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O projeto pretende promover transformações individuais e sociais, por meio de expressões artísticas, dando visibilidade à cultura popular e aos artistas independente, buscando estimular trocas culturais entre pessoas de contextos diversos e a criação de uma plataforma contínua de geração de impacto social. Tudo isso será realizado através de um projeto de fluxo contínuo, composto por oficinas de produção musical e audiovisual em 2 instituições locais, junto a artistas independentes. Como contrapartida social, serão realizadas 3 oficinas em uma terceira instituição, visando atender pessoas em situação de fragilidade social. Busca-se uma troca contínua com três instituições locais, visando atuar diretamente na vida das pessoas que participam destes programas.
Objetivo geral O objetivo geral do projeto é promover transformações individuais e sociais, por meio de expressões artísticas, dando visibilidade à cultura popular e aos artistas independente, buscando estimular trocas culturais entre pessoas de contextos diversos e a criação de uma plataforma contínua de geração de impacto social. Tudo isso será realizado através de um projeto de fluxo contínuo, composto por oficinas de produção musical e audiovisual em 2 instituições locais, junto a artistas independentes. Como contrapartida social, serão realizadas 3 oficinas em uma terceira instituição, visando atender pessoas em situação de fragilidade social. Busca-se uma troca contínua com três instituições locais, visando atuar diretamente na vida das pessoas que participam destes programas. Objetivos específicos PRODUTO PRINCIPAL OFICINAS: serão realizadas 9 oficinas (1 por mês) de produção musical e/ou audiovisual em 2 instituições locais. CONTRAPARTIDA SOCIAL - realização de 3 oficinas em 1 instituição escolhida, que atenda pessoas em situação de fragilidade social, da cidade de Porto Alegre, na área de audiovisual e música. Essas oficinas visam conscientizar sobre a relevância da cultura em nossa sociedade, bem como iniciar um processo de ensino dessas áreas para jovens
O projeto apresenta artistas por meio de suas composições, para um grande público e apresenta a possibilidade de geração de impacto social. Isso vai se dar através- da integração entre músicos locais e ambientes de vulnerabilidade social- do estímulo às expressões artísticas e da troca de conhecimentos e apropriação das oportunidades e possibilidades que a música traz para gerar autoconhecimento e expressão Dessa forma, espera-se contribuir para a geração de impacto positivo na vida de pessoas de diversas camadas sociais. A cidade de Porto Alegre conta hoje com diversas pessoas que vivem em situação de fragilidade social, sendo uma parte dessas acolhidas por instituições que vivem da solidariedade da população e de empresas. Com a realização das oficinas nessas instituições, buscamos gerar impacto positivo na vida dessas pessoas através da cultura. Isso porque acreditamos que o papel da cultura é divertir sim, mas, muito mais, é criar esperanças e sonhos, e até criar ofícios que possam ser desenvolvidos para geração de renda. O projeto busca, enfim, espalhar sonhos possíveis, através da prática cultural e do uso da expertise de profissionais capacitados, para criar um ciclo de geração de impacto positivo. Os artistas que participam do projeto desempenham as oficinas nas instituições. O financiamento do projeto junto a Lei de Incentivo a Cultura é fundamental, pois, a partir do Art. 1º da Lei 8313/91 o projeto se enquadra nos incisos I, II, III, IV e IX, e da mesma forma os objetivos do Art. 3º, inciso I, C; inciso IV; serão alcançados junto ao projeto.
PRODUTO PRINCIPAL - OFICINAS Dificuldade de Mobilidade O espaço de aplicação das oficinas conta com facilitação de acesso a pessoas com dificuldades de mobilidade e pessoas com deficiência, conforme o artigo 1º, do DECRETO Nº 9.404, DE 11 DE JUNHO DE 2018. Deficiência Auditiva Haverá a possibilidade de intérprete de libras, conforme o § 1º, artigo 1º, do DECRETO Nº 9.404, DE 11 DE JUNHO DE 2018. Deficiência Visual Nas oficinas, não haverá medidas para deficientes visuais. O material divulgado em redes sociais, contará com descrição na hashtag #pracegover, visando facilitar acesso a deficientes visuais. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS As contrapartidas sociais contarão com possibilidade de intérprete de libras, visando acesso a portadores de deficiência auditiva.
PRODUTO PRINCIPAL - OFICINAS O presente projeto terá toda a programação gratuita, assim como as aulas e oficinas atendendo ao Art.20 da IN Nº 2, DE 23 DE ABRIL DE 2019. Será permitida a difusão do evento por quaquer mídia de acordo com o Art. 21. inciso IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias. Atende também ao inciso VI, do Art. 21 - oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural;
O proponente será o gestor do projeto, responsável por todo o processo decisório e funções administrativo/financeiras do projeto. Trata-se do primeiro projeto pela lei de incentivo, considera-se que, segundo a INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 23 DE ABRIL DE 2019, Art.2º: § 7º O proponente que apresentar o seu primeiro projeto junto ao Pronac estará dispensado da comprovação de atuação na área cultural, sendo este limitado ao valor de R$ 200.000,00 (duzentos mil reais). Equipe Técnica: Nome: Fernanda Verdi Participação no projeto: Coordenação Geral Mini currículo/bio: Sou formada em Design Visual e aprendi a usar as estratégias e metodologias dessa área para idealizar e gerir projetos colaborativos, que utilizem algumas das minhas paixões como ferramentas para a busca de transformações sociais. Trabalhei por dois anos na Smile Flame, empresa que realiza projetos de comunicação a impacto social, Atuei como gestora de projetos, liderando o Skate no Asilo, a Corrida Maluca de Cadeirantes e o Mãos à Dobra. Em paralelo, junto com alguns amigos, trouxe para Porto Alegre o Fuckup Nights, que propõe que as pessoas apresentem os seus fracassos e, a partir deles, os aprendizados adquiridos. No meio de 2018, me tornei parceira do Hackatown, projeto que reúne pessoas de contextos diversos, a fim de chegar a soluções para problemas reais de uma comunidade ou temática que apresenta desafios sociais. No início de 2019, entrei na Point, onde sou responsável pelo núcleo de inovação social, encabeçando projetos relacionados com cidadania, diversidade e educação. -- Nome: Kamila Nunes Ferrão Participação no projeto: Coordenação de Comunicação Mini currículo/bio: Estudante de Publicidade e Propaganda. Trabalhei com Marketing Digital e Gerenciamento de Redes Sociais desde o início da minha graduação na agência Cadastra. Também, fiz um estágio de 6 meses na área de Mídias Sociais e Produção de eventos na Smile Flame, empresa que realiza projetos de comunicação e impacto social. No segundo semestre de 2018, abri uma produtora de conteúdo focada em estratégias audiovisuais chamada About Media, onde toco as áreas de atendimento e planejamento de comunicação. -- Nome: Vitor Trajano dos Santos Participação no projeto: Produção Audiovisual Mini currículo/bio: Curioso e apaixonado por Produção Audiovisual. No início da minha graduação em Relações Públicas, trabalhei na área de Mídia em uma agência chamada Adtail, empresa especializada em Marketing Digital. No primeiro semestre de 2018, trabalhei com projetos voltados a ações de Marketing Digital em plataformas como Google Ads e Facebook. No segundo semestre de 2018, abri uma produtora de conteúdo focada em estratégias audiovisuais chamada About Media, onde toco as áreas de produção e edição. — Nome: Miriane Brock Participação no projeto: Produção Executiva Mini currículo/bio: Miriane Brock é formada em comunicação social e atua como produtora cultural, cantora, compositora e empresária. É uma das idealizadoras do Circuito Orelhas - circuito independente de shows que tem movimentado a cena local da capital, trazendo artistas de todos os cantos do país para se apresentarem em diversos palcos da cidade. Tem vasta experiência em produção de backstage em shows internacionais, tendo integrado as equipes locais das últimas apresentações de Paul McCartney, Roger Waters, Andrea Bocceli, Foo Fighters, entre outros artistas. É socia/investidora na Up Escola de Idiomas e artisticamente tem se dedicado a composição/gravação de seu primeiro EP solo. — Nome: Elisa Algayer Casagrande Mini currículo/bio: Relações Públicas e Jornalista graduada pela PUCRS, especialista em Comunicação Estratégica e Branding (FEEVLAE e Universidad Mayor - Chile) e em Jornalismo Digital (PUCRS) e Mestra em Diversidade Cultural e Inclusão Social, pela Universidade FEEVALE. Atua com projetos culturais e produção cultural há cerca de 10 anos, tendo passado por grandes empresas como RedBull e Grupo RBS. Participou como parecerista da edição 2019 do Edital de Cultura Popular – Selma do Coco e é parecerista da Fundação Rio das Ostras de Cultura. Realiza trabalho, de forma voluntária, com comunidades quilombolas e indígenas localizadas na cidade de Porto Alegre, através da participação na Frente Quilombola. Participação no projeto: coordenação financeira-administrativa — Nome: Rayssa Felipe Neckel de Moreira Participação no projeto: produção executiva Mini currículo/bio: Sou designer gráfica e me interesso muito na absorção de conhecimentos diversos, pois acredito que tudo pode ser tema de (e para o) design. A simples observação já pode se tornar repertório – visual, cultural, estético –, ainda que inconscientemente. A transformação desta bagagem em valor simbólico é o que mais me desafia e entusiasma. Por ser uma pessoa sensível, as questões do mundo me afetam e me deixam indgnada, mas também com vontade de me posicionar, fazer, agir em algum sentido. Nas pequenas coisas que pude me envolver para tentar contribuir, me engajei: grêmio estudantil, centro acadêmico, comitê de conduta na empresa, trabalho voluntário para a Cruz Vermelha, para a arrecadação de recursos para o Instituto do Câncer Infantil, entre outros. Com estas experiências, reforcei a ideia de que, para mim, o design não é apenas um trabalho, mas uma ferramenta para ele. Não é o fim, mas o meio, a forma de viabilizar uma finalidade maior, e é nisso que tenho confiado e com o que quero me envolver cada vez mais: em causas que eu acredite e que me toquem, me façam sentir estar produzindo algo de melhor e por alguém. É exatamente aí que encontro sentido em me dedicar e levar adiante um projeto como este. — Nome: Régis Moewius Participação no projeto: Mini currículo/bio: Sou músico multi-instrumentista, compositor e produtor musical, graduando de Música Popular (UFRGS) com período sanduíche concluído em Estudos de Jazz (Universidade de Évora/Portugal) através da bolsa Santander Universidades Iberoamericanas. Atuei como educador social (Educando com Arte - 2017/2019) e atualmente leciono guitarra e produção musical na escola de música EArte. Como produtor independente co-produzi Não Voltar (Single - Miguel Ev/2019) The Golden Question (EP - Sea End Travelers/2019), Ouroboros (EP - Sea End Travelers/2018). Como compositor desenvolvi a trilha sonora de “O Misterioso Segredo das Pequeninas Grandes Coisas” (Grupo Borogodó/2018) e “Junho: Uma Aventura Mágica” (Coletivo Nômade/2018). Em processo de produção de meu primeiro álbum “Cotidiano”.
PROJETO ARQUIVADO.