| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 07005330000119 | TERNIUM BRASIL LTDA. | 1900-01-01 | R$ 300,0 mil |
| 75315333000109 | ATACADAO S.A. | 1900-01-01 | R$ 300,0 mil |
| 43644285000106 | ITAU CORRETORA DE SEGUROS S.A. | 1900-01-01 | R$ 150,0 mil |
Realizar a 9a edição da FLUP de forma digital e no Rio de Janeiro. Em seus 5 dias de atividades será oferecida ao público uma programação digital com mesas de debates, e presencial com VII Rio Poetry Slam, VI Slam Nacional entre outras ações. A FLUP é precedida por 2 processos formativos a FLUP Pensa Narrativas Curtas, que resulta em um livro, e a FLUP Pensa Laboratorio de Narrativas Negras e Indigenas. A contrapartida social será promover duas sessões do filme "O Quadro Negro" com debate. Todas as programações são gratuitas.
O projeto pretende realizar aproximadamente 18 atividades culturais variadas em 7 dias de programação, além das ações complementares durante o ano, que somam 34 encontros.. Estas atividades estão descritas no item Objetivos. A escolha dos artistas, autores e participantes da FLUP 2020 se dá por meio de curadoria dos criadores do projeto e curadores convidados, baseando?se no conceito escolhido como temática do evento. O objetivo do projeto é ampliar o acesso à leitura e à criação poética, cultivando formas artísticas comprometidas com a cidadania, abrindo espaço para discussões sobre educação, gênero, raça, e outros assuntos, assim como garantir a cultura como direito humano fundamental de todos os cidadãos brasileiros. A FLUP 2020 também quer consolidar o intercâmbio artístico internacional, com convidados estrangeiros. Devido ao Covid19 a participação estrangeira será pré gravada e/ou em live do exterior.
Gerais:A FLUP 2020 propõe criar um ambiente para a celebração e a reflexão em torno do livro e da literatura nos ambientes de periferia e, ao mesmo tempo, para a afirmação desses territórios como integrantes comuns da cidade, com diferenças e especificidades, mas detentores do mesmo estatuto e dos mesmos direitos. A FLUP tem uma aderência bastante consistente da comunidade que a recebe, impacta positivamente as outras comunidades com as quais interagiu em edições anteriores e tem um grande retorno de mídia espontânea, com média de R$ 7 milhões/ano.1. Viabilizar os meios para o acesso ao conhecimento, à cultura e ao lazer para um amplo e diversificado conjunto de pessoas;2. Viabilizar meios para a democratização do livro e da leitura;3. Promover o livro;4. Criar possibilidades de interação entre a comunidades e grupos periféricos;5. Descobrir novos autores;6. Fomentar e formar novos leitores;7. Resgatar, valorizar e divulgar os saberes populares na formação do povo brasileiro.8. Criar novas plataformas de estímulo à leitura (Saraus e Slam).Objetivos Específicos:- Realizar a 9ª edição da FLUP como evento digital.- Realizar 15 encontros da FLUP Pensa Narrativas Curtas, on line, que terá como homenageada a escritora Carolina de Jesus - Seminário "Uma Revolução Chamada Carolina";- Realizar encontros quinzenais dos participantes do processo formativo FLUP Pensa Narrativas Curtas com seus orientadores de forma a acompanhar o desenvolvimento dos textos. 8 turmas. - Realizar 14 Encontros da FLUP Pensa Laboratório de Narrativas Negras onde os participantes produzirão argumentos audiovisuais para futuros roteiros;- Realizar a VI edição do FLUP Slam Nacional digital- Realizar o esquenta FLUP, com ciclo de debates com 5 mesas Homenageando Lélia Gonzáles. - Realizar 17 mesas de debates na programação da FLUP Digital.- Realizar 7 dias de atividades literárias e baseadas em literatura compondo a programação da FLUP de forma digital. - Promover uma sessão do filme "O quadro Negro" digitalmente com link aberto e convite as escolas e universidades, com depoimento dos realizadores.
A FLUP é hoje uma das principais festas literárias da cidade do Rio de Janeiro, com programação robusta, visibilidade na mídia e público expressivo. Ganhou em 2013 o prêmio Faz Diferença do O Globo; em 2016 foi agraciada com o Excellence Awardas da London Book Fair; e em 2017 ganhou a 1ª edição do Prêmio IPL _ Retratos da Leitura. Além de colocar a favela como um espaço possível para grandes debates sobre o livro, identificou, deu rede e revelou uma geração de autores da periferia que hoje chegam com força ao mercado. Também mostrou para a cidade a potente cena dos saraus na periferia, como o da Cidade de Deus e o de Antares. Outra importante contribuição da Festa Literária das Periferias foi inspirar produtores culturais cariocas a criarem seus próprios festivais, como foi o caso da FLIZO. Além de ser uma plataforma para dar visibilidade à produção da periferia, a FLUP aposta em novos formatos, como o Poetry Slam. Outra inovação da FLUP foi a transformação de uma festa literária em um processo de formação de leitores e autores. Vale observar que em suas edições anteriores, a FLUP mapeou um conjunto significativo de ativistas da literatura na metrópole, demonstrando como a atividade literária pode modificar determinados contextos. A FLUP tem revelado autores da periferia para o mercado editorial: foram quase 200 novos autores publicados em mais de 20 livros. Novos desafios se avizinham. A importância de levar a literatura a locais de menor acesso (mas não menor potencial) é um desafio que por si só já justifica um projeto desse porte, importância e magnitude. Histórico FLUP Em 2012, a FLUP realizou sua primeira edição. Uma grande estrutura para a celebração e a reflexão da literatura foi montada no Morro dos Prazeres, em Santa Teresa, no Centro do Rio de Janeiro. Os resultados, sobretudo para um evento estreante, foram muito positivos. A FLUP mobilizou dezenas de escritores, a comunidade e a cidade; gerou renda para diversos moradores e instituições do Morro dos Prazeres. Em 2013, a FLUP homenageou Waly Salomão, poeta e produtor cultural que ajudou a criar a ponte entre os artistas do asfalto e da favela, na edição que realizou em Vigário Geral. Mais uma edição de sucesso. Em 2014, a FLUP chegou à Mangueira para discutir a brasilidade e homenagear o ativista Abdias Nascimento. Havia escritores e poetas de mais de 20 países. A FLUP 2015 foi realizada no morro da Babilônia/Chapéu Mangueira e teve como homenageada a psiquiatra Nise da Silveira e como tema a carioquice nos 450 anos da cidade. A programação tinha nomes expressivos, uma feira de quadrinhos e a 2a edição do Rio Poetry Slam, mas ficou marcada pela hospedagem dos autores dentro da própria comunidade, pela distribuição de cerca de 20 mil livros e pela contação de história na casa das pessoas. Em 2016, a FLUP comemorou os 50 anos da Cidade de Deus e sua programação incluiu a realidade virtual para narrar o drama das famílias que perderam seus filhos para a violência do estado. Em 2017, uma sangrenta guerra de facções no Vidigal foi interrompida para receber cerca de 50 convidados, que em sua esmagadora maioria se hospedaram na própria comunidade. A FLUP 2017 também ficou marcada pelo encerramento do Laboratório de Narrativas Negras para Audiovisual, processo de formação que pode estar revelando a primeira geração de roteiristas negros brasileiros. Em 2018 a FLUP aportou na Biblioteca Parque Estadual, no Centro do Rio e teve uma audiência maciça da populacão e contou como convidados Gilberto Gil, Liniker, Heloisa Buarque de Holanda, entre outros. Em 2019, com a violencia da cidade e a possibilidade de apoio do Museu de Arte do Rio em sediar o projeto, a FLUP acontece no centro, perto do Cais do Valongo coma temática feminismo negro e ohomenageado Solano Trindade. Histórico FLUP PENSA A FLUP tem como parte integrante um processo continuado de formação de leitores e autores que a antecede: a FLUP Pensa. Em 2012, a FLUP Pensa realizou 16 ações, em 13 comunidades da metrópole fluminense, mais duas vezes na Academia de Polícia Militar D. João VI, em Sulacap. No final do processo, foram selecionados 43 novos autores, entre os participantes das ações literárias realizadas pelo projeto, que lançaram um livro durante a FLUP, no dia 8 de novembro de 2012. Em 2103, a FLUP Pensa fez um circuito ainda maior pela cidade, passando por 24 favelas da metrópole, sempre com um autor de expressão. Este processo resultou na publicação de três livros: uma coletânea com 20 poetas, uma coletânea com 20 contistas e um romance. Além da expansão territorial e editorial, mudamos o processo de avaliação de 2012 para 2013, criando uma banca fixa que avaliou o processo de formação por intermédio de uma plataforma de ensino a distância e de um encontro presencial mensal. A FLUP Pensa 2014 sofreu novas mudanças e se transformou em FLUP Brasil, que passou por 4 cidades diferentes: Curitiba, Salvador, São Paulo e Rio de Janeiro. Nesta edição, a FLUP Pensa tirou proveito da inevitável discussão sobre nacionalidade em anos de Copa do Mundo e produziu um livro a partir dos fundadores de um pensamento brasileiro, como Gilberto Freyre, Mario de Andrade, Sérgio Buarque de Hollanda, Darcy Ribeiro e Abdias Nascimento. Depois de palestras sobre a obra desses autores, os participantes enviaram textos para uma banca, que escolheu os 20 melhores para incluí-los em uma publicação. A FLUP Pensa de 2015 teve um caráter futurista, com mais encontros, em mais localidades. Foram 35 ações envolvendo autores com diferentes níveis de reconhecimento, mas todos com grande capacidade intelectual. Ao final, todos escreveram um texto sobre o Rio de 2065. A edição de 2015 também ficou marcada pela criação do selo FLUP na editora Casa da Palavra, que lançou quatro títulos no primeiro ano, três dos quais romances. Em 2016, a FLUP Pensa percorreu mais de 20 comunidades do Rio de Janeiro ao longo de seis meses, que resultaram na publicação de mais três livros. A FLUP Pensa de 2017 teve duas fases: um processo de formação em poesia, que resultou em um livro, e oficinas de narrativas negras para audiovisual, que capacitou os participantes para transformarem suas histórias em roteiros para audiovisual. A FLUP Pensa de 2018 foi ainda mais ambiciosa: fez uma formação de slammers com 12 encontros com poetas negros e a publicação dos slams que organizamos; o livro de Narrativas Curtas homenageou os 80 anos de Martinho da Vila, com 6 encontros inspiradores com autores como Ana Maria Gonçalves, Flavia Oliveira e Eliana Alves Cruz; reeditamos o Laboratório de Narrativas Negras, acrescentando a narrativa documental à discussão sobre novas ficções; por fim, incorporamos a moda ao abrir a FLUP com o desfile Preta-Porter. A FLUP publicou 22 livros em suas sete edições, revelando mais de 150 autores, que utilizam linguagens que vão da prosa à poesia, passando pela história em quadrinho e pelo cinema. Histórico Circuito FLUP Parque Desde a primeira edição da FLUP Parque, criamos uma estreita parceria com a Secretaria Municipal de Educação, em particular com o programa Uma Cidade de Leitores. Na primeira edição, visitamos seis escolas no entorno do Morro dos Prazeres com um projeto chamado Trancinhas, que consistia na contação de histórias baseadas em livros dos autores que estariam na programação da FLUP Parque. Parte expressiva de nosso público foi de estudantes da rede municipal de ensino, em particular das escolas que acolhem crianças e adolescentes das comunidades pacificadas do Rio de Janeiro, as chamadas Escolas do Amanhã. A parceria com a Secretaria Municipal de Educação também se deu com a impactante apresentação do coral Meninos do Rio, que reuniu, no palco da abertura da FLUP, o expressivo batalhão de 700 crianças da rede municipal. Na segunda edição, 2013, levamos o mesmo projeto das Trancinhas para 20 escolas da rede municipal. Em 2014, concentramos nossas ações nas escolas da rede pública do entorno da Mangueira, com contações de histórias escritas pelos autores que participariam da FLUP Parque, todos eles identificados com a lei 10.639, como o índio Daniel Munduruku. Voltamos a inovar no Circuito FLUP Parque de 2015, organizando uma Gincana onde 8 escolas do bairro de Olaria representaram 6 autores. Cada escola tinha um treinador, que a visitou por 3 meses levando os livros e o universo de cada autor. Em 2016 o Circuito FLUP Parque foi renovado e justamente no ano em que Bob Dylan ganhou o Nobel de Literatura diferentes oralidades foram trabalhadas em 5 escolas do entorno da Cidade de Deus: o rap, o samba, o cordel, a contação de histórias e o funk. Cada escola trabalhou a obra de 3 representantes da respectiva oralidade - um vivo, um falecido e o próprio treinador. O resultado dessa imersão foi a II Gincana FLUP Parque, onde cada escola defendeu sua oralidade em diferentes atividades. A FLUP Parque de 2017 colocou as crianças do Vidigal em contato com a memória da comunidade e, em 2018, as atividades infantis e juvenis valorizaram a herança africana, com uma programação focada em autores negros. Em 2019 diversas atividades de incentivo a leitura foram oferecidas para o publico infanti juvenil. A solicitação de apoio ao projeto "FLUP 2020" junto ao Ministério da Cultura, via Lei de Incentivo, é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura em todo o País. O projeto está de acordo com os seguintes incisos do Art. 1° da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O projeto tem por finalidade também, de acordo com o Art. 3° da Lei 8313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
Contrapartida Social - Ação Formativa ( Art 22 IN 02/2019)A FLUP vai exibir o documentário sobre o acesso de negros ao ensino universitário. A Obra intitulada ?Quadro Negro? será exibida no youtube, com depoimento do realizador.Serão feitos convites a diversas universidades para que divulguem a ação e o link aos seus alunos.
Não se aplica.
AcessibilidadePRODUTO FESTIVAL/SEMINARIO/PALESTRAACESSIBILIDADE FISICA DO PROJETONão se aplica, o projeto será digital. ACESSIBILIDADE COMUNICATIVA DO PROJETOAs mesas do processo de formação de narrativas curtas e da programação principal contarão com linguagem especializada em LIBRAS ou legendas. A medida de acessibilidade para deficientes visuais será a linguagem padrão, pois as atividades principais não possuem características visuais e são de fala e declamação.PRODUTO LIVROO produto secundário Livro não será publicado pois a captação foi inferior ao necessário, sendo assim o proponente priorizou o produto principal e os processos formativos.PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIALACESSIBILIDADE COMUNICATIVA DO PROJETOO Filme o Quadro Negro será legendado, ou terá tradução em libras, de forma que deficientes auditivos possam ter acesso ao filme. ACESSIBILIDADE FISICA DO PROJETONão se aplica. A contrapartida será digital.
PRODUTO FESTIVAL/SEMINARIO/PALESTRAA FLUP é em sua concepção primeira um projeto de democratização de acesso à cultura, e especificamente à literatura, totalmente gratuito.Todas as atividades são abertas ao público em geral, ou voltadas para comunidades de baixa renda ou escolas públicas, gratuitas, próximas a populações urbanas desfavorecidas.Os registros dos processos de Narrativas Curtas e as mesas principais de debates, são disponibilizados na integra nos canais do projeto nas redes sociais, democratizando o conteúdo gerado.Estimamos que aproximadamente 50 mil pessoas sejam atingidas pelas suas programações. A FLUP 2020 será realizada de forma digital, devido ao Covid 19, e gratuita.O público da FLUP é composto por moradores de regiões periféricas e/ou baixa renda, sobretudo crianças e jovens. Sendo a FLUP 2020 digital, o público atingido é maior, além do público local, o Brasil todo e países de língua portuguesa, estão sendo impactados pelas ações da FLUP. Em observância ao art. 21 da IN nº 02/2019 do MinC, o projeto adota a medida do inciso VI - oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural; esperamos assim contribuir para a formação e a inserção de jovens no mercado de trabalho.
Realização Associação Cultural de Estudos Contemporâneos. - Coordenação Geral remunerada ( CURRIULUM COMPLETO ANEXADO NA DOCUMENTTAÇÃO) Julio Ludemir e Daniele Bernardino são os Diretores Gerais Julio Bernardo Ludemir nasceu no Rio de Janeiro, mas foi criado em Olinda (PE). Tem dez livros publicados, a maioria dos quais ambientada nas favelas cariocas. O livro Rim por Rim foi finalista do Prêmio Jabuti de 2008. É um dos roteiristas de 400 contra um, que o cineasta Caco de Souza adaptou da autobiografia de William da Silva Lima, um dos criadores do Comando Vermelho. Além de ser um dos criadores da FLUP, é um dos idealizadores da Batalha do Passinho, que levou para Londres e Nova York. Com os dançarinos do Passinho, criou o espetáculo Na Batalha, primeiro grupo de funk a se apresentar no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, tema de documentário que acabou de estrear. Daniele Bernardino Pereira de Salles, pedagoga, mestre em Educação. Atua como especialista em Educação Profissional no Senac Departamento Nacional. Em 2019, assumiu parte da direção da Festa Literária das Periferias - Flup. Julio Ludemir e convidado- Curadores HELOÍSA BUARQUE DE HOLLANDA - CONSULTORA Escritora, professora de teoria crítica da cultura da UFRJ, coordenadora do Programa Avançado de Cultura Contemporânea(PACC/UFRJ) e curadora do Portal Literal. É autora de muitos livros entre eles Impressões de Viagem, Cultura e Participação nos anos 60, Pós Modernismo e Política, O Feminismo como Crítica da Cultura, Guia Poético do Rio de Janeiro, Asdrúbal Trouxe o Trombone: memórias de uma trupe solitária de comediantes que abalou os anos 70, entre outros. LUIZ EDUARDO SOARES – CONSULTOR Professor da UERJ, formou-se em literatura e construiu sua carreira combinando produção literária com docência, obras acadêmicas e gestão pública. É mestre em Antropologia, doutor em ciência política com pós-doutorado em filosofia política. Foi secretário nacional de segurança pública e coordenador de segurança, justiça e cidadania do Estado do RJ. Tem 20 livros publicados, entre eles o romance Experimento de Avelar, premiado pela Associação de Críticos Brasileiros em 1996, e Meu Casaco de General, finalista do Prêmio Jabuti em 2000. Foi professor da UNICAMP e do IUPERJ, além de visiting scholar em Harvard, Virginia, Pittsburgh e Columbia. Entre seus últimos livros, destacam-se Elite da Tropa e Elite da Tropa 2, traduzidos em vários idiomas, além de Cabeça de Porco, com MV Bill e Celso Athayde. ROBERTA ESTRELA DALVA – CURADORA e SLAMMASTER do Rio Poetry Slam Atriz-MC, diretora, pesquisadora, slammer, ativista, membro fundadora do Núcleo Bartolomeu de Depoimento e do coletivo Frente 3 de Fevereiro. É idealizadora do ZAP! Zona autônoma da Palavra, primeiro "poetry slam" (campeonato de poesia) brasileiro. Foi finalista da Copa do Mundo de Poesia Slam 2011 em Paris conquistando o terceiro lugar. Diretora de ”Cindi Hip Hop - pequena ópera rap” vencedor do prêmio FEMSA/Coca de melhor espetáculo jovem. Ganhadora do Prêmio Shell 2011 na categoria melhor atriz. Em 2014 publicou o seu primeiro livro “Teatro Hip-Hop, a performance poética do ator-MC “ pela editora Perspectiva. É curadora e apresentadora do Rio Poetry Slam , primeiro slam internacional da América Latina que acontece dentro da programação da Festa Literária das Periferias (FLUP). Em 2016 foi dirigida pelo diretor americano Robert Wilson no espetáculo “Garrincha, a street ópera”. Apresentadora “Manos e Minas” programa semanal da TV Cultura/SP. Lançou em 2017 o filme Voz de Levante. JOANNA SAVAGLIA - Captação e relações institucionais Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC SP, diretora da empresa Savá Negócios Culturais, que é focada em atender necessidades de produtores culturais nos âmbitos administrativo, captação de recursos e gestão de projetos. Entre os projetos que atende estão: Flip – Festa Literária Internacional de Paraty; FLUP – Festa Literária das Periferias e Cooperifa. Coordena a revitalização da Biblioteca de Caraíva e administra o projeto de digitalização do acervo da estilista Zuzu Angel. RENATA LEITE - Produção Executiva Formada em administração de empresas e MBA em gestão cultural tem vasta experiência em leis de incentivo, editais e produção. Abaixoalguns projetos:- Bernardes”- Flupp - Festa Literária das Periferias (2012,2013,2014,2015,2016, 2017, 2018) - Função: Gestão e Produção-A Invenção do Amor - Função: Gestão- Josephine Baker - Função: Gestão- 100 Anos Vinicius de Moraes ( BPE) - Função: Captação, Direção de Produção e Gestão- Gilberto Gil CCMR - Gravação DVD (2012) - Função: Gestão Financeira e Leis de Incentivo- Tim Maia: Vale Tudo (2011) - Função: Captação, Gestão Financeira e Leis de Incentivo- São João Carioca (2011,2012,2013) - Função: Gestão Financeira e Leis de Incentivo- Roberto Carlos e Caetano Veloso Cantam Tom Jobim (2008) - Função: Produção dos shows. ORIENTADORES DA BANCA DE NARRATIVAS CURTAS Itamar Vieira Junior nasceu em Salvador, em 1979. É autor da coletânea de contos “A oração do carrasco” (2017), finalista do Prêmio Jabuti de Literatura. Tem contos traduzidos e publicados em francês, inglês e espanhol. Seu mais recente trabalho é o romance “Torto Arado”, vencedor do Prêmio LeYa. Alexandre Faria nasceu no Rio de Janeiro em 1970. É escritor e professor de literatura na Universidade Federal de Juiz de Fora. Publicou ''Lágrima palhaça'' (poesia, Aquela Editora, 2012), ''Literatura de subtração'' (ensaios, PapelVirtual, 1999), ''Anacrônicas'' (ficção, 7Letras, 2005; TextoTerritório, 2013), ''Urânia'' (poema-postal e curtametragem, TextoTerritório / Maria Gorda Filmes, 2009), ''Venta não'' (poesia, FUNALFA / TextoTerritório, 2013), ''I'' (poesia, TextoTerritório, 2015), ''Olhos Livres'' (Poesia e livro-objeto, Macondo, 2016) e "oourodooutro" (poesia, TextoTerritório, 2018); e organizou os livros ''Modos da margem - figurações da marginalidade na literatura brasileira'' (Aeroplano, 2015 - com João Camillo Penna e Paulo Roberto Tonani do Patrocínio); ''Outra – poesia reunida no sarau de Manguinhos'' (TextoTerritório, 2013); e ''Anos 70 – poesia e vida'' (UFJF, 2007). Milena Britto é professora da Universidade Federal da Bahia, doutora em literatura e cultura brasileira. Desenvolve pesquisas sobre relações de gênero e literatura e sobre os processos de legitimação do escritor na cena literária contemporânea. Foi professora visitante na Universidad Andina Simon Bolívar, no Equador, e Lecturer na University of California, Berkeley, nos Estados Unidos. Em 2018, também realizou pós-doutorado na University of California- Berkeley. Além da carreira acadêmica, tem atuação em políticas públicas para a área de literatura, tendo sido consultora da UNESCO/MinC/FUNARTE, e gestora de literatura da Fundação Cultural do Estado da Bahia de 2011 a 2015. Atuou como crítica de literatura no Jornal A Tarde e em outros veículos; faz curadoria de eventos literários e é uma das coordenadoras editoriais do selo Paralelo 13S. Ana Paula Lisboa é a mais velha de quatro irmãos, filha de dois pretos. Favelada e carioca de nascimento, atualmente divide a vida entre o Rio de Janeiro e Luanda, onde dirige a Aláfia e a Casa Rede, espaços de produção de arte e cultura na capital angolana. Escritora desde os 14 anos, publicou contos e poesias em coletâneas nacionais e internacionais, hoje se define como Artista Textual, utilizando da palavra escrita e falada em diferentes plataformas, mas sempre no desejo da visibilização na narrativa e gramática negra no mundo. Ana escreve periodicamente na Newsletter Cabeça de Sardinha para o Segundo Caderno do jornal O Globo. Eliana Alves Cruz é escritora e jornalista. Autora de três romances — “Água de barrela”, “O crime do cais do Valongo” e “Nada digo de ti, que em ti não veja” — um livro infantil — “A copa frondosa da árvore” — e de contos para 10 antologias. Vencedora do Prêmio Oliveira Silveira 2015, Menção honrosa do Prêmio Thomas Skidmore 2018 e Semifinalista do Prêmio Oceanos 2019. Frederico Coelho - Professor Adjunto do Departamento de Letras. Possui graduação em História pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1994-1999), Mestrado em História Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1999-2001) e Doutorado em Literatura Brasileira pela PUC-Rio (2004-2008) com Bolsa-Sanduíche da Capes por um ano na New York University (2006). Entre 2001 e 2009 foi pesquisador do Núcleo de Estudos Musicais (NUM) da Universidade Cândido Mendes e pesquisador do NELIM (Núcleo de Estudos de Literatura e Música) da PUC-Rio entre 2009 e 2012. Tem experiência nas áreas de História, Literatura e Artes Visuais, com ênfase em cultura brasileira, atuando principalmente nos seguintes temas: história cultural brasileira, pensamento crítico brasileiro, música popular, memória e práticas culturais, arquivo e literatura, artes visuais e literatura, Modernismo brasileiro, Tropicalismo, Hélio Oiticica, e cultura marginal. Publicou diversos livros, artigos e obras organizadas. Além disso, trabalhou como pesquisador e redator (ou roteirista) para documentários, séries televisivas, sítios eletrônicos, editoras e instituições culturais. Entre 2008 e 2010 atuou como colaborador na coordenação dos cursos do Pólo de Pensamento Contemporâneo do Rio de Janeiro. Em 2009 tornou-se curador-assistente de artes visuais do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-RJ), onde ficou até julho de 2011 trabalhando com Luiz Camillo Osório. Desde agosto de 2014, é Professor Assistente dos cursos de Literatura e Artes Cênicas e da Pós-Graduação em Literatura, Cultura e Contemporaneidade (PPGLCC) do Departamento de Letras da PUC-Rio. Atualmente é coordenador da pós-graduação lato-sensu Formação do Escritor (Departamento de Letras PUC-Rio/CCE) e Co-coordenador do PPGLCC. Cristiane Henriques Costa (Rio de Janeiro, 1964) é uma escritora, jornalista, pesquisadora e professora universitária brasileira. Formou-se em Jornalismo pela Universidade Federal Fluminense. É doutora em Comunicação pela UFRJ. Em 2010, recebeu uma Bolsa Petrobras de Criação Literária e iniciou a pesquisa que levou à publicação de seu primeiro romance, Sujeito oculto. O livro é constituído por colagens de trechos de obras de diversos autores, como Machado de Assis, Jorge Luis Borges e Gustave Flaubert, num processo influenciado pela cultura do remix. Os artistas, autores e participantes da FLUP 2020 serão definidos na pré-produção e produção do projeto.
Prestação de Contas Aprovada, conforme Portaria n° 528 de 13 de setembro de 2022, publicada no DOU em 14/09/2022.