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PRONAC 193968Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

CAÓTICA

PRISCILA DA SILVA ASSUM
Solicitado
R$ 199,6 mil
Aprovado
R$ 199,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Linha do tempo

  1. 01/01/2019
    Cadastro PRONAC
    Ano 19
  2. 19/12/2019
    Início previsto
  3. 31/12/2022
    Término previsto
  4. 06/05/2026Encerrado
    Projeto encerrado por excesso de prazo sem captação

Histórico inicial = baseline (situação atual no momento da primeira ingest). Próximas mudanças de status serão capturadas automaticamente a cada nova sincronização SALIC.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2019-12-19
Término
2022-12-31
Locais de realização (1)

Resumo

Realização do espetáculo de teatro adulto Caótica. Depois de deixar de dormir, uma mulher aparentemente com uma vida saudável percebe que há algo estranho. Ela começa a ter dificuldades de concentração, seu coração às vezes acelelera, suas mãos transpiram em excesso, e por vezes o ar lhe falta. São sintomas de ansiedade. Tentando resolver o problema, ela busca todo tipo de ajuda: médicos, homeopatas, mentor espiritual, mãe de santo, psicólogos, tudo o que ela quer desesperadamente é que sua vida volte ao normal. Em meio à esse processo se dá conta do quão robótica e padronizada sua vida havia se tornado. Não conseguindo esconder mais os sintomas de sua ansiedade, ela faz então uso de sua crise para mergulhar em uma espécie de autoconhecimento e questionar padrões que a sociedade muitas vezes impõe à mulher. Importante ressaltar que o título caótica não se refere à mulher, mas sim à situação de crise em que ela se encontra tentando dar conta de todas as demandas que a sociedade a impõe.

Sinopse

“Uma peça que sai do lugar e faz o todo desmoronar. Se fosse uma máquina era fácil consertar. Mas sou eu e eu não sou uma máquina.” (trecho da peça Caótica) Uma mulher com uma vida saudável é acometida por uma crise de ansiedade. Impedida de exercer suas funções, procura ajuda de terapeutas e médicos. Como os sintomas se agravam, em seu desespero, recorre à mães de santo, mentor espiritual, vai à rituais de daime. Porém, em meio aquela situação caótica, um evento faz com que ela pare de atribuir aos outros a responsabilidade por sua melhora. Ela faz de sua crise uma oportunidade de olhar para dentro e se reconhecer em meio as inúmeras máscaras que havia criado para dar conta de ser a mulher ideal, que muitas vezes a sociedade nos impõe. Encara seus medos e no meio desse processo de auto-observação faz as pazes consigo e recupera antigos prazeres que haviam se perdido nas tarefas do dia a dia. Acompanharemos o que se passa na cabeça dessa mulher através dos diálogos que ela trava consigo mesma e com as máscaras que criou pra si. Muitas vezes, elas servem como um olhar crítico e irônico às situações vividas, pois como a personagem mesmo diz o relacionamento que ela mais torce para dar certo é entre ela e sua própria mente. Classificação indicativa: 14 anos

Objetivos

Objetivo Geral: Realizar a montagem e temporada no Rio de Janeiro do espetáculo de teatro adulto Caótica, protagonizado pela atriz Priscila Assum. Objetivos Específicos: - Realizar temporada de dois meses na cidade do Rio de Janeiro (aproximadamente 24 apresentações); - Realizar debate sobre a construção do espetáculo com estudantes de escolas públicas, como forma de contrapartida social; - Distribuir ingressos gratuitos para estudantes e professores da rede pública; ONGs, etc.; - Encenar um espetáculo nacional inédito; - Gerar emprego e renda para cerca de vinte profissionais ligados à cultura e à economia criativa.

Justificativa

A ansiedade é considerada o mal do século, tendo o Brasil como campeão mundial de pessoas ansiosas: 9,3% da população. Essa disfunção engloba ainda ataques de pânico e fobias. O sexo feminino é o que mais sente as consequências — 7,7% das mulheres são ansiosas. Menos de 3% desses distúrbios atinge os homens. O acúmulo de funções que uma mulher exerce, dividida entre casa, filhos e trabalho pode ser insano. Temos que ser profissionais exemplares, aproveitando muito bem as brechas que nos são dadas para concluir um raciocínio antes de sermos interrompidas, geralmente por homens (manterrupting.) Mostrar nossas emoções pode ser considerado sinal de fraqueza. Alguns estudos sugerem que quando uma mulher demonstra estar brava durante uma argumentação, as pessoas tendem a ficar menos inclinadas a concordar com elas enquanto que para os homens, o que acontece é o contrário. Por outro lado, se passamos dos 30 anos há a cobrança por um parceiro. Quando temos o parceiro, cobra-se por filhos. Quando temos filhos, a cobrança para que nosso corpo volte a forma é vista em fotos estampadas em revistas ou sites de mães/modelos e seus corpos perfeitos. Somos metralhadas diariamente com julgamentos do tipo: "Ela foi vista aos gritos. Que histérica! " "Ele foi visto aos gritos. Ela deve ter feito algo grave para ele agir assim". Tentando corresponder à toda essa demanda, acabamos entrando na chamada "rodinha do hamster", somos parte da engrenagem que nós mesmas criamos. E não há nada que faça a roda parar de girar, a não ser uma pane. A mulher dessa peça faz uso da crise para olhar fora de todos esses padrões. Propõe a si uma espécie de desconstrução, uma licença para ser quem realmente é. Caótica convidará o público ao quarto dessa mulher para testemunhar o diálogo franco e direto dela consigo mesma, esse "cair de máscaras", sem julgamentos de certo ou errado. Os aprendizados que essa mulher toma de suas experiências não são para serem vistos como regras ou lições de auto-ajuda, do que deve ou não ser feito. Mas ao compartilhar suas experiências abertamente poder inspirar aos outros, criando uma espécie de suporte e empatia. "Conhecer a si mesmo para poder tornar-te quem realmente és". Parafraseando Sócrates e Nietzsche. O projeto atende aos Incisos I, V, VIII e IX do Art. 1º da Lei 8313/91 bem como às finalidades expressas no Inciso II, Alínea C, da referida norma.

Estratégia de execução

O texto completo da peça, com falas, cenas, atos e etc. será desenvolvido após a captação de recursos pelo autor Leandro Muniz. O restante da equipe do projeto será contratada após a captação de recursos.

Especificação técnica

EQUIPE O espetáculo terá como protagonista Priscila Assum, premiada atriz com experiência em teatro, cinema e TV com forte apelo popular por seu trabalho em novelas da TV Globo e em séries, como “O Mecanismo”, da Netflix. A direção será de Duda Maia, premiada por inúmeras peças, como “Elza”, “Auê” e “A Gaiola”. O texto será de Leandro Muniz, indicado ao prêmio Cesgranrio pela peça “A Vida Não é Um Musical, O Musical” e roteirista de cinema e TV. A prestação de contas será da Estufa Ideias e Soluções Culturais, responsável pela gestão de leis de incentivo e administração de mais de 30 projetos desde 2015, incluindo “Dogville”, “Thomas e as Mil e Uma Invenções”, “Malala- a menina que quería ir para a escola” , entre outros. TEMPORADA Serão dois meses de ensaios e dois meses de temporada, totalizando sete meses de execução do projeto incluindo as etapas de pré-produção e prestação de contas PÚBLICO A peça será voltada para jovens, adultos e idosos, em especial mulheres, com classificação indicativa a partir de 14 anos. Através da distribuição de cotas de ingressos gratuitos pretendemos atingir todos os públicos, incluindo a população de baixa renda. Prevê ainda a realização de apresentação com acessibilidade – audiodescrição e tradução para Libras, contemplando o público com deficiência. COMUNICAÇÃO O plano de divulgação do projeto prevê: - Contratação de assessoria de imprensa especializada; - Criação de perfis do projeto nas mídias sociais e contratação de especialista em gestão dessas mídias; - Edição de vídeo de até 3 minutos para mídias sociais; - Patrocínio de postagens nas mídias sociais do projeto; - Veiculação de anúncios pagos em mídia impressa; - Produção e distribuição de programas da peça pra o público presente; - Clipagem e valoração das mídias ao final do projeto.

Acessibilidade

Em atendimento ao Art. 18 da IN 02/2019 e, adotando a recomendação da Norma Brasileira 15599:2008 da ABNT, o projeto adotará as seguintes medidas em benefício das pessoas idosas e/ou com deficiência: APRESENTAÇÕES: - Acesso físico para pessoas idosas e/ou com deficiência, sendo o espaço equipado com: banheiros adaptados, rampas e/ou elevadores de acesso, corrimão, sinalização, locais para cadeiras de rodas, entre outros. - Atendimento prioritário às pessoas idosas e com deficiência, como mais uma forma de lhes possibilitar o pleno exercício de seus direitos culturais. - Será realizada uma sessão com tradução para Libras e audiodescrição ao longo da temporada. Para essa sessão serão convidadas pessoas com deficiência auditiva, visual, intelectual ou múltipla. CONTRAPARTIDA SOCIAL (AÇÃO FORMATIVA): - Acesso físico para pessoas idosas e/ou com deficiência, sendo o espaço equipado com: banheiros adaptados, rampas e/ou elevadores de acesso, corrimão, sinalização, locais para cadeiras de rodas, entre outros. - Atendimento prioritário às pessoas idosas e com deficiência, como mais uma forma de lhes possibilitar o pleno exercício de seus direitos culturais. - Tradução para Libras e audiodescrição no bate-papo realizado como contrapartida social.

Democratização do acesso

PÚBLICO ALVO: A peça é voltada para jovens, adultos e idosos de todas as condições sociais, especialmente mulheres. A classificação indicativa será de 14 anos. CONTRAPARTIDA SOCIAL: Será realizado um bate-papo sobre o processo de construção do espetáculo com a atriz protagonista, autor e diretora, voltado para estudantes e professores da rede pública de ensino, incluindo pessoas com deficiência. O projeto atende aos seguintes Incisos do Artigo 21 da IN 02/2019: IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22. Será realizado um bate-papo sobre o processo de construção do espetáculo com a atriz protagonista, autor e diretora, voltado para estudantes e professores da rede pública de ensino, incluindo pessoas com deficiência.

Ficha técnica

Idealização e coordenação geral: Priscila Assum (Proponente do Projeto) Dramaturgia: Leandro Muniz e Priscila Assum (Proponente do Projeto) Direção Artística: Duda Maia Interpretação: Priscila Assum (Proponente do Projeto) Prestação de Contas: Natália Simonete (Estufa de Ideias) O restante da ficha técnica será definido posteriormente. PRISCILA ASSUM (PROPONENTE DO PROJETO)Priscila Assum é uma atriz carioca com vasta experiência em teatro, cinema e TV. Artista premiada em vários festivais de cinema por sua atuação em filmes como “Como Nascem os Anjos”, de Murilo Salles. Em 2020 será uma das protagonistas da série “Reality Z”, da Conspiração Filmes. Essa série será exibida pela Netflix, dirigida por Claudio Torres, com estreia prevista para 2020. Em 2018, ano que fundou a empresa, protagonizou o longa “Despedida de Noivado” de Roberto Santucci, com lançamento previsto também para 2019. Fez parte do elenco da novela da Rede Globo “O Outro Lado do Paraíso”, de Walcyr Carrasco, com uma personagem de forte apelo popular. Nesse mesmo ano atuou na série de sucesso “O Mecanismo”, na Netflix, dirigida por José Padilha. Nos cinemas atuou em duas produções, a comédia “Tudo acaba em Festa”, de Andre Pellenz, com sua atuação destacada pela crítica especializada, e “A Menina índigo”, com direção de Wagner de Assis. LEANDRO MUNIZLeandro Muniz é dramaturgo, diretor, roteirista e músico. Como dramaturgo teve seu texto, “Peça por peça”, selecionado no Concurso Nacional de Dramaturgia do CCBB, em 2007. Escreveu e dirigiu seus textos “Relações - Peça quase Romântica” (prêmio de melhor texto no Festival de Teatro do Rio 2009) e “Senhora Solidão”. Escreveu e dirigiu a peça “Sucesso”, vencedora do prêmio APTR de atriz coadjuvante e sucesso de público e crítica. Escreveu a peça “A Vida não é um Musical – o musical” e dirigiu em parceria com João Fonseca. O espetáculo ganhou o prêmio FITA 2019 de melhor texto e foi indicado aos prêmios Cesgranrio, APTR, Botequim Cultural, Reverência, Prêmio do Humor e Brasil Musical na categoria Melhor Texto, entre outras mais de 20 indicações em outras categorias. Na Rede Globo escreveu para os programas “Junto & Misturado”, “Amor & Sexo”, “Domingão do Faustão”, “Nova Escolinha do Professor Raimundo” e “Filhos da Pátria”. Escreveu programas para o Multishow como “Lady Night”, “Sem Análise” ( ambos c/ Tata Werneck),, “Meu Passado me Condena” (c/ Fábio Porchat e Miá Mello) “ Vai que Cola” e “A Vila” ( Paulo Gustavo) , “Truque de Humor” ( c/ Gabriel Louchard) entre outros. Colaborou com o programa Comédia MTV. No cinema, escreveu em parceria com Tati Bernardi os roteiros de Meu Passado me Condena (3,5 milhões de espectadores) e Meu Passado me Condena 2 (2,8 milhões de espectadores). Escreveu ainda “Um Tio Quase Perfeito” e “ Uma Quase Dupla” com Tata Werneck e Cauã Reymond. Atualmente escreve os longas “Um Tio Quase Perfeito 2” e “Foram Quase Felizes para Sempre” (adaptação da peça homônima de Heloísa Périssé). Em janeiro de 2019 estreia “Meu Destino é ser Star” com músicas do Lulu Santos, novo projeto musical da Aventura Entretenimento. DUDA MAIAVencedora dos prêmios Shell, Cesgranrio e APTR pela direção do espetáculo “Auê”, em 2017, Duda Maia é hoje um dos principais nomes da direção teatral no Brasil, tendo dirigido o premiado espetáculo para infancia e juventude, “A Gaiola”, o adulto “O Tempo Não Dá Tempo” e os musicais “Elza”- pelo qual foi indicada ao Prêmio Cesgranrio 2018 de Melhor Direção e “Contos Partidos de Amor”. Coreógrafa e preparadora corporal, trabalhou em Recife durante 4 anos com balé popular. No Rio, formou-se na Escola de Dança Angel Vianna. Foi bailarina da companhia de danças Lia Rodrigues, professora de dança dos cursos de formação da escola de dança Angel Vianna e da CAL. Como coreógrafa e diretora de movimento, atuou nos espetáculos “A Pécora” (2002), “A Geração Trianon” (2005), “Um Sábado em 30” (2005), “Dilúvio em Tempos de Seca” (2005), “O Pequenino Grão de Areia” (2006), “ O Bem Amado” (2007), “Ensina-me a Viver” (2008), “Relações Perigosas” (2010), “Eu te Amo Mesmo Assim” (2011), entre outros. NATÁLIA SIMONETE (ESTUFA DE IDEIAS)Gestora de projetos culturais formada em Artes Cênicas pela UNIRIO e pós-graduada em Administração de Empresas pela FGV. Fundadora da Estufa, empresa especializada na gestão de projetos culturais incentivados, recebeu em 2017 o Selo de Empreendimento Sustentável Shell Iniciativa Jovem, que atesta a sustentabilidade e viabilidade do negócio. Entre 2009 a 2013 foi coordenadora de projetos culturais na ONG Escola de Gente, sendo responsável pela realização de projetos em quinze estados brasileiros. Entre 2014 a 2015 foi gerente de projetos do Theatro NET Rio e Theatro NET São Paulo. Entre 2015 a 2019, já através da Estufa, realizou a gestão das leis de incentivo e a gestão administração financeira de trinta diferentes projetos culturais patrocinados por grandes organizações como Itaú, Caixa, Multiplan, Porto Seguro, Sesc Rio, Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, entre outras. Responsável pela gestão das leis de incentivo e gestão administrativa financeira dos seguintes projetos patrocinados pela Oi: Trá-la-lá (2017), Thomas e as Mil e Uma Invenções (2018), Eu, Moby Dick (2019) e Fim de Caso (2019). Faz parte da coordenação da Escola de Música da Rocinha desde 2018.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

Rio de Janeiro Rio de Janeiro