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Realização de duas temporadas do espetáculo Pai na Real. Comédia idealizada pelo ator e roterista Yuri Gofman, dirigida por Rita Porto e supervisionada por Rosane Gofman, construída a partir de situações reais, que trazem à cena, de forma leve e divertida, uma reflexão acerca da paternidade e das relações entre pai e filho. Além das apresentações, serão realizadas palestras e bate-papo com a equipe de direção e elenco, inteiramente gratuitos.
O solo Pai na Real fala da paternidade em todas as instâncias, não só sobre pais homens, mas sobre todo aquele ser humano que resolve acolher e cuidar de outro de forma incondicional. Focado unicamente em sua carreira de ator, IGOR de repente perde o emprego, se apaixona por uma mãe solteira, com quem tem mais dois filhos e passa a cuidar exclusivamente de sua família e da casa, enquanto sua mulher trabalha o dia todo. Tudo isso em apenas três anos, o que ele chama de “Família Miojo”. No retorno da licença maternidade de seu último filho, Igor finalmente consegue uma nova chance em São Paulo e precisa mudar do Rio de Janeiro para retomar seu trabalho de ator. Mas depois de se tornar pai em tempo integral, ele vai descobrir que seus sonhos, prioridades e relacionamentos não são mais os mesmos. Desde a relação com o próprio pai, com a filha não biológica, passando pelo casamento e educação dos filhos, a peça traz Igor revendo sua vida com muito humor até se sentir pronto para dar mais um passo decisivo em direção ao equilíbrio possível entre família, trabalho e amor. Nesse espetáculo, Yuri Gofman transforma em dramaturgia sua experiência real com a paternidade, que tem em comum com o protagonista, ser ator e comediante, ser pai de três filhos, tudo isso em três anos. A peça é seu retorno aos palcos após passar esse tempo como pai do lar.
OBJETIVOS GERAIS: Formação de público, valorização e fomento à cultura, diversificação da oferta cultural de temas apresentados à população, democratização e ampliação do acesso às atividades e dinâmicas culturais e artísticas; construção e multiplicação de experiências sociais, culturais e coletivas. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Realização de duas temporadas de 2 meses, com 32 apresentações cada, do espetáculo Pai na Real, em duas cidades brasileiras, além de apresentação em 3 cidades do interior. Com um enredo construído a partir de situações reais do cotidiano de um pai, o monólogo, interpretado e idealizado por Yuri Gofman e dirigido por Rosane Gofman, traz à tona reflexões acerca da paternidade e retrata, de forma leve e cômica, o dia a dia de um pai lidando com a rotina e as questões de seus três filhos. A partir disso, o projeto busca levantar discussões acerca das relações parentais e do real papel do homem frente a uma sociedade ainda pautada no modelos patriarcais. Com uma encenação que exploca a força do ator e o poder da ação, Pai na Real configura-se como uma grande contribuição para o cenário cultural brasileiro. Realizado por uma equipe de profissionais de notório reconhecimento no mercado, o projeto pretende alcançar toda a gama de espectadores que sua temática abrange, mas com um olhar diferenciado para o espectador masculino, tão raro nas plateias atuais. Através de cenas que retratam o que poderia ser o cotidiano de qualquer brasileiro, o projeto visa estabelecer uma comunicação direta com seu público-alvo, aproximando os espectadores da intrigante e divertida rotina de Igor, ator e comediante que, em um curto espaço de tempo, se vê em um dos papéis que jamais pensou que interpretaria na vida real: ser pai de família. O projeto realizará, ao total, 70 apresentações, das quais 7 serão munidas de ferramentas de acessibilidade de conteúdo, como intérprete de LIBRAS. Objetiva-se impactar diretamente 21.000 espectadores durante as apresentações. Em relação ao impacto indireto, estima-se que pelo menos 200.000 pessoas tomarão conhecimento do projeto através das ações do plano de mídia e divulgação. Todas as apresentações terão acesso pago, respeitando os limites de valor permitidos e as gratuidades obrigatórias exigidas pela IN nº 02/2019.
O projeto visa a realização de 70 apresentações, com duas temporadas de 2 meses, e circulação por 03 cidades, além de ações de democratização ao longo de toda sua realização. A partir disso, configura-se como uma importante ferramenta facilitadora para o estabelecimento do diálogo entre os espectadores. É partindo dessa premissa que se propõe a realização do monólogo PAI NA REAL, que traz para a cena discussões acerca do papel da figura paterna no cerne da família e seu impacto nas relações com os filhos no momento em que são colocados a prova. O projeto justifica-se pela relevância das discussões levantadas, que se entrelaçam com questões da nossa sociedade atual. Evidencia-se, portanto, o potencial de aprofundar essa discussão e trazer ao público, através da comicidade do texto, um convite à reflexão sobre os temas abordados. Além da pertinência de seu conteúdo, para o contexto da contemporaneidade, sua equipe mostra-se absolutamente capacitada em histórico e excelência de realizações. Pelo viés econômico, apresenta potencial para a geração de diversos postos de trabalho, diretos e indiretos, aquecendo a cadeia produtiva das artes nas cidades que receberão as apresentações. O projeto contará com ações de democratização ao longo de toda sua realização, configurando-se também como importante ferramenta na difusão dos produtos culturais. A solicitação de apoio ao projeto "Pai na Real" junto ao Ministério da Cidadania, via Lei de Incentivo, é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura em todo o País. Partindo dessa premissa, o projeto auxilia no alcance dos objetivos descritos nos incisos I, III, VIII do Art. 1º da Lei 8.313, de 1991, tendo em vista que contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e pleno exercício dos direitos culturais; apoia, valoriza e difunde o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; estimula à produção e difusão de bens culturais, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; A proposta se enquadra e está de acordo com as finalidades previstas na alínea E (e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres), inciso II do art. 3º da Lei 8.313, de 1991.
Não se aplica.
PRODUTO: ESPETÁCULOS EM ARTES CÊNICAS. ACESSIBILIDADE FÍSICA: A produção priorizará a escolha de espaços que ofereçam condições de acesso para pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida. Caso o espaço não tenha as condições necessárias, a equipe de produção garantirá o acesso conforme a Lei nº 13.146, de 2015, e Decreto nº 9.404, de 2018. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO Nas 7 apresentações munidas de medidas de acessibilidade de conteúdo (cerca de 10% do total das apresentações), as casas contarão com intérprete de LIBRAS no atendimento e nos espetáculos, garantindo acesso ao público com deficiência auditiva. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: A produção priorizará a escolha de espaços que ofereçam condições de acesso para pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida. Caso o espaço não tenha as condições necessárias, a equipe de produção garantirá o acesso conforme a Lei nº 13.146, de 2015, e Decreto nº 9.404, de 2018. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO As palestras e bate-papos serão munidas de medidas de acessibilidade de conteúdo. As casas contarão com intérprete de LIBRAS no atendimento e na realizaçao das ações, garantindo acesso ao público com deficiência auditiva.
O proponente disponibilizará 10% dos ingressos serão comercializados a valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012; Como medida de ampliação de acesso, adotaremos o exposto no inciso V art. 21 da IN nº 02/2019 do MINC, a saber: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22 Em atendimento ao art. 22 da IN nº 02/2019: - Realização de 1 palestra gratuita com a diretora Rita Porto e a supervisora Rosane Gofman em cada uma das cidades em que ocorrerão temporadas superiores a 10 apresentações; - Realização de bate-papo com ator, diretora e parte da equipe de criação sobre o processo de montagem do espetáculo; O projeto prevê a contratação de dois estagiários de produção, estudantes da rede pública do ensino superior, para auxílio nas atividades de gestão e produção executiva.
O proponente será remunerado pelas funções de Coordenação de Projeto e Coordenação Administrativo Financeira. Direção: Rita Torres Rita Torres é atriz e produtora há mais de 15 anos. Trabalhou como produtora de shows no circo voador e com grupos brasileiros no início da carreira. Após 4 anos estudando nos EUA, voltou ao Brasil e começou a trabalhar como produtora e assistente de direção de conteúdo e de comerciais. Estudou com diretores e preparadores de elenco nos últimos anos, como Daniel Herz, Sérgio Penna, Beto Silveira, Benvindo Siqueira, Cininha de Paula, Fábio Barreto, André Guerreiro Lopez, André Pellenz, Luiz Antônio Rocha e outros. Esteve em cartaz ano passado com espetáculo dirigido por Daniel Herz e ao longo dos dois últimos anos vem fazendo uma imersão em direção com a atriz e diretora Rosane Gofman e estudando dramaturgia na funarte e com Cristina Fagundes. Texto/Atuação: Yuri Gofman Yuri Gofman começou no teatro aos quatorze anos na sua primeira peça profissional, Tem 23 anos de carreira, onde transitou em diversas funções: ator, diretor, roteirista e produtor. Foram mas de 15 espetáculos, dentre eles a trilogia “Doutor”, que percorreu o Brasil por 8 anos e se destacava pelo humor e a capacidade de fazer diversos personagens, que assinava também o texto e a Dirigiu e escreveu para NANY PEOPLE o espetáculo “Meninas crescidas não choram”. Roteirizou, dirigiu e atuou no curta “Amor de cigarros”, fez participações em séries televisivas e novelas. Também comediante, estrelou em casas de prestígio do Rio de Janeiro seus dois solos de humor, “Posso ser sincero?” e “Pra comer depois.” Este último ficou em cartaz também em São Paulo, para onde se mudou para aprimorar a escrita de roteiro em séries numa escola especializada e agora retorna ao Rio de Janeiro com seu novo espetáculo “Pai na real”, baseado nas suas experiências com a paternidade repentina de 3 filhos, onde retorna a dramaturgia e ao palco. Direção de Produção e Supervisão Geral: Rosane Gofman Desenho de Luz: Aurélio di Simoni Cenário: Jorge Roriz PRINCIPAIS REALIZAÇÕES - Jorge Roriz:Prêmio do Vale do Paraíba Concurso de Vitrines pelo CDL (Clube dos Diretores Lojistas) - 1985-Exposição – Coletiva no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro organizada pelo Recanto das Artes na Ilha do Governador - 1988 -Cenografia, figurino e adereços para o espetáculo ao ar livre A Paixão de Cristo - Rão de Cristo – Realizado pela Companhia Siderúrgica Nacional – Volta Redonda/RJ - 1995 -Exposição - Galeria de Arte UBM - Clécio Penedo, do Centro Universitário de Barra Mansa (UBM)- “O imaginário religioso brasileiro – uma alegoria” – 2007 -Pintura e Restauração de Imagens de 16 Igrejas da cidade de Volta Redonda – no período de 2007 a 2008 -Trabalho de Arte e Decoração na montagem da Exposição “Índia” no CCBB – Centro Cultural Banco do Brasil no Rio de Janeiro – 2011 -Execução do figurino da Comissão de Frente da Escola de Samba Beija Flor de Nilópolis – 2012 -Trabalho de Pintura de Arte e Objetos Cênicos para cenografia do Musical “Milton” – com direção de Charles Müller e Cláudio Botelho no Teatro NET Copacabana RJ- 2012-Cenografia da peça teatral “Silêncios Claros” Contos de Clarice Lispector com Ester Jablonski e direção de Fernando Philbert no Midrash Centro Cultural Leblon RJ – 2012- Trabalho de Pintura de Arte e Objetos Cênicos para cenografia do Musical “ Os Saltimbancos Trapalhões” - com direção de Charles Moeller e Cláudio Botelho no Teatro Cidade da Artes . RJ – 2015- Confecção de parte do figurino da atriz Débora Seco – Baile de Abertura Carnaval do Copacabana Palace (Ateliê Henrique Filho ) Direção musical: Charles Khan Diretor musical, Músico, Arranjador e Compositor. Tem trabalhado com música para Cinema, TV, Radio e Teatro desde 1978, em mais de 300 montagens profissionais..Direção de produção e Supervisão Geral: Rosane Gofman
PROJETO ARQUIVADO.