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Trata-se da circulação do espetáculo de dança contemporânea "Do Lugar Onde Estou Mal Te Vejo" seguida de bate papo com as interpretes, da realização da oficina "Do Lugar Onde Estou Mal Te Vejo" e de palestras sobre temática abordada no espetáculo nas cidades contempladas pelo projeto.
Sinopse espetáculo: Partindo de um cenário simples e dinâmico composto por caixas de papelão, o espetáculo reflete sobre como as relações humanas são afetadas pelo projeto de cidade do Rio de Janeiro, cidade cujas barreiras físicas e simbólicas evidenciam a desigualdade, a violência e a segregação. Em que muros guardamos nossas histórias? Através de quais janelas as expomos? Um espetáculo sobre territorialidade, sobre a história das carnes e das pedras, uma pesquisa sobre o limite entre a arquitetura urbana e humana, onde a pele é também fronteira, tijolo, papelão.Duração: 60 minClassificação indicativa: Livre Release oficina “Do lugar onde estou mal te vejo”: A oficina “Do lugar onde estou mal te vejo” parte de dois pontos que deram início ao trabalho cênico que leva o mesmo nome: a ação de arrastar e a pesquisa com caixas de papelão. Através de jogos corporais e técnicas de improvisação e composição instantânea, desejamos propor uma reflexão sobre como nós somos atravessados pelo espaço que nos circunda e pela história de construção (e, muitas vezes, desconstrução) desse mesmo espaço. Os distintos modos de organização das cidades refletem estruturas sociais ede poder que acabam por afetar nossos corpos. Nesta oficina, os participantes poderão desenvolver maior consciência corporal e espacial, percebendo como a cidade em que vivem os afeta e qual seu papel diante das transformações do espaço à sua volta, vivenciando temas como territorialidade, espacialidade e coletividade. Com isso, os participantes não só poderão descobrir possíveis caminhos para criação em dança, aproximando-se do dia a dia do trabalho artístico, mas também perceber como se relacionam com a cidade em que vivem. Público Alvo: Interessados em dança e em criação artística, bailarinos/as, atores/atrizes, performers, circenses, estudantes, professores, pesquisadores com idades compreendidas entre 18 e 65 anos.Quantidade de vagas: 20 por oficina.Duração: 3hPré- requisitos: Não aplicável. Release Debate: A História da cidade no corpo. Toda cidade marca seus habitantes de forma indelével. O encontro pretende fazer com que os participantes percebam criticamente suas diferentes formas de pertencimento à cidade. Vista de diferentes óticas, uma metrópole pode trazer alegrias ou angústias. Temas como a violência urbana, gentrificação e desigualdade social serão abordados- no inicio com uma perspectiva histórica, demonstrando os desiquilíbrios e tensões das nossas cidades que se perpetuam em diferentes linhas temporais. Após, serão conduzidas reflexões que se relacionam com o espetáculo "Do Lugar Onde Estou Mal te Vejo" e daremos a fala a um convidado da cidade. Num terceiro momento abriremos o microfone aos alunos e professores para a troca de dúvidas, ideias e perspecivas sobre o tema "corpo e cidade". Ministrante: Romulo Nunes (historiador), Carolina Maria ( diretora artística e interprete criadora do espetáculo "Do Lugar Onde Estou Mal te Vejo"), convidados local. Público Alvo: Alunos e professores da rede pública de ensino.Quantidade de vagas estimadas: 40.Duração: 2hPré- requisitos: Não aplicável.
O Objetivo geral do projeto é viabilizar a circulação do espetáculo "Do Lugar Onde Estou Mal Te Vejo" em algumas cidades do sudeste brasileiro, contribuindo para a consolidação de um calendário de dança contemporânea no Brasil, levando cultura e entretenimento a um público de cerca de 1300 pessoas e promovendo o debate e a reflexão sobre o fazer artístico e sobre os temas abordados no trabalho. OBJETIVOS ESPECÍFICOS : - Realizar um total de 10 apresentações do espetáculo "Do Lugar Onde Estou Mal Te Vejo" seguidas de bate-papo com o publico presente: 02 apresentações em São Paulo (SP); 02 apresentações em São José dos Campos (SP), 02 apresentações em Rio de Janeiro (RJ), 02 apresentações em Niterói (RJ) e 02 apresentações em Nova Iguaçu (RJ);- Realizar o total de 05 oficinas: 01 em cada cidade escolhida para a realização do projeto, com um público de 20 pessoas por oficina (totalizando 100 pessoas); - Realizar 05 debates para professores e alunos em 5 escolas da rede pública de ensino - 01 em cada da cidade que o espetáculo será apresentado, como contrapartida social, contribuindo para a formação de plateias e de apreciadores de dança contemporânea e para a discussão sobre territorialidade, urbanismo e relações humanas. O numero de estudantes previsto por escola são 40 alunos (totalizando 200 estudantes).
Nos últimos anos, a cidade do Rio de Janeiro passou por grandes reformulações urbanas e, com elas, problemas como a especulação imobiliária, as políticas de remoção e a gentrificação. Desalojamentos, expulsões, apropriações e disputa de territórios sempre fizeram parte da história carioca. Isso nos leva a pensar sobre os abismos sociais existentes na cidade e a necessidade de repensarmos as estruturas e relações que construímos e vivemos. A discussão sobre territorialidade, espacialidade, e urbanismo é urgente não só na cidade do Rio de Janeiro e, por isso, tornou-se o norte desta pesquisa. São diversos os estudos sobre os corpos urbanos, sobre o ritmo de transformação constante e conturbado das cidades, sobre apropriação dos espaços, vigilância, migração, territórios. Esses estudos nos levam a questionar sobre qual o impacto dessas transformações na qualidade das nossas relações. O espetáculo "Do lugar onde estou mal te vejo" sensibiliza o público e o introduz na reflexão sobre esses assuntos de forma poética e simbólica. Ademais, o projeto vai de encontro às diretrizes instituídas nos incisos I (contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais), II (promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais), VIII (estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória) e IX (priorizar o produto cultural originário do País) do Artigo 1º da Lei 8313 de 1991, por contribuir para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, por promover a produção cultural e artística brasileira, por estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal e por priorizar um produto cultural originário no Brasil.Ao propor a realização de apresentações de espetáculo de dança contemporânea brasileira a baixo custo e oficina gratuita, o projeto proporciona o fomento à produção cultural e artística, mediante a realização de espetáculo de artes cênicas e promove o estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, através da distribuição gratuita e pública de ingressos para atividades culturais e artísticas conforme os objetivos descritos nos incisos II (fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;) e IV (estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;) do Artigo 3º da Lei 8313 de 1991.Sendo assim, ao transformar o projeto apto à captação de recursos junto às empresas patrocinadoras, a chancela deste Ministério da Cultura se faz de extrema importância para a viabilização de parcerias estratégicas e concretização dos objetivos propostos.
Apresentações dos Espetáculos:Duração do espetáculo: 60 minutos. Palco italiano ou sala/galpão. Tamanho mínimo de cena 50m2 de área total.Piso de madeira ou linóleo preto e cinza. Caixas amplificadoras de som com player via computador, CD, USB, PenDrive. Tempo de montagem: 8h. Tempo de desmontagem: 2h. Obs: O mapa de luz do espetáculoencontra-se anexado em “Documentos do Projeto”. Conversa aberta ao público ( bate-papo):Duração da conversa: 30 minutos. 3 microfones. Oficina:Release oficina “Do lugar onde estou mal te vejo”: A oficina “Do lugar onde estou mal te vejo” parte de dois pontos que deram início ao trabalho cênico que leva omesmo nome: a ação de arrastar e a pesquisa com caixas de papelão.Através de jogos corporais e técnicas de improvisação e composição instantânea, desejamos propor uma reflexãosobre como nós somos atravessados pelo espaço que nos circunda e pela história de construção (e, muitas vezes,desconstrução) desse mesmo espaço. Os distintos modos de organização das cidades refletem estruturas sociais ede poder que acabam por afetar nossos corpos. Nesta oficina, os participantes poderão desenvolver maiorconsciência corporal e espacial, percebendo como a cidade em que vivem os afeta e qual seu papel diante dastransformações do espaço à sua volta, vivenciando temas como territorialidade, espacialidade e coletividade. Comisso, os participantes não só poderão descobrir possíveis caminhos para criação em dança, aproximando-se do diaa dia do trabalho artístico, mas também perceber como se relacionam com a cidade em que vivem. Público Alvo: Interessados em dança e em criação artística, bailarinos/as, atores/atrizes, performers, circenses,estudantes, professores, pesquisadores com idades compreendidas entre 18 e 65 anos.Quantidade de vagas: 20 por oficina.Duração: 3hPré- requisitos: Não aplicável.Infraestrutura e necessidades técnicas: Sala ampla de no mínimo 60 m2 com chão de madeira ou forrado porlinóleo.Um aparelho de som com entrada/player em CD, Computador, USB, Pen Drive.
Impacto Ambiental: o cenário do espetáculo conta com caixas de papelão que são reutilizadas tanto nas apresentações quanto nas oficinas.
Espetáculo: O espetáculo será apresentado em espaços que atendam às exigências estabelecidas pela lei 10098/2000, obedecendo desta forma à lei 5671/2006 quanto às condições de participação do Programa Nacional de Apoio à Cultura - PRONAC. Caso o local de apresentação não seja devidamente adaptado aos portadores de deficiência oupessoas com mobilidade reduzida, haverá equipe treinada para oferecer atendimento adequado a essas pessoas. Além disso, o acesso de pessoas idosas será prioritário, estabelecendo-se desconto de 50% no valor do ingresso conforme Art 23 da lei 10741/2003. OBS: Informamos que o espetáculo não possui texto de dramartugia podendo receber público com deficiencia auditiva. Oficinas: Em atendimento ao Artigo 46 do Decreto no. 3298, de 20 de dezembro de 1999, que discorre sobre a promoção do acesso da pessoa portadora de deficiência e o incentivo às atividades criativas, destinaremos 20% do total do número de vagas oferecidas nas oficinas às pessoas portadoras de necessidades especiais. OBS: Informamos que os portadores de deficiência visual estão contemplados no total de número de vagas destinadas às pessoas de necessidades especiais. Espetáculo e Contrapartido Social Além disso, contaremos com um profissional Intérprete da Língua Brasileira de Sinais (Libras) para compor os debates previstos em atendimento a Instrução Normativa nº 05 de 26 de dezembro de 2017 e Instrução Normativa nº 02 de 23 de abril de 2019 de forma a contemplar deficientes visuais e auditivos. Todas as medidas de acessibilidade adotadas serão informadas em todo material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto para que possam abranger maior quantidade de público.
Em cumprimento ao disposto no art.21 da Instrução Normativa nº02 de 23 de abril de 2019 o projeto adotará as seguintes medidas de democratização de acesso disposta para cada produto cultural cadastrado no projeto: Apresentação do espetáculo- produto principal De modo a incentivar e viabilizar o acesso de todas as camadas sociais ao espetáculo será adotado ingressos a preços populares de R$ 20,00 a inteira. Além disso, 20% do total dos ingressos das apresentações serão reservados para alunos da rede pública de ensino, projetos sociais e/ou população de baixa renda, conforme o previsto no item I e X do art.21 da Instrução Normativa nº02 de 23 de abril de 2019: "I- doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identicados;" "X- outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Secretaria Especial de Cultural." Oficina- produto secundário Realizar- se- á uma oficina prática gratuita antes de uma das apresentações dos espetáculos nas 05 cidades previstas no projeto: São Paulo (SP), São José dos Campos (SP), Rio de Janeiro (RJ), Niterói (RJ) e Nova Iguaçu (RJ). A oficina disponibilizará 20 vagas a estudantes, bailarinos, atores, criadores e atores em cada cidade, todas 100% gratuitas. No total serão beneficiados 100 inscritos, em acordo ao disposto no item V do art.21 da Instrução Normativa nº02 de 23 de abril de 2019: "V- realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;" Contrapartida Social- Produto secundário obrigatório Conforme o que discorre o Art. 22. As propostas culturais deverão apresentar ações formativas culturais em suas atividades ou equivalente. No projeto estão previstas a realização da palestra/ debate " A História da cidade no corpo" em escolas da rede pública de ensino conforme o descrito em “INFORMAÇÕES INICIAIS -> DETALHES TÉCNICOS -> DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE, contemplando os incisos do Art.22: § 1º As ações formativas culturais deverão corresponder a pelo menos 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição, contemplando no mínimo 20 (vinte) limitando-se a 1.000 (mil) beneciários, a critério do proponente. § 2º 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de beneciários das ações formativas culturais devem se constituir de estudantes e professores de instituições públicas de ensino. e a medida de democratização de acesso citada no Art.21, item I, já que a palestra será destinada a alunos e professores da rede púlica de ensino: "I- doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identicados;"
O Proponente prestará serviço remunerado de direção de produção ao projeto (refere-se ao planejamento, tomada de decisões, direção de todas as ações e etapas do projeto e a gestão técnico financeira). Direção artística, concepção e criação: Carolina Maria e Julia Gil Intérpretes: Amanda Gouveia e Carolina Maria Desenho de luz: Raphael Cassou Operação de luz: Raphael CassouTécnico de som: Erick Santos Direção de Produção: Marcio Blanco Produção executiva: Bia Medawar e Sabrine Muller Realização: Supimpa Produções OBS: Outros prestadores de serviços serão definidos na altura da etapa de pré-produção/ produção do projeto. Carolina Maria Pereira de Carvalho (Carolina Maria- diretora artística, coreógrafa, bailarina) é coreógrafa, bailarina e professora de dança. Foi contemplada com edital de residência no Centro Coreográfico, onde começou a desenvolver a pesquisa do espetáculo “Do lugar onde estou mal te vejo” ao lado de Julia Gil. Integrou o Grupo Motim, dirigido por Vanessa Garcia. Foi coreógrafa do programa Gaby Estrella (TV Gloob). Como bailarina, trabalhou em diversas companhias de dança, como a Cia da Ideia, a Laso Cia de Dança , a Cia Clébio Oliveira e a Spoudaios Cia de Dança, participando de vários festivais e circuitos artísticos, entre eles o Circuito SESC (SP e RJ), Multipla Dança (SC), Semana de Dança Cariri (CE) e Paralelo 16 (GO). Integrou o Grupo Búfalo, de Ana Vitória e Marcelo Aquino. Participou como bailarina dos projetos “Jogo Coreográfico – versão residência”, de Lígia Tourinho, e do “Ateliê Coreográfico”, dirigido por Regina Miranda. Bacharel e licenciada em Letras pela UERJ. Cursou a Faculdade de Dança da UniverCidade. Ao longo de sua carreira, procurou sempre manter-se atualizada, participando de workshops e oficinas no Brasil e na Europa. Júlia Vargas Gil (Júlia Gil- diretora artística, coreógrafa, bailarina) é Bacharel pela Middlesex University of London em BA Professional Practice In Arts - Dance e pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Formada na Elmhurst School for Dance associada ao Birmingham Royal Ballet, reconhecido pelo Trinnity College of London e na Escola Estadual de Dança Maria Olenewa. Atualmente é bailarina da Esther Weiztman Companhia de Dança no espetáculo “Dançar (não) é Preciso” e no espetáculo “Dobras" de Flávia Tapias. Trabalhou com o Coletivo em Fluxo (Rio de Janeiro), Coletivo Instantâneo (Rio de Janeiro); com a Cia Regina Miranda & Atoresbailarinos (Rio de Janeiro); na companhia alemãBallet Dortmund; e dançou com o Corpo de Baile do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, por três temporadas durante sua formação na EEDMO. Participou de diversos cursos intensivos e workshops no Brasil e na Europa. Continua ampliando sua formação se aprofundando em técnicas e abordagens da dança contemporânea; improvisação; composição; e educação somática. Amanda de Santa Anna Gouveia (Amanda Gouveia- Intérprete) Graduada em Artes Cênicas pela faculdade CAL no Rio de Janeiro. Em 2014 fez turnê internacional com Grupo de Rua - Bruno Beltrão. Atualmente é Intérprete Criadora da Cia. Gente nas obras Mòdio e Brutal, de Paulo Emílio Azevedo. Em maio esteve em cartaz no teatro Gonzaguinha com a peça Salomé Elétrica, dirigida por Isabella Raposo. Raphael de Souza Caron Cassou (Raphael Cassou- iluminador e operador de luz)- Iluminador, ator, professor e pesquisador. Como iluminador, trabalhou ao lado de Jorginho de Carvalho, Aurélio de Simoni e outros em diversos espetáculos e eventos. Assinou também o desenho de luz dos espetáculos: As Moças, A Menina que Queria ser Fada, Álbum de Família, entre outros. Atualmente, cursa doutorado em Artes Cênicas na UniRio. É mestre em Artes Cênicas pela UniRio e graduado em Teoria do Teatro pela mesma universidade. Erick da Fonseca Santos (Erick Santos- técnico e operador de som)- Técnico de som e de luz, cenotécnico e contrarregras. Trabalhou no Teatro Cacilda Becker e na Arena Jovelina Pérola Negra. Prestou serviços para a Esther Weitzman Companhia de Dança, Grupo Cultural Afroreggae, Cia Híbrida, Laso Cia de Dança e em diversos espetáculos. Atualmente é técnico de luz no Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro. Marcio Blanco Chavez (Marcio Blanco- direção de produção)- Sócio dirigente da Supimpa Produções Artísticas e Culturais, Doutor e Mestre em Comunicação, na linha de Tecnologias de Comunicação e Cultura, pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro. É professor substituto do curso de Cinema da Universidade Federal Fluminense. Possui experiência na área de direção, roteiro, produção em cinema, vídeo e televisão; produção cultural de eventos; educação popular e criação de redes de comunicação na web. Coordenou projetos de formação em audiovisual em espaços populares. Trabalhou na formulação e execução de políticas públicas na área de audiovisual, cultura digital e saúde do trabalhador para o Ministério da Cultura e Ministério da Saúde. Sabrine Muller (Sabrine Muller- Produtora executiva) Graduada em Produção e Política Cultural pela Universidade Cândido Mendes RJ. Foi produtora executiva, coordenadora e diretora de produção dos projetos Festival Visões Periféricas, Meu Bairro Vale um Filme, Mostra Cinema das Mulheres que Falam em Português, Dançar (não) é preciso, As Histórias que Inventamos Sobre Nós, O que Eu Mais Gosto é de Gente, O Chefe de Tudo, Mostra Comunitária de Dança, MiraArraiá da Soliedariedade, entre outros . Beatriz Sodré Medawar ( Bia Medawar- Produtora executiva) Produtora há 09 anos, Beatriz Medawar possui experiência em diversas áreas culturais. Entre elas: Elaboração e Inscrição de Projetos Culturais: trabalhou exclusivamente com editais e leis de incentivo por 3 anos consecutivos. Em Produção Executiva: participou da produção executiva de peças de teatro e shows musicais, além de eventos em grandes locais, como Fio Cruz, Cidade das Crianças e IFRJ; trabalhou por 3 anos no Grupo Matriz, produzindo e fomentando agenda em suas 5 casas culturais. Atualmente se dedica a projetos culturais independentes no subúrbio, onde fundou a Suburbana Produtora. Em paralelo, produz o espetáculo de dança "Do Lugar de onde estou mal te vejo" e compõe a equipe de produção do músico Cícero.
PROJETO ARQUIVADO.