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O projeto trata da realização de uma festa tradicional no interior do Rio Grande do Sul, comemorando o aniversário da cidade com uma festa, incluindo: danças folclóricas das etnias presentes na região, música instrumental, feira de artesanato e um livro (que inclui um cd). Toda a programação será aberta ao público e gratuita, realizada em local indicado pela prefeitura. Como contrapartida social, serão realizadas oficinas de dança folclórica nas escolas públicas da região, também de acordo com indicação da administração municipal e entidades locais.
Objetivo Geral Celebrar o aniversário da cidade com uma festa que leve uma gama de produtos culturais para a comunidade, criando público para produtos culturais e estimulando o consumo de cultura como um todo. Além disso, o projeto visa estimular os artistas locais, através da contratação de mão de obra tanto para a produção, como para as apresentações, valorizando os talentos locais. Objetivos Específicos Realizar: - 1 festa - para comemorar o aniversário da cidade (Produto Principal), incluindo: - 3 shows de dança folclórica - 2 apresentações de música instrumental - 1 feira de artesanato com até 20 expositores - pesquisa e impressão de 500 livros, contendo uma profunda pesquisa sobre as raizes missioneiras. Junto com o livro, constará um cd do autor do livro, o músico Silvano Sagarosa - contendo música instrumental e cantada.
Santo Ângelo é a Capital das Missões. A cidade, que foi o último município dos Sete Povos das Missões a ser fundado, se destaca com sua história riquíssima, além das belezas naturais e arquitetônicas. Santo Ângelo. Fundadas no século XVII pelos padres jesuítas da Companhia de Jesus sob idealização do padre Ignácio de Loyola, as Missões eram comunidades que funcionavam em um sistema social cooperativo, formadas por religiosos europeus e indígenas brasileiros. No início, foram incentivadas pela Coroa europeia, e tinham o objetivo de garantir os territórios conquistados, educar, catequizar os indígenas. Se concentravam no território do Rio Grande do Sul e formavam, juntamente com as Missões estabelecidas na Argentina e Paraguai, uma rede de mais de 30 comunidades interligadas por caminhos até hoje utilizados por peregrinos que refazem os passos dos antigos missioneiros. Com o crescente avanço e sucesso do modo de vida missioneiro, a Coroa determinou a expulsão dos jesuítas do território brasileiro com a troca dos 7 povos das Missões pela Colônia de Sacramento, e com isso as Missões entraram em decadência até seu completo abandono. A herança deixada, porém, é riquíssima, e está presente nas ruínas dos sítios históricos (alguns deles patrimônios históricos e culturais da humanidade-UNESCO), nos costumes e modos de vida frutos da convivência entre o povo Guarani e os colonizadores europeus, que influenciaram e ainda influenciam a cultura do Rio Grande do Sul. Para tanto, propomos Celebrar o aniversário da cidade com uma festa que leve uma gama de produtos culturais para a comunidade, criando público para produtos culturais e estimulando o consumo de cultura como um todo. Além disso, o projeto visa estimular os artistas locais, através da contratação de mão de obra tanto para a produção, como para as apresentações, valorizando os talentos locais. O financiamento do projeto junto a Lei de Incentivo a Cultura é fundamental, pois, a partir do Art. 1º da Lei 8313/91 o projeto se enquadra nos incisos I, II, III e IV, e da mesma forma os objetivos do Art. 3º, inciso III d; inciso IV a e b; serão alcançados junto ao evento SANTO ANGELO EM FESTA.
Produto principal: Festa e Produto secundário feira de artesanato - 10% dos programas serão em braile. APRESENTAÇÕES DE MÚSICA INSTRUMENTAL: As apresentações terão programação em Braile e interprete de libras conforme o § 1º, artigo 1º, do DECRETO Nº 9.404, DE 11 DE JUNHO DE 2018. O espaço acessível para todos, que conta com rampas de acesso e banheiros PNE no local e serão reservados lugares específicos para pessoas com dificuldade de mobilidade na platéia, conforme o § 1º, artigo 1º, do DECRETO Nº 9.404, DE 11 DE JUNHO DE 2018. LIVRO: O livro contará com audiolivro, visando atender pessoas com deficiência visual. o § 1º, artigo 1º, do DECRETO Nº 9.404, DE 11 DE JUNHO DE 2018. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: Haverá a possibilidade de intérprete de libras, conforme o § 1º, artigo 1º, do DECRETO Nº 9.404, DE 11 DE JUNHO DE 2018.
O presente projeto terá toda a programação do evento gratuita e acessível para todos, assim como as oficinas atendendo ao Art.20 da IN Nº 2, DE 23 DE ABRIL DE 2019. Será permitida a difusão do evento por quaquer mídia de acordo com o Art. 21. inciso IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; As apresentações musicais atendem ao inciso Art. 21. IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; O livro terá 30% de seu resultado doado para bibliotecas e escolas públicas, atendendo ao inciso I do Art. 21. - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados;
O proponente será o gestor do projeto, responsável por todo o processo decisório e funções administrativo/financeiras do projeto. Atuando na rúbrica coordenador do projeto. Trata-se do primeiro projeto pela lei de incentivo, considera-se que, segundo a INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 23 DE ABRIL DE 2019, Art.2º: § 7º O proponente que apresentar o seu primeiro projeto junto ao Pronac estará dispensado da comprovação de atuação na área cultural, sendo este limitado ao valor de R$ 200.000,00 (duzentos mil reais). Elisa Algayer Casagrande - coordenação editorial Elisa Algayer Casagrande é mestra em Diversidade Cultural e Inclusão Social, especialista em Comunicação Estratégica e Branding (FEEVLAE e Universidad Mayor - Chile) e em Jornalismo Digital (PUCRS), graduada em Relações Públicas e Jornalista pela PUCRS,. Atualmente realiza elaboração e gestão de projetos culturais como autônoma. Participou como parecerista da edição 2019 do Edital de Cultura Popular – Selma do Coco e é parecerista da Fundação Rio das Ostras de Cultura. Realiza trabalho, de forma voluntária, com comunidades quilombolas e indígenas localizadas na cidade de Porto Alegre, através da participação na Frente Quilombola. Atuou como Chefe de Serviço no Escritório Regional Sul do Ministério da Cultura, resolvendo dúvidas e orientando proponentes de projetos na Lei de Incentivo. Também atuou em empresas como: Grupo RBS, FEMAMA e RedBull Brasil. Greice Sanfelice Silveira Netto - coordenação de comunicação Formada em Relações Públicas pela UFSM e em Publicidade e Propaganda pela UFSM. Atuou com Relações Públicas da Assembleia Legislativa do RS por 10 anos. Coordenadora de Agenda do Governador Germano Rigotto. Atuou na área de esportes sendo Criadora e Coordenadora da Copa Sul Sub21 que chegou a contar com a participação de 180 prefeituras do RS Rogério Beidacki - coordenação geral Jornalista, Pós-Graduado em Administração Hospitalar e Negócios em Saúde. É ator profissional desde 1984, atuando como produtor, Cenografista e Ator nas peças: Turandot, Uma Tal Branca de Neve e Mas a Gente se Diverte. Foi ator e roteirista nos filmes: Por que despedi minha secretária (curta metragem indicado ao Kikito em sua categoria no Festival de Cinema de Gramado em 1986), Memórias de um graduado (curta metragem participante do Festival de Cinema de Gramado em 1986) e Um casamento diferente (curta metragem participante do Festival de Cinema de Gramado em 1986). Produtor Executivo de relançamento do Filme Rodrigo Aimpim Mandioca de Antônio Sacomori em 1984 (filme vencedor do Kikito em Gramada na sua categoria de longa metragem em bitola Super 8mm). Diretor Cultural da Sociedade Polônia de 1984 a 1986. Autor da pesquisa e publicação do livro sobre a História do Cavalo Árabe Polones no Rio Grande do Sul em 1985. Membro fundador da Associação Brasileira de Intercâmbio Cultural – ABIC em 1987. Participante convidado do Curso de Projetos Culturais da UNESCO em Paris no ano de 1988. Colaborador no projeto de criação do Centro Histórico e Cultural da Santa Casa de Porto Alegre em 1997. Proprietário da Casa de Shows Santa Fé em Lajeado de 2010 a 2012 onde foram produzidos centenas de shows como os de CHIMARRUTS, OS SERRANOS, KLAUS E VANESSA, GURI DE URGUAIANA, VERA LOCA, CHARLES MASTER, entre outros. Superintendente Administrativo Financeiro da Fundação Orquestra Sinfônica de Porto Alegre de 2017-2018. Administrador Cultural de 2018 – Prêmio concedido pelo Conselho Estadual de Cultura do Rio Grande do Sul. Sócio e diretor geral, atuando enquanto Marketing e gestão na empresa Global Life, desde 2000.
PROJETO ARQUIVADO.