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"Olga e Luís Carlos _ Uma História de Amor" é o espetáculo de estreia do documentarista Sílvio Tendler no Teatro. Idealizador do projeto, Sílvio que já experimentou a teatralização de cenas em alguns de seus filmes, agora levará a linguagem do documentário para o palco. O ponto de partida é a entrevista concedida pela historiadora Anita Leocádia Prestes que abriu para o cineasta seus arquivos de família, principalmente a correspondência recém-descoberta entre Olga Benário, sua mãe e seu pai Luís Carlos Prestes, durante o período de 5 anos em que ficaram presos - Olga na Alemanha pela Gestapo nazista e Prestes no Brasil pelo Governo Vargas. O foco do espetáculo recairá sobre a humanidade dos personagens, seus sentimentos e profundos laços a despeito das adversidades pelas quais passaram e do reconhecimento posterior que tiveram como protagonistas na História do Século XX. Na peça, Olga e Luís Carlos surgem como personagens humanos, mais do que como "grandes" personagens da História.
"Olga e Luís Carlos – Uma História de Amor" é o espetáculo de estreia do documentarista Sílvio Tendler no Teatro. Idealizador do projeto, Sílvio que já experimentou a teatralização de cenas em alguns de seus filmes, agora levará a linguagem do documentário para o palco. O ponto de partida do espetáculo é a entrevista concedida pela historiadora Anita Leocádia Prestes que abriu para Sílvio Tendler seus arquivos de família, principalmente a correspondência recém-descoberta entre Olga Benário, sua mãe , de quem foi separada antes de completar um ano de idade, e seu pai Luís Carlos Prestes, durante o período de 5 anos em que ficaram presos - Olga na Alemanha pela Gestapo nazista e Prestes no Brasil pelo Governo Vargas. O foco do espetáculo recairá sobre a humanidade dos personagens, seus sentimentos, afetos e profundos laços a despeito das adversidades pelas quais passaram e do reconhecimento posterior que tiveram como protagonistas na História do Século XX. Na peça, Olga e Luís Carlos surgem como personagens humanos, mais do que como "grandes" personagens da História. Com olhar cuidadoso, poético, Silvio refaz neste teatro-documentário o ambiente, o cotidiano em que os personagens – inclusive Anita Leocádia e outros familiares - foram “testados”, cada um à sua maneira. A voz guia da narrativa é o depoimento de Anita Leocádia que conheceu melhor seus pais ao tomar conhecimento destas cartas. É um espetáculo sobre amor, esperança, persistência e dignidade humana, a despeito dos descaminhos da História. Classificação Indicativa Etária: 14 anos
Objetivos Gerais O espetáculo "Olga e Luís Carlos _ Uma História de Amor" pretende apresentar ao público a afetuosa troca de cartas entre Olga Benário e Luíz Carlos Prestes no tempo que permaneceram presos, de 1936 a 1941. Quem dá o tom da narrativa é a filha do casal, a historiadora Anita Leocadia Prestes, única testemunha viva desta história que comoveu o Brasil da Era Vargas. O material _ descoberto por ela nos acervos da Gestapo e publicado em um livro em 2017 _ permanece inédito nas artes cênicas. O "Processo Benário", como a Gestapo batizou o material, faz parte dos 28 mil dossiês que contém documentos, cartas, relatórios, fotos e memorandos acumulados em 1933 e 1945 pela polícia secreta nazista. Além das 17 cartas trocadas pelo casal, o dossiê guarda, entre outros materiais nunca antes acessados, a correspondência de Olga com familiares e registros de como a polícia secreta lidava com a prisioneira, classificada como "comunista fanática", "perigosa e obstinada" pela forma como lutava por suas causas. As nove cartas que Olga enviou para Prestes e as oito que recebeu do marido revelam a luta do casal para manter o relacionamento através de grades e oceanos, e a vida cotidiana na prisão no Brasil e no campo de concentração na Alemanha. Através dos anos, os personagens passam por tórridos verões brasileiros e rigorosos invernos alemães. Falam da angústia dos períodos sem notícias e da alegria de receber retratos e relatos da vida dos familiares. Olga e Luís Carlos esperaram por um reencontro que nunca aconteceu. Nas cartas, Olga revela preocupações normais de uma mãe que vive condições absolutamente atípicas: em um campo de concentração nazista, tenta se envolver na criação da filha para que não se torne uma "pequena uma boneca" nem uma "cópia dos adultos ao seu redor". Essa história será contada pela criança que saiu do Brasil no ventre da mãe, nasceu no cárcere, foi tirada de lá através de uma campanha da família de seu pai, que mobilizou a atenção de vários países, foi criada pela avó e a tia paternas e nunca mais voltou a ver a mãe. Aos 81 anos, Anita - que sempre privilegiou contar a história política de sua família - aceitou falar pela primeira vez da vida pessoal em uma longa entrevista. A história de amor do casal começa em 1934, quando Olga é convidada a acompanhar Luís Carlos Prestes em sua viagem de Moscou para o Brasil e a cuidar de sua segurança. Com passaportes falsos e se fazendo passar por um casal em lua de mel, eles fazem uma longa viagem, em que se apaixonam e se tornam um casal de fato. Não há revolução que resista aos apelos do amor. Olga engravida de Prestes e, em março de 1936, um ano, três meses e vinte e dois dias depois do primeiro encontro, são presos e separados para sempre. Ele ficaria preso 9 anos, boa parte deles na solitária, e recebeu tratamentos desumanos no cárcere. Ela, mesmo grávida e tendo direito a permanecer no Brasil, foi extraditada à força para a Alemanha nazista. Ficaria presa em Berlim para, em 1942, quatro anos depois de ser separada de sua filha com Prestes, ser assassinada em um campo de concentração. Olga Benário geralmente é vista apenas como uma combatente e sua história com Prestes como uma aventura política. O espetáculo pretende mostrar Olga não apenas como uma revolucionária, mas também como uma mulher que amou. Amou profundamente o pai de sua filha, com quem se correspondeu mesmo durante cinco anos depois de terem se visto pela última vez. Amou seus companheiros revolucionários e as mulheres com quem compartilhou as dores do cárcere, entre elas Elise Ewert, com quem foi deportada, e Milena, a companheira de Kafka, com quem ficou presa no campo de concentração de Ravensbrück. Além do robusto dossiê da polícia secreta alemã, vamos utilizar vasto material de arquivo selecionado em acervos tanto no Brasil quanto em outros países e registros guardados pela família Prestes. Estes documentos nos ajudarão a contar a história que está sendo narrada através das cartas e construirá a história por trás delas, revelando a trajetória dos personagens até ali. Este material poderá ser projetado no teatro durante a encenação através de video mapping, ao longo da entrevista de Anita Leocádia. O espetáculo quer mostrar o lado humano destes personagens que agora ganham novos contornos a partir da documentação encontrada na Alemanha. A peça é uma proposta de renovação da linguagem teatral sob o signo do documental. A ideia de teatro-documentário é compreendida aqui como forma de narrar este drama em que a documentação ficará a serviço da linguagem teatral. O objetivo é fazer um filme epistolar, apoiado principalmente na visão de Anita Leocádia sobre a correspondência entre seus pais. Cabe ressaltar que a questão da representação da mulher é crucial nesta peça, que devolverá o protagonismo às mulheres. Primeiro, à própria históriadora Anita Leocádia, que representa a preservação da memória familiar, depois à Olga Benário, autora das cartas; e ainda à Dona Leocadia, mãe de Prestes, personagem fortíssimo, pouco abordado nas histórias contadas; e Dona Lygia Prestes, irmã de Luiz Carlos e que, segundo Anita Leocádia, foi quem de fato a criou. Olga, Leocádia e Lygia não foram apenas mulher, mãe e irmã de Prestes, mas, sim, mulheres à frente de seu tempo, que tiveram a coragem de enfrentar o nazismo e a discriminação da sociedade brasileira para lutar a favor da liberdade. A dramaturgia e direção das encenações das cartas serão realizadas em parceria entre o cineasta e o dramaturgo e diretor teatral Fábio Ferreira. Objetivos Específicos - Realizar 48 sessões do espetáculo teatral (Classificação etária 14 anos) Queremos produzir o espetáculo "Olga e Luís _ Uma História de Amor" (inédito) para uma temporada de três meses no Rio de Janeiro, com 48 sessões (5a a domingo), em teatro de aproximadamente 300 lugares. - Realizar as seguintes ações de contrapartida social a) Duas sessões gratuitas para público de estudantes a título de ensaio aberto, com distribuição de programas da peça. b))Três debates após apresentações do espetáculo, um a cada mês da temporada, com artistas da equipe de criação da peça. - Realizar a seguinte ação de capacitação social e treinamento de pessoal a)Proporcionar 2 Bolsas de estágio a estudantes para profissionalização na área de produção e gestão cultural com carga horária de 200 horas por estudante.
A presente proposta recorre ao Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais por ser esta a melhor condição de viabilização econômica da produção, e por acreditarmos que tanto o Objetivo Geral quanto o Objetivo Específico estão de acordo com as premissas da Lei Federal de Incentivo à Cultura no que tange à importância da difusão da obra artística de relevância cultural. A presente proposta se enquadra nos seguintes incisos do Art 1º da Lei 8313/91: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII- estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O projeto se enquadra no Art 3º da lei 8313/91 conforme abaixo: II - fomento à produção cultural e artística mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Em 1936, a deportação de Olga Benário, grávida de um bebê cujo pai era um dos políticos mais influentes do país mobiliza a opinião pública. De março, quando foi presa com seu marido, até setembro, quando o STF autoriza que seja entregue ao governo alemão com a chancela do presidente Getúlio Vargas, os brasileiros acompanham o caso pelas páginas dos jornais. Meses depois, nasce Anita em um campo de concentração e sua avó e sua tia começam a articular a campanha para que a bebê seja entregue à sua família. Quando finalmente chega ao Brasil, uma pequena multidão vai recebê-la na pista de pouso do aeroporto. Mais de 80 anos depois, o pano de fundo desta história de amor continua atual no Brasil e no mundo: esquerda e direita, as decisões sobre a vida e a morte dos cidadãos que cabem ao Estado, a luta, às vezes irracional, por ideais políticos e o desprezo pelas liberdades individuais e pela vida humana. Qual a justificativa de fazer uma peça sobre Olga e Luís Carlos hoje? Qual a importância de recuperar a história destes dois personagens no mundo que estamos vivendo hoje? Primeiro contar a história de um sonho interrompido. Sonho de amor e de um mundo mais justo. Olga Benário e de Luiz Carlos Prestes tiveram relevante participação na vida política tanto nacional quanto internacional. Olga, no entanto, teve sua vida cruelmente interrompida pelo Nazismo quando foi assassinada em uma câmara de gás na Alemanha, no dia 23 de abril de 1942, aos 34 anos. Já Prestes, que só soube da morte de Olga em 1945, ou seja, 3 anos depois, continuou sua luta por justiça social por mais de setenta anos. Aprendemos com o passado. Nos anos 30, quando a ditadura Vargas decide deportar Olga Benário para Alemanha nazista um último apelo foi feito ao Supremo Tribunal Federal, que lavou as mãos e foi cúmplice de Vargas. Vivemos tempos sombrios. As semelhanças entre os anos 1930 e 2018 são assustadoras. E a história soa como alarme para nos alertar sobre o mundo que estamos vivendo. Este é o sentido desta peça. Falar do passado é refletir sobre o presente. Assim, a história de Olga e Prestes se torna uma luz para o futuro.
O idealizador do projeto é o cineasta /documentarista Sílvio Tendler que irá dirigir o espetáculo em parceria com Fábio Ferreira A Lúdico Produções é Proponente do Projeto junto ao Ministério da Cidadania e faz a Direção de Produção. O espetáculo tem classificação etária 14 anos.
O produto é o espetáculo "OLGA E LUÍS CARLOS - Uma História de Amor" que tem dramaturgia e direção de Sílvio Tendler e Fábio Ferreira. Deve ser encenado preferencialmente em palco italiano. A duração do espetáculo é de 90 minutos. Durante a encenação serão projetadas imagens em vídeo que ilustram e compõe a cena. O público recebe gratuitamente um programa contendo a Ficha Técnica, bem como textos que apresentam a proposta artística do projeto, assinados pelos idealizadores e pela direção do espetáculo. O patrocinador também poderá, se assim desejar, inserir no programa texto explicativo quanto à motivação para patrocinar o projeto. Serão divulgadas datas em que o espetáculo terá Tradução em Libras (serão 3 datas durante a temporadano Rio de Janeiro). Antes da estreias no Rio de Janeiro serão realizados 2 ensaios abertos, seguidos de um debate com o público e o elenco da peça. O cineasta Sílvio Tendler e o diretor Fábio Ferreira vão participar de debates com o público em datas que serão previamente divulgadas e de acordo com a agenda e disponibilidade para comparecer ao Teatro. (a título de Ampliação de Acesso)
Produto - Espetáculo de Artes Cênicas Deficientes auditivos - disponibilização de tradução simultânea em Libras. Serão 3 sessões com tradução em libras na temporada do Rio de Janeiro (isto é, 01 sessão com tradução em Libras a cada mês). As datas destas sessões serão divulgadas ao público portador de necessidades especiais. Também será gravado um áudio que divulgará as datas destas sessões durante a temporada no Rio, de modo que o público nos ajude a informar aos portadores de deficiência auditiva sobre as melhores datas para eles assistirem ao espetáculo. Todo o material de divulgação informará as 03 datas no Rio de Janeiro em que haverá tradução em libras. O objetivo é otimizar a presença de portadores de necessidades especiais (deficiência auditiva) nestas apresentações especialmente voltadas para eles. Acreditamos que à medida em que os portadores de necessidades especiais tomem conhecimento de que os espetáculos incentivados através da Lei Federal de Incentivo à Cultura oferecem sessões especialmente acessíveis a eles, estaremos realmente promovendo a formação de plateia junto aos portadores de necessidades especiais e avaliando a demanda por espetáculos voltados para este público específico. Deficientes auditivos e visuais - sinalização, orientação da produção. Procuraremos informar através de sinalização na bilheteria ou de orientação por parte de um assistente de produção a disponibilidade deste espectador sentar-se em área próxima ao palco, de forma a facilitar a recepção do espetáculo levando em conta o sentido que lhe é mais raro. Deficientes com dificuldade de locomoção - medidas de acessibilidade A produção desse espetáculo se compromete com a Secretaria Especial de Cultura / Ministério da Cidadania a realizá-lo em teatro que apresentem condições de acessibilidade física que assegurem a manutenção da saúde física e conforto, aos portadores de necessidades especiais, e também aos idosos e às pessoas obesas. O teatro a ser escolhido deverá apresentar, sempre que tecnicamente possível, características em conformidade com a Lei 13.146, de 2015 e o Decreto nº 9.404, de 2018. Destacamos as condições que seguem abaixo visando a garantir acessibilidade a portadores de necessidades especiais: * Instalação de banheiros adaptados, com de barra de apoio e vasos sanitários apropriados para deficientes físicos; * Rampas / ou elevadores que permitam o acesso de cadeiras de roda; * Portas com largura suficiente (mínimo de 0,80 m) para a passagem de uma cadeira de rodas; * Dimensões amplas suficiente para garantir os deslocamentos e rotação da cadeira de rodas; * Os assentos devem ter altura mínima de 0,50 cm (para facilitar a transposição do cadeirante); * Funcionários treinados para atender adequadamente e instruir os portadores de necessidades especiais e/ou idosos e/ou pessoas obesas. Conforme o disposto no art. 44 § 1º, da Lei 13.446, de 2015, serão reservados espaços livres para pessoas em cadeira de rodas e assentos para pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, de acordo com a capacidade de lotação da edificação (teatro). Os espaços e os assentos destinados a portadores de necessidades especiais estarão devidamente sinalizados. Os espaços e os assentos destinados a portadores de necessidades especiais deverão situar-se em locais que garantam a melhor fruição do espetáculo e que garantam a acomodação de um acompanhante ao lado da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, resguardado o direito de se acomodar proximamente a grupo familiar e comunitário. Ressaltamos que os espaços devem apresentar rotas de fuga e saídas de emergência acessíveis, conforme padrões das normas técnicas de acessibilidade da ABNT, a fim de permitir a saída segura de pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, em caso de emergência, bem como de todo o público. Pretendemos ainda, realizar este espetáculo em teatro situado em ponto de fácil acesso na cidade do Rio de Janeiro. Serão observados: a proximidade a Estações de Metrô, barcas entre outros, de forma que a todos os moradores dessas cidades, inclusive portadores de diferentes necessidades especiais e idosos possam se locomover até o teatro. Produto: Contrapartida Social As medidas de acessibilidade não se aplicam ao item. Produto: Ações de capacitação e treinamento pessoal As medidas de acessibilidade não se aplicam ao item.
A produção irá disponibilizar ingressos gratuitos ao longo da temporada do Rio de Janeiro visando assegurar a ampliação do acesso ao espetáculo "OLGA e LUíS CARLOS - Uma História de Amor ", conforme abaixo: a)- Será distribuída uma cota de 20% de ingressos gratuitos, atendento objetivos de caráter social, educativo ou de formação artística, sendo 50% do total destes ingressos gratuitos destinados preferencialmente a grupos de estudantes e professores da Rede Pública de Ensino /Universidades Públicas. Acreditamos que “OLGA e LUíS CARLOS - Uma História de Amor” poderá inclusive ser tema para a realização de trabalhos extracurriculares a partir de uma interação entre a produção do espetáculo e as coordenações e professores das escolas e universidades convidadas para participar deste projeto de democratização do acesso à cultura. A produção fornecerá gratuitamente a todos os alunos e professores que participarem desta ação, folders ou programas do espetáculo, visando com isso, auxiliar a compreensão do mesmo. A partir desse material os estudantes poderão desenvolver, junto com seu professor ou coordenador da atividade, uma reflexão sobre a experiência que tiveram no teatro. Além dos estudantes e professores de instituições de ensino públicas, pretendemos atingir, com esta cota de ingressos gratuitos, o público assistido por entidades que atuam junto à comunidades carentes, de baixo poder aquisitivo, para assim estimular pessoas que não teriam acesso ao teatro a virem assistir "OLGA e LUíS CARLOS - Uma História de Amor". Estudantes de teatro e outras artes também se beneficiarão da gratuidade, sobretudo instituições como Escolas de Teatro e Artes, de nível técnico ou universitário. b)- até 10% (dez por cento) dos ingressos serão destinados à distribuição gratuita pelo patrocinador. Vamos sugerir ao patrocinador que distribua parte destes ingressos a funcionários da empresa que tenham baixa renda. c) - até 10% (dez por cento) dos ingressos serão destinados à distribuição gratuita em ações promocionais de divulgação do projeto. Vamos estimular ações promocionais em programas de rádio que tenham como público alvo classes C e D. d) - pelo menos 10% dos ingressos para comercialização não ultrapassarão o valor do Vale-Cultura, nos termos da Lei 12.761, de 2012. A produção do espetáculo tem como meta a cobrança de ingressos a preços acessíveis para o público. Em complemento às medidas de ampliação de acesso acima o projeto adotará, as seguintes medidas de democratização, em conformidade com o Artigo 21 da Instrução Normativa nº 2, do Ministério da Cidadania, de 23 de abril de 2019, item V : - realização de 2 ensaios abertos (gratuitos) no Rio de Janeiro, seguido de debates com o elenco, contribuindo para a democratização de acesso ao conteúdo do espetáculo. (conforme o item V - "realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art.22;"). Este espetáculo tem classificação etária 14 anos.
Ficha Técnica Sílvio Tendler – Idealizador, Co-autor e Co-diretor Formado em História – Sorbonne (1974). Mestre em Cinema e História – École dês Hautes Études, Sorbonne (1976). Diretor, roteirista, documentarista. Fundador da Caliban Produções Cinematográficas. Professor do Departamento de Comunicação Social da PUC Rio de 1979 a 2019. Especializado nas seguintes áreas de Comunicação Social: Jornalismo, editoração, cinema, cultura, publicidade e mídia. Entre os seus documentários destacam-se: Os Anos JK (1980) Prêmio do Festival de Cinema de Gramado; Jango (1984) Prêmio Festival de Cinema de Gramado: melhor filme (júri popular); e os também premiados Castro Alves(1998); Glauber – o filme, Labirinto do Brasil (2003); Memória e História em Utopia e Barbárie (2005); Encontro com Milton Santos (2007); Militares na Democracia (2014); Dedo na Ferida (2017); A Alma Imoral (2019). Fábio Ferreira – Co-autor e Co-diretor Formado em Teoria das Artes Cênicas UNIRIO. Diretor, autor e produtor cultural. É mestre e doutor em Literatura, Cultura e Contemporaneidade/PUC Rio e Universidade de Copenhagen. Professor de dramaturgia nos Cursos de Artes Cênicas e Letras/PUC Rio, atuando também no Curso de Especialização em Arte e Filosofia, do Departamento de Filosofia, da PUC Rio. Dirigiu mais de doze espetáculos além de performances, sua última encenação TWO ROSES FOR RICHARD III foi uma coprodução com a Royal Shakespeare Company. Entre as peças que encenou, quatro são de sua autoria, outras três foram livres adaptações de romances e contos.Criou e dirigiu o Festivais Rio Cena Contemporânea. Atualmente encena Trilogias de Vozes Femininas em Beckett – NÃO EU, PASSOS e CADÊNCIA. Fernanda Azevedo – Atriz Carioca radicada em São Paulo há oito anos, Fernanda Azevedo integra desde então a Kiwi Companhia de Teatro e é casada com o diretor do grupo, Fernando Kinas. Formada em Artes Cênicas Unirio e Faculdade Paulista de Artes de São Paulo e aluna do curso de Artes do Espetáculo na Faculdade Paris X/Nanterre, França, período 2008/2009. Mestrado em teatro no Instituto de Artes da Unesp. Atuou numa dezena de espetáculos, entre eles Material Bond , Morro como um país, Carne e Teatro/mercadoria #1 (apoiados pelo Programa de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo). Recebeu o prêmio Shell 2013 de melhor atriz por sua atuação na peça Morro como um pai, inspirado no texto homônimo Dimitris Dimitriadis. Thales Coutinho – Ator Ator, diretor de teatro, iluminador. Formado pela CAL – (2000). Integrante da Armazém Companhia de Teatro a partir de 2005. Participou dos seguintes espetáculos da Cia: Antes da Coisa Toda Começar (2011); Antes (2010); Inveja dos Anjos (2009); Mãe Coragem e seus Filhos (2007/2008). Participou ainda dos espetáculos: Primeira Noite: Não se apaixone por mim, direção Thierry Trémouroux (2012); A Gaivota (2012) direção Bruno Sinischalchi; Noites Brancas, direção Thierry Trémouroux (2012); Novelas: participou de A Regra do Jogo – Rede Globo, Jesus TV Record. Vera Novello – Atriz (e Proponente) - OBS: a proponente será remunerada como atriz do projeto Atriz, dramaturga, produtora e professora. Bacharel em Comunicação Social - Jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro - PUC Rio (1986) e Mestre em Teatro pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO (1996). Curso Regular de Formação de Atores da Casa das Artes de Laranjeiras - CAL (1991-1992). Sócia da Lúdico Produções Artísticas empresa constituída em 1992 e Professora do Departamento de Comunicação Social da PUC Rio desde 1997. Atuou em cerca de 120 produções no período de 1991-2019 em diferentes funções: autora, atriz, assistente de produção, produtora executiva, diretora de produção, coordenadora de projeto, supervisora de projeto, idealizadora e proponente de projetos. Lídia Kosovski – Cenógrafa Graduada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal do Rio de Janeiro-FAU_UFRJ (1978), Mestre em Comunicação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1988) ECO_UFRJ e Doutora em Comunicação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro ECO-UFRJ (2000). Tem ampla experiencia na área artística como cenógrafa e Diretora de Arte, já realizou mais de uma centena de trabalhos em teatro, cinema e museus. Já foi indicada inumeras vezes para premios, conquistou 12 Prêmios em sua categoria, entre Shell, MINC e Coca-Cola. Foi Diretora de Artes Cênicas da RIO-ARTE /Orgão da Prefeitura do Rio de Janeiro em 2001/2202. Luiza Marcier – Figurinista Designer de moda, Luiza Marcier é graduada em Desenho Industrial pela ESDI UERJ, com MBA Executivo pelo IBMODA. Tem Especialização em Literatura, Arte e Pensamento Contemporâneo na PUC-RIO. Já elaborou mais de 20 coleções desde 1998,.Desenvolveu desfiles, performances e exposições. Como figurinista, trabalha desde 1995 com audiovisual, teatro e música, destacando especialmente os figurinos desenvolvidos para Michel Melamed e Regina Miranda. Renato Machado – Iluminador Fez sua formação como assistente de Aurélio De Simoni. Iluminou espetáculos do Sobrevento, grupo de teatro de animação. E ainda os da Cia Teatro Autônomo, da Cia Ensaio Aberto e da Cia Dramática de Comédia. Trabalhou ao lado dos diretores Miguel Vellinho, André Paes Leme, Jefferson Miranda. Participou de diversas turnês no exterior, tanto com espetáculos de dança quanto de ópera e teatro. Das centenas de trabalhos, destacam-se os premiados: Suassuna – o O Auto do Reino do Sol; Agosto; Guanabara Canibal; De 1994 a 2002, Renato Machado recebe 13 indicações para prêmio de iluminação. Marcelo Alonso Neves – Diretor Musical e Compositor Músico, arranjador e diretor musical. Sua formação inclui a Berkeley College of Music. Tocou (sax e flauta) e foi diretor musical de nomes da nossa MPB entre os quais Gilberto Gil, Tim Maia, Luiz Melodia e outros. Destaca-se no cenáro musical do teatro com mais de duzentos espetáculos com a sua assinatura. Foram inúmeras as indicações a prêmios e vários prêmios. Entre seus trabalhos mais recentes como diretor musical destacam-se “Agnaldo Rayol – Alma do Brasil”(2018/19), “Navalha na Carne” (2018/19) de Plínio Marcos com direção de Gustavo Wabner, “Renato Russo – O Musical”, texto de Daniela Pereira de Carvalho e direção de Mauro Mendonça Filho, Marina Salomon– Diretora de Movimento Bailarina, diretora de movimento, coreógrafa, preparadora corporal, atriz, formada pela Escola Estadual de Danças Maria Olenewa, Bacharel em Teatro, pela Faculdade CAL de Artes Cênicas, com especialização em Direção Teatral na mesma instituição. Ingressou na Companhia Regina Miranda e Atores Bailarinos em 1984, atuando, ininterruptamente, em todos os trabalhos da companhia em teatro, cinema e televisão, com apresentações por todo Brasil e no exterior. rofessora-titular da disciplina Corpo e Movimento, na Faculdade Cal de Artes Cênicas-RJ, Atualmente em cartaz no espetáculo Rômola e Nijinski, concepção de Regina Miranda no Castelinho. Ana Velloso e Vera Novello (Lúdico Produções) – Proponentes, Diretoras de Produção; Atriz (Vera Novello) OBS: A proponente será remunerada pela direção de produção As proponentes deste projeto completaram mais de 24 anos de experiência em diversas vertentes culturais. À frente da Lúdico realizam e coordenaram mais de 120 projetos, dentre eles dezenas de espetáculos de artes cênicas, incluindo teatro, balé e ópera. No Teatro destacam-se sucessos como: Dolores – Dir. De Bonis, Prêmio de Melhor Atriz Soraya Ravenle; Clara Nunes - Brasil Mestiço – Dir. Gustavo Gasparani; Soppa de Letra – Prêmio de Melhor Ator - Pedro Paulo Rangel; Longa Jornada de Um Dia Noite A Dentro – Dir. Naum Alves de Souza, Prêmio de Melhor Atriz Cleide Yáconis. Neste projeto a sócia da empresa proponente e atriz Vera Novello também participará como atriz. As proponentes realizarão a função de Direção de Produção, Produção Executiva, sendo também responsáveis pela total gestão do processo decisório do projeto. Para tal, receberão pelas rubricas "Direção de Produção", e no caso da sócia Vera Novello, esta também receberá pela rubrica "Atriz".
PROJETO ARQUIVADO.