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Este projeto contempla a realização do espetáculo "Os Impostores" de Gustavo Pinheiro, inspirado no clássico texto "Tartufo"de Molière. A proposta inclui a realização de temporadas em 5 cidades brasileiras. O espetáculo conta a história de uma família milionária e decadente, que está abrigada há anos em um luxuoso bunker, e a chegada inesperada hóspede que promete dar novo sentido às suas vidas.
Uma nova pangeia provocada por contínuos acidentes ecológicos estabelece o caos na superfície da terra. Uma família milionária e decadente está abrigada há anos em um luxuoso bunker construído em baixo do pão de açúcar. A chegada inesperada de um hóspede promete dar novo sentido às suas vidas. O bunker é um verdadeiro palácio subterrâneo cheio de quartos, corredores, labirintos, jardins artificiais, academia de ginástica e até boate . Eles não sabem a quanto tempo estão ali. Eles não possuem equipamentos eletrônicos, nem relógios. E não há comunicação com o meio externo. Eles possuem gigantescas reservas de combustível, água, oxigênio e mantimentos. Para não enlouquecer, eles fazem uso diário de vitaminas. Praticam exercícios físicos e ouvem trilhas sonoras com sons de praia, floresta, multidões, metrô e até engarrafamento. E cantam! Cantam muito. Mesmo assim era tediosa e vazia a vida que levavam até a chegada do hóspede. A peça começa com a festa de noivado dos primos Camille e Amado. Todos estão felizes! A proposta desta nova montagem genuinamente brasileira inspirada no Tartufo desloca a ação da monarquia francesa de Luis XIV para o Brasil contemporâneo. Por meio da sátira e da astúcia com que Molière maneja seus personagens, apresentaremos uma nova roupagem do dramaturgo aos que já são fãs do autor e às novas gerações que ainda não o conhecem, fazendo uma crítica inteligente as questões contemporâneas da sociedade. Espetáculo Teatral Duração:100 minutos. Classificação Indicativa: 16 anos
OBJETIVO GERAL - O projeto visa realizar 2 temporadas e 3 apresentações do espetáculo "Os impostores" em três cidades brasileiras. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Realizar uma temporada estimada em 5 semanas (15 apresentações), com cobrança de ingressos; - Realizar uma temporada estimada em 4 semanas (16 apresentações), com cobrança de ingressos; - Realizar 3 apresentações em um fim de semana, com cobrança de ingressos; - Realizar uma oficina gratuita de produção cultural. - Atingir um público total de mais de 10 mil pessoas. *Os ingressos para o espetáculo custarão entre R$ 50,00 e R$ 70,00. - Disponibilizar um produto de artes cênicas ao público jovem e adulto, sem distinção de gênero ou classe social; - Apresentar uma nova roupagem do dramaturgo Molière aos que já são fãs do autor e às novas gerações que ainda não o conhecem, fazendo uma crítica inteligente a algumas das questões contemporâneas da sociedade.
Conforme artigo 1º da Lei 8.313, o projeto se inclui nas seguintes finalidades: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Para cumprimento das finalidades expressas no art. 3° desta lei, o projeto atenderá os seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de espetáculos de artes cênicas; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de parte dos ingressos para o espetáculo.
Para acentuar as relações dos personagens em cena o autor optou em trabalhar em sua adaptação com a mescla de uma companhia de teatro e atores convidados , e não apenas com uma reunião de atores. O dito “teatro de companhia” tem sido algo cada vez menos visto, em especial nas grandes capitais onde a produção “industrial “ e “em escala” de espetáculos torna-se quase inevitável. Não apenas pela importância de se fortalecer e valorizar as formas originárias do fazer teatral, mas principalmente pelo grande prazer de trazer para os palcos das capitais as relações concretas e verdadeiras que permeiam atores em seu convívio, travestidos em seus papéis, vividamente contornados pela beleza de seus “eus”, é que se faz aprazível - e por que não dizer necessário – o convite de montagem deste espetáculo a uma companhia (do interior). Vive-se um momento bastante peculiar no Teatro contemporâneo onde cada vez mais o ator faz-se presente em seu papel, onde o ser humano por trás da obra se desnuda, se deixa contemplar pelo expectador, e neste sentido também as relações concretas e verdadeiras vivenciadas entre os atores, que antecedem a montagem em si, tornam -se uma potência ímpar. É exatamente nessa busca, norteada pelo prazer antes de mais nada de se propiciar ao expectador de arte um encontro com seus iguais, que o autor optou por convidar a Cia Cortejo, uma companhia a desbravar as peripécias da cena teatral carioca mas que não deixa de manter seus olhos sonhadores mirando aconchegados para as suas origens, sua história e questões, e acima de tudo, para a forma única e artesanal do seu fazer teatral. Não se trata aqui de se valorizar o mito romântico do heroísmo nativo, mas deve-se antes de mais nada tomar por base as concretas contribuições desta companhia à cena teatral carioca contemporânea: há de se reconhecer a maestria de Portella, à frente de sua Cia Cortejo, em sua busca (e encontro) por um teatro simples e utilizado apenas do mínimo em cena para promover um encontro honesto, verdadeiro e necessário entre ator e expectador, entre a obra e seu motivo maior, entre humanos e seus iguais. Faz-se necessário ressaltar que os atores convidados em sua maioria são atores também de Companhias já consolidadas na cena teatral. Praças e locais indicados no plano de distribuição estão sujeitos à alteração, conforme disponibilidade de recursos financeiros e pauta. A receita estimada pode não corresponder à realidade de execução, uma vez que o número exato de espectadores só será contabilizado ao final do projeto. Além disso, a receita bruta não é repassada por inteiro ao proponente. Dela, são descontadas taxas de administração do teatro, de cartões, impressão de ingressos, ECAD etc.
Não aplicável ao projeto.
Em atendimento ao Art. 18 da IN nº 2, de 23 de abril de 2019, serão adotadas as seguintes medidas: PRODUTO PRINCIPAL – ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: Acessibilidade física: Os espaços/teatros a serem definidos para a realização do espetáculo apresentarão condições de acessibilidade, ou seja, possuirão rampas de acesso, espaços reservados para cadeirantes e/ou assentos especiais para pessoas com mobilidade reduzida, entre outras instalações que estejam de acordo com as normas previstas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), e/ou equipe preparada para garantir o acesso de pessoas idosas e portadoras de deficiência ao espaço. Deficientes auditivos: uma sessão com intérprete de libras em cada cidade; Deficientes visuais: Confecção de parte dos programas em braile. PRODUTO SECUNDÁRIO – CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: Acessibilidade física: Os espaços/teatros a serem definidos para a realização do espetáculo apresentarão condições de acessibilidade, ou seja, possuirão rampas de acesso, espaços reservados para cadeirantes e/ou assentos especiais para pessoas com mobilidade reduzida, entre outras instalações que estejam de acordo com as normas previstas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), e/ou equipe preparada para garantir o acesso de pessoas idosas e portadoras de deficiência ao espaço. Deficientes auditivos: não se aplica. Deficientes visuais: não se aplica
Nosso projeto se propõe a atingir não apenas o público habitual dos teatros, mas principalmente classes menos favorecidas economicamente, universitários e de baixa renda, com ênfase nas escolas e universidades públicas. Junto a este público específico, pretendemos atingir formadores de opinião, como professores, coordenadores, alunos e profissionais envolvidos com Teatro e Música. Para o PRODUTO PRINCIPAL, serão adotadas as seguintes medidas: Em conformidade ao Art. 20 da IN nº 2, de 23 de abril de 2019: - Distribuição gratuita de 20% dos ingressos a organizações sociais e/ou instituições públicas de ensino; - Comercialização de 10% dos ingressos no valor do Vale-Cultura; - Cobrança de valor de meia-entrada em 50% dos ingressos disponíveis para venda. Em conformidade ao Art. 21 da IN nº 2, de 23 de abril de 2019, a medida proposta é: - Oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural.
Dramaturgia: Gustavo Pinheiro e Rodrigo Portella Direção Artística: Rodrigo Portella Diretora Assistente: Mariah Valeiras Direção de Produção: Claudia Marques Elenco: Guilherme Piva, Carolina Pismel, Suzana Nascimento, Priscilla Helena, Tairone Vale e Murilo Sampaio. Cenário: Julia Deccache Iluminação: Ana Luzia Molinari de Simoni Direção Musical: Marcello Alonso Neves Figurinos: Tiago Ribeiro Preparação Corporal: Toni Rodrigues Assessoria de imprensa: Ney Motta Gestão de Redes Sociais: Flávia Garcia Fotos e Filmagem: Elisa Mendes Programação Visual: Raquel Alvarenga Produção Executiva: Jéssica Santiago CURRÍCULOS: • Gustavo Pinheiro (Dramaturgo): Trabalhou nas redações da revista VEJA e do jornal Extra. Foi vencedor da 7a edição do Seleção Brasil em Cena com a peça "A Tropa”. • Rodrigo Portella (Direção): Já dirigiu 22 espetáculos e escreveu 8 peças teatrais em 25 anos de carreira, foi vencedor do Prêmio Shell 2018 de Melhor Direção pelo espetáculo Tom Na Fazenda. Em 2009 fundou a Cia Cortejo. • Guilherme Piva (Ator): Ator que interpretará o anti-herói Tartufo, atuou nas peças: A Invenção do Amor; Não Vamos Pagar; A Farsa da Boa Preguiça; O Crime do Dr. Alvarenga. Na TV atuou em Xica da Silva, Mandacaru, Porto dos Milagres, Chocolate com Pimenta, O Beijo do Vampiro, Insensato Coração, entre outras. • Carolina Pismel (Atriz): Em cartaz com a peça “Dançando No Escuro”, atuou em: ELA; O Livro dos Monstros Guardados; Beije Minha Lápide; Rebú; Os Mamutes; e Infância, Tiros e Plumas. Na TV atuou nas novelas Lado a Lado e I love Paraisópolis. • Tairone Vale (Ator): Co-escreveu, com o diretor Rodrigo Portella, o 1º espetáculo da Cia. Cortejo: Uma História Oficial. Na TV atuou em: Além Do Horizonte, Rock Story, O Outro Lado Do Paraíso, Deus Salve O Rei e Justiça. • Pri Helena (Atriz): Tem como principais trabalhos: Antes da Chuva; Uma História Oficial; Floriano Parte Baixa; Estação dos Passageiros Invisíveis; Vértice; Terra fértil para balões de ar; (In)Cômodos; 4xNelson. • Suzana Nascimento (Atriz): Autora de: Calango Deu! Os Causos Da Dona Zaninha; dirigiu: Boquinha...; atuou em: Dançando No Escuro; Alice Mandou Um Beijo; Consertam-Se Imóveis; Preciso Andar; Cena Para Um Figurino. • Murilo Sampaio (Ator): Tem como principais trabalhos: Espetáculo "Nordestinos". Direção: Tuca Andrada. 2016. Espetáculo "Abalou: Um Musical Funk". Direção: Guti Fraga. Espetáculo do Grupo Nós do Morro 2016. Participações nas Séries "Justiça" (Rede Globo, 2016), "Impuros" (Fox, 2018) e "A Divisão" (Rede Globo, 2019) e na Novela "Segundo Sol" (Rede Globo, 2018). • FÁBRICA DE EVENTOS (Produtora do projeto) A Fábrica de Eventos é uma produtora carioca com 22 anos de experiencia no mercado e mais de 30 espetáculos produzidos tem como prioridade a realização de projetos culturais. Atua em todos os segmentos artístico-culturais, criando e produzindo projetos para todos os perfis de público, estando presente na criação, elaboração e nas etapas de produção. Como destaque de seus feitos, a Fábrica de Eventos esteve a frente de diversos projetos da renomada Cia dos Atores dirigida por Enrique Diaz, parte do repertório da Cia OmondÉ da diretora Inez Viana, espetáculos dirigidos pelos diretores Mauro Rasi, Paulo José, Aderbal Freire Filho, Paulo de Moraes e Christiane Jatahy. A Fábrica de Eventos é dirigida pela produtora cultural Cláudia Marques. A proponente deverá ser remunerada pelas funções de direção de produção, coordenação administrativa e prestação de contas.
PROJETO ARQUIVADO.