no Centro de Cultura Eslava. Produziu a peça infantil "Histórias de Lili", com direção de Elena Gaissionok, apresentada no CCJF, na FNAC, no Centro Cultural Midrash, no Teatro Municipal do Jockey, na Livraria da Travessa (2012-2014); e o espetáculo "Histórias de Lili - Confissões francesas", apresentado no CCJF (2013). ATOR - Paulo Trajano é formado pela CAL e pela Faculdade de Dança Angel Vianna (FAV). Mestre em Teatro pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UNIRIO). Pós-graduado em Estudos Avançados em Dança Contemporânea pela UFBA / FAV. Estudou na Escola de Mímica Corporal Dramática de Paris, onde trabalhou com a Companhia Théâtre de L'Ange Fou, sob a direção de Steven Wasson e Corinne Soum, se apresentando nos EUA, Alemanha, Holanda e França. No Brasil trabalhou com Luiz Antonio Martinez Correa, Ataca Felipe!; Bia Lessa, Os Possessos; Márcio Vianna, Marat-Marat; Tônio Carvalho, Uma Tragédia Florentina; Dudu Sandroni, The Real Thing (Quase verdade); Enrique Diaz, A bao a Qu e As Três Irmãs; Paulo José, Na Solidão dos Campos de Algodão e David Herman: Anton e Olga e Pedras nos Bolsos; Pedro Brício, S'imbora, O Musical – A história de Wilson Simonal; Flavio Marinho - Cauby! Cauby! Uma lembrança. Seu último espetáculo (2019) foi A Verdade, com direção de Marcus Alvisi. Desde 1994, trabalha como professor na Faculdade e Escola Angel Vianna e na Faculdade CAL de Artes Cênicas. ATRIZ - Carla Andréa é atriz formada pela Uni-Rio. Em sua formação como atriz, participou de cursos livres tais como: Técnica Vocal e Interpretação Teatral com Carlos Simmioni (RS), Clown com Daniele Finzi Pasca (Cidade do México), Utilização da Máscara com o Grupo Moitará (RJ), Oficina de Máscara Neutra com François Lecoq (MG), Oficina de Formação Teatral com Tarak Hamman (RJ), Oficina de Mímica Dramática com Ana Teixeira (RJ). Recebeu prêmios de melhor atriz no Festival Carioca de Novos Talentos, prêmio Vianinha de Montagens Teatrais (Uni-Rio) e Festival de Inverno de Resende. Trabalhou com diretores consagrados como Karen Acioly em “Festa no Céu”, “Iluminando a História”, “A Excêntrica Família Silva” e “Os meus Balões”; André Paes Leme em “Os Dois Menécmos”, “A Viagem do Capitão Tornado” e “Baunilha e Trioleto”; Moacyr Góes em “Divinas Palavras”, “Bonitinha mas Ordinária” e “Pinóquio”; Zeca Bittencourt em “Caim”. Participou como atriz do audiolivro “Iluminando a História”. Produziu e atuou no monólogo “Cartas Portuguesas” dirigido por Guilherme Miranda, atuou também no espetáculo “Historiettes”, com direção de Wilson Belém, ambos sob orientação vocal de Elena Constantinovna. Atuou nos espetáculos “Histórias de Lili” e “Histórias de Lili – Confissões Francesas” com direçaõ de Elena Constantinovna. Em TV participou das novelas da Rede Globo “Anjo Mau”, “Era uma Vez”, “Torre de Babel” e nas séries “Os Normais”, “A Grande Família”, “A Diarista”, “Malhação” e “Páginas da Vida”. Em cinema, atuou no filme “Xangô de Baker Street”. ATRIZ - Aurea Sepulveda – formada na CAL – Casa das Artes de Laranjeiras. Workshops realizados com Anderson Aníbal e com a companhia inglesa Rhum and Clay Theatre Company. Na TV Globo, teve participação nas novelas: Em Família, Alto Astral, O Tempo Não Para e no seriado Cidade Dos Homens, dirigidos por José Alvarenga, Jorge Fernando, Leonardo Nogueira e Pedro Morelli, respectivamente. Participou do curta Amor Pelo Seu Trabalho, com o diretor Pedro Elias. Trabalhou com a diretora Elena Gaissionok na peça teatral Oito Mulheres. Faz parte do Instituto do Ator, desde 2013, onde participa de peças sob a direção de Celina Sodré. ATRIZ - Fernanda Misailidis fez seus primeiros estudos artísticos em música quando, em 2003, iniciou suas aulas de piano com Mônica Kudiess. Depois, passou a estudar com Rita Cabus e, posteriormente, com Yuka Schimizu. Em 2009, começou a ter aulas de canto ministradas por Neti Szpilman. Estudou sapateado com Ana Corina Amanajás, e ballet clássico com Eliana Karen, César Lima, Ava Rosenblat, Karin Schlotterbeck, entre outros. No teatro, teve como professores: Hamilton de Oliveira (membro vitalício do Actors Studio), Tierry Tremouroux, Paulo Trajano, Cecil Thiré, Ole Erdmann, Antônio Amâncio, Mônica Lazar, dentre outros. Em 2012, iniciou aulas de Fala Cênica e Canto com Elena Gaissionok. Em 2015 se formou na Escola Técnica Estadual de Teatro Martins Penna, com a montagem da peça “A Cantora Careca”, na qual desempenhou o papel de Sra. Smith. Em 2016 fez uma participação na novela "Rock Story", como "Monique". Em 2017 se graduou em licenciatura em Teatro, pela Universidade Estácio de Sá. Participou de diversos espetáculos, mas seu último trabalho foi "O Mar Serenou: Um Conto de Clara", com direção de Cazé Neto e Milton Filho, no Teatro João Caetano, e “A Noviça Rebelde”, com direção de Charles Moeller e Cláudio Botelho, na Cidade das Artes. E atualmente está dando aulas na instituição “Cursos de Teatro Zaira Zambelli”. CENÓGRAFO - Jorge Luiz Machado da Silva - formado em Artes Cênicas pela Casa de Artes Laranjeiras (CAL) do Rio de Janeiro. Confeccionou cenários, adereços e figurinos para diversos shows e peças teatrais, entre eles: cenário para o grupo vocal Mulheres de Antenas (Rio de Janeiro-RJ), cenário para o show de lançamento do CD da cantora Gisa Pithan (Rio de Janeiro- RJ), adereços para a peça teatral Equus (Rio de Janeiro-RJ), cenário para o espetáculo teatral “Beckett In White” da Cia. Dos Insigts (São Paulo-SP), cenário para a peça Trindade, com Guilherme Leme, Herson Capri e Pedro Garcia, direção de Caio de Andrade; cenário do show “Religare”, de Léo Cavalcante (São Paulo – SP) ; cenário e adereços do palco de apresentações do Projeto “Verão no Parque”, Lisboa, Portugal.Trabalhou em Portugal em 2009 como figurinista, cenógrafo e aderecista nos espetáculos “Espírito da Poesia“,“Viver é Raso“. FIGURINISTA - Maria Cecília de Medina formada em Artes Cênicas com habilidade em cenografia na UNIRIO em 1999. Estudou Modelagem de vestuário no SENAI-CETIQT (2014) e Conservação e Restauração na Universidade Federal do Rio de Janeiro (2015). Seus principais trabalhos de figurino são: Com Cia PeQuod de Teatro de Animação sob direção de Miguel Vellinho “O Velho da Horta”(2002), “Filme Noir” (2004), “Peer Gynt” (2006), “Peh Quo Deux” (2014), “A Feira de Maravilhas do Fantástico Barão de Munchausen” (2015), “A Última Aventura é a Morte” (2018). Sob direção de Fernando Mello da Costa “Burro sem Rabo” (2003) e “Domando a Megera” (2015). Fez também, “Os Dois Cavalheiros de Verona”, direção de Guti Fraga, Fátima Domingues e Miwa Yanagizawa (2006 e 2013) e em parceria com Lígia Kosovsky,“A Bruxinha Que Era Boa” , direção Cacá Mourthé(2014). Fez também supervisão de figurino no Festival de Ópera em Manaus de 2001 a 2005. Trabalhou em parceria com figurinista e cenógrafo Ney Madeira de 1999 a 2005. ILUMINADOR – Gabriel Prieto de Brito - Formado pelo curso de Bacharelado de Teatro da Faculdade CAL de Artes Cênicas. Trabalhou como Responsável Técnico da peça de improviso “ 5 contra nem 1” direção de Fernando Melvin que circulou nas Lonas Culturais de Cascadura, Madureira e Campo Grande, fazendo apresentações em Teatros como Carlos Gomes, Maria Clara Machado (Planetário) e Teatro Ipanema. Participou também da peça “ Cinderela” direção de Luisa Thiré concorrendo no Festival Internacional de Teatro em Angra (FITA). Operou a luz das peças “Pedro Malazarte e a Arara Vermelha Falante” direção de Debora Lahm, “ Uma Ilíadra” direção de Bruce Gomlesky no CCBB, “ Maior do Mundo” direção de Augusto Madeira no Teatro Cesgranrio. Montou a luz e trabalhou como canhoneiro na peça “ 5 Julias” direção de Matheus Souza no Teatro dos 4 e participou das montagens de luz das peças da “Ocupação Artesanal” da companhia Artesanal de Teatro no Sesc Copacabana e "Blechior: Ano Passado eu morri, mas esse ano eu não morro" direção de Pedro Cadore. Como Iluminador, fez as peças “ O que será de nós daqui a 4 anos?” direção de Fernando Barcellos com apresentações no Teatro O Tablado, Teatro Dulcina, Galpão Gamboa e Sesc Escola Barra; “ Amor de Fada” direção de Leonardo da Selva com temporadas no Teatro Solar e no Teatro dos 4; “A incrível viagem de Juca” com direção de Rodrigo Viegas em cartaz no Sesc Engenho de Dentro; “Mulheres de Buço” direção de Júlia Stockler e Laura de Araújo com temporada no Teatro O Tablado; “ Procura-se”, direção Carol Santaroni e supervisão de Daniel Herz no Teatro Leblon, sala Marília Pêra; “Lívia” direção de Drayson Menezzes e Orlando Caldeira no Teatro Eva Hertz (RJ) e Caixa Cultural (RJ), Teatro Parlapatões (SP) e Teatro Maria Clara Machado (RJ); “Natal” direção de Rose Abdalla e texto Gabriel Contente nos teatros Sede das Cias Gonzaguinha e Teatro Dulcina, "Vácuo" direção de Helena Panno no Teatro Dulcina e Sede das Cias, "Cabaré Sade" direção de Cristina Streva Uni Rio e Nathalia Timberg (RJ), "Quem sou, quem somos" direção de João Caldeira, "Salomé Elétrica" de Isabella Raposo. Assinou luzes de shows de artistas como Julia Mestre, em diversos espaços musicais e teatros como Sérgio Porto, Café Pequeno e O Tablado; “Amigos da Onça” no Espaço 555 (SP), Circo Voador (RJ) e eventos no Jockey Club, Espaço na, entre outros; Pablo Paleólogo no Teatro Tablado e Teatro Solar de Botafogo, “ Choque do Magriça” no Teatro Serrador. BK (fundição Progresso) e Dingo Bells (Sesc Copacabana). A NITIREN PRODUÇÕES ARTÍSTICAS LTDA produziu os seguintes espetáculos, através de Leis de Incentivo como Federal e ProaC-ICMS-SP: 2019/2020 – A VERDADE de Florian Zeller e direção Marcus Alvisi, com Diogo Vilela, Claudia Ventura, Paulo Trajano e Carolina Gonzalez. Temporada de 3 meses no Rio de Janeiro, viagens por Uberlândia/MG, Marília Piracicaba, Bauru e Botucatu/SP. 2017/2018 – “Cauby Cauby Uma Lembrança” musical de Flavio Marinho com direção e atuação Diogo Vilela, com Sylvia Massari, Sabrina Korgut, Paulo Trajano entre outros, o T. Carlos Gomes e Imperator, no Rio de Janeiro. 2015/2016 – Enquadramento em Leis de Incentivo a Cultura e tentativas de patrocínio para os projetos Tudo o que Ela Sabe Sobre Mim, texto Diogo Vilela; A Lição de Ionesco; Cauby Cauby Uma Lembrança Circulação; 2013 - “Ary Barroso – do princípio ao fim” texto e direção Diogo Vilela, Supervisão Artística Amir Haddad. Com Diogo Vilela, Tânia Alves, Marcos Sacramento, Mariana Baltar, Alan Rocha e elenco. Rio, Brasília, Curitiba, Porto Alegre, Paulínea, S. Bernardo do Campo e Vitória/ES. 2009 - “Otelo” de William Shakespeare com direção de Diogo Vilela e Marcus Alvisi. Com Diogo Vilela, Marcello Escorel, Reinaldo Gonzaga, Otto. Jr., Rubens Araújo e elenco. Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Belo Horizonte, Curitiba e Porto Alegre. 2007/2008 - “Cauby! Cauby! O Musical” de Flavio Marinho com Diogo Vilela, Carlos Gregório, Sylvia Massari, Arlindo Lopes, Carlos Leça e grande elenco. Prêmios Qualidade Brasil e Shell de Melhor Ator para Diogo Vilela. No Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte. 2004/2003 - “Tio Vânia” de Anton Tchecov direção de Aderbal Freire-Filho, com Diogo Vilela, Débora Bloch, Ida Gomes e outros. Parque Laje, no Rio de Janeiro, Teatro FAAP, São Paulo.
PROJETO ARQUIVADO.