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PRONAC 194065Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Projeto Emergencial de Arquitetura e Restauração da Estação Barão de Mauá

HOLOS - CONSULTORIA E ASSESSORIA LTDA
Solicitado
R$ 19,24 mi
Aprovado
R$ 19,23 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Restauração de Patrimônio Material
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Patrimônio cultural material
Ano
19

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2020-04-01
Término

Resumo

O projeto trata da viabilização do restauro da Estação Ferroviária Barão de Mauá (Leopoldina) construída em 1863 e com tombamento estadual através da Resolução SEC nº 31 de 07 de fevereiro de 1991. Os projetos emergenciais de arquitetura e restauração apresentados(anexo) contemplam somente as fachadas e cobertura e atendem às demandas do ministério público e IPHAN para esta situação(emergência). Na etapa emergencial não existem projetos complementares, pois trata-se de recuperação, demolição e consolidação dos elementos que se encontram nas fachadas e coberturas da edificação. Somente na segunda etapa - que será executada durante a obra emergencial de fachada e cobertura - que serão elaborados os projetos executivos e complementares para todo o interior da edificação, com vistas à implantação do Museu do Transporte. Outros produtos: edição de um livro bilíngüe apresentando todo o processo de restauração do imóvel e ações de contrapartida social.

Sinopse

A Estação Barão de Mauá (Estação Leopoldina) O prédio da estação Barão de Mauá foi inaugurado em 1926, com a proposta de ser uma edificação suntuosa e imponente, que pudesse abrigar as atividades administrativas do sistema ferroviário operado pela “The Leopoldina Railway”, além de servir de estação terminal de passageiros. Da estação partiam e chegavam trens de passageiros para os subúrbios do Rio de Janeiro e interior do estado, para Minas Gerais e Espírito Santo. Arquitetura O projeto arquitetônico foi desenvolvido pelo escritório dos arquitetos Robert Prentice e Anton Floderer. A edificação da estação é composta por três blocos – principal (acesso), gare e embarque, de plantas retangulares, sobre um pavimento térreo comum. O prédio possui o caráter da arquitetura edwardiana inglesa, de linhas palladianas, com referências ao maneirismo italiano, como forma de destacar o corpo central, sendo considerado dentro do ecletismo classicizante Sobre o projeto de arquitetura e restauração Será desenvolvido em três etapas: Anteporjeto Executivo de Arquitetura e Restauração (Atualização do Projeto Emergencial): Nesta etapa será desenvolvido o anteprojeto de arquitetura e restauração para toda a edificação com a definição dos usos em cada pavimento - Museu do Transporte. Será o início da organização do acervo para o Museu e a definição do conceito da exposição. Compatibilização: Lançamento dos projetos complementares sobre a base de arquitetura e compatibilização/adequação de todas as propostas. Coordenação de todos os projetos complementares e prospecções in loco para verificação de encaminhamentos e condições físicas da edificação. Projeto Executivo: Detalhamento das soluções construtivas e especificação definitiva dos materiais para arquitetura e complementares. Para isso, reuniões com projetistas, fornecedores para análise de amostras de materiais, realização de testes e mockups caso necessário.

Objetivos

Objetivo Geral - Restauro, revitalização e mudança de uso do edifício da Estação Ferroviária Barão de Mauá/ RJ. Objetivos Específicos 1. Realizar a restauração da estação com foco nos seguintes aspectos: estrutura, cobertura, pisos, paramentos, esquadrias, venezianas, gradil e marquise; 2. Implementar, após a restauração, o Museu do Transporte; 3. Criação de um Plano Diretor de Conservação para definir as vertentes urbanas, patrimoniais e econômicas envolvidas para a definição da elaboração do conjunto de equipamentos a serem instalados a médio e longo prazos na estação, totalmente voltado para a criação do museu; 4. Editar livro, com 1.000 exemplares, registrando o processo de recuperação da memória patrimonial com foco nos seguintes pontos: a história da edificação e sua relação com as ferrovias no Brasil, a situação atual, o processo projetual e o resultado final após a execução do projeto; 5. Editar 50 audiobooks com o conteúdo do livro, como forma de acessibilidade de conteúdo; 6. Interromper o processo de deterioração da Estação e resgatar as proporções originais da edificação, alteradas ao longo dos anos que contribuíram para esse processo de deterioração; 7. Devolver à cidade do Rio de Janeiro, um símbolo de sua história e arquitetura com a missão de ser tornar um espaço cultural _ o Museu do Transporte; 8. Expor os projetos de restauro em local aberto à visitação, atingindo um público de cerca de 1.000 pessoas; 9. Realizar 02 Palestras para 100 estudantes e Professores (50/dia) com equipe de arquitetos e historiador como forma de contrapartidas sociais.

Justificativa

A estação Barão de Mauá deixou de ser utilizada definitivamente para embarque de passageiros desde o início do século XXI com todos os passageiros sendo transferidos para a estação Dom Pedro II (Central do Brasil). Desde então está fechada e abandonada, passando por situações de vandalismo como destruição das grades e pichações. Vemos diariamente grandes edificações, monumentos e acervos se deteriorando a ponto de não ser mais possível salvá-los. Triste realidade. Considerando que um dos pontos mais discutidos na cultura é a preservação da memória e dos bens materiais e imateriais, entendemos que o restauro e transformação da estação num espaço cultural _ Museu do Transporte _ é de suma relevância. O projeto se coaduna com o seguinte inciso do Art. 1º da Lei 8313/91: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro. O projeto atinge os seguintes Objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91: Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: b) conservação e restauração de prédios, monumentos, logradouros, sítios e demais espaços, inclusive naturais, tombados pelos Poderes Públicos.

Estratégia de execução

Pesquisa Histórica e Iconográfica HISTÓRICO A primeira ferrovia brasileira Em 27 de abril de 1852 era autorizada, pela Província do Rio de Janeiro, a construção de uma via férrea, com ponto de partida na Praia Formosa e chegada em Raiz da Serra de Petrópolis, cuja extensão seria de aproximadamente 16 km. Ao concessionário, o Comendador Irineu Evangelista de Souza (depois Barão de Mauá) , seria concedido o privilégio para a construção da estrada de ferro que seria a pioneira da América Latina. Os trabalhos para construção da ferrovia tiveram início no dia 29 de agosto do mesmo ano e em 30 de abril de 1854 era inaugurada a primeira seção do trecho – Praia Formosa / Fragoso (parada provisória) - com extensão inicial de 14 km. Assim, entrada em funcionamento a Estrada de Ferro Petrópolis (Estrada de Ferro Mauá). Em 1856 os trilhos chegavam até Raiz da Serra de Petrópolis. Durante os anos vários trechos ferroviários foram sendo construídos, um deles, a estrada de Ferro do Príncipe do Grão Pará que, junto com a Estrada de Ferro Petrópolis, formaria a Linha Grão Pará. A 18 de fevereiro de 1883 os trilhos chegavam até Petrópolis, conduzindo a Família Real. Dois dias depois, o novo percurso era aberto, oficialmente, ao tráfego da população. A Estrada de Ferro Leopoldina Em 1872 era criada a Companhia Estrada de Ferro Leopoldina, quando foi autorizada, um ano antes, a construção de uma estrada de ferro cujo traçado se iniciaria às margens do rio Paraíba, em Porto Novo do Cunha/MG até a cidade de Leopoldina/MG. Em outubro do mesmo ano começavam os trabalhos para a construção da ferrovia e três anos depois, algumas estações já haviam sido inauguradas e abertas ao tráfego. Em 1877 os trilhos chegavam a Santa Rita de Meia Pataca (atual Cataguases/MG) e logo em seguida a Leopoldina, totalizando assim, ainda naquele ano, o total de 120 km de linha férrea. No ano de 1890 a CEFL já havia absorvido outros trechos ferroviários, inclusive o primeiro trecho ferroviário brasileiro e no ano seguinte alcançava uma extensão de 2.127 km, dos quais 1.246 km pertenciam à Rede Fluminense, 844 km à Rede Mineira e 37 km ao Espírito Santo. Em 1895 uma crise abalava a CEFL e em 1897 a Estrada entrava em liquidação. Em 1898 a ferrovia passou a ser controlada pelo capital inglês e começou a funcionar a “The Leopoldina Railway”. O auxílio do governo brasileiro e a recuperação econômica do país contribuíram para que os ingleses pudessem remodelar as linhas da ferrovia, além de reorganizarem os serviços, reconstruírem novas linhas, reformarem o material rodante e outras melhorias, que ficaram acordadas com o Governo Federal, entre elas a construção de uma estação de chegada no Rio de Janeiro, a serem realizadas durante os anos da concessão da ferrovia. O declínio da produção cafeeira, entre outros fatores, impediria o progresso da Estrada, assim, sua capacidade de tráfego fora bem reduzida. A “The Leopoldina Railway” funcionou até 1950 quando o governo brasileiro encampou a ferrovia que passou a se chamar Estrada de Ferro Leopoldina, ligada ao Ministério de Viação e Obras Públicas (atual Ministério dos Transportes) e, em 1957, como parte integrante da Rede Ferroviária Federal S.A. – RFFSA. Com o leilão da malha pela RFFSA, nos anos de 1990, a Ferrovia Centro-Atlântica passou a agregar a malha originária da antiga Estação de Ferro Leopoldina. A Estação Barão de Mauá (Estação Leopoldina) Durante anos, o Governo Federal pressionou a diretoria da “The Leopoldina Railway” para dar cumprimento ao compromisso de construir a estação definitiva da ferrovia no Rio de Janeiro. A companhia inglesa, por sua vez, deu duas opções de escolha ao governo brasileiro: a primeira, era eletrificar os trens do Rio para Petrópolis e a segunda, era construir o prédio definitivo da estação. Depois de muitos entendimentos, ficou priorizada a construção da estação. O prédio da estação Barão de Mauá foi inaugurado em 1926, com a proposta de ser uma edificação suntuosa e imponente, que pudesse abrigar as atividades administrativas do sistema ferroviário operado pela “The Leopoldina Railway”, além de servir de estação terminal de passageiros. Da estação partiam e chegavam trens de passageiros para os subúrbios do Rio de Janeiro e interior do estado, para Minas Gerais e Espírito Santo. Sua arquitetura O projeto arquitetônico foi desenvolvido pelo escritório dos arquitetos Robert Prentice e Anton Floderer. Ambos desenvolveram inúmeros projetos na cidade durante a década de 30, como o edifício Sulacap na Rua da Alfandêga 41, o edifício Anchieta na Praia do Flamengo 186, entre outros (ver Plano Diretor de Conservação). A edificação da estação é composta por três blocos – principal (acesso), gare e embarque, de plantas retangulares, sobre um pavimento térreo comum. O prédio possui o caráter da arquitetura edwardiana inglesa, de linhas palladianas, com referências ao maneirismo italiano, como forma de destacar o corpo central, sendo considerado dentro do ecletismo classicizante. O bloco principal, que possui a fachada principal, é o maior, com seus quatro pavimentos de pé direito alto e 130 metros de fachada aproximadamente. O projeto original não foi executado em sua plenitude, pois somente foi construída a ala direita e o corpo central, ficando a fachada de linhas simetricamente alinhadas, incompleta na sua volumetria clássica. Neste bloco estão localizados, no térreo, os acessos principais à estação, na ala voltada para a Av. Francisco Bicalho, onde outrora funcionava comércio e áreas operacionais da estação, atualmente está desocupado. O orgão federal SESEF, está reformando o espaço que compreende a sobreloja desta ala, para instalar ali um auditório. Na ala contígua ao salão de embarque, localiza-se sanitários e escritório da polícia ferroviária. Nos andares superiores, estão distribuidos os funcionários da empresa do governo do estado - CENTRAL, e o SESEF. No saguão de acesso à gare encontra-se uma edícula, com belo trabalho em marcenaria, que atualmente abriga um café/lanchonete. Na fachada principal, acima das janelas ladeadas por quatro colunas jônicas, encontra-se um frontão clássico, com um relógio ao centro, representando a alegoria “ a agricultura e a industria”, obra do escultor italiano radicado no Brasil, Lélio Landucci. O revestimento externo do prédio foi executado em argamassa de pó-de-pedra, imitando, no embasamento, estereotomia rusticada. Neste plano abrem-se vãos em arco pleno em toda a extensão do edifício. Para ressaltar o acesso principal, os vãos que o ladeiam são menores, encimados por outros vãos que simulam a existência de um andar intermediário, apesar do pé direito interno do hall ter sempre as mesmas dimensões. O bloco intermediário – a gare em si, tem sua cobertura em estrutura metálica importada da Inglaterra. O lanternin tem fechamento em vidro aramado e venezianas metálicas que garantem boa ventilação e iluminação natural. Todo o espaço da gare é circundado por colunas toscanas e vãos em arcos plenos que proporcionam continuidade visual para as outras áreas internas e externas da estação. Na gare se encontram as atuais bilheterias, roletas de acesso e saída e uma passarela metálica (executada posteriormente) que interliga o bloco principal ao pavimento superior do bloco de embarque.

Especificação técnica

Produto Principal - Bem Imóvel - Restauração / Preservação Restauração do prédio da Estação Ferroviária Barão de Mauá, nos seguintes aspectos: projeto arquitetônico, ar condicionado, prevenção de incêndios, iluminação, hidráulica, paisagismos, automação, expografia e museografia. Duração do projeto - 16 meses Produto – Livro Livro bilíngue (português e inglês) Formato: 20 x 24 cm Brochura em cartão supremo 250 g/m2, a 4 x 4 cores Miolo: 256 páginas, em papel couché 150 g/m2, 4 x 4 cores Aproximadamente: 60 imagens Tiragem: 1.000 exemplares Audiobooks – 50 unidades com todo o conteúdo do livro Produto – Contrapartidas Sociais 02 Palestras para 100 estudantes e Professores (50/dia) com equipe de arquitetos e historiador, com duração de cerca de 2 horas. Exposição dos projetos de restauro durante as palestras.

Acessibilidade

Produto Principal - Bem Imóvel - Restauração / Preservação A edificação já conta com acessibilidade para PNEs conforme indicados na Lei 13146/2015. Produto – Livro Produção de 50 áudiobooks para serem distribuídos para bibliotecas, ONGs, escolas, universidades, garantindo acessibilidade de conteúdo. Produto – Contrapartidas Sociais Intérprete de Libras para as palestras para estudantes, professores e público em geral

Democratização do acesso

Produto Principal - Bem Imóvel - Restauração / Preservação A restauração e novo uso da estação prevêem acesso gratuito aos futuros visitantes Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22 Produto – Livro Os 1.000 exemplares editados, bem como os 50 áudiobooks serão distribuídos gratuitamente, preferenciamente para estudantes, professores, bibliotecas, ONGs e universidades. Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; Produto – Contrapartidas Sociais As 02 palestras serão totalmente gratuitas para estudantes e professores da rede pública de ensino. Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22

Ficha técnica

Coordenadora geral, e administrativo-financeiro do projeto: Hólos Consultoria e Assessoria (Proponente): Desde 2006 a Hólos atua nas áreas de coordenação de restauro, produção de exposição e edição de livros. (A) Coordenação de Restauro: 1. Pinturas artísticas do Theatro Municipal do Rio de Janeiro; 2. Painéis “Guerra e Paz” de Candido Portinari; 3. Pinturas do acervo do Palácio Guanabara, RJ; 4. Obras do acervo do Sítio Burle Marx; 5. Pinturas do acervo do Palácio Laranjeiras; 6. Estação de Barra do Piraí/RJ; 7. Estação de Paulo de Frontin/RJ. (B) Produção de exposições: 1. “Eliseu Visconti – Arte e Design“; 2. “LÚMEN – Intervenções Luminosas no Rio de Janeiro“; 3. “Rio Art Déco”, com fotografias de Lena Trindade; 4. “Eliseu Visconti – A Modernidade Antecipada”; 5. “Memorabilia – Amador Perez – 40 anos”; 6. “Mata Atlântica – Ciência e Arte”; 7. “Fiel ao Natural – A Paisagem de Facchinetti”. (C) Edição de livros: 1. “Aves do Jardim Botânico do Rio de Janeiro ”; 2. “Eliseu Visconti – A Arte em Movimento”; 3. “Nise da Silveira, caminhos de uma psiquiatra rebelde”; 4. “Flores do Jardim Botânico do Rio de Janeiro”; 5. “Guia das Aves do Jardim Botânico do Rio de Janeiro”. Coordenador de Produção: RKF Consultoria e Carolina Iglesias Produtoras responsáveis pela captação de recursos, acompanhamento do projeto, execução e auxílio na correta entrega da prestação de contas. Carolina Iglesias: Experiência profissional nos últimos anos: Rede Globo, 2015-2017 Gerente de contratos, responsável pelas negociações, formalização e cumprimento dos contratos de filmes, séries e formatos com distribuidoras nacionais e internacionais;Interlocução com parceiros: Warner, Sony, Disney, Paramount, Fox, entre outros e interlocução com o Departamento Jurídico;Responsável pela Carteira de Contratos de Aquisições e controle do orçamento; Rock World S/A, 2012-2015 Elaboração de propostas e coordenação de projetos de incentivo:Relacionamento com empresas parceiras visando captação de patrocínio para os projetos incentivados; Interface com Ministério da Cultura, Secretaria de Cultura do Estado e Secretaria Municipal de Cultura;Responsável pela interface entre as áreas financeira, comercial e jurídica. RKF Consultoria: A RKF foi fundada em 1999 e atua nas áreas de consultoria, produção e realização de projetos culturais inscritos em leis de incentivo federal, estadual e municipal. Consultoria de projetos: Comitê Olímpico Rio 2016 (desde 2015) – Rio de Janeiro, RJ Exposição “ Entre nós - A Figura Humana no Acervo do Masp” – CCBB Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte; Rock in Rio – Rio de Janeiro, RJ; Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro – Riocentro – Rio de Janeiro, RJ; Série Wine, Jazz, Bossa e Blues – Jockey Clube Rio de Janeiro, RJ; Portinari Arte e Meio Ambiente – Naves do Conhecimento - Rio de Janeiro, RJ; ASM – Ação Social pela Música nas Comunidades do Rio de Janeiro – Rio de Janeiro, RJ; Rio das Ostras Jazz & Blues Festival – Rio das Ostras, RJ; Geek & Game Rio Festival – Rio de Janeiro, RJ; Aves do jardim Botânico do Rio de Janeiro - Guia de Campo – livro e exposição – Rio de Janeiro, RJ. Arquitetura e Restauro: AAA_Azevedo Agência de Arquitetura – currículo em anexo Rodrigo Azevedo – responsável AAA - é arquiteto e urban designer com 15 anos de experiência em projetos de média e grande escala no Brasil e, desde 2002, está a frente do AAA. Sua experiência inclui regeneração urbana (portos e centros históricos), restaurações e novas edificações junto à bens tombados, edificações comerciais e residenciais e programas arquitetônicos com ênfase cultural e educacional nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Pará, Minas Gerais e Espírito Santo. De 2004 a 2006, Rodrigo foi professor de Projeto na Faculdade de Arquitetura da UFRJ e, atualmente, leciona na Universidade Estácio de Sá (desde 2014). Em 2005, foi indicado pelo Prefeito de Nova Iguaçu, Lindbergh Farias, como Secretário de Projeto Urbano, onde ficou até 2007. Em 2008, recebeu bolsa de estudos pelo Foreign Commonwealth Office and British Council (Chevening Scholarship) para mestrado em Housing and Urbanism (MA) na Architectural Association (AA) School of Architecture em Londres, UK, desenvolvendo projetos urbanos em Londres e Hanoi (Vietnan). De 2010 a 2012, Rodrigo foi consultor para AECOM em projetos de urbanismo e arquitetura nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo, Recife e Teresina, a frente dos seguintes trabalhos: Nova Luz (SP), Cidade da Copa (PE) e Bairro Teresina (PI). Em 2012, Rodrigo inicia seu projeto filantrópico “Bairros do Rio”, auxiliando diversas organizações da sociedade civil na qualificação dos espaços públicos através de projetos urbanos e arquitetônicos. Rodrigo tem seu trabalho publicado nos jornais e revistas especializadas no Brasil e no exterior. Proficiente em inglês e espanhol. Equipe do Livro: Coordenadora editorial: Valeska de Aguirre - currículo em anexo Produtora editorial: Alexandra Aguirre - currículo em anexo Fotógrafo: Andre Nazaré - currículo em anexo Designer: Cubículo - currículo em anexo

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2023-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro