Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 194027ArquivadoMecenato

QUEBRADEIRAS, As Mulheres do Babaçu – Espetáculo Teatral e Musical

GRUPO ARTÍSTICO ATOS
Solicitado
R$ 600,7 mil
Aprovado
R$ 600,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
PE
Município
Recife
Início
2019-12-20
Término
2022-12-31
Locais de realização (1)
São Luís Maranhão

Resumo

Superprodução teatral e musical que, baseado em casos reais, narra as dramáticas e inspiradoras histórias de seis mulheres que mudaram suas vidas através do coco babaçu, quebrando preconceitos e conquistando grande relevância social no Norte e Nordeste do Brasil. Apostando na simplicidade e criatividade, todos os figurinos e cenografia do nosso espetáculo serão feitos a partir da fibra do babaçu, destacando uma das suas riquezas para a economia regional.As apresentações vão acontecer em espaços públicos e as músicas cantadas serão as mesmas belas cantigas entoadas pelas quebradeiras em sua labuta diária, misto de força e delicadeza.

Sinopse

Inspirado em casos reais, nosso espetáculo narra o drama e as conquistas de seis mulheres, com apenas personagens femininas aparecendo em cena. A começar por Firmina, uma das mais respeitadas quebradeiras de coco da região e que lidera com grande autoridade a pequena vila interiorana chamada de Babaçual, que é habitada em sua maioria por mulheres envolvidas com o ofício de quebrar coco babaçu, uma atividade bastante típica no Norte e Nordeste do Brasil e que é passada de mãe para filha há várias gerações. É esse o caso de Coracy e Joênia, mãe e filha que, juntas, enfrentam preconceitos por serem quebradeiras, além de profundas injustiças dentro de uma realidade social que ainda insiste em diminuir tudo que pertence ao universo feminino. Um exemplo disso é que os outros filhos de Coracy, todos homens, sentem bastante vergonha de dizerem que a mãe e a irmã são quebradeira. Já Rosa, uma mulher que vive sendo agredida das mais variadas maneiras pelo marido, tem a chance de adquirir uma nova postura diante da vida a partir do seu contato com essas mulheres do babaçu, trabalhando junto com elas e, dessa forma, alcançando independência financeira, autoestima e coragem para se libertar definitivamente de uma relação tóxica e abusiva. Com o retorno de Dandara, única neta de Firmina e primeira integrante da família a cursar uma faculdade, o resultado do trabalho das quebradeiras de Babaçual começa a ganhar projeção internacional. Dandara, que vem apenas passar férias para matar a saudade da avó, também traz consigo uma colega que conheceu na capital, a Sheila, cineasta canadense bastante premiada na área. Juntas, elas fazem um documentário das mulheres do Babaçual, levando para o mundo inteiro o conhecimento de produtos como azeite, óleo, sabão, entre outras riquezas advindas do coco babaçu. Sheila também se encanta com as belas canções compostas e entoadas pelas quebradeiras enquanto executam o seu delicado e ao mesmo tempo vigoroso ofício e, também, escuta de Dona Firmina o depoimento de histórias reais de como a arte de quebrar coco babaçu superou inúmeros obstáculos e sobrevive até os dias de hoje, mudando as vidas e sustentando as famílias dessas mulheres de fibra que nunca se acomodaram diante de tantas adversidades. No final, Dandara acaba confessando que, logo quando chegou na universidade da capital para cursar Ciências Sociais, também sentia um pouco de vergonha de dizer que pertencia a uma família de quebradeiras, mas que ao longo do tempo foi descobrindo a importância desse ofício para encomia local e manutenção de uma tradição cultural tão rica, passando a sentir imenso orgulho de suas origens. Personagens princiais: * DONA FIRMINA: mais de 60 anos, mulher vivida, conhecedora de todas as artes que envolve a cultura do babaçu e que comanda a pequena vila de Babaçual com pulso firme e muita coragem, sem nunca esmorecer e nem baixar a cabeça para ninguém. * CORACY: 50 anos, é quebradeira de babaçu desde que se entende por gente, recebendo todos os conhecimentos deste ofício de sua mãe, que recebeu da avó e assim sucessivamente. Agora ela passa os conhecimentos de suas ancestrais para a única filha. Já os seus nove filhos homens morrem de vergonha do fato de sua mãe e irmã serem quebradeiras e eles sempre tentam diminuir as duas por causa deste ofício. Mas as duas, evidentemente, ignoram as críticas masculinas e mantém aquela tradição passada de mãe para filha. * JOENIA: 23 anos, única filha de Coracy, segue a mãe no ofício de quebrar babaçu, sempre com muito orgulho e coragem, quebrando preconceito e sendo protagonista de sua própria história. * ROSA: 35 anos, casada com um homem que a agride das mais diversas formas. Mas é através do ofício de quebradeira que ela desabrocha para vida, adquirindo independência e autoestima, libertando-se definitivamente de qualquer tipo de relação tóxica e abusiva. * DANDARA: 25 anos, acabou de se formar em Ciências Sociais na capital e vem passar uma temporada em Babaçual juntamente com sua avó Firmina, que foi quem a criou logo após a trágica morte de sua mãe quando ela ainda era menina de colo. * SHEYLA: 30 anos, cineasta que nasceu no Canadá, mas veio passar férias no Nordeste brasileiro e acabou se apaixonando pelo lugar, ficando aqui para gravar um documentário sobre as quebradeiras. É através do seu trabalho que as quebradeiras de Babaçual vão ganhar projeção internacional.

Objetivos

Objetivo Geral: Para comemorar o mês da mulher iremos oferer uma produção e realização de um espetáculo teatral e musical, composto por atrizes e profissionais locais, que fará uma temporada de um meses em espaços abertos de São Luís, capital do Maranhão, totalizando 10 apresentações em lugares públicos, totalmente gratuito, indicado para todas as idades, contribuindo assim para a formação de novas plateias e incentivando a atividade artística regional, além de priorizar uma narrativa que enaltece o protagonismo feminino, como é o caso das quebradeiras de coco babaçu, mulheres de fibra que terão o seu cotidiano narrado de uma forma inédita, original e altamente profissional. Objetivos Específicos: * Realização de 08 apresentações totalmente gratuitas do nosso espetáculo em espaços públicos da capital maranhense, a partir da data em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, no mês de Março. Realizar 08 Feirinhas para a comercialização de produtos oriundos do babaçu, nas imediações do local das apresentações do espetáculo. * Abordar na dramaturgia do nosso espetáculo um tema ainda pouco trilhado nas narrativas teatrais da região, como é o caso das emocionantes e dramáticas histórias de superação das quebradeiras de coco babaçu, tramas recheadas de uma atitude de coragem e determinação. * Utilizar a fibra do coco babaçu na produção de figurinos e cenários do nosso espetáculo, valorizando assim o que é nosso e que, após a finalização do nosso projeto, serão doadas para exposições em espaços culturais da região. * Promover no final de quatro apresentações, bate-papos entre elenco e direção do espetáculo com quebradeiras de "verdade", estudiosos e especialistas de produtos relacionadas ao coco babaçu, que vão desde o óleo de cozinha, além de cosméticos, destacando e divulgando seus inúmeros benefícios medicinais, como também o seu impacto econômico na região. * Fomentar uma maior visibilidade para as atividades culturais produzidas pelas próprias quebradeiras de coco babaçu, sobretudo suas belas canções que são compostas e entoadas enquanto elas executam o seu ofício, passando de mãe para filha, preservando assim uma tradição que é cultivada de geração em gerações entre as mulheres do babaçu. * Proporcionar a formação de novas plateias, que terão contato com uma produção de altíssima qualidade e, ao mesmo tempo, popular, totalmente gratuita e acessível a todos os tipos de públicos. * Ampliar e incentivar o desenvolvimento artístico das regiões brasileiras fora do eixo Rio-São Paulo, valorizando e trazendo mais empregos para os profissionais envolvidos neste tipo de produção no Norte e Nordeste do país. * Atrair a atenção na mídia para Protagonismo feninino e geração de renda.

Justificativa

No Art. 1º da Lei 8313/91, o projeto se enquadra nos seguintes incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais _ o projeto será realizado de forma gratuita, com acesso a todos sem nenhuma distinção. A temporada durante o mês de Março será em comemoração a mulher, será em espaços abertos da capital maranhense. II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais _ a seleção de um elenco atores, todos nascidos na região nordestina do país, que sejam multitalentosos e dominem várias linguagens cênicas, como canto, dança, valorizando assim o profissional e mão de obra local. Toda a cenografia e figurinos do nosso espetáculo serão confeccionados a partir de materiais e elementos típicos do Nordeste como, por exemplo, a fibra do buriti, amplamente utilizado pela população local na produção de produtos artesanais e, também, de utensílios domésticos, como cestas e vassouras, além de roupas, chapéus e bijuterias, contribuindo imensamente para a economia da região e realizar ferinha para que seja comercializados os produtos do Babaçu e aumentar e contribuir no aumento de renda do estado. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores _ Espetáculo baseados em fatos reais, irá enaltecer a mulher através do seu trabalho e lindas cantigas. Espalhadas no interior de estados como Maranhão, Piauí, Pará e Tocantins, as quebradeiras de coco babaçu são mulheres simples que, por meio do seu trabalho com o coco babaçu, adquirem empoderamento financeiro e autoestima, além de contribuir fortemente para o crescimento econômico local. E é com uma dramaturgia livremente inspirada em fatos reais, que o nosso espetáculo aborda essa temática ainda inédita no cenário teatral brasileiro, jogando luz para os dramas e histórias de superação dessas mulheres que não esmorecem jamais. Mais do que nunca o protagonismo feminino deve estar na ordem do dia por meio de espetáculos que enalteçam mulheres de fibra como as quebradeiras de coco babaçu, verdadeiros exemplos de como encarar alegremente as dificuldades diárias mesmo diante da dureza da vida, mas sem nunca perder a fé por dias melhores. Tudo isso, além de divulgar os benefícios econômicos e medicinais das várias riquezas advindas do coco babaçu, valorizando a potente cultura popular que ainda é passada de mãe para filha no Norte e Nordeste do Brasil. Valorização essa que já ocorrem em alguns países da Europa, como França, Espanha, Alemanha, Itália e Portugal, em que os produtos feitos a partir do coco babaçu são bem aceitos e vendidos por preços bastantes expressivos. Entre vários benefícios, o babaçu contribui na construção das casas, dele é possível extrair óleo, leite e do mesocarpo, camada intermediária do coco, se faz uma farinha bastante nutritiva. Da mesma forma, ele é fonte de renda por ser matéria prima para a produção de sabão, e seus produtos, como o óleo e a castanha, são comuns na culinária local e mesmo na produção de cosméticos, que são vendidos com enorme êxito até em países da Europa, Ásia e América do Norte. A árvore oferecida facilmente pelo cerrado, principalmente nas áreas alagadas, tornou-se meio de vida e sobrevivência. Para as mulheres que se autodenominam como quebradeiras, principalmente, tornou-se identidade e profissão. Com relação ao Art. 3º da Lei 8313/91, o projeto se enquadra nos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001) - Gravaremos em vídeo todas as apresentações do espetáculo e serão transmitidos pela internet através de redes sociais e do site do evento, em tempo real e após o evento ficará disponibilizado no site do evento. c) O projeto prevê a realização de 15 apresentações de espetáculo teatral e musical em locais abertos a público, realização de feirinhas no local de das apresntações para que seja comecializados os produtos do Babaçu. O ofício das quebradeiras de coco babaçu, aprendido de geração a geração, sustenta há séculos famílias esquecidas num Brasil interiorano, de riquezas naturais, abundância de recursos e, também, de especulação territorial e conflitos rurais. A essas mulheres, munidas de seus cofos (cestos feitos de palha de babaçu para carregar os cocos) e machados, coube enfrentar a pobreza e a negação do Estado em reconhecer seus direitos, ancestralmente adquiridos. Ao assumirem o ofício do babaçu, passaram a se denominar como quebradeiras de coco babaçu. Passaram, então, a se reconhecer e a se organizar enquanto tal. No início não foi fácil, foram muito discriminadas. Algumas tinham vergonha de dizer o que faziam, outras os filhos e filhas também não diziam o que as mães e avós faziam. Mas com o tempo, passaram não só a ter orgulho de sua atividade, como também começaram a defender a importância do que fazem para a economia local e para a sobrevivência das comunidades em que vivem. Enquanto executam o seu ofício, um misto de força e delicadeza, elas cantam belas cantigas, a maiorias composta por elas mesma ou de origem desconhecidas, geralmente falando de amores que partiram e não voltaram mais. Entre vários benefícios, o babaçu contribui na construção das casas, dele é possível extrair óleo, leite e do mesocarpo, camada intermediária do coco, se faz uma farinha bastante nutritiva. Da mesma forma, ele é fonte de renda por ser matéria prima para a produção de sabão, e seus produtos, como o óleo e a castanha, são comuns na culinária local e mesmo na produção de cosméticos, que são vendidos com enorme êxito até em países da Europa, Ásia e América do Norte. A árvore oferecida facilmente pelo cerrado, principalmente nas áreas alagadas, tornou-se meio de vida e sobrevivência. Para as mulheres que se autodenominam como quebradeiras, principalmente, tornou-se identidade e profissão. III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais - O nosso espetáculo é planejado no sentido de contribuir para a riqueza da história de São Luís do Maranhão, trazendo uma proposta regional e, ao mesmo tempo, universal, valorizando a cultura popular produzida fartamente nessa região. Investir em um projeto cultural que priorize e enalteça a mulher através da cultura popular. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos _ O projeto será gratuito e aberto a todos os públicos sem distinção à idade, classe, raça e gênero, proporcionando uma difusão dos saberes culturais, num formato acessível e gratuito não fazendo distinção entre classes sociais e afins. Enaltecer histórias de vidas tão dramáticas e vitoriosas através de um espetáculo teatral de altíssimo nível, popular e acessível a todos os públicos se faz mais que necessários em tempos em que o protagonismo feminino está na ordem do dia.

Especificação técnica

O ESPETÁCULO TERÁ 1 HORA DE DURAÇÃO. PROPOSTA DRAMATÚGICA: O nosso grande objetivo dramatúrgico é, de uma forma simples, acessível e envolvente, contar a história de superação e conquistas das quebradeiras de coco babaçu do Norte e Nordeste do nosso país, principalmente a conflituosa relação que elas têm diariamente contra uma realidade que ainda insiste em ser extremamente opressora contra a mulher. Histórias de vida em que todos os nossos espectadores possam de alguma forma se identificar com a universalidade dos dramas apresentados em cena. É dentro desse ineditismo temático sobre o universo das típicas quebradeiras, ainda pouco abordado em produções teatrais da região, que o nosso enredo vai amarrar o drama cotidiano de seis mulheres - Firmina, Coracy, Joênia, Rosa, Dandara e Sheila - em uma belíssima e emocionante trama inspirada em histórias reais e produzida a partir de uma profunda pesquisa de como elas, através da relação com as riquezas advindas do coco babaçu, conseguem adquirir confiança, independência e autoestima, enaltecendo assim a força e o protagonismo de mulheres simples que, juntas, superam o duro cotidiano com muita coragem, ousadia e determinação.

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE Produto: Espetáculo Teatral e Musical Deficientes Visuais – Disponibilização de dispositivos de áudio descrição Deficientes Auditivos – Disponibilização de intérprete de libras Deficientes Físicos – Rampas, banheiros adaptados e espaços reservados CONTRAPARTIDA SOCIAL: OFICINA: Título da Oficina: Introdução à Dramaturgia - da Ideia à Ação. Duração (horas): cinco dias de aulas, com quatro horas de aula a cada dia, totalizando 20 horas no final. Dias da semana: de segunda a sexta. Horário: das 14h até as 18h. Cidade: São Luís, Maranhão. Público Alvo: jovens a partir dos 16 anos de escolas públicas. Nº Máximo de Participantes: 200 Objetivo da Oficina: Alicerçado na clássica sentença aristotélica de que Drama é Ação, a nossa oficina apresenta de uma forma fácil, descomplicada e criativa, os conceitos básicos para a construção de uma narrativa ficcional como, por exemplo, a elaboração de um personagem, seus desejos e conflitos, os arquétipos da Jornada do Herói, entre outros elementos indispensáveis da carpintaria dramatúrgica tanto para o texto teatral como o roteiro televisivo e cinematográfico. Atividades: Primeira Aula: o que é Drama? Personagem como agente do Drama. O que move uma personagem? Conflitos e desejos. Protagonista versus Antagonista. Como atividade em sala de aula, cada participante da oficina vai elaborar um personagem a partir do seu próprio universo de referências cotidianas. Segunda Aula: quais são os sete arquétipos de personagens comuns ou funções psicológicas encontrados em todas as boas histórias? Exercício criativo em sala de aula sobre o assunto do dia. Terceira Aula: quais são as etapas da "Jornada do Herói", indispensáveis na construção de toda a boa história? Exercícios criativos em sala de aula sobre o assunto do dia. Quarta Aula: diferenças específicas entre o texto teatral e o roteiro cinematográfico. Quinta Aula: a desconstrução do drama. A experiência de Zen Salles como dramaturgo e roteirista, com apresentação de textos de sua autoria, como as bem-sucedidas peças “Pororoca”, “Genet, o Poeta-Ladrão” e o roteiro para cinema do curta “Um Buraco Negro na Pupila Dilatada”. Justificativa: Narrativas ficcionais não se resumem apenas aos livros, produções teatrais ou da chamada Sétima Arte. Por essa razão, o domínio da escrita dramatúrgica se faz necessária para a elaboração de produtos audiovisuais, como teatro e cinema. Diferente da Literatura, a escrita dramática tem as suas especificidades, códigos, linguagens e ferramentas. É aí que entra a nossa oficina, que vai tratar dos principais elementos da dramaturgia de maneira fácil, criativa e descomplicada para quem tem interesse de se lançar nesse ofício tão apaixonante. Avaliação do aluno: Presença em todos os dias da oficina, além da intensa participação em cada atividade sugerida como, por exemplo, o perfil biográfico de uma personagem a partir do seu universo referencial. Bibliografia: “A Jornada do Escritor”, Christopher Vogler; “Para Trás e Para Frente”, David Ball; “Da Criação ao Roteiro”, Doc Comparato; “Manual do Roteiro”, Syd Field; “Roteiro de Cinema e Televisão”, Flávio de Campos; “A Personagem de Ficção”, Antônio Candido, Anatol Rosenfeld, Décio de Almeida Prado, Paulo Emílio Salles Gomes; “Três Usos da Faca”, David Mamet; “O Herói de Mil Faces”, Joseph Campbell; “O Poder do Mito”, Joseph Campbell.

Democratização do acesso

DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO A temporada começará no mês de março de 2020, com estreia numa data bem próxima ao Dia Internacional da Mulher . Também gravaremos em vídeo todas as apresentações do espetáculo e serão transmitidos pela internet através de redes sociais e do site do evento, em tempo real e após o evento ficará disponibilizado no site do evento. Espetáculo de Artes Cênicas E em atendimento ao disposto no Artigo 21 da IN nº 2/2019 do Ministério da Cidadania, adotaremos: IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias. Utilizar a fibra do coco babaçu na produção de figurinos e cenários do nosso espetáculo, valorizando assim o que é nosso e que, após a finalização do nosso projeto, serão doadas para exposições em espaços culturais da região. * Promover no final de quatro apresentações, como contrapartida social, bate-papos entre elenco e direção do espetáculo com quebradeiras de “verdade”, estudiosos e especialistas de produtos relacionadas ao coco babaçu, que vão desde o óleo de cozinha, além de cosméticos, destacando e divulgando seus inúmeros benefícios medicinais, como também o seu impacto econômico na região. * Fomentar uma maior visibilidade para as atividades culturais produzidas pelas próprias quebradeiras de coco babaçu, sobretudo suas belas canções que são compostas e entoadas enquanto elas executam o seu ofício, passando de mãe para filha, preservando assim uma tradição que é cultivada de geração em gerações entre as mulheres do babaçu. * Proporcionar a formação de novas plateias, que terão contato com uma produção de altíssima qualidade e, ao mesmo tempo, popular, totalmente gratuita e acessível a todos os tipos de públicos. * Ampliar e incentivar o desenvolvimento artístico das regiões brasileiras fora do eixo Rio-São Paulo, valorizando e trazendo mais empregos para os profissionais envolvidos neste tipo de produção no Norte e Nordeste do país. Em todas apresentações terão uma nine feirinha com os produtos do babaçu, onde esses proficionais terão a oportunidade de comercializar seus produtos e assim gerar rendas e divulgar tudo que o produto oferecer.

Ficha técnica

Proponente- Diretor Geral e Financeiro Sou dono da empresa, tudo é criado e decedido por mim. Delego todo projeto. RAMILSON GOMES DA SILVA Curso de teatro: Primeiros passos, primeiros conhecimentos teatrais Izaltino Caetano na Casa da Cultura de Pernambuco, produção da Renascer Produções Culturais.Interpretação o Jogo do Ator- produção da Funarte - Jorge Clécio. Participou dos filmes: • Calma Monga! Calma!, direção de Petrônio de Lorena. • Febre do Rato, direção de Cláudio Assis. Como Técnico e Assistente de Produção participou dos espetáculos: A Grande Estiagem, de Isaac Gondim Filho, com produção do Foco 3 Coliseu (2000)Vila Encanto Natureza, produção executiva de Paula Uchoa (2010). A Adivinhação, produção Gerência de Artes Cênicas.Três Mulheres da Vida, Produção Beluz Produções. Como Produtor Executivo e Auxiliar de Produção participou dos trabalhos: Seminário Internacional de Critica Teatral 2012 - Encontro dos Continentes.Planeta dos Palhaços, da Renascer Produções Culturais. Como Produtor Executivo e divulgador participou: II Seminário de critica teatral "O pensamento e a encenação realizado pela Renascer Produções Culturais (2006).III Seminário Internacional de critica teatral "Encontro das Américas" Realizado pela (Culturais/2007).Ler o teatro - a escola do espetáculo, realizado pela Renascer Produções Culturais.XV Todos Verão Teatro do Sertão ao Litoral, realizado pela Federação de Teatro de Pernambuco – FEATEPE na Assessoria Técnica(2008)FEATEPE na Assessoria Técnica (2008)Como Produtor Executivo vem assinando junto a Foco 3 do Coliseu, Refletores Produções, Marketing Eventos Culturais, a título de parcerias em eventos culturais de teatro desde 2004. Presidente do Grupo Artístico Atos. Produtora Executiva - Maria José de Paula Ramos ( Paula Polo) - Area de atuação: MARKETING,PROPAGANGA e EVENTOS / FORMAÇÃO: Artes Cenicas • Publicidade EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL - 1990-2004 – AB Group- ABPA,Regional Promo, Rádio 102 FM, Agência Focus Cargo: Coordenação,Gerente e Diretora - Carreira desenvolvida na área de Planejamento, branding, Marketing, eventos e publicidde com experiência em gerenciamento de projetos - Responsável pela elaboração de tendências de mercado e perfis de consumo; Desenvolvimento de promoções e lançamento de novos produtos,relacionamento entre empresa e clientes, e captação de novos clientes. Durante o período que estive no Grupo AB ( ABPA Marketing e Produção de Eventos e Regional Promo Pulbi) Exerceu varias cargos. Coordenação e gerenciamento em produção de eventos ,além de trabalhos promocionais e publicitários, dando ênfase a produções culturais realizadas mediante captação de incentivos fiscais e de marketing direto. Captação de recursos para projetos com vários perfis, produção executiva da Paixão de Cristo do Recife. DIRETOR E AUTOR DO ESPETÁCULO Ezeniel Sales e Silva, que adotou o nome artístico de Zen Salles, é jornalista formado pela Universidade Federal do Maranhão e dramaturgo que, durante os anos de 2009 e 2010, foi aluno do Núcleo de Dramaturgia Sesi-British Council. Pororoca”, peça de sua autoria, foi a grande escolhida para montagem após um rigoroso processo seletivo incluindo mais de 200 textos teatrais, ficando em cartaz durante seis meses no Teatro do Sesi, em São Paulo, com direção do premiado Sérgio Ferrara. Com “Pororoca”, recebe a indicação na categoria de Melhor Dramaturgo de 2010 pela Cooperativa Paulista de Teatro. Em 2012 faz parte da equipe de roteirista de “Sessão de Terapia”, série televisiva dirigida por Selton Melo. Em 2013, sua peça “Genet, o Poeta-Ladrão” foi considerada um dos dez grandes espetáculos de São Paulo pela revista Veja SP e premiada em várias categorias na Aplauso Brasil. “Tadzio” estreia em 2015 com cinco meses de temporada e sucesso de crítica, além de ganhar o Prêmio Cenym 2015 de Melhor Autor. Para a Sétima Arte, Zen Salles escreveu os roteiros cinematográficos de “Um Buraco Negro na Pupila Dilatada” e “Charlotty”. CACAU DI AQUINO Figurinista Educação:Universidade Federal do Maranhão 30 de Abril de 1999 - Licenciado em Educação Artística SENAI/CETQT-Rio de Janeiro-RJ Estilismo Experiência: “GALATÉIA”- Teatro-2003 “CANTATA LIRICA À MOZART” - Ópera-2006 “ A CARROÇA É NOSSA”- Teatro-2015 “AS TRÊS FIANDEIRAS”- Teatro-2016 “XOTE ELÉTRICO”- Show-2016 “A MANCHA ROXA”-Teatro-2017 “JOÃO DO VALE – O MUSICAL”- 2018 “ UMA SEXTA-FEIRA EM 1940”- FILME-2018 HABILIDADES: Criar e produzir figurino e make-up para teatro, shows e performances.

Providência

Arquivado conforme solicitação do proponente.