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PRONAC 194035Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

Viagem Pitoresca pelo Brasil

CAPIVARA EDITORA LTDA
Solicitado
R$ 243,8 mil
Aprovado
R$ 243,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livros ou obras de referência - valor Artístico
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2020-02-01
Término
2021-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Publicação de livro com cerca de 50 fotografias de florestas brasileiras feitas pelo fotógrafo Cássio Vasconcellos, que percorreu diversas florestas em diferentes Estados do Brasil com o intuito de criar um diálogo com as obras dos artistas viajantes do século XIX.

Sinopse

Viagem pitoresca pelo Brasil é uma série inspirada nos pintores europeus que vieram retratar o Brasil no início do século XIX, entre eles Johann Moritz Rugendas, Jean-Baptiste Debret, Hercules Florence, Conde de Clarac, Aimé-Adrien Taunay, Carl von Martius, entre outros. O Brasil era um país totalmente fechado aos estrangeiros até 1808, quando o Príncipe regente de Portugal, Dom João de Bragança, decretou a abertura dos portos às nações amigas. Com isso, a partir de 1816, aportou no Brasil a Missão Artística Francesa, a Missão Austro-Alemã e a Expedição Langsdorff, com o objetivo de estudar e retratar o Brasil e mostrá-lo ao velho mundo, que até então não tinha nenhuma referência visual do que havia por aqui. E com isso, o Brasil foi um dos poucos países da América a ter um registro tão rico e instigante, e foi retratado como um paraíso perdido, por vezes belo e fascinante, outras vezes temeroso e sublime. Cássio Vasconcellos desenvolveu uma técnica especial para que as fotografias tenham uma semelhança ao processo das litografias da época. Ao visitar florestas brasileiras e fazer esses registros, o artista traz à luz questões sobre a paisagem, os biomas, a preservação da natureza. Como produto final, o livro criará um diálogo entre as obras dos artistas viajantes e o registro contemporâneo das florestas brasileiras, por meio do olhar autoral de Vasconcellos. Acontece, assim, uma interação entre linguagens artísticas separadas por cerca de 200 anos, mas que retratam os mesmos ambientes, proporcionando uma nova camada para interpretações sobre a história do Brasil. O fotógrafo Cássio Vasconcellos cresceu ouvindo histórias familiares de seu tataravô, o botânico Ludwig Riedel, que participou da expedição russa Langsdorff. Inspirado por essa memória de infância, mais a admiração pelos pintores viajantes, Cássio viajou pelo Brasil por cerca de quatro anos para fotografar as florestas. Agora ele irá contar a história sobre as florestas por meio de um diálogo que une o clássico e o contemporâneo e suas distintas linguagens: registros históricos, registros contemporâneos, e textos especializados (de autoria de um botânico, e de um especialista em artistas viajantes). Todo esse conteúdo documentado em 160 páginas. O livro será composto por um texto de Cássio Vasconcelos sobre o projeto; um texto de Pedro Corrêa do Lago sobre os pintores viajantes do século XIX; um texto de Ricardo cardim sobre botânica/meio ambiente; imagens de obras dos artistas so século XIX em paralelo às imagens de obras fotográficas de Cássio Vasconcellos; mapa dos biomas e pontos retratados.

Objetivos

Objetivos Gerais: - Valorizar a história, a arte, a cultura e a educação brasileira através de imagens inéditas realizadas pelo fotógrafo paulista Cássio Vasconcellos;- Revisitar o importante trabalho dos pintores europeus como Johann Moritz Rugendas, Jean-Baptiste Debret, Hercules Florence, entre outros _ tão essenciais nos registros que serviram de referência visuais do nosso país ao resto do mundo;- Criar um diálogo entre diferentes formas de manifestações artísticas, utilizando-se dos desenhos, gravuras e das pinturas do século XIX como ponto de partida para o desenvolvimento de um trabalho autoral fotográfico, somente possível de ser realizado pela tecnologia digital existente; - Valorizar o meio ambiente e o ecossistema brasileiro; - Resgatar a temática histórica presente neste ensaio e no imaginário de várias gerações que cresceram vendo estas imagens e escutando contos sobre estas fantásticas expedições; - Apresentar uma proposta que gere interesse do público nacional e internacional por sua linguagem poética, sua estética apurada e sua classificação livre. Objetivos Específicos - Editar e publicar 1.000 exemplares de um livro bilíngue (português e inglês) com imagens feitas pelo fotógrafo Cássio Vasconcellos- Realizar palestras voltadas para alunos e professores da rede pública de ensino com o autor do livro como forma de contrapartida social

Justificativa

O conjunto de obras deixadas pelos artistas viajantes integra a chamada literatura de viagem e se constitui numa literatura de testemunhos, cujos registros e observações ajudaram a conhecer a realidade do Brasil a partir do século XIX. E qual a realidade dessas florestas hoje? Para além de um trabalho artístico, um registro fotográfico autoral, o projeto se justifica por tratar de questões ambientais e históricas: o registro, a análise e a preservação da flora brasileira. Por meio das pesquisas do autor, no campo da fotografia e artes visuais, e de outros pesquisadores, nos campos da história e da botânica, consegue-se ter um produto cultural que sintetiza essa passagem de tempo e transmite aos leitores a emoção que esses artistas viajantes tiveram (e têm) ao se deparar com a exuberante natureza brasileira. Johann Moritz Rugendas, autor do álbum Voyage Pittoresque dans le Brésil; Jean-Baptiste Debret, que fez o Voyage Pittoresque et Historique au Brésil; Hercules Florence, que segundo alguns documentos descobriu isoladamente a fotografia no Brasil antes mesmo de ser oficializada na França em 1839, e comprovadamente foi a primeira pessoa a usar a palavra photographie no mundo; além de outros nomes como Conde de Clarac e Carl von Martius, foram algumas das relevantes figuras da época que construíram este legado, fundamental, servindo de ponto de partida para a série Viagem Pitoresca pelo Brasil. A palavra pitoresca, presente no título, também vem carregada de sentidos. Seu conceito faz referência às impressões subjetivas desencadeadas pela contemplação de uma cena paisagística, que intermedia a ideia entre o sublime e o belo: "semelhante ou feito" como uma pintura. Viagem Pitoresca pelo Brasil é um ensaio de Cássio Vasconcellos inspirado nos pintores, desenhistas e gravuristas europeus que vieram retratar o Brasil no início do século XI, quando aportaram em terras brasileiras as primeiras missões artísticas que tinham como objetivo estudar e retratar da forma mais fiel que possível o novo mundo, enviando informações e referências pictóricas ao velho continente. Estas gravuras, desenhos e pinturas, presentes nos livros de escola e nos contos que escutava quando criança, compuseram o vocabulário visual de Cássio Vasconcellos, que sempre teve estas expedições em seu imaginário, já que o autor é tataraneto de Ludwig Riedel, botânico da expedição Langsdorff, a mais importante já realizada e que registrou os aspectos mais variados da fauna, flora e da sociedade, constituindo o mais completo inventário já realizado sobre o Brasil no século XIX. E foi após este hiato de mais de dois séculos, que Viagem Pitoresca pelo Brasil, de Cássio Vasconcellos vem resgatar este rico material da nossa história, tranversalizar a linguagem na arte juntando a gravura, o desenho a pintura e a fotografia em um ensaio autoral, onde a natureza retorna à sua forma monumental e sublime. A proposta cumpre os dispositivos da Lei 8.313/91 conforme abaixo: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. Para o cumprimento destes objetivos, o projeto atenderá pelo menos os seguintes objetivos elencados no Art.3o: II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos

Especificação técnica

LivroTiragem de 1 mil exemplares160 páginas100 reproduções de imagens3 textos 26 x 26 cm

Acessibilidade

LIVRO Acessibilidade Física O lançamento do produto cultural é previsto em local com todas as condições de acessibilidade, tanto física, quanto com entrada pública e gratuita. Acessibilidade de Conteúdo Como medida de acessibilidade de conteúdo, será gravado DVD com audiodescrição detalhada das imagens para atender ao público com deficiência visual CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade de Conteúdo Contrataremos intérpretes de LIBRAS para as palestras que serão realizadas como contrapartida social

Democratização do acesso

Doação e distribuição do produto cultural, respeitando as seguintes cotas: - 20% para instituições e associações de caráter social, educativo ou de formação artística, a serem definidas posteriormente;- 10% para distribuição em ações promocionais de divulgação do projeto;- 10% para patrocinadores do projeto;- A editora também realizará uma palestra gratuita, aberta ao público, com os autores do catálogo, com o objetivo de promover a história e a cultura nacional, bem como democratizar os bens culturais patrocinados. Além das medidas acima, 10% do produto cultural será comercializado de modo que atenda a alínea “d” do inciso I do art. 20. Promoveremos o uso do Vale-Cultura para aquisição do livro, de acordo com o inciso IX do artigo 21.

Ficha técnica

Coordenação geralEditora Capivara Capivara Editora é dedicada exclusivamente a assuntos brasileiros. Foi fundada em dezembro de 2001 com o propósito de criar livros ilustrados ligados principalmente à arte, história, arquitetura e fotografia do Brasil, com especial atenção ao século XIX.Apoiadas em extensa pesquisa e acesso a materiais inéditos encontrados no Brasil e no exterior, as publicações da Capivara Editora percorrem a arte e a história do Brasil, que se revelam no legado dos viajantes pioneiros no país — pintores, memorialistas e fotógrafos —, na construção da arquitetura nacional, desde o século XVI até os dias atuais, nas coleções Brasiliana e mesmo na obra de artistas contemporâneos brasileiros.Vários títulos da Capivara foram agraciados com prêmios prestigiosos, como o Jabuti ou o APCA. Coordenação editorialEditora Capivara FotografiasCássio Vasconcellos Cássio Campos Vasconcellos (São Paulo, SP, 1965) – Iniciou sua trajetória na fotografia em 1981, na escola Imagem-Ação. Seus trabalhos já foram exibidos mais de 200 vezes em 20 países, além de integrar o seleto grupo do livro “The World Atlas of Street Photography”, publicado pela Thames & Hudson, Inglaterra, e pela Yale University Press, U.S.A. e que traz a série “Noturnos São Paulo”.Ele começou sua carreira trabalhando em projetos pessoais e fazendo exposições. Nos últimos anos, o artista apresentou “Coletivos”, no Today Art Museum (TAM), Pequim, China (2013); “Itinerant Languages of Photography”, Princeton University Art Museum, Princeton, New Jersey, Estados Unidos (2013); e “O Elogio da Vertigem: Coleção Itaú de Fotografia”, Maison Européenne de La Photographie, Paris, França (2012).Como fotojornalista, trabalhou na Folha de São Paulo, em 1988. Ele também viveu em Nova Iorque em 1984-85 e em Paris, em 1989, atuando como freelancer e em 2003 desenvolvendo um ensaio fotográfico sobre a cidade. Em 1990, trabalhou no estúdio da DPZ Propaganda.Cássio Vasconcellos publicou livros como: Brasil Visto do Céu, (Editora Brasileira, 2017), Aeroporto (2015), Aéreas do Brasil (BEI, 2014), Panorâmicas (DBA, 2012), Aéreas (Terra Virgem Editora, 2010) e Noturnos São Paulo (2002). Ganhou vários prêmios como o Conrado Wessel de Arte (2011), Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA – 2002), pela melhor exposição do ano com a mostra “Noturnos São Paulo”; Prêmio Porto Seguro de Fotografia, (2001); e Fundação Nacional de Arte (Funarte) (1995). E suas imagens fazem parte de diversas coleções no Brasil e no exterior, como o MASP – Museu de Arte de São Paulo (São Paulo, Brasil), Bibliothèque Nationale (Paris, França) e Museum of Fine Arts (Houston, Estados Unidos). TextosCássio Vasconcellos Ricardo Cardim Ricardo Cardim é Botânico e paisagista, é mestre em Botânica pela Universidade de São Paulo e diretor da Cardim Arquitetura Paisagística. Apresenta um trabalho inovador em áreas verdes, resgatando a natureza original através de projetos e implantações em diferentes escalas. Recebeu em 2011 a Medalha Anchieta e o Diploma de Gratidão da Cidade de São Paulo da Câmara Municipal pela descoberta de áreas de Cerrado sobreviventes na malha urbana. Foi colunista por 7 anos da Rádio Estadão e de 2013 a 2014 na Rede Globo. Curador nas exposições de longa duração do Museu da Casa Brasileira “A Casa e a Cidade” e “Remanescentes da Mata Atlântica & Acervo MCB”. Com o objetivo de resgatar as florestas nativas dentro da escala urbana, criou a técnica “Floresta de Bolso”, aplicada em áreas públicas e privadas com a participação da comunidade em mutirão e apoiada por empresas e poder público. O artigo científicono International Journal of Biometeorology com o resultado da sua dissertação de mestrado foi citado pela revista Nature em 2017. Em 2018 publicou o livro “Remanescentes da Mata Atlântica: As Grandes Árvores da Floresta Original e Seus Vestígios” pela Editora Olhares Pedro Corrêa do Lago Pedro Corrêa do Lago é autor de 22 livros sobre a arte e a cultura brasileiras. Foi curador de importantes exposições no país e no exterior. Em 2002 fundou com sua mulher, Bia Corrêa do Lago, a editora Capivara, especializada em arte brasileira, e publicou os primeiros levantamentos completos das obras dos maiores pintores viajantes. Foi presidente da Fundação Biblioteca Nacional, de março de 2003 a outubro de 2005, quando fundou a Revista de História da Biblioteca Nacional. É cronista da Revista Piauí Projeto gráfico Didiana Prata - Prata Design Didiana Prata é arquiteta e designer gráfica formada pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo – FAU-USP (1990), onde fez sua pós-graduação no departamento de Projeto Espaço e Cultura (2016). Iniciou sua formação profissional nos escritórios Cauduro Martino e Oz Design. Foi editora de arte e de projetos especiais do jornal Folha de S.Paulo (1992 – 1997) e diretora de arte da revista Elle Brasil, publicada pela Editora Abril (1998).Desde 1998 é sócia da Prata Design, estúdio de design gráfico integrado com comunicação, em diferentes plataformas, com ênfase em mapeamento e cultura visual digital, design editorial e expositivo, identidade visual e curadoria de imagem. Recebeu vários prêmios nacionais e duas menções em convocatórias internacionais.Atualmente pesquisa as transformações das narrativas visuais e do design em diferentes interfaces, com foco na poética das narrativas visuais das redes. É membro do grupo de pesquisa Estéticas da Memória no Século XXI (CNPq – FAUUSP). É professora convidada do curso de Pós-graduação em Design Gráfico da FAAP e do curso “Novas estratégias para construção de narrativas”, na Escola da Cidade.

Providência

Arquivado conforme solicitação do proponente.