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- Circulação pela região Norte/Nordeste e Rio de Janeiro do espetáculo O QUE MANTÉM UM HOMEM VIVO? A partir de textos de Bertolt Brecht, com canções de Kurt Weil, Hans Eisler e Jards Macalé. - Palestras sobre a obra de Bertold Brecht e sua importância para o teatro e sua resistência contra o nazismo, para estudantes e professores de instituições públicas de ensino, como ação formativa cultural de contrapartida social.
Nesta coletânea de textos de Bertolt Brecht, embalada por canções de Kurt Wiel, Hans Eisler e Jards Macalé, muitas das grandes aspirações da humanidade - a prática do bem, a expansão do conhecimento, a busca por justiça, amar e ser amado, o fim das desigualdades, o gozo da vida em liberdade - são dissecadas à luz das limitações impostas pela brutal assimetria na distribuição de recursos entre as pessoas, a luta pela sobrevivência, a opressão do poder e a ambição desmedida que corrói a solidariedade no coração do ser humano. O QUE MANTÉM UM HOMEM VIVO? Classificação indicativa etária: LIVRE (indicação a partir de 16 anos) Duração: 120 minutos
OBJETIVO GERAL: Este projeto visa a circulação pela região Norte/Nordeste e Rio de Janeiro do espetáculo teatral O QUE MANTÉM UM HOMEM VIVO? Com roteiro elaborado por Renato Borghi e Estér Góes a partir de textos de Bertolt Brecht, com canções de Kurt Weil, Hans Eisler e Jards Macalé. Cumprindo 4 apresentações por cidade e uma curta temporada de 16 apresentações na cidade do Rio de Janeiro, em teatros com capacidade para aproximadamente 200 pessoas. Como ação de contrapartida, em cada uma das cidades da região Norte e Nordeste, além das 3 cessões normais, haverá 1 cessão gratuita com recurso de acessibilidade ampliada (intérprete de Libras) e bate papo entre elenco e público pós-apresentação (no Rio de Janeiro serão 3 sessões gratuitas). OBJETIVO ESPECÍFICO: 1. Circular com o espetáculo teatral O QUE MANTEM UM HOMEM VIVO? Com roteiro elaborado por Renato Borghi e Estér Góes dois dos mais representativos atores da história do teatro brasileiro, a partir de textos de Bertolt Brecht, com canções de Kurt Weil, Hans Eisler e Jards Macalé. 2. Realizar palestras sobre a obra de Bertold Brecht e sua importância para o teatro e sua resistência contra o nazismo, para estudantes e professores de instituições públicas de ensino, como ação formativa cultural de contrapartida social. Em cada uma das cidades da circulação. 3. Realização de três apresentações a preços acessíveis nas cidades de Belém, Manaus Salvador, Recife e São Luiz, além de uma curta temporada de 16 apresentações na cidade do Rio de Janeiro; 4. Realização de uma sessão gratuita para população de baixa renda, professores e estudantes da rede pública de ensino nas cidades de Belém, Manaus Salvador, Recife, São Luiz e três sessões gratuitas na cidade do Rio de Janeiro; 5. As sessões gratuitas, em cada uma das cidades também será voltada a portadores de necessidades especiais e contará com intérprete de Libras; 6. As sessões gratuitas, em cada capital também promoverá um bate papo entre elenco e público após a apresentação. 7. Cumprir 20 sessões do espetáculo, pelas cidades de Belém, Manaus Salvador, Recife e São Luiz e 16 sessões numa curta temporada no Rio de Janeiro, totalizando 36 apresentações de uma circulação de 09 semanas por 06 cidades. De quinta a domingo. 8. Distribuir gratuitamente 20% do total dos ingressos disponíveis para professores e alunos da rede pública de ensino, ONGs e instituições que atendem deficientes auditivos. 9. Realizar projeto teatral com dramaturgia de qualidade e linguagem de fácil acesso, direcionada ao público em geral. 10. Trazer ao palco um espetáculo de qualidade artística com alguns dos mais talentosos profissionais do teatro paulista e equipe de renomados profissionais especializados no fazer artístico. 11. O desenvolvimento de um trabalho qualificado e sua produção. 12. Gerar empregos na área teatral. 13. Facilitar e ampliar a inserção sócio-cultural do público em geral. 14. Promover o intercâmbio cultural entre Brasil e Alemanhã, através da montagem deste espetáculo com roteiro elaborado e inspirado na obra de um autor alemão renomado internacionalmente; 15. Contribuir para a formação de plateia. Será uma circulação de 09 semanas, com apresentações de quinta a domingo, totalizando 36 sessões em teatro com o mínimo de 200 lugares, a ser definido.
Para a realização do projeto "O QUE MANTÉM UM HOMEM VIVO? _ Circulação Norte/Nordeste e Rio de Janeiro", o incentivo através da Lei de Incentivo à Cultura da Secretaria Especial da Cultura é imprescindível, pois somente assim conseguiremos a oportunidade de buscar recursos na iniciativa privada, vez que seria impossível levar essa obra ao grande púbico sem esse incentivo, frente a um espetáculo desse porte. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de espetáculos de artes cênicas. ***************************************************************************************************************************************** Este projeto é uma nova montagem para O QUE MANTÉM UM HOMEM VIVO?, roteiro elaborado por Renato Borghi e Estér Góes a partir de textos de Bertolt Brecht, com canções de Kurt Weil, Hans Eisler e Jards Macalé. A peça teve duas versões: em 1973 e 1982. Assim como na montagem de 73, Renato Borghi será responsável pela direção desta. No elenco, Renato Borghi, Elcio Nogueira seixas e Georgette Fadel. O QUE MANTÉM UM HOMEM VIVO?, de 1973 a 2018 - Por Renato Borghi. Entre minhas reflexões de 1982, no programa da segunda montagem, e meus pensamentos de hoje, uma Democracia e uma Constituição. Não é necessário descrever os acontecimentos que se deram neste breve hiato de trinta e seis anos; são todos de conhecimento público, interpretados dos mais variados ângulos. Basta fazer as perguntas que devem ser feitas agora. O que fizemos de nossa Democracia? O que fizemos com nossa Constituição Cidadã? Não paro de me perguntar: para onde estamos indo? O Estado Democrático de Direito ainda existe ou já foi transformado em teatro de quinta categoria? Os trabalhadores serão "abolidos" de seus direitos? A aposentadoria se tornará uma miragem inalcançável para os mais pobres? A Amazônia resistirá de pé ao rugir ansioso das motosserras? A Cultura será, uma vez mais, o bode expiatório? Professores serão criminalizados por simplesmente exercer seu ofício? As minorias e os dissidentes serão esmagados ou forçados a se exilar? A mão fria do poder econômico começou a pesar sobre os ombros do povo brasileiro. É o momento de pensar. Pensar dialeticamente. De entender em profundidade o que acontece para poder reagir e transformar. Bertolt Brecht conhece muito bem o que se esconde sob as propostas obsessivas de uma virtude moralista. Ele testemunhou o surgimento do nazismo em sua Alemanha natal. Brecht viu eclodir o ovo da serpente. Ele examina, com frieza e ironia, as engrenagens dos sistemas de exploração do homem e denuncia o que realmente se esconde debaixo das fanáticas declarações de amor à família e aos bons costumes. Brecht desmascara a grande farsa. Ele acredita na potência suave da razão; acredita, antes de tudo, no homem, quando afirma, através da boca de Galileu: "Sim, eu acredito no homem. Sem esta fé, eu não teria forças para me levantar da cama de manhã". O QUE MANTÉM UM HOMEM VIVO? oferece o que há de mais potente na obra do dramaturgo alemão. Há um mundo organizado em bases desumanas. Bertolt Brecht quer contribuir para sua mudança. Seu teatro é crítico, agudo, lúcido. Ele busca aclarar as contradições do indivíduo no relacionamento social. Brecht é carne, suor e sobrevivência e sua obra é inspirada no ser humano concreto em luta diária pelo pão. Afinal, o que mantém um homem vivo? Brecht responde: "Um homem é um homem e ele é muito difícil de destruir". Temos certeza de que o presente projeto reúne totais condições para se transformar numa iniciativa cultural de grande sucesso, contribuindo sobremaneira para o enriquecimento da cena cultural brasileira.
REMUNERAÇÃO DO PROPONENTE COM RECURSOS DECORRENTES DE RENÚNCIA FISCAL Os itens que serão objetos de remuneração do PROPONENTE são: - DIRETOR ARTÍSTICO - DIREITOS AUTORAIS (Roteiro e Adaptação) - ATOR - COORDENADOR DO PROJETO. Conforme discriminado no orçamento analítico, de acordo com a Instrução Normativa nº 02, de 23 de abril de 2019, em seu Artigo 11º, não ultrapassando o limite de 50% do custo do projeto. NOTA: Todas as ações do projeto também serão divulgadas através de um site criado especialmente para este, onde os usuários tomarão conhecimento da programação, preço de ingressos e sessões com acessibilidade em LIBRAS. O site ficará no ar durante todo o período de ensaios e circulação do espetáculo.
Não se aplica.
ACESSIBILIDADE FÍSICA: A produção se responsabiliza por locar teatro adequado para o atendimento preferencial a idosos e portadores de deficiência, disponibilizando, ainda, rampas de acesso, espaço e assentos adequados que permitam o gozo e o pleno exercício de seus direitos culturais, atendendo ao disposto no art. 27, inciso II, do decreto 5.761/06, nos termos do art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e do art. 46 do Decreto 3.298, de 20 de dezembro de 1999, principalmente no que tange ao capítulo/seção "Da Educação, Cultura, do Desporto, do Turismo e do Lazer". Os responsáveis do projeto declaram ainda que privilegiarão em sua escolha teatros bem localizados em relação à transporte público (espaços próximos a metrôs e/ou pontos de ônibus seguros). ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: A acessibilidade faz hoje parte das condições essenciais para o desenvolvimento e inclusão social. Para tanto o projeto realizará 8 (oito) sessões com LIBRAS na temporada em circulação, previamente divulgadas.
Para atender à democratização de acesso serão adotadas as seguintes medidas, conforme artigo 20, da Instrução Normativa 02, de 23 de abril de 2019, inciso I, alíneas "a","b" e "c": 1. Serão distribuídos 20% (vinte por cento) dos ingressos gratuitamente para população de baixa renda, como Escolas públicas, ONGs e demais instituições ligadas a ações sociais. Considerando que os locais onde serão realizadas as apresentações possuam capacidade de no mínimo 200 lugares, estimamos que sejam distribuídos gratuitamente pelo menos 1.440 ingressos, visto que o projeto contará com incentivo fiscal. 2. Serão cedidos 10 % dos ingressos para distribuição gratuita pelo patrocinador; 3. Serão distribuídos pelo proponente 10% dos ingressos gratuitos, promocional em ações de divulgação do projeto; 4. Os ingressos comercializados cumprirão o estabelecido no mesmo artigo 20, da IN 02/2019, no inciso I, alíneas "d" e "e": 20% dos ingressos serão vendidos ao preço promocional de R$ 40,00 (quarenta reais); 40% dos ingressos serão comercializados livremente pelo proponente a R$ 70,00 (setenta reais) a inteira, não ultrapassando o preço médio do ingresso de R$ 225,00. Público com deficiência auditiva terá espaço garantido nas sessões gratuitas, também realizadas com tradução em LIBRAS. As medidas de acessibilidade estarão presentes em todo o material de divulgação do projeto (impresso, digital ou virtual), para que público especifico tenha conhecimento prévio. Também, serão realizadas através de vídeo promocional (em LIBRAS) a ser encaminhado às entidades, associações e ONGs vinculadas a este público. Será veiculada, também, em redes sócias e no site do projeto, além de anúncio promocional, especifico, em Guia cultural. OUTRAS MEDIDAS DE DEMOCRATIZAÇÃO 1. Como medida de CONTRAPARTIDA SOCIAL (AÇÃO FORMATIVA CULTURAL), conforme o previsto na Instrução Normativa 02, de 23 de abril de 2019, em seu Artigo 22, serão realizadas: - Palestras sobre a obra de Bertold Brecht e sua importância para o teatro e sua resistência contra o nazismo, para estudantes e professores de instituições públicas de ensino, como ação formativa cultural de contrapartida social. Obs: 50% (cinquenta por cento) dos beneficiários destas ações serão constituídos de estudantes e professores de instituições públicas de ensino. 3. Ainda, como medida de democratização de acesso, adotaremos o exposto no inciso II do Art. 21 da IN n. 02 de 23/04/2019 “oferecer transporte gratuito ao público” (Alunos e professores das Escolas públicas, onde serão realizadas as Palestras), “prevendo acessibilidade também, à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos”. 4. Será permitida a captação de imagens do espetáculo e autorizada sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias, atendendo ao Inciso IV do Art. 21 da IN n. 02 de 23/04/2019.
Informamos que os proponentes, RENATO DE CASTRO BORGHI e ELCIO NOGUEIRA SEIXAS, serão responsáveis pela gestão administrativa/técnico-financeira do projeto. Além disso, exercerão as seguintes funções: RENATO BORGHI é o “Diretor do espetáculo”, “Roteirista” e “Ator”; ELCIO NOGUEIRA SEIXAS é “Ator” e “Coordenador do projeto”, rubricas pelas quais serão remunerados. TEXTOS: BERTOLT BRECHT ROTEIRO E ADAPTAÇÃO: RENATO BORGHI e ESTÉR GÓES DIREÇÃO: RENATO BORGHI ELENCO: RENATO BORGHI, ELCIO NOGUEIRA SEIXAS e GEORGETTE FADEL DIREÇÃO DE ARTE: KARLLA GIROTTO ILUMINAÇÃO: NÁDJA NAIRA MÚSICAS: KURT WEIL, HANS EISLER e JARDS MACALÉ DIREÇÃO MUSICAL: GILSON FUKUSHIMA ASSESSORIA DE IMPRENSA: ADRIANA MONTEIRO (OFÍCIO DAS LETRAS) GERENCIAMENTO MÍDIAS SOCIAIS: LUÍSA BONIN (PLATEA Comunicação e Arte) ASSESSORIA PARA PRODUÇÃO DE CONTEÚDO AUDIOVISUAL: A definir DESIGNER GRÁFICO: A definir DIREÇÃO DE PRODUÇÃO: A definir Idealização e realização da RENATO BORGHI PRODUÇÕES ARTÍSTICAS (TEATRO PROMÍSCUO) Equipe técnica e demais criadores serão definidos após aprovação. CURRÍCULOS: RENATO BORGHI (Roteirista, Adaptador, Diretor a Ator): Fundou o TEATRO OFICINA em 1958, juntamente com José Celso Martinez Corrêa, onde realizou trabalhos que marcariam para sempre os palcos do Brasil e se tornariam referências para as novas gerações: PEQUENOS BURGUESES, ANDORRA, REI DA VELA, GALILEU GALILEI e NA SELVA DAS CIDADES. Nos anos 70, fundou o TEATRO VIVO com Estér Góes e, juntos, produziram espetáculos de forte impacto no que ficou conhecido como teatro de resistência à ditadura militar, entre eles: O QUE MANTÉM UM HOMEM VIVO e MAHAGONNY de Brecht, MURRO EM PONTA DE FACA de Augusto Boal, UM GRITO PARADO NO AR de Gianfrancesco Guarnieri e CALABAR de Chico Buarque e Ruy Guerra. Durante a década de 80, lançou-se como dramaturgo e escreveu peças de enorme sucesso como A ESTRELA DALVA (com Marília Pêra) e LOBO DE RAY BAN (com Raúl Cortez e Christiane Torloni). Em 1993, fundou o TEATRO PROMÍSCUO com o ator Elcio Nogueira Seixas. A companhia obteve grande êxito alternando montagens de clássicos e dramaturgos contemporâneos. Seu último trabalho como ator foi com a personagem Arcebispo Pérefixe em “Molière” (dir. Diego Fortes, 2018). O ator também tem inúmeros trabalhos em TV e Cinema. ELCIO NOGUEIRA SEIXAS (Ator e Coordenador do projeto): Iniciou sua carreira no TEATRO OFICINA, com HAM-LET, em 1993, sob a direção de ZÉ CELSO. Ainda neste ano, fundou o TEATRO PROMÍSCUO com o ator RENATO BORGHI. Ao longo dos 20 anos da companhia, idealizou, dirigiu e protagonizou vários espetáculos e projetos relevantes: ÉDIPO DE TABAS, TIO VÂNIA, JARDIM DAS CEREJEIRAS, MOSTRA DE DRAMATURGIA CONTEMPORÂNEA, BORGHI EM REVISTA, TIMÃO DE ATENAS, MACBETH, SETE GATINHOS, O CASAMENTO, AZUL RESPLENDOR, FIM DE JOGO, entre outros. Por sua atuação na MOSTRA, ganhou os prêmios SHELL e APCA de 2002, além de ter recebido indicações como ator e diretor por outros espetáculos (APCA por O BEIJO NO ASFALTO). Em 2010, pela EMBAIXADA DO TEATRO BRASILEIRO, recebeu, em Cuba, o Prêmio Villanueva da crítica. Em 2008, lançou seu primeiro livro BORGHI EM REVISTA pela Coleção Aplauso. Ministrou inúmeras oficinas de teatro, no Brasil e no exterior, sobre temas variados, como as obras de Nelson Rodrigues, Tchekhov, Beckett, Tennessee Williams e Shakespeare. Seu último trabalho como ator foi com a personagem Racine em “Molière” (dir. Diego Fortes, 2018). GEORGETTE FADEL (Atriz): Diretora e atriz de formação acadêmica (Escola de Arte Dramática e Departamento de Comunicação e Artes da USP), mas que ainda dentro da faculdade, durante os anos 90, se engaja e faz parte do florescimento de um forte movimento de grupos na cidade de São Paulo. Participa da fundação de companhias, como Cia do Latão, Núcleo Bartolomeu e Cia São Jorge de Variedades, onde dirigiu e atuou em diversos espetáculos marcantes do movimento estético da virada do século como: "O nome do Sujeito", "Bartolomeu que será que nele deu", "Biedermann e os incendiários," "Bastianas", "Barafonda", "Quem não sabe mais quem é, o que é onde está, precisa se mexer". Dirigiu mais recentemente com a Mundana Cia, Camila Pitanga, e vários outros artistas e espetáculos que, além do eixo Rio São Paulo, ganharam também palcos internacionais. Como atriz, foi dirigida por Cristiane Paoli Quito, Tiche Viana, Francisco Medeiros, Cibele Forjaz, Frank Castorf, Felipe Hirsch. Sua trajetória é profundamente ligada a construção do performer livre e consciente dos movimentos do seu tempo. KARLLA GIROTTO (Direção de Arte): A estilista também é figurinista, já tendo trabalhado com o grupo de teatro do diretor Antunes Filho. Em 2011 assinou os figurinos do espetáculo Darkland da Cia. Vitrola Quântica, dirigido por Júlia Abs. Neste balé, parte do charme se dá justamente pelas peripécias que fazem as bailarinas no desafio que as roupas, espartilhos e altas plataformas trazem para a realização da dança. Os desfiles performáticos de Karlla fizeram história nas semanas de moda brasileira, propondo novas formas de quebrar o padrão visual bidimensional das passarelas. Suas coleções são ousadas, com muita mistura de tecidos e estampas. Seu último trabalho teatral foram os figurinos de “Molière” (dir. Diego Fortes, 2018). GILSON FUKUSHIMA (Direção Musical): Diretor musical, arranjador, compositor e instrumentista. Seus últimos trabalhos incluem a direção musical do espetáculo “O Grande Sucesso” (dir. Diego Fortes, 2016) pelo qual concorreu atualmente ao Prêmio Shell-SP e da comédia musical MOLIÈRE. NADJA NAIRA (Iluminação): Iluminadora, diretor e atriz, é sócia-fundadora da Companhia Brasileira de Teatro. Com mais de duas décadas de carreira na luz, acumulou diversos prêmios, entres os quais se destaca o Shell-RJ pela peça "Esta Criança" (dir. Marcio Abreu, 2012). Seus últimos trabalhos foram feitos para espetáculos de destaque nacional como “Krum"(dir. Marcio Abreu, 2015), “PROJETO BRASIL” (dir. Marcio Abreu, 2015), “O Grande Sucesso” e “Molière” (ambos sob direção de Diego Fortes, 2016/2018). ADRIANA MONTEIRO (Assessoria de Imprensa): Adriana Monteiro, sócia-diretora da empresa Ofício das Letras, desde sua fundação, em 1995. É formada em História pela PUC-São Paulo (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo), em 1992, e também cursou a Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas na USP (Universidade de São Paulo). Iniciou o exercício da atividade profissional em Jornalismo na área de Assessoria de Comunicação e Imprensa, em 1989, quando integrou a equipe da Secretaria Executiva de Comunicação da Prefeitura de São Paulo (1989 a 1993). LUÍSA BONIN (Criação de Conteúdo e Gerenciamento de Mídias Sociais): Luísa Bonin é formada em Comunicação Social - Relações Públicas pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Cursou Planejamento de Comunicação Estratégica na Lemon Escola de Publicidade de Curitiba-PR e Storytelling focado na comunicação do impacto de organizações sociais promovido pela Ashoka e pela Agência de Comunicação FREUDS em Londres - Reino Unido. Desde 2015, se especializou em estratégia digital para projetos culturais, tendo como clientes os artistas: Thayana Barbosa, Luiz Felipe Leprevost, Alexandre França, Daniel Migliavacca, além dos espetáculos: "O Fantástico Coração Subterrâneo" (2015), "Molière" (2018), "Poses para Dormir" (2018), "Para Não Morrer" (2018) e "Enquanto a Chuva Cai" (2018).
DILIGÊNCIA NA ANÁLISE PREDITIVA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.