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Trata-se da montagem e temporada do monólogo teatral "Toda a água que me percorre", no Rio de Janeiro. É um projeto cênico sobre as violências psicológicas, emocionais e até físicas sofridas dentro de relacionamentos abusivos. Abriremos ainda, um bate papo após cada apresentação para que o público faça o compartilhamento de suas próprias experiências. Como contrapartida, propomos uma realização de uma oficina gratuita de teatro para adolescentes e uma para mulheres, duas sessões do espetáculo com a presença de um mediador tátil e duas sessões com a presença de um intérprete de libras.
“Toda a água que me percorre” surgiu da necessidade da atriz Ramayana Régis de fazer de suas experiências forças motoras e transformadoras na vida de outras mulheres. Ao dividir esse desejo com outras mulheres artistas, a diretora Lucianna Mauren se dispôs a escrever em forma de dramaturgia sobre as violências psicológicas, emocionais e físicas sofridas dentro de “relacionamentos abusivos”. A atriz reside no Rio de Janeiro há pouco mais de 6 anos, desde que se formou em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília, em sua segunda formação concluiu o curso de Interpretação para Cinema e TV na Escola de Atores Wolf Maya, e atualmente cursa sua terceira graduação na UniRio, de Licenciatura em Teatro. Já a diretora reside em Brasília, e se faz necessária sua vinda para o Rio de Janeiro, para os processos de imersão e transformação da escrita em concepção de cena propostas por ela. O intuito é criar um ambiente sensível e acolhedor, no qual o público seja colocado em contato com os temas por meio de uma abordagem poética e estética, que os aproxime de forma potente das realidades vividas numa relação abusiva. Todo o discurso realizado pela atriz em cena é feito em primeira pessoa, com uma interpretação que passa por momentos extremamente realistas, alcançando um tom de relato-confissão, e em outros, com a criação de imagens poéticas que transbordam a dor e a força desses relatos. A obra é feita a mãos femininas e tem também um pouco de toda mulher, do feminino sagrado comum a todas elas.Para potencializar a identificação e sensibilização da plateia a organização do espaço memora o espaço de uma casa por meio de uma experiência sensorial, com cheiros, sons e imagens.Ainda como resultado dessa busca efetiva pela aproximação do público, a atriz transita pelo espaço que seria do público e que por minutos se transforma também em espaço de cena, borrando as fronteiras entre teatro e vida. Classificação etária sugerida: 16 anos
OBJETIVO GERAL Viabilizar a criação e montagem do espetáculo teatral Toda Água Que Me Percorre, e proporcionar a sua estréia e temporada na cidade do Rio de Janeiro. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Realizar 16 apresentações (ou 04 finais de semana) em teatro da Cidade do Rio de Janeiro, com capacidade de aproximadamente 60 pessoas; - Convidar, ao final de cada apresentação, o público para participar de um bate papo, no qual os pontos apresentados na peça levantados, bem como a linguem cênica e as concepções artísticas do espetáculo; - Trazer visibilidade ao projeto junto aos veículos de comunicação (rádios, sites, jornais e televisão), por Assessoria de Impressa. - Registro e transmissão em vídeo do ensaio aberto pelas mídias sociais e canal do Youtube do projeto; - Confecção de 150 programas em Braille Formato A4, Papel offset 120g, Impressão capa: Digital 1x0, Impressão miolo: Braille e digital 1x1. Acabamento: Brochura (2 grampos com dobra); - Confecção de 1.500 programas com a sinopse do espetáculo e informações do projeto, 29.7 x 55.5cm (A), impressos a 4/4 cores, papel couchê matt 170g. Acabamento com 2 dobras; - Confecção de Banners interno e externo, cujas especificações seguirão conforme manual ou termo de utilização dos teatros, para sinalizar o palco e a entrada do Teatro. - Criação de Flyer digital em posts impulsionados sobre a estréia e monitoramento das redes sociais através de social media; - Anúncio em jornal _ 2 col x 10 cm _ COR - Anúncio em mídia impressa _ ½ página _ COR - Bus Door (Rio de Janeiro) - Divulgação em Mídias Digitais _ Redes Sociais - Criar um ambiente sensível e acolhedor que aproxime o público de forma potente das realidades vividas numa relação abusiva e agir de forma intensa na conscientização acerca dessas violências, desvendando alguns dos seus disfarces e descortinando a romantização da mulher em condição de abuso; - Discutir tema de alta relevância na atualidade; - Estimular as inúmeras vozes de mulheres que foram caladas pela violência, expondo a necessidade de se falar sobre isso; - Despertar a consciência de outras mulheres para se libertarem de situações de abuso, seja ele psicológico ou físico; - Despertar o desejo e a iniciativa de buscar ajuda, em mulheres que lidam com traumas decorrentes de relações abusivas; - Vislumbrar novas perspectivas de vida para mulheres que não conseguem se ver em uma realidade mais positiva e menos violenta, despertando um desejo de independência e empoderamento feminino, principalmente emocional; - Promover uma experiência sensorial e autônoma do público através de um espetáculo teatral que o insere como agente da obra; - Provocar a empatia no espectador, assim como reflexões e autocríticas, a fim de identificar um possível comportamento abusivo perante suas relações; - Aproximar o público de um processo criativo artístico através de bate-papos / debates; - Valorização do teatro e da arte como expressão; - Promover e valorizar o trabalho de uma equipe artística e criação cênica feminina, composta por jovens artistas fora da grande cena cultural brasileira. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS - Ministrar uma oficina gratuita de teatro para mulheres, com enfoque em autoconhecimento e libertação, a ser ministrada pela equipe de criação artística; - Uma oficina gratuita de teatro para adolescentes, a ser ministrada em escola do ensino médio, onde jogos teatrais os estimule a acessar seus próprios sentimentos de forma sincera, diluindo e se desfazendo dos tantos julgamentos que rodeiam essa intensa descoberta da vida: a adolescência; e ainda, o contato com os outros, tragam reflexões sobre respeito, alteridade, empatia, amor ao próximo, valorização e o espaço da mulher na sociedade, entre outros; - Duas sessões, não exclusivas, nas quais teremos um mediador tátil para os expectadores cegos ou com baixa visão; - Duas sessões, não exclusivas, com um intérprete de libras para os espectadores surdos.
A presente proposta se enquadra nos seguintes incisos do Art 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O projeto se enquadra no Art 3° da lei 8313/91, conforme abaixo: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; O tema foi escolhido diante do paradoxo acerca do empoderamento feminino, debate cada vez mais presente nas mídias sociais em geral, porém a violência doméstica e a violência contra a mulher ainda apresentam índices alarmantes. Observamos que a violência contra as mulheres se manifesta de diversas formas e está presente em todas as classes sociais, etnias e faixas etárias. Ela é um dos fatores estruturantes da desigualdade de gênero, deixando de ser vista como um problema de âmbito privado ou individual para ser encarada como um problema de ordem pública. No Rio de Janeiro, as regiões com o maior número de denúncias, destacam-se os bairros da Zona Oeste da Capital (Campo Grande, Bangu, Santa Cruz, Taquara, Pedra de Guaratiba) e locais da Baixada Fluminense (Posse, Vilar dos Teles, Comendador Soares, Belford Roxo e Duque de Caxias). O Dossiê Mulher mostrou que nos crimes de estupro contra mulheres em 2018, 72% ocorreram dentro de casa, cerca de 45% dos agressores eram pessoas do convívio da vítima (companheiros, ex-companheiros, pais, padrastos, parentes e conhecidos) e 70% das vítimas tinham até 17 anos de idade. Essas informações confirmam a ideia de que as mulheres estão mais vulneráveis à violência sexual no âmbito privado do que nos espaços públicos. Entendendo a necessidade da imersão no tempo presente, o projeto "Toda a água que me percorre" mergulha nas questões relacionadas às violências sofridas pela mulher em um relacionamento abusivo. Atualmente, situações vividas pelas mulheres histórica e socialmente tomadas como corriqueiras, passam a ser questionadas e problematizadas na perspectiva de abuso. Entretanto, por mais que ultimamente estejamos a par dos termos e informados sobre situações abusivas, este quadro histórico está impregnado na nossa cultura. Daí a necessidade de nos relacionarmos com elas dentro de projetos sociais e culturais, onde possamos interagir com essas questões de maneira acolhedora, segura e transformadora. É no sentido do acolhimento, informação e possível transformação de perspectivas, que propomos esse projeto. É para criarmos momentos de diálogo e troca com o intuito de fazer, buscando mudanças e transformações. Toda mudança social é um processo longo, mas acreditamos na força do teatro como parte desse processo. O teatro coloca o discurso em ação, pois o público não tem um aparelho intermediando sua relação com o tema, com a dor e o desespero das situações: ele vive junto, vê de perto. Contudo, o uso da Lei de Incentivo à Cultura neste projeto, não se dá apenas para o fomento de novas produções culturais, vindas de novas artistas desconhecidas da grande massa cultural e artística e seus respectivos reconhecimentos, o que por si só já a torna imprescindível, mas também vem como contribuinte de uma função de formação social de ordem pública do estado, perante o exposto. Em "Toda a água que me percorre", uma mulher em cena, coloca em movimento sua experiência pessoal com um relacionamento abusivo; suas lágrimas, os seus gritos, são realidade durante aqueles minutos. Essa mulher em cena está tão próxima do público e ora se coloca ao lado dele, que o público se coloca como aquela mulher. Toda a experiência que o projeto busca provocar é uma experiência humana, ainda que pelo viés da mulher, uma experiência social, histórica, que todos são movidos, precisam ser movidos, acordados, despertos. A presente proposta recorre ao Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais por ser esta a melhor condição para a viabilização econômica da produção, e por acreditamos que tanto o Objetivo Geral quanto os Objetivos Específicos estão de acordo com as premissas da Lei Federal de Incentivo à Cultura no que tange à importância da difusão de obra artística de relevância cultural.
A peça é voltada para o público adulto (classificação etária 16 anos) de todas as classes sociais, consumidores de cultura em geral, além de profissionais da cultura, professores, estudantes universitários, críticos, formadores de opinião, artistas, intelectuais, entre outros. O público alvo principal está nas mulheres adultas que já vivenciaram experiências semelhantes, ou que ainda vivenciam, de forma que não conseguem se desprender desses relacionamentos; como também jovens meninas, que estão começando a se relacionar de forma amorosa, e muitas vezes não tem noção ou conhecimento dos limites que, quando cerceados, tornam uma relação abusiva e destrutiva. Dentro de um relacionamento todos nós temos potenciais abusivos, e estes podem ser identificados em relações heteroafetivas e/ou homoafetivas, tendo como agente abusivo tanto a mulher, quanto o homem. Porém, segundo o Núcleo de estudos da violência da USP e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, a violência contra a mulher aumentou 12% no último ano e a cada duas horas uma mulher morre no Brasil vítima de feminicídio, cometido, em sua maioria, por seu parceiro. Portanto, se faz importante a extensão do público alvo do projeto também a homens, jovens e adultos, buscando provocar uma reflexão e auto crítica de uma possível reprodução comportamental padrão abusiva. A obra é autoral, da diretora do espetáculo, baseada nas próprias vivencias da atriz. Os direitos autorais do texto serão pagos diretamente à Autora Lucianna Mauren, conforme previsto na planilha orçamentária. A produção já possui documento de autorização da autora para esta montagem. Ressaltamos que Lucianna Mauren também está na concepção e Direção do projeto. A composição musical também será autoral para o projeto e nos será cedida através de termo de cessão de direitos autorais. Impacto Ambiental - O material gráfico será impresso em papel reciclado - Todo material gráfico constará a frase "Jogue o lixo no lixo. Recicle" - Durante toda a temporada, nos ensaios e camarins, será incentivado o uso de copos reutilizáveis e outros itens nessesentido A equipe de produção terá como prioridade a necessidade de evitar o desperdício, reutilizar materiais e reduzir os custos. Acreditamos que dessa forma, contribuímos com a redução do impacto ambiental e com a conscientização dos profissionais da área cultural. OBS Em atendimento à diligência, informamos que o limite imposto pelo art. 4º da IN nº 02/2019 de R$250,00 por beneficiário no valor do custo total do projeto está obedecido. O número de beneficiários do produto principal do projeto é de 960 pessoas como público do espetáculo e o valor total do projeto é de R$ 199.997,79.
Todo material gráfico terá aplicação das marcas da Lei de Incentivo à Cultura e patrocinadores, de acordo com seus manuais e normas de aplicação e mediante aprovação prévia. Visibilidade ao projeto junto aos veículos de comunicação (rádios, sites, jornais e televisão), por Assessoria de Impressa. Registro e transmissão em vídeo do ensaio aberto pelas mídias sociais e canal do Youtube do projeto; Confecção de 150 programas em Braille Formato A4, Papel offset 120g, Impressão capa: Digital 1x0, Impressão miolo: Braille e digital 1x1 Acabamento: Brochura (2 grampos com dobra); Confecção de 1.500 programas com a sinopse do espetáculo e informações do projeto, 29.7 x 55.5cm (A), impressos a 4/4 cores, papel couchê matt 170g., acabamento com 2 dobras; Confecção de Banners interno e externo, cujas especificações seguirão conforme manual ou termo de utilização dos teatros, para sinalizar o palco e a entrada do Teatro. Flyer digital em posts impulsionados sobre a estréia e monitoramento das redes sociais através de social media; Anúncio em jornal – 2 col x 10 cm – COR Anúncio em mídia impressa – ½ página – COR Bus Door (Rio de Janeiro) Divulgação em Mídias Digitais – Redes Sociais
A produção desse espetáculo se compromete a proporcionar condições de acessibilidade as pessoas idosas, nos termos do art. 23 da Lei n° 10.741, de 1° de 2003, e portadoras de necessidades especiais, conforme o disposto no art. 46 do Decreto n° 3.298, de 20 de dezembro de 1999, medidas de acessibilidade física. Distribuiremos convites direcionados a instituições de apoio a PNE, informando a data de duas sessões, não exclusivas, nas quais teremos um mediador tátil para os expectadores cegos ou com baixa visão, contextualizando-os de modo sensorial do que será apresentado, reconhecendo o espaço, cenários, os objetos, os artistas e figurinos, permitindo que criem uma imagem mental verossímil, favorecendo a fruição de maneira autônoma, pois acreditamos que a mera descrição da imagem não torna a apresentação acessível. Impressão de encartes em braile contendo a sinopse e outras informações relevantes sobre o projeto, serão distribuídos juntamente com programa do espetáculo para os deficientes visuais; Teremos duas sessões com um intérprete de libras para os espectadores surdos. No caso de deficientes visuais e auditivos, procuraremos informar através de sinalização na bilheteria ou de orientação por parte de um assistente de produção a disponibilidade deste espectador sentar-se em área próxima ao palco, de forma a facilitar a recepção do espetáculo através do sentido que lhe é mais raro. Pretendemos realizar a temporada e as oficinas (contrapartidas sociais) em locais que contem com recursos de acessibilidade estrutural, como reserva de espaço e assentos distribuídos pelo recinto em locais diversos, de boa visibilidade, em todos os setores, devidamente sinalizados, evitando obstrução de saídas, além de rampas, corrimões, banheiros adaptados e etc. Além disso, garantiremos a entrada prioritária desse público e nossa equipe de produção estará prontamente orientada para recepcionar e conduzir as pessoas com dificuldade de locomoção para os assentos reservados a esse público, sejam nas apresentações ou nas oficinas. Acreditamos que ao tomar conhecimento de que os espetáculos incentivados através da Lei realizam sessões com suporte específico para portadores de necessidades especiais, este público passará a buscar a programação incentivada por esta Lei de Incentivo. Assim, estaremos realmente promovendo a formação de plateia junto aos portadores de necessidades especiais e avaliando como melhor atender à demanda por espetáculos voltados para este público específico.
Atendendo as regras previstas no CAPÍTULO IV - Sessão II - artigo 20 da IN nº 02/2019 do MinC, de acordo com a distribuição do produto cultural no segmento de Artes Cênicas: DO ESPETÁCULO TEATRAL COTA DE INGRESSOS - 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística. Estes ingressos deverão ser destinados a Estudantes da Rede Pública do Ensino Fundamental, Médio e/ou Superior; e/ou público participante de projetos de inclusão social. A distribuição será comprovada através de declarações subscrita pelas instituições recebedoras dos ingressos. Acreditamos que o espetáculo poderá ser tema para a realização de trabalhos a partir de uma interação entre a produção do espetáculo e as entidades convidadas para participar desta contrapartida. As instituições beneficiadas deverão contar com a orientação de professores e monitores, que acompanharão as pessoas ao teatro. Como forma de distribuição gratuita de ingressos adotaremos o critério de doação dos ingressos para instituições ou associações que tenham por finalidade atender camadas menos assistidas da população e com menor poder aquisitivo; - 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita por patrocinadores; - 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita promocional em ações de divulgação do projeto; - 10% (dez por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012; - 50% do total dos ingressos serão comercializados ao preço médio de R$ 60,00, em conformidade com os padrões estabelecidos pela Lei nº 8.313/91. O projeto adotará, em atendimento ao artigo 21 da Instrução Normativa Nº 2, de 2019, as seguintes medidas de democratização: IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias. CAPTAÇÃO DE IMAGEM Será permitida a captação de imagens da atividades paralelas e do espetáculo, assim como estará autorizada a sua veiculação. (...) V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22. ENSAIOS ABERTOS Temos o objetivo de realizar 1 ensaio aberto no Rio de Janeiro, contribuindo para a democratização de acesso às atividades. O público destas apresentações poderá ser composto por público social, ligado à instituições voltadas para a inclusão social; por estudantes de artes cênicas de instituições públicas e de cursos ministrados em áreas mais carentes da cidade (comunidades, bairros da periferia, etc); e estudantes da Rede Pública de Ensino / Universidades Públicas. BATE PAPO AO FINAL DAS APRESENTAÇÕES O programa de Formação do Plateia do Projeto pretende, após cada apresentação, abrir um bate papo, momento em que o público encontrará novos espaços para acolhimento e compartilhamento de suas próprias experiências, oferecendo um ambiente onde as pessoas se sintam mais fortalecidas e protegidas. As ações de formação de platéia serão registradas em fotos. Além disso, temos a intenção de realizar a temporada em Teatro localizado em bairro de fácil acesso e locomoção a diversos públicos das cidades, inclusive portadores de necessidades especiais e idosos. DAS CONTRAPARTIDAS SOCIAIS OFICINAS Convidaremos as mulheres espectadoras para participarem de uma oficina de teatro gratuita, obedecendo assim a democatrização de acesso, dentro das contrapartidas sociais. A oficina terá 48 vagas, podendo ser divida em 2 turmas de 24 pessoas. Caso a demanda de participantes seja grande, avaliaremos a possibilidade de oferecer uma segunda oficina. Realizaremos uma oficina teatro, também gratuita para adolescentes, a ser ministrada em escola do ensino médio, A oficina terá 48 vagas, podendo ser divida em 2 turmas de 24 pessoas. Caso a demanda de participantes seja grande, avaliaremos a possibilidade de oferecer uma segunda oficina.
Funções da Proponente: COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO, ADMINISTRAÇÃO E ATRIZ; E, caso venha a captar os recursos para o Projeto, a proponente poderá figurar como captadora parcial ou total dos recursos do Projeto. GRUPO DE DESPESAS - Coordenadora de Produção - R$ 16.000,00 - Coordenadora de Administração - R$19.620,45 (Item orçamentário recalculado automaticamente conforme percentual solicitado) - Atriz - R$ 9.000,00 Total para o proponente: R$ 44.620,45, estando de acordo com as regras estabelecidas no art. 11, da IN 02/2019. Ficha Técnica Ramayana Régis - Proponente, Coordenadora de Produção e Administração, Atriz.Cláudia Costa - Produtora Executiva e Assessoria JurídicaJúnia Azevedo - Escrita Comunicação - Assessoria de ImprensaThiago Muzzi - Designer GráficoLucianna Mauren - Texto, Concepção e DireçãoA equipe de preparação corporal, vocal, e das demandas da encenação cênica, será escalada ao início da realização do projeto. Currículos Vida enCena Produções - Ramayana Régis - Coordenadora de Produção e Administração e Atriz: será responsável pela atividade técnico-financeira e gestão do projeto, com funções de realizar e acompanhar todas as etapas da produção, e o desenvolvimento das equipes envolvidas no processo, atuando como gerente do projeto. Trabalhadora da cultura há mais de 10 anos, Ramayana também é atriz e produtora cultural na área do teatro e áudio visual, produziu um longa e um curta metragem, mais de 10 peças teatrais, coordenou festivais e mostras, bem como foi produtora executiva e manager pessoal dos sambistas Renata Jambeiro (2014 a 2015) e Nelsinho Félix (2013 a 2018), realizando shows por todo o Brasil. Bacharela em Interpretação Teatral pela Universidade de Brasília (2012), Formada em Interpretação para Cinema e TV pela Escola de Atores Wolf Maya RJ (2017) e Licencianda em Teatro pela UniRio - Universidade Federal do Rio de Janeiro. Cláudia Costa Produções - Produtora Executiva e Assessoria Jurídica: será responsável por fazer pagamentos e levantamento de preços, comprar e alugar materiais, acompanhar ensaios, acompanhar o processo de produção e montagem, assessorar e realizar as demais incumbências determinadas pela Coordenação de Produção, além de redação dos contratos com a equipe e toda a assessoria jurídica necessária. Cláudia Costa é advogada, especialista em Redação e elaboração de contratos; produtora executiva e gestora no Projeto ReSoar - Musicalização Infantil no Paranoá Parque – DF; foi Booking do grupo Choro Pra Cinco, onde realizou a produção executiva dos shows de Lançamento do CD Caminho dos Ventos no Clube do Choro de Brasília (2016), Turnê Europeia 2017 e Turnê Europeia 2018, Turnê Nacional em Recife/PE, Curitiba/PR, São Paulo/SP e Brasília/DF, organização de mesas redondas e workshops ministrados pelo grupo, etc. Escrita Comunicação (Júnia Azevedo) - Assessoria de Imprensa: proporcionar visibilidade do projeto junto aos veículos de comunição(rádios, sites, revistas, jornais e televisão). Júnia Azevedo é jornalista, escritora e publicitária formada pela PUC-RJ. Na área de Comunicação Corporativa, foi responsável pelas contas da Icatu Seguros, Mongeral, entre outras. Especializou-se em jornalismo institucional, como editora de revistas, jornais murais, jornais eletrônicos e impressos. Participou dos Planejamentos Estratégicos de Comunicação das Olimpíadas e Parolimpíadas Rio 2016, da ABDE (Associação Brasileira dos Bancos de Desenvolvimento), da Prefeitura de Vila Velha e do Tribunal da Justiça de Pernambuco. Atua há cinco anos com assessoria de imprensa no ramo de cultura. Thiago Muzzi - Designer Gráfico: será o criador de toda a identidade visual do projeto, incluindo as artes para material de impressão gráfica e demais peças de divulgação. Como Diretor de arte, atuou desde 2003 nas seguintes agências: Doisnovemeia Publicidade, Mestrado em Propaganda, Fermento Promo, Abelhas e Nosotros Live Marketing. Em 2013 tornou-se o diretor de criação da Flap Live Marketing até 2015. Foi Diretor de Designer na Martin Luz Comunicação, Designer Sênior na empresa Cabify e atualmente é Designer da NuBank. Lucianna Mauren - Pesquisadora, Mestre em Artes, Professora de história mundial do teatro e práticas teatrais, Produtora cultural, Dramaturga, Atriz e Diretora. É coordenadora cultural da Lila Casa Colaborativa, no DF. Coordenadora, produtora e diretora do grupo Teatro sem Esquinas, desde 2007; conselheira de Cultura da região administrativa de Águas Claras/DF; foi professora substituta de graduação no curso de bacharelado em Interpretação Teatral, na Universidade de Brasília, onde também se graduou bacharela em Interpretação Teatral em 2006. Consultora de projetos culturais em Projeto BSB Criativa de Incubadoras Brasil Criativo do Ministério da Cultura, no ano de 2015, também no DF. Coordenação no Coletivo da Pós Graduação em Artes - "Teritórios expressivos - UnB DF. Em 2016 se tornou Mestre em Artes, processos composicionais para a cena, PPG em Artes - UnB, dentre outros.
PROJETO ARQUIVADO.