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PRONAC 194026ArquivadoMecenato

Pai na Real

Lançamento Novo Produções Artísticas Ltda ME
Solicitado
R$ 588,8 mil
Aprovado
R$ 588,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2020-02-10
Término
2021-02-10
Locais de realização (4)
Campos dos Goytacazes Rio de JaneiroMacaé Rio de JaneiroRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

Realização de duas temporadas do espetáculo Pai na Real. Comédia idealizada pelo ator e roterista Yuri Gofman, dirigida por Rita Porto e supervisionada por Rosane Gofman, construída a partir de situações reais, que trazem à cena, de forma leve e divertida, uma reflexão acerca da paternidade e das relações entre pai e filho. Além das apresentações, serão realizadas palestras e bate-papo com a equipe de direção e elenco, inteiramente gratuitos.

Sinopse

O solo Pai na Real fala da paternidade em todas as instâncias, não só sobre pais homens, mas sobre todo aquele ser humano que resolve acolher e cuidar de outro de forma incondicional. Focado unicamente em sua carreira de ator, IGOR de repente perde o emprego, se apaixona por uma mãe solteira, com quem tem mais dois filhos e passa a cuidar exclusivamente de sua família e da casa, enquanto sua mulher trabalha o dia todo. Tudo isso em apenas três anos, o que ele chama de “Família Miojo”. No retorno da licença maternidade de seu último filho, Igor finalmente consegue uma nova chance em São Paulo e precisa mudar do Rio de Janeiro para retomar seu trabalho de ator. Mas depois de se tornar pai em tempo integral, ele vai descobrir que seus sonhos, prioridades e relacionamentos não são mais os mesmos. Desde a relação com o próprio pai, com a filha não biológica, passando pelo casamento e educação dos filhos, a peça traz Igor revendo sua vida com muito humor até se sentir pronto para dar mais um passo decisivo em direção ao equilíbrio possível entre família, trabalho e amor. Nesse espetáculo, Yuri Gofman transforma em dramaturgia sua experiência real com a paternidade, que tem em comum com o protagonista, ser ator e comediante, ser pai de três filhos, tudo isso em três anos. A peça é seu retorno aos palcos após passar esse tempo como pai do lar.

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS: Formação de público, valorização e fomento à cultura, diversificação da oferta cultural de temas apresentados à população, democratização e ampliação do acesso às atividades e dinâmicas culturais e artísticas; construção e multiplicação de experiências sociais, culturais e coletivas. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Realização de duas temporadas de 2 meses, com 32 apresentações cada, do espetáculo Pai na Real, em duas cidades brasileiras, além de apresentação em 3 cidades do interior. Com um enredo construído a partir de situações reais do cotidiano de um pai, o monólogo, interpretado e idealizado por Yuri Gofman e dirigido por Rosane Gofman, traz à tona reflexões acerca da paternidade e retrata, de forma leve e cômica, o dia a dia de um pai lidando com a rotina e as questões de seus três filhos. A partir disso, o projeto busca levantar discussões acerca das relações parentais e do real papel do homem frente a uma sociedade ainda pautada no modelos patriarcais. Com uma encenação que exploca a força do ator e o poder da ação, Pai na Real configura-se como uma grande contribuição para o cenário cultural brasileiro. Realizado por uma equipe de profissionais de notório reconhecimento no mercado, o projeto pretende alcançar toda a gama de espectadores que sua temática abrange, mas com um olhar diferenciado para o espectador masculino, tão raro nas plateias atuais. Através de cenas que retratam o que poderia ser o cotidiano de qualquer brasileiro, o projeto visa estabelecer uma comunicação direta com seu público-alvo, aproximando os espectadores da intrigante e divertida rotina de Igor, ator e comediante que, em um curto espaço de tempo, se vê em um dos papéis que jamais pensou que interpretaria na vida real: ser pai de família. O projeto realizará, ao total, 70 apresentações, das quais 7 serão munidas de ferramentas de acessibilidade de conteúdo, como intérprete de LIBRAS. Objetiva-se impactar diretamente 21.000 espectadores durante as apresentações. Em relação ao impacto indireto, estima-se que pelo menos 200.000 pessoas tomarão conhecimento do projeto através das ações do plano de mídia e divulgação. Todas as apresentações terão acesso pago, respeitando os limites de valor permitidos e as gratuidades obrigatórias exigidas pela IN nº 02/2019.

Justificativa

O projeto visa a realização de 70 apresentações, com duas temporadas de 2 meses, e circulação por 03 cidades, além de ações de democratização ao longo de toda sua realização. A partir disso, configura-se como uma importante ferramenta facilitadora para o estabelecimento do diálogo entre os espectadores. É partindo dessa premissa que se propõe a realização do monólogo PAI NA REAL, que traz para a cena discussões acerca do papel da figura paterna no cerne da família e seu impacto nas relações com os filhos no momento em que são colocados a prova. O projeto justifica-se pela relevância das discussões levantadas, que se entrelaçam com questões da nossa sociedade atual. Evidencia-se, portanto, o potencial de aprofundar essa discussão e trazer ao público, através da comicidade do texto, um convite à reflexão sobre os temas abordados. Além da pertinência de seu conteúdo, para o contexto da contemporaneidade, sua equipe mostra-se absolutamente capacitada em histórico e excelência de realizações. Pelo viés econômico, apresenta potencial para a geração de diversos postos de trabalho, diretos e indiretos, aquecendo a cadeia produtiva das artes nas cidades que receberão as apresentações. O projeto contará com ações de democratização ao longo de toda sua realização, configurando-se também como importante ferramenta na difusão dos produtos culturais. A solicitação de apoio ao projeto "Pai na Real" junto ao Ministério da Cidadania, via Lei de Incentivo, é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura em todo o País. Partindo dessa premissa, o projeto auxilia no alcance dos objetivos descritos nos incisos I, III, VIII do Art. 1º da Lei 8.313, de 1991, tendo em vista que contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e pleno exercício dos direitos culturais; apoia, valoriza e difunde o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; estimula à produção e difusão de bens culturais, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; A proposta se enquadra e está de acordo com as finalidades previstas na alínea E (e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres), inciso II do art. 3º da Lei 8.313, de 1991.

Especificação técnica

Não se aplica.

Acessibilidade

PRODUTO: ESPETÁCULOS EM ARTES CÊNICAS. ACESSIBILIDADE FÍSICA: A produção priorizará a escolha de espaços que ofereçam condições de acesso para pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida. Caso o espaço não tenha as condições necessárias, a equipe de produção garantirá o acesso conforme a Lei nº 13.146, de 2015, e Decreto nº 9.404, de 2018. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO Nas 7 apresentações munidas de medidas de acessibilidade de conteúdo (cerca de 10% do total das apresentações), as casas contarão com intérprete de LIBRAS no atendimento e nos espetáculos, garantindo acesso ao público com deficiência auditiva. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: A produção priorizará a escolha de espaços que ofereçam condições de acesso para pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida. Caso o espaço não tenha as condições necessárias, a equipe de produção garantirá o acesso conforme a Lei nº 13.146, de 2015, e Decreto nº 9.404, de 2018. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO As palestras e bate-papos serão munidas de medidas de acessibilidade de conteúdo. As casas contarão com intérprete de LIBRAS no atendimento e na realizaçao das ações, garantindo acesso ao público com deficiência auditiva.

Democratização do acesso

O proponente disponibilizará 10% dos ingressos serão comercializados a valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012; Como medida de ampliação de acesso, adotaremos o exposto no inciso V art. 21 da IN nº 02/2019 do MINC, a saber: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22 Em atendimento ao art. 22 da IN nº 02/2019: - Realização de 1 palestra gratuita com a diretora Rita Porto e a supervisora Rosane Gofman em cada uma das cidades em que ocorrerão temporadas superiores a 10 apresentações; - Realização de bate-papo com ator, diretora e parte da equipe de criação sobre o processo de montagem do espetáculo; O projeto prevê a contratação de dois estagiários de produção, estudantes da rede pública do ensino superior, para auxílio nas atividades de gestão e produção executiva.

Ficha técnica

O proponente será remunerado pelas funções de Coordenação de Projeto e Coordenação Administrativo Financeira. Direção: Rita Torres Rita Torres é atriz e produtora há mais de 15 anos. Trabalhou como produtora de shows no circo voador e com grupos brasileiros no início da carreira. Após 4 anos estudando nos EUA, voltou ao Brasil e começou a trabalhar como produtora e assistente de direção de conteúdo e de comerciais. Estudou com diretores e preparadores de elenco nos últimos anos, como Daniel Herz, Sérgio Penna, Beto Silveira, Benvindo Siqueira, Cininha de Paula, Fábio Barreto, André Guerreiro Lopez, André Pellenz, Luiz Antônio Rocha e outros. Esteve em cartaz ano passado com espetáculo dirigido por Daniel Herz e ao longo dos dois últimos anos vem fazendo uma imersão em direção com a atriz e diretora Rosane Gofman e estudando dramaturgia na funarte e com Cristina Fagundes. Texto/Atuação: Yuri Gofman Yuri Gofman começou no teatro aos quatorze anos na sua primeira peça profissional, Tem 23 anos de carreira, onde transitou em diversas funções: ator, diretor, roteirista e produtor. Foram mas de 15 espetáculos, dentre eles a trilogia “Doutor”, que percorreu o Brasil por 8 anos e se destacava pelo humor e a capacidade de fazer diversos personagens, que assinava também o texto e a Dirigiu e escreveu para NANY PEOPLE o espetáculo “Meninas crescidas não choram”. Roteirizou, dirigiu e atuou no curta “Amor de cigarros”, fez participações em séries televisivas e novelas. Também comediante, estrelou em casas de prestígio do Rio de Janeiro seus dois solos de humor, “Posso ser sincero?” e “Pra comer depois.” Este último ficou em cartaz também em São Paulo, para onde se mudou para aprimorar a escrita de roteiro em séries numa escola especializada e agora retorna ao Rio de Janeiro com seu novo espetáculo “Pai na real”, baseado nas suas experiências com a paternidade repentina de 3 filhos, onde retorna a dramaturgia e ao palco. Direção de Produção e Supervisão Geral: Rosane Gofman Desenho de Luz: Aurélio di Simoni Cenário: Jorge Roriz PRINCIPAIS REALIZAÇÕES - Jorge Roriz:Prêmio do Vale do Paraíba Concurso de Vitrines pelo CDL (Clube dos Diretores Lojistas) - 1985-Exposição – Coletiva no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro organizada pelo Recanto das Artes na Ilha do Governador - 1988 -Cenografia, figurino e adereços para o espetáculo ao ar livre A Paixão de Cristo - Rão de Cristo – Realizado pela Companhia Siderúrgica Nacional – Volta Redonda/RJ - 1995 -Exposição - Galeria de Arte UBM - Clécio Penedo, do Centro Universitário de Barra Mansa (UBM)- “O imaginário religioso brasileiro – uma alegoria” – 2007 -Pintura e Restauração de Imagens de 16 Igrejas da cidade de Volta Redonda – no período de 2007 a 2008 -Trabalho de Arte e Decoração na montagem da Exposição “Índia” no CCBB – Centro Cultural Banco do Brasil no Rio de Janeiro – 2011 -Execução do figurino da Comissão de Frente da Escola de Samba Beija Flor de Nilópolis – 2012 -Trabalho de Pintura de Arte e Objetos Cênicos para cenografia do Musical “Milton” – com direção de Charles Müller e Cláudio Botelho no Teatro NET Copacabana RJ- 2012-Cenografia da peça teatral “Silêncios Claros” Contos de Clarice Lispector com Ester Jablonski e direção de Fernando Philbert no Midrash Centro Cultural Leblon RJ – 2012- Trabalho de Pintura de Arte e Objetos Cênicos para cenografia do Musical “ Os Saltimbancos Trapalhões” - com direção de Charles Moeller e Cláudio Botelho no Teatro Cidade da Artes . RJ – 2015- Confecção de parte do figurino da atriz Débora Seco – Baile de Abertura Carnaval do Copacabana Palace (Ateliê Henrique Filho ) Direção musical: Charles Khan Diretor musical, Músico, Arranjador e Compositor. Tem trabalhado com música para Cinema, TV, Radio e Teatro desde 1978, em mais de 300 montagens profissionais..Direção de produção e Supervisão Geral: Rosane Gofman

Providência

PROJETO ARQUIVADO.