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PRONAC 194054Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Diálogo no Escuro - Porto Alegre

CALINA PROJETOS CULTURAIS E SOCIAIS LTDA
Solicitado
R$ 1,45 mi
Aprovado
R$ 1,45 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Inclusão da pessoa com deficiência, participação ativa e acessibilidade plena
Ano
19

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2019-12-23
Término
2022-12-31
Locais de realização (1)
Porto Alegre Rio Grande do Sul

Resumo

O projeto levará a Porto Alegre, uma adaptação para a realidade brasileira da Exposição Diálogo no Escuro. O projeto foi criado na década de 1980, na Alemanha, e já foi visitado por quase nove milhões de pessoas, em mais de 140 cidades de 40 países, de todos os continentes. Na exibição, o visitante caminhará por um cenário que simula ambientes do cotidiano da cidade, totalmente escuros, guiados por Pessoas com Deficiências Visuais. O objetivo é proporcionar a conexão entre visitantes e PCDs, com o objetivo de quebrar preconceitos através do Diálogo, Encontro e Experiência. Adicionalmente, serão realizadas experiências sensoriais com o público escolar.

Sinopse

Sentir o mundo sem enxergar. Ser conduzido por guias deficientes visuais através de salas totalmente escuras e especialmente construídas, em que cheiro, som, vento, temperatura e textura apresentam as características de ambientes cotidianos como parques, ruas, mercearias, cidades e cafés. Interagir sem a visão, mas usando seus outros sentidos, principalmente audição e tato. Uma inversão de papéis em que as rotinas diárias tornam-se uma nova experiência, fora do ambiente familiar. São os guias, deficientes visuais, que proporcionam segurança e sentido de orientação e respondem a questionamentos que normalmente não se tem a chance de fazer, reduzindo as barreiras e ajudando na compreensão mútua. No Diálogo no Escuro, a quebra do preconceito é realizada através de três elementos: Diálogo, Encontro e Experiência. O trajeto dura pouco menos de uma hora, mas os efeitos podem durar uma vida. Diálogo no Escuro é uma exibição de grande sucesso internacional. No mundo, a exposição já foi visitada por quase nove milhões de pessoas, em alguns dos mais importantes museus e eventos artísticos do mundo, em mais de 140 cidades de 40 países. Em cerca de 50 a 60 minutos, grupos de oito pessoas são levadas pela área de cerca de 300/400 m2 da exibição, sem nenhuma luz, por diversos ambientes. Através do som, do cheiro e de objetos, identificam o tipo de lugar onde estão. Nesse espaço, o deficiente leva uma vantagem sobre o visitante, pois vive sua vida no escuro. O projeto foi criado na Alemanha, por Andreas Heinecke. Ao interagir pela primeira vez com uma Pessoa com Deficiência Visual, durante um trabalho, notou a sua própria carga de preconceito. Ao final do período, se surpreendeu com a capacidade e independência de seu colega. Ele sentiu que seu preconceito foi quebrado ao conhecer a pessoa, ou seja, através do Diálogo, Encontro e Experiência. A exibição foi inspirada na filosofia de Martin Buber, que dizia "A única maneira de aprender é por meio do encontro”, e de Albert Einstein, que falava "A única fonte do conhecimento é a experiência.” As reações dos visitantes no Brasil, assim como é normal no mundo todo, são de encanto com o potencial desses guias. Os deficientes visuais são a estrela da experiência sensorial. A exposição amplia o conceito de como vivenciar a arte e a cultura, permitindo uma experiência cultural inédita e impactante. Após a recepção aos visitantes, a experiência começa com dicas sobre como manusear uma bengala que é entregue e que os ajudará a se locomover na escuridão. Na cabine totalmente sem luz, não é permitido usar celulares, relógios, câmeras, lanternas ou qualquer outro objeto luminoso, tudo para que o público vivencie a sensação de conhecer e identificar o ambiente e seus objetos através dos outros sentidos e deixar sua imaginação fluir. Não é necessário usar vendas no olhos, tudo é realmente escuro. Na sequência, o grupo entra em uma sala totalmente escura e conhece o guia cego que o orientará durante o trajeto. O visitante não sabe como é o guia, fisicamente, até o final do trajeto, depois de conviver – e até mesmo depender dele – por quase uma hora. No escuro, não existem diferenças físicas, não importa se o guia é alto ou baixo, gordo ou magro, branco ou preto. No escuro, somos todos iguais. A visitação da exposição permite que o público passeie por ambientes que são definidos de acordo com o espaço da exposição. Em São Paulo, tivemos Parque do Ibirapuera, Feira livre, Drogaria, Rua e Bar de Jazz. No Rio, apresentamos o Jardim Botânico, uma Feira de artesanato e Quiosque de praia. Na montagem de 2020, os ambientes em Porto Alegre podem ser semelhantes a esses ou diferentes como, por exemplo, galeria de arte, livraria, um ônibus ou até mesmo um barco. Desta forma, o visitante pode sentir por determinado tempo como é a rotina de pessoas com deficiência visual e possa a perceber quais são suas sensações e dificuldades. Sons variados estimulam a audição em meio a esculturas, enquanto os visitantes se descobrem pisando em pedras, grama, atravessando pontes, tocando folhagens e água que escorrega pelas pedras de uma cachoeira. Após poucos minutos na completa escuridão, os estímulos do ambiente acalmam o grupo, permitindo momentos de reflexão e de profundas descobertas. Durante toda a visitação, ocorre uma dramatização para inserir os visitantes nos ambientes que visitam no escuro, de forma dinâmica e criativa. Os guias, conhecedores da “beleza invisível” ensinam os visitantes a “ver” uma cultura não visual. Será um espaço a serviço da sociedade e, principalmente, dos deficientes visuais e atentos aos objetivos da política nacional de museus, cujo princípio indica a promoção, valorização, preservação e fruição do patrimônio cultural brasileiro, que representam um dos dispositivos de inclusão social e resgate da cidadania, tanto em termos de revitalização, como na criação de novos processos de produção e institucionalização de memórias. Desse modo, a proposta é criar uma exibição viva e em constante processo de transformação em que a cultura criada pelos deficientes visuais compõe os espaços de visitação na escuridão. Evidentemente, esse processo gera ganhos e transformações, causando um impacto na sociedade como um todo. Isso melhora a auto-estima dos deficientes visuais, faz eles atuantes, em constante transformação e crescimento pessoal. É um verdadeiro resgate da cidadania, lembrando que a exibição, como uma instituição de educação não formal, propicia o aprendizado sem os métodos tradicionais de ensino, permitindo o aprendizado pelo lúdico, apelando pela emoção, despertando a memória afetiva, entre algumas opções. Nessa experiência, nenhuma visita é igual à anterior. Cada guia tem sua própria trajetória de vida. Alguns nunca enxergaram, outros perderam a visão em épocas diferentes: infância, adolescência, fase adulta. Cada um deles, em contato com grupos que podem ser de crianças, adolescentes, adultos ou idosos, ou mesmo misturados, farão com que cada trajeto tenha seu diferente diálogo, com diferentes perguntas e diferente interação. Afinal, essa não é uma exposição de objetos, mas uma exposição de pessoas, de relações humanas, de humanidades. Um dos grandes destaques do projeto é a seleção de pessoas cegas e/ou com baixa visão que serão incorporadas à equipe de trabalho para atuar como guias sensoriais da exposição. Devemos contratar entre 10 e 12 guias, dependendo dos horários. As pessoas com deficiências visuais receberão um completo treinamento de modo a torná-las mais confiantes, motivadas e inseridas na sociedade. A remuneração que lhes será paga permitirá também que sejam independentes economicamente, sendo, portanto, também um projeto de inclusão social reconhecido internacionalmente e tendo já empregado mais de oito mil deficientes visuais pelo mundo. Esses guias serão recrutados por meio de parcerias com instituições idôneas. No Rio e São Paulo, fizemos parceira com Instituto Benjamin Constant e Fundação Dorina Nowill, entre outros. Em Porto Alegre, será feita a parceria com instituição similar.

Objetivos

Objetivos Gerais: 1- Mostrar ao ser humano comum que o impossível não existe, nós é que determinamos nossos próprios limites. 2- Sensibilizar os visitantes para as necessidades de Pessoas com Deficiência, promovendo a coexistência entre as diferenças. 3- Aumentar a consciência do público e a tolerância, ultrapassando a barreira entre "nós" e "eles". Mergulhando na escuridão, pessoas que enxergam começam a verificar que são capazes de se movimentar e vão questionar seus preconceitos sobre o que significa ser "normal". 4- Entender os pontos fortes e o potencial daqueles que muitas vezes são assumidos como mais fracos e menos capazes. Esta experiência possibilita que a escuridão se torne um lugar de comunicação e trocas sem restrições. 5- Criar empregos para as pessoas deficientes visuais, transformando déficits percebidos em ativos potenciais. Objetivos Específicos: 1- Gerar emprego para 10 a 12 Pessoas com Deficiências Visuais. 2- Atingir um público de cerca de 18.000 a 20.000 pessoas, em 90 dias de exposição. Entre estes são esperadas as visitas de escolas públicas e privadas, ONGs e comunidades, contribuindo para a educação desta população e para a inclusão na sociedade. 3- Oferecer experiências sensoriais para cerca de 1.000 estudantes de grupos que visitem o evento.

Justificativa

Atualmente, 29 localidades, de 20 países, estão apresentando Diálogo no Escuro, na forma de Exposição ou Workshop. Algumas delas são permanentes e outras já completaram mais de 10 anos de exibição contínua. Os países são: Alemanha, Argentina, Austrália, Áustria, Brasil, China, Coréia do Sul, Hong Kong, Índia, Israel, Itália, Japão, Lituânia, Malásia, México, Rússia, Singapura, Taiwan, Tailândia e Turquia. No Brasil existem cerca de 6 milhões de deficientes visuais, sendo 600.000 totalmente cegos. A Pessoa com Deficiência Visual enfrenta inúmeros obstáculos em seu processo de inclusão na sociedade, sendo para eles ainda mais difícil o acesso à informação, educação, cultura e ao mercado de trabalho. Entre os fatores de exclusão social do deficiente visual, destaca-se a reduzida oferta de literatura em braile, que é o sistema de escrita e leitura que se adequa às suas necessidades. Há vários dados que mostram que os cegos, entre as Pessoas com Deficências, são os que menos conseguem empregos formais, mesmo com a Lei de Cotas. A montagem em Porto Alegre tem como objetivo atingir e sensibilizar uma parcela maior da população, considerando-se o potencial cultural e populacional da cidade. A experiência no Diálogo no Escuro gera faíscas e pensamentos que dissolvem mentalidades antigas e permitem o acesso a novas pessoas e um novo mundo. O visitante começa a questionar suas suposições, como ele experimenta os seus limites. Embaixadores de uma subcultura pouco conhecida, a visitação inicia um diálogo, que perdura para além do seu tempo dentro da exposição. Diálogo no Escuro sempre atrai um grande público ao criar postos de trabalho para Pessoas com Deficiência. A exibição permite uma visão múltipla e a comunidade, consciente de sua identidade, se transforma. A partir da vivência e da interação entre Pessoas com Deficiências Visuais, da arte e dos visitantes vão surgindo fatos e referências que alteram comportamentos. O efeito multiplicador é imediato. Impacto sobre os visitantes: Um estudo mostrou que 100% dos visitantes que foram questionados lembravam da experiência cinco anos depois e 90% relataram sentir-se sensibilizados para o mundo dos cegos. Impacto sobre o cego: Diálogo no Escuro cria postos de trabalho para pessoas com deficiência, muitos dos quais são desempregados crônicos. Desde 1989, em todo o mundo, mais de 8 mil pessoas cegas ou com baixa visão ganharam renda e reconhecimento através de seu trabalho. Para muitos membros da equipe, esta posição significa a independência financeira, aumentando a sua autoconfiança e mudança na sua autoestima e imagem. A necessidade da utilização da Lei de Incentivo à Cultura é total. Para que a Exposição possa atingir um número grande de visitantes, o valor do ingresso precisa ser baixo, seguramente abaixo do valor do Vale Cultura. Por outro lado, a montagem envolve grandes custos para criação de um cenário realista, o escurecimento total do espaço expositivo e a manutenção durante o período da exibição. Portanto, é a Lei de Incentivo à Cultura que possibilita trazer ao país essa iniciativa que quebra preconceitos e contribui com a inclusão de PCDs. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Artigo 3º da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Estratégia de execução

Acreditamos que todos os detalhes foram abordados.

Especificação técnica

A duração prevista da Exposição é de cerca de 90 dias.

Acessibilidade

O Projeto, no seu todo - Exposição e Atividades Sensoriais, é um projeto de inclusão social e sensibilização da população para Pessoas com Deficiência e se trata de uma visita sensorial. O percurso da Exposição é feito numa cenografia de cerca de 300 a 400 metros quadradros SEM NENHUMA LUZ. Todos os Guias são deficientes visuais, para que os visitantes, além de vivenciar 45 minutos sem o sentido da visâo, possa ter a troca de experiências com seu guia, com o objetivo de quebrar barreiras e preconceitos. O projeto permite total acessibilidade a pessoas com deficiência: FÍSICA: Os guias são totalmente treinados para atender cadeirantes e o espaço será construído de forma a possibilitar a visitação de cadeiras de rodas. Para grupos com dificuldade de locomoção, alocamos guias adicionais pra atender às necessidades dos visitantes do grupo. Não há geração adicional de custos. AUDITIVA: A comunicação em LIBRAS não é possível nesta experiência, por ser toda no escuro. No entanto, os deficientes auditivos são especialmente conduzidos com mais proximidade e total conexão com o guia especialmente treinado para lhes fornecer a mesma EXPERIÊNCIA no escuro que a fornecida aos demais visitantes. Eles recebem uma explicação detalhada do que vão encontrar, para que possam fazer a identificação e usufruir da experiência. Não há geração adicional de custos. INTELECTUAL: Todos os guias são treinados para atender pessoas com necessidades intelectuais especiais. Os grupos de visitantes são divididos em grupos menores para proporcionar-lhes uma visita prazerosa. Não há geração adicional de custos. VISUAL: A visita é totalmente sensorial e, portanto, acessível a pessoas com deficência visual. Além disto, todos os guias são cegos ou com deficiência visual. A planilha orçamentária conta com rubrica para impresão em Braille, no valor de R$ 15.000. As demais iniciativas não gerarão custos adicionais.

Democratização do acesso

A Exposição seguirá as normas locais em relação a gratuidades e meia entrada. Meia-entrada é oferecida para professores e estudantes com identificação; pessoas com deficiência; titulares da ID Jovem. Entrada gratuita, mediante apresentação de documento comprovatório: menores de 12 anos, maiores de 60 anos, grupos pré-agendados de estudantes de escolas públicas do ensino médio e fundamental e para ONGs. Em um dia da semana, os ingressos serão gratuitos para todos os visitantes. Informações sobre a Exposição são disponibilizadas no site da Exposição e em redes sociais. No caso da Exposição, dois incisos do Art. 21 da IN nº 02/2019 são atendidos: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como palestras; e VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil. Serão realizadas atividades sensoriais adicionais para os grupos escolares, atendendo ao disposto no art. 21 da - VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil. O valor máximo dos ingressos será de R$ 50,00 a inteira e R$ 25,00 a meia, valor do Vale Cultura, podendo ser ainda mais baixo. Sem a Lei Rouanet, seria necessário cobrar um valor bem mais alto, dificultando o acesso do público.

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA: Proponente: Calina Projetos Culturais e Sociais Ltda. Diretora Geral e Responsável Técnico: Andréa Sapolnik (Calina)Diretor Financeiro e Administrativo: Luiz CalinaCenografia, Design e Programação Visual: Nahum Levin - Proponente: Calina Projetos Culturais e Sociais A Calina Projetos foi criada em 2003 e tem como objetivo produzir eventos culturais, sociais e motivacionais de forte impacto para a sociedade e institucionalmente para as empresas e seus colaboradores. Desde 2014, a Calina Projetos é a representante da Dialogue Social Enterprise no Brasil. A Dialogue Social Enterprise é uma empresa alemã criada há 30 anos, cujos projetos estiveram em mais de 140 cidades de 40 países, visitados por quase 9 milhões de pessoas em todo o mundo, tendo empregado mais de 8 mil deficientes visuais. Seu principal objetivo é através dos projetos - Exposições e Workshops - quebrar o preconceito através dos elementos: ENCONTRO, EXPERIÊNCIA e DIÁLOGO. Seus projetos abordam de forma sensível e impactante a diversidade e inclusão para o público geral, estudantes da rede pública e privada, universitários e público corporativo promovendo a COEXISTÊNCIA entre as diferenças e diminuindo a exclusão das minorias. A Calina Projetos fará a Coordenação Geral do Projeto. Principais realizações da Calina Projetos: Workshops Corporativos Diálogo no Escuro: SP e RIO - 2017 até o presente Diálogo com o Tempo: UnibesCultural SP - 2018 Exposição Diálogo no Escuro: MHN (Rio) - 2016 e Unibes Cultural (SP) - 2015/2016 Tesouros da Terra Santa: MASP (SP) - 2008 Exposição Albert Einstein Casa das Rosas (SP) - 2006 Pergaminhos do Mar Morto Rio - MHN (Rio) - 2004 e Estação Pinacoteca (SP) - 2005 - Diretora Geral e Responsável Técnico: Andréa Sapolnik (Calina) Formada em Economia pela Universidade de São Paulo, com especialização em Marketing pela City of London University, tem 20 anos de experiência em gestão de marketing em empresas de bens de consumo, e trabalha há 16 anos na área cultural, com a captação de recursos para o Grupo Blue Man, Instituto Tomie Ohtake, Masp, Conteúdo Teatral e coordenação da montagem de exposições internacionais. Sócia-Responsável pela montagem das exposições da Calina Projetos, concentrada na captação de recursos, áreas de comunicação e coordenação das equipes de produção (programação visual, design, montagem, iluminação, negociação com museus, patrocinadores e comunicação). - Diretor Financeiro, Administrativo e de Operações: Luiz Calina Formado em Comunicação Social pela PUC-RJ, com pós-graduação em Marketing pelo Instituto de Administração e Gestão pela mesma instituição, tem uma experiência profissional de mais de 30 anos nas áreas de comunicação, consultoria, gestão de projetos e administrativo-financeira, tendo trabalhado em empresas como Arthur Andersen, Ernst & Young, Origin, Cap Gemini e Cambridge, entre outros. Tem uma vasta experiência internacional, tendo atuado profissionalmente dois anos e meio nos Estados Unidos na área de consultoria. Desenvolveu projetos no Brasil, EUA, Canadá, Porto Rico, Argentina, Venezuela e Colômbia. Entre seus principais clientes incluem: Compress, Promex, Droga Raia, Agora Senior, Furnas, Itaú, Brasil Telecom, Vera Cruz, DaimlerChrysler e Philips . Uutiliza metodologias de gerenciamento de projetos baseados no PMI em seus projetos. Em projetos culturais é responsável pela gestão global de exposições, incluindo contatos internacionais, definição de exposição, registro do projeto nas leis de incentivo, prestação de contas, edição de texto, coordenação das equipes de produção - engenharia e arquitetura, montagem e operação. É sócio da Calina Projetos. - Cenografia, Design e Programação Visual: Nahum Levin Diretor do Estúdio NA1 Arquitetura e Design, formou-se em arquitetura na FAU Braz Cubas em São Paulo, em 1980. Trabalhou como artista/designer em São Paulo e participou de várias exposições coletivas de arte e design. De 1982 a 1987, viveu em Nova York, onde continuou a desenvolver suas pesquisas formais em arte, fez exposições individuais e coletivas de escultura e Design e trabalhou em diversas áreas. Foi professor de desenho do objeto e arquitetura na faculdade Braz Cubas e ministrou curso de pós graduação no EAD. Criou e dirigiu o departamento de arquitetura promocional da Agencia Rocha Azevedo, hoje TMSW, atuando como arquiteto e designer com os quais ganhou vários prêmios nacionais e internacionais. Em 2007 funda o estúdio NA1 de Arquitetura e Design. A NA1 desenvolveu vários projetos em arquitetura e exposições, tais como: “Tesouros da terra Santa”, no Masp; “Outras Perspectivas”, no espaço Texprima; “Meiri Levin Tempo e Memória”, no MUBE; “Caminhantes”, no Instituto Ricardo Brennand em Recife e no Centro Brasileiro Britânico em SP; exposição “Premiação de design Max Fefer” em 2002, 2003 e 2004. Fez, dentre outros projetos de Exposição, as do salão do automóvel e Fenatran para Fiat nos anos de 2001 a 2012. Realizou trabalhos importantes para vários outros clientes tais como Unilever, Alpargatas, Suzano, Mercedes Benz, Electrolux, Brastemp, Mauricio de Sousa Produções, Natura, Sabesp, Sara Lee, Danone, etc. Em 2015 e 2016, projetou e montou as exposições “Dialogo no Escuro” em São Paulo, na Unibes Cultural e no Rio de Janeiro no Museu Histórico Nacional. Dialogue Social Enterprise - Equipe da Alemanha Andreas Heinecke - CEOOrna Cohen - CCOLaura Gorni - Sócia Diretora SeniorKlara Kletzka - Sócia Diretora e Consultora SeniorAnnkatrin Meyer - COODaniela Dmitrova - Diretora de Operações no EscuroJose Macias - Treinador Master Obs - Podemos apresentar o curriculum da equipe da Alemanha, se necessário, Informações em inglês na seguinte página:https://www.dialogue-se.com/who-we-are/our-team/

Providência

PROJETO ARQUIVADO.